He. Olá, pessoal. Boa noite, sejam todos bem-vindos à nossa quinta aula ao vivo da disciplina de saúde coletiva. Eu sou a professora mediadora Catiele e estarei aqui com vocês nos bastidores da aula. No chat também nós eh contaremos com a presença de outros professores mediadores do clúster de saúde. Agora eu vou est chamando a professora Corina. >> Olá professora. Boa noite. Tudo bem? >> Boa noite. Tudo bem você? Tudo bem? Tudo bem? É, então vamos lá começar a aula. Desejo boa aula a todos. Uma boa noite a todo mundo. Vamos colocando aqui no chat de
onde vocês estão falando que a gente já vai iniciar. Muito obrigada, viu, Catiele? >> Qualquer coisa, só me chamar aqui, tá bem? >> Obrigada. >> Tchau. Tchau. >> Olá, pessoal. Boa noite. Tudo bem? Sou a professora Corina Fernandes. Nós vamos iniciar hoje o nosso quinto encontro, nossa quinta aula de saúde coletiva. Então, quero desejar primeiramente aí que todos, né, tenham uma excelente noite, um bom aproveitamento do nosso conteúdo. Espero que vocês interajam aqui comigo no chat. Sempre que possível vou ficar aqui de olho, tá bom? Eh, nós vamos hoje, né, seguir com o nosso conteúdo.
A gente tá na quinta aula, Então para quem ainda, né, não me conhece, eu sou a professora Corina e a gente vai seguir hoje no nosso conteúdo de saúde coletiva e o nosso tema vai ser sobre entendendo o SUS e os pactos pela saúde. Então, quero desejar a todos uma ótima noite. Sejam muito bem-vindos. vão colocando aqui no chat de onde vocês estão falando e qualquer eh dúvida vocês podem eh ir interagindo aqui comigo, tá? Eu vi aqui que tem uma pessoa que tem uma uma pessoa na família Que tem um nome parecido com o
meu, que é o mesmo nome, né? Mandou um oi lá pra sua pra sua parente, tá bom? Então vão colocando aqui de onde vocês estão falando. Sejam muito bem-vindos. a gente vai continuar com o nosso conteúdo, né, e falando sobre o Sistema Único de Saúde. Então, vamos lá. A gente tá aqui, né, se for para olhar aqui no nosso fluxograma que eu trago em todas as nossas aulas, a gente tá aqui na no terceiro, né, e no quarto item dentro Desse fluxograma, OK? Então, obrigada pro pessoal aí que tá interagindo. Que bom que vocês estão
gostando da aula. Fico muito feliz. O meu áudio hoje, pessoal, ele não tá muito bom, mas não tá bom porque eu tô fanha, eu tô meio gripadinha, pessoal. E aí vocês tenham muita paciência, porque eu já tentei mudar o áudio, mas não é o áudio, é a professora que tá com problema, tá? Eu tô falando com a voz anasalada, eh, gripe, tá bom? Ainda não Tô 100%. Então, me desculpem, hoje o áudio não vai ficar excelente, tá? Hoje o áudio não tá bom, me perdoe. OK, mas é a professora que não tá boa, ok? Então,
me desculpem hoje aí pela eu tô aqui com suco, com água, mas vamos pro conteúdo que aí vocês tentem abaixar aí o o áudio de vocês que que aí é dá uma melhorada. Eu vou abaixar um pouquinho aqui o meu áudio para não ficar tão ruim, tá bom? Vejam se tá bom assim para vocês, tá? Que eu ainda não tô 100% bem, pessoal. OK? Então, me desculpem. Eh, hoje a gente vai falar, né, sobre o SUS, a gente vai continuar estudando sobre o SUS. Então, antes de iniciar a aula, eu quero, né, falar para vocês
que esse conteúdo, como os os demais, né, principalmente da aula da semana anterior, é um conteúdo que se você pretende seguir carreira pública, se você pretende passar num concurso, Você vai utilizar esse esse conteúdo eh futuramente, tá bom? Então é um conteúdo que você não vai ter perd. Então, quando você for estudar, você vai poder utilizar isso, né, futuramente numa especialização, se você quiser prestar ali uma prova de residência, né, for prestar um concurso da prefeitura ou então, né, pensando ali numa atuação em algum hospital, né, que seja público. Então para, independente da sua área
aí de atuação, esses conteúdos teriam Patogênis. Muito bom. Muito bom. Pois é, às vezes a gente dá aula e a gente vive a aula. Hoje eu tô vivendo a minha aula literalmente. Então, muito boa aí a a analogia. Excelente. Então, hoje a professora tá com sintomas do período patogênese, literalmente. Eh, e aí, então, pessoal, essas aulas, né, desde a semana passada a gente vai Ver um pouco mais, né, sobre o SUS, a gente vai conhecer um pouco mais sobre o SUS e eu espero que vocês, né, interajam aí comigo, vocês podem tirando as suas dúvidas,
tá bom? Então hoje em especial a gente vai estudar os princípios, né, os objetivos e os princípios do SUS. E a gente vai também buscar descrever as diretrizes, né, que foram esses pactos que que geraram e para tentar administrar, né, para tentar eh mostrar o que de fato era o objetivo Ou então o impacto que ele teria sobre a população, pensando, né, na atribuição ali, eh, no na coletividade, na participação popular. ular das pessoas, o pacto de defesa, né, em relação aos princípios do SUS, ao que ele acredita, a forma com que ele é gerenciada.
