Olá, meus irmãos. Nós vamos para mais uma aula dessa matéria de teologia sistemática um. E nós estamos estudando os prolegômenos da teologia.
Como vocês sabem, os prolegômenos é aquela parte da teologia em que a gente estuda as informações introdutórias da teologia sistemática, aquilo que é importante que você saiba para estudar a teologia sistemática. Nas duas aulas passadas, nós tivemos aqui uma introdução ao estudo teológico. Você aprendeu aqui o que é a teologia, as principais características da teologia.
Você entendeu os principais ramos da teologia, nos quais a nos quais são teologia bíblica, teologia histórica, teologia filosófica e a teologia sistemática. Você estudou também a relação da teologia sistemática com os demais ramos da teologia. E por fim, nós vimos aqui também a necessidade do estudo teológico.
Nessa aula então, irmãos, eu quero começar a estudar com vocês um assunto da mais extrema importância, que é a questão dos pressupostos da teologia cristã. Por que estudar os pressupostos da teologia cristã? Porque nenhuma teologia é feita sem pressupostos, OK?
Então, não há como estudar teologia sem pressupostos. Então, por exemplo, quando nós afirmamos que eh a Bíblia é a palavra de Deus, essa é uma afirmação que carrega uma série de pressupostos. Nós estamos pressupondo a existência de Deus.
Nós estamos pressupondo que Deus ele se comunica. Nós estamos pressupondo que o homem é capaz de receber uma comunicação de Deus. Nós estamos pressupondo a existência de milagres, porque Deus falar com os homens através de homens imperfeitos é um milagre.
OK? E nós estamos pressupondo também a questão da interpretação bíblica, que é possível então que nós interpretemos a Bíblia para que a gente possa então conhecer a vontade de Deus paraas nossas vidas. Então, note que só em uma afirmação teológica, a Bíblia e a palavra de Deus, você tem uma série de pressupostos.
Se os seus pressupostos eles não forem de acordo com a Bíblia e racionais, ou seja, de acordo com a forma correta de se raciocinar, consequentemente o resultado disso será uma teologia falha, uma teologia defasada. Então, por exemplo, se você assume como um pressuposto a impossibilidade de milagres, então a sua interpretação bíblica vai ser influenciada por esse pressuposto. Se esse pressuposto ele for, por exemplo, colocado nos evangelhos, então naturalmente os evangelhos vão ser, você vai ter que lidar com a presença de narrativa de milagres ali e você vai ter que negar aquela narrativa.
Consequentemente você vai ter que negar a inerrância das Escrituras e consequentemente você vai ter que negar também a autoridade e a interpretação plena das Sagradas Escrituras. Então, note fato muito importante que a gente entenda quais são ou quais devem ser os nossos pressupostos. Então, as três teologias sistemáticas que eu sugeri a vocês, as três trabalham de maneira distinta neste assunto.
Então, Ericson, ele ã trabalha isso da seguinte forma. Ele pergunta: "Qual deve ser o ponto de partida da teologia? " Ou seja, qual deve ser o pressuposto básico?
Ele questiona, deve ser Deus? Ou seja, o cristão deve primeiro pressupor a existência de Deus. Então ele diz que isso é complicado porque nós só conhecemos a Deus pelas Escrituras e nós aceitamos as Escrituras porque elas são inspiradas por Deus.
Então, como é que eu posso eh partir do pressuposto de Deus e ir direto paraas Escrituras? Outro problema ou outra posição é você partir das escrituras, ou seja, que a escritura é a palavra de Deus. Mas quando você afirma que a escritura é a palavra de Deus como seu pressuposto, isso já tem o pressuposto anterior, que é a crença na existência de Deus.
Então, o Ericson propõe que o pressuposto básico da fé cristã seja a crença no Deus que se revela, que existe um Deus que se revela aos homens. A, o livro de Franklin Ferreira, ele traz uma abordagem que pode estranhar a muitos. Ele diz que o pressuposto da teologia cristã deve ser o credo apostólico.
Nesse caso, eu não sigo a proposta de Franklin Ferreira. Por quê? Porque o credo apostólico é uma confissão de fé.
