Salve salve família. Bem-vindos a mais um Flow News. Eu sou o Igor e hoje eu tenho a honra de receber aqui mais uma vez o ministro Fernando Hadad. Obrigado por vir aí, Hadad. >> Boa noite. Prazer, Igor. >> Vou te em tempo, em alguns momentos, se eu tiver mais tranquila, eu vou te chamar de ministro pelo pelo formal da coisa, mas às vezes eu vou te chamar de Hadad. >> Hadad, melhor. >> Tá bom. Bom, eh, cara, bom, de novo, obrigado por vir aí. Eh, e, cara, tem, antes da gente começar falar para vocês aqui
que já já falarei do patrocinador de hoje, que é a Insider, tá bom? Eh, e se você quiser mandar uma pergunta pra gente, uma mensagem qualquer aí no que pra gente comentar, fica à vontade. Tem aqui o QRcode do Live Pix, tem o link aí na descrição, eu vou ver aqui se não, se se for uma pergunta válida que tem a ver Com o que a gente tá falando aqui, aí a gente toca e a gente comenta, tá bom? Então, fica à vontade, manda aí. Pô, ministro, cara, e antes de começar aqui, eu tava te
perguntando se o esse caso, esse escândalo do Banco Master, ele tem algum potencial de influenciar na economia do Brasil? Eu sei que ele é ah até pro sistema financeiro, mesmo em números absolutos, sendo enorme, a gente falar de muito dinheiro, quando a gente fala é é em proporção e é pequeno, né? Mesmo no sistema financeiro dos outros bancos e tal, em relação aos outros bancos. Então, eu suponho, e você já me disse, mas eu queria que eh que a audiência escutasse também, eh se tem algum risco desse desse caso atrapalhar a economia do Brasil, como
ela funciona, >> Igor, primeiro deixar claro o seguinte, né? O Banco Master é com segurança o maior a maior fraude bancária da história do Brasil e talvez uma das maiores do mundo. >> Uhum. Se nós estamos falando de dezenas de bilhões de reais, um esquema que começou lá atrás, eh, 6, 7 anos atrás, e ganhou uma proporção enorme >> com um esquema que era o seguinte, >> ele ele emitia CDBs, que é uma dívida do banco, né? você tá comprando uma dívida do banco, só que ele compra, ele vende esse CDB com a garantia de
um fundo privado que foi montado lá atrás, Justamente para garantir o correntista de um banco que eventualmente venha a ser liquidado. A gente tá falando de um fundo privado que é feito, que foi, ele existe por esforço dos outros, dos bancos, >> de todo, inclusive dos públicos, o Banco do Brasil participa, Caixa participa, que tava em 120, 130 bilhões de reais, uma poupança ali para caso desse algum problema num banco, num sistema financeiro, o correntista até 250.000 Tava coberto. O que que eles fizeram? Eles começaram a vender CDB, pagando altíssimas taxas de juro e conseg
começaram a arrecadar grana. E a pessoa que comprava tava tranquila porque ela ela era avisada de que o FGC cobria em qualquer caso até 250.000. >> Muito bem. O que que o Banco Master fez com esse dinheiro? E aí é que é o papel da polícia investigar para onde foi essa grana. Muito dinheiro. E aí começou essas esses investimentos. faraônicos Que esfriava dinheiro de pirâmide de fundos justamente pro dinheiro sair do do compra de ativos superfaturados. Você não >> uma empresa conectada a outra empresa conectada. >> Imagina que um fundo comprava um precatório por 10
e e que valia eh um precatório de valor nominal 100, que valia 10 ou 20 e vendia pro Banco Master por 50. >> Então eram vários esquemas. Isso Aconteceu com imóvel, aconteceu com ativos podres, aconteceu com todo tipo de ativo que você pode imaginar. Então você tinha um passivo que era o CDBs e os ativos tavam no balanço do mesmo valor que os CDBs, mas de fato eles não valiam. >> Uhum. >> O que valia o CDBS porque ele já tava >> já tinha migrado para outras operações fora do banco. >> Uhum. E é por
isso, né, que foi Inclusive com fraude, uma série de coisas. Isso aconteceu. Isso, esse esquema começa com Daniel Vorcaro, Hadad, porque eu dei uma olhada aqui e pelo que a gente, pelo que eu vi, eh, algo parecido já começa lá na Bahia com um tal de Credita. Isso procede. >> Não é bem isso. Na verdade, o crédito sexta começou lá na Bahia, mas esse cara se tornou sócio do banco. A operação mesmo, assim, até onde vai meu conhecimento, eu tenho que também ser, >> eu não sou do Banco Central, então pode alguma limitação de conhecimento,
mas até onde vai meu conhecimento? A grande operação foi a emissão dos CDBs, >> tá? >> Que começa com o banco. Então você tem que ter um banco para emitir CDB, né? >> Uhum. um certificado de bancário, você precisa vender um certificado do banco. Estou te devendo tantos mil, né? >> Eh, é assim que funciona. Eh, então precisa de um banco, né? O que aconteceu Foi que eh até o final de 2024, que é onde até onde vai eh o a gestão do da administração anterior, porque o Bolsonaro comeu mais dois anos >> da gestão
do Banco Central, aprovando a autonomia do Banco Central. Foi nesse período, né, que escalou a emissão de CDBs. A partir da nova gestão, que começa um ano atrás, estanca-se esse processo de emissão de CDBs e começa a se olhar com Lupa de que de que ativos nós estamos falando para garantir esses CDBs. >> Entendi. >> E aí tem um descasamento total entre os ativos do banco que não valiam o passivo do banco, que é a soma de CDBs. Aí falou: "Pô, isso aqui não sustenta". E para complicar ainda mais, pegaram uma fraude enorme, a venda
de uma carteira de crédito, entre aspas, que não existia pro Banco de Brasília. >> Aham. >> Pro BRB. >> Uhum. >> Que depois eles tentaram contornar o problema fazendo o BRB >> comprar o >> comprar o máster, mas para eh encobrir, vamos dizer assim, essa operação fraudulenta de venda de uma carteira. Há uma carteira de 100 milhões, 200 milhões, não, de 12 bilhões. >> Aham. >> Ou então, >> ó, essa não dá para en Se pegar esse soma em dinheiro, não dá para encher essa casa com É muita grana. É muita grana. E o cara
assim vivendo na babescamente, comprando o que queria, que com 40, 50 bi, você compra o que você quiser, né? >> Ah, sim. O cartão de crédito dele, aí ficou público os números. respondendo outra pergunta, só pro, né, quem tá nos assistindo aqui entender por Que ele não é sistêmico, porque o alvo dele era o FGC. Entendi. >> Era exclusivamente tirar o dinheiro do FGC para cobrir esses CDBs e ele mandar esse dinheiro para outro canto, que é o que ele fez com o dinheiro, que é o que a polícia tá investigando. >> Entendi. >> Então
não tem risco sistêmico porque tá concentrado no fundo garantidor de crédito. Ele Percebeu uma brecha na legislação e operou em cima dessa brecha e queria inclusive avançar para além dos 250.000. Aham. >> O Banco Master chegou a atuar no Congresso Nacional para passar essa garantia para 1 milhão. >> Eu lembro, foi ano ano passado, não é? >> Ano retrasado. >> Retrasado. É, estamos em 26. >> Em em 24, de 23 para 24, eles começaram a operar para passar para 1 milhão a Garantia. >> Ficou conhecida como emenda banco master, alguma coisa assim. Aí, meu amigo,
não ia sobrar um centavo no fundo garantido de crédito e muita gente ia perder muito dinheiro, porque nem o fundo ia conseguir suportar o rombo que ele ia dar. Então, por isso que eu tô dizendo, não é sistêmico. >> Uhum. em função da existência do FGC, machuca o fundo garantidor de crédito para valer. Tá pegando aí de 30 a 50% do Volume do fundo, >> mas tá restrito a isso. Agora, uma pancada como nunca se viu na história do sistema financeiro brasileiro. >> É verdade. E aí a gente tem, então, então entendi, a gente tem
e a a fraude, ela era mirada num fundo que era particular, que que é construído pelos pelas pelos bancos, >> pelos bancos, pelos grandes bancos brasileiros. >> Isso significa que pra economia do Estado brasileiro isso não representa risco, >> não machuca a economia. Agora, esse prejuízo ele ao longo dos anos ele acaba sendo socializado. >> Por quê? Porque o FGC vai ter que ser recomposto. Então, da mesma maneira que lá no passado se compôs o FGC, justamente para dar suporte aos correntistas de bancos pequenos ou bancos em >> em situação instável e tal, agora vai
ter que se recompor um outro fundo. Espero >> quem vai pagar isso, hein, família? Será que é tu? >> Espero, espero que mudando as regras, >> porque as brechas que permitiram ao Banco Master fazer essa operação, elas não podem existir mais. Algumas normas já foram alteradas pelo Banco Central. Isso tudo é Banco Central, tá? >> Que é um órgão autônomo, né? Já desde Algum tempo, ele é autônomo, ele tem uma diretoria autônoma, tem um presidente autônomo, tudo lá é autônomo, não tem nada a ver com o governo, não é? eh, tem a ver com a
instituição, mas esse o a instituição Banco Central vai estar fazendo a revisão das normas para que isso não venha a acontecer de novo. >> E, ministro, eh, eu entendo isso, eh, mas a gente a gente acaba chegando numa situação que tem um monte de gente envolvida. Então assim, realmente e que Bom. Então o o do ponto de vista e da economia do Estado brasileiro, a gente não tem risco, mas ainda assim a gente tem o Estado brasileiro completamente envolvido nisso, né? Eh e a isso me levanta algumas coisas e e vamos aqui em ordem. A