Tá bom? Então vamos aí que hoje a gente ainda tem um conteúdo longo paraa nossa aula. Que bom que vocês estão gostando da aula. Eu fico muito feliz, tá bom? Eh, a lei 8080 fala justamente sobre os objetivos do SUS, não é isso, professora? E aí, gente, a 8080 fala sobre o quê? Sobre os princípios dos SUS. Muito bem. E a lei 8142 fala sobre o quê? Quem se lembra? E aí, quem se lembra? Obrigada, pessoal. A prof hoje não tá 100%. Então vão vão tendo uma tolerância aí com áudio que não tá bom. Então
a lei 880 Ela cai em todos os concursos e ela significa o quê? Significa sobre os princípios do SUS. Muito bem. A forma com que o SUS ela é organizada, fala sobre as conferências. Muito bem. Fala sobre o quê, pessoal? Sobre a organização do SUS, né? Eh, e quando a gente fala sobre os princípios doutrinários, a gente vai falar sobre o que o SUS acredita, né? Como ele se organiza para atender a população também, né? em relação à descrição de Clientela, como é organizado, né, esse esse funcionamento do SUS. E já na lei 8142, ela
vai falar sobre a participação coletiva, sobre a participação da população no na gestão do SUS. Então, a semana passada a gente aprendeu que nós, né, enquanto funcionários, enquanto população, enquanto pessoas, nós podemos atuar de uma maneira eh ativa na gestão, Nas campanhas, na organização, na gerência dos orçamentos. E a gente faz isso através dos conselhos, né, que permitem, através dos conselhos, das conferências, uma participação ativa da comunidade nessa administração do SUS. Tudo bem? Então, a lei 8142, ela fala sobre, vamos lá, sobre o direito da população que tem de fiscalizar. Essa minha turma é nota
10, viu? Eu não sei como é que é as outras aulas, mas a minha o povo tira de letra. Eu vou vou contratar todo mundo para trabalhar comigo. Todo mundo. Olha aí, ó. Participação da comunidade, participação da população. Excelente, galerinha do bem. Muito bom. Muito bom. E a 8080 fala sobre os princípios do SUS. Os princípios do SUS. Muito bem, vamos lá. Quando a gente fala sobre os princípios do SUS nessa construção, pra gente poder entendê-lo, a gente vai dividir os Princípios do SUS em dois princípios, né, que norteiam a forma com que ele foi
construído, né, a forma com que ele é organizado, a forma com que ele atende as pessoas, né? Eh, a semana passada eu dei um exemplo para vocês e no final da aula a gente vai voltar a falar sobre ele, tá bom? Que é a COVID. Vocês lembram da COVID? Vocês lembram da COVID que eu dei já em algumas aulas? Inclusive, A COVID, ela foi um problema que eh evoluiu para uma epidemia, para uma pandemia, né? Na verdade, né? Não foi nenhuma epidemia, foi uma epidemia de grandes proporções, né? Que acometeu em várias ehem vários países,
né? Diferentes, não só estados de um país. Mas a gente vivenciou a pandemia na prática. Hoje, por exemplo, a professora Corina, ela não tá bem. Então eu estou eh com um vírus, né, com vírus de gripe, certo? E aí eh esse vírus, por exemplo, Eu sou uma profissional da saúde, certo? A professora ela é ela é profissional da saúde, né? Então eu fiz, né? A minha formação eu já compartilhei aqui com vocês e uma vez que eu sou profissional de saúde, se eu estou infectada, qual que é uma orientação da professora? Usar o quê? Que
que eu preciso usar se eu estiver ali na presença de uma outra pessoa? Que que eu preciso usar, gente? Máscara. Eita, o meu povo aqui é é, ó, é Um um time aqui, ó. O pessoal já pegou a máscara, né? Por quê? Porque as doenças infecto contagiosas elas são transmissíveis, incluindo pelas vias aéreas, né? Então, se uma pessoa ela tá, né, infectada, tá com eh um sinal ali de vírus, né, aí, qual que é a importância? A importância é que a gente precisa usar os equipamentos de proteção. E aí a gente tem equipamentos de proteção
coletiva e os equipamentos de proteção individual. Então, a professora hoje eu Tô aqui na minha casa, né? Mas, por exemplo, se eu tivesse na frente de alguém, eu teria que manter uma distância adequada, eu teria que usar máscara, eu precisaria fazer asepsia e higienização adequada das minhas mãos. E aí a gente vai ver hoje na aula que um princípio do SUS ele não foi suficiente na época da pandemia da COVID-19, porque ele não conseguiu eh cuidar da população, né? É, no sentido de que ele Foi um serviço, uma prestação de serviço que ela foi insuficiente.
E aí a gente não tava preparado para isso, né? Então a gente não tava preparado para uma pandemia. Em em que sentido, professora? No sentido dos hospitais, da quantidade de pessoas, né, de profissionais de saúde, das mais diferentes áreas, né, ali da saúde. A gente teve problemas no fornecimento dos próprios equipamentos de EPIS. a gente teve eh problemas eh em relação aos números de leitos, a gente eh estaria eh eh com necessidade de eh exames, testes específicos, tá? Eh, gente, eu tô bem, tá bom? É só tô me recuperando, tá bem? Não fiquem preocupados, eu
estou bem, tá? Só a voz que tá que tá com essa esse som aqui. Eh, eh, OK. Euou vi o pessoal falando aí, eu estou bem, tá bom. É só a voz que não recuperou, ainda mais eu estou dando aula, né? Então, fica assim mesma, já melhora. É só a voz que vocês estão vocês estão notando aí, OK? Eh, e aí, além disso, o que que o que que faltou? O que que faltou, gente? a demanda, né? Então, eh, com a máscara a gente protege outra pessoa. A gente faltou muitas vezes, né, os serviços e
aí na semana passada a gente falou dos hospitais de campanha, né? Então, a os hospitais de campanha foram Por eles existiram. Por quê, pessoal? Porque os hospitais que já existiam, eles foram insuficientes, né? hospitais públicos, hospitais particulares. A gente teve problemas na eh falta de equipamento, né? Eh, a gente teve eh problemas eh em treinamentos, falta da informação, da conscientização das pessoas. A gente teve tempo de demora nos próprios eh testes, né? a gente teve eh eh número de testes insuficientes, além do Teste sem suficiente, o prazo. Então, no início da pandemia tinha, bom, primeiro
teve o teste que levava 1000 anos para poder fazer no início. E com a demora do teste houve uma dificuldade na identificação dos casos que já estavam eh contaminados. E aí, como levava muito tempo, aquela pessoa não era eh restringida. E aí o que que acontecia? Ela já poderia ter tido contato com outras pessoas. E assim isso ia se propagando ao longo do tempo, faltava Tudo, né? E aí isso foi um problema que o SUS ele teve de não conseguir resolver o problema tanto de uma única pessoa, mas também da coletividade, tá? Eh, e aí