O credo apostólico já é uma teologia produzida, já é resultado de produção teológica. Então você não pode pressupor aquilo que você quer provar. O nome que se dá a isso é argumento circular ou petição de princípio.
É quando você pressupõe aquilo que você quer provar. Então, como é que eu posso pressupor que Deus é pai todo- poderoso, criador dos céus e da terra? Jesus Cristo é o seu único filho e tudo como é que eu posso pressupor isso?
para então demonstrar isso nas escrituras, certo? Então nós não vamos seguir a abordagem de Franklin Ferreira. O que nós vamos fazer aqui é seguir a abordagem colocada no livro de Norma Geisler.
Por que que nós vamos seguir a abordagem de Geisler? Porque a sua abordagem ela é mais completa. Ela é um complemento da abordagem de Ericson.
Então, Ericson diz que o nosso pressuposto básico tem que ser a crença que existe um Deus que se revela aos homens. Mas só esse pressuposto básico já carrega uma série de outros pressupostos, carrega a possibilidade da revelação, carrega também o pressuposto da lógica, que Deus se comunica usando os meios da lógica. carrega então o exclusivismo, ou seja, se Deus se revela, então existe uma forma da revelação de Deus e não não qualquer forma.
Deus não se revela de qualquer forma, se revela de uma forma. Então você tem vários pressupostos dentro desse pressuposto básico, o pressuposto da da de Deus que se revela. Então, nós vamos estudar aqui a abordagem de Geisler, OK?
Então, quais são os pressupostos básicos da teologia cristã? Quais são aquelas crenças que se forem negadas você vai produzir uma teologia que não será de acordo com a palavra de Deus? Então, quais são aquelas crenças básicas que se você abrir mão de qualquer uma delas, a sua teologia vai se desviar daquilo que tem sido chamado de ortodoxia.
OK? Então, quais são aquelas crenças que se você nega, você terá que abrir mão do próprio cristianismo? Então é isso que nós vamos estudar a partir desta aula.
Então vamos aqui então para a primeira crença. E quando eu falo em primeira, eu não estou falando em primeira em ordem, OK? Então em ordem de importância, certo?
Eu estou falando de primeira na ordem dessa aula. Então você tem aqui o pressuposto metafísico que é Deus. O cristianismo, a fé cristã, ela é teísta, ela acredita na existência de um Deus.
OK? Então, o cristianismo crê no teísmo. O que é teísmo?
O teísmo é a crença que existe um Deus que é pessoal e infinito e que esse Deus vive tanto dentro do universo quanto além do universo. Essa é a crença teísta de que existe um Deus e este Deus é uma pessoa. Esse Deus ele está além da criação, por isso ele é infinito.
e não está sujeito ao espaço, à matéria, ao tempo e tudo mais. Então, ele é uma pessoa, ele é infinito e ele tem o poder de viver tanto fora da sua criação quanto dentro. Ou seja, ele é transcendente a sua criação, mas ele também é imanente.
Ele também está dentro da sua criação. Então, a definição de Geisler na página 16 do seu livro diz o seguinte, que é o Deus infinito e pessoal que vai além do universo, que é seu criador, o seu sustentador e que pode agir dentro deste universo de maneira sobrenatural. Então essa é a crença teísta, OK?
Então Deus tanto está lá fora quanto ele está também aqui dentro. Isso então indica que existe uma mente que é Deus e existe matéria. Então isso aqui é muito importante, meus irmãos.
Esse aqui é um argumento básico para o para a fé teísta, para a crença teísta. Todo teísta acredita que não é a matéria tudo que existe, que na realidade existe mente e existe matéria. E que não foi a matéria que gerou a mente.
Então, nós, seres humanos, por exemplo, por exemplo, nós temos uma mente, nós temos um raciocínio, a lógica, a comunicação, tudo isso vem da nossa mente, daquilo que é chamado de personalidade, de mente. Então, não foi a matéria que produziu a mente, foi a mente que produziu a matéria. OK?
Então, Deus é uma mente primordial e dessa mente tudo surgiu. Então, essa é a crença teísta, que Deus é um Deus pessoal, infinito e que está fora do universo, mas ele é o criador e o sustentador da sua criação. Então, se você não é teísta, então você não poderá ser cristão.
