Eica. >> Salve, >> salve salve. >> Não, não, não, não. Você tá completamente equivocado. >> É isso aí, meu querido Marcos Quieza. Maravilha. Estamos de volta mais. >> Alô, alalaô. >> Alalaô. Não, aalaô. Alalaô. Ela não, calma, calma, calma. Bola você não gosta de carnaval. >> Eu detesto. >> Então tá tudo certo. >> Bom, meu que minha querida audiência, sejam todos bem-vindos. >> Muito bem-vindos. >> Bem-vindos >> todos vocês. >> Todos vocês. >> Bem-vindos a minhas bolies. Hã? >> Bem-vindos a minhas bolies. Cação. >> Todos bem-vindos. Mais um episódio especial do Taracatiquest, meu querido. >>
Isso aí, carica. Chegamos. chegando. Já aproveita o embalo, curta, compartilhe, inscreva-se no nosso humilde canal, por favor. Simples, >> precisamos de vocês. Ative o sininho, dê o like, de like, chocolate e nesse canal e o canal de cortes oficial, né, Cari? >> Exatamente. Então você já vai aí, clica em inscreva-se porque, >> por favor, >> é muito importante pra gente e nós e nós queremos bater boleta 3 milhões. >> Queremos, queremos. Estamos chegando lá. >> Ajuda a gente. >> Estamos chegando lá. O que te custa chegar? Ó, estamos com 2.630, então assim, ajude a gente
chegar a 3 milhões pra gente fazer um programa [ __ ] aqui. Tá bom? Boa >> fechou. Fechou rapaziada tá com a gente. >> Dá like também quem. >> Esse aqui o canal de cortes, rapaziada, por favor. >> Isso é muito importante para todos nós, >> tá certo? Marcosa, maravilha. Lembrando também que você pode se inscrever no canal de Cortes, que é ti Caracati Cash Cortes oficial. Por quê? Porque o canal de cortes bola para quem não tem tempo de assistir um programa inteiro, >> vê só os tec, >> isso, você assiste em parte. O
que que acontece? Muitas >> a gente separa o best off, >> isso, os principais trechos. >> Best off, mano. The best off. >> E o que que acontece? Às vezes a pessoa vê um corte, vê o segundo, aí a pessoa acaba vendo o programa inteiro. Então assim, >> exatamente >> para que você fique bem informado, sabendo o que tá acontecendo aqui no Tica, porque a pessoa que tá assistindo a gente bola agora, >> ela tem uma vida muito atribulada, >> bastante corrida, >> não tá vou car o Tica, não acontece do cara ter um monte
de coisa, >> o cara vê a noite antes de dormir, né? ou antes de dormir ou na ou correndo ou na academia. >> A pessoa tem uma vida tribulada >> ou no trabalho. Às vezes o cara tá no almoço ali, >> dá tempo dele assistir, >> consegue curtir a gente. Então o canal de cortes é imprescindível para você que gosta do nosso trabalho, acredita nesse Conteúdo. >> Tá bom? Temos também os membros. Se você >> torne-se membro se você quiser ajudar nós mais ainda. >> Exatamente. Você pode se tornar membro. Você pode se tornar membro.
E tornando-se membro, você mais uma vez apoia o nosso querido, humilde e simples canal. Tá certo, Mar? >> Falei bonito ou falamos ou falamos bonito. Bonito, bonito. >> Falamos bonito. >> Falou bonito. >> Lembrando que também estamos no Spotify, >> Amazon Music. >> Amazon Music. Você pode seguir a gente lá no Spotify e também no Amazon. Segue a gente lá. >> Somos um dos podcasts mais ouvidos do mundo. >> Nos dois. >> Do mundo. >> É brinc, >> [ __ ] hein? Graças a você que estão Aí também no Spotify. Você >> é o cara
da dando tapa na orelha, nós somos do podcast >> e também bola, segundo a a nós também da Amazon Music, >> Amazon. Nós estamos com quatro episódios lá exclusivos só tem lá >> muito bom atemporal com música, atendendo o telefone, maravilhoso. >> Só tem no Amazon Mus, Amazon. >> Amazon Music, tá bom? Então cola lá no Amazon Music ou no Spotify, siga a gente Também. Então, YouTube em breve, >> em breve >> também sabe aonde bola? >> Na onde? >> Twitch TV. Estamos >> estamos de volta pela >> por aí. Sim, hein. Recebemos esse convite
maravilhoso. >> Aí, aí já gostei. >> É uma plataforma Twitch TV >> aí sim >> que obviamente foi o embrião do TI Caracacast. Foi a gente começou >> ali, foi concebido. >> Você transmitia lá quando a gente foi fazer >> ali rolou a penetração. >> Ali foi quando o esperma chegou no óvulo >> e feou. >> Exatamente. >> Deu aquela entrada. >> Foi bem ali. >> Foi ali que nasceu o nosso querido embrião. >> Não tem ombro, foi tudo, né? Sempre >> passou tudo. >> Sem ombro. >> Não tem ombro. Vai embora. >> Vou botar
só a cabeça. Não deu. Não deu certo. >> E aí o embrião nasceu ali no Amazon M. Bom, bola. Boa, boa. >> Mas ah, lembrando, lembrando que os meus shows estão aí, tá? Já já eu passo a agenda pra galera. >> Insta do Carica. >> Acabei de fechar Florianópolis em junho. Em junho. >> Ô, tá adiantado, hein, mano? Que legal, velho. >> Claro. Pedro, Pedro Ivo, que é um teatro maravilhoso lá em Floripa. Vai ter Joinville também. >> Bacana. >> Vai ter Campinas mais pro final do ano, que eu adoro fazer Campinas. Campinas cidade bacana
de >> Isso é para mim é um teatro maravilhoso. Então eu vou informando a vocês aqui a agenda do Taracati Cash, quer dizer do >> botando pilha. >> Boa. >> Mais algum recado, Marcos Quiza? Eu creio que não. >> De eu creio que não. >> Eu creio que não. >> Então não tínhamos que dar mais recado. >> Vamos falar com os mestres agora. >> Vamos falar com >> esses dois figuraças aí. >> Você que ama e e esse mundo policial. Eu gost vejo tudo, velho. >> Então eu sei que você aficcionado, sabe? Eu vejo >>
você sabe que eu né? >> Ah, eu vejo. É, >> é da Atena esses programas. >> Vi os cara se gost de ver os caras se lascando, irmão. >> Boa. >> Quando o cara vai assaltar e tomar um pipoco caral >> e cai que nem uma banana. >> Quando a população lincha o cara é só coisa boa. Engraçado, porque quando os caras tomam os tiros, eles parece que estão o espírito tá saindo do corpo, né? Ele faz assim, né? É. >> É. É o o desespero de ter tomado o tiro, né? >> Tu tu já
tu já acha que derrubou >> num confronto ali, tu já botou quantos para dormir no no inferno? >> Cara, funciona assim, a gente não conta muito isso daí não, cara. >> Mas tu fica mal, já aconteceu com você? >> Não, não, não, não. Já aconteceu. >> E aí para dormir >> que nem uma criança antes de uma transada, né, com força, >> dorme normal, >> normal, normal, normal. >> É seu trabalho, né, irmão? Não, irmão. É assim, eu ficaria, eu ficaria, eu ficaria, eu ficaria triste, eu ficaria Triste se tivesse tirado a vida de um
trabalhador, de um cara honesto. Mas vagabundo, velho, vagabundo, trocou tiro comigo, é saco, irmão. Se for que chorar, chora a mãe dele. >> Eu também acho. Enfrentou a polícia, tem que tem que >> tem que tomar, irmão. Tem que tomar. Tem que tomar. E então, graças a Deus, todos os embates que eu que eu eu estive, eh, minha mãe não chorou. Ainda bem, né? Graças a Deus. Eu brinco carioca pagar Um coronel paganoto. >> Paganoto, paganoto aqui pela primeira vez. Pagoto. Já é brother das antigas já. >> Aí que eu fui, >> aí que eu
fui me recordar que Paganoto, >> é que Paganoto nevou. >> Era o nosso amigo, amigão, amigão do posto policial ao lado da Rei TV. >> Mas um amigo de verdade é aquele que deixa o outro preso. Quase, né, meu? É. Esse é o amigo de verdade. Paganoto. Paganoto que foi da da Polícia Rodoviária Estadual. É isso. >> Foi. Foi da Rota. Foi. >> O microfone dele tá baixo, meu querido ZC. Não sei porta um monte. >> Hã, >> eu rodei só lugar bom. Comandei o Capão Redondo. >> Tô ouvindo ele. >> Capão Redondo, Grajaú, Parelheiros,
fui rota, Rodová. Pouca coisa, >> só trabalhei onde tava cheio de cliente. Merda. >> Se não tivesse >> onde tinha demanda, mandavam você. >> Demanda. Tinha demanda. É só trabalhei em lugar. >> Vê se o bicho é competente 35 anos. >> 35 anos de polícia. Agora aposentou. >> Entrei com 16 anos >> na polícia. É na academia do Banco. Ah, para estudar na academia. >> Mas aí só foi pegar em arma com 18. >> Com 21. >> 21. >> É. Não, arma você pega na academia. >> Não, com 16 você não tinha arma. Ele não
tinha na rua. Você não pode, você não pode sair da academia, a não ser quando você tá em operação. >> Aham. Quando o primeiro anista sai em operação, ele vai armado, mesmo sendo menor de idade. >> Ah, entendi. >> Você é emancipado. >> Se ele vai em operação, beleza. >> Vai armado. >> Entendi. >> Ah, mas isso era naquela época que tinha CP. Se bem que eu não fiz CP, eu comecei na escola de cadetes do exército. E quando eu tava na do exército, >> é quando eu tava na no início da mana, a primeira
semana do Agulhas Negras, eu passei no concurso do Barro Branco e vi, eu queria ser militar em Santana, né? >> O Barro Branco é ali. É. Ária, água fria. Áua fria. Isso mesmo. >> E aí eu acabei migrando pr pra carreira da de oficial da Polícia Militar. >> Não, eu falo para tu meu, pô, eu sou da época, irmão. Eu lembro que a gente tava na rua brincando. Você via uma veira cinza virar? >> Não, cinza não. Nessa época não vem. Vê que esse papo você é novinho, não. Preto e vermelha. >> Preto e laranja.
>> Não, tinha mais a cinza. Era, eu sou de 67. Cinza. >> A hora que você via a cinza >> era r vel assim também, car. Já fazia um tolete na calça, irmão. >> Não tava jogando bola, não tava fazendo nada, >> nada. >> Mas você via, você falava: "Puta que pariu". >> É o que tá faltando hoje. >> Então, >> é o que tá faltando hoje, na minha concepção, é o que tá faltando hoje. >> Esse aqui dentro de moleque na polícia, é outro outro papo. Eu não sei vocês, mas eu meu período de
rota e tático mesmo, mas não tão recente, mas mais pra frente o pouco o pessoal cagava nas carças também. A rota até hoje acho que é um pouco é que os vagabundos perderam o respeito, irmão. >> É isso daí. >> Mas eu vou falar uma coisa para você. Taticão e rota e baep os car não não folga não. Não folga. >> Eles costuma folgar mais com viatura que tem só dois. >> Sabe o que eu acho que é também? Não sei se vocês concordam comigo, eu já falei aqui, eu acho que as nossas viaturas são
muito bonitinha. >> Concordo com você, B. >> Sabe, é branquinha. Aí tem dois Giroflex, um queimado, o outro tá funcionando. >> Aí vem aquela luzinha vermelhinha. >> Pô, tem que chegar estrumbando, irmão. Bolá. E sem contar que viatura hoje, >> viatura com com roda de liga leve, vidro elétrico, ar condicionado, irmão. Isso daí não existe, cara. Para mim, para mim, viatura da polícia. >> Nossa, dentro eu não sei como é que é. Acho acho que a pintura tinha que ser mais nervosa. >> Não, mas mudou, né, bola? Agora tá cinza escura. Corolla cinza escuro. >>
Eu vi que os Corolinha cross. É, >> o que tá fazendo, o que tá fazendo o povo vir para cima é a sensação de impunidade, não é? O, e outra coisa também que mudou um pouco, né? >> Eh, a gestão dos polícias antigão, cara, lá atrás, vou colocar você, década de 80, 90, eu entrei em 91, né? >> Tá. Entramos os cara na polícia mais de Agunção, os cara mais mais compleição física maior, uns cara com cara de sofrido. Tem ideia. Quando eu entrei era o para entrar na PM era era quarta série só, só
precisava estar até a quarta série >> que era o o É, >> os caras falavam, faz o faz o ó fundo do copo o cara colocava o copo, fazia o ó, falava assim, vai ali, pega uma farda. >> Não, mas cara, ó, os polícias que trabalharam comigo, >> se eu chegasse no final do serviço e falasse assim, ó, faz um relatório para mim assim, os cara, relatório do quê, chefe? Eu não no computador que eu não sei ligar, >> não sei ligar. Até hoje eu fiquei infiltrado no PCC dois anos, né, >> [ __ ]
>> Fiquei dois anos infiltrado. >> Caraca, sério? >> Sério. Os sete caras que trabalharam na infiltração comigo, nenhum deles é bom De computador. Todos eles, você der um revólver na mão do cara e falar para ele, vamos para, vamos caçar, caras são avião, mas pra parte administrativa, o caramba é falar, o >> cara não tá acostumado, man. Igual eu, eu sou uma bosta em computador. Eu sou uma bosta. Eu tenho meu computador em casa, sabe o que eu faço? Eu vejo internet, vejo >> Brasil no jogo da galera. >> Jogo da galera Brasil. >> Você
conhece Brasil no jogo da galera? >> Não conheço. Vou te apresentar. Vou te apresentar. >> Você não conhece o Brasil no jogo da galera? Ah, não é possível. >> Tu mente para [ __ ] O eu sou igual Bola, cara. Bola ainda. O Bola ainda tá assim mais mais, vamos dizer assim, tá melhor do que eu, porque ainda vê o Brasil. Eu nem isso vejo, cara. Eu acho que na sua geração vejo no meu, mas não tenho computador em casa. O Meu computador é o celular, né? Meu >> é >> celular. Eu tenho um grupo
tico tico no fubá que é 300 por dia. 300 porn. >> Não precisa do Brasil. Recebe tudo aí já. >> Tudo aqui, [ __ ] >> É. >> Ah, o Brasil é que nem o é xídeo esse bagulho. >> Ah, lá é. >> Ah, é. Ah, não, >> não. Sabe, ele tá dando Miguel, [ __ ] Ah, conheci ainda, mas vou no mente é [ __ ] velho. >> Não mente, meu. Não mente. Não mente >> não. Mas eu tenho um grupo aqui, cara. Aqui que tá dala. Tá dala. >> Eu não tomo. >> Não
tomo. Não tomo. Não preciso. O dia que precisar vou tomar. Mas ainda não preciso. Não, não, não preciso. Ó, cheira, né? Ele >> quando lançaram quando lançaram, >> quando lançaram o Viagra. Lançou o Viagra. Era, meu, era a sensação do momento, né, meu? Sensação. Não, não, mas quando lançou só tinha o viagra. >> Tinha viagra prima. Ele era aquele azulzinho lá. >> Ele tampava o nariz. Era uma desgraça. >> Ficava vermelho. Vermelho. Cabeça parecia um giroflex. A testa dava dor de cabeça. >> Não, não sei. Isso é o que os caras falava. Aí eu tava
numa, eu tava numa, Numa viatura de tático e nós abordamos um carro, né, meu? Abordamos o carro, o cara saiu, pá, e aí ele falou assim: "Pô, mas eu sou representante da, como é que chama o laboratório do Viag? Pizer. Sou representante da Pfizer, pá. Inclusive eu tô indo, né, sou representante, tô levando os viag aí >> am grátis. >> Aí o cara já, né, meus polícia tava comigo, né, meu? Se eu tenho unos amostras grátis aí falou: "Then, pô, vou Dar uma amostra grátis para vocês, né? Na época era caro para [ __ ]
deu um para cada um, né? Deu, nós estava em quatro, deu um para cada um." >> Car, >> aí eu eu ia falar assim: "Não, eu não, não quero, eu não gosto dos caras. Pega aí, chefe, caralho." Aí falei, dá um para mim aí, né? Quando eu entrei na viatura para ir embora, os caras já me deram mata leão e tomaram e tomaram o viagra, mano. Não daqui essa [ __ ] que o Senhor não usa, cara. Cara, é assim, não preciso. O dia que for precisar, eu vou no médico, chega lá o médico prescreve,
ó, vai lá compra que você tá [ __ ] Mas não é, não é prescrição, é a questão de experimenta. >> Não, >> depois você me estão entendendo. Precisa transar para usar. Não, eu sei, eu sei. >> Olha a cara dele de tristeza e desânimo. Eu eu sou transarino, cara. Sou transarino no último grau. >> Calma. É, >> que você botar um tadala na veia, você vai ver só a diferença. Vai ficar mais. >> Não precisa, pô. O meu problema é o seguinte. Tem uns amigos meus que 59. >> Quantos anos anos? Quando você tiver
>> tem a minha idade, pô. Então, >> tu vai ter a bimbeta de 22, cara. >> Não, mas aí é que tá. Ô, cariocca, deixa eu falar uma coisa para você. O problema, tem uns amigos meu que toma. O problema é o seguinte, é o psicológico Depois, porque se o cara não tomar não consegue, >> não consegue, não consegue. Então eu vou no natural. É isso que tem. Só isso. >> Pau, já era. Tchau. E é o que temos para hoje. >> Temos. Se quer reclamar, zarpa. >> Vai reclamar. Vai no vai embora então vai
no saque. >> É, vai no saque. Saque reclamar. Procuro pagar no. Mas é assim, eu não, mas se o dia que precisar não tenho nenhum Preconceito. Vou lá e tomo. E a dedadinha >> que dedadinha >> no toba. >> Não, porque terra não, [ __ ] Não, do médico não. Que eu faço ultrassom. >> Não, não, mas tem que tomar. Tem >> Não, não, mas é só se tiver alteração. >> Não tem essa não. >> Mas se tiver uma alteração e o médico fala, ó. Ó, se tiver alteração e >> falar nisso, eu tô devendo
a minha [ __ ] >> Tá devendo? >> Tô precisando nelá. Eu tenho um amigo meu, Éder, Edão, ele tem um dedo desse tamanho assim, ó. É o Edão, mano. Parece o ET. Não, mas é na moral. Ô, mano, ô, não, não, na moral. Você chegou num assunto, você chegou num assunto legal. Você chegou num assunto legal. Ele te dou >> lá ele, ó. Fala, os cara, cara, tão Querendo povoar Marte, mano. Tão querendo >> e ainda não inventaram um exame que não tem que enfiar o dedo no cu do homem, cara. [ __ ]
mano. >> Porque o cara tem que sentir a próa, ver se tem algum grão, >> se tá lisinha, se tá no na >> Não, mas tem que ser tamanho. Não peg. Ultra diz, cara, >> o toque é importante ainda. Ultra. Porque o ultrassom, deixa eu falar para Você, você é que vocês gostam de [ __ ] né? Eu já vi dedic porque a ultrassom ele mede exatamente o tamanho que tá sua prósta. Se ela tiver acima do normal, aí velho, tome, receba. Entendeu? Se a minha tiver, eu não tenho nenhum problema. Zero problema. >> Receba,
receba. >> Já fiz vasctomia. Eu >> também fiz. Eu fiz cedo. Quantos filhos tem >> para ninguém? Tenho quatro. Ah, >> [ __ ] também. Depois quatro. Por que que você não indica? >> Porque dói pr [ __ ] mano. >> Dói, [ __ ] Quem falou assim, só tem um amigo meu que falou assim, ó. Amigo não doig do não doeu. Eu tomei anestesia geral. Então vai tomar no seu cu. Tomou anestesia geral, cara. Você morreu e o cara rasgou seu saco. >> Quem fala que não dói é porque não sente as bolas do
pessar. >> O quê? >> Eu vi, meu filho não quer saar. >> Mas você tomou de graça, sargento. >> Aí eu vi fazer uma clínica de um amigo, ele falou assim: >> "Você tomou uma local?" Aí falou assim: "Sargento, vem amanhã aqui raspado, né, que a gente vai fazer sua cirurgia". Falei: "Demorou de graça, né? Raspei o sacão lá. Dona Cida raspou para mim, né? Sacão, pá, né? Ficou aquela coisa bonita pr [ __ ] Dava para empetear o cabelo no saco. Aí eu falei: "Porra, que legal, mano". Aí cheguei lá no médico, ele falou
assim: "Não deixa ninguém entrar aqui na sala de de >> cirurgia". >> Cirurgia onde aplica aplica injeção. >> Meu Deus. >> Ele me operou ali. >> Meu Deus. >> Onde aplica injeção. Que que era isso? >> É, não é uma clínica, [ __ ] Uma Clínica. Isso daqui é simples, [ __ ] Isso daqui é simples. >> O pau tá ainda aí. >> Tá aqui ainda. Aí ela pegou, deu aquela, deu aquela desinfectada. >> Desinfectada. É. Pá, aí falou assim, ó, vou dar uma anestesia agora. Aí eu falei assim, [ __ ] né? Aí ele
pega o saco assim e ele identifica a bola. A bola fica aqui, ó, bonitona. >> Aí ele vai anestesia na bola. >> Deus. >> É, mas não é essa a identificação que ele contou não. Na minha, mano, o cara fazia assim, ó. >> Então é assim, [ __ ] >> Para estrangular ela, ficar com pouca pele e aí vem. >> Não é possível. Não, eu vou falar real. Aí anestesia na bola. Aí para deu anestesia na bola. Aí ele fica lá trocando ideia com você. Ele vai lá com uma pinça e dá aquela tá sentindo?
