gravar aqui que vão ter informações importantes nessa reunião. Que bom que você tá bem. Deixa eu pegar minhas anotações aqui.
Bora lá, então. É um prazer falar contigo. Me apresentei rapidamente lá no grupo, né?
Eu sou a Natalie, mas você pode chamar de Nat. Vou tá aqui pingando assim porque eu tô com duas telas. Eh, eu trabalho com com a parte de conteúdo já tem um bom tempo, né?
Me apresentar aqui formalmente para você. Já tem 8 anos que eu tô aí dentro do digital. E nesses últimos 8 anos eu sempre gostei muito de trabalhar com conteúdo, mas passei por outros departamentos também.
Eu trabalhei como gestora de tráfego, já trabalhei como gestora de projetos, já trabalhei como gestora de automação, já fiz algumas outras coisas. Então, o bom de ter passado por todos os departamentos é que na hora de produzir o conteúdo, eu consigo ter uma visão 360, né, do todo. Dá para ter uma visão mais estratégica, mas a minha paixão mesmo é a parte de conteúdo.
>> E eu queria conhecer mais você, o seu projeto. Eu dei uma olhada na documentação que o Thiago fez, olhei lá o seu Instagram, vi a página que você tem aqui falando do produto de Quero ser o inscritor publicado, mas eu queria ouvir de você como que começou, quanto tempo faz que você tá com esse projeto, enfim, mais detalhes aí. >> Eh, desculpa, Nati, é isso.
Antes de eu de eu de eu fazer esse overview para você, qual que é o seu papel dentro do da equipe? Só para eu entender, você tá entrando no lugar da Leila. Seria isso mais ou menos?
>> É a Leila que cuidava da parte de conteúdo, né? conteúdo orgânico, porque hoje quem faz a parte dos criativos ali, o que vai ser colocado como anúncio é o Thago, mas eu tô 100% na parte orgânica, então tudo que diz respeito a publicações ali nas redes sociais, mas na parte orgânica, tá comigo. >> Ah, de orgânica Leira nunca falou nem fez nada, não.
Ela só me mandou roteiro mesmo e cópia. Ah, entendi. >> Só isso.
Então, eu a gente tem uma editora, eu e minha sócia. Nós trabalhamos eh já há muitos anos com isso. Eh, ficamos aí 11 anos trabalhando muito muito verticalizado no mercado de coaching.
2023 a gente saiu e ficamos dois anos eh eh só trabalhando com o orgânico mesmo e trabalhando as nossas relações, network, indicação e foi muito bem. E aí no começo do do final do meio do meio do ano passado para cá, ah, foi fazendo a curva para baixo, né, como como qualquer linha de estratégia, seja orgânica ou não. E aí tudo que tudo que a gente eu fiz do lado de cá para muita gente, tudo que vocês fazem, todo o processo de lançamento de tudo, desde o desde eu tô nesse mercado desde 2013, né?
São mais de de 10 anos. Então, tive lá no começo do Érico Rocha, enfim. Eh, e aí só que quando foi para fazer para mim, é aquela, é aquela coisa do Casa de Ferreira, espeto de pau, né, para fazer pra gente é diferente.
E eu acho que todo especialista tem que tá focado em outra coisa, não tem que tá focado nessa parte muito operacional. Então eu decidi contar com uma agência, né? Foi quando eu eh eu não quis nenhuma das agências que eu já conhecia para não misturar muito enfim, realmente começar alguma coisa que fosse nova.
E alguém da agência povo me abordou e foi assim que eu cheguei nos meninos. >> Entendi. Então já tem muito tempo, né, que você trabalha com essa com essa parte de da editora, né?
Você falou mais de 10 anos. de editoras são quase 20. >> Nossa, é muito tempo, muito tempo.
Que legal. Bom conhecer um pouquinho mais a respeito de você. Você falou que então você já conhecia o Érico, né?
Já desde o começo. Então todos os termos jargões de marketing, todos eles você conhece, né? Que que é topo, meio, fundo de funil, que que é A, B, C, teste?
Não, já conhece tudo, né? >> Sim. Ah, então beleza.
Ó, eu queria saber algumas coisinhas a respeito do conteúdo, já que você tem tanto tempo. Eu queria saber assim a sua visão do que que você acha que mais funcionou nesses anos. Eh, qual que é o tipo de conteúdo que que faz mais sentido para você, que você acha que que as pessoas elas recebem melhor?
