o Olá essa aula de longevidade de restaurações na qual iremos focar na longevidade de resinas compostas e sistemas adesivos O objetivo dessa aula será discutir a longevidade de tratamentos restauradores diretos envolvendo resina composta e sistemas adesivos E para isso serão abordados os seguintes tópicos longevidade de resina composta longevidade de resinas tipo book frio e longevidade de sistemas adesivos E então vamos iniciar focando a cerca de resinas compostas o primeiro assunto que gostaríamos que vocês soubessem é acerca dos critérios utilizados para definir falha Afinal o que é falha em 1971 dois pesquisadores propuseram uma classificação de
vários parâmetros para avaliação clínica dos materiais restauradores os critérios eram cor da Restauração pigmentação Marginal forma anatômica adaptação Marginal e cárie recorrente rapidamente tornaram-se universalmente aceitos e por terem sido usados num serviço de saúde pública dos Estados Unidos ficaram conhecidos como critérios usps e no início da década de 1980 alguns investigadores aumentaram o número de categorias no USB HS para além dos cinco Originalmente propostos e Esses foram chamados de critérios o sphs modificados além daquele cinco primeiros primeiros critérios foram incluídos contato fusão contato proximal textura da superfície fratura sangramento gengival e sensibilidade pós-operatória a sérios
são caracterizados como Alpha bravo charlie Ou Delta as primeiras duas categorias alfa e bravo são usadas para designar restauração necessitados enquanto Charlie Delta são usadas para designar restaurações não aceitamos essa tabela de um artigo entre os autores utilizaram parte dos critérios usps modificados Observe aqui cárie secundária é avaliada como Alfa ou Charlie ou seja sem evidência de carne ou com Claro e evidente o curso Clínico randomizado de maior tempo de acompanhamento de restaurações de resina composta tem 27 anos e os autores utilizaram escores para os critérios o sphs levemente modificados para esse estudo E durante
o acompanhamento de 27 anos as restaurações mostraram eficácia Clínica medida como taxa de falha anual esse valor foi de 1,6 por cento Ou seja a cada 100 as orações colocadas 1,6 falharam ao ano com uma probabilidade de sobrevivência de sessenta por cento contudo esse valor é referente a todos os materiais restauradores usados no estudo são diferentes resinas compostas e todas as condições dos pacientes é interessante observar que o adesivo utilizado foi um adesivo autopolimerizável e uma das resinas compostas utilizadas também ou seja eram materiais com polimerização química e mesmo assim eles apresentaram uma satisfatórios sobrevivência
ao longo do tempo Observe as imagens de molares restaurados no início do estudo e após 27 anos E aí e observamos diferenças principalmente na coloração da resina composta e nas margens com tecido dentário isso ocorre principalmente por uma degradação da Matriz polimérica ao longo do tempo que leva então é esse manchamento É mas o que mais chama atenção é que quando analisamos a probabilidade de sobrevivência por tipos de dente ou por características dos pacientes observamos que a probabilidade de sobrevivência é distinta esse gráfico se refere a probabilidade de sobrevivência em função do tempo para restaurações
e molares ou pré-molares observamos que pré-molares apresentam uma probabilidade de sobrevivência de setenta por cento enquanto molares apresentam cerca de trinta e nove porcento ou seja em qual dente é restaurado vai influenciar no sucesso dessa restauração ao longo do tempo e quando analisamos a probabilidade de sobrevivência por função do tempo para restaurações e pacientes como os em bruxismo observamos que aqueles com bruxismo apresenta uma cor habilidade de sobrevivência de 29 por cento enquanto pacientes sem bruxismo apresentam com mais de setenta por cento de probabilidade de sobrevivência ou seja o paciente que apresenta bruxismo tem menos
chances de sucesso das restaurações de resina composta ao longo do tempo quando comparado os pacientes que não tem bruxismo Ah e ainda enquanto pacientes de baixo risco de cárie mostraram probabilidade de sobrevivência das relações de sessenta e Seis por cento pacientes com alto risco de carne mostraram habilidade de apenas 35 por cento e É nesse estudo 54 por cento das fases foram causadas por carille corrente e o desenvolvimento de cárie como causa de falha de restaurações de resina composta é tido como o fator mais importante principalmente a partir de cinco anos desde a colocação da