primeira é, você tá me dizendo, eh, o que aconteceu ali com o Banco Master, foi o Banco Master eh, conseguindo encontrar uma brecha e entrando nessa brecha e e e usando o FGC. Eu tenho um pouco de dificuldade de acreditar que ninguém se ligou que tinha uma sacanagem. Eu acho que, se eu não me engano, os outros bancos ficavam levantando uma bandeirinha aqui e ali. Olha isso aqui, hein? Olha isso aqui. Mas me parece que hoje, olhando a rede de contatos que Daniel Vorcaro montou ou que estavam envolvidos com com os negócios, entre aspas, dele,
eh dá para entender que e que assim, por isso que demorou para estourar e e ainda bem que Algumas coisas não aconteceram, como a compra do Banco Mas pelo BRB, que a gente provavelmente nem ia ficar sabendo, >> não podia ser pior, porque eu falei, podia ter aumentado o a garantia para R 1 milhão deais. >> Uhum. A poderia ter havido autorização na compra do BRB, né, pelo BRB do master, o que seria um outro grande problema, né, embora ele não esteja sanado porque o BRB tá com esse problema, porque >> comprou uma carteira inexistente
e depois teve uma troca por ativos que ninguém sabe o valor. Agora, eh, o que eu posso assegurar é que desde que houve uma mudança na gestão do Banco Central, o tratamento ao Banco Master mudou completamente, >> tá? Então esse registro precisa ser feito assim que trocou e trocou no meio do mandato do presidente Lula, porque as pessoas pensam: "Ah, o banco central do Não, o presidente do Banco Central atual tomou posse em primeiro de janeiro de 2025. em 2023, 2024, era ainda o presidente do Banco Central do governo indicado pelo governo anterior. A emissão
de CDBs acontece nesse período anterior, quando a atual gestão toma posse, estanca a emissão de CDBs e começa a botar lupa na coisa, abre um processo interno >> até chegar a liquidação e a prisão de Que depois foi relaxada >> do Daniel Vorcaro. Então, mas eu concordo com você, pô. nos 6 anos que o banco cresceu, pô, ninguém sacou o que tava acontecendo, ninguém entendeu o que tava acontecendo. Essa é uma pergunta que tá em todo canto, tá todo mundo fazendo. Eu tô também aqui, não tô querendo prejulgar porque tem autoridade competente que vai lá,
>> polícia, a polícia vai lá, o Ministério Público vai lá e vai saber exatamente o Que aconteceu. E agora não tem como não querer saber o que aconteceu, por escândalo tá à luz do dia, tá todo mundo sabendo o que aconteceu. sente que tem uma, a sensação que eu tenho que eu luto contra é uma, tá rolando um jeito de abafar. Parece que existe um esforço, porque, ó, eu não tô vendo, e que eu vou ser, preciso ser honesto, eu não tô vendo os cara mais à esquerda botar o dedo nessa ferida. Essa é uma
[ __ ] ferida. Eu também não vejo os caras mais À direita botar o dedo nessa ferida. Mas você tá falando com um cara que pois primeira declaração que eu dei sobre o assunto foi quando foi liquidado o banco. Eu não podia falar antes da liquidação. Eu tava impedido de falarum >> porque poderia ser usado pelo >> Você é o ministro, né? >> Não, poderia ser usado pelo Banco Master como se eu tivesse precipitado a crise. >> Olha, ele falou por isso que o banco Quebrou, então não podia falar. Perfeito. >> Mas eu sabia o
que tava acontecendo. Impedido de falar por razões funcionais. >> Uhum. Uhum. Entendeu? Quando o Banco Central intervém, pega a minha declaração do dia. O processo é robusto, a a liquidação é correta, eh foi bem instruído, não há o que discutir sobre a decisão do do Banco Central. primeira declaração, quando teve um uma tentativa, Não sei se foi uma tentativa, mas teve um embate o Tribunal de Contas da União e o Banco Central. No comecinho do ano, eu tava inclusive de férias. Quando eu voltei, primeira declaração que eu dei no Quebra-queixo ali no na fazenda foi:
"Nós estamos diante do maior fraude bancária da história do Brasil." É, >> então nas duas, dos dois momentos chave, eu falei o que eu penso a respeito, que o Banco Central tinha que liquidar, na minha opinião. Aí a pergunta que você faz, né? Como é que isso chegou a ter esse tamanho? >> Exatamente. É >> isso aí. Eu também tenho dúvida. Eu, se fosse investigador, eu estaria querendo saber como é que esse negócio ganhou essa proporção. Ninguém viu se abacaxi crescer dessa maneira. Quando é que tu toma conhecimento disso? >> O os rumores sobre banco
master é uma coisa aí. Aí tinha uma disputa de narrativa muito esquisita, porque era Assim, era uma porção de gente que entendia do riscado dizendo: "Meu, isso vai estourar, isso aqui não é sustentável. Esse cara tá pagando 140% CDI. >> Esse cara não tem eh investimento que cubra o que ele tá pagando, ele vai quebrar". Então tinha uma galera enorme dizendo isso e tinha uma narrativa do próprio Banco Master convenientemente aceita por vários setores. Não é um gênio da raça, é um cara que sacou uma Forma de crescer, tá fazendo eh eh cóscega aí nos
bancos grandes, os bancos estão incomodados com ele e como o FGC dos bancos grandes, eles estão querendo sufocar o Banco Master. Então, começou em 2023 uma narrativa desse tipo. Isso é ciumeira de banco grande que tá vendo o cara crescer, é um novo no bank, essas coisas eu vi de várias gente. Mas assim, quem olhava o balanço e tinha alguma sensibilidade para coisa >> Uhum. >> e olhava pros personagens, eu acho que trabalhar na 25 de março me ajudou. Por quê? >> Porque você dá muito crédito na 25 de março para sobreviver. Então você tem
que sacar se o cara vai te pagar ou não. Eu achei que aquele negócio não fosse dar certo, >> mas logo, >> logo que começou a nova gestão em primeiro de janeiro do ano passado, aí a coisa começou a a vir à tona, pô. Isso Que isso aqui não não para em pé, >> entendeu? Então tinha uma disputa de narrativa, mas ninguém cravava, entendeu? Aí quando a nova gestão entrou, falou: "Cara, isso aqui tá com cara de escalada." >> Aham. Aham. Entendeu? E aí até instruir o processo, garantir direito de defesa do cara se explicar,
tentar uma solução de mercado, tá, tá, tá, para não afetar o FG até isso. Mas no fim, assim, antes do final Do ano, o cara tava preso, né? Uhum. Eh, o banco liquidado e ele preso. >> Eu fico pensando que assim, é assim, tem muita coisa pra gente saber ainda sobre esse caso, porque a sensação que dá é quanto mais investiga, vai surgindo umas ramificações de umas coisinhas. >> Não, 40 B, meu querido, >> é, tem, >> tem muita ramificação. Tem muita ramificação, >> porque você não consegue tirar do banco 40 bi. Imagina você tirar
40 bi de um lugar para outro, o quantas operações você tem que fazer, quantas pessoas você tem que envolver. >> É verdade. >> Então foi é uma coisa grande o que o cara fez. Ele envolveu realmente muita gente, algumas de boa fé, poucas na minha opinião, de boa fé, gente que entrou achando, caindo na no conto de que era um um novo player e tal, né? Não é que são poucos, mas tem. E muita gente Que viu viu ali uma oportunidade de ganhar dinheiro, né? Então, efetivamente é um escândalo grande. A polícia vai ter trabalho
por anos, porque vai uma a parte assim, o que é mais evidente, eloquente vai aparecer logo. Mas tem muita coisa menor, média, pequena, que vai aparecer ao longo dos anos, mas vai se chegar porque é impossível não rastrear esse dinheiro. Porque >> é muito dinheiro. >> É, é impossível não rastrear, porque o Dinheiro era um dinheiro limpo. >> Aham. Era um dinheiro assim, eu tô vendendo para ser um CDB, eu tô pegando 250.000 teu e colocando no meu caixa para eu para eu sumir com esse dinheiro que é limpo, >> eu preciso fazer uma série
de operações >> sujas, vamos dizer assim, para tirar o dinheiro dali e eu conseguir me locupetar. >> Uhum. >> Então a a polícia, na minha opinião, vai Ter toda a condição de followy, sabe? vai seguir o dinheiro e vai chegar em cada ponto onde esse dinheiro foi usado para fazer qualquer tipo de operação. E você tem visto aí na imprensa quantidade de imóveis, quantidade de ativos, quantidade >> Uhum. Agora ele envolveu muita gente. >> E ministro, eh, eu sei que você é ministro e aí tu não, tu vamos ver como é que tu vai responder
essa. Eh, cara, não é um grande perigo pra forma como se Dá a política e a democracia no Brasil, a gente ter o as pessoas do calibre que tem envolvidas nessa coisa aqui. Eu tô falando talvez mais especificamente das figuras do STF. Eh, e esses caras envolvido nisso, eh, vamos ver como é que tu responder essa. Tu não acha que que a gente tinha que entender melhor deles? Porque eh ele não é como se eles não fossem midiáticos. O julgamento do Bolsonaro é um [ __ ] teatro, independente do que a gente acha que é
justo ou não. E é um [ __ ] teatro no sentido de, pô, um voto de 8 horas, fica, [ __ ] mané, né? Aí quando é quando é para resolver se o Tofo ele fica ou não na relatoria, é só eles. Aí sai todo mundo com um discurso bonitinho, arrumado. Então esse isso dá paraa sociedade a sensação de eu não confio nesse cara. Será que esse cara é? Ele não me parece honesto. Isso que tá acontecendo na minha cara parece uma algum tipo de de jeito para tentar abafar no mínimo safar esses cara, Entendeu?
