Tá bom então hoje eu vou tentar explicar para vocês o que quer alto escrita alto escrita é uma ferramenta de pesquisa sobre si sobre si mesmo é uma um método de pesquisa o sistema de pesquisa sobre si mesmo e aí ela tem algumas práticas ela tem algumas práticas que você vai fazendo e é um percurso ela não tem um tempo certo ela não tem limite não são 5 aulas nada disso é um percurso e alto escrita para entender melhor como é que essa pesquisa sobre se funciona você tem que entender eu tenho que explicar para
vocês eu tenho que explicar é assim o que que ela tá apoiado assim não eu não vendo nada Não inventei esse negócio Sim acordei um dia tivesse ideia Claro que não então ela tem eu penso ela da seguinte maneira ela tem um princípio de pensamento assim de fundo tipo um pano de fundo dela lá no fundo assim um princípio uma espécie de paradigma assim e ela tem 3 as bases conceituais nas quais ela se apoia diretamente então isso aqui é uma coisa indireta assim sabe a então tem aquela ideia lá no fundo lá e aqui
tem umas três bases conceituais eu vou explicar essas quatro coisas para vocês hoje a gente poder continuar esse trabalho aqui no salva-vidas que esse negócio de um salva-vidas eu vou estar um pouco assim sempre apoiado nessas quatro coisas então é bom saber né Para entender como é que esse canal funciona Tá então vamos lá eu vou explicar a primeira esse primeiro princípio básico é a filosofia a filosofia minha formação original em filosofia e eu penso as coisas usando a filosofia sempre que quer dizer filosofia filosofia uma porrada de coisa negócio enorme gigantesco mas para mim
é filosofia tem uma coisa fundamental que é assim a ideia de nunca parar de perguntar nunca assume uma coisa com mudada nunca assume a Então é isso é isso isso é aquilo né a gente não para nunca te perguntar e aqui se tudo caminha bem a gente não vai parar nunca e da pesquisa sobre se você não vai parar nunca de perguntar se eu não chegar uma resposta tão fechei a resposta é essa não se aconteceu isso a gente tá errado se eu te disse alguma coisa assim absoluta assim que é assim eu tô enganado
Então essa é a primeira coisa não parar nunca disse perguntar e aí tem a ver com a ideia da dialética né que uma coisa produzir um outro pensamento que produz um outro pensamento que produz um outro pensamento ou a dia lógica né a lógica do Diálogo né E essa ideia de que tem uma espécie de assim uma suspensão dos valores que parecia certo errado a princípio Isso é uma ideia que a gente vai voltar ela várias vezes no campo moral assim da moralidade o que é certo e errado mas não só o certo errado o
absoluto que parece uma coisa dada a gente vai suspender um pouco falar mas esse será que é será que é será que é de se perguntar Então esse é o princípio básico aí Tem três coisas e aí tem coisas que alto escrita ela meio que e também assim né maneiras e ferramentas de pensamento conceituais mesmo a primeira é a narrativa alto escrita entende a vida como uma narrativa como modelo narrativo e é de novo tem a ver com a minha formação como dramaturgo roteirista E aí o que quer dizer isso quer dizer que a ideia
de pensar nossa vida nossa vida como uma história que quer dizer como uma história quer dizer que ela tem alguns elementos que compõem uma história ela tem um arco né ela tem um percurso ela tem personagens ela tem um jogo de forças e personagens ela tem conflito né ela tem figuras até figuras que representam forças nesses conflitos ela tem episódios ela tem passagens tem ratos períodos né ela tem uma passagem do tempo tem uma série de elementos que a gente vai usar aqui não descrita que a gente usa sempre não descrita para pensar nossa vida
como uma história um pouco como uma história tem e até uma coisa específica dessa maneira de pensar a vida como uma história porque é uma história na qual você o personagem Central o céu protagonista dessa história mas então se a gente está construindo essa observação sobre essa história gente também é observador dessa história então alto escrita Faz esse jogo de você ser espectador e ator ao mesmo tempo espectador e ator ao mesmo tempo dessa sua história sabe e também o sujeito que constrói essa narrativo né Então nesse sentido o dramaturgo né o narrador desta história
Então você vai alternar esses vários lugares assim várias posições em relação a essa história mas sempre pensando tem sempre conflito né pelo jogo de forças né Tem tem conflito tem Episódio tem cena tem personagens têm funções as personagens têm arco dramático tem esse percurso né tem passado atualidade e futuro tudo isso que a gente entende numa história quando a gente conta uma história tudo isso vai estar presente na outra escrita é muito importante que ele te guarde esses conceitos a gente vai voltando a eles aos poucos à medida que eles forem se fazendo necessários nesse
nosso percurso aqui nessa aplicação a aplicação da alto escrita a questões concretas da vida assim né então é assim é como se fosse possuem pequenas boias né e sobem e a gente pode agarrar nelas então é isso é seu primeiro campo conceitual no qual alto escrita se ampara diretamente a narrativa das Ferramentas da narrativa segundo a psicanálise na psicanálise que também é fundamental na minha formação a psicanálise como entendimento de que essa narrativa de que é cistografia ela não é consciente né que ela tem bases em conscientes E que esse jogo de forças esse conflito
