Uma boa ilustração vale mais que 1000 palavras, mas uma imagem claramente construída na mente por suas palavras vale mais que 1000 desenhos. Pois o leitor colore essa imagem com sua própria imaginação, que é mais potente do que todos os pincéis de todos os artistas do mundo. Tenho em minhas mãos, talvez, uma das maiores obras primas sobre storyting, sobre a arte de contar boas histórias do mundo.
Esse é um livro que eu li ano passado e explodiu absolutamente a minha cabeça, porque eu jamais viem uma obra escrita tanto conhecimento, tanta profundidade quando se trata da arte de contar boas histórias. E coisas que eu vi aqui, eu nunca vi em nenhum outro lugar. Esse livro é o story selling, A arte das narrativas milionárias, escrito por ninguém menos que o meu amigo Gustavo Ferreira, que também escreveu livro Gatilhos mentais, e Paulo Macedo, que também é um copywritter de excelência.
Essas duas mentes se juntaram para escrever um livro que é um presente pra humanidade. E se você está aqui nesse canal e já nos acompanha e já fez o seu dever de casa de maratonar esses vídeos que é melhor que muitos cursos de oratória, que custam milhares de dólares e tá aqui disponível para você, você sabe que a gente tem um vídeo sobre como se tornar um bom contador de histórias. Vou deixar o link dele aqui e este vídeo é a continuação.
Neste vídeo você terá acesso a nada mais nada menos do que 10 técnicas avançadas para se tornar o melhor contador de histórias do mundo baseados no livro Story Celling. Então vem para mais um vídeo do canal do El Professor. Já deixa o like se você ainda não deixou e se inscreve no canal.
Vamos lá pro primeiro ensinamento. Qual que é a diferença entre storyting e storytelling? Giovani, por que que o livro tem esse nome?
Storytelling é a arte de contar histórias e isso é muito bacana para Hollywood, porque você pega lá o Star Wars. Eu sou o seu pai. Nossa, que maravilhoso.
Harry Potter. Isso são histórias. O story selling é a arte de vender com stories.
E storyelling é a melhor e mais poderosa técnica de vendas que existe. Se você domina isso, você vai ganhar muito dinheiro. Mas Giovan, eu não vendo.
Eu trabalho para uma empresa. Eu sou servidor público. Eu sou estudante.
Se você não vende um produto ou um serviço, você vende a si mesmo. Você vende a sua imagem. Se você quer passar indo entrevista de emprego, você tem que se vender.
E que melhor forma de se vender do que contando uma boa história. Então, este é o conceito inovador de story selling e que nós iremos aprofundar nos próximos pontos. O segundo ponto desse vídeo, e aqui a gente já começa com conteúdo, é a Fórmula 4W.
Anota aí, Fórmula 4W. São quatro W que se você responder cada um desses W na sua história, ela terá as informações certas, não estará faltando nada. Então, quando você for contar uma história, já começa que você tem que falar o who, que é o quem, o where, onde, o when, quando e o porquê.
Então, quando você responde esses quatro Ws, você não está deixando nenhuma informação de fora e o leitor ou ouvinte da sua história conseguirá imaginar com mais clareza. O terceiro ponto de story cell. Que que é a espinha dorsal da história?
É um conceito clássico de storytelling que inclusive é muito utilizado pela Pixer. Ô Pedro, você gosta de filmes da Pixar? Por exemplo, Toy Story.
Você gosta de Toy Story? Fui lá na Disney e aí no Hollywood Studios tem uma área só do Toy Story. Sabia que tem uma montanha russa do Slink que é aquele cachorro que estica?
Então você entra dentro do das cordinhas do Slink. Aí eu vi aqueles soldadinhos verdes, fui no brinquedo do alienígena, fui no brinquedo do UD, no brinquedo do Buz. Nossa, você quer ir lá?
Certeza. Vou você. Então dec assim eu vou eu vou pra Disney.
Amém. Amém. Você também.
Se você quer ir pra Disney, conhecer o Park Toy Story, já comenta aqui. E olha só que interessante, a Pixer com os seus filmes Ratui, com seus filmes maravilhosos, os incríveis. Nossa, até até falta os nomes, né, de tanto filme que tem, mas enfim.