As escrituras pressupõem o teísmo. O Gênesis capítulo 1, versículo 1, diz: "No princípio, Deus". Então, a Bíblia pressupõe a existência de um Deus que é uma pessoa porque ele cria, ele toma decisões, que é infinito porque ele está fora da sua própria criação, mas que ele interage com a sua própria criação.
OK? Então, o cristianismo ele é teísta. O contraste disso, certo?
Certo? Então, antes de avançar, desculpe, o teísmo é a cosmovisão básica, tanto do judaísmo, quanto do cristianismo, quanto do islamismo, OK? Então, há outras pressuposições que nos distinguem do islamismo e do judaísmo, certo?
Mas essas três religiões, elas são teístas. Então, outras cosmovisões, outros pressupostos básicos a respeito de Deus, você tem o ateísmo. O ateísmo é aquele que diz que não existe Deus nenhum, nem dentro e nem além do universo.
O universo, a matéria, então, é tudo que existe e tudo que existirá. E ele e a matéria, o universo é autosustentável, ou seja, existe apenas a matéria. A mente é resultante da matéria, é, na verdade, uma expressão da matéria.
Então, para o ateísmo, por exemplo, o cérebro secreta pensamento, assim como o fígado secreta abilis. OK? Então, só existe a matéria e tudo que existe vem da matéria.
OK? Essa matéria, alguns ateus vão dizer que ela é eterna, outros ateus vão dizer que não. A grande maioria hoje dizem que ela começou naquela explosão primordial do Big Bang, OK?
Mas todos eles creem na ausência de Deus da matéria. Alguns ateistas famosos você tem Carl Marx, Niet e atualmente o mais famoso do famoso do momento é Richard Dogs. Ok?
Outra crença é o panteísmo. O que é o panteísmo? é que Deus é o próprio universo.
A palavra pan significa tudo. Teísmo é crença em Deus. Então, é a crença de que Deus é tudo e tudo é Deus.
Ou seja, para o panteísmo, apenas a mente existe. A matéria é uma ilusão. Então você vai escutar panteístas dizendo que nós precisamos nos desapegar da materialidade, ok?
Que a natureza é uma mãe, a mãe natureza. Então todas essas afirmações, elas são afirmações de de origem panteísta. a ideia de que a matéria ela é uma mente e que a matéria é o próprio Deus.
Essa é a visão de mundo do hinduísmo, do zembundismo e as religiões oriundas da nova era. Parecida com o panteísmo, tem também o panenteísmo. O que é o panenteísmo?
é que existe um Deus e ele habita no universo. OK? Então, pã de tudo, te crença em Deus e em de dentro.
Então, existe um Deus dentro do universo. O universo é uma espécie de corpo de Deus. é a chamada aqui a teologia do processo em que Deus se desenvolve junto com a sua criação.
Deus, então, tem um potencial eterno e infinito de mudança. É por isso que é chamado de teologia do processo, que Deus e a sua criação estão em um processo eterno de evolução. OK?
Então, alguns defensores eh dessa posição mais modernos são Alfred Whitead, Charles Har, Harsborn e Schuber Ogen. OK? Então, tem alguns defensores, inclusive chamados de cristãos.
Tem cristãos que afirmam defender isso daqui, mas definitivamente a o paneteísmo não é ou não deve ser uma crença crista. Ok? Você também tem o deísmo.
E o deísmo afirma que existe um Deus, mas que esse Deus habita do universo e não dentro do universo. Ou seja, Deus criou todas as coisas, mas Deus mesmo não interage com estas coisas. Então você tem representantes históricos do deísmo como Volta, Thomas Jefferson e Thomas Pen, mas o deísmo ele tem sido muito crido atualmente, especialmente nos campos científicos.
OK? Alguns cientistas e até filósofos estão chegando à conclusão de que a crença mais racional é a do criacionismo, de que, de fato, o universo foi criado por uma mente, mas que essa mente não interage conosco hoje. É como se Deus fosse um relojiro, que ele deu corda no universo e ele apenas assiste o universo funcionar.
Também existe o deísmo finito que diz que existe um Deus transcendente e ativo no mundo, mas que este Deus ele é limitado em sua natureza e em seu poder. Ou seja, Deus não pode agir milagrosamente e nem evitar o mal. Então, o que é chamado hoje de ã de teologia relacional ou de teísmo aberto, é uma espécie de deísmo finito, OK?