Falei: "Tô, falei: "Então não tá bom Ainda. Ficando trocando ideia". Tá sentindo? Falei: "Nada". Falei: "Então é agora". >> Aí ele cortou para tá ali. É o cote normal porque tá anestesiado. Quando ele pinça o canal, ele ele puxa o canal para fora. >> Fora. >> Aí te dá aquela dor no pé da barriga que você fala: "Mano, eu falei para ele, eu vou cagar". Ele falou assim: "Não". Ele falou assim, Ele falou assim, ele falou: "Não, é só a sensação". >> Eu falei assim, ó, tô sem bosta, mas ele falou assim: "Fica tranquilo". Aí
ele pá, puxou para fora o caninho. Beleza. Aí ele, >> você sente cortar como se fosse um arame. >> Eu eu olhei o caninho. >> Você ficou olhando? Eu >> não olhei. Eu não olhei. Eu não olhei. >> Aí ele, ó. Tá vendo? O seu foi açog. O Meu não foi. Aí cortou lá. Aí eu vi ali, né? Aquele aquele bagulho que médico faz, né? [ __ ] >> pá, >> deu ponto >> pá, foi do outro lado, pá. Aí deu ponto no saco. Falei, acabou, né, doutor? Foi um lado, agora nós vamos pro outro.
Essa foi isso foi [ __ ] >> Mesmo procedimento, cara. >> É. >> Aí beleza. Fiz. >> Você cagou duas vezes. >> Caguei duas vezes. Aí, detalhe, eu ia, eu fui, operei na terça e na quinta eu ia, tinha uma viagem programada para ir pra Santa Catarina de Moto. >> Meu Deus. >> Aí eu falei para ele assim, ó. Não vai. Ele falou: "Não vai". Falei: "Não, doutor, deixa comigo". Saí de lá, eu falei assim: "Não vai o caralho". Peguei minha motoca, irmão, na quinta-feira de manhã e 1000 km. >> É por isso que você
não precisa mais de Tadala. Foi depois disso aí, 1000 km. Aí cheguei lá, tava sentindo uma disposição assim, uma indisposição no saco, né, mano? É, escuta só, não acabou ainda. Aí aquela indisposiçãozinha no saco, eu falei, mano, eu vou dormir amanhã, né? Chegamos à noite lá, amanhã eu tô de boa, né, meu pá? Levantei bola, o saco tava do tamanho, deixa eu ver se tem alguma coisa aqui do tamanho do saco. >> Mais ou menos tamanho do Fusca, do Capacete ali do do tinha um capacete do Tona, aquele grandão. Eu olhei, falei: "Meu Deus do
céu, cara". [ __ ] pr cá também, irmão, você é um [ __ ] louco. >> O pit sumiu, só tinha saco. Aí eu falei assim: "Vou no hospital". Aí eu tava numa cidade chama Lauro Miller, lá em Santa Catarina. Aí eu fui no cara da posada e falei assim: "Eu não tenho um hospital aqui, mano. Ele falou: "Aqui não tem hospital, só na outra cidade. >> Falei: "Sério? a moto e >> é. Aí ele falou assim, ó, tem uma farmácia aqui na rua e a farmácia é boa. Falei: "Vou na farmácia, né, mano". Aí
fui lá, tinha uma menina linda, cara, no na na no balcão. Aí eu falei assim: "Tudo bem, tudo bem. Você você é farmacêutico?" El falou: "Não, não, eu sou atendente aqui a" Aí eu falei: "Peria falar com farmacêutica?" Falei, "Pera que eu vou chamar". Veio outra 10 vezes melhor do que ela. Falou: "Ô, tudo bem, sou farmacêutico." Eu falei: "Pô, Sério com o saco inchado, >> o saco inchadão". Aí eu falei assim, "Pô, tô com um negócio meio chato aqui." Ela falou assim: "Queria mostrar para você". Ela falou: "Vamos ali na sala." Aí foi lá,
expliquei para ela, falou: "Tira, tira o short". Eu tava com uma bermuda, não dá, não deu nem para colocar a calça. >> Aí eu tirei, ela olhou, falou: "Nossa Senhora, meu Deus, cara". Então, tava um aí >> a bola de boliche. >> Aí ela olhou e falou assim: "Que que você fez?" Eu expliquei, el falou: "Você é louco, mano. >> Você é louco". >> Aí ela falou: "Vou te dar um remédio que é muito forte, cara. Muito >> pr você voltar. >> É, para você tomar agora. Quando você vai voltar?" Falei: "Amanhã >> você fez
um bate e volta, meu". >> Três dias. Ah, meu, >> fui na quinta e voltei no domingo. Falei: "Não, voltamos." É, o domingo nós ficamos viajando. Aí eu falei, ela falou assim para mim: "Então, ó, vou te dar um remédio. Você tomou um agora, agora não bebe nada. E de 12 em 12 horas você." Aí eu tomei ali, fomos, tomamos um café, pá. Aí, aí fui fazer a serra com o sacão, eu sentava na moto e arrumava o saco assim, ó. Parecia aqueles, aquelas bolsas que os caras coloca na frente, >> no tanque. Era meu
saco. >> Meu Deus do céu. >> Aí f embora, [ __ ] Vamos pegar essa [ __ ] Aí fizemos aí a noite já tava de boa, graças a Deus. Isso aí, pagando tua foi. >> Ah, cara, a minha vergonha foi o seguinte. Eh, eu tenho um brother, sou padrinho da filha dele, que é o coronel Iron. >> É, >> é meu compadre de turma, tal, e ele toda hora, meu, vamos fazer vaasectomia. Aí Eu, mas que por que que eu vou fazer vaszeectomia? Ele não p sozinho. Vamos juntos, já corto o teu e o
meu. Vamos na parceria. >> Segura um segura do outro. Aí, >> aí eu, [ __ ] velho, >> fic olhando. E é o seguinte, né, mano? Você tá ligado, né? Na Polícia Militar, eh, a pensão é automática, é 1/3 do salário, >> tá? >> A mulher chegou lá, falou: "Ó, tem um Filho com ele, é 1/3 do salário já vai pro pra conta dela." >> Não dá essa ideia não, mano. >> Então, ô, ele tem salário >> automaticamente. >> Você não discute, é administrativo, seu juiz. >> Tem quatro, tem um bala perdida que tem se
anos agora. >> Bala perdida. >> O moleque chama bala perdida. >> O praço é descontrolado, velho. O Bagulho é louco. >> Tem uma bala perdida. Você encher o tanque. É. Ah, foi um tiro que eu dei fora aí, né, mano? >> Então, >> encheu o tanque. >> Entendi. >> Aí, mano, é assim, ó. Você pensa nessa equação. >> Hã, >> ele ganhando como sargento, >> certo? >> Já precisou fazer. Você imagina a pessoa olha e fala assim: "Vou pegar um terço de salário de coronel". Eu tenho um só, mano. Eu sou eu, >> eu queria
mais, mas minha mulher não quis, entendeu? Aí eu falei, quer saber? Acho que eu vou fazer essa [ __ ] dessa vazctomia para não correr risco de ter que ter outra pessoa para para dividir tudo, né? já tô com o meu, o meu tá com 23 anos. >> Tá molecão. >> Olhei pro Iron, falei: "Quer saber? Vai, vamos cortar". E minha esposa tinha chegado para mim, disse que foi bom. Falou assim, ó: "Era bom você fazer vasasectomia que eu paro de tomar anticoncepcional. Já toma há muitos anos". Eu tô com a minha mulher hora. >>
É. Ela falou: "Meu, faz isso daí que eu paro de tomar anticoncepcional que parte hormonal, mulher, tal". Falei: "Tá". Então, pô, você quer parar de tomar um comprimido? Eu vou tomar uma injeção na Bola. >> Ela fez assim, >> bola. Vocês são louco. Eu achei que tinha sido uma anestesia, eu achei que tinha sido uma anestesia para tomar. Aí você acredita depois. Aí você acredita porque tem uns filhos da [ __ ] né, que os caras fala: "Não, não dói nada, não dói nada". Você vai começa a acreditar piscina. É a mesma coisa da piscina
e do casamento. É a mesma coisa. >> Pode pular. Vem, entra na piscina que tá Que tá quentinha, você pula mesmo. >> Ô, tanto que eu só aceit o pessoal ficava na porta da minha casa pedindo para eu vir aqui, né? desesperado para eu vir aqui. Eu só vim depois que o Mentira, eu que pedi para vir. Eu eu só vim depois que o Bola casou, né, meu? Porque agora agora ele vai sofrer igual nós, né, mano? Deus sofredor. Sofredor. >> Agora ele é casado que nem nós. E aí, mano? >> Aí eu falei: "Tá,
eu vou fazer essa Merda. >> Mais um cachorro agora. >> Peguei mesmo. >> É o kit, né? É o kit. >> E ele já tá e ele e ele falou, você vi ele falando aqui no no no nos batidor que ele tá procurando maré turbo agora. >> Você é louco. >> Maré não, tempra. Tempra. Eu fui ver um tempra turbo. Turbo. >> [ __ ] merda. Quer, quer, né? Tá pedindo. >> Depois é o a psicologia. >> Ele quer fazer churrasco. >> Depois vai pra terapia. >> Sem contar meu fusca 68, irmão, que eu já
tenho. >> [ __ ] que pariu. >> Aí, mano, eu peguei e falei assim: "Como é que é essa parada?" Aí os caras falam: "Rapidinho >> você vai lá, vai tomar anestesia geral, vai entrar no centro cirúrgico, vai voltar operado." Falei: >> "Caramba, não, escuta, eu acreditei Nessa besteira. Que que eu fiz? Peguei a viatura, fui fardado, >> parei na clínica, o Iron me encontrou lá. Aí entrei lá, >> tô achando que é um centro cirúrgico, né? Entrei na sala do médico, falei: "Ô, doutor, tudo bem?" Ele falou assim: "Como é que nós >> você
já pagou, né?" "Paguei R$ 1.000". Falei: "Paguei". Ele falou assim: "Sua esposa concorda?" Eu falei: "Concorda, tô com ela 34 anos, meu filho tem 23, a Gente não quer mais não." Eu falou: "Então tá bom, entra na outra sala lá que a gente já vai começar". Aí, como assim já vai começar? Entrei lá, mano, uma enfermeira pensa numa gata, pensa numa gata, man. no seu piro. >> É só que é o seguinte, mano. Você imagina como você tá, como você tá muita vergonha, >> sabendo que você vai tomar um corte >> e uma injeção. Era
de graça, meu. >> Podia tá a coisa mais linda do mundo, amigão. >> É igual eu fico imaginando quando você for tomar a [ __ ] que você tá precisando por causa da sua idade, você vai tá, você vai est pensando em coisa boa. Você tá com toba na mão, mano. >> Não, que você falou, você vai tomar uma injeção, o cara vai cortar, você vai ficar pedindo não vai nunca, meu. Aí eu entrei fardadão, né, mano? E eu tava assim parada, a mina >> olhou, fala assim: "Pode abaixar a calça". Tipo, eu soltei assim
o cinto com a arma, coloquei assim, abaixei só até aqui assim e fiquei parado, tipo, olhando pro infinito, né, mano? Aí el fardado, velho. Fardado, mano. Aí ela pegou fardado, mano. Porque eu achei que era um negócio ia entrar pro centro cirúrgico, ia sair de uma hora, >> entendeu? Eu achei que eu ia estar de avental no centro cirúrgico, mano. A Hora que eu abaixei tudo, cara, já comecei a ficar assim, né? >> Ela deita, deita. Quando deitei, ela começou a fazer a limpeza. Falei: "Puta que pariu, mano, que situação, velho". Eu já fico rezando
na hora dessa daí pro pau não ficar duro, né, mano? Porque é o papelão aumenta mais ainda. Papelão aumenta mais ainda, mano. Acho que não dá. Mas assim, >> cara, mas doeu para [ __ ] E o pior é que é o seguinte, a hora que eu saí, o Iron fez primeiro, eu fiz depois. A hora que eu saí, cara, tinha um casal com filhinho de boliviano, o cara ia fazer. >> Hã, >> o Iron já virou para mim bem alta na recepção, falou assim: "Brother, doeu para [ __ ] né?" Eu falei: "Doeu, mano".
O cara já ficou assim, >> lógico, né? O boliviano levantou. >> Aí nós chegamos na na recepcionista, cara. >> O boliviano gosta de fazer filho também, Viu? >> A recepcionista falou assim: "Vocês precisam de atestado". Eu falei: "Não, não, eu tô trabalhando, eu vou continuar trabalhando". Ela pegou e falou assim: "Não, tá, mas eu vou passar aqui a prescrição da medicação que vocês têm que tomar agora, sair daqui pra farmácia e tomar que não vai dar cólicamat". >> Falei: "Não, a gente toma". E o Iron falou assim: "Caramba, brother". Bem alto, todo mundo ouvindo. Caramba,
Brother. Agora nós pode pegar até mendiga. Pode descer a >> todo mundo olhando assim, ó. Todo mundo olhando com até mentira. Essa é que come amigo meu que meteu uma lavou uma vindinha com a com a vap e comeu velho. Os cara o quê, cara? Oxe, mano. Por que que mulher gosta de gostar de polícia? Ah, >> porque se ela for no batalhão, ela não sai de lá sem cavap >> fazia assim. [ __ ] >> Ai, meu Deus. O negócio de polícia tem uma história engraçada no centro. Vou contar. Ele falou: "Agora eu vou
contar a parte". Tem acabou a parte ruim. >> Aí você tem que fazer espermograma. >> É, porque você tem que dar umas 10, 15 gozada. Você tem que dar umas 10, 15 gozada. Isso. Aí você vai lá fazer aí você vai fazer espermograma. Ô exame do [ __ ] mano. Já. Aí você chega na na na Recepção, a menina fala: "Tudo bem, seu nome?" Pá, é particular. particular, potinho, dar um potinho, falar assim: "Pode entrar naquela sala ali, >> tinha umas 20 pessoas, todo mundo ali sabia que eu ia bater uma [ __ ] >>
sabia? >> Toque de boa, falou: "Você quer revista?" Aí eu falei assim: "Não, fia, tem aqui, ó, fica tranquila". Aí você entra naquela salinha, aí você vai dar aquele dilema. Se for rápido, ejaculação Precoce. >> Se demorar, >> se demorar, porque o pau não tava levantando, né, meu? Eu falei, então tem que fazer uma média aqui, né, meu? Mais ou menos. >> A minha preocupação, a minha preocupação era essa, fazer uma média, mancular. calcular aí, [ __ ] E o homem, quando você fica assim, nesse momento de tensão, que é um momento de tensão, né,
mano? >> Sai, sai [ __ ] a pouco é [ __ ] mano. >> Sai pouca [ __ ] Sai pouca [ __ ] porque você tá tenso, né, mano? >> Saiu pouco, >> pouca [ __ ] Para fazer esermograma você ficar uma semana zerado. >> Tem que ficar até, tem que ficar 15 gozada. >> Você tinha que dar 15 gozada. Você tem que dar 15. >> Você tem que dar 15. Mas o, mas o gozado um dia antes e fui no outro dia Eu fui fazer ele fez, ele fez ele fez. >> Então, mas
são pouca p não passar em nada. >> É, então >> não tem nada a ver >> não. Não, pô, esperó não é passar em nada. >> Sim, mas ele tem que esperar para Não, mas não é contagem, tem que fazer, tem que ter volume, né? >> Tem que ter volume. Não, então aí saiu Pouco ali no potinho, né, mano? Aí deu aquela, deu só aquelas duas pingadinhas, gala ras. Aí eu peguei e fechei o potinho. >> Aí eu falei: "Pô, ficou pouco, né, meu? Tava pensando em bater outra para complementar, né, meu? Aí eu falei:
"Não, mas vai demorar muito, né, meu? Não vai demorar muito". Eu falei: "Vai isso aqui mesmo". Aí eu fui lá para entreguei a potinho pra menina, falou assim, ó: >> "Foi o que eu consegui pegar o rest lá no chão. Tá bom. >> [ __ ] >> ela falou assim: "Não, tá bom, senhor. Aqui dá para fazer". Falei: "Tá bom". Aí beleza, fui embora. >> Ela ainda pegou, olhou assim, olha, olha, deu uma olhada assim, ó, no fundido. Tá bom. Ah, Joé, falei, tá, é um exame de >> saiu no outro dia, você pega, ah,
pega o resultado amanhã. Tá bom. Fui pegar o Resultado, constou espermatozoide ainda, cara. >> [ __ ] merda. >> Aí voltei no médico, médico falou: "Dá mais 10 gozada e volta lá de novo." Aí eu voltei, cheguei lá, aí zerou, graças a Deus, né? >> Tem um amigo meu que ele falou o um amigo que trabalhava comigo na quinta lá que ele falou: "Vou fiz também, cara". Falei: "Mas você deu as 15 gozar para fazer exame". Ele falou assim: "Não, não Conseguia, não cheguei nessa conta ainda". Falei: "Quanto tempo faz?" Falou: "3 anos". >> Caraca,
anos. Tinha conseguido dar as 15 ainda. >> [ __ ] que bosta, >> [ __ ] mano. [ __ ] mano. Você sabe que eu eu tomei uma bolada quando eu tinha 10 anos de idade >> numva. >> É, eu era goleiro quando era moleque. 10, 11 anos. Aí eu e numa dessas >> campo, salão. >> Campo, salão. Qualquer coisa >> não. A bola do do salão você ficava com aquele dedo preto tudo sempre. Exatamente. >> [ __ ] era toda hora aquele dedo preto aqui, aquele cabeçudo, >> as porrada, >> [ __ ] isso
dói para [ __ ] Isso aí é a desgraça do goleiro do salão. Mas quando a gente era moleque, é rua, Salão, >> campo, >> campo, onde for, você era goleiro. Eu ia pro gol, era goleiro. >> E aí numa dessas o moleque, a gente tinha mania de jogar o tinha, não sei se você lembra disso, >> lembro, >> que ficava um no gol e dois tinha, não pode deixar a bola cair e tentar fazer o gol. Esse goleiro pega >> 3D em três fora. >> Troca, troca, tá ligado? Tr, >> três fora. >> É,
era isso aí. Altinha que a gente chamava, né? >> E nessa o cara mandou e eu fui meti um goleiro de handball que vai pegou no >> mas pegou na balata assim na blau. >> Você já sabe o que é a anestesia do >> Já sabe. >> É, é mais ou menos a sensação da anestesia. >> Não, eu vou dizer que é uma das coisas Mais horríveis. E aí, velho, ficou doendo, doendo, doendo, doendo, doendo. Melhorou, mas ficou doendo. >> Dolorido. >> Fui dormir, dolorido, doendo. Eu falei: "Caralho, mano, >> que [ __ ] né?