Editor, coloca todos os filmes da Pixar aqui na cara de quem tá vendo esse vídeo. Pronto. E a Pixar utiliza muito esse conceito de espinha dorsal da história, que é uma fórmula de oito passos para você estruturar sua história.
Você sempre teve dúvida de como que estrutura uma boa história? Pronto, você vai resolver essa dúvida agora. Então, qual que é a espinha dorsal da história?
Oito passos. Vamos lá. Era uma vez todo dia, até que então e por causa disso, e por causa disso, e por causa disso, até que finalmente e desde então.
Pegou? Pronto. Vou dar um exemplo para ficar mais claro.
Vou pegar Harry Potter. Era uma vez um jovem bruxo chamado Harry Potter e ele morava lá debaixo da escada dos seus tios e todo o dia esse bruxo vivia com seu primo, maltratando, fazendo tarefas domésticas para seus tios, sem exatamente se encaixar, mas ele não sabia o que fazer. Vivia aquela vida sem nenhum tipo de cor.
Até que então chega uma carta de Hogwards e depois de várias tentativas de não conseguir ler a carta, o Hagrid vai lá oficialmente, entrega a carta e revela pra Harry que ele é um bruxo. E por causa disso ele vai para Hogws. Por causa disso ele começa a entrar em um novo mundo.
Conhece amigos como Ron Hermione, faz rivalidades como Drco Malfoy. Ele entende coisas que ele não sabia, como usar uma varinha, como andar numa vassoura. Por causa disso, ele acaba descobrindo um plano do Valdemort, que foi o bruxo que assassinou os pais dele para voltar à vida usando a pedra filosofal.
E ele se coloca no caminho para deter esse plano. Até que finalmente ele vai lá e ele enfrenta o Valdemort, recupera a pedra filosofal, não deixa ele voltar à vida. E desde então o Harris se tornou uma pessoa diferente, com uma nova confiança, mais feliz e que detém qualidades que ele nem sabia que existiam dentro dele.
Então, perceba como essas histórias que a gente ama, elas no fundo, no fundo, no fundo, se encaixam nessa simples estrutura que você pode usar também. Vamos agora para o quarto ponto. O quarto ponto é sobre conflito.
Conflito. Toda história que se preze tem tensão, tem suspense, tem um conflito, um embate, que você não tem conflito. A história é muito linear, muito previsível, sem emoção.
Agora, o que ninguém te conta é que existem cinco principais tipos de conflito. Então, são cinco conflitos que você pode estruturar a sua história. Homem versus homem, homem versus natureza, homem versus si próprio, homem versus sociedade e homem versus máquina.
Então, quando você vê aqueles filmes de desastre natural, Homem versus Natureza, quando você vê O Exterminador do Futuro, Homem versus Máquina. Tem até mesmo um outro que é homem versus destino. Ele tentando lutar contra o seu próprio destino.
Então, perceba que o conflito está no cerne de uma boa história e você pode explorar diversos tipos de conflito. E agora, no quinto ponto, a gente entra num tema que ele é muito, muito famoso. Já até comentei ele no último vídeo.
Você não assistiu o primeiro vídeo storytelling, tá aqui o link que é sobre a jornada do herói cunhada por Joseph Camp 1949 quando ele escreveu aquele livro O herói de mil faces, eu tenho ele aqui, tá aqui esse livro Herói de Mil fa do Joseph Capel. E quais são os passos da jornada do herói? Eu vou dizer rapidamente aqui para você, pr você entender.
Então a gente começa com o mundo comum, que é onde estava o herói. Segundo lugar, o chamado. Algo acontece que tira o herói do mundo comum e o chama paraa aventura.
Terceiro lugar, uma recusa ou reticência de participar dessa aventura. Por exemplo, quando o Bilbo ele não quer sair do conforto do condado ou então o Luke Skywalker não quer deixar os seus tios na fazenda. Em quarto lugar, uma mentoria, que é quando o nosso herói encontra um mentor que conversa com ele e dar novas perspectivas.
Em quinto lugar, o cruzamento do primeiro portal. O primeiro portal é aquele linear que separa o mundo normal do mundo desconhecido. E dentro desse portal, geralmente tem até um guardião do portal, que é uma primeira, o primeiro desafio ou uma primeira provação.