Eu dei uma olhada no Instagram, eu vi que a a pegada dos conteúdos ali, ela é mais emocional, né? menos técnico, mais mais puxado pro assim. Eh, eu nunca usei a minha página de uma forma estruturada.
Essa é uma, essa é uma questão importante. A, o meu perfil até muito pouco tempo, ele era um perfil pessoal, era eu, eu, meu marido viajando e as coisas que eu queria postar e coisas de trabalho, enfim, um evento aqui e um evento ali. Eh, eu nunca, porque até 2023 eu nunca me pensei como empreendedor, né?
Eu fiquei 11 anos no IBC no Instituto Brasileiro de Coaching com Zé Roberto Marques e depois passei por um por alguns lugares, fiz trabalho para todo mundo que ser sonhado que existe coach. Então eu nunca me pensei eh como como o cara como como o cara de frente, né? Sempre me pensei como pessoa de bastidor.
Então eu nunca tive preocupação em usar a minha página para nada. Então nunca tive preocupação em estruturar uma linha editorial. em verticalizar um conteúdo.
Quando eu fui pensar em fazer isso, eu esbarrei numa numa coisa que os meus clientes hoje da editora também esbarram muito, que é assim: "Eu faço muita coisa, eu tenho muitas atividades profissionais, né? a minha carreira é uma carreira em W. Então, eu atuo, eu fui diretor de faculdade eh de graduação e pós-graduação.
Então, eu atuo, atuei muito tempo na área educacional. E a área educacional, eh, antes de eu explodir um pouquinho aí os meus os meus seguidores, meus seguidores eram todos da área educacional, eram alunos, exalunos, gente, de faculdade. Eh, eu sou psicanalista, então eh o meu crescimento de eu fui de 2000 para 12.
000 1000 seguidores por conta dos contas de psicanálise, eh, que são os videozinhos anã, eh, os participação no programa da Amanda, televisão, essas coisas. Eh, só que hoje eu só atuo como psicanalista de forma gratuita pela escola que eu me formei. Eh, tentei em algum momento ver se a psicanálise rodava para ser uma atividade profissional, mas quando eu vi o esforço e o dinheiro que eu ia precisar para gastar disso, para ter cliente de terapia, eu desisti.
E e paralelo com isso, eu tenho a atividade que mais me dá dinheiro, que é que é a atividade que paga minhas contas hoje, que é escrever e publicar livro. Só que para escrever e publicar livro, eu precisava de uma página institucional, que foi quando a gente criou a página do Luz. E a página do Luz que você deve ter visto, ele é um Instagram que é um que é um Instagram que ele foi pensado para ser um Instagram portfólio.
Então ele não foi pensado para ser um Instagram comercial, ele não foi pensado para ser um Instagram de conteúdo. Tem uma pessoa na minha equipe que que briga comigo todos os dias pra gente postar conteúdo, porque ela segue pessoas que publicam, ai como escrever um prefácil, como escrever um não sei o quê. 10 dicas de revisão.
Não, a gente não pensou esse esse perfil para isso. A gente pensou esse perfil para ser um portfólio, paraa pessoa entrar e ver a quantidade de livros de pessoas lançando de autores e ter vontade de ser um deles também. Eh, e aí eu eu fiquei muito nesse jogo de tentar fazer uma coisa, tentar fazer outra.
Então, durante muito tempo eu foi só conteúdo educacional, durante muito tempo foi conteúdo de psicanálise, depois voltei, aí comecei a fazer o workshop, quero ser um escritor. Eh, importante contar que nas últimas duas semanas eu arquivei mais de 30 postagens do meu perfil, porque eu tô com uma ação judicial com com o IPC e aí eu precisei arquivar algumas coisas do perfil. Então, tem muita coisa que que já foi arquivada, que tava aí também no story de evento e tal.
E eu ainda sou produtor cultural porque eu faço roteiro para uma produtora, acabei entrando num braço cultural. Então no meu perfil tem foto de mim com artista, fazendo show, produzindo carnaval, não é porque é uma produtora que eu sou sócio e tem eventos que eu vou de Nazaré. Então é muito braço, é muita coisa.