Não passa, né?" >> É porque a o saco dói ali, minutos, um minuto, a dor da morte, mas aí você flui, >> aí alivia e vai embora. >> E não passava. >> E não passava muito. >> Fui dormir. No outro dia, amigo, eu parecia um ré de angos. Aquele badalo bonito. >> Meu saco tava desse tamanho, vermelho e quente para caramba. >> Exatamente. Infamado. >> E eu falei: "Mãe, >> fodeu! >> Olha isso aqui. Não tá mal andava, cara. Minha mãe bora pro hospital. >> Lógico. >> Fui pro hospital, >> cara. O médico falou assim:
"Nossa, cara, isso aqui é uma torção testicular". >> Hum. É [ __ ] >> Na bolada ele virou. >> O saco fez isso aqui. Ele girou e torceu e ficou. >> [ __ ] E aí ele ele >> ele vai ter que voltar num lugar, >> se não necrosa, >> vai ter que voltar num lugar. >> Só que é na raça, amico. >> Sem anestesia, >> pelo amor de Deus. >> É porque tava inflamado, não pega anestesia. >> Aí ele ele chegava e na mão e a bola assim fazendo assim, né? >> É [ __
] mano. >> Entendeu? Aí ele fazendo os exames, voltei lá, ele falou assim: "Tem alguma errada com esse menino? Tem uma coisa errada nesse menino. Ele Passava o dedo aqui assim, ó. Porque eu tinha, quando eu era criança, as minhas bolas ficavam na barriga. Subia. >> Isso. Era reclusa. Bola reclusa, >> bola vergonha com vergonha. Bola com vergonha. >> Chamava testículo retrátil. >> E você não sabia que você tinha, >> não. Eu achava engraçado. Às vezes a bola subia, ficava aqui na barriga, eu brincava. Moleque, né, velho? brincava Com a bolinha aqui, brinca com a
bola do saco, com a bolinha do sac aqui. Aí ela descia, aí subia e às vezes me sacar murchinhos vazio. >> Aí o médico, ó, teu filho tem testículo retrático, a gente precisa operar, >> [ __ ] >> porque ele vai entrar na puberdade e se a gente não operar agora, ele vai ser estéreo. >> É, >> operei com 11 ou com 11, com 10 ou 11, Ou 11 ou 12, eu não lembro ao certo. Exatamente. Um ano depois. >> Mas não foi no seco igual eles, né? >> Não, não. Ou seja, anestesia geral. Aí
ele amarra a bolinha no debaixo do saco. Aí eu lembro que tive um saco uma época ele ficava assim igual uma bexiga, sabe? >> Esticadinho. >> É porque a bola tentava subir, >> tá presa aí não ia. >> Aí ela não ia e eu fazia um buraquinho, Sabe? Assim para subir >> tentando. >> Mas resolveu. Aí por isso que eu sei o que que é esfermograma, que quando eu fiz 18 >> teve que fazer. >> Eu tive que fazer >> para saber se era estéreo ou não, né? >> Isso aí deu tudo certo. >> O
primeiro espermograma que eu fiz foi na quando eu fui casar na PM. O senhor lembra disso? Aí era obrigatório você Fazer esse programa. Era obrigatório. E você tinha que fazer um documento pro comandante, solicita a vossa senhoria autorização para contrair matrimônio. Regulamento ainda é previsto. É, mas ninguém pede, né? Ninguém mais faz porque caiu em desuso. Mas no regulamento quer dar uma avaliada. >> Não, não. Tenta, tenta falar assim, mas não casa, cara. Tenta dar põ uma dificuldade para ver se você não casa. >> Eu acho bonito tem uns car casa com umas Fardas branca.
Bonito para [ __ ] Dei. >> Só que eu casei de azulão porque minha esposa tava de branco para não ficar os dois de branco. Eu casei de azulão. >> Bonito. Acho o azulão. >> Eu era soldado. Os cara fal pô [ __ ] de gala para você. Vai tomar no cu. >> Gala aqui é outra. >> É. Vai lá casa essa [ __ ] e não enche o saco. Então comigo é assim. >> Vai pedir autorização para casar. Te dou dois dias de escala essa de presente. >> É assim agora mudando completamente de assunto,
a gente já falou de rola aqui uns 15 minutos de >> não, já orientamos o seu seu o público públo, né, meu público. Claro, pessoal ficado. >> Porque também tem aquela coisa irreversível, né? Tem aquela coisa irreversível, né? >> Que muita gente fala que a ainda >> a basectomia consegue reverter. Eu acho que é difícil depois de um depois de Parece que de 5 anos você não consegue mais reverter. >> É. Mas vocês guardaram o esperma? Não, não congelou. >> Não, não. >> Agora convivendo com o meu filho, eu acho que eu fiz certo. Um
um do meu exército já tá bom, cara. >> Tá ótimo, né? Tenho quatro, sete netos, [ __ ] >> [ __ ] merda. >> Ele é da polícia também, irmão. >> Não, ele tá fazendo engenharia da computação. >> Ah, que legal, velho. >> Eu não forcei ele aqui >> não. Mas geralmente o filho segue, né? >> Ah, o meu tentou seguir, mas não deu certo. Graças a Deus. Deus não permitiu não. Ele tentou não, não. Ele tentou entrar, mas ele tentou duas vezes, não conseguiu. Tá até aqui o Eric ali, ó. Bo, >> ele teve
o desvio de Septo na primeira, Né? Oou, aí depois ele foi aprovado no psicológico. Aí eu falei para ele, ó, filho, >> ô, o psicológico tá funcionando agora então, hein, mano? >> Tá, agora >> tá, agora tá funcionando aí. Não, ele não foi, mas graças a Deus tá bem para caramba. Deus sabe. Deus sabe de tudo. Assim, eu não queria, mas não impedi, sabe? Não fui impeditivo. Quer entrar? Vai lá, meu. Dá seus pulos, cara. Isso Aí. >> Vai embora. >> Fala aí que você mudar de assunto. Vamos mudar de assunto. >> Não, mudando de
assunto. Assim, São Paulo é uma cidade, vocês trabalharam aqui, prestaram bons serviços. >> Eh, por ainda eh eh São Paulo tem essa peculiaridade desse cara de moto assalta e vai embora >> com beg de entregador. >> Por que que a gente não consegue? Qual o dado? O motivo que a gente não consegue melhorar >> essa parada. Por quê? Porque que isso cresce, diminui. Quais são os dados hoje desse assalto que o cara chega e rende? >> Celular, aliança, >> é um assalto, né? Que é com arma, não é isso? Não é roubo. É um assalto.
>> Não é roubo. >> É roubo. É roubo. >> É, não é furto. >> Não é furto. >> Assalto. Assalto é o apelido do roubo. >> Tá. Então é um roubo. >> É um roubo. Roubo é com violência. Furta. sem violência, >> tá? Então, o roubo, >> a mão armada, que a gente chama de assalto, >> né? É porque eu tô falando, por exemplo, se um cara vier te tirar teu celular e te encher de porrada, ele tá desarmado, mas é roubo, porque ele usou de Violência, tá? >> Se o cara tomar seu celular sem
você perceber, ele puxa do seu bolso ou você deixou ali, ele pega, não teve violência nenhuma. Furt >> tá. Se o cara rouba, tipo esse que o cara tá com o celular na mão, ele passa de bicicleta e pega, é o quê? >> Furt, não tem violência. É. Ele não te agrediu, não fez nada. Foi violento. >> Tá, ele não abordou >> não. Tipo isso, ele vai, ele análise é o Seguinte, >> teve violência. Violência. >> Se ele te der uma paulada aí, beleza. >> Roubo. E qual é a pena de furto para roubo? Você
sabe a diferença? >> Então, a diferença é assim, ó. Furto é de um a quatro, né? Se eu não me engano é isso, um a quatro. >> Que o cara não vai preso, não vai, >> não vai, né? Tem fiança pro furto, >> não vai. Tem fiança pro furto. O furto, o furto normalmente o cara só vai ficar Preso quando ele tá praticando diversos furtos seguidos. >> Acumulou concurso material. >> Aí normalmente aí o delegado ele vai deixar pra fiança decidida pro juiz. O juiz na audiência de custódia vai ver o histórico de crimin criminal
dele e normalmente ele não vai arbitrar a fiança. Mas assim, ó, vai ser muito raro isso acontecer. A cabeça do juiz, quem não pratica violência no crime, não tem Por ficar preso, porque se ele entrar na cadeira, ele vai ficar pior. Só que esse pensamento é raso paraa nossa sociedade, porque o cara que furta, ele causa uma desgraça no bairro, >> ele vai furtando tudo, tudo, tudo. >> E normalmente o furtador normalmente é o Noia, é o o andarilho de rua, é o Noia. Só que a hora que ele começa a furtar e começa a
ter acesso a dinheiro, ou ele vai pro extremo da cachaça ou da droga. E se ele começa a perceber que o furto Tá valendo a pena, daqui a pouquinho ele tá com uma arma na mão e ele vai pro assalto, >> ele vai pro roubo. >> Vai, vai pro roubo. Então, e esse jeito de pensar dos caras que determinados crimes com menos capacidade de lesiva, de destruição, >> não é para ir pra cadeia, isso é uma uma desgraça, porque você pega às vezes um dono de um estabelecimento que o cara é furtado dia sim, dia
não, velho. O mesmo Cara, o cara furto aí, >> só contratar o Castro, botar na porta aí, Castro, fala aí. >> Ah, era meu sonho, mano. >> Na minha casa tem um bão, hein? >> Tem, >> tem. Eu não vou citar o nome aqui, mas ele é bom. >> Você a gente troca ideia nos bastidores. Troca ideia. >> Ele é assim implacável. >> Tem um amigo meu. >> E eu, filha da [ __ ] bola desse tamanico assim, ó. Viu? Pau, pau, pau, já era. Ele, o cara foi assaltar no Civic na frente da padoca
ele tal, já foi. >> Então, >> e ele é o do cara do da bicicleta ali na Giovani, do Banco Bradesco, tá ligado? Que o bonezinho fez assim. É esse maluco aí que ele tava na viatura, saiu e deu deu deu head shot. Então, mas >> eu ten um amigo meu, Nicolas Cage, ele resolve isso daí fácil. >> É o motoqueiro fantasma. Esse é bom. Vem, vem pegando fogo. >> Bom, bom. Vem pegando fogo, >> vem que nem o capeta. Verade vem cuspindo fogo, né, mano? É cuspindo fogo. >> Essa essa brincadeira do Castro é
interessante porque é assim, ó. A população às vezes não consegue entender a situação que a gente, polícia fica. Vou te dar um um exemplo. Eu recebi uma ligação do meu irmão semana passada que uma amiga dele teve o celular eh roubado, mão armada e tá indicando ali na na área centro ali perto do É. Ou busca o localizador do iPhone tá indicando ele ali na região ali da Santa Efigênia. >> Localizador. Tá >> beleza? Então aí ela tava indignada porque no dia que ela foi roubada, a viatura que encostou, o policial deu um Celular para
ela e falou assim: "Ó, anota meu celular, você daqui a pouco vem alguém te ajudar, você vai ter acesso a outro aparelho. Se você conseguir identificar seu celular, você me chama >> que eu venho para tentar te ajudar." No dia ela foi cuidar da vida dela, tal. Beleza. >> Cinco dias depois ela foi olhar tá apitando lá na área centro. Porque ela foi roubada no Campo Belo, >> tá? >> O celular dela tá ali na Santifigênia, >> já tá à venda. É. Aí ela ligou pro, ela ligou pro policial, o policial falou: "Meu, não posso
fazer nada. Eu trabalho aqui na zona sul. >> Ah, é outra região." >> Ela ficou indignada com ele falar que ele não podia ajudar. >> Ela não conhece o o procedimento. >> Aí falou: "É, aí ela pegou e falou: "Pô, pergunta pro teu irmão o que fazer". Aí Eu dei a seguinte explicação e é isso que a população não entende, essa essa divisão de duas polícias, uma que investiga e uma que patrulha, a gente polícia militar, a gente não pode investigar nada que não seja crime militar, >> tá? >> Eu só tenho autoridade para investigar
com instauração de inquérito quando tiver um crime militar, crime praticado por policiais militares. >> Se um p matar alguém, se o cara matou a esposa, >> policial praticou crime ou foi? militar. Eu instauro inquérito, eu peço interceptação telefônica. Por exemplo, o ano passado eu tava investigando dois policiais no meu batalhão envolvido em roubo de carga, >> tá? >> Eu que investigava, eu tava com interceptação telefônica em cima deles, pegando tudo. No crime comum, que é o criminoso comum, que não é policial, eu não tenho esses instrumentos. >> Polícia civil. >> Quem faz isso é polícia
civil. Eles são exclusivos nessa investigação dos crimes comuns. >> Entendi. Entendi. >> Então o que acontece a partir do momento, para que que serve a Polícia Militar? Para ficar patrulhando para não ocorrer o crime, >> certo? >> Ocorreu o crime, se eu deparar com o crime, eu tenho obrigação de prender. Qualquer do povo tem o direito, mas eu como polícia tenho obrigação, dever, senão eu prevarico. >> Beleza? >> Perfeito. >> Aí ocorreu o crime, eu não deparei com esse flagrante, passou um tempo, tal. Quem tem obrigação de investigar e prender? >> Civil >> exclusiva. Eu
não posso fazer nada. >> Tem que fazer um BO, você tem que fazer o BO vai dar início ao inquérito. Beleza? >> Então aquela pessoa que tem um celular roubado ou furtado, ela acha na cabeça dela que é a PM que tem que recuperar o aparelho porque ela sabe onde tá. >> Vai. Entendi. >> Se eu for naquele lugar onde o celular tá indicando e eu entrar naquele lugar Sem autorização da pessoa, o o mesmo delegado que tem obrigação de investigar e prender o cara, ele me prende por abuso de autoridade. >> Vai te lascar.