Quem assistiu o Senhor dos Anéis vai lembrar que tem uma frase clássica que um dos Robits fala: "Nossa, passando daqui oficialmente nós estamos mais longe do que nós jamais viemos antes. " Então é o cruzamento do primeiro portal. Daí a gente tem seis provações, aliados e inimigos, que é aqui onde vai acontecer muita coisa.
O nosso herói vai conhecer parceiros, vai ter provações, provas, vai conhecer inclusive inimigos que querem te destruir. A gente tem a aproximação. Aproximação é quando o nosso herói vai se aproximando do desafio final, aquele momento ali que antecede o grande clímax.
Esse clímax é justamente o próximo passo, que é aprovação difícil ou traumática, que é aquela última luta, a mais desafiadora. E após essa luta, tem o passo da recompensa, que é quando o herói consegue tudo aquilo que ele queria. E por fim, um passo que é o retorno.
O retorno é quando o nosso herói começa o caminho de volta. E tem alguns passos que vem depois do retorno, que é a ressurreição, que é um próximo desafio que o herói vai ser novamente ser colocado à prova e o regresso com a fórmula, que é quando de fato o nosso herói retorna ao mundo comum, mas ele não é mais o mesmo, ele agora é completamente diferente. Então, enquanto eu falava essa fórmula, essa jornada do herói, com certeza você lembrou de vários filmes que seguem essa fórmula e você pode se inspirar em alguns elementos dessa estrutura narrativa validada por milênios de mitos e de histórias épicas para contar sua história também.
O sexto ponto é sobre licença poética. O que o livro Story Selling vai te ensinar é que você deve ser 100% verdadeiro, 90% do tempo. Como assim, Giovani?
Se você for contar a história exatamente do jeito que ela aconteceu, pode ser que ela fique um pouco chata, perca timing, perca alguns elementos, fique um pouquinho anticlimática. Então, qual que é a jogada? E eu falo muito disso pros meus alunos.
Tudo bem você romantizar, só não vale mentir. Tudo bem você ocultar um detalhe ou outro que tira a força da narrativa e prejudica a mensagem em geral. Então, existe uma mensagem, uma moral da história, um centro dessa narrativa e às vezes alguns detalhes mais distraem do que ajudam e você pode tirar eles, pode porventura inverter a ordem de uma coisa ou de outra.
Por exemplo, Karate Kid. Quando Karate Kid foi criado, a história de Karatequid foi inspirada em diversas narrativas diferentes que juntando deu karatequid. Então, não foi exatamente aquela história que aconteceu com aquele personagem, mas uma junção de várias histórias, mas é uma história extremamente poderosa.
Então isso é um exemplo de licença poética. No ponto sete aqui, a gente já começa a entrar em um tema bem bem avançado que eu ensino no meu módulo de storytelling da mentoria de estrafo comunicação, no curso hiperpessoas nos meus cursos mais avançados, mas que eu já vou te dar um spoiler, uma degustação, que são modelos de histórias, ou seja, estruturas, frameworks para além da jornada do herói e que para quem tem o objetivo de ganhar mais dinheiro, inclusive convertem mais. Então, que modelos são esses?
Você tem várias formas de contar uma boa história. Um dos modelos é: "Não encontrei, então criei. " Que é quando você vê alguém falando: "Nossa, eu não encontrei uma solução pro meu problema".
E depois de muito procurar, eu falei: "Nossa, eu vou criar". E daí criei a solução, resolvi meu problema e agora vou te ajudar. Segunda forma, mentor secreto, que é quando você conhecer uma pessoa ou algum tipo de figura que te dê um segredo que mudou tudo na sua vida e agora você tá compartilhando o que esse mentor te deu.
Em terceiro lugar, a grande descoberta. De alguma forma você chegou num grande segredo em uma descoberta que mudou tudo na sua vida, agora você tá compartilhando. Em quarto lugar, a vitória do viralata, que é quando você era a pessoa mais feia, mais burra, mais sem acesso, mais idiota, enfim, você tinha muitas limitações e ainda assim você venceu.
E se você conseguiu, qualquer pessoa consegue. Eu utilizo muito esse framework da vitória do Viraalata quando eu conto a minha história de nerd antissocial a bicampeão brasileiro de oratório. Eu falo, eu era um nerd antissocial.