A gente tá falando do Tofol que é que fez negócio com o cara. Pode estar tudo certo, viu? Pode não ter nenhum tipo de crime, pode tá tudo certo, mas que a gente precisa saber, você entende? Então, eh, o, eh, esse caso ele coloca um problema muito grande na nossa forma de de sociedade, me parece, né? Eu acredito que você tem toda a razão. E não pense você que porque eu tô no governo que eu não tenho essa sensação de que nós precisamos ir Até o final, porque se a gente não for até o final,
qual é o recado que você tá dando para as pessoas? Entendeu? Você tá falando: "Olha aqui, a partir do de um determinado andar do prédio aqui, a polícia não chega. A polícia só chega no zelador, no faxineiro, né? no cozinheiro, mas ali no na cobertura a não vai chegar a polícia, não vai chegar ninguém. É uma coisa pavorosa para uma sociedade. Agora, esse caso aqui, primeiro lugar, eu quem a autoridade que Eu mais acompanho é o presidente da República, né? Eu >> que se encontrou convocado numas situações esquisitas aí apresentad pelo Guido Manta. Que tu
vai ter que o pelo menos o que tu sabe. >> Não, mas quer ver uma coisa? Eu eu o o eu não tava no encontro, eu não conheço o Vorcaro, né? podia conhecer, mas não conheço o Vorcaro. Eh, e o que eu sei dessa dessa reunião que foi uma reunião de pé assim porque Não era uma agenda, não tem uma agenda pro presidente sentar com o cara. Não tem agenda oficial porque não era uma agenda, >> não era uma agenda com o presidente. Ah, o cara tá aí, quer tomar um café. Tomou um café. E
ele com aquele com aquele discurso, olha, eu tô sendo perseguido. E tá tá tá tá. Parece que o presidente do Banco Central foi chamado e o presidente disse na frente dos dois: "Olha, aqui não existe Isso no meu governo, não vai ter perseguição e nem favorecimento. >> O que quer que aconteça com o teu banco vai ser uma decisão técnica de um órgão independente do governo, que é o Banco Central, tem autonomia para tomar a decisão que quiser. Não haverá pressão nem para um lado nem pro outro. O que tiver que acontecer vai acontecer na
forma da lei. Foi a única frase que o presidente falou, segundo o relato >> perfeito >> de quem tava lá. >> Uhum. Eu acompanhei depois disso várias reuniões em que o presidente, inclusive com o procurador geral da da República, Paulo Gonê, que é quem tá à frente da do do das denúncias, >> Paulo, nós não podemos perder o pé dessa história. Nós temos que chegar até o fim dessa história. Não dá para um negócio desse tamanho ficar impune. Antes de surgir o os o tema sobre Ministro Tofle, teve um almoço do qual eu participei com
o presidente, em que o presidente falou pro ministro Tofley: "Você não pode perder a oportunidade de reescrever a sua biografia fazendo o certo em relação ao banco." Depois veio a confusão >> lá do ressorto almoço, porque veio depois. Então, eu acompanhei o trabalho do presidente, eu acompanhei o trabalho do presidente do Banco Central, o trabalho da fazenda. Eu Posso te assegurar que todo mundo tá 100% alinhado em levar isso até o fim dentro da lei, não é para também usar de pretexto para pegar adversário, nada disso. >> Perfeito, perfeito. >> É porque aí vê bem,
a pior coisa que pode acontecer, Igor, é quando você mistura, né? O bom embate partidário que tem ideia, cada um tem uma ideia de como tem que o estado tem que se organizar, como as Empresas tem que se organizar numa coisa para proteger gente errada do teu time. O cara errado do teu time tem que sair do time, pô. Porque esse cara não pode estar no time de ninguém, não é no teu, nem do outro. Ele não tem que estar no time de ninguém. Se a gente não sanear a política, o que que vai acontecer?
Você vai mandando o seguinte recado pras pessoas. Primeiro, olha, se você tem como errar e não ser punido, erra, porque o jogo aqui é quem pode marchar a Menos, né? Segundo lugar, bom, eu sou honesto, então não vou me interessar por política, porque ali é coisa de bandido. Então, cara, é muito chato e isso, né? É muito ruim assim as pessoas que às vezes dedicam uma vida, né? dedica um tempo da vida à vida pública, ao interesse público. Você começa a falar, [ __ ] você começa a ficar desconfortável, né, naquele ambiente. Fala, cara, eu
tô remando aqui pro país dar certo. Aí vem um bando de maluco aqui fazer, sabe? É De é é duro, cara. E aí eu fico pensando, não, minha mãe, eu já tenho 25 anos de vida pública e graças a Deus, né, incóltico que não é mais >> graças a Deus, mas nesse caso acho que Deus ficou olhando você não se envolver em bagunça também. >> Não, não, não, não. Isso aí que é tem for é formação de casa, né, cara? Se você eh com o meu pai, com a minha mãe, Não dá para >> dá
para errar com essas coisas, não. Mas o que eu quero te dizer é o seguinte, você tem uma formação sólida, rígida do ponto de vista moral. Vai pra vida pública e começa a ver que se vê confundido com práticas com as quais você não concorda, >> você vai falando: "Pô, mas eu tô aqui, tô satisfeito com o meu salário, tô trabalhando só pelo meu salário, que eu já acho que tá bom. Não tô querendo nada Mais. Quero pagar minhas contas e servir o país. Você começa a duvidar que isso faz sentido, cara, as pessoas vão
espirrando, vão falando: "Cara, não dá para ficar aqui, não dá para ficar nesse ambiente". >> E o Banco Master, até pela escala que ele atingiu, ele tá restrito, né, ao FGC, do ponto de vista financeiro, mas do ponto de vista moral, ele não tá restrito, >> ele é bem >> amplo, né? Envolve envolve governos estaduais. Vários governos estaduais, infelizmente, fizeram negócio com o Banco Master. >> Tem o caso do Rio lá, né? >> Vários. Eu não quero nem citar que falar: "Você tá partidizando, você você já tá pensando na eleição, vários. Lê o noticiário, >>
você vai ver que grandes estados estão envolvidos de alguma maneira com o Banco Master, doação de campanha do Banco Master, eh, fundo de pensão pro Banco Master. Se você já fez, se fizer um organograma dessa coisa, você já vai tomar um susto, porque tem muitos municípios, muitos estados >> que tem que que o que tem que explicar. >> É isso, explicar, >> eles tem que se explicar, né? >> Agora vai chegar um momento que as pessoas vão ser chamadas a se explicar. você tá pegando o núcleo duro do escândalo, que é o dono do do
banco, que São seus sócios, mas isso vai ter desdomamento e as pessoas vão ter que vão ser chamadas a a se explicar. >> Eu acho, me parece uma grande oportunidade de dar essa saneada que você tá dizendo na política. Parece uma grande oportunidade, porque é isso que você falou, eu concordo nesse ponto que é eh, cara, não é não é porque ele tá do meu lado ideológico, o bandido, que ele é um bom bandido. O bandido ele é bandido, bandido bandido. >> Ele ele se ele ele ele estando no lado A ou no lado B
ou no lado C ou no Y, ele tem que não tá em lado nenhum comport, nem assim, tem um escândalo numa igreja, pode acontecer, né? Um padre que saiu da linha, >> são seres humanos, irmão. Seres humanos fazem merda. Um padre que saiu da linha, um pastor que saiu da linha. Uhum. Você vai em nome do da igreja proteger um pastor que errou, proteger um padre que errou, proteger um político que errou. Não. O correto é você dizer: "Olha aqui, isso não vai mais acontecer. É você dar a demonstração que você não vai compactuar. Não