>> Por invasão, sem mandado. >> Entendi. Então, >> então assim, foi roubado, tem que fazer o BO. >> Fazer o BO. >> Não, o problema não é fazer o BO, porque o BO ela fez no dia. O problema é o Seguinte, três dias depois apareceu o celular berrando do lugar. Tá. Quem ela apela? >> Ela não pode chamar a PM porque a PM não tem competência com >> como é que ela chama civil? Não é que na delegacia vai lá na delegacia do bairro, >> tá? >> Porque a outra delegacia ela não vai viajar lá
pra zona sul para falar: "Ó, meu celular tá lá na Santifigênia". >> Ela tem que ir lá na delegacia do bairro E falar assim: "Olha, eu tenho um inquérito instaurado lá no Campo Belo que roubaram o meu celular e meu celular tá apitando na rua tal, número tal, que é da tua área. >> Alguém pode ir lá buscar? Algum dos dois delegados vai ter que pedir para um juiz um mandado de busca para entrar lá para achar o celular. >> Mentira que é assim. Esse é o jeito correto. Esse é o correto. >> Esse é
o jeito correto. Por que que a Nossa população tá sempre pensando errado e jogando a culpa nas costas da Polícia Militar? Porque tem uns maluco igual nós fomos >> que quando a pessoa chega e fala assim: "Ó, meu, meu celular tá dentro daquela coisa ali, ó. >> Mete o pé na porta. A gente chuta o pé, chama o dono e fala assim: "Ó, mano, eu sei que tem um celular roubado aí, você cata essa [ __ ] aí, se sen não beleza, >> eu tô sem mandado." Só que se eu entrar E achar aí o
esculacho vai começar que você não vai acreditar como é. >> Aí tem cara que fala assim: "Porra, mano, pera aí que eu vou ver se eu comprei, eu não sabia". Ele vai lá e pega e devolve. Mas tem um monte de cara que já tem estrutura criminosa, é faccionado, tem advogado bom, o que que ele faz? Ah, você vai me esculachar. Esa um pouquinho, doutor. Tem um polícia querendo entrar aqui, ó. Já era, >> já era. Dali é corregedoria e você vai Ser expulso da PM. >> Que [ __ ] velho. >> Então, cara, é
assim, ó. Nós temos uma diferença de competência que a população não entende, >> tá? E como é que a gente pode melhorar isso? Qual seria a regra? >> Teria que mudar o modelo. >> Mudar o modelo, >> tá? Mas qual seria a regra ideal? Polícia única. Uma polícia única. >> Uma polícia única que tivesse Competência para tudo. Não ter crito. Só três países são igual a gente. Nós e dois africanos. Mas nós três estamos certo, o resto tá tudo errado. >> Entendi. Entendeu? Só três países tem esse >> Então seria o tipo o fim da
Polícia Militar? Você acha que esse é >> Não, teria que ser o fim de das duas >> das duas e fazer uma criar polícia única. Polícia >> como é na Flórida. Só que lá é por condado, né? >> É. A diferença lá das competências é assim: A polícia municipal deles cuida de crimes menos graves e mais comunitários, tipo o furto, >> é tipo a polícia aqui, a guarda municipal. A guarda municipal, no caso aqui em São Paulo, ela cuida da Lei Maria da Penha, um exemplo, ela controla a Lei Maria da Penha. >> Por lei
não poderia, >> tá fazendo porque o Ministério Público tá se aproveitando da ausência da Polícia Militar em algumas cidades e tá pritar. O que tem que, o que tem que fazer, a gente concorda, tem que fazer. Eu sou a favor da polícia municipal, mas a previsão legal ainda não tá bem definida. Esse é isso é a crítica que eu faço, inclusive nos caras que estão defendendo a polícia municipal de qualquer jeito. Hoje eu eu era secretário de segurança o ano Passado numa cidade chamada Montemor, ao lado de Campinas. A gente ainda não sabe se a
cidade existe. É, existe sim. Esses caras são 80.000 É que é que não deu tempo. É monte mor, quer dizer monte morto. Aí >> então aí então aí ele falou e nós estamos eu tô para ir lá cara para saber se essa cidade um monte de mola lá. >> Ô a guarda lá, a guarda lá tem 83 guardas. >> Aham. >> Uma média de cinco, seis viaturas rodando na cidade. A PM, uma viatura. >> Entendi. >> A população lá, você acha que faz um 90 ou um 53? >> Um 53. >> 53. Eles não querem
saber a cor da faa, eles querem a viatura. Mas >> não é o certo. É o certo, né? Mas tem município aqui, ó, aqui do lado aqui que a pessoa liga 190 e 190 Passa pr pr GCM. Mand, dá para vocês ir lá que tá sem viatura. >> Entendeu? Deixa eu entender uma coisa. Entre aspas, nós temos três polícias, né? >> Nós já temos no Brasil. Então tô na GCM, >> não tem a polícia federal, tem a guarda, a polícia do exército, tem polícia, polícia da câmara do deputado. >> As outras polícias, por exemplo, a
polícia federal e a polícia rodoviária federal, elas são muito nicho, né? >> É, então aí não vai vir na cidade. >> O crime da Polícia Federal é no artigo 109, é artigo 109 da Constituição. É tráfego internacional, contrabando e descaminho, crimes envolvendo dinheiro da União, desvio de verba união >> e indígena. Se for questão indígena, não coisa pessoal do índio, é em relação a à terra, essas paradas. >> É, tem que estar havendo ali uma lesão a questão indígena, não ao índio, pessoa do índio, entendeu? O índio vai tomar Uma no boteco, sai na mão,
é criade, assim, cidade três polícias. >> Então, na cidade você tem uma, você tem razão. O básico de segurança pública é uma polícia municipal, uma estadual e uma e e a federal. que no na cidade a Polícia Estadual tá dividida em civil e militar. >> Tá, entendi. >> Tá. Qual é o grande problema? A polícia municipal até agora, porque tá tendo a discussão da PEC aí 18, a polícia Municipal ela tem como previsão legal só cuidar dos bens e patrimônios do município. O que que é do município? Praça, praça, >> cemitério, >> escola. >> Só
que aí além da brecha, além da brecha, coronel. Tá certo? Só que se você for olhar na na na, vamos dizer assim, na parte de trânsito, um exemplo, a a o município todas as vias eh uma parte é o município Que que fiscaliza também. >> É, na verdade, prendem gente que rouba celular. >> Não, não, mas aí você pode prender, você pode prender. É, qualquer pessoa do povo pode prender em flagrante. Qual é o problema maior que é a discussão? É o mão pra cabeça. >> Ah, o mão pra cabeça. Vai. >> É, por exemplo,
você tá lá andando na rua, na tua cidade, a guarda pode te dar mão pra cabeça. >> Entendi. >> Essa é a discussão jurídica. Pode, porque quando você quando você >> se você tiver numa escola municipal, num cemitério, numa praça, eles estão preservado, tá escrito lá na legislação deles. Se ele não tá em nada que é bem patrimônio do município, muita gente entra com ação, advogado, tudo e fala assim, ó: "Eles usurparam função. Essa função é da Polícia Militar e da Polícia Civil. Eles não têm competência como Polícia fora da área do município. [ __
] zona. >> Só que assim que quando você te aborda, ele te restringe de um direito seu, que é o direito de ir e vir. E isso é um direito eh garantido pela Constituição, entendeu? Então, quando eu te abordo, só que a Polícia Militar ela pode te abordar porque ela pode cerar o seu direito de ir e vir em prol da comunidade, entendeu? >> Para garantir a segurança. Estou com Indício aqui que tem uma quadrilha fazendo coisa. A gente tá na busca, tá pato. Andando na rua andando na rua. >> A previsão da abordagem, ela
tá no 244 do Código de Processo Penal. O que que diz o Código de Processo Penal? Por isso que tem dois tipos de abordagem, abordagem administrativa e abordagem criminal. A abordagem criminal, que é a abordagem para para você tentar desvendar um crime, ela diz assim no Código de Processo Penal: "Se a o Indivíduo estiver em fundada a suspeita, dá o direito à polícia abordar e fazer uma busca e se necessário for ainda minuciosa." Mas você tem que ter fundada suspeita de indícios de crime. O que que a a juizada definiu como fundada suspeita? comportamento, objeto
na cinta, mesmo vestimento do cara que acabou de roubar. Ou seja, você tem que justificar essa suspeita com base nesse artigo do Código Processo Penal, você faz a abordagem. Por que você faz a abordagem? Porque na previsão lá na Constituição, a gente faz parte do grupo da segurança pública dos estados. Quando você vai pra previsão, aguarda nem no nesse rol de >> estava. Eles estão construindo, tá entendendo? >> E na construção deles, eles ainda estão parados nessa competência só de bens e patrimônios do município. E aí é o grande problema. Por quê? Quando você Vai
para uma cidade de 80.000 pessoas com uma única viatura da PM e lotado de vagabundo porque lá tá cheio de presídio, o que acontece? Os crimes começam pipocar, a guarda tá lá, a população liga. A população não quer saber dessa coisa jurídica que eu falei. Eles querem que se [ __ ] Eles querem alguém que atenda. >> A mulher tá sendo espancada pelo marido, ela vai ligar onde vem a viitura. >> Os cara vão, o crime tá acontecendo, Eles em flagrante, porque qualquer um do povo pode. >> Vai lá pro pro delegado, o delegado altua
em flagrante, vai pro juiz, o juiz condena. O que que o advogado faz? Ah, eles não, >> essa polícia não tinha competência para entrar lá e fazer o atendimento. >> Por isso que tem que mudar a lei. >> Vai bater lá no STF. >> Várias decisões do STF já foram nos casos concretos, não erga, tipo assim, Não, os caras estão autônem flagrante como qualquer um do povo poderia. mesmo. >> Fica assim meio >> é a jurisdição hoje >> e é não são decisões em casos >> mas aí não vira jurisdição >> ainda é jurisprudência ainda
não >> dependendo do caso, tem decisões do tipo assim os guardas não tinham autoridade para fazer isso, põe em liberdade e mete abuso de autoridade pro cara responder. >> [ __ ] que merda, velho. Quer dizer, o cara salva uma vida e ainda se [ __ ] >> Não se [ __ ] Se [ __ ] É a mesma história da gente quando você quer ver um negócio, vou fazer o paralelo pra PM, porque não é só a guarda que sofre dessas faltas de previsão jurídica. Eu cheguei para assumir a secretaria, o guarda tinha acabado
de morrer com tiro na cara lá. >> Hum. >> Em Montimore. Eles eles receberam a Notícia que o cara que matou a esposa tava na casa. Foram fazer a dirigência, o cara tinha acabado de entrar no carro para sair fora. Eles pararam a viatura para abordar. O cara deu um tiro, pegou na cara do guarda, matou o guarda na hora. Caraca, velho. >> Aí você fala assim: "Beleza, o cara é herói." É herói, mano. O cara tá fazendo, tentando fazer o bem, prendeu um assassino e foi morto. >> Não, aí vem a empresa de seguro
que tem Que pagar pra família, certo? Se essa empresa começar a falar assim, pera aí, ele tinha autoridade para ir lá bordar. >> É, essa era a competência dele? Entendi. >> Então tem coisas >> recusar o seguro. >> Às vezes vem uns caras na TV, em podcast e tudo e ficam falando coisas para ganhar voto do tipo assim, o que importa não é a cor da fada, é que tem bandido para todo mundo. Então a gente tem que todo mundo fazer tudo de polícia. Não é Bem assim. >> Então mas isso daí tem que ser
focado para forçar essa mudança da lei. Isso aí é um caso, é um caso de emergência. Uma mulher foi morta. Qual é o o o porque a polícia, por mais que ela só tem uma cidade? >> Não, veja, mesmo que seja municipal, estadual, eh, militar ou civil, o cara tá indo lá para fazer o bem, >> para uma causa nobre, não, para uma causa nobre. Tipo, cara, o cara acabou De matar a mulher, >> a polícia mais próxima tem que agir. >> É, é, eu acho que para o bem da população, mas tem que tá
claro, na minha opinião, na lei, tem que tá protegendo o car tem que mudar, tem que mudar. fazendo a a PEC lá o Não tem a PEC do Derhit lá da da de facções. >> A dele é o projeto de lei anti facções, é específico, não tem essas alterações. >> A PEC que tá mexendo nessas alterações é a PEC 18 que tá querendo dar poder de Polícia pr as guardas. >> Quem que tá relatando essa PEC? Você sabe, >> [ __ ] >> quem é o relator? Vou botar aqui quem que é o relator da
PEC 18 pra galera pra população cobrar. É assim que eu gosto. A gente tem audiência aqui. Então a população que tá aí, né? PEC 18. >> Esse ano é na eleitoral, hein? Então tem que ficar de olho nisso daí. >> P 18 relator. Proposta de emenda Constituição. PEC 18 de segurança. Ainda não me não me falou ainda. Pera aí, deixa eu botar no chat aqui na vou botar aqui no adapta. Pera aí. Tec 18. Quem o relator? Quem? >> E até o carioca achar aqui. A nossa polícia tá melhor equipada. >> Então qual qual é
o problema? >> Outro dia eu fiquei feliz cara eu tava na rua passou uns quatro, cinco motoca, pô, de TRF 800 BMW. É, devia ser o segundo show. >> Então, mas aí respondendo a pergunta do carioca, deputado. Vixe Maria Mendonça, filho. >> Então, atenção você que tá aí. >> Por que você mandou um vixe Maria? >> Por nada. >> Abafa o caso. Abafa o caso. É, relator PEC 18, conhecida como a PEC da segurança pública, é o deputado Mendonça, filho do União Brasil Pernambuco. >> Aí, vamos cobrar. >> Ele foi designado como relator na comissão
especial, que a comissão ainda tá em comissão, né? comissão especial que analisam essa proposta de emenda constituição que tem apresentado pareceres substitutivos sobre o texto principal da PEC. Se você quiser, posso explicar? Não precisa. Então você sabe aí, vai aí no Twitter, >> ele como chama? ou no ou no Instagram, comece e o e-mail também procure o e-mail dele, >> Mendonça Filho, para que a gente coloque o sendo eu tô sendo massacrado por algumas partes de guardas que estão fazendo questão de não entender o que eu tô falando, >> porque tem coisas da PEC que
estão com problema, precisa ser resolvido antes de votação. >> Diga os pontes. >> Quer ver, por exemplo, uma coisa? >> Quantos municípios nós temos no estado de São Paulo? O estado que é a Locomotiva do país, certo? Pouco estado mais rico. >> Não, no estado você tá falando, né? >> Não, nós chamamos de cidade. 500 cidades. >> Acompanha meu pensamento. O estado de São Paulo é o mais rico do país. Certo. >> Certo. >> Beleza. Quantas cidades tem no estado mais rico do país? >> 645 cidades. >> Quantas cidades tem polícia municipal? >> Não faço
ideia. >> Menos da metade. >> 22. >> Menos da metade. >> Menos da metade. >> No estado mais rico do país. Nem 1/3, né? Vai 1/3 do estado tem polícia municipal. >> Ou seja, nós estamos discutindo como se o Brasil tivesse polícia municipal nele inteiro. É nada. É uma grande minoria de cidades tem polícia municipal. >> Culpa do prefeito, né? >> Quando você pega, quando você pega uma uma polícia municipal, tipo São Paulo, >> Guarulhos, Sorocaba, Campinas, municípios ricos, você pega hoje polícia top municipal Indaiatuba, Paulíia. Por que que a polícia, inclusive um dos que
mais grita, um dos que mais grita ponto inicial, >> é? O cara entra na polícia ganhando 12 conto, por fazer minha ficha lá também. Vamos jun. >> Por que que a polícia municipal lá tem um salário desse por >> por causa dos royals do da refinaria tem grana? É igual Maricá, não é royal. >> Isso. Então é assim, ó. Você imagina aquele município pobre, nós assumimos a gestão, nós assumimos uma gestão em Montemor com 180 milhões de dívida. Ah, tá tranquilo. Bobagem. Bobagem. Beleza. >> Coisa boba. >> As viaturas caem nos pedaços, uma dificuldade do
caramba. >> Então, é assim, ó. Quando você vai transformar algo em polícia e aí quando você fala polícia, polícia que pode fazer tudo, abordar da mão pra cabeça, fazer tudo. Você tem que pressupor que essa polícia tá estruturada, >> então, bem equipada. Exatamente. >> O problema, eu vou falar para você, bola, não é nem só o equipamento, porque você comprar fuzil, famento e viatura, você compra até com emenda. O problema não é esse. O grande problema é o Seguinte. >> Treinamento. >> Não, não, não é nem treinamento. Treinamento, até isso eu abro mão. Pode deixar
o cara sem menor noção com fuzil no peito, >> não tem problema. Não é isso que querem? Então dá o fuzil na mão do guarda. O problema não é esse. O problema é assim, ó. Hoje tem guardas que os caras são CLT. Você já pensou numa polícia armada CLT Entrando com ação trabalhista contra o prefeito? Tá cheio. >> Você já imaginou que se o cara é CLT ou se ele não é mesmo estatutário, se não tiver previdência própria, ele tem que aposentar com 70 anos de idade na viatura? >> É, >> eu tinha lá guarda
com mais de 60 anos. Ele mal andava, ele tava na viatura. >> Conseguia andar, isso que eu ia falar. É. >> Então é assim, ó. Eu quero transformar os caras numa polícia igual a outra que tem 200 anos de caminhada >> de regulamentação e leis, hein? >> Numa que possa fazer tudo. Se ainda eu não resolvi previdência deles, não resolvi estrutura de carreira, não resolvi seguro. E tem um detalhe pior do que que é esse, que é o que eu vi na pele lá. E aí eu vou falar menos para não não ser maligno com
quem me ajudou e eu Trabalhei. É o seguinte, cara. Existe um negócio chamado privacidade. >> Sim. >> Você hoje você hoje sai daqui, ela te pede uma carona, >> tá? >> A sua esposa já conhece ela. Mas vamos supor que a sua esposa não conhecesse. >> Você passa num radar, esse radar tira uma foto, >> pega eu e ela no carro. >> No carro, >> tá? O cara que tá ali atrás, maldoso, tira uma cópia dessa foto e começa a te estorquir. Ou então, >> ó, você tava com a mina para um motel, você tava
a indo, >> ou então você é candidato a algo público, algum cargo, você >> sua politicamente exposta, tá? >> Você hoje tem ferramentas de inteligência onde eu rastreio todo lugar que você vai. >> Nunca vou dar cara para você, J. Onde eu rastrei, imagens, cara. >> Hoje, hoje nós estamos virando um Big Brother, velho. Tem câmera linkada nos sistemas de inteligência na cidade inteira. Bacanagem não dá, né? Aí eu ia te falar, aí eu ia te falar um negócio. Como funciona hoje a Polícia Militar e a Polícia Civil? Ele tá aqui, ele vai confirmar. Tem
vários comandantes de batalhão na polícia, tenente coronéis, com 29 anos de serviço, que eles não tem senha de acesso a esses programas. >> Por que não? >> Porque é sistema de inteligência. Para você fazer parte de um sistema de inteligência, você faz um curso, >> hum, >> você estuda toda a regulamentação de inteligência, você tem uma senha pessoal intransferível que se eu descobrir que Você puxou alguma informação do Bola >> e o Bola fizer uma denúncia, que eu usei essa informação de forma errada, eu sou preso, preso no presídio, não é preso administrativamente, não. tem
crime por uso indevido de senha de inteligência e eu sou expulso da instituição. >> [ __ ] >> o sistema de inteligência, como a gente lida com a privacidade e questões estratégicas, não achou certo. É certo, pô. É certo. >> Então, o que que o que que eu falo para você? Hoje as guardas municipais já estão tendo acesso à grande maioria desses desses equipamentos de inteligência que eles são eles estão fazendo policiamento, só que eles não têm na estrutura deles >> departamento de inteligência, centro de inteligência, cursos de inteligência. Você bota 80 caras no auditório,
>> não tem informação, né? Mas por que a mesma lei que é usada num é usada pro Outro? >> Porque tem que fazer esta lei. >> Ah, entendi. >> E aí eu é o que eu tô falando. A PEC 18 quer dar para eles força de polícia. Eu concordo porque eles já estão fazendo na cidade, eles já estão tomando tiro na cara. os mesmos deveres. >> Vamos construir >> perfeito >> uma previsão nacional pro país inteiro. Do tipo assim, para um guarda pegar um Fuzil, ele tem que ter tido tantas horas >> de treinamento >>
para um guarda sair de terceira classe para classe distinta, qual é o critério de promoção? Hoje eu sei, porque eu passei isso na pele, que existe uma uma coisa lá que diz assim: "O prefeito pode promover quem ele quiser a hora no determinada data". o o soldado, entre aspas, né, o mais recruta da da da guarda, ele trabalha na campanha do prefeito, o prefeito tá Eleito no o prefeito assume, quer transformar ele em comandando a guarda >> na hora. >> Acabou, acabou a hierarquia. >> [ __ ] >> ou seja, então tem coisas para serem
discutid, >> bagunçado negócio, >> tem coisas para serem discutido nessa concorda que tem, por exemplo, o crime, o crime eh, tá aí, né? O crime nosso inimigo é o crime, né? Só que a gente é A favor da guarda. Só que o coronel, o coronel tá explicando, tem que ter legislação para os caras poder trabalhar. E respondendo a sua pergunta que você falou no negócio da moto, se o coronel me permitir, que eu já trabalhei muito tempo na Rucan, né? O >> eu que falei que eu vi uns cara de moto, as motos e o
e o carioca perguntou, né? Porque que sobre o combate do do vagabundo que tá na moto, o problema o na capital, principalmente aqui na Capital, eh o o ladrão é beneficiado pelo trânsito, entendeu? Então o cara vai roubar com a moto, ele [ __ ] mano. Moto você mete ela na contramão e vai. Não, mas beleza, mas aí foi 800 que tá faltando é quantidade. O >> car também eu vi umas três, quatro quad, >> não sei se é o máximo que tem. Tinha que investir mais em policiais na todo batalhão tinha que ter um
uma equipe, um um pessoal para trabalhar de moto, porque moto hoje é o que anda em São Paulo, irmão. É o que anda em São Paulo. E o vagabundo viu isso daí, falou: "Não, meu, ô, vamos de moto que é o seguinte, porque moto o cara roubou aqui, o cara mete na contramão, >> o quatro rodas não pega nunca. >> Outra coisa que eu vi, eu vi na Bolívia, quando eu fui gravar lá, cheguei em na lá em como chama? Capital da Bolívia, [ __ ] Colômbia, desculpa. >> Bogotá. Bogotá >> e uns números no
capacete. E o cara e o se tá com garupa, o garupa com colete com os números nas costas. Eu, que [ __ ] é essa? Todo motoqueiro, >> o cadastro, >> os números no capacete. A placa, >> eu acho que isso ainda é pouco. Eu acho que aqui ainda dá para melhorar >> a placa. >> Não, aqui em São Paulo tentaram fazer issoent, >> mas tem uma ideia melhor. Eu já falei Até com o Derrite há muito tempo isso aí. Não, não, tem que fazer um negócio melhor. Eu tenho uma ideia que eu acho que
pode ajudar a resolver o problema. Um exemplo, >> lá eu, o secretário vai. >> Não, não é secretário. Eu sou da população. Se eu tenho uma boa ideia, eu apresento ao parlamentar. Boa. >> E ele sempre deixou o canal aberto comigo. Desde que ele foi deputado federal de hit. Eu dei essa ideia. >> A sua ideia. >> A minha ideia e já falei com telhadinha também. As a ideia é o seguinte, cada cara de aplicativo, ele tem que ter uma mochila rastreável. Um um tag na mochila. Tag na mochila. E >> se o cara saltar
sem aplicativo. >> Calma, vou dar um exemplo. Eles estão aqui abordando >> um policiamento normal. O cara tá de mochila, aborda. Se o cara tiver com a Mochila sem rastreador, vai preso. Por quê? Porque ele tá operando como um fantasma. E aí ele vai pro assalto. O cara é legalizado. Preso que ele tá com a mochila sem o tag. >> Claro. A mochila dele para ele trabalha. >> Se o cara mata e não vai preso. Imagine sem o tag. Não, não, não, não. Você não entendeu. Veja, aprendeu. Você quer que ele tem alguma penalização. >>
É, >> é isso. Aprende o veículo. Ele ele vai Responder. >> É multa. Por quê? Porque para ele andar com aquele com aquele >> com aquele bag com a mochila do do do restaurante, seja iFood, seja RP, seja [ __ ] que pariu o que for, ele tem que para rodar, ele tem que ter essa tag que tá interligada na na na central de polícia. E >> você acha que o Ladão não vai roubar a tag de um honesto e botar na dele? Não, mas aí ele comunica, desativa a tag, Vai, >> a tag vai
dar o lugar onde o cara dor, eu concordo com você >> que aí pra prova o cara me assaltou aqui, pega a tag do cara, realmente ele tava nessa rua nesse horário. >> Assaltar sem bag. >> Não, você não entendeu. Ele vai, ele pode assaltar sem a bag ou com a tag. O problema é, se a polícia pega o sem tag, ele já é como criminou, ele já tá cometendo um crime. >> Não tá bom. Se o cara não tá de mochila, >> sabe? >> Não, não, não. Isso é mais para esse problema da sua
ideia. Motys, eu concordo com você. Só que é o seguinte, toda o problema aqui no Brasil funciona assim, vamos tem tecnologia, vamos fazer isso para ajudar o motoboy. Aí vai, enfia a mão no bolso do motoboy, tem que cobrar, entendeu? Eu acho que tudo >> dele, eu acho que tudo que tem que fazer É igual voltou essa bosta desse negócio de vistoria veicular. Estão querendo colocar essa merda aí, essa bosta ganhar. Então aqui no Brasil tudo envolve. É que nem uma, tem uma regulamento, estão querendo fazer um uma regulamentação com os motoboys de os motoboys
ter um curso para eles fazer tudo. Só que aí vem o seguinte, tudo que os caras quer fazer, os caras quer cobrar. >> Óbvio. >> E o motoboy, cara, é um [ __ ] [ __ ] >> [ __ ] Cara que tá trabalha para caramba. Eu sempre, eu sempre defendo os motoboys. Eu sempre defendo os caras, porque, ó, chuva, sol, meu, é, é trânsito, é, é discriminação, >> comas motoca ruim, >> ruim. Entendeu, cara? Eu sou um cara que agora eu eu essa ideia sua top, é boa. É boa. Só que é o seguinte,
a empresa tem que disponibilizar isso. Sem cobrar cobrar, Quer rodar é iFood, Uber, não sei o quê. Tag no cara, tag na mochila do cara na na bolsa lá. Ele ele anda com aquele troço tagueado. Ah, o cara foi roubado na hora. Foi. E, entendeu? Você consegue pelo par, >> vamos ver se tinha alguma tag naquela rua naquele momento ali. >> Mas o Ladão não consegue tirar a tag e, jogar fora e assaltar com a mochila sem tag. >> Então, mas aí foi com o cara falou, o Cara tá sem abordagens na fiscalização. Sem tag,
ele tá cometendo crime, recolhe tudo, recole moto, recole tudo, entendeu? Muda, >> pegou sem tag. >> É porque a tag você é igual o cara rouba onde? Onde tá mais fácil. Tô errado. >> Sempre. Se o cara tá com uma mochila de aplicativo paraa polícia, >> ele é um trabalhador. >> Ele não é um suspeito. Exato. Ele tá simulando >> para poder operar. A partir do momento que você põe uma tag no na mochila, >> o cara já fala: "Caralho, eu tô sendo rastreado, então o golpe da mochila para me disfarçar já não vai rolar."