Se eu conseguir me tornar um bicampeão brasileiro de oratório, você também consegue melhorar a sua comunicação. Então são alguns formatos para você estudar mais depois. Número oito, isso aqui também avançado é o que eu chamo de técnica Jequti.
Sabe quando você tava assistindo o SBT, aí do nada aparecia assim na sua cara, Jacki. Por que que faz isso? Porque eles querem te passar uma mensagem subliminar, colocar no seu inconsciente essa marca.
Pois é, stories são uma forma excelente de se conectar com o emocional das pessoas. Eu explico isso no primeiro vídeo storytell que eu já mandei você assistir. E quando você quebra objeções, e se você não sabe o que que é quebra de objeção, is é uma técnica de vendas, eu penso em fazer um vídeo aqui nesse canal só de oratória para vendas, como vender mais caro usando comunicação persuasiva.
Se você quer um vídeo de oratório para vendas, comenta aqui no chat. Agora que vai uma técnica poderosíssima que quem aqui já, por exemplo, é profissional liberal, empreendedor ou empresário que tem que vender, se você usar isso aqui, você vai ganhar muito dinheiro. Só com esse vídeo, quebrar objeções durante a história, porque como a história deixa a pessoa num estado emocional, você vai quebrar objeções antes que elas surjam na mente da pessoa e de uma forma tão poderosa que é como história que aí você vai vender de modo muito, mas muito mais fácil.
Quem pegar pegou. Vamos ver quem que vai ganhar dinheiro com essa dica aqui. Número nove.
São histórias de infância. Por quê? Tem vários tópicos que você pode estruturar boas histórias.
Desafios que você passou, lições que você aprendeu, coisas inusitadas que aconteceram com você, viagens que você fez. Tem muitos tópicos de histórias interessantes. Histórias de infância são algumas das mais poderosas, porque todo mundo teve uma infância.
Então, quando você fala de experiências envolvendo escola, parentes, seus pais, sua família e que ainda estão fortemente fixadas na sua memória, se você lembra, é provável que se você contar pra audiência essas pessoas também lembrem dessa história. Então, procure no seu interior que histórias interessantes você passou na sua infância. E o número 10 deste vídeo é nada mais nada menos do que se inscrever no canal.
Pelo amor de Deus, se você não se inscreveu no canal, assustei você, Pedro. É que eu tava tava vindo assim, tava pegando o melhor momento. Então, ó, se você não se inscreveu no canal, o que que você tá fazendo, né, meu amigo?
Você tá correndo o risco de não receber os nossos vídeos semanais. Em breve, você que me acompanha mais tempo sabe disso. Quando a gente chegar em 1 milhão de inscritos, faremos dois vídeos por semana.
Aí vai ser o dobro de oratório. Então, já se inscreve aí. E o número 10 nada mais é do que praticar suas histórias.
É por isso que eu vou passar para você uma lição de casa. Isso aqui não é nem só teoria. Lição de casa para você que tá vendo esse vídeo e quer de fato melhorar sua habilidade.
Se você não quer melhorar, ignora. Mas se você quer melhorar, faça isso. Você vai pensar em uma situação cotidiana, algo que aconteceu hoje, ontem, tem que ser recente, algo que acabou de acontecer aí com você.
Eu quero que você transforme isso numa pequena narrativa, pequena, uma curta história, e que você compartilhe ou em uma rede social. Você pode, por exemplo, compartilhar nos stories ou num post do Instagram, pode até me marcar para eu dar uma olhada. e também com um amigo.
Você pode compartilhar para um amigo, para um familiar, essa pequena narrativa para treinar e aplicando as técnicas que você aprendeu aqui hoje. E se você quer aprender mais sobre storytelling, mais ainda do que você já aprendeu até agora, fica o convite para você ler o meu livro. Quando eu tô gravando e postando esse vídeo, ainda não saiu o nome do meu livro, por isso que eu não estou falando aqui agora.
Mas você que tá vendo depois do lançamento já sabe a capa, já sabe o nome. De qualquer jeito eu vou deixar mais informações sobre o meu livro que eu ensino dentre várias técnicas ensino storytelling. Vou deixar aqui na descrição desse vídeo.
Estamos junto. Gratidão e até o próximo vídeo do É professor.