vai compactuar. Essa é a maneira de manter o corpo de uma instituição são >> Uhum. de maneira que ela possa se apresentar pra sociedade com a dignidade que toda instituição merece. Se você perder isso, você vai perder a instituição. Então é Um erro assim, as pessoas, às vezes eu vejo pessoas honestas, preocupadas, mas se tudo vira à tona, cara, se tudo vir à tona, paciência. Que bom que veio à tona, sabe? Porque se você é honesto e tá preocupado com a transparência por medo das consequências, [ __ ] não, não dá para ser assim. Agora,
outra coisa honesto, tá? Aí, ó, >> outra coisa é zelar pelo devido processo legal, porque >> porque senão descamba para um para um salve se quem puder, para um vale tudo que também já produziu efeitos desastrosos no país. >> Eu concordo 200% contigo nesse caso, mas deixa eu dar uma pimentada. O problema do devido processo legal é que a gente precisa, como sociedade confiar no devido processo legal, né? E para eu confiar no devido processo legal, eu preciso confiar nas figuras que o representam. Não, por isso que o J você Tá, o que você tá
dizendo é o seguinte: governador pode ter feito bandalheira, eh, prefeito pode ter feito bandaleira, senador, deputado, ministro pode ter feito bandaleira, mas se o se o judiciário que vai julgar entrar entrar na roda, >> nós vamos ficar na mão de quem, né? Então o judiciário até por isso ele, que é a última instância ali, ele tem que saber se auto >> Sim, >> né? se autossanear, né? Se houver necessidade de saber >> com todo o cuidado devido, mas tem que ir até o final, né? >> E a gente tem umas, a gente às vezes olha
para uns, uns problemas que são estruturais no Brasil, são estruturantes, na verdade, eh, no Brasil e a gente muita, especialmente esse ano que é um ano de eleição, isso é uma das coisas que mais me incomoda no Brasil, que é a maneira como a gente lida. E é Assim, não é nem segredo. O cara fala: "Eu não vou pautar essa parada porque é ano de eleição". Eu fico impressionado com essa cara de pau. Mas tudo bem. Eh, essas coisas, cara, elas colocam eh eh o o o a confiança de que realmente estamos fazendo o certo
pelo para para proteger a coisa em cheque, porque o cara ele tá pensando primeiro no ano eleitoral, ele primeiro tá pensando em algumas coisas que, ah, não vou pautar isso aqui, o Cara tá fazendo e é complicado porque realmente vira um jogo e e tem a ver com aquilo que a gente tá falando devido o processo legal, que é muito importante. a gente seguir o devido processo legal, que a partir do momento que a gente não segue o devido processo legal, a gente cria uma brecha que lá na frente, por mais que a gente tenha
feito um troço legal, é, é bom, eh se não seguir o devido processo legal, se a gente for agir como vigilante, como justiceiro, lá Na frente isso aqui some, né? Então tem que seguir o devido processo legal. Agora que a sociedade também precisa confiar no devido processo legal também que essa coisa vai andar. E é importante também que é uma coisa muito rara e que deveria ser mais comum do que é no Brasil. Reconhecer dignidade no teu adversário. >> Sim. >> Sabe, isso é uma coisa assim, se eu sei que a pessoa é correta, mas
é de um Partido de oposição, qual é o problema de eu admitir que ela é correta? é melhor, é, é, vai acelerar o processo de justiça. E eu tô falando isso porque eu eu disse isso num programa da Globo uma vez e a pessoa me perguntou: "Você defenderia alguém que tá sendo acusado, que é da oposição?" E na época eu ia concorrer com o Alkmin, a presidência da República. Vim a concorrer com Alkmin, falei: "O Almen tá tá tá havendo rumores a respeito dele?" Eu tenho certeza que é Mentira. Isso aí vai ser arquivado porque
não tem menor procedência. O era do PSDB ou era do PT? Não existia bolsonarismo na época, existia PT, PSDB. Eu falei: "É mentira isso, isso não tem sentido. Essa acusação não procede. Eu conheço o cara". Entendeu? E é essa é raro, mas devia >> isso devia acontecer mais. Porque eu vou te dizer uma coisa aí, você obviamente você não você não é capaz de jurar por Deus, né? quem é correto, quem não é, Porque muita gente ali, mas meu, a a as pessoas sabem mais ou menos, sabe? Quem eh eu brinco, quem é do job
e quem não é, sabe? Quem faz quem tem uma tendência a a querer fazer alguma coisa, >> quem tá mais aberto a e quem e quem não e quem não discute essas coisas, >> sabe? Quem fala, cara, não passa dessa linha aqui que não não comigo não dá, entendeu? Você sabe quem é correto? E eu posso falar, tem muita gente correta e essas pessoas nem sempre aparecem. Às Vezes as pessoas mais corretas que estão ali se dedicando, suando a camisa para provar um projeto de lei, para fazer a coisa certa, para fazer um bom julgado,
para fazer uma boa sentença. Às vezes esse cara não aparece. Quem aparece é o malandro que tá >> Nesse caso aí eu vou p >> Nesse caso aí eu vou pôr culpa em Deus mesmo, porque aí é é a é o ser humano que gosta de desgraça, entendeu? A gente é meio que programado para tem muita Gente boa, tem muito juiz bom, tem muito deputado correto, >> mas quando dá uma grande merda, é só se fala do >> só se fala do cara que errou, do cara que pisou na bola. É, >> e é uma
infelicidade porque às vezes você afugenta pessoas vocacionadas pro pro para servir o país. Muita gente gostaria de servir o país, fica comendo, fala: "Cara, não vou me meter nisso, daqui a pouco isso aqui Resping". >> Eu não vou me meter nisso. >> O meu jeito de brincar desse julgo aí é assim, é trazer aqui pra gente trocar uma ideia, daqui a um tempo traz um outro cara, trocou. Esse é o meu jogo com a política. Eu não quero me meter nesse mundo, não. Tava te falando de como que vocês aguentam. Não, mas na época que
eu comecei essa via, eu eu primeiro eh não de professor, mas de cargo público que eu assumi foi em 2001. >> Pô, nós estamos falando assim, os líderes do país era Fernando Henrique e Lula, sabe? Você tinha todo um gente muito trabalhada, gente muito bem formada, gente muito instruída, gente muito antenada com o que tava acontecendo no mundo, gente que vinha de baixo, que vinha de cima, mas que tinha isso, para ser honesto, de 2001 para cá, muita coisa mudou para pior. >> Muita coisa mudou >> nesse ambiente eh eh que a gente vive. E
Você fica questionando, fala: "Pô, tô aqui, né?" E às vezes você fala: "Cara, tá difícil." >> É, nesse caso específico, a culpa é da internet, mas isso é uma análise pra gente fazer um outro dia. Eh, cara, posso posso dar play numa mensagem aqui que os caras mandaram pra gente? >> Pode. >> Eh, >> porque assim, cara, tu é o tu é o ministro Fernando Hadad, então tem tem Banco mais pra gente falar, tem imposto que ia vir, não veio pra gente falar, tem um monte de coisa pra gente falar rapidinho. >> Ah, não, você
fica à vontade. >> Vamos lá. Então, o Bernardo mandou uma aqui, uma que na real tem a ver com o Banco Master. >> Ah, >> Bernardo mandou uma mensagem pelo Pix. Poderia falar sobre o esquema de consignados do Banco Master no PT da Bahia via Credesta e do Lulinha no escândalo do INSS com suspeita de repasses ilegais e conexão com o investigado vulgo careca. >> Esse eu não sei do que que ele tá. Ah, o careca do INSS. Tá, >> cara, eu não consigo comentar o que eu não conheço, entendeu? Eu tô assim, tô abrindo
o jogo aqui, comentando tudo que eu sei, mas assim, eu não conheço a vida do do Lulinha, não tenho a menor ideia do que do que quebrar o sigilo dele. Não Tenho ideia do que é o sigilo dele. >> No mundo real, no teu mundo real lá, o Lulinha nem aparece ou aparece. Não, eu conheço a pessoa >> tudo bem, mas ele tem a ver com a com com rei, com o Lula, por exemplo, com não no sentido de ser filho do Lula, mas com a com o trabalho. >> Não, ele não participa do governo.