eh, a gente teve que pensar em estratégias, em, eh, respostas a essa pandemia. Então, hoje a gente vai ver, né, que eh um dos princípios do SUS ele falhou aqui. E o que que eu quero que você faça neste momento? A gente vai estudar princípio por princípio, mas ao final da Aula a gente vai responder qual princípio você acha que não deu certo na pandemia do COVID. Beleza? OK. Então, vamos estudar agora cada um deles. Os princípios do SUS, a gente vai dividi-los em duas categorias. A gente tem a primeira categoria, que é de princípios
doutrinários. Esses princípios doutrinários regem como se fossem as diretrizes do SUS. é a forma com que o SUS ele pega aquilo que ele eh propõe a fazer para as pessoas. Então, doutrina, quando a gente pensa o que que se for, o que que você entende por uma doutrina? a gente entende por uma doutrina eh através de um método sistematizado que leva, né, o conhecimento sobre leis, sobre regras, sobre diretrizes, né? E aí o que que acontece com esses princípios doutrinários diz respeito a como esse serviço ele pretende ser distribuído ensinamentos. Muito bem, né? Serem Distribuídos
para quem faz uso do SUS. Professor, eu tenho convênio particular e aí eu posso ter o cartão do SUS? Com certeza. Toda a população ela tem direito ao SUS, tá? Ela tendo ou não tendo um cartão eh perdão, um convênio médico, ela pode ter ali, né? eh o acesso ao serviço do SUS mediante ela ser eh a descrita que a gente fala a descrição de clientela. Que que é uma descrição de clientela? são aquelas pessoas que fazem parte de um território Determinado e que vai ser atendido e acompanhado por agentes comunitários, por uma por unidade
ou por centros de especializados dentro de um território determinado e que ela vai ter acesso ao serviço mediante ao cadastro dela que é eh feito pela agente comunitária de saúde. Então, a forma de ingresso nesse SUS seria via agente comunitário. Então você tem que tá num bairro, esse bairro ele é mapeado, tem as pessoas que trabalham Nele. Hoje a gente tem no SUS, né? Eh, eu não troquei não. É minha voz que tá ruim. É a minha voz que tá ruim, gente. Já a semana que vem vou tá bem já recuperada da voz, tá? Minha
voz ela ela tá um pouco afônica. OK, tenham paciência, depois vocês ouvem de novo, tá bom? Tá estourado por causa da minha voz, ela não tá muito boa. Eh, eu quis manter a aula, tá bom? Para não prejudicar o andamento de vocês, né? Para manter a, eh, o conteúdo pedagógico. Tudo bem? OK, pessoal. Eh, e aí então, eh, o SUS ele é mapeado, então, em relação a cada lugar, tá? E aí, esses lugares eles vão vão, eh, compor o número X de pessoas, OK? A gente vai estudar depois um pouquinho mais sobre isso. E aí,
como é que a gente tem acesso ao serviço? Então, a gente tem o acesso ao serviço por conta Dos agentes comunitários que fazem esse mapeamento de quantas pessoas tem na casa, na família, né? E aí eles levam esses dados e fazem o cartão do SUS a partir de onde você mora, do seu CPF e dos seus dados. Ok? Aí, por que que eu tô falando isso? Além, lembra que eu falei que isso cai em todo em todo concurso, né? E aí o que que acontece? Eh, a gente eh tem dois tipos, né, de participação. Eh,
no SUS a gente tem o ingresso Mediante concurso público, mas hoje a gente também pode atuar, que foi até uma das questões que a gente resolveu a semana passada no meu quiz, né, que eu falei para vocês do quiz da semana passada. Eh, e aí no quiz semana passada tava lá conselhos de saúde, eh prestadores de sa eh prestadores, né, de serviços. E aí os prestadores são quem? são pessoas que não necessariamente eles eh são funcionários públicos, são pessoas que são aprovadas num Em um concurso. Então hoje a gente tem para saber o serviço e
aí muitas vezes ele é um funcionário CLT, OK, pessoal? E aí a gente também vai estudar os princípios organizacionais do SUS. O que que é o princípio organizacional? É tipo assim, eu posso ir em qualquer lugar? Não, né? E se e se não tem uma quantidade adequada de um serviço ou então um laboratório do SUS para realizar o número X de exames. E aí, como é que isso funciona? Então, esses princípios organizacionais falam justamente sobre, né, a concentração ali das demandas, das atribuições em relação a cada eh, governo. Então, é basicamente a estrutura mesmo operacional
do SUS. Então, quando a gente falar sobre princípio doutrinário, vamos pensar em eh conhecimento, em eh doutrina diz respeito ao Conhecimento. OK? Já o princípio organizacional tá falando sobre a estrutura, sobre a operação do SUS, OK? Princípios doutrinários. OK? Então, vamos lá. Quais são os princípios doutrinários do SUS? Um dos princípios do SUS, a gente que a gente vai estudar hoje é o princípio da universalidade. O que que você entende sobre esse princípio da universalidade? Então, os princípios doutrinários do SUS, eles são três. A gente tem o princípio da universalidade, o princípio da equidade e
o princípio da integralidade. Então, e aí, pessoal, o que que é o princípio da universalidade? Direito de todos. Saúde para todos. Envolve todo mundo, direito de todos. O SUS garante acesso universal à saúde. Então, vamos lá. Olha só o princípio da universalidade, o que que ele fala para Nós, né? Todas as pessoas têm direito ao atendimento, independentemente de cor, raça, religião, local de moradia, situação de emprego, renda, ou seja, independente de determinantes sociais, independente de o que ela acredita. Então, o direito universal garante para todas as pessoas, toda a população, que não importa se ela
tem renda, se ela não Tem, aonde ela vive, ela tem direito a ter acesso ao serviço de saúde, todas elas, né? E a saúde é um direito de cidadania, então ela é um direito da pessoa, de todo o a população. E ela é um dever garantido por quem? Pelos três governos, pelo governo municipal, pelo governo federal e pelo governo estadual. Então, a universalidade é o direito de todos ao atendimento. Isso precisa ficar muito claro para vocês, Né? Então, por exemplo, ah, a pessoa ela vive no Espírito Santo, ah, a pessoa ela vive no Rio de
Janeiro, não importa, não importa o o local. Então, eh, cada governo, né, eh, é algo que eu venho falando muito para vocês desde a aula da semana passada, eh, o governo municipal, qual que é a importância dele? É porque aí onde você tá, né, é aonde eh se identifica as reais necessidades de quem mora aí, né, na sua região. Então, não importar a localidade é uma coisa, a outra coisa é saber que o que vocês precisam, dependendo da onde vocês moram, é diferente de uma pessoa, por exemplo, que tá em São Paulo. Eu, por exemplo,
eu moro em São Paulo, né? Então, eh, aqui é diferente às vezes, né, das realidades que outras pessoas têm em outros lugares, mas independente da realidade onde ela vive, ela tem direito ao serviço de saúde de maneira igualitária a todas as pessoas. OK? Quem Que vai fornecer isso? Os três governos. A ideia do governo municipal é identificar as necessidades locais, é identificar, né, o que que a tua população, a tua comunidade, ela precisa. Às vezes pode ser, por exemplo, eh, saneamento ou então pode ser, ã, eh, uma farmácia ou então pode ser campanhas mais, eh,
