Hoje eu vou te ensinar a precificar o seu trabalho da forma correta. Seja você um storym iniciante, intermediário. Oiê, meu story maker favorito.
Seja muito bem-vindos a mais um vídeo aqui no canal, a mais uma aula aqui de mentoria gratuita para vocês. Eu estava ansiosa para trazer aqui para vocês, porque é uma das dúvidas que eu mais recebo em todas as minhas redes sociais, quando eu vou dar aulas para os meus alunos aí de mentoria. Essa é uma das maiores dúvidas.
Então, eu quis trazer esse conteúdo aqui pr vocês, riquíssimo, em detalhes, em informações. Fique até o final, porque tem dicas valiosíssimas que você que está nessa dúvida aí sobre como precificar o seu trabalho da forma correta, você vai sair daqui com muita clareza, eu tenho certeza. Se você não me conhece, eu sou a Sara.
Sou storymaker e videomaker mobile. Atuo aí há mais de dois anos nessa área. Tenho mentoria para story makers, tem uma formação saindo do forno no dia 7/05 agora.
E se você quiser entender sobre todo esse universo do storymaker, realmente viver de fato essa profissão, saber muito mais sobre precificação e outros pontos importantes, esse curso, essa formação é para você. Então já clica nesse link que tá aqui na descrição aqui, ó, na caixa de informações, para você ir direto pro meu Instagram e não perder nada. A gente sabe que a precificação e saber o que cobrar e como cobrar é extremamente essencial para que a gente não fique no prejuízo, para que a gente não trabalhe de graça e se posicione no mercado para faturar de uma forma saudável.
E para isso, para você entender todos esses conceitos, como cobrar, o que cobrar, a gente vai caminhar por uns pilares aqui agora para que você entenda de uma vez por todas, porque a precificação não é um achismo, não é algo que, ah, eu acho que eu vou cobrar tal valor por conta disso, não. É um cálculo, são pontos e pilares importantíssimos que se você não levar em consideração, você acaba saindo no prejuízo. E não é isso que a gente quer.
A gente quer o quê? Viver bem, faturar bem, ter realização profissional sem ficar se matando, recebendo pouco e trabalhando muito. Então vamos lá aos pontos importantes que eu considero que você deve levar em consideração.
É o que eu passo para os meus alunos aí de mentoria que estão iniciando nessa trajetória. Primeiro de tudo, você precisa analisar o mercado, fazer uma análise de mercado. Qual é o local, o contexto, o cenário que você está inserido aí, você está iniciando como storymaker e até mesmo vídeo maker mobile, mas o assunto principal hoje é storymaker.
Existem outros profissionais atuando aí nesse mercado ou é só você mesmo? Ou é um trabalho pouco conhecido aí pelas pessoas, pelos clientes? Porque a gente precisa fazer essa análise.
Opa, como que tá aqui na minha região? Quais são os valores que os meus concorrentes estão ali cobrando? para que você de fato entenda e saiba, tô cobrando muito, tô cobrando pouco.
Não é que dependendo do valor que fulano cobra, ah, é o que eu preciso cobrar, não. Porque engloba muita coisa que a gente ainda vai falar aqui nesse vídeo. Fica até o final.
Entenda ai, mas como que eu vou saber? Como é que eu sei se as pessoas não contam, se as pessoas não falam? Você vai fazer.
Olha, olha essa diquinha aqui, essa diquinha sim, sabe? Mas eu sou uma story maker legal e eu compartilho tudo com vocês. Vocês sabem, né?
Entra, cria aí, pega um telefone do seu marido, da sua mãe, do seu pai, manda uma mensagem para um outro storymakeer da sua cidade, enfim, caso tenha, simula um pedido de orçamento ali só para que você tenha uma base, tá? Isso não é errado de forma alguma, não. Você pode fazer isso para que você tenha uma base de como cobrar, como que está a média aí da sua cidade.
Entendeu tudo isso? Qual é a demanda da sua cidade? Qual é o valor de mercado de outros concorrentes?
a gente vai entender um outro ponto valiosíssimo que a gente vai dividir em três storymakers aqui agora. O primeiro é o iniciante, o segundo é o intermediário e o terceiro é o avançado. Três tipos de storymakers.
E aí você vai se identificar aqui agora comigo qual você é para que a partir disso você consiga fazer o cálculo correto da sua precificação. É agora que a gente entra no ponto bruto mesmo do negócio aqui da precificação. Então, nós temos o primeiro storymaker que está iniciando, tem pouca experiência ou nenhuma experiência ou ainda está montando o seu portfólio, está entendendo sobre o mercado, ainda não teve acesso, não fez nenhum trabalho em cobertura em tempo real ou captações.