Eu não eu não conheço a vida do do Lulinha. Não sei da conta corrente dele, não tenho a menor ideia, >> mas assim, dúvida, tem os caminhos para para achar, né? Eh, e a questão do da Bahia é o que eu falei, não é Banco Master ali, sabe? Ali foi uma licitação paraa venda do consignado da Bahia, mas isso veio a se tornar >> que a ligação é que o cara do Credo >> virou sócio do do Vorcaro, mas depois da da operação, eu não conheço aquilo >> com profundidade, não sei dizer. Agora, eh, o
cara do o tal do Augusto, que virou sócio do do Vorcaro, obviamente Que ele conhecia a operação do Banco Master. >> Uhum. >> Não tem não tem como não conhecer. Inclusive o banco que ele se dispôs a ficar para gerenciar também foi liquidado pelo Banco Central. Então não é que ele tá ileso, tá não, ele tá machucado ali pelo Banco Central, porque o banco que ele se dispôs a a ficar como >> Aham. no na partilha ali também não fragou e foi liquidado pelo Banco Central. Bom, no fim das contas, eu eu gostaria muito que
a gente eh não perdesse essa oportunidade de olhar com cuidado para pras forças que dominam o Brasil eh pelas sombras do dinheiro, do os caras que fazem as coisas por para ganhar vantagem, que agora esse caso do Banco Master, ele é ele ajuda a trazer luz e nos dá uma chance como sociedade para olhar >> pras coisas com mais cuidado, para quem tá lá, sabe? pro cara que tá lá, Especialmente os envolvidaço na coisa com com eu gostaria com honestidade intelectual, que é aquilo que a gente tá falando, cara, é do meu time, mas é
safado. [ __ ] o outro é do outro time não é safado. Então, sabe, falta isso. >> É o que precede a política, que é a ética, né? Quer dizer, se você não tem um time, os dois times jogando eticamente, o campeonato vai, tem >> não, o campeonato vai >> é >> naufragar, né? Agora é, a gente tava falando aqui do de como eu falei na verdade de como a gente eh gosta como como Brasil, como estado, de consertar uns tipo consertar uma pontinha aqui, sendo que o problema é estrutural e às vezes estruturante. Que
que um exemplo é ah, também olha como é que é feita a escolha dos ministros do STF. É feita assim, assim, assado. O problema não é esse. O problema é mais atrás. O problema é como a gente coloca o cara Lá. Todo mundo sabe que a sabatina é de mentirinha. Todo mundo sabe que o que o notório saber jurídico é é mais importante ser meu amigo do que ter um notório saber e por aí vai. Eh, então as os problemas eles vêm antes do ah, o cara ele fica lá até até 75 anos e aí
não pode. Não é o problema é antes disso. Daí nesse sentido, como é que você que quem manja de economia eh qual que é o problema estrutural do Brasil do ponto de vista De arrecadação? Cara, do meu ponto de vista, que não sou economista, nada disso. A gente a gente tá pegando dinheiro do lugar errado. Eu >> acho muito cruel o imposto sobre o consumo. >> Uhum. >> Sabe? Eh, e aí a gente vai ter que ir arrumandinho as coisas porque a gente tem o a mania de não resolver o problema estrutural, porque a gente
não quer fazer o sacrifício que precisa ser feito Pra coisa daqui a 10 anos tá legal, até porque não dá voto, lá lá lá. Então, imaginando o o Brasil ideal do ponto de vista, que que tem alguma mudança estrutural que tu faria eh do ponto de vista de arrecadação, já que é essa posição que tu tá? >> Eu vou te mandar pro teu conhecimento, dois relatórios que eu recebi, um do FMI e um da UCDE sobre a maior reforma tributária já feita no Brasil, que nós fizemos, nós concluímos. >> Uhum. uma reforma que levou 3
anos para ser feita, porque dependia de uma emenda constitucional e duas leis complementares. Ela tá chancelada, ela tá pronta e entra em vigor a partir de primeiro de janeiro, porque tem um sistema de informática e digital, vai ser toda digitalizada, vai ser é 150 vezes maior que o Pix, o sistema >> tributário brasileiro, 150 vezes maior que o Pix >> e é dentro do CPR, com toda a segurança, Um data center fechado e tal. Por que que o que você fala é importante? O nosso sistema tributário é absurdo, é caótico, totalmente caótico. Você não tem
transparência de quanto você tá pagando imposto quando você compra o que for, esse copo, essa água, você não sabe quando você tá pagando imposto. >> O novo sistema tributário que entra em vigor o ano que vem, ele dá transparência total e é uma única legislação para estados, municípios e União. a mesma jurisprudência, o mesmo entendimento, o mesmo, a mesma base de cálculo, tudo igual. É uma revolução que o Brasil vai viver. E nós vamos tomar um susto com o seguinte, >> nós pagamos muito mais impostos sobre consumo do que impostos de renda, por exemplo. >>
Quando no mundo desenvolvido, até até porque é justo, você paga menos imposto sobre consumo e mais imposto sobre a renda, sobre patrimônio em alguns casos E tal, né? Chega, tem lugares que até exorbitam as alíquotas >> e são >> heranças, né? Irança e tal, que no Brasil é uma das mais baixas do mundo. Mas paraa sociedade conseguir fazer isso, ela precisa saber o que está acontecendo. >> Sim. >> E ela vai saber. >> Ela vai saber o que tá acontecendo. Foi a maior reforma tributária já feita. A Outra coisa que nós que >> Então o
teu objetivo, pelo que eu tô entendendo aqui com outras palavras, é quando rolar eu vou comprar essa água, eu vou olhar a parada e vou ficar puto e vou querer que tenha. >> Não, eu vou falar >> uma reforma. Não, você vai falar o seguinte, pô, o que que precisa fazer para eu pagar menos impostos sobre essa água, >> né, para cobrar de quem pode pagar sobre A renda, porque também o imposto de renda tava no Brasil é uma loucura, porque até isso recai sobre o trabalhador, >> recai sobre a base da pirâmide. É a
primeira vez que a gente isenta de imposto de renda quem ganha até R$ 5.000. Muita gente prometeu, mas só nós cumprimos. Muita gente prometeu, Bolsonaro prometeu, mas nós chegamos no 5.000 de invenção do impôo de renda. Até 7350 o cara vai pagar um pouquinho menos, tá pagando um pouquinho menos do que pagava antes da aprovação da lei. Isso já está em vigor. Você pegar o seu olerite de janeiro, trabalhador eh eh seletista, você vai ver que o desconto do impôo de renda diminuiu. >> Uhum. Se você ganha até R$ 7.350, até 5.000 você não vai
pagar, não paga, você já não tá pagando. Até 7350 você tá pagando um pouco menos do que pagaria. É a primeira vez que se faz isso. E nós Fizemos isso cobrando do andar de cima que não pagava. Você acredita que tinha gente que ganhava 1, 2, 5, R 10 milhões deais e pagava uma alíquota de pô de renda efetiva de 2%. Nós fixamos uma alíquota mínima de 10%. para essa turma que ganha mais de 1 milhão para eles compensarem o que eu vou deixar de arrecadar da base da pirâmide. Cobre >> cobre. Só para você
ter uma ideia, Igor, de quando presidente assumiu para cá, Nós exentamos de imposto de renda 20 milhões de brasileiros e reduzimos o imposto de renda de mais cinco. Por quê? Isso ao longo do desse último mandato, porque a última a próxima a próxima coisa que eu te perguntar é por que esse só aí esse do imposto de renda dos caras só no ano eleitoral? >> Não, não foi no ano eleitoral, foi no o cronograma eh era o seguinte, depois de aprovar o imposto sobre consumo, que é o mais Difícil. >> Uhum. >> Porque exigiu uma
emenda constitucional e duas leis complementares >> e combinar com todo mundo. >> E combinar com todo mundo. Era muito mais trabalhoso e muito mais importante. >> Uhum. estraté. Você acabou de falar que o político só pensa em voto. Nós fizemos o trabalho que não dá voto durante três anos. Nós não fizemos o trabalho que não Dá voto. Eu podia ter feito isso no primeiro ano de governo. Estaria de repente melhor do que eu tô hoje em termos de aprovação de governo. >> Não podia não, que tu tentou. Os caras não deixaram. >> Não, mas é