significativas para as mulheres. E quando a gente fala sobre universalidade e que a saúde ela é o dever dos 13 governos, a gente também Precisa pensar que eh a os três governos eles compartilham a responsabilidade, né? O governo federal, parte dele as políticas nacionais de saúde. Então, a gente tem a política nacional de atenção à saúde da mulher, a gente tem a política nacional de atenção à saúde do idoso, a gente tem a política nacional de assistência à pessoa com deficiência física, a gente tem a política nacional de saúde do homem, a gente tem a
política nacional eh do Sistema previden eh presidenciário. a gente tem a política nacional do idoso, né, eh, da criança e do adolescente. Essa medida ou essas propostas, elas têm como objetivo, como tem homem e mulher, para todo para para toda a, como que eu vou falar? eh para todos os níveis de atenção. Eles então propuseram que independente do lugar tem todas as, né, os gêneros, né, a gente tem ali a todas as idades, todas as Classes da população, não classe social, pessoal, tem todas as idades do desenvolvimento, né? E aí o que que acontece? A
gente eh consegue eh mapear essas necessidades, né? E aí essa ideia da política nacional é propor para toda a população brasileira medidas que atendam cada uma dessas partes, OK? Só que isso é é proposto pelo governo nacional. A questão é que, bom, isso é geral, só que na no meu município, na minha cidade, eu preciso de outras Coisas com uma maior intensidade. O olhar aqui ele é diferenciado, tá bom? Então, precisa pensar em estratégias depois que vão mapear e vão direcionar para essas eh ações e campanhas a nível municipal. Só que o município ele precisa
de verba e aí esse repasse é feito pelo governo estadual, pelo governo federal. Então, uma função nossa é monitorar os orçamentos, monitorar essas ações. OK? A equidade significa o quê? A equidade significa que todo cidadão é igual perante ao SUS e será atendido conforme as suas necessidades. Que que isso significa, né? Significa que todo mundo tem direito idêntico ao SUS, só que deve ser respeitado o que que cada indivíduo precisa. Basicamente isso é a tradução do que tá escrito nessa frase. Então, todo cidadão, ele é igual perante ao SUS e será atendido conforme as suas
necessidades, tá? E aí a gente deve entender o seguinte, eh, Que a gente precisa considerar que em cada população existem grupos específicos e que vivem de diferentes maneiras, né? E esses serviços eles devem ser organizados para atender essas pessoas, que foi a criação das redes de atenção a saúde. Hoje a gente tem unidade básica de saúde, a gente tem o centro especializado, tem UPA, eu não sei se tem tudo aí na sua na sua cidade. Depois vocês colocam aqui para mim eh se tem o que que tem aí na sua cidade, tá Bom? Eh, e
o princípio da equidade, eh, eu falei na aula da semana passada, eu vi até que teve gente aqui que se lembrou, pessoal tá estudando para minha aula, isso é maravilhoso. Eu fico muito feliz, muito grata de que a o SUS ele deve tratar desigualmente os desiguais. Quando a gente fala isso, parece que dá até o impacto. Nossa, isso é errado, professora. Mas olha só o que que eu disse. O atendimento ou o SUS, ele deve tratar desigualmente os desiguais. Que que isso significa? Que as pessoas elas são diferentes entre si. E de acordo com essas
diferenças, de acordo com cada indivíduo, ele vai então precisar de uma abordagem específica, né? Nós não somos todos iguais. Então, surge, né, essa a equidade como uma resposta para dizer assim: "Olha, eh, eu tenho dois vovôs, né? Dois vovôs que eles têm hipertensão arterial e os Dois têm eh eh a mesma idade, tá? Então, eu tenho dois lôs e eles têm a mesma idade e os dois têm diabetes, tá? Então vamos pensar que os dois vovôs têm diabetes. E aí o que que acontece? Eles chegam lá e aí eles têm diabetes, mas eles só têm
o mesmo diagnóstico com a mesma idade. O remédio pode ser diferente, o que um tomar pode ser prejudicial pro outro, né? Então, uma pode ter uma outra comidade, uma outra comorbidade Associada. Então, a gente não pode, né, eh, ter essa essa mentalidade. Isso é extremamente importante, tá? De que o SUS ele precisa tratar de maneira diferenciada as pessoas, pois elas são diferentes entre si. OK? Então isso é extremamente importante. Então para o mesmo diagnóstico, prestem atenção, tá? Para o mesmo diagnóstico, a gente precisa entender você aqui que é Da saúde. Ah, eu não trabalho no
SUS, mas o que é você ser? Eh, eu uso o Sistema Único da Saúde aqui. O hospital, por exemplo, das clínicas é maravilhoso. É, nossa, os melhores médicos estão lá, né? Então, tanto que, né, concentrado, dependendo, né, da pessoa, né, que vai. Eu estudei lá, inclusive, né, eu estudei a minha pós-graduação no pelo pela USP aqui em São Paulo, né? Então isso é para estimular vocês. Vocês podem vir aqui Para São Paulo para estudar, né? Vocês podem passar na USP, né? Na Unicamp, vi para cá para estudar. E aqui tem pós, tem a faculdade de
saúde pública na na USP, né? Tem outras pós-graduações, né? Vocês podem de repente prestar também, viu? A gente sempre tem que estimular a educação continuada. Uma vez a Santa Casa de Misericórdia aqui, né? só com formada assim nível top, viu? É muito bom e são pessoas muito bem formadas, viu? Então, eh, por que que eu tô Falando isso, pessoal? Porque você não tem uma pessoa aqui que não é da área da saúde, todo mundo é da área da saúde, né? Então, e qual que é a importância? Ah, mas eu deveria est tendo aula só do
meu curso, professora. Hoje você tá muito enganada, porque a única coisa que eu vou te dizer que é verdade é que você sozinho não vai fazer verão e que você vai depender de uma equipe multidisciplinar. Entendem? Então, a ideia de uma unidade Curricular, que ela tem a abordagem de maneira integrada já é para te preparar, porque você não vai trabalhar só com coleguinhas da sua formação, né? E você vai precisar, né, da da eh complementação muitas vezes do trabalho do outro. Olha lá, fiz essa atividade ontem, né? Então assim, não sei do que do que
se trata a atividade, né, que que a menina fez, mas enfim, né, é só para vocês terem essa clareza. Então, a ideia da equidade significa Assim: chegou para mim, professora, aqui duas pessoas com diagnóstico de câncer, olha, até no mesmo lugar, mas você vai ver uma tá completamente diferente da outra. Então a tua abordagem ela vai ser diferente. Vocês precisam ter essa mentalidade. E eu sei hoje aqui que eu vou que eu devo ter não sei quantos alunos estão me ouvindo hoje que vão me ouvir depois. E fica essa orientação. Você precisa da equipe multidisciplinar.