Então, nós temos esse primeiro storymaker, temos o segundo storymaker que é o intermediário, que já tem portfólio, já tem cases, já tem experiências, já domina ali ferramentas técnicas, já tem alguns clientes fechados, consegue cobrar ali, de certa forma um valor justo pelo seu trabalho, mas ainda assim com o pé atrás, não consegue cobrar muito porque acha que o cliente não vai pagar, apesar de estar fazendo vários trabalhos, de ter fechado alguns clientes, o seu preço em comparação com que o mercado já cobra não está ali, a sua entrega, a sua estrutura, os seus processos internos não são bem organizados, tem vários pontos a serem ajustados ali. Esse é o storymaker intermediário. tem vários pontos que ele precisa ajustar para chegar no storymaker avançado, no profissional, que é aquele que tem o domínio técnico, estratégico, criativo, ele tem a capacidade, ele consegue cobrar o valor justíssimo pelo seu trabalho.
Ele tem um posicionamento claro e definido nas suas redes sociais. Então, nós temos esses três tipos de storymakers. Você já identificou qual você é?
É importante identificar porque a partir de agora a gente vai começar a precificar cada coisa e colocar cada coisinha ali no seu devido lugar para que no conjunto ali no final você consiga montar os seus pacotes, as suas propostas de orçamento. Ponto importante para que a gente consiga agora começar a nossa precificação. Eu sempre sugiro para quem esteja iniciando.
Então vamos lá, vamos começar aqui pelo iniciante, storyake iniciante, que a gente acabou de citar todos os pontos que o storymake iniciante tem ali. É claro, gente, que existem exceções de tudo que eu estou falando aqui, mas a regra, né, o que aconteceu comigo também com vários outros storymakers que já estão aí no mercado, já são profissionais, foi basicamente isso. Primeiramente, você vai definir o valor da sua hora.
Para quem está iniciando, eu sempre sugiro que a hora, o valor da sua hora seja ali entre 80, 90, R$ 95. Como assim, Sara? Exemplo, você vai fazer um evento de 3 horas de duração.
Qual que é o cálculo que você vai fazer? 3 x 80, que é igual a 240. OK?
Definiu o valor da sua hora. Isso é um exemplo, você está iniciando. Lembrando que para quem está iniciando, eu mesma no meus nos meus primeiros trabalhos, alguns eu fiz de forma gratuita.
Já tem um vídeo sobre isso aqui no meu canal, onde eu falo sobre como conseguir seus primeiros clientes, suas primeiras parcerias para você montar o seu portfólio. Então, para quem está iniciando antes mesmo de cobrar, eu sugiro você fazer isso. Eu vou deixar aqui o link desse vídeo para você assistir depois desse aqui.
Depois desse aqui você assiste, que é muito importante. Fez essas parcerias, já começou a montar o seu portfólio, já começou a cobrar, você vai definir a sua hora. Eu acabei de falar aqui 80 90.
Você estipula aí entre 80 90, vai fazendo esse joguinho de cintura aí 80, depois 90, deu 240. Outra coisa que a gente vai inserir aqui, o deslocamento. Eu sempre vou cobrar, sempre cobrei o deslocamento.
É importante que a gente cobre esses custos aí do nosso deslocamento, seja indo com o nosso carro, seja indo de Uber, enfim. E o que eu sugiro, se na sua cidade, se você aí tem acesso ao Uber, ao aplicativo do Uber, você fazer o cálculo através dele, colocar lá no Uber seu local, o local que você vai, como que é essa questão do deslocamento e através disso você cobrar. Uber te passou um valor, arredonda ali, coloca lá, deu R$ 80, ida e volta.
E aí você vai colocar no valor final 240 + 80 do deslocamento, R$ 320. Viram que foi um cálculo aqui que a gente fez de horas trabalhadas mais deslocamento. Então, baseado nessas informações do story makaker iniciante, você vai começar a montar a sua proposta.
São mais horas de evento, 5, 6, 7, 8. Coloca o valor da sua hora e o valor do deslocamento. Agora, se você já é um storymaker intermediário, você já consegue cobrar aí, você já tem clientes, você já tem uma certa demanda, mas ainda assim te faltam algumas coisas para que você consiga de fato se tornar um storymaker avançado e profissional.