Eh, e tudo isso é muito, para mim era muito confuso e pensar em usar o meu Instagram. é muito fechado assim para para produto, para infoproduto, para me dar uma agonia, mas ao mesmo tempo eu sei que muito fragmentado também não traciona, mas ao mesmo tempo o que tracionou, que foi a psicanálise, não me traz dinheiro. >> Entendi.
>> Então é uma salada. É, mas hoje hoje a gente vai focar no perfil, no seu perfil que é o Mário Frazão ou a gente vai focar no Luzes? >> Eu não sei, >> tá?
Então isso aqui é é tá com a gente, né? A gente que decide, no caso. >> É, a gente vai conversar sobre isso, né?
Porque assim, eh, o perfil do luzes, eh, vamos lá, nosso produto é um produto de valor agregado alto. O nosso produto principal hoje custa R$ 25. 000.
Eh, ninguém paga R$ 25. 000 de qualquer jeito. Tira o cartão e paga R$ 25.
000. Então, os nossos clientes eles e e eu fiz até uma postagem no meu Instagram sobre isso, a gente eh tem fez aqui uma média de que a gente leva em média 10 meses para fechar um contrato. >> Eu vi uma postagem que você falou sobre isso.
>> 10 meses entre o momento em que uma pessoa me conhece, ouviu falar de mim ou alguém me indicou ou me viu fazendo pit de venda no Andrecaser, ou viu uma palestra minha em qualquer lugar. né, até ela fechar um contrato com a gente, porque escrever um livro de uma, sobretudo quando a gente faz o trabalho de ghost writer, né, é um trabalho muito delicado. Eh, aquela pessoa vai tem que confiar muito em mim para que eu escreva algo que depois ela vai assinar embaixo, né?
Eh, então não é tão simples. Então, o qual que é o raciocínio? Um perfil institucional não gera segurança suficiente para fechar um contrato de R$ 25.
000. Eh, quem fecha esse contrato não fecha como empresa, fecha como uma pessoa que ela conhece, que ela sente segurança, que ela entende a carreira, que ela foi indicado por alguém, porque já viu alguém que fez. Então, o que quem o que tem trazido contratos e trabalhos é o meu perfil pessoal, por mais bagunçado que ele seja.
É, e faz sentido, né? Porque pessoas se conectam com pessoas, então a gente sempre confia realmente mais numa pessoa do que numa empresa. Então, eh eu acredito que o ideal seria a gente trabalhar as duas coisas em conjunto, mas eu vou conversar com o Thiago e depois a gente faz uma outra call só pra gente definir a respeito disso.
Ã, e como é que tá funcionando o seu funil hoje? Porque eu vi assim que a gente tem o seu link na Bio e aí o link na Bio tem uma página e a página já vai direto pro checkout, mas você falou que leva mais ou menos 10 meses paraa pessoa fechar um contrato com você. Como é que funciona assim esse ciclo aí do seu funil?
Eu fiquei meio perdida nisso. >> Então, mas o funil quem fez agora foi o Thiago. A gente não tinha funil, a gente nunca trabalhou com isso.
A gente tinha eh pessoa me conhece, fala comigo, a gente faz um, duas, três reuniões, manda uma proposta comercial e fecha o contrato. A gente, de novo, a gente nunca usou tráfego para trair cliente. É a primeira vez que a gente tá fazendo isso.
>> Hum, entendi. Ã, e, e você tem alguma aula gravada a respeito disso ou seria só aquela página? Tem workshop e tem o curso como ser um eh quero ser um escritor.
Tem dois dois cursos. >> Entendi. Então você, você tem quantos produtos hoje?
Atualmente >> esses dois com você. Depende de que produto você tá falando. No todo.
>> No todo, assim, do que a gente tá falando aqui de do quero ser um instritor. Você publica o livro da pessoa, você tem um workshop e você tem produtos digitais. A gente tem dois, o workshop e o curso completo, né?
Né? O workshop é um resuminho do curso e o curso completo. Na editora a gente tem quatro ou cinco formatos de publicação, que é outra coisa.
E na a a editora tem um braço de produtora, que é quando a gente transforma o livro da pessoa em mentoria, treinamento, curso online, palestra, em que a gente desenvolve também esses produtos, >> certo? Mas o o foco principal dos conteúdos que a gente vai começar a produzir, vai ser o curso ou vai ser a editora? >> Eu achei que vocês que fossem me dizer, >> tá?