o resultado do seu tratamento, da sua Intervenção, no seu diagnóstico, no procedimento que você vai fazer, eh, da sua avaliação, vai depender da medicação, prescrição, não importa o que você vai fazer, mas isso vai ser muitas vezes influenciado ou você vai influenciar o o tratamento de outra pessoa, tá? Então isso é extremamente importante, né? Então, a gente precisa de fato ter esse olhar pensado na equidade, mas também pensando que a gente vai ver pessoas de igual Diagnóstico, onde a nossa abordagem às vezes vai ser diferente ou completamente diferente, mesmo eu tendo ali dois pacientes idênticos
em diagnóstico, OK? Podem ser até às vezes do mesmo da mesma idade, mas um pode ter uma condição clínica, uma manifestação completamente diferente, tá? Completamente diferente. Eh, o trabalho em equipe, né? Eu eh atuei, sempre atuei com médicos, com nutricionistas, com rodiólogas, o Pessoal da equipe de radiologia, terapia ocupacional, física médica. Então o nosso olhar ele é integrativo, tá? Então ele é integrativo e a gente precisa realmente trazer isso para essa consciência de vocês e fazer essa abordagem, ter um olhar humanizado para aquela pessoa que muitas vezes tá numa condição que tá, né, com outros
problemas associados, lembrar do modelo biopsicossocial, Às vezes a pessoa tá enfrentando, né, uma luta, né, uma condição clínica tão difícil e aí às vezes você não dá nenhum bom dia. dia. Às vezes você vai lá só fazer um procedimento, né, e não se importa com a outra vida que está ali. É sempre sobre vidas, pessoas, né, né, pessoal? sempre sobre pessoas, é sobre vidas que a gente vai est cuidando. E quando eu falo muito, né, sobre essa questão da equidade, da integralidade do cuidado, vocês precisam entender que Vocês estão aqui para poder auxiliar uma outra
pessoa. Você escolheu tá aqui por conta de outra pessoa, você nem conhece ela ainda, você nem conhece, mas você não tá se formando por sua causa. a formação na profissional na do profissional de saúde, é pensando que a o meu sucesso vai ser garantir a vida de outra pessoa, ter qualidade, ter resultado, ela se lembrar de mim no futuro e eu saber que eu tive significado na vida de outra pessoa. Ok? Então, a integralidade do cuidado, ela vem de ações combinadas. O que que é uma ação combinada, professora? é uma ação que envolve desde a
prevenção até a cura. Vamos lembrar dos nossos três tipos de prevenção. Quem se lembra dos nossos três tipos de prevenção? Quem se lembra, hein, galerinha? Quais são os três tipos de prevenção? Quais são os três tipos de prevenção? Primária, prevenção primária, próximo. Prevenção primária e a outra secundária e terciária. Muito bom. Prevenção primária, secundária e terciária. Quais são os níveis da prevenção? Quais são os níveis? Ó, eu vou começar, hein? Promoção de saúde. Promoção de saúde. Qual que é o próximo? Qual que é o próximo da vacina? Qual que é o próximo? Pega lá teu
caderno. Para você participar da aula. Tem que tá com o teu caderninho do lado. Nível um, promoção. E o nível dois, proteção. Juliana Reis. Isso aí, Cristiane. Muito bem. O segundo nível é a proteção específica. Muito bem. E o terceiro nível? E o terceiro nível, diagnóstico. Diagnóstico. Terceiro nível, não é terceira Prevenção. Diagnóstico precoce. Muito bem, Felipe. Diagnóstico precoce. Terceiro nível. Eu não tô perguntando sobre a prevenção terciária, tô perguntando sobre o terceiro nível da prevenção secundária, diagnóstico precoce e tratamento imediato. E o quarto nível, limitação da lesão, do dano. E o quinto, reabilitação, né?
Recuperação, tratamento especializado. OK? Olha só, revisitamos aí os nossos Níveis, tá muito bem. limitação do dano e reabilitação. Eh, o atendimento ele deve ser feito para saúde e não somente para doença. E isso foi o que aconteceu, né, com a mudança do perfil de adoecimento e da necessidade da gente eh propor medidas que fossem protetivas e que tivessem objetivo de prevenir as doenças. Por quê? Porque antes o cuidado ele era voltado para alguém que já tinha alguma doença. OK? Então a gente precisa Resgatar isso, né? eh pensando que a saúde, né, ela pode ser eh
eh cuidada a partir de conscientização, a partir de informação, de gerar conhecimento para as pessoas e aí entra a promoção com a prevenção das doenças. Se eu já sei como as doenças elas acontecem, então eu entendo a relação de causa e efeito. Por exemplo, se você se alimentar muito de sal, né, de sódio, alimentos ricos em sal, você pode ter uma maior propensão de De desenvolver eh uma hipertensão arterial sistêmica, tá? Eh, além da hipertensão, imagina se você tem na tua família todo mundo hipertenso e aí você vai lá e você só come batata frita
do McDonald's. A batatinha frita do McDonald's é muito boa, professora. Mas vocês já viram a quantidade de óleo que vem naquilo? Vocês já viram? Vocês já pegaram esses salgadinhos que fala auto teor gordura saturada? Qual que é o problema da Gordura saturada? que ela vira depósito na nas na nos teus vasos sanguíneos e aí você pode desenvolver uma doença cardiovascular, tá bom? Então, qual que é o problema? O problema é que se você sabe que na tua família tá bombando de gente, desculpa, tá cheia, né, muita gente com hipertensão, aí você que tem uma propensão
que não faz nada, que não faz atividade física, que, né, enfim, Não tô falando mal de ninguém aqui, não, né, gente? Eu tô falando mal de alguém, não tô, né? Aí o que que acontece? Se você tem um estilo de vida ruim, né, de baixa qualidade e aí você com uma família inteira e pertença, você sedentário, o que que acontece? Você pode desenvolver com maior facilidade também a hipertensão, mas se você sabe disso e Você não é hipertenso, e se você eh sabe que você não tem hipertensão, Mas você tem propensão? Eh, só um minutinho,
pessoal. Só por causa da garganta um pouquinho, pessoal. Desculpa. Eh, é que eu ainda tô com ela irritada. Só um minutinho, por favor. Pronto, pessoal, com a minha água eu havia acabado, tá? Vamos seguir, vamos Ver se eu consigo. Qualquer coisa eu interrompo e falo aqui com a mediadora, tá bom? Eu falei muito sem tomar água. Eu tô em recuperação. E aí, professor, vocês sabem como é, né? Mas e todo mundo fica assim, viu pessoal? Não fiquem preocupados não, que é vida do professor, ok? Então, a gente fala bastante e aí acabou minha água, eu
fiquei assim. Então, vamos lá. Eh, então retomando aqui, né? Então, quando a gente pensa nessa situação, né, da saúde E da doença, a gente precisa muitas vezes ter esse olhar de que, eh, o foco ele não deve ser somente sobre o tratamento, mas também de promover ações preventivas que a gente consiga eh evitar que essas doenças aconteçam. Então, se você sabe que toda a tua família ela é hipertensa e você não tem hipertensão, mas você não controla os hábitos de vida seu, aí o que que acaba acontecendo? Você tem uma maior pretensão de também Desenvolver
a hipertensão, ok? Então, é preciso garantir tanto ações de promoção, vacinações adequadas, eh exames médicos periódicos, né, e também o processo de reabilitação quando quando a pessoa ela já tem alguma alguma alteração, é quando alguém já tem ali alguma comorbidade. Então o SUS ele tanto é pra gente prevenir as doenças, mas também pra gente pensar que aquela pessoa que já tem algum problema, uma hipertensão, um diabetes, é uma artrose, Né, ela tem o direito de também ser tratada. OK, gente, muito obrigada aí pelo carinho, tá bom? Se eu não conseguir, eu aviso, mas tá tudo
bem, OK? Era a minha água que tinha acabado e eu fui colocar mais água aqui no no copo. OK? Fiquem tranquilos. Eu tava falando e a minha garganta, ela tá seca mesmo, porque eu tô me recuperando aqui de uma lesão na garganta, tá? Eh, e aqui a gente tem a integralidade do cuidado. O que que é a integralidade Do cuidado? é que essa pessoa ela tem direito à assistência em todos os níveis, envolvendo a promoção, prevenção, proteção e o tratamento, né? Então aqui na promoção envolve ações como, por exemplo, cuidado do meio ambiente, a educação
em saúde, a habitação, né? A gente também tem aqui a proteção, né? que envolve as vacinações, as campanhas, as ações coletivas, a própria vigilância, a saúde, a vigilância sanitária, OK? e a Recuperação que envolve o o tratamento, né, ali e o atendimento especializado. Então aqui entra todo mundo, né, que está aqui nessa aula, que vai estar envolvido em algum ponto dessa, né, desse cuidado integral à saúde. Tudo bem? E aqui, pessoal, a gente tem os princípios organizacionais. que envolve a regionalização ou a hierarquização, a descentralização ou municipalização, A participação popular, a resolubilidade e a participação
do setor privado, tá? Então, a gente vai passar por cada um deles, OK? Então vamos ver o que é a regionalização ou a hierarquização. Eu li aqui uma uma mensagem, mas eh eu não vi aqui. Professora, pode explorar como a consegue ser explorada. Eu não consegui ler, mas depois a gente pode voltar, tá bom? Eh, então aqui no princípio da regionalização da hierarquização, A gente tem o território definido, tá? Então, por exemplo, você pode ser tratado pelo SUS, né? Mas as pessoas elas têm uma descrição de clientela. Que que significa isso? existe um território mapeado.