Você tem que dificultar pro ladrão, [ __ ] Na minha opinião, não é uma má ideia bola. E é uma tecnologia barata. >> Tá aí disponível. >> Tá disponível. Quanto custa um tag? Hoje você compra um tag por R$ 100, [ __ ] >> Então tem cara colocando no mar, >> tem cara colocando no marido aí tá [ __ ] >> Bola 100zão, menos de R$ 100 você taguei um cara e você coloca lá a tag e lacra na mochila do cara. Tem lá um lacre e tá lá tagueado. Acabou. A tag tem que bater
no sistema com o cara que tá aqui. Se não bater, recolhe tudo. Vai, aprende moto, aprende moto. >> Seria, seria mais uma, um uma um artifício de segurança, né? Mas é lógico, você mete >> você abordar o cara e ver se a tag tá Certo. >> Você entendeu bola? É para salto não vai adiantar muito. >> É claro que adianta porque salta sem tag, sem mala. >> Mas você não entendeu. Tem muito cara se passando hoje para [ __ ] Lógico. Número de cara com mochila, né? >> Por exemplo, e já tem um sistema, vou
dar um exemplo. Você tá na viatura, você já vai saber se o cara que tá com a tag e ele tá, ele tá igual a placa. Você >> vai acusar ali a tag, >> vai acusar que a tag tá não tá batendo com a placa da moto e nem entendeu? A câmera de OCR faz essa, já faz essa checagem automática.Então Sim. Então, velho, >> seria uma um uma um uma além, um a mais, é um plus, >> porque hoje eles estão, pelo que eu vejo nos vídeos, pelo que eu vejo eh nessas câmeras, nos programas
de policial, os caras estão usando esse artifício de Entregador para passar desapercebido. >> É porque na viatura, vamos dizer assim, não é mais tanto assim, na viatura você olha um cara com a bag sozinho, porque hoje como é que os caras estão roubando com moto >> beg sozinho vai, vai dois, três. >> Não, não. Os cara vai assim, ó. Duas moto, uma com cara sozinho, >> que é o que tá trepado, é o que tá armado, e uma com dois desarmado, moto quente. >> O caras estão passando despercebido, velho. >> Despercebido. Então o que que
tá acontecendo isso daí? O o modos operantes dos cara tá mudando. Antigamente era dois cara na moto. Você via dois car na moto, os caras estão roubando. É, desce o o o garupa enquadra, o garupa desce, a >> fana monta na moto e vai embora. >> Monta na moto, mete o cano na cinta e vai embora. Eu vi um roubo nesse dia na Tatira. na ticatina na na Jacupêssego. Só que eu não pude fazer nada, infelizmente, porque eu tava com a minha esposa e meu neto, o filho dele dentro do carro e eu tava de
carro e aí eu ia passar por cima do cara, mas a minha mulher começou: "Não, não, não, deixa, deixa parar, deixa para, mas eu pago o seguro do carro para isso, que é para mim se eu ver uma situação dessa, eu passar por cima do cara". E aí o o tava exatamente desse jeito, um cara sozinho Segurou o cara, vai desce da moto, pá. Os outros dois já foram descendo. Capacete da geral para ver se não tá armado. Pega a carteira, pega celular e o cara tá estrando o cara aqui, ó. Aí o o o
dos caras que tava na garupa já monta na moto do cara, >> vai embora, entendeu? E o o e o que tá o armado tá aqui, aí depois o outro vai embora. >> Você entendeu? Isso você tinha perguntado. Por que que aumentou tanto o Crime com moto, né? É, é, é interessante porque >> não, na verdade eu penso assim que o o marginal ele vai progredindo. Então, o cara começa na quebrada a saltar a pé. Sim. >> Aí depois ele compra uma bike, >> ele descola uma bike. Aí ele vai roubar de bike. Quando ele
faz uma graninha, ele compra a motinha. Por que a motinha? Porque é cultural das periferias nas festas o moleque vai comer gente de Motinho. >> De motoca. É >> por isso que eu gosto. >> Então ele cata a motinho. >> Ele cata motinho pras duas coisas. Para dar o rolê pra festinha, para fazer uma média com as meninas. E aí ele troca a placa e vai assaltar. É, é o objeto de desejo, não é um objeto de de serviço, entendeu? O moleque ele tem a motinho para dar rolê na quebrada, para ir no baile funk
para é cultural. Você não vai Pegar uns molequ na quebrada e falar assim: "Pô, levantei uma grana, vou comprar um HB20." Ele c tomar motinho, >> lógico. >> Da motinho >> para dar até para dar até a tal da grau >> do grau. Isso da motinho, ele vai ficando mais apetitoso. Ele quer a motona, >> entendeu? Ele vai, ele vai progredindo No desejo. É igual o pessoal fala de jet ski. Jets ski é o brinquedo do desejo de ladrão. >> É mesmo? Rapaz, vocês não tem muito. >> Não é só o assalto era para onde?
O jet ski pra favela. Não, primeiro que não, fiscalização de jet você quase não tem, não tem banco de dados de de chassi de jet. A viatura vai abordar, vai pegar, falar noha, é outra jurisdição. Ainda tem essa [ __ ] >> Não, mas a gente faz operação conjunta. Faz operação conjunta. >> Mas você não tem água. >> Você não tem banco de dados. >> Mas se tá na água é marinha. É uma polícia. >> Não, mas por exemplo, a PM pode fiscalizar. >> Você aborda um carro na rodovia, o cara taca na carretinha com
o jet, entendeu? Você não tem um lugar onde você vai entrar com o número e falar assim, ó, quem é o dono desse jet e aí? >> Ah, não existe isso >> não. Não tem o banco de dados para polícia. >> Não tem chassi. O jet tem saxi. >> Não, mas não tem um banco é xi. >> O que que vai acha? >> O que que vai xa? >> Tem sac >> o que que vai acontecer? Você vai virar pro cara falar: "O jet é teu"? Ele vai falar: "É, dá o documento." Já viu o
documento de jet? É um papelão verde. >> Não, é uma nota fiscal. >> Nunca vi. Não, é um papelão verde, é um cartão. >> Eu nem conheço. >> O cara faz, o cara faz isso no na na casa dele. >> Aí, beleza. Você não tem onde checar em banco de dado oficial se é roubado ou não. É. Entendeu? >> Então é o seguinte, >> outro dia eu vi os caras saltando a turma de jet na água. Não, não. Bega, Guarujá, os cara salta direto. >> Água. >> Você tá com a tua mulherá boiandinho, gostosinho. Gente,
aliança, >> toma tudo. Então, mas esse aí os caras foram bacana. Esse os caras foram bacana, esses bandidos aí porque eles roubaram. Mas não levaram o jet. Tem caso lá na Baixada dentro na na tipo numa prancha com áu. Então tem casos lá embaixo, mano, que os Caras joga na água de colete e sai fora com o jet. Você fic você fica a deriva. Ah, que legal. >> Já imaginou? Tipo, os cara cola dois diabis diabo cola com o jet do seu lado. Fala aí, boy perdeu. Pá, >> curtindo uma banda, o cara te joga
no mar e vai embora. Por iso que coloque rastreador no jet. >> Por isso que até para cagar eu vou armado, cara. Se eu tô na praia, eu tô armado. Éô armado. Dentro d'água não dá, Né? Mas depois eu >> tem o tem o porta treco. Você é que você pode, né, irmão? A vantagem joga no porto. >> A vantagem é essa daí. >> Então, mas o >> nós não podemos, né, irmão? >> É o que eu ia falar para vocês assim, ó. A molecada das comunidades, eles tm objeto de desejo. >> Fizeram, né, mano?
Foderam a gente. >> Moto é um, jet é outro. E conforme ele vai progredindo no crime, ele vai adquirindo essas porras no crime. >> Uhum. Então eu vou falar para você, eu comandava lá, eu comandava o batalhão rodoviário lá na Anchieta, >> os primeiros 7 km da Ancheta margeia a Eliópolis. A Eliópolis não, aí é imigrantes de Adema Imigrantes. >> A Eliópolis acabava o baile funk do Elipa. >> As motos vinha em comboio. Tudo 100, 100, 1000, tudo que você puder imaginar. Sem placa só diabo montado. Aquele aqueles [ __ ] com boio de moto
parar. Então, a gente >> metralhadora. Inclusive, eu tive um, eu tive um caso lá que a policial sentou o pau nas costas do ladrão que ela foi parar, ele jogou a moto de cima para atropelar, ela saiu e deu >> mas se fodeu, ladão, entendeu? Então é, é assim, ó. >> A moto você percebe que é objeto de desejo na quebrada. >> É. >> E eles usam a moto para fazer o assalto. Então, aumenta muito o número de crimes com moto. Não é porque você fala assim: "Mas qual, por que da moto?" Porque a moto
é objeto de desejo do ladrão. É igual o jet, >> só não é só desmanche de >> não. O cara não vai comprar um HB20 para ficar assaltando, >> inclusive de moto. Como é que você vai acompanhar uma moto com a quatro rodas aqui em São Paulo, cara? >> Não esquece. >> Esquece, [ __ ] Então essa também é uma uma os caras visto aí, fala: "Não, nunca >> e sem contar que, pô, você bateu uma viatura >> acompanhando uma moto, >> você tá [ __ ] >> É mesmo? Sei que paga". >> É, [
__ ] Não, >> na maioria >> é isso já foi. Hoje em dia, hoje em dia tem trabalhando, >> hoje em dia tem um, hoje em dia tem, a gente tem que ser honesto com, com a mudança, né? Porque ele já aposentou já faz um tempo. E existe existe um parecer da procuradoria do estado, hã, >> que aliviou pros policiais, >> porque antes era assim, você cobra, Antes a gente pagava canção de pagava tudo. >> É, >> é mesmo. Você batia, >> na verdade você não pagava. O comandante chegava para você e falava assim, ó,
aí brother, enquanto você não levantar essa viatura, aí você vai ficar no interno, na administração, >> correndo os amigos para arrumar. Aí você saía, você ia naqueles >> buscando >> não, você ia naqueles funileiros que o cara era mágico, velho. Não era PT, era destruição total. Quando você voltava lá, a viatura tava inteira. Você falava: "Caraca, velho, como é que você fez isso, mano?" >> É um uma um hoje em dia como que tá pagando? >> Não, hoje em dia, hoje em dia, assim, eh, essa essa esse parecer da procuradoria deu uma protegida nos policiais.
Então, >> eh, as sindicâncias apuram. Se você bateu a viatura, você causando acidente, porque uma coisa tem que ser dita. O cara, por ele ser policial, ele não tem sinal verde para fazer qualquer cagada dirigindo ela por causa de uma ocorrência. >> Sim. Perfeito. >> Vou dar um exemplo para Eu já eu tive uma ocorrência na rota que os três, eu cheguei, os três policiais estavam com fratura de pescoço mortos no local. [ __ ] >> é [ __ ] Eu ten eu tenho uma outra ocorrência em Campinas que a viatura de rota ficou em
cima da árvoreal morto. >> Eu na área do 19 no Parque do Carmo, caráter geral, o veículo roubado passou na nossa frente. Eu tava no DP apresentando um flagrante. Nós entramos, nós fomos entrar atrás para apoiar a viatura. Quando ela fez a curva lá na Jacupê, nós chegamos, a viatura tava Entre o poste e o muro, os do policial falecido dentro. [ __ ] que par. >> Então é assim, o policial não tem carta branca >> para fazer o que >> para fazer qualquer merda só porque ele tá indo para uma ocorrência. Não é assim.
É, eu tenho prioridade. Eu eu excedo velocidade, mas eu tenho que ter cautela. Quer ver uma coisa que a gente dá instrução pra tropa? >> Cruzamento. Não roleta. Você Segura, olha mesmo com sirena giroflex ligado. Não mete o louco, reduz e passa. >> O coronel tá falando é no papel, meu irmão. Na hora que você liga a sirene, cara, >> nervoso. Não, na hora você fica em visão na adrenalina e na PM o coronel sabe quem quem pilota sabe que tem um uma uma desgraça, uma visão em túnel. Então quando você você você tá aqui
no cara, é o cara você quer, principalmente Quando eu eu patrulhava de moto, quando pra quantas vezes eu roletei avenida, cara, o ladrão roletav isso, é um problemaço. Porque qual que é a sua obrigação como chefe? >> Orientar, >> lógico. >> Entendeu? Porque uma coisa é quando dá certo. >> Depois quando dá errado, é o chefe que vai lá avisar a esposa: "Ó, seu marido tá morto lá". Porque ele >> porque ele roletou e a carreta passou. >> Então no meu início de carreira eu era [ __ ] Eu batia a palma, achava da hora.
Vai, mano, vamos pegar, vamos pegar, vamos pegar, arregaça. Eu tive uns oito acidentes de viatura, >> entendeu? Eu, e eu >> Então é assim. Aí você vai vendo, >> mas é [ __ ] que vocês andam sem cinto, né, para descer rápido a viatura. >> Não é da hora desvirar a viatura para sair de legal para [ __ ] Entendeu? Segurança. >> Primeiro que é o seguinte, normalmente quem vai sentar no colinho do comandante é o tenente, comandante de força patrulha ou o sargento. >> Aham. >> Os caras vão chamar depois e falar: "Amigão, como
é que foi esse acidente aí?" Porque as quando é para criticar quando é para criticar comando, eu sou crítico para [ __ ] >> Várias não dele não, mas de vários Outros. É, eu sou crítico para caramba ao comando da da segurança pública. Eu sempre fui um coronel crítico, um um oficial crítico. Mas tem coisas >> que a vivência, maturidade vai te dando e você fala assim: "Cara, >> eu eu vi como foi o enterro desses policiais. Eu vi o que a família sentiu, entendeu?" Então você na função de chefia, sabendo que o tesão, qual
que é o tesão de ser polícia? Que você ganha mal, você só lida com merda. O tesão de Ser polícia é essas adrenalina de você acelerar, ir para cima do diabo, você cair para dentro de uma casa onde o cara tá omiziado, você de fuzil andando no mato, sabendo que tem 10 caras de fuzil lá escondido, você não sabe onde tá, que nem agora em janeiro passado, a minha ocorrência de carga dá tesão, adrenalina, vai lá em cima, você fica, nossa senhora, eu nunca cheirei, mas deve ser igual. >> Você fica na louco, >> a
gente fica viciado. Adrenalina, >> adrenalina vicia, >> entendeu? E aí é o problema da chefia. Se você resolveu ser chefe, porque se você quer ser doido inconsequente, continua soldado, >> tá? >> Porque a hora que você resolve ser chefe, você tem a vida do teu subordinado na tua responsabilidade. >> Perfeito. Tem que dar. >> E aí, meu irmão, aí, meu irmão, é assim, Ó. Eu falava isso para todos os comandantes porque eu dei aula na academia de polícia há 10 anos. Eu falar pr os caras assim, ó: "O dia que você chegar, sua viatura tiver
abraçada num poste e o teu polícia tá lá com a cabeça aberta, os miolo caindo morto, você tem que se sentir culpado, porque você não engravidou a cabeça dele de que ele não poderia roletar um cruzamento, que ele não poderia acelerar essa viatura a esse ponto." >> A gente como chefe tem responsabilidade em cuidar da vida do subordinado, cara, >> e dá limite, né? >> E ficar toda hora botando na cabeça dele, mano, você tem família, se acalma, vai na manha. Tem um polícia que trabalhava comigo na rota chamado daio. O daio era lunático. Sabe
aqueles caras de academia que come 40 ovos, batata doce, aqueles bombadão. Sei >> mano, eu sentava, ele não era o meu piloto fixo, mas quando >> ele entroito, o cara dava uma dirigidinha. >> Não, mas ele ele pegava a barcona, mano. É tipo assim, ele tava lento, ele tava 120 assim, ó. Eu andava do lado dele, falava: "Jesus, mano, uma hora vai dar". E ele roletava cruzamento. Toda hora eu dava tapa no peito dele. Eu falava: "O dalgio para de roletar, [ __ ] você vai matar a gente". Ele: "Tá de boa, tá tranquilo." Ih,
a milhão. Eu nem gostava de pegar ele de motorista. >> Tranquilo, fica. >> Eu falava d cé comigo, [ __ ] >> E eu tenho um acidente gráve na Castelinho >> que nós nós arrebentamos cinco barcas de uma vez. Olha o preju polícia. >> Cinco. >> É. Olha a sorte. Eu conto essa história, os caras dá risada. Eu eu fiquei preso, >> boi da merda, cara. >> Eu fiquei preso por causa de um sargento. Sargento, >> sargento. >> Sargento, cara, é o que faz a polícia andar. >> Sargento é [ __ ] >> Sargento é
[ __ ] >> Ó lá a carinha dele, ó. >> Não, mas é verdade, mano. >> É verdade. >> Sargento. >> Eu não tô puxando o saco dele não. O sargento é o cara que move a tropa, >> porque a tropa ouve o sargento e depois O tenente. Mas quem fica com a tropa ali mesmo? Eu sou, eu sou subtenendente, mas eu não, o cara fala sub nem óleo. Sargento. É, fala aí. >> Então é assim, mas o o esse sargento me deixou preso, o Robertinho. >> Ah, >> que que acontece? A gente tava num
grupo de rotariano tudo afastado com os psicólogos por causa de morte. E aí, cara, quando você trabalha na rota, você tem o seu pelotão, que todo mundo sabe Mais ou menos como você pensa, entendeu? Vou dar um exemplo para você. Eu chego pro meu pelotão e falo assim, ó, eu não gosto que zoa mulher de ladrão. Beleza? Se eu entrar de novo nesse barraco, você tiver zoando a mina do ladrão, eu te tiro do pelotão. >> É um jeito meu de trabalhar. Tem outro tenente que fala assim: "Pode zoar do cachorro a avó, >> [
__ ] >> É ladrão, é, é, a família inteira é Latrina". >> É o sg gente falou isso daí, né? >> Tem cara que tem cara que pensa assim, eu não, eu não. Então os caras que trabalhavam comigo falavam assim, ó: "O chefe paganou não gosta que zoou a mulher." >> Vamos respeitar. sabia, entendeu? Então, cada comandante diz mais ou menos como ele é pra tropa. Quando você trabalha um tempo com essa tropa, tá todo mundo engrenado. É difícil dar merda. >> Só que quando a gente trocava tiro e dava morte, a gente ia tudo
pros psicólogos. E é uma viatura da noturna, uma da vespertina, uma da matutina, cara, que às vezes você nunca trabalhou da [ __ ] >> todo mundo lá trabalhando a pé e fazendo desenhinho, cortando a arrvorezinha lá para para pensar porque matou, >> fazendo aquele vaso de de barro. Fiz muito, >> pô. Depois eu conto para vocês. >> Quer dizer, eu nunca >> gost nome lá. É, então eu nunca consegui fazer aquela [ __ ] daquele vaso, mano. Eu ia fazer aquele negócio lá, aí t quebrava tudo. Colocaram a gente deitado nos colxonete com aquela
enênia tocando. Manja, >> nossa, botando um sono. >> Sargento moreno, [ __ ] de um bichão, o bicho era embaçado para ir para cima dos ladrão grandão, mano. Ele roncava, parecia uma um trator do meu lado. Aí eu Chamei a psicóloga, falei assim: "Não aguento mais o moreno, man. Eu vim aqui para desestressar essa [ __ ] Tá roncando do meu lado". A psicola falava assim, deitava aí, colocava um barulhinho de água, né, na televisão, os passarinho, né, a gente colocava um bagulho pra gente deitar no chão, né? Aqui vocês vão relaxar, pensa que você
tão não via mais nada, tá dormindo dormia que roncava. Ô, eu dormi dentro do da daquela máquina de fazer de fazer E como é que é? >> Ressonância, dormir lá dentro. Trampo. >> Eu também durmo. Eu durmo gostoso. >> Dormi gostoso. >> Cara, o trampo de vocês é um negócio muito [ __ ] Aplaudir conta aí. Aí o que aconteceu? A gente tava tudo lá, todo mundo restrito, não podia chegar perto de arma, de viatura, fazendo essas papagai que só tem maluco lá. Os caras tá falando para você, os caras do lado assim: "Ô chefe,
[ __ ] precisamos Voltar a viatura para sentar o pau em outro ladão, mano. Os ladão tá multiplicando e nós aqui atrapalhados. A gente, calma, mano. Não fala essas porras que os cara ouve aí, eles arrebentam a gente, transfere a gente, os caras [ __ ] aí, beleza, estamos tudo lá. Um dia chega uma ordem, todo mundo se apresentar correndo na rota. A gente, ol, acabou o esquema aqui, vamos voltar, mano. Que da hora. Atravessamos. Quando nós chegamos lá, colocou a gente no Pátio. Era uma tropa toda eh espalhada. >> Eu era o único tenente.