um trabalho de convencimento. Você pensa que é fácil. Claro que é. Não é. Eu tenho certeza que não é fácil. >> Sem ir mandando pro Congresso as coisas. O cara vai aprovando porque você >> tem gente lá. A sensação que eu tenho Que tem gente lá que chegou do Hadad, não quero. E E o contrário também, né? >> E o contrário também. Mas eu quero te dizer que o Congresso no a pauta da econômica, ela foi toda votada pelo Congresso do jeito que nós queríamos, não por isso que existe Congresso, senão você fecha o Congresso,
>> claro. >> E faz do teu jeito. Se você quer viver numa democracia, você vai entender que o Congresso tem as opiniões dele. Mas Assim, houve algum desrespeito? zero. Nós tivemos em 3 anos e 2 meses dois incidentes com o Congresso. Um que era a desoneração da Folha, que o Bolsonaro, o Guedes e o Bolsonaro tentaram, não conseguiram. Eu também não consegui. Só que eu fui pro Supremo Tribunal Federal. >> Uhum. >> Falou: "Não tem dinheiro para isso aqui, para dar esse benefício mais". E o Supremo reconheceu que nós tínhamos razão. E o outro caso
que quando a gente Eh ia taxar os bancos lá no negócio do IOF também a turma fui pro Supremo também e ganhei no Supremo. Mas foram as duas únicas situações em que eu precisei recorrer à justiça. Em todas as outras taxar nós. O IOF quem paga sou eu. [ __ ] O o de pessoa física quem subiu foi o Bolsonaro. Eu não subi de pessoa física não. >> Ah, mas eu também tenho uma empresa. Vou me [ __ ] igual, pô. >> Não, cara, mas o o o Veja bem, eu tenho >> É que eu
sou meio burro, tá? Me ajuda aí. Não. Eh, algum eh algum IOF de pessoa jurídica subiu. Algum IOF de pessoa jurídica subiu. Agora eu tava eu tenho que criar as condições fiscais para baixar essa taxa de juro. O grande problema do crédito no Brasil não é o a cunha fiscal, é a taxa de juro. >> Pô, por que tu não por que vocês não cortam a [ __ ] do do da da das emendas? Não, das emendas para de gastar dinheiro. Por que não para de gastar Dinheiro em vez de querer pegar mais dinheiro? Eu
vou, eu, bom, primeiro que nó, nós estamos o, a arrecadação líquida federal hoje, a arrecadação líquida federal é o seguinte, eu arrecado, mas tem uma série de de tem uma tem receitas que não são minhas, eu arrecado, mas eu tenho que transferir para estado e municípios. Então, quando >> boa parte, né, >> é muito muita coisa. Não sei se é não sei se é mais da metade, acho que não, Mas é, mas é uma grande coisa. >> Agora, o que fica é a Receita Federal líquida. >> Uhum. Essa Receita Federal líquida hoje é menor do
que em 2011, do que em 2012, do que em 2013, como proporção do PIB. E naquela época nós não tínhamos uma série de despesas que nós temos hoje. Uma série de despesas que cresceram de lá para cá não tem fonte de não tem fonte de financiamento. Então nós encontramos uma situação em que o o Déficit previsto pro primeiro ano do governo Lula na lei orçamentária encaminhada pelo Bolsonaro. >> Se juntar a lei que ele encaminhou, mas o que faltou no orçamento para pagar Bolsa Família. Você lembra que o vou dar um às vezes as pessoas
são uma tecnicalidades, o Bolson o Bolsonaro ficou com medo de perder eleição. Ele falou: "Cara, vou perder eleição". Aí ele aprovou uma emenda constitucional Porque você não podia dar benefício no ano eleitoral. Tem uma lei eleitoral. Ele criou uma emenda constitucional criando um estado de emergência para aumentar o Bolsa Família a partir de primeiro de agosto do ano eleitoral, faltando dois meses para eleição. Ele passou o Bolsa Família de 400 para 600. A gasolina ficou mais barata também. >> E é também surrupando o IMS dos estados que eu tive que pagar no ano seguinte. Paguei
30 B deização pros >> E aqui eu não tô puxando o saco ou tentando diminuir o Bolsonaro ou puxar o saco da dád. É que assim é um fato que em 2022 isso aí aconteceu. Então é um fato. Precisa >> é não quero, não quero. Não tô. Não adianta tu que gosta do Bolsonaro, por exemplo, tentar defender, porque assim, na prática é no ano eleitoral o cara e de mandou abaixar o IMS e [ __ ] na prática. Então tem muito o que fazer. >> Não. E custou 30 B. >> Uhum. >> Não é, eu
tive que pagar, tá lá pago. Supremo Tribunal Federal mandou indenizar. Pagamos 30 bi para indenizar os estados. E no caso do Bolsa Família, ele aumentou o Bolsa Família no dia 1eo de agosto de 2022, só que mandou o orçamento com 400 e não com 600. A diferença era 50 bilhões. Eu aí você fala: "Bah, você tá criticando o G?" Cara, não tô criticando a ninguém, cara. Eu tô fazendo uma conta, caramba. >> Uhum. >> Eu tô fazendo uma adição. >> A gente devia ter aprendido, sei lá, na segunda série, >> é, sei lá, segundo ano
do ensino fundamental, você faz a adição, né? Eu não tô criticando, não tô querendo aqui bater boca com ninguém. Eu tô dizendo, olha, se você pegar o orçamento que foi encaminhado pra Câmara em 2022 para 2023, somar o Bolsa Família, que não tava a diferença só, não é todo o Bolsa Família, é o que faltava por 600, >> mas o que faltava do calote e do precatório, que também é outro fato, não tenho culpa que aprovaram uma PEC para dar calote em precatório. Eu tinha um déficit previsto de 160 bip ano seguinte. Esse esse é
o carro, entendeu? >> Você é maluco. Olha os car olha o carro que o cara aceita, irmão. Eu tenho que pagar a conta que o meu oponente político fez, [ __ ] Car. E aí eu vejo às vezes no jornal assim: "Ah, o Hadad Tá culpando". Eu falei: "Cara, não, eu eu não, você você não deve ter me visto mencionar o nome do Paulo Guedes nesses três anos e nem ele o meu. A gente, eu não trato desse assunto. >> Às vezes eu falo do Bolsonaro porque ele é o responsável. E você quer saber? >>
Ele fez isso a revelia da área econômica, >> o Bolsonaro. >> É, >> é, >> faz sentido. Foi só um, é apenas um comando e pronto, né? Ele falou: "Eu não vou perder essa eleição". >> O PEC o o a PEC foi apelidada pelo Paulo Guedes, tá nos jornais, não sei o que tá de PEC Kamikazi. Aí ele tomou um puxão de orelha e ele reapelidou a PEC de PEC das Bondades. >> Uhum. >> Mas ele sabia o que tava acontecendo. Ele é um cara que sabe fazer conta. Ele é um economista bem formado, o
Paulo Guedes, e sabia que aquilo ia dar problema, >> mas não conseguiu evitar por pressão política. Eu responsabilizo ele. Não, o governo fez isso. Agora ele não ganhou a eleição, porque se ele ganhasse a eleição, ele ia ter que pagar a conta. Mas não ganhou. Quem tá pagando somos nós, né? Então, às vezes eu fico vendo assim a imprensa tentando, ah, como se fosse um flaflu de narrativa. Falei: "Cara, tem flaflu de narrativa, >> tem. >> Isso aí é da política, mas aqui não tem nada de narrativo. Isso aqui é uma conta. O cara vem
e me contesta". >> Uhum. Não, não teve cal de precatório, beleza. Não tava lá os R$ 600 do Bolsa Família. É uma contestação. Agora tem que vir com o número, tem que vir com o documento, tem que vir com a lei, porque senão a verdade nunca vai, fica difícil, né? >> Fica muito difícil, [ __ ] >> Então, às vezes o que eu vejo, Igor, é assim, cara, a o que o que chateia um pouco na política hoje é que antigamente você, meu, tá aqui um documento, tá aqui o outro. Hoje em dia é esse
documento é falso, esse não sei o quê. É, não, você tá inventando, cara. Eu tô trabalhando com dado oficial, não trabalho de outro jeito. Eu trabalho com dado oficial. Até porque se eu falar uma coisa aqui que outras pessoas estão me assistindo ago. Vai chegar amanhã tem os caras Reclamando, falando no jornal de não sei aonde que o Hadad falou 300 car. Mas sabe o que que acontece nesses casos? Quando eu falo, olha, tinha 60 bi de déficit na na na no projeto de lei orçamentária, faltava 50 do Bolsa Família e faltava 44 de precatório.