Então, é um Deus que ele é limitado pela sua criação. Deus não pode eh fazer mais do que ele faz a respeito da sua criação. Representantes famosos dessa posição são John Stuartm e William James, OK?
E também nós temos o politeísmo, que é a crença de que existe muitos deuses além deste mundo, existe muitas mentes além da matéria e que estes deuses eles podem habitar, isso isso depende do tipo de politeísmo, ou fora do universo ou dentro do universo. Esses deuses, eles são finitos e ativos neste mundo. Então você tem aqui a crença, certo?
Dos gregos antigos, é uma crença dos mórmons e dos neopagãos. O catolicismo, ele é essencialmente politeísta, OK? Então, se você conversar com um católico, ele jamais vai dizer que é um politeísta, porque ele vai afirmar que só existe um Deus.
Ele vai dizer a crença cristã. Porém, na prática, o catolicismo manifesta crenças politeístas, a crença de que os santos possuem determinados poderes e prerrogativas que, logicamente falando, só pertencem a Deus. Então, por exemplo, se ah você estiver no Ceará às 6 horas da tarde e eu estiver no Rio Grande do Sul às 6 horas da tarde e nós ambos rezarmos para São Francisco, na teologia católica, São Francisco será capaz de ouvir tantas as mesmas orações ao mesmo tempo.
Isso indica um determinado poder que não é um poder devidamente humano, isso é um poder divino. Isso se chama onisciência ou onipresença ou onipotência. Ok?
Então isso é um poder divino. Consequentemente estes santos recebem louvores e preces e venerações e e uma vida de piedade de acordo com Deus. Então, por exemplo, eu sou natural de Canindé, no Ceará, que é o segundo maior santuário franciscano do mundo.
OK? E eu posso perceber que aquilo que eh o cristão bíblico, digamos assim, protestante, ele faz em relação a Deus e a Jesus ah o catolicismo com São faz o mesmo com São Francisco. Então, por exemplo, muitos dos cânticos e da prática da moralidade católica é baseada na vida e nas palavras de São Francisco.
Na autoridade de São Francisco, muito da devoção do católico franciscano é dirigida a São Francisco. As pessoas vivem por causa da sua fé em São Francisco. Então isso é dar a uma a um homem uma prerrogativa divina.
Então, o catolicismo eu mantenho é a principal expressão moderna das crenças politeístas. OK? Então, por que nós devemos abraçar o teísmo?
Eu quero passar aqui rapidamente, irmãos, aquilo que tem sido chamado de os argumentos teístas, os argumentos que demonstram a racionalidade da fé em Deus. O primeiro é o argumento cosmológico que afirma que tudo que existe tem uma explicação para a sua existência. Se o universo tem uma explicação para a sua existência, essa explicação é Deus.
Por quê? Porque o universo não pode ser a explicação de sua própria existência. Algo tem que explicar a existência do universo.
Se não é o universo, então é Deus. Já que o universo existe, a explicação para a existência do universo é Deus. OK?
Então esse é o chamado argumento cosmológico. Você também tem o argumento calan, muito utilizado pelo teólogo e filósofo Len Craig, onde ele diz: "Tudo que tem o início tem uma causa, o universo passou a existir, portanto o universo tem uma causa, OK? Então, o Craig, ele desenvolve bastante esse argumento.
O o argumento de Craig é obviamente muito mais sofisticado e desenvolvido do que esse que está aí na sua tela, OK? Mas a essência do argumento cosmológico é este. Aí você também tem o argumento moral.
Se Deus não existe, então valores morais e obrigações objetivas não existem. Então, note aqui que esse argumento está dizendo que se Deus não existe, não existe valores morais e obrigações absolutas. Isso é uma questão lógica.
Isso é uma questão que inclusive os ateus acreditam nisso, OK? que se Deus não existe, então tudo é permitido. Esta é uma frase de Dostoyevski, mas variações dessa frase você encontra na boca de muitos ateus.
Então John Paul Sartre vai dizer que esse Deus não existe, então o homem é livre, ok? E isso é verdade, irmãos. Uma vez que você tira Deus, você tira qualquer base para dizer que algo é absolutamente certo ou absolutamente errado.