Então aqui, por exemplo, a gente tem, eu moro em São Paulo, então aqui tem a zona sul, tem a zona oeste, tem a zona norte, né? Então o centro da cidade. E aí se você mora na zona norte você vai ser coberto aqui pelo serviço que tá dentro daquele território ao qual Você pertence. Então, existe um mapeamento com os números desse território e aí você vai eh ser atendido sim com tudo que você precisa, mas você eh vai eh ser abordado no sentido de que tem que ser dentro daquele mapeamento, entendeu? Então, basicamente é isso.
Você é coberto, mas eh, por exemplo, se você vai fazer um um exame ou você precisa de um procedimento ou de um profissional eh especializado que não tem na tua região, que não tem ali Dentro daquele serviço próximo da tua localidade, tá? Aí o que que acontece? Você vai ser encaminhado para um setor específico de uma outra região que muitas vezes ele tem. E isso é o que a gente chama de redes de saúde. E aí a partir desse encaminhamento, você vai às vezes ter o serviço em outro lugar, porque na sua região ele não
é ofertado, tá? O acesso ele ocorre por intermédio, né, dos serviços de nível primário de atenção, Né? Esse nível procura resolver os principais problemas de demanda. O que que isso significa? Significa que nós temos três níveis de baixa, média e alta complexidade, tá? O nível primário ele busca atender e resolver todos os problemas, a maioria dos problemas, OK? E o que que seriam esses problemas? Problemas básicos. você vai lá numa unidade básica de saúde ou então você vai numa Numa UPA e você consegue então resolver, sabe, o teu problema ali. Então a ideia é que
a maioria das coisas sejam revertidas num posto, numa numa unidade básica, tá, de atenção. E aí a gente tem os outros níveis, que é o o nível secundário e o terciário. O que que é o nível secundário? É o tratamento especializado. É todo mundo aqui que vai se formar, né? E aí a gente tem várias profissões, né? Então eu, por exemplo, sou fisioterapeuta, mas a gente tem, por Exemplo, médicos, né, que tem eh médico ortopedista, médico pneumonologista, médico endocrinologista. Então, o tratamento especializado já requere um outro nível, né? Esse outro livro significa que eh a
pessoa ela requer cuidados intermediários. Então é uma pessoa, é o indivíduo que tá precisando de um cuidado especializado de alguém, ok? Já no nível terciário, muitas vezes envolve internação, envolve Urgência e emergência. E isso é ruim. Por que que aqui tá escrito que o acesso ele deve ocorrer e tentar resolver principalmente nível primário? Porque se a pessoa precisar de ficar internada, o serviço ele precisa de verba, dinheiro, são custos elevados. E isso eh pro sistema eh ter um número muito grande de pessoas hospitalizadas eh não não é favorável, né? Então é muito melhor você hoje
entender sobre Prevenção do que de fato a gente eh trabalhar com com doença. Por isso que é mais fácil prevenir, entende? Eh, e aqui os níveis mais complexos, né, que são esses que eu eh que eu tô explicando para vocês. Então, envolve os os ambulatórios, né? E aí seria nesse sentido e aí entra nós. Então a gente vai atuar eh nesses hospitais, né, no núcleo de apoio à saúde da família. OK. Já a descentralização e eh ou municipalização, o que que significa isso, né? significa o compartilhamento dos poderes, das ações, né, do governo, da gestão
do SUS, de maneira a descentralizar o governo federal para eh compartilhar a gestão com o município e com o estado em todos os níveis do governo. Então, seria propor ações, Campanhas, serviços, políticas, programas, né, eh que sejam voltados, né, ali para todos os aspectos de promoção, prevenção e tratamento, mas principalmente pensando que a ideia é tirar do governo federal e compartilhar essa gestão entre o governo federal, municipal e estadual. Então, seria também a ideia de eh fortalecer o município, porque o município ele tem a capacidade melhor, mais apropriada para identificar Os problemas que a a
sua própria região ela apresenta, OK? eh a participação popular. Então, a participação popular é uma garantia constitucional a partir da lei 8000 eh 142, né, e que garante a participação das pessoas tanto na formulação de políticas, programas, monitoramento das ações, eh formulação de políticas, controle dos orçamentos, né, em todos os níveis. E aí a gente faz isso a partir Da aula da semana passada, né, que nós estudamos através das conferências e dos conselhos. E essa participação, então, a gente estudou, né, que eh ela é dada, né, pelos conselhos de saúde. Daí, como eu falei na
aula passada, né, a gente consegue eh pensar, né, de que essa essa atuação, né, ela ela se dá por meio desses dessas reuniões que acontecem e que as Pessoas elas podem, né, de fato participar, então é buscar o gestor, né, ou então ali a prefeitura para tentar tentar entender, né, ali, eh, quando que ela acontece, né, na cidade de vocês, se tem alguém que é nomeado, né, da população, da comunidade para poder participar. OK? Já a resumobilidade é a exigência, né, de que quando o indivíduo buscar um atendimento ou surgir, né, um problema de saúde
que seja coletivo, o serviço Ele consiga estar eh empoderado, ele consiga estar capacitado para resolver todos os níveis independentes, independentemente, perdão, da complexidade. Que que significa isso? Resolubilidade é resolução. Então o SUS ele precisa estar preparado para propor pessoas pensando em proteção, exames periódicos, em realização de campanhas e promoção de saúde, vacinações, diagnósticos, Eh número de volumes de pessoas, de serviços, de profissionais de saúde, de centros, de eh serviços, né, de uma maneira geral e independente dos níveis. Eh, e o que que é o nível? O nível é o nível eh de baixa complexidade, a
tensão básica. O nível secundário é o nível de especializado, de especialidades, né, que é o nível ali de média complexidade. E ã o nível terciário ou de alta Complexidade é aquele nível onde os pacientes muitas vezes precisam de um procedimento cirúrgico, muitas vezes esse paciente ele vai precisar de uma hospitalização, tá? E aqui a gente tem, né, a participação complementar do setor privado. Então aqui em São Paulo, o que que aconteceu? Um exemplo, tá, pessoal? Vou falar daqui porque eu não sei exatamente aonde vocês moram, né? Eu não sei quais são os Hospitais, né? As
clínicas aí de referência, né? Eu acredito que deve ter Santa Casa, né? Aí onde vocês moram. E a gente teve aqui um caso, né? de que tava com uma superlotação eh nos problemas, nos serviços de saúde, né, públicos de diagnóstico, tinha uma fila de espera muito muito grande. E aí um um hospital privado, né, ele então assumiu essa parte desses exames e eles eram feitos no corujão, era feito de de noite, de noite na madrugada para como não era um Procedimento padrão do hospital, então eles abriram eh impacto com o SUS para poder atender essas