restauração de resina no primeiro ano a maior causa de falha por complicações endodônticas porém os autores sugerem que isso ocorre principalmente por erros de Diagnóstico fazendo com que seja necessária a intervenção endodôntica após a colocação da Restauração e não por um problema gerado pelo material em si E aí e nessa revisão da literatura pacientes com alto risco de cárie apresentaram taxa de falha no áudio 4,6 por cento em 10 anos enquanto de baixo risco de cárie e mostrar o valor de 1,6 por cento no mesmo período Ou seja a taxa de falha no áudio pacientes
com alto risco de cárie foi quase três vezes maior do que aqueles com baixo risco de Carvalho É esse mesmo estudo mostrou que enquanto os pacientes de baixo risco apresentaram cerca de sessenta por cento de sobrevida das restaurações use alto risco de cárie mostraram a sobrevida de apenas 35 por cento e vinte anos e portanto a sobrevivência das extrações não depende apenas do material Mas também de fatores relacionados ao paciente EA operadora como a cárie é uma doença pediu time açúcar Dependente com classe social renda conhecimento educação e comportamento como fatores modificadores da gravidade da
doença vocês devem lembrar que abordagens clínicas centradas no paciente devem estar sempre em Foco visando a manutenção também e obviamente maior longevidade dos Satanás 3 a 2 E além disso saibam que a reintervenção leva a pedra significativa de tecido dentário longo do tempo o que pode levar a chamada espiral de morte dentário isso porque cabe a restauração subsequente aumenta o risco de lesão poupar e enfraquece a estrutura dentário aumentando as chances de falha das relações visto que cada superfície Extra incluída em uma restauração aumenta o risco de falha em trinta a quarenta por cento dessa
forma esse processo eventualmente leva à perda total da estrutura dentária E aí e visando reduzir as intervenções podemos utilizar critérios sugeridos na literatura para avaliar se as restaurações de nossos pacientes devem ser substituídas ou seja podemos preparar-nos e mantemos por mais tempo preparo é uma abordagem minimamente invasiva que implica na adição de material restaurador após o defeito ser explorado e determinado como não invasivo com ou sem preparo do material e ou de tecido dentário e como vantagens do reparo da acessar ações em relação a substituição total de se pensar a restauração podemos citar a redução
de efeitos potencialmente deletérios a polpa dental redução da dor maioria dos casos não necessita que já que a gente realize anestesia menor risco de danos e a pro gênicos aos dentes adjacentes preservação da Resistência Mecânica do dente porque a gente acaba não reduzindo a quantidade né de tecido dentário redução do tempo de tratamento redução de custos e melhor aceitação do paciente aumento da longevidade da restauração Ah e assim também a gente Evita o ciclo repetitivo de procedimentos que a senhora disse e atualmente em vez de utilizarmos os critérios usps aqueles que eu mostrei pra vocês
do início da aula foram sugeridos critérios que conhecemos por critérios da sdi-i esses critérios têm maior sensibilidade e o fhs envolve mais características da restauração com mais detalhamento das características e ele é mais flexível para essa classificação as cinco escolas de 115 uma três clinicamente aceitável encontro enquanto 4 e 5 São clinicamente inaceitáveis e olha esse critério propriedades estéticas funcionais e biológicas estão separadas totalizando 16 subcutâneos podem Então esse subcritérios serem receber escolhe de 1 a 5 em caso de falha de carro que se Observe Qual o motivo da falha e estabelecido nessa classificação se
devemos reparar ou substituir e essa tabela sugerida pela FBI então nós podemos utilizá-la ao longo do tempo para cada paciente e preservar os tratamentos restauradores Observe que ela está dividida em propriedades estéticas a propriedades funcionais e propriedades biológicas um para cada critério a uma indicação sobre como devemos proceder em relação aquele achado sobre a restauração do paciente No entanto lembre-se quando perceber uma falha avalia causa lembre que existe a possibilidade de reparo para restaurações que falham e que talvez não seja em sucesso e sim um caso a ser preparado e preservada essa conduta propicia maior