O que eu recomendo aí para a sua precificação? A mesma coisa com algumas diferenças, claro, para quem está iniciando valor da sua hora. Para quem é intermediário, eu sugiro ali que seja na faixa de R$ 150, R$ 180 o valor da sua hora.
Igual eu expliquei lá no no story maker iniciante. São 3, 4 horas de evento ou de captação, você vai fazer o cálculo 120 ou 130 ou 150, 180, você vai estipular aí baseado o quê? No mercado, baseado em outras coisas que a gente vai falar aqui também.
Vamos supor que você fez a sua precificação aí a R$ 120. ficaria assim: 120 x 3, que é o tempo do evento, uma suposição, mais R$ 80, que é o deslocamento, uma suposição também. Então, daria R$ 440.
Isso para um evento aí de 3 horas, isso é uma base, tá? Dependendo, você pode cobrar, como eu falei, de 120 a R$ 180. E o deslocamento, eu sugiro, como eu falei anteriormente, você usar o Uber como base se na sua cidade, no seu estado, tiver o Uber.
Por quê? Mesmo que você tenha um carro, eu ainda jogo o valor do Uber ali arredondado, porque se acontecer alguma coisa, meu carro estragar, eu não tiver como me locomover e tiver o Uber, né, o aplicativo ao meu alcance, eu vou pedir meu Uber tranquilo, vou ir e vou voltar e vou ter cobrado o valor ali justo. Para o storymaker intermediário, a gente ainda agrega mais alguns pontos além da hora e além do deslocamento, que é os custos fixos que você tem aí com aplicativos de edição, com água, internet, energia que você gasta aí.
Então isso eu cobraria e cobrei como storymaker intermediário. Então eu costumo jogar aí para quem é intermediário ou enfim nesses custos fixos aí uma média de R$ 150 a R$ 200 acima ainda desse valor que eu passei pro meu cliente. Então deu R$ 440 aquele cálculo que a gente fez.
a gente ia jogar ali, por exemplo, mais R$ 180 por estes custos fixos, né, com que a gente tem com gasto de equipamento, aplicativos, tudo que eu citei agora para vocês. Então, ficaria na faixa de R$ 620 uma cobertura de 3 horas de evento. Essa é a média para quem é um storymaker intermediário aí.
E agora, a partir de agora, do intermediário para o avançado, vai englobar um outro ponto mais importante ainda para quem tá iniciando. Esse ponto não se encaixa muito, por é o ponto que entra a experiência e a complexidade do evento, do trabalho que você for fazer. Além da gente basear nossa hora, nossos cursos fixos, nosso deslocamento, você precisa avaliar qual é a complexidade do evento que você está indo fazer.
Casamento normalmente, né, a complexidade é muito maior, a responsabilidade é maior, então a gente sempre cobra um pouco a mais ali para casamento, tem aniversário, tem o nicho corporativo, então você vai avaliar essa demanda aí, essa complexidade e você só vai conseguir fazer isso indo nos eventos, tá? Não tem como eu te falar aqui, porque isso vai variar de pessoa para pessoa. A sua complexidade, o seu jeito, a sua otimização, como que é você nos seus trabalhos, se você é uma pessoa mais ágil, que demora mais, que é mais ativo, como que você é nas suas captações.
Isso você vai cobrar também. é algo que te demanda mais tempo. Você gasta mais horas editando, lidando com o cliente, aí pensando em ideias que tudo isso, planejamento anterior que você faz no dia do evento, o pós-vento, analisou toda essa demanda, você vai precisar precificar, cobrar um valor em cima sobre isso aí, 100, 150, 200, você vai começando a cobrar até você chegar no nível avançado.
Então essa questão da complexidade do evento, da captação, do trabalho que você for fazer, precisa ser levado em consideração. E dá para você saber um pouco mais sobre isso, essa complexidade conversando com o seu cliente antes, no briefing ali, no alinhamento, quando você pede referências para o seu cliente, você já consegue perceber ali que o trabalho vai ser um pouco mais complexo, você vai ter um trabalhinho ali a mais, você já começa ter essa dimensão quando você é um storymaker intermediário avançado ali. Agora a gente chega no story maker avançado, aquele profissional que consegue viver de fato da profissão, que é aquele que você deseja ser aí, né, um story maker profissional para de fato viver da profissão e faturar aí 5, 10, 15, 20k.
Então bora lá prestar atenção nesses pontos aqui importantes. O story makaker avançado são esses pontos aqui que a gente leva em consideração. O tempo, o valor da hora.