pessoas em horário alternativo, para tentar desafogar tá? Né, ali o serviço particular, perdão, o serviço público por meio do serviço particular. Então essa participação ela é feita a partir de contratação, quando o serviço público ele se torna insuficiente, né? E a gente geralmente tem essa prestação de serviço fornecida Por hospitais filantrópicos ou então eh fornecido por ONGs, eh hospitais sem fins lucrativos, né, ou serviços de uma maneira geral sem fim lucrativo. E aí o que que a gente entende então nessa eh nesse princípio, né? é um princípio que ele é garantido por constituição. E aqui,
né, eu vou compartilhar com vocês o que que eles, o que que ele diz, o que que ele fala, né? Eh, cada gestor ele deverá planejar primeiro o setor Público e na sequência complementar a rede assistencial com o setor privado de maneira não lucrativa, com os mesmos conceitos de regionalização, hierarquização e universalização. O que que isso diz? O que que isso significa, né? Significa que uma vez que esse serviço particular ele adota, né, uma parceria com o SUS, ele passa dentro daquele período, dentro daquele contrato, dentro daquele serviço que ele presta, ah, Vivenciar os os
multirões. Isso mesmo, os princípios do SUS. uma vez que estabelece essa parceria, essa parceria então ela passa a eh acontecer dentro da mesma filosofia e organização do SUS. Basicamente é isso, tá, pessoal? Aqui a gente tem as condições, né, de participação complementar do setor privado. Então, a primeira delas é a celebração do contrato, conforme as normas, né, de direito Público. A segunda condição é a instituição privada, que deve estar de acordo com os princípios básicos e as normas técnicas do SUS. Então, isso vale para os princípios organizacionais e os princípios doutrinários. Então, muitas vezes a
pessoa ela pode ser atendida e se não existir ali, né, eh, dentro da localidade dela, ela vai ser encaminhada, tá bom? Para esse outro serviço, OK? A partir dessas redes organizadas, né, eh, de saúde, OK? A gente tem, né, a integração dos serviços privados que vai seguir ser orientada dentro dessa mesma lógica, pensando nessa regionalização e na hierarquização dos serviços. Quando farem eração, a gente tenta fazer aquele mapeamento, né, como eu comentei com vocês. E aí vocês eh vão eh ser, né, ali alocados para atender esse paciente de acordo com o local aonde ele tá
eh matriciado, né, que é o que a gente fala de matriçamento. E aí então ele vai para um determinado hospital público ou se não tiver ali, ele então é direcionado para um outro lugar. OK? E aqui a gente tem, né, a gestão do SUS, que ela acontece por meio dos eh três governos, como eu falei. Então, a União aqui ela representa o governo federal. Eh, o outro nível é o estado, né? E por último os municípios. Então, existe esse Compartilhamento que a gente viu, né, que tá ali dentro da descentralização do poder, que é a
união, é o governo federal, tá? E então eles têm um compartilhamento dessa gestão e dos poderes mesmo, OK? A atenção básica, ela entra no nível primário, OK? no nível primário, atenção básica. E aqui a gente tem os pactos, né? Então, a gente tem os pactos pela saúde, dentre os pactos a gente tem o pacto pela vida, o pacto em defesa do SUS e o pacto de Gestão. OK? Então, vamos ver cada um deles. O pacto pela vida, né? A gente tem aqui eh os objetivos principais desse pacto pela vida e o que que ele é
aborda, né? quais foram as medidas ou as propostas que integralizaram essa esse pacto pela vida. Então, o que que se teve ali de atenção, né? Quais foram as abordagens que eles consideraram na elaboração do pacto pela Vida? Então, um dos pactos, né, eh, que a gente tem é o pacto pela vida. E aí o olhar dele era paraa saúde do idoso. Então, pensando na saúde do idoso de uma maneira integral, né? Então, nesse olhar de maneira integral paraa promoção, prevenção, diagnóstico e também o próprio tratamento desse idoso. Aqui a gente tem, né, o pacto pela
vida pensando na mulher, principalmente nas incidências, né, do tipo de câncer, que é mais comum e que é voltado Para o câncer, né, do colo do útero e da mama. Então, isso é se eh se dá pelos exames periódicos, né? Então essa mulher ela é orientada a fazer esse acompanhamento, né, e também os exames preventivos para tentar reduzir a incidência do câncer de coloc, né, na falta, na verdade, da saúde da mulher, né? Eh, um outro tópico que é abordado, né, é a redução da mortalidade infantil e materna. Então o indicador que precisa ser monitorado
tem a ver, Né, com a redução tanto, né, da mãe e da criança, né? Então hoje a gente tem um impacto, isso a gente geralmente observa a partir dos indicadores de saúde, né, os indicadores de mortalidade, os indicadores eh de natalidade, de fecundidade. Então, a gente faz esse monitoramento desta forma. Eh, a gente também tem, né, um outro eh item, né, eh, que é o fortalecimento da capacidade, né, de resposta às doenças emergentes, que foi, Né, inclusive aqui o que eu abordei dentro da aula de hoje, que, né, um exemplo que eu citei que foi
da pandemia da COVID-19, né, e aqui a gente tem outros outras abordagens da dengue, por exemplo, né, da influenza, que tá muito comum, né, hoje também o a promoção da saúde, que é fortalecer as campanhas de conscientização, né, de saneamento básico, de cuidados de maneira geral, do controle dos hábitos de vida diária, estímulo ao lazer, a Atividade física e o fortalecimento da atenção básica, que é para tentar mapear e ã trazer, né, esse conhecimento para as pessoas de uma maneira geral de tudo aquilo. né, que deve ser feito pensando nas campanhas de promoção de saúde,
do cuidado, né, integral. E a gente tem outro pacto que é o Pacto em Defesa do SUS, né, que ele é subdividido em três áreas, né, que é a repolitização da saúde em resposta ao movimento da reforma sanitária, né, que Teve. E a gente busca atualizar, né, de acordo com cada contexto, de acordo com os desafios, né, que eles vão sendo modificados à medida que os o tempo passa, né, desde a criação do SUS. a promoção da cidadania também, que a gente entende como uma estratégia de participação, né, da população a partir da Constituição e
principalmente da lei, né, 8142, Que garante mesmo, né, ali a participação nossa, né, no controle, na gestão, né, e pensando, né, eh, na importância que a gente tem eh dentro, né, desse esse desse ambiente, né, de fiscalização, né, e também para exigir condições mínimas ou, né, aí com eh de equidade, né, de integralidade do cuidado. OK. Aqui a gente tem a garantia de financiamento de acordo com as necessidades também do sistema. Então, Muitas vezes é necessário, né, e também eh se a gente tem, né, essa esse acompanhamento eh de se houver alguma exigência, né, se