sobrevivência das restaurações e diminui as chances do paciente entrar em ciclos repetitivos e restauração e ciclo de morte dentário E aí e agora abordaremos a sobrevivência de restaurações de resina composta do tipo book filme e nessa revisão sistemática com meta-análise a o variar em restaurações fácil um passe dois analisaram 941 uma das relações com o tempo de acompanhamento de 12 a 72 meses bom e como Conclusão o desempenho Clínico de resinas bulk fill e resinas compostas convencionais e restaurações diretas de dentes posteriores por semelhante sem diferença de diferentes materiais no entanto ensaios clínicos randomizados com
o período de acompanhamento mais longos foram sugeridos pelos autores é nessa hora revisão sistemática da literatura foram avaliados 11 artigos e o resultado encontrado também mostrou não haver diferença entre resina bulk fill em resina composta a convencional e contudo os autores também criticaram que há poucos estudos na literatura de maior tempo de acompanhamento clínico e o estudo de maior tempo de acompanhamento tem dez anos nesse estudo as orações combo filme e as restaurações com resina composta convencional uma técnica incremental mostraram eficácia Clínica sem diferença entre as duas portanto de modo geral as resinas bulk fill
30 mostrado bons resultados sem diferença para as resinas convencionais e É sim abordaremos a sobrevivência nas restaurações dependendo do sistema adesivo utilizado é o maior estudo sobre esse tema é uma revisão sistemática que analisou estudos clínicos longitudinais de 1950 A 2013 que avaliar a taxa de sobrevivência ao longo do tempo os resultados foram expressos em taxa de falha anual por categoria de sistemas adesivos E aí e lembrando os sistemas adesivos são classificados em convencionais de Três Passos convencionais de dois passos autocondicionantes de dois passos e autocondicionantes de um passo usada condicionantes foram divididos nesse estudo
e leve um pegar maior ou igual a 1.5 e fortes com ph inferior a 1,5 e essa revisão utilizou estudos que colocaram as orações em lesão cervical não cariosa porque o que essas cavidades não tem retenção marca mecânica ou seja o resultado de longevidade da Restauração se dá essencialmente pela adesão ao terceiro dentário e não por uma configuração da cavidade é um tipo de cavidade que envolve o esmalte e dentina na superfície vestibular Ou seja é fácil de ser avaliada além do procedimento restaurador ser facilitado são lesões largas com baixo fator ser E aí e
não como resultado observou-se taxa de falha anual de 3,1 para os adesivos convencionais de três passos 5,8 para os adesivos convencionais de dois passos e 2,5 para os autocondicionantes de dois passos leve 4,7 para usar os condicionantes de dois passos pote 3,6 para usar os continentes de um passo leve e 5,4 para usar os condicionantes forte de um passo e como conclusão os sistemas adesivos não simplificados apresentam maior taxa de sobrevivência sem diferença estatística entre eles ou seja convencionais de três passos e autocondicionante de dois passos são os melhores sistemas adesivos a serem utilizados e
enquanto adesivo simplificados ou seja as convencionais de dois passos e os autocondicionantes de um passo apresentam maior taxa de falha e isso ocorre devido aquela formação da camada híbrida mais hidrófila para sistemas adesivos simplificados e a não formação de um selamento hidrófugo sobre a dentina e lembre-se quando usamos sistemas adesivos simplificados vocês a formação de bolhas por diferença de pressão osmótica ao longo da interface e nos materiais restauradores E aí a informação de canais de água esses achados são decorrentes da camada híbrida mais hidrófila a qual age com uma membrana semipermeável possibilitando o deslocamento de
fluidos na interface eu vou usar em Sistemas adesivos autocondicionantes leve o suave os quais são ótimos para dentina lembre-se de fazer condicionamento ácido seletivo em esmalte com ácido fosfórico a 37 por cento em gel pois o pegar duas autocondicionantes leve não é suficiente para desmineralizar o esmalte e como observação final Gostaríamos que você soubesse em que os sistemas adesivos universais aqueles que discutimos na aula anterior que são sistemas adesivos autocondicionantes de um passo com 10-mdp tem ainda curta período de acompanhamento Clínico em pesquisa variando de 18 meses a 2 anos eles apresentam um comportamento satisfatório
nesse curto período mas é um período curto e necessidade de condicionamento ácido seletivo o esmalte E além disso uma camada adicional de adesivo sobre os adesivos universais tem mostrado melhores resultados por aumentar a hidrofobicidade da câmara híbrida E assim se não quisermos essa aula sobre longevidade de restaurações diretas