Aí chega o comandante. >> Hum. Que foi, cara? Tá aí >> não tinha um uma uma linhazinha aqui. Eu cortei ela >> que ela puxou a peixeira que tinha uma linhazinha calça aqui enchendo o saco, cara. >> Aí mano, o cara virou para mim e falou assim, ó, vocês vão fazer uma escolta de preso para presidente Prudente, tá? >> Vocês vão levar vários ônibus lotado de vagabundo, que é tudo volta periculosidade pro interior. Monta aí seis barcas que vocês vão para lá, vocês vão, dorme lá e volta. Falei: "Porra, mano". Aí eu montei uma equipe,
esse sargento Robertinho, maligno do caramba, eh, era cabo, foi ser meu motorista, nunca tinha dirigido para mim. >> E nós fomos, cara, [ __ ] até lá, velho, >> dente. Prudente é longe. >> E a gente não quis dormir lá no presídio E comer no presídio porque os rotariano é um bicho embaçado, entendeu, mano? Os cara, ô chefe, não vou comer comida de presídio nem [ __ ] Aí falei: "Tá bom, então vamos parar no comando." Paramos num CPI. >> Com Não, mas você é fura, caramba. Não era doutrinado. Polícia, polícia regular, a gente fala
que é fura bombo, é, é os é os caras da bagunça, entendeu? Rotarian que vive. >> É pior que é. É os fura que carrega PM. >> Aí a gente foi num comando e dormimos no comando. Quando deu 6 horas da manhã, eu falei: "Galera, vamos embora". Por quê? Porque os caras t bico, entendeu? >> O comando não tá nem aí com isso, mas a gente sabe que tá próximo da tropa, fala assim: "Os caras estão perdendo dinheiro na hora de folga." >> Então vamos embora. Aí cara, aquele comboio de rotona, seis barca, mano, a
milhão na faixa um. que era se lembra? >> Era aquelas é blazer se cilindro 4.3 Anda pr [ __ ] >> aí mano eu olhava assim óade >> eu olhava no retrovisor mano eu olhava no retrovisor assim eu vi aquele chicote de zangada para trás e nossa, que da hora você vibra mano arrepia e ua a milhão falava cara era para fazer em 5 horas São Paulo, nós vamos fazer em três, né mano? E eu olhava, Robertinho, tá bem? De boa, chefe, pá, milhão. Aí eu falei assim, ó, tá acabando a gasolina, nós temos que
abastecer em Botucatu. Ele, beleza. >> Falei, nós vamos abastecer em Botucatu. Ele já falou, mano. Falei: "Tá bom. E tô vendo as placas. Entrar acesso para Botucatu x km. Ah, foi diminuindo." Eu falei, "Nós vamos abastecendo em Botucatu". Ele: "Porra, toda hora". Eu falei: "Tá bom". Aí, mano, a hora que eu vi chegando o acesso, eu falei: "Ô, [ __ ] é o acesso aí". Ele quando ele girou assim, ó, mano, >> as que vieram atrás foram girando tudo. A minha já deu um giro, deu no guardeio e saiu rodando, batendo no acesso que passava
embaixo assim, ó. A que veio atrás rodou. Eu vi a traseira da que veio atrás de mim passar no meu na minha cara assim na janela e bater. E eu escutei um barulhão. Bom, quando eu parei de bater, que eu desci, eu queria bater nele, >> lógico. >> Só que eu olhei para cima, os caras estavam correndo para cima, tudo a pé os Polícia. Quando nós chegamos em cima assim, uma barca nossa não conseguiu entrar batendo, passou reto e saiu capotando lá no Talud. [ __ ] que >> parou com as rodas virada para cima,
>> man. Falou, morreram, né, mano? Aí saímos descendo no Talud. >> Quando eu cheguei lá embaixo, os caras estavam meio que preso. A gente virou um lado, três saíram, só que um era grandão, acho que era o Sydney, e ficou preso. Só que ele não se machucou, ele Tava preso por causa do tamanho dele que amassou a barca. Aí os caras da concessionária chegaram, conseguiram com hidráulico abrir a porta e tirar o Sidney. Lucas. >> Aí os caras chegaram e falaram assim: "Melhor socorrer o Sydney para dar um quando bater lá no comando, falar que
o polícia tá machucado, os caras vão tirar um pouco >> a pressão, a [ __ ] que vai entrar no do senhor, né? Eu já tava em choque, né, Mano? O cu tava florado já. Nós a gente tava em seis, >> foram três batidas e uma capotada. Uma escapoliu. >> É, a gente batia uma viatura na rota, os cara transferia, eu tava com quatro. >> Nossa. >> Aí cara, eu tava assim, ó, juro para vocês, cara, eu falei assim: "Como é que eu vou ligar pro coronel?" E o coronel tinha sido corregedoria, era uma zica.
>> Falei: "Meu Deus". Eu reuni os cara, falei: "Meu, vocês conseguiram, hein, mano? Eu já fiz uma par de ocorrência, uma par de coisa maluca, mas vocês vão me arrebentar por causa disso, cara. Os cara, chefe, se acalma, se acalma. Aí, mano, chegou o guicho. Chegou o guicho da concessionária, velho. Olha só. Chegou o guicho da concessionária, >> foi lá, enfiou um monte de cabo de aço e começou a puxar a barca >> do buraco. >> Do buraco. E vai, puxa e puxa. Ela foi dando aqueles estalos, né? Ah, quando ela chegou no topo assim,
ó, mano, quebrou o bagulho do cabo de aá que saiu capotou, foi parar mais longe ainda lá embaixo. Falei: "Bom, agora pá de água, pá de cal na minha carreira, né? Vocês conseguiram? Os cara não, chefe, pera aí. Nisso veio uma viatura da polícia rodoviária. A polícia parou. Eu não, eu ainda não tinha sido rodoviário. Parou, falou: "Chefe, [ __ ] que merda, o polícia tá bem?" Eu falei: "Não, foi socorrido, mas tá bem. O resto tá todo mundo legal". Ele falou assim, ó, escolhe uma barca para eu arrumar agora. Eu como assim para você
arrumar agora? Ele falou: "Eu vou levar na concessionária em Tatuí, >> que eu tenho um brother lá, >> que o dono da concessionária, meu amigo, ele vai arrumar agora". >> Eu agora, agora ele falou: "Hoje a barca tá pronta". Eu falei: "Não, falei: "Não É possível". que não foi, foi a do Mão Talvão. Falei: "Não é possível, mano". Ele falou: "Chefe, eu vou agora". Ele chegou na concessionária, mano, os caras falaram: "Ah, daqui 15 dias você vem buscar". Ele ligou pro dono. Os caras arrumaram no dia. >> [ __ ] >> a minha barca, o
coronel Alexander Toaldo era capitão comandante em Botucatu e tinha sido rota comigo tenente. Ele é um tenente famoso por, Ele é um coronel famoso por duas coisas. Ele é aquele coronel que falou bem pro Bolsonaro no governo Dória e tomou uma invertida. >> É. E ele quando era tenente comigo, nós tivemos uma troca de tiro em Itapecirica e a gente tava com Cidade Alerta. Quando chegou Cidade Alerta, ele pulou em cima do ladrão que ele tinha baleado e começou a fazer RCP. >> Engan [ __ ] mano. >> Já tinha colocado um torniquete no Pescoço
do cara, [ __ ] >> Já tinha lançado um torniquete no pescoço. >> Aí eu liguei pro Alexandro e falei: "Irmão, tô aqui na tua terra". Ele: "Caralho, brother, você tá aqui, cola aqui". Eu falei: "Nossa, tô com problema. Tô com a minha barca moída. A lateral inteirinha dela ralou num rei aqui na rodovia. Ele falou: "Vem para cá que tem os carrumar para você". Falei: "Sério, cara, eu entrei numa oficina em Botucatu, os caras compraram o paralama dianteiro, já saíram fazendo massa, limpando tudo e ainda compraram uns lanches de metro para nós, para você
ver como os caras gostavam da polícia na viatura." >> E a outra, os caras foram numa outra oficina e arrumaram. Beleza. A gente era para chegar 2 horas da tarde na rota. Eu liguei pro comandante, falei para ele assim: "Coronel, >> vou atrasar um pouquinho, >> zica, ele que que foi, caralho?" >> Falei assim: "Coronel, o seguinte, uma viatura se perdeu na entrada do acesso e caiu no talude PT na viatura. Eli os polícia, eu falei: "Não, tão bem. Um foi socorrido, mas é pró forma. Ele tá bem, eu não vou sacanear o senhor não,
ele tá bem. Foi só para tirar dúvida, mas tá bem. Aí ele, [ __ ] você tava em velocidade alta, né? Falei: "Não, chefe, areia no na no acesso >> velocidade da vida". Ele o [ __ ] Quando você chegar a gente troca ideia, uma só. Eu falei: "Não, como é? Foi areia. Ele não quero saber, depois nós troca ideia". Desligou, beleza. Mal sabia que tinha três nas oficinas. Aí, cara, era pra gente chegar, era pra gente chegar 2 horas da tarde. >> Nós fomos chegar 1 da manhã porque ficou o dia inteiro arrumando. >>
Beleza. >> Aí cheguei, fui embora, né, mano? E lá as rotonas vai por companhia parada uma Atrás da outra. Tem é tipo toque, né, mano? os bagulhos tudo certinho, >> tá tudo certinho, organizado. >> Tirei folga, no outro dia, fui lá, tô lá trabalhando no microfone lá, tenente paraoto, quer no comando. Falei: "Puta, fodeu, velho." Aí subi lá, cheguei lá, tudo bem, coronel? Tô com pelotão, educação física, daqui a pouco estamos indo pra rua. Ele que aconteceu anteontem na escolta? Eu, o cara se perdeu para entrar, ele tinha areia, ele Para, cala a boca, fala
real. Que que >> eu falei comando, foi isso? Ele se perdeu, caiu, rolou o talude, perdeu a barca. Ele falou: "Ó, por consideração a tudo que você já trabalhou aqui, por tudo, por consideração a tudo que você já trabalhou aqui pela sua mãe, a minha mãe era professora de escola pública e minha mãe dava aula de sábado para alguns alunos que queriam entrar no Barro Branco de graça." >> Ah, que legal. >> E ele e ele foi um desses. >> Aí ele pegou e falou assim, ó: "Por consideração a tudo que você fez aqui já
e sua mãe, eu não vou dar um pé bem dado na tua bunda, mas eu sei que não foi isso." Falei: "Mas do que que o senhor tá falando, chefe?" Ele falou: "Desce e vai olhar as barcas estacionada". Mano, a hora que eu fui olhar, >> tudo torta. >> Não tava torta, cara. Não deu tempo de secar a pintura, >> tudo derretendo. >> Na estrada a 120 por hora ficou aquele esticada a pintura dela inteirinha da frente até o fundo foi esticando a tinta. Não, não tinha secado, mano, o berniz tudo. >> Então você olhava
para ela assim, parecia que alguém veio com canhão de água e ficou espalhando a pintura assim. Eu falei: "Nossa, mano". Aí fiquei quieto. Fiquei quieto. Os cara chefe >> também, [ __ ] Fast food arrumou o mesmo dia, cara. É o qu os cara, chefe, na moral, vamos procurar de novo funilaria aqui em São Paulo. Vamos dar um tratinho para ficar legal, dar uma polida, adesivo novo, senão o senhor vai tomar um pé na bunda. Eu falei: "Não, me ajuda, mano. Essas três barcas tem que ficar perfeito". Aí os caras arrumaram, >> arrumaram, >> ó.
Essa é a vida do polícia. E tem gente que fala, vê, vaya, fala os cara, cara na merda pr [ __ ] >> O cara fez bendo. Ele avisou, vai entrar, vai entrar falando para você assim, >> tem uns cara que eles são acelerado, entendeu? Se você como cheirar, tem você não brecar, você morre, você vai morrer, >> entendeu? >> Você vai morrer, meu. >> É. Ô, eu tive, eu tive um acidente. Eu Tive um acidente na Marquês de São Vicente, cara. tava o segundo choque tava trocando tiro ali no na Santa Cecília e eu
tava pertinho recolhendo lá >> e eu trabalhava com o negrão, o biringela, mano. O cara era enorme. E atrás da barca assim tem o [ __ ] que pariu, né? Aquele ferro que protege os polícias de trás para segurar. >> Cara, a gente pegou a faixa de buzão, cara, da gente tava vindo a milhão, a milhão. Chegou no cruzamento o cara, um Cara com uninho, ele fingiu que ia parar pra gente passar. A hora que o polícia pisou, ele veio. >> Cara, eu nós catamos o ninho em cheio. Eu tacamos uno, foi parado na praça
lá assim, ó. O negão, biringela, veio parar quase no meu colo. O ferro do [ __ ] que pariu, abriu, quebrou, ele veio pra frente. Eu olhei para trás, falei: "Mano, você tá bem? Ele tava aqui, o Biringelo." Falei: "Nossa, Henrique, que [ __ ] é essa, velho? Ele chefe do céu, Não sei como é que não quebrou meu braço. Aí desembarcamos, corremos lá no Uno. O Uno tava virado da Avesso. Aí chegou lá o cara fazia assim: "Ai, ai, a gente [ __ ] mas você tá até quebrou alguma coisa, tal. Ai, beleza." Aí
chegou o resgate. Chega o resgate, tira ele e põe ele na maca. Aí os caras do resgate mexe, mexe, mexe. Falou para ele: "Vai, meu, levanta, >> não tem [ __ ] nenhuma. >> Levanta". Aí o cara levantou, beleza, Você foi pra Santa Casa. chegou na Santa Casa e o comandante querendo, o coronel Brandão querendo me arrebentar porque bateu a barca. Aí aquela pressão, tudo aquilo, cheguei no cara, falei: "Vai, mano, vamos embora. Vamos embora. Tem que fazer ocorrência, sindicância do teu carro, tudo". O médico falou: "Eu só libero ele se ele mijar, mano. Ele
tem que urinar porque eu não sei se ele tá com alguma, >> sair do sangue, é >> com alguma lesão interna". Aí eu cheguei no cara, falei para ele: "Ô, mano, vai lá, dá uma mijada lá que a gente precisa ir embora." E ele: "Não, tô com vontade de fazer xixi". Mano, mano, >> pera aí, deixa eu dar um chute na sua bexiga. Cada uma que a gente aguenta, velho. Bexiga. Mas foi difícil fazer fazer o o meninão, o meninão fazer xixi. Não, e aí tem gente que acha que a nossa vida é Fácil. >>
Não é fácil, cara. Não é fácil você lidar com todo tipo de de problemas externos e internos. O interno é [ __ ] O interno é fodar quant quantos policiais da C São Paulo hoje? >> É não. O meu batalhão rodoviário eu tava comandando 500 policiais na divisa do Paraná até organizar essa turma velho >> é [ __ ] Era do [ __ ] Trampo e assim é >> e a responsa, né? >> Cada cabeça é policial e policial fazendo cagada, fazendo merda direto. O que mais tem? Então >> ó, ele falou das motos, né?
O sistema enchet imigrantes tem tentativa de latrocínio toda hora de moto grande. >> Hum. Os malditos chegaram a balear um casal. O o marido e a mulher tinha quase 70 anos numa scooter. >> Que é isso, velho? >> Na chegada os caras sentaram o pau balharam os dois >> para roubar uma scooter. >> Uma scooter. Então assim, ó, eu tava com uma pressão ferrada em 2024 por causa desses assaltos. Já tinha tido latrocínio, tudo. Beleza. Começamos a fazer operação de moto. Montei uma equipe de Rocan com as BM. >> Aí >> Bona. Aí sim. Aí
sim. >> A policial feminina hoje ela tá na zona leste, acho que ela tá no 19. Era uma da equipe, dois caras e uma policial Feminina. E eles operacionais, toda hora pegando corrência, indo para cima. Em se meses ela tomou três capotes, fraturou cotovelo, fraturou braço. Eu tive que chamar a equipe, falei assim, ó: "Vocês vão morrer. >> É, >> vocês vocês vão morrer. Em seis meses ela já tomou três capotes. >> Diminui, velho. Deixa fugir. Se não conseguir chegar, vocês vão acabar morrendo. Porque o ladrão, velho, ele Ele é louco. >> Ele quer que
se [ __ ] >> Exatamente. >> O polícia tem família, mano. >> E eles ficam, eles focam. Esses caras são doido, velho. Eles tocam por isso eles toca são [ __ ] >> Deixa te fazer uma pergunta. Como é que tá essa situação de drone hoje? A polícia tem feito um porque >> é porque é uma coisa assim que se a polícia investisse seria uma coisa em Que >> não tem drone para caramba. >> Não tem drone para caramba. Todos são usar drone não fala a verdade é efetivo. Não é não é >> não. Ela
é boa assim. por exemp uma uma tecnologia >> eh que ainda esteja sendo eficaz. É isso. O helicóptero ainda é óbvio, né? O helicóptero é maravilhoso. Eu acho, eu acho que tá >> também não gosta não, cara. Eu sou Piloto de helicóptero. Eu adoro, eu sou apaixonado por helicóptero. O helicóptero é muito mais o visual >> é bom para resgatar o medo que el >> é difícil, brother, enxergar. >> Mas não tem a câmera igual o da tena lá. Os caras ficam seguindo com a câmera lá. É sensacional. >> Mato, mato, mato. A termal pega
>> a termal maravilhosa. A >> termal pega mato. >> Mato, >> mato. Mas na área urbana você conseguir ver um cara dentro de comunidade correndo de águia difícil. >> Mas o o mato é muito bom. Eu já fui já tive uma coisa para correr pro mato e o Águia chegou >> e o cara tava miziado no mato, né, meu. Aí o Águia foi, baixou. Não, nem termal. Ele baixou o vento. Aí o cara tava lá fal: "Vem >> no dia dá para fazer isso. Bom resgar >> no dia dá para fazer isso. No dia dá
Para fazer". >> Mas os drones lá tem uns termais que >> eu tinha termal na rodoviária. >> E aí cara eu vou falar uma coisa para você. >> Um cara na cana. >> É. Então aí eu vou falar uma coisa para você assim ó. É bacana porque você faz uma propaganda, tem todo um visual de tecnologia, o caramba, e os ladrão fica preocupado, tal. Beleza. Agora você vai me perguntar assim: "Qual é o grau de Eficiência?" >> É isso. Qual? >> Me passa o resultado de quantas prisões vieram resultado de drone. Qual auxílio? Qual auxílio
drone? >> Não, mas aí o que acontece, sabe? Sabe no drone é bom numa operação igual reintegração de posse? >> Você vai fazer uma reintegração de posse de um terreno enorme. Aí o drone vai filma tudo, vê onde tá a concentração. Exatamente. Ó, tem uma concentração. Aí Você divide o policiamento, né? Aonde o drone mostrou que tem uma uma quantidade de pessoas ali que é para para ser no caso >> igual do cho marcando bem bem bem vai ficar aqui [ __ ] >> É que tem umas coisas cara que >> essa turma sai correndo
na hora. >> Esse tipo de coisa que eu falo, eu eu depois eu apanho para [ __ ] meu. É [ __ ] Mas é a verdade, cara. Você chega lá num num centro, senhor pratica Sincerídio. Sincerde é ferda, né? Você vai num centro operacional de inteligência de não sei o coi não sei o quê. Você olha lá, você tem >> 300 câmeras. Aí todo mundo, meu, os caras são fodidos, os caras estão observando tudo. >> Aí você fala assim: "Me dá o resultado de quantas prisões foram por observação do monitoramento daqui". O Smart Samp.