Se você tira Deus da base dos valores morais, então onde nós sustentaremos os valores morais? nós sustentaremos na humanidade. Só que a humanidade ela é composta de várias mentes.
Ela não é uma mente, ela é composta de várias mentes. Então, qual dessas mentes é a autoridade sobre as demais para dizer que determinados valores morais devem ser seguidos por todos? Nenhuma.
Então, os valores morais são colocados na subjetividade. À medida que os homens se organizam, eles produzem então o Estado. E aí o Estado passa a dizer o que que é o certo e o errado.
Só que isso não garante, não significa que os esses valores morais são absolutos. Então, por exemplo, o Estado norte-americano na Segunda Guerra Mundial poderia ser contra o holocausto, contra se matar judeu por convicção. Já o Estado alemão era a favor disso.
Então, quem pode dizer qual dos dois estava certo ou errado? Então, se não existe uma base objetiva, se não existe uma mente que é autoridade para fazer esse juízo, isso fica a nós seres humanos. Então, as guerra, guerras morais, então os ataques do tipo dizer que uma pessoa está certa e outra errada, elas ficam dentro da subjetividade.
Então, se Deus não existe, valores morais e obrigações objetivas não existem. Mas valores morais e obrigações objetivas existem. Isso até os ateus vão dizer.
Por exemplo, abusar sexualmente uma criança por prazer. Isso é considerado por todas as pessoas errado. Traição é considerado por todas as pessoas errado.
E como é que nós podemos saber que nós consideramos isso errado? Não é se nós olhamos para uma pessoa e dizemos que ela está errada. Quando nós consideramos isto errado, então, por exemplo, ah, se você pode considerar certo trair, mas quando alguém lhe trai, você considera errado.
Outro outra outro exemplo, quando um leão mata um uma zebra, nós não dizemos que isso foi um homicídio. Nós dizemos que isso faz parte da cadeia alimentar. Agora, quando um ser humano mais forte, mais com mais poder, mata um outro ser humano com menos poder, nós chamamos isso de homicídio.
Então, para nós, seres humanos, existem valores morais absolutos. Isso é crido inclusive por ateus. A conclusão então é que Deus existe.
Então veja o argumento se Deus não existem, valores morais e obrigações objetivos não existem. Só que valores morais e obrigações objetivas existem. Logo, Deus existe.
OK? Se existem valores morais e obrigações, então é porque Deus existe. Então, qual a conclusão que nós chegamos pelos argumentos a favor do teísmo?
é que junto com estes argumentos, nós poderíamos colocar mais dois. Na verdade, nós poderíamos colocar vários outros argumentos para a existência de Deus. Você tem o argumento da ressurreição de Cristo, certo?
Então, Willam Len Craig trabalha muito esse argumento e você tem o argumento da predicação humana, ou seja, os seres humanos desejam o transcendente. Logo, ah, como os seres humanos só desejam aquilo que eles entendem que é possível para eles alcançar, então deve existir um Deus que os seres humanos ao desejarem exista. Ok?
Então, o argumento da ressurreição de Cristo e o argumento da predicação humana fortalecem ainda mais ah o teísmo. Então, mediante estes argumentos, nós notamos a superioridade metafísica da fé cristã. O cristianismo é quem melhor explica a divindade.
OK? Então, nós fizemos aqui um trabalho de demonstração, de justificação do nosso pressuposto. Então, o ateu pressupõe que Deus não existe, o cristão pressupõe que Deus existe, o politeísta pressupõe que deuses existem e o panenteísta pressupõe que tudo é Deus.
Então, qual destes está com sua preposição, pressuposição correta? Nós avaliamos uma pressuposição pelos fatos avaliados. Então, os fatos que nós avaliamos aqui nos mostram que o a pressuposição teísta, ela está correta.
Ela é a pressuposição correta. E assim, então, nós estabelecemos o primeiro pilar da fé cristã, da teologia cristã, que é o pilar da fé em Deus. OK?
Então nós vamos parar por aqui. A partir da próxima aula, então nós vamos acompanhando os demais pilares da fé cristã. Então fiquem com Deus e até lá.
Yeah.