Eu vou, eu vou conversar com o Thiago porque assim, eu entrei, eu entrei na Povo, eu já trabalhei na Povo antes, né? E eu voltei com eles agora, mas eu tenho uma semaninha só de povo e aí eu tô estudando a documentação dos clientes, mas tem coisas que ainda estão meio perdidas, mas eu vou >> porque só só para você só para só para justificar o que eu tô dizendo, Nati, é assim, ó. Eh, eu fiz um exercício muito difícil, mas que eu achei que era muito necessário de trazer uma agência para trabalhar comigo, mas de abrir mão, de gerir essa, porque assim, ó, eu poderia perfeitamente dizer: "Quero isso, quero aquilo, minha estratégia vai ser assim, o meu desenho é esse".
que eu sei fazer esse negócio, já fiz isso para 50 pessoas diferentes. Só que eu e eu falei isso pros meninos no começo, falei: "Gente, eu estou folha em branco com vocês. Eu quero que vocês, olhando de fora o meu negócio, me deem sugestões e me digam que vocês acham melhor eu fazer, porque se for para eu fazer da minha cabeça, eu continuo fazendo.
" >> Entendi. Não, tá certo. Tá certo.
Aí, só para justificar assim que eh a partir da análise de vocês e do olhar de vocês, vocês me trazem aí. Eu posso até dizer: "Não, olha, isso aqui que você tá trazendo não faz tanto sentido, porque o mercado que vocês não conhecem muito funciona dessa dessa maneira. " Então, a gente pode ajustar assim, assim, assim, sabe?
Mas eu queria que viesse de vocês. >> Entendi. Claro.
E e tá certo, com certeza. Eh, eu vou fazer algumas outras perguntas para você aqui, só para eu poder terminar de definir depois com o Thago qual que é a melhor forma da da gente executar daqui paraa frente. São mais perguntas pessoais mesmo do que você se sente confortável.
>> Eh, você prefere quando a gente passa o roteiro de gravação para você passar o roteiro de gravação, você prefere vídeos que são mais espontâneos, aquele roteiro mais solto ou você prefere uma coisa mais técnica, mais estruturada? Eu sempre vou mexer, então, tanto faz. Eh, eu gosto de que venha uma ideia base para eu entender, né, eh com quem que esse roteiro tá falando.
Ah, é um roteiro focado mais numa dor X ou é um roteiro focado mais num desejo tal ou é um roteiro focado mais na urgência, sei lá, entender entender o texto. E e eu sempre faço pequenas adaptações, mas eu eu gosto de que venha para eu entender. Então, pode ser mais estruturado, pode ser menos estruturado, não tem problema.
>> Ah, então beleza. Ã, você prefere um conteúdo que seja uma coisa mais técnica ou uma coisa mais conversacional com o público? >> Essa é uma boa pergunta, porque conversacional eu tenho, ó, eu tenho 10.
000 1 pessoas no meu Instagram que vieram pro conteúdo de psicanálise. Eu acho que se o conteúdo fica muito conversacional, essas pessoas vão entender que o conteúdo é para elas e não é. >> Entendi.
Então tem que começar a a fragmentar, né, o esse público aí, começar a nichar ali dentro do seu perfil. Eu acho que nichar o público do perfil é uma coisa importante. Trazer pro perfil público qualificado é importante.
Eh, tem uma uma profissional da minha área que é a Daniela Sakigaua, acho que é isso o nome dela, que para mim ela é o mais próximo do que eu gostaria de chegar. Eu acho que seria legal você dar uma olhada no perfil dela. >> Como é que escreve esse nome?
>> Deixa eu olhar aqui que o nome dela, se nome japonês, a gente nunca tem certeza porque a Dani, ela é uma pessoa técnica, mas ela é ela é simpática, ela é leve. Eu não gosto dos criativos dela, mas do conteúdo dela eu gosto. Aí aquele momento que você precisa procurar o perfil, você não acha?
>> Mas se você não achar agora, não tem problema. Você pode mandar depois no grupo, >> mas eu tenho ele aqui. Eu acho que eu tinha até Não, pera aí, deixa eu deixa eu já fazer isso agora que se eu deixar para fazer depois eu não é é Dani com Y pon sa U G A W.
Achei aqui. Eu vou dar uma olhada depois no perfil dela, dá uma analisada. Ela é o é o mais assim, eu acho que ela caiu naquilo que eu sempre evitei para mim, que é ter um Instagram que você olha e você só vê trabalho, sabe?