houver alguma eh necessidade adicional, se isso, né, vai ser eh conquistado por meio de financiamento. OK? E aqui a gente tem o pacto de gestão, né? Esse pacto de gestão, eh, ele envolve a descentralização. Então, isso significa que descentralizar é retirar o poder ou o domínio, o domínio único e exclusivamente do governo federal e compartilhar esse essa gestão com os demais governos, municipal, estadual. a regionalização, que significa o atendimento de acordo com o local aonde essa pessoa ela vive, né? A gente também tem o financiamento, que é uma possibilidade quando, né, aí estudado, né, as
as demandas, né, os e os orçamentos, a questão do Planejamento, né, daquilo que vai ser proposto por meio de ações, programas, políticas, a programação pactuada integrada, que é essa integralização de todas as ações, né, e também o compartilhamento dela, a regulação que precisa precisa ser eh administrada, né, e regular, né, desde os dos orçamentos, né, desde o serviços em si, a gestão de trabalho, a participação do controle social, que é garantida por lei, né, que envolve eh Essa essa eh possibilidade, né, da gente realmente poder atuar de uma maneira ativa na gestão, fiscalização, nas eh
identificações daquilo que de fato, né, cada lugar ali precisa, a sua região, a sua cidade, a gestão do trabalho, né, que é também gerenciar o trabalho dos profissionais envolvidos, né, nas diferentes esferas da saúde, do governo, na área administrativa, na área Gerencial, OK? eh, e a educação da saúde, que é propor de fato ali, né, um uma conscientização das pessoas, eh, pensando, né, com esse olhar ali mais integrativo. OK? Eh, pessoal, eh, alguém tem alguma dúvida? Se quiserem perguntar, tá bom? O pacto de gestão, ele vai reafirmar a importância da participação da comunidade na maneira
de como o sistema ele vai ser gerenciado, assistido, administrado, né? Então essa é uma é uma função, né, que reafirma e garante essa administração. As decisões, né, sobre a saúde, elas não devem ser centralizadas somente na mão dos gestores, mas elas devem ser compartilhadas entre todos os níveis, eh, estadual, municipal, federal e, além disso, através da participação popular, né? Então, também aí através da nossa participação, eh, pensando que a gente, né, tem essa garantia constitucional de de fato Colaborar ou mesmo fiscalizar, mapear, né, ter esse conhecimento sobre de fato o que que acontece, né, ali
na gestão desse SUS. Tudo bem, pessoal? E com isso eu vou, né, finalizar aqui o nosso conteúdo e eu quero que vocês me respondam, né, a gente ficou de conversar agora nesses minutinhos finais. Hoje eu vou pedir aqui, né, paraas minhas eh eh mediadoras. Hoje eu vou de fato interromper aula um pouquinho mais cedo E aí eu gostaria que vocês me respondessem, tá bom? eh sobre a minha pergunta do início da aula pra gente poder concluir. Então a minha pergunta retomando, caso você não tenha ouvido, é que eu quero que vocês pensando aqui nos princípios,
tá? Que a gente tem, né, eh, do SUS, então vou voltar lá. Então, pensando aqui nos princípios do SUS, eu gostaria que você Me respondesse eh qual é o princípio que estava eh alterado ou que não deu certo eh na época da pandemia do COVID. O que que aconteceu ou qual o princípio deles, desses princípios do SUS? eles tiveram algum impacto sobre a saúde da população brasileira. Então aqui eu tô vendo eh faltou princípios organizacionais, resolubilidade, eh o pessoal falou integralidade Organizacional. Então quando eu falar para você qual o princípio, você vai me dizer se
é o princípio doutrinário ou organizacional. E se for doutrinar organizacional, qual deles é? Então, fala para mim duas palavrinhas. Então, vamos lá. Então, você vai falar para mim se é doutrinário organizacional e qual deles é. Então, já eu vou responder, tá bom? Vou dar aí alguns minutinhos para vocês. Então, o pessoal tá colocando os dois organizacionais. Tô lendo, tá? Vamos lá colocando que já já vou passar a resposta correta. Universalidade, equidade organizacional. Tem gente falando equidade, equidade, descentralização. Faltou resolubilidade organizacional, resolubilidade organizacional. Então, pessoal, vou passar aqui a resposta, tá? Então, o Princípio que a
gente teve como falha no no SUS, né, ali pensando eh na resonibilidade, né? Então, o princípio é um princípio organizacional, onde a organização, esse sistema, né, ali de gerenciamento de crises, né, de serviços, ele foi insuficiente. Então, o que que aconteceu? Então, a gente tem um problema no princípio organizacional. E qual deles que falhou? A resolubilidade. Olha só o que que ele diz, que é a exigência de quando o indivíduo buscar o atendimento ou quando surgir um problema de saúde coletivo, o serviço correspondente esteja capacitado para enfrentá-lo e resolvê-lo. Então, pessoal, a gente entende aqui,
né, que o princípio organizacional de resolubilidade, ele foi insuficiente na época da pandemia do COVID. Tá? Por quê? Porque a gente teve um problema de mão de obra, De serviço, de capacitação, de profissionais eh em quantidade adequada, número de serviços adequados, eh procedimentos operacionais, eh eh exames insuficientes, demora nos exames e consequentemente isso impactou de uma maneira bastante eh complexa, né? ali no controle da pandemia, OK? Então, protocolos, eh, problemas dos exames, né, de fábrica, de insumos. Então, isso tudo levou a um problema, né, ali no Controle, no alastramento da pandemia. Então, para que tudo,
todo mundo tenha acesso aqui à resposta correta, a gente teve um problema no princípio organizacional do SUS. E qual princípio foi esse? O princípio da resolube. OK. Então, vou aqui, né, finalizar a aula. Quero agradecer a participação de todos vocês. Se alguém tiver alguma dúvida, ok, vocês podem perguntar aqui no chat. E quero agradecer muito a participação, né, de todos. Muito obrigada e uma ótima Noite para vocês. >> Professora, muito obrigado pela aula. >> Obrigada. >> Melhoras. >> Obrigada. >> Eh, qualquer dúvida os alunos podem estar entrando em contato eh com o seu mediador que
nós estaremos lá para responder, tá bem? Gente, muito obrigada. Uma boa noite, um bom restante de semana para vocês. Obrigada pela participação. >> Tchau. Tchau, pessoal. Lembrando vocês eh para que fiquem atentos à aba calendário dentro da disciplina, porque lá conta consta todas as datas eh de realizações das atividades. Lembrando vocês também que nós estamos na semana de conhecimentos gerais, né? Então, quem não fez, eh, procurem estar atento ao prazo de finalização, tá bem? Até mais.