Então >> não, o Smart Sampa é diferente. O Smart, O Smart Sampa ele processa automático e te dá o negócio. >> Não é uma pessoa olhando. >> Os cara pegaram 1000 pessoas procuradas no começo do ano. >> É agora >> até até uma uma vereadora. >> O SM até uma vereadora. >> Vereadora >> é a saidinha. >> Qual é o problema do Smart? Me conta um pouco sobre o Smart Sampa. Tem que Explicar pra galera. Smart Sampa é um sistema de câmeras integrados que a polícia tem. Não é isso? >> Inclusive, se você tiver uma
câmera na sua casa, você pode integrar com com smart samp. Ah, >> se você tiver uma câmera que a rua é o projeto. >> Ah, tá. Não não é que não pode. Eh, tudo isso é muito novo. >> Então eles eles estão projeto inicial eram 20.000 câmeras compradas Do município, >> tá? >> E um projeto para agregar mais 20.000, >> tá? >> Então, o agregar mais 20.000 É o seguinte, você pode entrar lá no sistema, dizer que você tem uma câmera na porta da sua casa e que você tá disposto a ceder o acesso via
IP para imagem sua servir. >> Perfeito. >> A prefeitura vai chegar a um ponto que Ela não vai pegar qualquer câmera, ela vai fazer uma análise de de o quanto é viável, >> é o quanto é viável a tua câmera estar no sistema. Tem que ser lugares que sejam bons também pra segurança pública. >> Sim. Qualidade da câmera é boa, uma boa visualização, >> um local que tem um um bastante fluxo de pessoas, né? >> Então o Smart Sampa e o Muralha Paulista que é do estado, o Smart é da do Município, eles têm a
mesma concepção que é câmera processando informação e dando dando ou de placa ou de placa. É. >> Entendeu? >> É. Então eu vou explicar uma coisa para vocês. Eu eu tenho um pouquinho de de possibilidade de estar falando sobre isso, porque o meu mestrado é sobre tecnologia embarcada e o OCR era era um deles. Então, por favor, >> o OCR é o leitor ótico de placa, de caracter >> do [ __ ] >> Quando você pega uma placa, um radar para fazer uma leitura de placa, ele é muito fácil, porque você lê sete caracteres. >>
É, >> você vai ler três letras e quatro números. Beleza? Qual é o grande fácil? É, >> você faz um ping. É uma imagem muito fácil de processamento. Ali o motorzinho processa isso em segundos. Bate na Prodesp. É um banco de dados ótimo, porque a Prodesp todas as delegacias, a Polícia Militar inteirinha alimenta a Prodesp. Então tem um banco de dados bom, um motor com sistema que lê muito rápido, >> um processador. >> É, qual é o problema do leitor de placa? Os dublês. >> Tá. Sim. >> Então agora eles estão eles estão eh desenvolvendo
Iás para tentar resolver a Fita isolante. >> Dublê. >> O dublê. Então eu falo para você assim, ó. Um carro bateu no sistema lá lá em São Bernardo, o outro bateu no sistema em Santana numa diferença de 3 minutos. Esse carro não pode ter rodado de São Bernardo >> a Santana em 3 minutos. Então é um dublê. >> Entendi. >> Entendeu? Então eles criam alguns Algoritmos para diminuir o dublê. >> Legal. >> Tem uma empresa chamada >> C >> Centre, que é de Itatiba, que é a é a maior empresa de guardas, deve ter mais
de 160 guardas municipais que estão com a centre, >> tá? >> Eles em um mês chegaram a registrar 20.000 1 dobleço. >> [ __ ] >> é um negócio absurdo. Todo mundo tá, >> é porque todo mundo tá metendo fit isolante, tá mudando o numerozinho, troca a placa >> por causa de por causa de vagabundo. >> E você vai ver um monte desses caras é por causa de rodízio. >> Ainda você tem que tomar um cuidado. Se bem que agora é estelionato vai no crime, né? Se você fizer essa alteração, não é mais só infração
de trânsito. Agora é crime, >> mas não dá para pensar numa tecnologia com QR code o que o o Aia desses sistemas tá conseguindo e reduzir ao máximo o número de do QR code, tem um QR code ali, né? Na placa tem um QRode. Não, não. O QR code o OCR não pega, >> ele vai ler os caracteres. >> Sim, mas o ideal era tentar >> na abordagem você vai fazer isso. >> Na abordagem você consegue ler o qu no coiso não. Bom, aí o que acontece? Isso. Nós estamos falando de placa. Placa hoje Em
dia é um negócio que tá com eficiência boa. Fora os dubles. >> Quando você vai aí você tem tinha mais duas possibilidades de você fazer uma identificação rápida digital, >> porque a digital >> 12 12 comparações em um dedo te dá 99% de certeza. [ __ ] >> em um dedo >> é perfeito. >> Se você tivesse um banco de dados muito bom e um equipamento desse na viatura Que a gente pensou em colocar esse leitor no TMD, no terminal móvel. >> O cidadão põe o dedo >> põe o dedo lá. Eu já sei quem
é. Beleza. >> Antes a gente tinha que levar o cara para fazer e datiloscopia. >> Papiloscopia. Papiloscopia não. Ainda falha no caso de crime, né? Mas, por exemplo, isso daí na abordagem não. No caso, se o cara eh foi preso em flagrante e aí tá sem documento, ainda tem que fazer isso daí. Tem que ser Levar lá pro >> que aí já levanta a capivara na hora. Tocar piano, né? Toca piano lá. >> Mas olha que legal que é isso. Olha que legal que é isso. Que a população não sabe dessas coisas. Eu tô lá
em Parelheiros, eu abordo um cara com 10 papelotes de cocaína, beleza? Ele tá sem RG. >> O delegado vai lá para você assim, ó. kit, ele leva uma horinha e meia para fazer isso. Ele te dá um kit, o a droga Com ofício e as planilhas que ele catou os dedinhos do cara lá para você levar aqui no centro da cidade, >> identificar >> num lugar chamado IRGD para você identificar as digitais, que vai demorar umas du 3 horinhas, >> fácil >> e a droga umas 4 horinhas. >> Então você sai lá de parelheiros. >>
Ah, que rapidez. Eu eu quero acreditar Porque eu já tô afastado há do anos, um ano e pouco. >> Você afastado ou você? Eu >> eu aposentei em janeiro de 25. >> Eu quero crer que já tenha mais lugares descentralizados, porque eu vivi 30 anos da minha carreira saindo de qualquer lugar da cidade para vir no centro fazer isso. Continua sendo mesma coisa. >> Não faz isso que eu vou ali me suicido se continua tudo igual. Aí o que acontece? >> Você teria a possibilidade da digital e a terceira possibilidade de identificação é o rosto,
>> certo? >> Beleza. O rosto tem um problema. Eu tenho que medir distância do cabelo na testa, tamanho de testa, tamanho de orelha, tamanho do da narina, tamanho da boca, distância da boca no queixo, tamanho do olho. Ou seja, as medições para eu dar um m alto >> são muitas. E o cara tem hoje muita Artifício de dermatologia. E aí, e aí o que >> não também e aí qual qual é a dificuldade? A dificuldade é assim, eu preciso de um de um processa >> definição para fazer uma foto boa com você andando. Você não
para falar, me identifica, você tá andando. >> Você vai colocar numa roleta de show >> do jogo do PM Corinthians. >> Você vai colocar na entrada Corinthians, você é louco. Diminui demais. Diminui demais ali a torcida, mano. >> Vocês viram que a defensoria, >> cara, no estádio agora >> você viu que a Defensoria Pública só está vazia que >> E a torcida do Corins é a única que vai pro estádio com Wi-Fi no corpo. >> É. >> É. >> Ó, na canela. >> O mais legal disso tudo, o mais legal Disso tudo foi >> tudo
com wifi, tudo com rastreador. >> Ah, tudo wi-fi na canela. >> Tudo rastreado. >> O mais, o mais legal disso tudo foi ver a defensoria ser contra, né? Éidos brincadeira. Bom, mas vamos que eu não quero ir pra cadeia. Aí o que que aconteceu? >> Melhor não. >> A a e a tecnologia foi desenvolvendo. Hoje a gente já tem motores muito Rápidos de processamento dessas distâncias e câmeras de boa qualidade. Qual que era o último problema disso? Banco de dados. Quais fotos tem em banco de dados de caras da turma >> fingidos, foragidos, tal, com
capacidade para dar um met alto? Porque eu leio todo o seu rosto, mas eu tenho que comparar com uma foto do sistema. >> Lógico, lógico. >> Qual que vocês acham que é o banco de Dados mais top que tem hoje? >> Não faço ideia. >> São Paulo. >> É, >> não faço ideia. >> Banco algum não. >> CNH. >> CNH. A CNH a cada 5 anos você atualiza >> claroade. Tira paradinho com pixels de alta qualidade. >> Verdade. Verdade. >> Beleza. Nós conseguimos unir Recentemente uns caras com vontade política de ceder todos os bancos de
dados porque tinha um problema que tinha antigamente a >> a União brigava com o estado, não dava o banco de dados. >> Então hoje em dia já conseguiram unificar a maioria dos bancos. Integrado. Tá integrado o detrã. É liberar acesso. Não é integração. É liberar acesso. Tipo assim, ó. O Ministério da Justiça lá fala assim: "Tá, vocês podem acessar meu banco de dados, faz um convênio, >> pô, a turma não quer ajudar, antigamente um fazendo um cabelo para mais, outro querem fazer uma peruca para men. >> Detran não dava as fotos pra polícia do estado.
>> Por que não quer ajudar a melhorar uma coisa? Isso já essa barreira foi vencida recentemente. >> Malite, né? Provavelmente >> não. Já vinha, já vinha uma estrutura de Pessoas falando, [ __ ] vamos fazer isso funcionar porque o mundo já tá assim, nós vamos ficar parado. Então, >> eh, o muralha paulista com a força da caneta do Tarcis e do Derrite também força. Mas você não pode falar que é só eles, porque tem bancos de dados que vem do governo federal. >> Sim. >> Tá. >> Então, tem gente lá em Brasília também falando, não
pode acessar aqui também, o Córtex, por exemplo, >> mas nem todo mundo sabe disso, né? Porque se souber não vai deixar. E aí? Não, o ano passado, o ano passado eles estavam dizendo que eles iam bloquear o Córtex. >> Tem gente que não vai deixar. >> Se eles bloqueiam o Córtex, as guardas estão na merda. >> Não dá ideia, [ __ ] >> Aí o que que aconteceu? Banco de dados bom. Ideia >> vai comprar ferve. >> Vai, menino. >> Vocês t dinheiro. Eu não contrato advogado, mano. Aí o que acontece? Bancos de dados bom,
processador bom, câmera boa. Inventaram só o software de manejo de tudo isso aí chamado Smart Sampa. E o prefeito se juntou a um cara que é um avião em termos políticos, sabe como como arrumar voto, que chama Orlando Morando, que era prefeito de São Bernardo. >> Eu conheço o Orlando. >> O Orlando veio, falou assim pagar pirata. >> Vamos fazer esse >> adora aparecer >> arruz de festa, >> mano. Mas ele foi ligeiro. >> Mas ele é o que hoje, Orlando? Secretário de segurança em São Paulo. >> Municipal. >> Municipal. >> Ah, é o Orlando.
Eu conheço Orlando. >> Então também. Aí >> adora. Havia câmera do Pânico. Eles >> se juntaram >> se juntaram. >> Ele era molecode. Ligou a luz. Ele já >> é um é um contrato robusto financeiramente, vamos dizer assim. Contrato bem robusto, mas que juntou tudo que funciona, a câmera boa, o processador e o banco de dados. A hora que lançou isso no sistema, amigão, >> o cara passou para bateu match alto. Hoje o M do o match do Smart tá em torno de 90%. >> [ __ ] >> quando você chega em 90, acima de
82%. >> Mas como é que funciona pagar nota? Eu queria entender, por exemplo, quem fica com esse sistema, como é que é avisado, como é que ele funciona. Vamos lá. Isso, isso fica lá no centro de operações da da polícia municipal aqui da Guarda. >> O sistema tá rodando nas câmeras todas, na cidade. Passou >> quando você passa naquela câmera, naquela câmera e o MET passa de 82%, ele manda um push pra viatura que no georreferenciamento tá mais próximo, >> tá mais perto. >> E aí ela fica atualizando. >> Ela recebe no tablet, ela recebe
no tablet, ó, passou na câmera da rua tal, número tal, esse cara foto tal, os caras vão lá e abordam. Tá acontecendo muito do cara entrar no posto de saúde. O cara vai entrar no posto de saúde, ele vai Demorar ali no mínimo meia hora. Vamos dizer o posto saúde, a câmera tá ali, pá, pegou, já passa pr pra viatura da guarda. Ó, o posto saúde, o cara tá assim, assim, assim. [ __ ] >> legal numas, porque eu vou, eu vou te dizer agora para você pensar, a Guarda Municipal >> não pode fazer, >>
não atende não, mas quando certo, quando é uma prisão, todo mundo vai bater palma, ninguém vai ser contra. Essa Briga vai virar jurídica. Isso, essa briga vai ser jurídica, ninguém vai acompanhar. >> Mas é o seguinte, ó. A guarda não atende ocorrência no 90. Certo. >> Certo. >> Ele tem 1000 guardas rodando por dias. Tem hoje tem 4000 guardas aqui em São Paulo. Tem 1000 no no serviço no turno tá pingando 1000 push de cara foragido. Eles estão indo não. Eles não estão, Eles não estão empenhado. Eles estão indo. Estão prendendo todo mundo. >> Se
eu colocar esta ferramenta pra PM, >> hum. >> As viaturas estão empenhadas atendendo 90 ou tão de boa? a grande maioria tá com ocorrência, tá? >> Então esses essas ferramentas elas têm que ser agregadas também com a capacidade de atendimento dos alarmes, porque senão eu vou ter um bagulho alarmando sem parar e eu não tenho Viatura para atender. Mais gente para trabalhar. >> Isso aconteceu com a gente na rodoviária há anos atrás, quando inventaram a leitura do >> Mas aá vai filtrar isso aí. O cara vai desenvolver uma IA, porque, por exemplo, às vezes o
cara um furto, o cara tá de furto, o cara vai, a IA já vai dizer: "Porra, o 90 chamou um negócio mais [ __ ] então ele não vai dar, >> ela já faz, tem o status, >> as ocorrências t um status de prioridade, ela ela ela joga. >> Por isso que às vezes o cara liga no 90, >> passa uma ocorrência mais simples e fica achando que tá demorando." Na verdade é que as prioritárias estão passando na frente, na frente, >> é igual o dia que eu fam que eu tô v sumir já. Vai
lá. Uma vez eu tava eu até fiquei meio bravo com a mulher assim porque >> eu tava indo pra TV fazer o pânico. Aí Naquele viaduto ali da João Dias tem uma saidinha assim, [ __ ] o carro o ônibus foi no meio, cara e mandou um capote da minha frente assim, ó. >> [ __ ] >> E que que acontece? Ele foi pro lado de lá e eu indo pro lado esquerdo. Eu falei: "Meu Deus, >> que [ __ ] é essa?" Eu não tive nem como parar, porque se eu paro ali, alguém vem
também, me dá em mim, você, >> né? >> Aí eu liguei, cara. >> Mas você ligou a polícia ou pro bombeiro? >> Não, eu liguei pro bombeiro primeiro. SAMU, né? SAMU. >> Samu 192.2. Liguei, falei: "Cara, acabou de ter um capotamento aqui, mas qual é o estado da pessoa?" Eu falei: "Sei lá, [ __ ] eu só passando de carro. >> O cara voou igual o filme, velho. O cara como não assim?" Eu falei: "Caralho, se Machucou." Hoje em dia eu tenho uma crítica, >> queria que eu descesse lá e visse o estado. Aí eu
liguei no 90 e falei: "Ó, >> eu tenho uma crítica, eu tenho uma crítica ao 90 a respeito disso daí, porque hoje o 90 é terceirizado o atendimento, né?" >> Ah, não é o COPOM mais >> não é o COPOM, só que são eh pessoas, são civis, >> não são militares, >> não são militares que estão lá atendendo. >> Não sabia. >> É, eu sou crítico a isso. Por quê? [ __ ] mano. Vai colocar ali. Faz o seguinte, não quer não quer pegar o o o policial que tá ativa, >> abre pros inativos, pros
policiais estão reformados aí, ó. Para ir lá já tem a manha. O cara tá em casa da turma do Jax. >> É, Jaqu. Você tá aqui sem fazer [ __ ] Nenhuma. Então, turma do Jax. >> E dá mais um uma graninha pro cara, >> mais uma gran pro cara. E você dá experiência. Porque você ligou, eu uma vez eu tinha um problema, fui ligar o 90, falou: "Ó, coisa rápida. Irmão, subtenente Castal e qual sua emergência? Falei: "Então, falei, passa pro seu supervisor aí, por gentileza. Eu sou ter fala, sabe? [ __ ] mano,
você é um polícia?" Eu ligo para ele e falou assim: "Eu subterente caso, Fala chefe que tá pegando, ó, tô na rua tal assim, assim, assim, manda um apoio para mim, tô desligando pá, o cara já sabe. Se eu fizesse daí com a menina, ela falou assim: "Nossa, alguém ligou aqui". Então, tem como pegar, tem como pegar a filmagem aí, a gravação? A, até lá eu já me fodi, entendeu? Então, eu sou crítico a isso. >> Eu acho que isso daí era uma coisa que não deu certo terceirizar, você terceirizar uma limpeza dos batalhões, Né,
de boa, né, meu? Você vai as pessoas lá limpar, manutenção, de boa. Agora, esse serviço é um serviço essencial. Então, não teria que ter. É uma coisa que, cara, quando você liga o 90, você não quer escutar musiquinha, você não quer escutar [ __ ] nenhuma. Você quer que esteja do outro lado uma pessoa que vai desenrolar rápido, que vai ser um jogo rápido, entendeu? >> Eu acho que já deveria ter um 90 WhatsApp. >> Não, mas tem, mas tem, >> tem, >> tem o 90. Então deixa eu botar. É bom mesmo, né? Tem >>
tá informação funciona. >> Você sabia bola que tinha WhatsApp? Eu não sabia. Tá vendo? >> Se funciona. >> Tá vendo? Vocês são fodão, vocês sabem. A gente não, pô. de divulgação. Nós somos aquilo que tá escrito na plaquinha lá, não pode entrar Trouxa. >> Nós entramos, graças a Deus. Bom, então quer dizer o seguinte, qual é a efetividade hoje do Smart Samp do Moralha Paulista? >> Ela tá sendo super efetiva, tendo uma [ __ ] eficiência, porque juntou tudo que precisava, um bom banco de dados, uma câmera de boa capacidade, um processamento adequado e um
efetivo que não tem a demanda gigantesca que a Polícia Militar tem nas costas. liberado Para atender toda essas, porque o que não falta procurado andando na rua. Tem mais de 450.000 pessoas foram agidas no estado de São Paulo. >> Que loucura. >> É, entendeu? Então, eh, e quando eu falei para vocês do problema de ter capacidade de atendimento da demanda, é muito interessante porque você vê um monte de município no estado, prefeito gastando uma fortuna de dinheiro público, colocando câmera, contratando Tudo para ter o rastreamento, né, para ter a leitura. Ele só não criou a
guarda. Quem que vai atender a hora que começar a larmar? >> Aí ele fala: "Não, mas tem a PM Chapol do 90 aqui tá mais 55", mas tem que dar o estado. Como é que é? >> Eu não uso o WhatsApp do nome del. Eu sei que tem, mas não sei. Depois a gente junto vê. >> Você não usa o WhatsApp >> do da PM? Não. >> Da PM não. >> Da PM não. Procurar na para ajudar a galera. Você tem aí na tá olhando aí? Aí >> olha aí. Porque? Porque assim, cara, eh, qual
é o WhatsApp da 190, cara? Hoje tem aplicativo de tudo, tem o da da Maria da Penha, tem ligado. Eu tô ligado. >> Tem aplicativo de tudo. Exatamente. >> Esse inclusive, se eu não me engano, aí tem um botão de pânico. Se você tiver sendo assaltado, você apertar, vai dar o geor referenciamento no cupom. Legal. Esse aqui já tem o aplicativo de emergência, né? Eu tenho que eu tenho assim, eh, o iPhone tem um negócio maravilhoso. Não sei se pouca gente sa relógio também. O teu relógio também, mas eu vou criar o cadastro para você.