Quando eu falo isso, sabe o que que acontece no dia seguinte nos jornais? Nada. Não acontece nada. Então fica assim a minha palavra voando assim e não acontece nada. Ninguém chega e fala: "Vou, quero um debate com a Had". [ __ ] seria legal. Vamos fazer um debate. Escolhe ali alguém do lado de lá que foi ministro da fazenda do e eu debato publicando. Não tem problema isso, hein, cara. >> Arruma. >> Então, tá. >> Seria muito bom porque assim, eu não é para ganhar ou perder o debate, é para esclarecer. É, é isso, é
isso. >> Fala, ó, eu tô mentindo falando isso. E aí bota um cara para conferir lá que >> E precisa ser e eh e só uma uma um parênteses aqui, é que eh se a gente for conseguir, se eu conseguir construir isso daí, eu eu tomarei o cuidado de com de ter pessoas intelectualmente honestas, sabe? Que é que é para fugir daquilo que você tá falando que é que é o cara, ele sabe que é verdade, mas ele não vai admitir nunca porque tu tá do outro lado, entendeu? É isso. E o legal assim, gente
que fala: "Pô, é esse número que o Hadad tá usando tá errado e falar para mim". Falou: "Tá errado, tá certo". Posso me equivocar? Não sou humano é um cara, >> mas é mas é um debate que vai construir a solução dos problemas do país e não bate boca que ninguém vai saber o que tá acontecendo. >> Jogar com torcida. >> E tudo o que eu quero é que as pessoas saibam, entendeu, que nós estamos fazendo um esforço, né? e que vai ter Que ser continuado. Agora eu te garanto que se a que quem sentar
lá na minha cadeira fizer o esforço que eu fiz esses três anos fazendo reformas estruturais importantes, eu tô falando da maior reforma tributária de todos os tempos, né? Cortar os gastos tributários, os penduricalos, não sei o quê, não sei o que, continuar nessa toada. O Brasil vai continuar vendo recorde na bolsa, recorde de emprego, baixa inflação, que é o que nós temos hoje. É Menor inflação em 4 anos da história, é menor taxa de desemprego da série histórica, né? O dólar tá lambendo 5,10, a bolsa tá 190 e assim a gente vai construindo, entendeu? Agora,
se você não senta para conversar e não tem o problema em rever posição, você pode me convencer, fala: "Cara, você tá falando uma coisa aqui que não confere". Eu falo: "Puta, é verdade, só que eu errei." Não tenho nenhum problema com isso, cara. Nenhum problema com isso. >> Que bom, que bom. Eh, aí a gente falando, já que a gente tá falando de de arrecadação, imposto e tudo mais, eh, hoje teve uma notícia muito boa que era que que, pô, não vamos mais ter que taxar aí uns eletrônicos, umas paradas, que toda a galera dos
da internet, dos games, do que faz vídeo, que tá por aí, ficou [ __ ] que bom. Mas sabe, aí tem duas coisas sobre isso. Uma, eh, tu vai me dizer porque que rolou esse passo para trás de certa forma. E a segunda é Que sai na mídia dizendo que é por causa de pressão. Então, se é por causa de pressão, não tem convicção nenhuma. >> Boa. Excelente pergunta e excelente oportunidade que você me dá. Qual decisão foi tomada? Isso que eu preciso entender. A decisão que foi tomada saiu publicada no dia 28 de janeiro
de que em primeiro de março passaria a ter vigência determinadas alíquotas de importação. >> Aham. dos produtos listados, 1250 Nomenclaturas, tá? Diferentes, 1250 nomenclaturas e que durante esse período a gente ia recepcionar pedidos de revisão para casos específicos que não, por exemplo, não tem similar nacional, é específico de uma determinada indústria e essencial para aquele setor, >> tá? E foi exatamente o que aconteceu. Nós publicamos no dia 28 de janeiro. Essa reunião que foi de hoje tá marcada antes do seu Nicolas falar o que falou. Antes, tá lá no na agenda do Ministério do Desenvolvimento,
nós explicamos isso, falam: "Olha, isso, essas essas eh essas alíquotas estão passando conforme reza a norma >> por um processo equiliminarmente elas podem ser revistas se identificado casos específicos. das 1250, nós identificamos 15 casos específicos em que os internautas, os gamers estavam corretos e que provocaram o ministério para para Falar: "Olha, esse caso é exatamente o que a o que a norma prevê. >> Uhum. Esse meu caso, sincerem nisso aqui, eu tenho que eu tenho que permanecer isento. E o Medique falou: "Ó, esses 15 casos, legal, você tá certo? A norma vai entrar em vigor
segunda-feira. A reunião de hoje era exatamente para cumprir essa tabela prevista em 28 de janeiro. >> Eu falei isso publicamente, mas não Adianta, não adianta. >> É, não. >> E aí? >> Agora eu entendi. Tá >> agora. Não tá nem tem ninguém voltando atrás por causa de pressão pública. É o troço previsto. Tava na agenda. >> Tava na agenda. E mais ela não para porque dia 30 do mês que vem, se eu não tô enganado, tá errando um de outro, mas No final do mês que vem continua esse processo, apesar de entrar em vigor na
segunda, o processo de análise para não afetar setores específicos que precisam do componente A, B ou C >> para produzir o seu equipamento, vai continuar esse processo de revisão. Até o momento a gente viu que 15 dessas nomenclaturas havia eh, segundo a própria norma, a necessidade de excepcionalizar. Isso foi feito hoje. Então, tem uma lista de exceções que foi publicada em 28 de janeiro que foi estendida hoje com mais 15 itens. Posso estender mais? Posso. Ué, não tem nenhum problema. Se amanhã, se segunda-feira a gente notar que tem um mais alguma coisa para rever, vai
rever, porque o Ministério do Desenvolvimento faz isso toda a hora. >> Toda hora ele faz isso. Ele fica revendo. Porque às vezes, Igor, >> entendi. >> O o comércio exterior hoje tá mais complicado do que parece, muito mais complicado. Primeiro, assim, o dólar caiu mais de 10% esse ano, de um ano para cá. Então, teve uma queda de preços. dos importados muito grande, o que não é um problema, é bom você tá com problema mais barato, mas em virtude do protecionismo do mundo inteiro, Europa, Estados Unidos, México, Canadá, todo mundo se protegendo, sobretudo da China,
a super capacidade da China acabou Fazendo com que os produtos chineses desaguassem nos mercados que estão protegidos. >> Perfeito, faz sentido. >> Que estão mais abertos. a gente identificou um processo agudo de expansão de importações eh em questões delicadas que tinha a produção nacional que tava sofrendo. Esses setores provocaram o ministério e falar: "Cara, assim não dá. Se esses caras começarem a jogar o preço lá para baixo, para além Da queda do dólar, jogar o preço em dólar para baixo, mais a queda do dólar, nós estamos sofrendo aqui, nós vamos fechar a fábrica aqui, nós
não vamos condição, >> faz sentido do ponto de vista matemático. >> Então vamos dar uma olhada porque o preço tá caindo, vamos dar uma olhada nisso. >> Tem uma equipe lá no Ministério do Desenvolvimento para ver isso aí. você Calibra de 10 para 12, de quatro para seis, de seis para é uma processo de calibragem que você faz e faz as exceções, justamente alvo das reclamações. Mas a revisão tava prevista para hoje, porque a norma entra entra em vigor dia na primeiro, ou seja, na segunda, dia 2, entra em vigor, >> tudo normal, mas daí
o caça clique, né, acaba gerando. >> É verdade. É verdade. >> Gerando essa essa coisa toda. A gente Sofre com isso porque, pô, você tá lá trabalhando para caramba. O cara com um, como chama aquilo? >> Um tweet. >> Ah, não, aquelas e filma assim, >> é, e joga no troço assim e vira uma confusão danada, você sai correndo atrás para explicar >> e na verdade não aconteceu nada. E se tiver alguma coisa ainda para eh observar, [ __ ] eu sou o cara mais fã desse setor. Aí a gente tá fazendo Programas importantes paraa
tradição de investimentos pro Brasil, né? E e que tão funcionando, pô. Tá. O interesse pelo Brasil só faz crescer, entendeu? Com essa zona toda que tá no mundo. O cara fala: "Onde é que eu vou botar meu dinheiro? O Brasil é candidato a receber investimento e está recebendo. >> O Brasil tá bem posicionado ou tem o potencial de tá bem posad grande potencial. A bolsa não tá 190.000 pontos à toa. Podia tá, pô, no governo Lula Subiu 50% a bolsa. >> Por quê? Porque assim, a gente não tá falando de um país, a nossa taxa
de juros é insana. >> Mas é, mas vai cair porque o cara começa a olhar pro futuro, cara. O cara >> o dólar é caro aqui também. Então, >> ah, cara, eu eu depois de 4 anos, o dólar tá mais barato de que quando eu assumir >> É verdade. É verdade. >> Pega o dólar do dia que eu assumi para Cá ou do dia da eleição para cá. >> Mas assim, tu que manja de número, tu sabe que o dólar não tá no preço real do dólar, né? Que >> sentido? O dólar ele não era