Mas de toda forma, eh, eu acho que isso vai ter que acontecer em algum dia e o story também traz a vida da gente, uma vez ou outra tem uma coisa mais orgânica também surgindo no perfil, né? Eh, decidir fazer um conteúdo verticalizado numa editoria de escrita, de publicação de livro, não. Muito difícil para mim.
Porque eu faço muita coisa, parece que eu tô me limitando. É como se eu fosse um polvo, né, para usar metáfora da agência e tivessem cortando cinco tentáculos meus, >> mas dores, só desabafo, entendeu? Entendi, entendi.
Eh, e e essa e essa sua fala agora, Mid, já faz eu puxar o gancho para outra pergunta. Como você tem muitas coisas que você >> Alexa pare. Como você já faz muita coisa, né?
Você tem muitos braços aí tem algum tema que você diz assum atender de nenhuma forma, como por exemplo da psicanálise? Não, não tenho problema com nenhum tema, não. Zero tabus.
Então, qualquer que seja o gancho, a gente pode usar. Não existe nada que seja assim proibido no perfil. >> Zero problema.
>> Certo? E como você tem muita coisa para fazer aí, imagino que você é uma pessoa muito ocupada. Como que é, como que vai ser a sua rotina de gravação?
quantos criativos assim, quantos quantos vídeos você consegue gravar por semana? Porque aí pensando que a gente vai ter que gravar algumas coisas, vai ser da parte do Thago lá, né, de anúncio e vão ter alguns conteúdos pro perfil também. Qual que é o seu teto assim de vídeos para gravar semanalmente?
>> Eu gravo bem, Nati. Eu eu eu sempre me organizo assim, eu gosto de porque a minha rote, eu trabalho 100% em home office. Eu tenho um cliente que eu vou uma vez por semana presencial nele, eh, que é uma empresa que que eu faço a consultoria de posicionamento dele e da empresa dele.
Eh, e de vez em quando tem lançamento de livro, tem vou almoçar, tomar café com o cliente, mas 90% do tempo eu tô em casa. Então, eu acordo, eu eu vejo as pendências do dia, eu tento dissolvar tudo de manhã, gráfica, eh, aprovação de PDF, tanã, e à tarde eu sempre consigo me organizar. Por exemplo, o Thiago mandou roteiros para mim, acho que ontem ou anteontem.
Ontem eu não consegui gravar porque ontem eu tinha eh reuniões à tarde com clientes do norte. Vou fazer agora à tarde. Então, às vezes eu demoro um dia, dois, não demoro mais do que três.
Eu gravo bem. Pode, pode ficar tranquila. >> Ah, então, então beleza.
Eh, no conteúdo que a gente vai produzir, tem alguma coisa, algum ponto da sua história, do método, do seu trabalho que você considera inegociável na comunicação? Alguma coisa que você gostaria que estivesse sempre presente? Vou dar um exemplo, né?
O Érico fala muito quando a gente tá fazendo um lançamento de que a Roma, Roma tem que tá presente em todos os lugares. É Roma para todo lado. E aí tem alguma coisa que seria semelhante a uma Roma que você fala assim: "Não, isso aqui tem que tá sempre presente.
Isso aqui é um gancho que tem que ser sempre usado, um ponto que tem que ser sempre abordado". Você fala como se fossem assim, eh, frases, >> pode ser frase, pode ser chavão, pode ser um gargão, alguma coisa que do seu ponto de vista tem que estar sempre presente. Ó, tem uma coisa que eu acho importante que é não é qualquer livro, é um livro estratégico, porque eh a gente quando vem lead frio pra gente vem muito lead para lançar livro literário e a gente não trabalha com literatura, a gente só trabalha com não ficção.
De vez em quando eu faço um livro, por exemplo, a gente lançou um livro de poesia o ano passado, mas é porque eu me apaixonei muito pela história do autor. Ele fez um curso comigo e contou a história dele e eu e aí lançamos o livro dele, mas a gente trabalha predominantemente com não ficção. Então, eh, essa frase não é qualquer livro, é um livro estratégico e variações dela, né?
Eh, eu acho que é uma coisa que que pode ser um ponto, uma marca, sabe? >> Certo? É isso que você falou.