entre essas forças ele ele eles acontecem numa espécie de teatro inconsciente e aqui eu tô falando especialmente da psicanálise Freud Anna não que não vai usar aqui psicanalises de outros autores assim né de outras pessoas que me interessam mais grosso da alto escrita da fundamentado na psicanálise de Freud ano nada contra a a galera que é das outras linhas tudo certo que eu gosto mesmo do Freud Até porque eu acho que o e sem conflito peça em termos muito narrativos assim então eu gosto eu acho que serve para gente aqui mas então é a ideia
de que tem um conflito básico né acontecendo no gente o vários conflitos acontecendo a gente várias ambivalências né vários shoppings de necessidades diversas né que lutam dentro da gente uma luta dentro da gente acontecendo e que essa luta é inconsciente em grande parte né que ela a gente não tem acesso a ela que o parte do nosso trabalho é entender esses campos inconscientes O que quer dizer que a gente tem autoridades dentro da gente né que a gente tem coisas que não são assim tão familiares dentro da gente que a gente não reconhece que dá
trabalho reconhecer que dá trabalho assumir que dá trabalho perceber esses outros atores esses outros personagens que existem dentro da gente mesmo entendeu então a gente é múltiplo né a gente é múltiplos personagens a gente tem muitos vetores dentro da gente né a gente tem muitos vetores dentro da gente que a gente preferiria talvez preferiria talvez não reconhecer mas que a gente vai estudar esse trabalho de reconhecer e pode mudar a nossa vida maneira como a gente atua na nossa vida então não é à toa que a gente vai fazer essa pesquisa dos Campos inconscientes e
usando psicanálise porque essa pesquisa modifica a maneira como a gente atua na nossa vida porque é sobre isso no final das contas viver uma vida menos cretina Então esse vai modificar essa essa maneira como a gente enfrenta a vida e aí a o que ser o campo conceitual é a neurociência afetiva adolescência um troço enorme Super Interessante tem muitas muitas muitas linhas muitas linhas a ver o ciência mas aqui a gente vai se concentrar no campo específico da neurociência que se chama neurociência afetiva que a neurociência que estuda os afetos estudos afetos né que estuda
os nossos temas afetivos EA partir daí nossas emoções nossos sentimentos né especialmente uma linha da neurociência afetiva que tá ligada à tradição do punk do IAC panksepp que é um Pensador que já morreu de um teórico pesquisador e tal é que morrendo 2017 mas que o termo neurociência afetiva ele inventou esse tema é muito recente na verdade é da década de 90 tem um eu vou botar embaixo o livro inaugural disso né dele que se chama neurociência afetiva e vou botar também o livro mais atual dele que eu sempre sempre indico que eu acho que
é muito legal de 2012 para entender o que que são os afetos a gente vai usar esse o tempo todo por quê Porque vai vendo né então tem a ideia de que a vida é uma pode ser pensado em modelo narrativo depois a ideia de que essa narrativa tem Campos inconscientes na psicanálise e depois isso que a neurociência afetiva atrás que é qual que é a natureza desses Campos em conscientes desses afetos desses impulsos desses vetores que dão origem aos conflitos e aí é que a neurociência afetiva serve para gente Para entender o que que
são esses afeto para entender que troço são esses já disse que a gente vai falar muito aqui né das nossas necessidades afetivas eu vou falar disso um milhão de vezes as necessidades afetivas e conflito entre essas necessidades bom então eu queria gravar esse vídeo aqui hoje para explicar esse essa base da escrita assim que não é uma coisa do nada não é uma coisa toda e a gente tem esse vídeo aqui como como acordo então é nesses termos que a gente está trabalhando beleza entendi tem outras maneiras de olhar a vida tem outras maneiras de
olhar o nosso nosso funcionamento psíquico o nosso funcionamento prático nosso comportamento nossa fé tem outras maneiras de olhar muitas muito legais várias maneiras de olhar aqui a gente tá agora usando essa perspectiva Mas lembra tem o primeiro princípio nada disso é absoluto é tudo isso pode ser suspenso então a gente está usando isso a gente está se utilizando desses Campos conceituais como ferramentas para olhar a vida né a gente se utiliza deles é isso que a gente faz essas ferramentas Tem que servir para a gente não a gente servir a elas da medida que elas
funcionam para a gente que elas enriquecem a gente que elas nos ajuda pessoas começam a atrapalhar a gente tem uma coisa de errado então elas estão sempre sempre assim está sempre olhando para elas confiando nelas mais colocando elas em questão e nada dogmático entendeu a gente tá aqui pensando está aqui pensando a vida tentando fazer uma vida mais legal mas sempre botando as coisas em questão sacou então tem a isso como base mais lembra é uma maneira de olhar tem muitas maneiras de olhar nada do que eu tô falando aqui absoluto são maneiras de olhar
a vida tá E ela escuta vai seguir por esse caminho tá bom E aí e o salva-vidas aqui também então era isso que a gente conversa mais tchau você já é