>> Emergência, >> não só emergência. você porrar o carro, você tem que avisar algumas pessoas. >> Cadastrado já. >> A galera >> já manda. É >> porque outro dia eu tava em casa, velho. >> Depende do impacto que >> uma pessoa bateu o carro que eu conheci, eu recebi o alerta. >> Recebeu alerta. >> Ela botou você como >> É, eu recebi o alerta e o cara e o e o cu na mão >> para falar com alguém para saber se tá bem. Eu falei: "Meu Deus, mas >> tem que falar se mandou o alerta,
[ __ ] Para Apple te mandar o alerta porrada forte. >> Foi uma porrada boa." Eu falei: "Nossa, não pode ser batidinha. Não, >> não, mas e o futuro nosso vai ser viver numa grande cidade de Big Brother. Tudo vai tá sendo rastreado, tudo avaliado. >> Eh, >> mas desde que a gente tenha mais segurança, eu acho bom, sabia? >> Eu não devo nada para ninguém. >> Eu sou um cara honesto, correto. Você Pode andar na rua tranquilo. >> Segundo aqui, ó, o Google tem aplicativo, mas o WhatsApp não. Então, não tem o WhatsApp da
polícia. >> Então é aplicativo. Nós confundimos o aplic, >> não tem o 90. É aplicativo. >> É o aplicativo da polícia. Eles estão eles estão tentando lançar isso daí porque meu hoje em dia tudo é mais fácil no aplicativo, né, cara? >> Não, eu acho que o WhatsApp >> não é um aplicativo, [ __ ] >> Sim, mas não tem o aplicativo da polícia, >> tem o WhatsApp. O >> WhatsApp, cara. O WhatsApp tá todo mundo ali, certo, cara? Eu sou >> Você imagina que vai cair o WhatsApp da polícia. >> Não, mas não vai
cair. >> O nosso nós não conseguimos ter duas ligações. Eu mando aqui, ô, tô bati o carro aqui, Não sei que, não sei que lá. iria evitar muita coisa. Ia evitar >> já d tua localização. Acabou. Acho que é o aplicativo que faz isso. >> Sim, mas até você abrir o aplicativo da polícia, o WhatsApp ser mais rápido, né? Porque você já usa, já tem mais habilidade, >> evitar os trotes também, né, cara? Porque o cara tá usando o telefone dele, de repente você pode identificar o cara, pô, uma falsa comunicação de crime, >> tá?
Mas olha aqui, veja, veja, veja, veja. Quando você manda l, >> car, quer fazer o WhatsApp da polícia. >> Como assim? A gente não atendeu duas ligação. WhatsApp >> não, mas eu tô tentando ver se facilita até para sistema de a por mesmo. Eu eu acredito que tem alguma alguma dificuldade aí de link de sistema. O aplicativo ele é linkado com o seu PM >> que é o nosso sistema. >> Não, eu tô aqui chutando >> o WhatsApp. Eu vou dar vou dar um exemplo para você. No meu no dos projetos que eu fiz do
doutorado, o meu doutorado foi plano de contingência do sistema Ancheta Imigrantes e Baixada. Mas o anterior que eu fui reprovado eh na banca, que que eu propunha? Que toda vez que você fosse no MEPs ou no A e reportasse, do jeito que você reporta uma pedra e um buraco, você poderia reportar indivíduo suspeito, >> cara na na beira da rodovia agora. Já tem. Então tem um bandido. >> Mas esse projeto meu foi em 2012, >> pô. Faz tempo para cá, [ __ ] Reprovaram o senhor reprovaram. É, não, esse projeto, esse projeto ganhou no Rio,
no Rio tem de tiroteio, [ __ ] há muitos anos de tiroteio. Para você ter um projeto >> [ __ ] é princíp >> para você ter um projeto como esse, a empresa, a empresa tem que autorizar Você fazer esse convênio. >> Tipo, o ex tem que tá interessado em querer abrir o banco de dados pra polícia, porque a hora que eu ploto o o bandidinho no A, entendi. >> Tá no A. Você que tá no A vai ver que ali tem um cara suspeito, >> mas ela, a polícia não recebeu. Então, qual que era
o meu projeto? convênios do MEPS, do A com eles para que esse push que tá pro usuário dele viesse viajar o referenciamento paraa unidade policial Mais próxima. >> Uhum. >> Entendeu? >> E eles me reprovaram. >> Entendi. >> Então é assim, tem muita ideia bacana que nem a tua do Não, mas a do Tag não, mas a do Tag é um sistema que dá para integrar próprio, não depende de outra. >> Não, não, não. Queria te falar o seguinte, o que cálculo que alguns caras fazem. Vou soltar a ideia. Se os motoboy Acharem da hora,
beleza. Se os motoboy falar um falar tô puto, o cara cancela. >> Não é que nem o cara, é que nem o negócio da vistoria. É voto. Isso daí >> quando deu, viu que deu negativo ficou >> foi lá falar que não mudaram meu projeto. >> Veja, veja, veja. Proboia tag é do [ __ ] porque o cara que é certinho vai querer absorver isso? Não, você só você só tá o o o próprio tag da polícia Vai ver que o cara é tranquilo, que o cara não tem ocorrência, que o já tem o nome,
já tem a ficha, ele já tá no Smart Sampa. Você tá entendendo? Agora o cara tá sem o negócio, >> mas sabe o que fod? >> A bateria troca cada do anos. É tranquilo. De boa isso aí, mas só caiu. Quanto você falou que custa uma tag? >> 100 con vão querer cobrar 1000 do do do do moto, os cara quer cobrar, mano. >> Não é calma. Calma. Essa tag ela é fornecida como a mochila pela empresa. É fácilão. Acho que assim empresa dá coisa. Ai vem meus funcionários. Nós amamos você. Vou fazer uma pergunta
para você. Bom ler é uma coisa. >> Eu vou te fazer uma pergunta que eu quero ver. Os dois vão ficar putos, mas eu vou te fazer essa pergunta. >> Pode fazer, fica à vontade. >> Eh, que que você acha da fiscalização de velocidade >> h >> no corredor? No corredor. >> Qual corredor? União das moto. >> É. >> Ah, tomar no cu. Ah, eu sou contra, pô. Contra, [ __ ] >> Mas tem a fiscalização. É mesma do carro, pô. No corredor, no meio dos carros. >> É a mesma no carro. >> Eu gosto.
>> Mas a lei é proibido por lei, não é? >> Então, o que que prevê o código de trânsito? >> Afastamento. Eh, com com segurança necessária entre os veículos. >> Você não pode estar muito próximo. >> Isso. Tá. Tá. Mas em São Paulo você tem que fazer uma cidade é >> 20 vezes maior. >> É aquela coisa, a lei tem que se adaptar A São Paulo. A São Paulo é outra realidade. >> Se você afastar os carros como São Paulo manda, vai parar em Campinas o engaramento. Estos a moto não anda no corredor lá no
est [ __ ] [ __ ] você >> faixa do caramba. Vai andar no corredor pr quê? >> Lá não anda mesmo. >> Eu acho que deveria andar até no ônibus. Se calma. Eu tô eu tô jogando coisa para você pensar. Se acalma. Se acalma. Já tô [ __ ] >> Ó o corredor. Certo. >> Aham. Se a gente fosse pensar em Código do Trânsito, o corredor não poderia existir. Ele existe porque é a realidade do nosso país. >> Claro, >> se adaptou. Hoje tem mais moto do que >> do queade >> veículo. Então precisa,
eles têm que andar em algum lugar >> e não dá para andar atrás do carro. >> Você sabe como é que anda na China, velho? Eu achei aqui é China, né? É outra, é outro patamar. A China tem a via e tem uma via só pra moto. >> É que lá tem moto para [ __ ] >> É uma é uma coisa de se pensar, cara. Não, não >> é uma via, é uma outra avenida. Essa faixa azul é um negócio do [ __ ] Na China não mistura carro moto. >> Sabe que eu sabe
uma proposta que eu tenho que eu já falei já como é assim eh Envolve um pouco do municipal, passei pro pro Sargento Nantes, que é vereador, né? E se um dia eu tiver uma chance de de pôr um projeto, eu vou colocar para liberar a faixa do ônibus para motociclista. >> Eu acredito. Bom, acho bom também. não tiver a faixa azul, aonde não tiver a faixa azul, >> o ônibus >> vai na faixa de ônibus, igual a radial, >> é muito mais seguro. >> Radial não tem faixa azul, correto? >> Não. >> Aí o cara
vai andar na faixa de ônibus. Se o táxi pode andar na faixa de ônibus, que atrapalha muito mais um carro, vai atrapalhar muito mais o ônibus do que as motos. Então libera aonde não tiver faixa azul, a faixa de ônibus tá liberado. Tá liberado pro motociclista. >> Mas o ideal é não, eu também. Então aí eu vou aí a pergunta, a continuação do raciocínio é o seguinte: se fosse pelo Código de trânsito não poderia, mas mas eh e não tem como vetar isso >> aí. >> É assim, quando você pega corredores de veículos com motos
no meio, a galera tá andando em excesso de velocidade nos corredores, >> certo? >> Uma boa parte dessa galera. >> E os acidentes estão gerando fatalidade altíssima e gravidade altíssima, lotando o sistema de saúde de lesão grave. Beleza. A faixa azul >> não, os corredores. A faixa azul reduziu a a letalidade. >> Eu tô falando corredor normal. >> Foi a legalização do corredor. >> Você tá na 23. >> Aham. >> Você tá com seu carro a 40. Eles estão a 140. >> Aham. >> Passa no [ __ ] É corredor, beleza. >> Aí quando você
começa, você é gestor de Segurança pública na área de fiscalização de trânsito, >> certo? Você olha lá, você fala assim: "Ó, eu tive 15 fatais na nesse trecho em um mês." Fatais 15. Não vou nem não vou nem falar os grave. >> Fatais. >> Você tem que sentar numa reunião e falar: "Porra, o que que nós vamos fazer, cara? Vai continuar morrendo todo dia todo dia aqui. Tem que fazer alguma coisa. >> Mete um radar no corredor com o limite de velocidade da via. Se a via é 60, >> passa. Mas o radar já pega,
pô. A moto pode andar, >> tem que fazer o, tem que fazer o smart igual da estrada. >> Moto. Escuta só, a moto pode andar no corredor, mas ela tem que respeitar o limite da via. Lar, claro. >> O radar pega onde eles sabem que tem radar, eles dão uma reduzida. >> Mas não é isso >> no longo trecho todo, ele anda a milhão. >> Não, mas já tem a tecnologia. A gente tem que implementar >> fazer trecho. >> Velocidade média. Aa aqui você bando de filha da [ __ ] Vocês quer dá licença. Já
fizeram isso daí? Já fizer já tentaram fazer isso daí. Uma [ __ ] de uma sacanagem do [ __ ] Esse negócio de você medir a cara não [ __ ] Você vai andar de moto 40 por hora? Já andou, já tentou andar de moto 40 por hora? >> Você cai com ela, né? >> Você cai, [ __ ] >> Deixa eu falar uma coisa para vocês. >> Mas 60 tá bom. 50 tá bom. >> Hora, a ó, escuta. A hora que você bota o policial em cima do viaduto. Fiz isso na Ancheta. >> Hã?
E ele aponta o radar pro corredor, pistola. >> No outro mês você tem um fatal. >> Sabe onde eu vi isso? >> Aí você, você como gestor público, você fica naquele, naquela seleuma, eu deixo o povo se matar e impactar o sistema de saúde pros grave, ou eu coloco um radar e exijo ele a rodar na velocidade da via. Só que eu coloco o radar e exijo ele andar na velocidade da via, vem um Castro. Eu >> entendi. >> E aí é assim, eu até janeiro eu era Coronel, velho. Eu queria reduzir a fatalidade. >>
Lógico. >> Hoje eu quero voto. >> Eu vou continuar sendo >> eh responsável com a com a letalidade, com a morte >> e vou querer o voto e jogar limpo. Não. Ou eu vou falar assim: "Não, não tem que fiscalizar, deixa os caras andar milhão. Tem que fiscalizar. que o cara que anda, ô, não, vamos falar sério, ô carioca, b, O cara que anda a 120 por hora no corredor, primeiro que ele é demente, é um bom andar nem 80, brother. >> Não, tudo bem, mas o cara é demente, meu irmão. Ó, igual eu eu
venho com a minha moto, eu vim de da zona leste para cá, velho. Se eu não venho no corredor, >> não chega, >> eu não chego. Aí você vem no cor agora eu não vou andar no corredor, o corredor tá parado a 120, sendo que o cara fala Assim, ó, nossa, tem uma vaga ali, >> ele nem olha. Tem que tem que andar no corredor, só que numa velocidade compatível. 50. Tá bom, mas é irresponsabilidade. Você tem que combater a irresponsabilidade. Nisso eu concordo com agora eu discordo desse radar de de deade média. >> Velocidade
média. Eu discordo. Sabe por >> eu acho tem que acabar com pista lateral, botar pista de cima. Aí não tem Corredor mais. Jau pêssego. Jacu Pêssego. Jacu Pêssego na zona leste é a maior incidência de roubo de moto. Jacu pêssego. Aí quando que o cara vai te abordar? >> Por que que chama Jacu Pêssego, irmão? >> Que é um nome nome acho que índio, sei lá como é que é, que o cara pegava o o o pê, enfiava novacue. Quando eu tava infiltrado na facção, eu não tinha essas preocupação na minha cabeça. >> É >>
bom. Vai precis embora. >> Não, calma aí. Deixa eu falar deixa falar aí, ó, já com pêssego. [ __ ] de uma incidência de aí você tá com uma uma big trail lá 1200 que você pode imprimir uma velocidade boa. Aí você tá 50 por hora, né, na porque você tem que obedecer a lei. >> Aí vem um cara com a bis, encosta no celular e fala: "Desce aí, seu Zé Ruela do [ __ ] me dá essa [ __ ] dessa Moto". E você vai levar a sendo que se você tá numa velocidade, ó,
eu sei que o radar tá lá na frente, eu tô aqui, mas com segurança eu vou fazer um deslocamento rápido no retrovisor para quê? Olhando os vagabundos, porque lá você tem que andar assim. Aí você vai de vai para uma velocidade média, você vai diminuir a letalidade. Concordo. Beleza. Só que você vai aumentar a o índice de roubos de moto, cara. Tá entendendo? Porque é infelizmente. Pra gente poder Ir embora, precisa ir embora. Eu acho que deve ter policial aqui pra gente ir bora por causa do tempo da história dessa, >> certo? >> Eu acho
que tem policial que faz assim: "Pô, cara, estamos sem [ __ ] nenhuma para fazer. Pega lá as bontas BMW, vamos nós três, vamos ficar ali tipo dando sopa para ver se vem os vagabundos pra gente botar, dar uma limpada nessa galera". >> [ __ ] era tudo que eu queria, mano. >> Como assim? >> Tô de bobeira que eu >> queria. >> Nós três aqui, nós quatro são policial trabalhar, >> cada um tem a sua BM. >> Fal >> assim, vai dormir na frente. Vamos sair com a armada >> para vir para igual o
botar a ratoeira. Não é que nem aquele aquele como é que Chama aquele cara que fica rodando a câmera antigão pedo >> dá medo >> não como é que chama aquela por mais que matei louco, né bigodão que fazia os filmes lá que ele rodando. >> Ó, você vai me chamar aqui para eu contar quando eu tava na facção, >> que eu troquei tiro, matei cinco cara dentro de uma igreja. >> Que legal. >> Eu matei só um re, >> eu matei só um dentro da igreja. Já matou cinco. >> Vamos trazer o Paganoto de
volta. Vamos fazer um programa para ele contar essa história. >> O Paganoto, o Castro e o Far. >> Não falamos mais de rola do >> Nossa. >> O Farruro, Paganoto e o Castro. >> [ __ ] Aí é isso. >> Progr programa 3 milhões. O FA tem que colocar isso daqui nele, pô, no último Volume, né, meu? >> Ele é surdo, [ __ ] >> Ele é surdo. >> É, ele é surdo >> de tanto estampido, >> né? Ele é surdo. Você tem que falar com ele. De vez em quando você olha para ele, ele
tá assim, ó. >> Castr >> vem nos lábios da pessoa. >> Teu podcast. Conta aí teu podcast. Como chama? >> Podcastro. Podcastro. Toda segunda-feira 20 horas. E na terça e quinta eu faço Sneidercast também. >> É, com Sneidercast. Mandar um abraço pro Sneider aí. Quero agradecer a Montana, o Gabriel, que ele que deu essa administrada para tá aqui. Agradecer o meu filho aí, o Eric, né, >> que também tá fazendo uma assessoria pro pessoal que tá querendo nos podcast. E eu faço também uma participação quarta-feira e ondercast, que é um um é Um podcast de
empreendedorismo, né? E também tô fazendo uma participação no Tubacast e no Redcast. Tá >> fazendo pouca coisa. A man poc bom nome he podc dia poc é não é pod castro castro >> pod castro segunda-feira 20 horas ontem eu entrevistei o Gui Santana ontem mandou um abraço para vocês aí >> Gui Santana gente boa para caramba lá tá mais tá mais um pouquinho melhor. >> Vamos nessa. >> Paga tem podcast? Não, velho. Sou recruta, eu só sou chamado. >> Não, ele não tem podcast, mas também fazendo 25 por mês. >> É isso aí. Mas tá
certo. >> Não, eu gosto. Bom, [ __ ] >> Vamos nessa. Beijo, rapaziada. Muito obrigado. Até a próxima. >> Valeu, pessoal. Abraço.