Como storymaker avançada, a gente ainda leva em consideração a questão da hora, mas vocês vão ver que nem é 100%. a gente não se baseia 100% nisso. Tem várias outras coisas que a gente leva em consideração.
O valor da hora 180 a R$ 250, mas pode até ser mais 300, 350, porque também a gente vai levar em consideração o quê? A complexidade do evento, daquele pedido de orçamento que chegou pra gente, que a gente conversou com o cliente, que a gente entendeu a demanda dele e aí a gente vai precificar a nossa hora. O deslocamento se mantém a mesma coisa.
Vai entrar os custos básicos que eu falei anteriormente. Eu falei custos fixos, mas custos básicos aí tanto faz que aplicativo, equipamento e um adendo. Se os seus equipamentos forem aí de qualidade, você fez um investimento mesmo caro, investiu, você precisa cobrar isso de uma forma justa.
uma média de 100, 150, 200, 250 junto com os aplicativos de edição que você usa, junto com a água, energia, internet, você precisa usar esses custos fixos, básicos aí do seu trabalho para agregar na sua precificação. Outra coisa que a gente vai incluir aqui para quem é storymaker avançado, profissional, o nosso tempo gasto, ou seja, o nosso tempo ali na pósprodução dos conteúdos para entregar pro nosso cliente, no tempo que a gente gasta fazendo planejamento de roteiro, conversando com o cliente, briefing, alinhamento que a gente perde ali, né, aquele tempo de duas, tr horas, às vezes lidando com um cliente só, né, para resolver, para atender aquela demanda dele e sermos realmente storymakers profissionais e entregar de fato aquilo que o cliente precisa também o nosso nosso tempo com revisões, né, possíveis revisões aí com o material que a gente entrega para o nosso cliente. Tudo que envolver esse tempo gasto a mais além da cobertura para o nosso cliente, nós precisamos cobrar isso de forma justa para que assim nós nos tornemos um storymaker avançado profissional.
E aí, qual que seria o cálculo para o storymaker avançado hora? mais deslocamento, mais custos básicos, mais tempo gasto. E aí nós temos uma média de precificação, levando em consideração também a complexidade de cada evento, de cada trabalho que você for fazer.
Isso é extremamente importante, porque o valor que eu cobro de um evento, de algum trabalho, nem sempre vai se aplicar a um outro evento, a um outro trabalho ali. E como a gente consegue identificar isso? tendo experiências, conversando com o nosso cliente, entendendo a demanda, a dor, a necessidade dele e aí a gente vai montando os nossos orçamento, nossas propostas personalizadas.
E é uma construção, gente, é um caminho à precificação, tá? Não é algo que você tira da sua cabeça, não é algo que você imagina, que você acha que é um achismo, é cálculo, como a gente fez aqui agora, e experiência. e entender o mercado e entender qual desses storymakers você é e entender o seu cliente, a complexidade de cada evento, de cada trabalho, e a entender que é um caminho.
Você começa cobrando pouco, depois você vai cobrando ali o justo e depois você vai cobrando o valor real de um storymaker profissional e vai crescendo aí na sua precificação, vai crescendo no mercado, vai se tornando um storymaker profissional e de fato vivendo dessa carreira, dessa profissão e tendo muito sucesso. Então essa foi uma base que eu quis trazer para vocês para trazer uma luz, uma clareza. Se você tiver mais alguma dúvida, coloca aqui embaixo nos comentários para mim que vai ser uma honra, um prazer para mim responder para você.
Se você quer saber mais a fundo ainda sobre isso, ter o meu suporte, ter a minha ajuda, entender sobre o mercado do story maker, sobre tudo que engloba ser um storymaker, viver dessa profissão, como entregar um trabalho de qualidade, como de fato se tornar um profissional completo, sair do zero até um storymaker profissional. E nós temos o nosso curso, a nossa formação que vai lançar agora no dia 7 de maio, uma formação completa para você sair do zero ali sem saber nada e começar a viver dessa profissão e aplicar tudo e fazer dinheiro e ser um storymaker completo, profissional e ter todas as suas dúvidas sanadas aí. Eu espero que esse vídeo tenha te ajudado aí.
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O link tá aqui embaixo, tá? Para você não perder o nosso lançamento que vai ser incrível. Você precisa, você precisa dessa formação.
Eu tenho certeza que ela vai te ajudar muito e você vai conseguir viver dessa profissão sim nesse ano de 2025. E é isso, a gente se vê no próximo vídeo.