Ainda bem importante. E aproveitando sobre isso, tem alguma coisa que você acha que o público sempre entende errado sobre aquilo que você faz, o que você entrega? Ou sei lá, alguma coisa que a pessoa, a pessoa, todo mundo que quer publicar um livro acha que é de um jeito e no final das contas é de outro?
Entende errado. a gente, eu não diria entender errado, mas tem um conhecimento que eu que eu explico no workshop e que e que pode vir para as redes sociais, não vejo problema, eh que é assim, eh ainda existe gente que quando pensa em lançar livro, pensa: "Eu vou lançar um livro, a editora vai vender e vai me pagar royalty do livro". do que vender, né?
E não é isso que acontece. Se a não ser que você tenha pelo menos 150. 000 seguidores, você paga a publicação do livro.
Então, tem muita gente que vem achando que que é de graça, que ele pode mandar o o livro dele que a gente vai publicar e depois vai pagar ele por isso. Eu acho que esse que que não é exatamente entender errado, mas é porque como a uma prática do mercado, o mito de ser escritor, né, também envolve isso, de vender livro e ganhar pela venda do livro, eh, eu acho que isso pode ser um ponto. Entendi.
É uma coisa que eu vou que eu vou anotar. Eh, bom, as perguntas que eu tinha eram eram essas. Eu vou depois anotar tudo certinho.
Vou rever essa essa nossa essa nossa reunião aqui. E o que eu queria por último de você é um alinhamento de expectativa. Assim, o que que você espera dessa parte do conteúdo.
Já entendi que boa parte do que você tem como expectativa aqui é que a gente traga os direcionamentos e os posicionamentos para você. É uma coisa que eu vou conversar com o Thiago depois e a gente traz um retorno sobre essa nossa cola aqui de conteúdo. Mas tem mais alguma coisa assim que talvez você já tenha até falado com os meninos e que você quer reforçar o que você tem como expectativa, né, do trabalho como um todo assim da agência, mas principalmente a parte de conteúdo.
>> Ó, da agência eu tô desesperado para vender. Esse é o esse é o básico. Eu tô achando que tá lento, né?
Quando quando o Elielson manda lá para mim, ah, investimos R$ 200, mas eu sei que ele tá fazendo. Eu e eu e ele tá fazendo certo, né? É a primeira calibragem e tal.
Eh, mais ansiedade minha do que qualquer outra coisa. Eh, quero ver o funil funcionar, quero ver rodar, quero ver dinheiro entrar, quero ver, né? E e aí talvez estejam tem esteja um ponto do que eu te falei, de vocês também trazerem para mim.
Ó, o criativo não funcionou, a COP não, não pegou, vamos refazer isso, vamos mudar aquilo, grava de novo, cai tal coisa, sobe tal coisa, n faz isso, porque eu sou muito obediente. Manda, manda eu fazer, eu faço, né? desde que vem o resultado da agência como um todo.
É isso. Do orgânico, eh, do orgânico, eu acho que se você conseguir me ajudar a ter uma editoria de conteúdo mais bem organizada, eh, e com uma frequência de postagem ah um pouco mais, eh, consistente, né? que eu posto o meu quando dá.
Eu tenho aqui, eu tenho c quatro ou cinco posts prontos que a nossa design da editora fez, mas não tem tempo, não postei. Aí geralmente eu sento, faço, já faço as subo as cinco postagens os programas dias e horários, né? Mas nem isso eu consegui fazer.
Então se a gente conseguir colocar uma consistência nisso, para mim já vai ter já vai ser um um bom ganho. >> Show. Bom, consistência é uma coisa que vai vir sim, só a gente, né, terminar de alinhar esses pontos e aí eu já começo a produzir o os roteiros, o que vai precisar ser feito, passo pros meninos e os meninos fazendo, desenvolvendo, já já programam, já deixo tudo certinho também e a gente começa a ter uma frequência aí de postagens bem bacana.
Eh, mas assim, todas as informações que eu precisava, eu peguei aqui. Agora é realmente sentar com o Thiago e a gente dá uma analisada e depois te dar um retorno. Eu vou ver com ele isso quanto antes.
Aí a gente já deixa uma reunião agendada pra semana que vem pra gente definir os últimos pontos que precisa, tá bom? >> Beleza. >> Quero agradecer seu tempo, viu?
Sua disponibilidade e a gente vai conversando. GR >> Imagina. Obrigado você, N.
Ciao. Ciao. >> Ciao.
Ciao.