para custar assim, se a gente for fazer uma paridade de de eh produtividade e de de como as coisas funcionam no mundo real trazer isso pra realidade, a gente o dólar ele é para nós por conta do nosso contexto um pouquinho mais caro do que deveria. Então eu já vi uns Especialistas, >> mas tem gente que fala o contrário, tem gente que fala que o o dólar tá barato porque olha pro déficit em transação corrente, não olha pro déficit, não olha pro superáit comercial, tem uma disputa aí na acadêmica. Agora nós temos um regime de
de câmbio flexível. Nosso regime é de câmbio câmbio flexível. >> Então nós não tem nós não miramos o valor do dólar. Nós não ficamos assim, tá caro, tá barato. A gente olha as Condições macroeconômicas e tem uma um preço que chama que é dólar/ juros, né? Quer dizer, câmbio barrajuros. que quando às vezes o câmbio tá, o juro tá muito alto, acaba entrando um capital especulativo para ganhar na no diferencial da taxa de juros, >> que também não é muito saudável. Num momento específico, você pode ser obrigado a fazer quando tem uma desancoragem, as pessoas
estão com uma Visão distorcida sobre a economia, a autoridade monetária vai lá e fala: "Vó, chega, vou pagar um carry alto aqui para trazer isso para patamar adequado." Mas vai chegar uma hora que o juro tem que estar num patamar civilizado e o câmbio vai encontrar o seu lugar para esse patamar civilizado. >> O que que é um patamar civilizado? Não, que que é o seguinte, eu quando eu digo eh >> a gente não tá no patamar civilizado, >> não, mas aí é que tá. O que eu quero dizer o seguinte, se você vai fazendo
um trabalho de ajuste de contas, >> tá? >> Se você vai arrumando as contas do país, >> as coisas vão chegando lá, >> se a taxa de juro, em virtude disso vai caindo, né? o câmbio vai achar o seu lugar nesse contexto de contas arrumadas e taxa de juro eh eh mais neutra, vamos dizer assim, o câmbio vai >> vai achar o seu lugar, entendeu? E as coisas caminham bem. Então, o esforço que nós estamos fazendo, a gente fala de harmonizar a política fiscal e monetária. A cada ano, fixar uma meta maior de arrumação das
contas, a gente chama de resultado primário, né, das contas. >> Sim. para que o juro caia e para que o câmbio eh flexível >> vai se acomode num no lugar do Equilíbrio dele. É é essa é uma engenharia que não é simples, >> com certeza. Com certeza. sobretudo porque eu dependo do Congresso, eu dependo de decisão judicial, eu dependo de aprovação de lei. É uma coisa simples. >> Tu depende de trocar ideia com todo mundo, tu depende de putz, o ô Galipulo, bora trocar uma ideia aqui. Tu depende de trocar ideia. Então, entendo essa parte
agora, eh, se a gente for pensar Que, [ __ ] a gente, no caso do do das coisas chinesas chegam no Brasil, por exemplo, e aqui, cara, é um é um é um brasileiro normal fazendo a pergunta pro ministro, tá bom? que é o seguinte, cara. Por que que que nem quando veio o Uber? Eh, o Uber ele melhorou a vida minha, daquele cara, daquele outro cara ali, independente do que você tá, do que se pensa, ah não, mas o emprego, mas aí houve uma pejotização, melhorou a nossa vida objetivamente a mais, né? >> Isso.
Então assim, objetivamente melhorou aí. Aí o cara do táxi, ele ficou puto porque [ __ ] mas eu pago um monte de taxa, tive que comprar a licença, não sei o quê. O cara do Uber tem um carro e valeu. E é isso. E aí e essa lógica, ela vai para uma porrada de lugar no Brasil. Então ela vai para vai para Magazine Luía que e e que não quer que o cara da que a que a AliExpress venda, no caso eles tm uma parceria, mas eh não quer que a Shopee venda uma Parada mais
barata que a Magazine Luía. Porque, pô, eu pago imposto no Brasil e eu tenho que dar um monte de emprego, eu tenho que garantir CLT, eu tenho que garantir toda o peso que é estar no Brasil. E aí eu não consigo competir com esse cara da China. E aí o que a gente faz? A gente a gente atrapalha o troço da China em detrimento dela ali, ó, quer comprar a blusinha na Chope. >> Então, quer ver uma coisa? Vou fazer uma provocaçãozinha aqui. >> Vai. >> Por que que o Tarcísio resolveu cobrar ICMS da Chopei?
>> Hum. >> Porque todo mundo fala da taxa esquecendo que uma boa parte da taxa é estadual. >> Uhum. >> Mas todo mundo esquece isso. >> Esse não é meu ponto, mas vai lá. >> É, mas todo mundo esquece isso porque quer carimbar alguém. >> Sim. Hum. >> com o negócio, né? >> Essa a culpa é do Hadad, a culpa é do taxísio. Ah, >> é. É. Então, o que aconteceu? Aconteceu que todos os governadores, brinquei aqui com o nome do Tarcísio, porque eu sei quem tá nos assistindo vai falar pomarcísio. Eu já te falei
que o melhor debate que eu vi na minha vida inteira, mais honesto, mais inteligente, que que eu Que eu dava gosto, sabe? [ __ ] queria que todo mundo fosse assim. Foi o teu com taxí, eu já te falei isso, né? É, falou, >> tô falando de novo. É, >> então que por que que todos os governadores resolveram cobrar SMS da Shopee, da Shine, sei lá o quê, porque as as lojas locais pagam SMS e quando um cara de fora, né, manda para cá um negócio que não paga SMS, ele vai destruir os empregos locais.
>> Então você começou a fechar a loja no Brasil, >> o varejo começou a ter prejuízo. Pega o balanço do varejo, o balanço começou a desmoronar. O pessoal do varejo foi para cima dos governadores >> e falaram: "Cara, nós vamos fechar a loja, vamos >> fazer mesmo". >> E aí os caras todos, >> brinquei aqui do com o Tarcío porque Ficam querendo colocar na conta do Lula, na conta do Hadad, na conta do sei quê. >> Todos os governadores falaram: "Nós vamos começar a cobrar SMS". Bom, aí começou uma pressão para cobrar o Piscofins, que
é o outro que é a perna federal. >> Uhum. O presidente Lula não queria e não me deixou baixar a portaria, que era uma portaria minha que ia resolver o problema. Ele falou: "Não vou fazer isso". O Congresso, Por unanimidade, unanimidade votou para cobrar o Piscofins igual a uma loja local. Então, a Chopique vende de fora, paga o mesmo imposto do Velio da Van. >> Sabe o que que é unanimidade, né? Você que tá ouvindo a gente, né? unanimidade, >> unanimidade é o seguinte, todos os partidos, >> então todos os governadores, >> todosos, >> todos
os partidos impuseram essa essa norma para proteger o emprego no Brasil. >> Uhum. >> Tem nem como vetar um negócio desse que o veto vai ser derrubado. Todo mundo. Aí fica uma coisa >> de quem é o filho, né? Como é uma coisa que, aos olhos do público em geral é uma coisa impopular, ninguém assume. >> Guerra. E aí fica a guerra de narrativa que não >> aí é tua porque tu que é o ministro. >> Aí é minha. E aí eu fico brincando com os caras que é o seguinte, cara. Eu sou o cara,
eu sou menino da fazenda que depois de 7 anos todo ano reajustou o salário mínimo acima da inflação. Eu sou o cara que depois de 7 anos corrigiu todo ano a trabalha de impô de renda. Depois de 7 anos sem correção no impô de renda. Sabe, eu sou a pessoa que recuperou pisos de saúde e educação que estavam sufocadas, Que botou dinheiro na minha casa, minha vida, que permitiu que farmácia popular voltasse a entregar remédio gratuito, tal. Quer dizer, nós, eu faço parte de um governo que conseguiu viabilizar uma enormidade de programas que estavam sufocados.
Aí o cara com vontade de polarizar que tudo bem, mas assim o cara começa a inventar a história. Eu não tenho nenhum problema De responder pelas coisas que eu faço. >> Agora não pode eh eh passar paraa opinião pública uma uma sensação de que ninguém um nenhum governador se meteu nessa história. Eu tô dizendo aqui, todos se meteram. Se você comprar lá na Shopee, no Shine, onde você quiser, na AliExpress e pega lá o imposto que você paga, tem um lá que é ICMS, é do governador onde você mora, do estado que você mora, você
vai te pagar pô governador, não é? >> O ponto é o seguinte, >> e eu acho que a mais da metade da chamada taxa do das buzinhas é o governo estadual. Algo, você viu alguém perguntar pro Tarcísio, pro Zema, pro Cláudio Castro, pro Eduardo Leite, por que que eles resolveram começar a cobrar a taxa da blusinha? Não. >> Ah, isso é um ano eleitoral, >> mas nem Mas faz 3 anos esse negócio. Faz 3 anos e ninguém pergunta. Então, cara, eu sou assim, eu sou muito, eu sou Um cara formado na democracia. Eu comecei a
fazer política no momento estudantil, no último governo militar. Eu fui pra rua para aguentar a cavalaria em cima da gente que tava defendendo direta já, que tava defendendo a Assembleia Constituinte. Eu fui presidente do centro acadêmico 11 de agosto da faculdade de direito. Eu me envolvi na política para defender a liberdade e a democracia, né? Então o quem é democrata para valer gosta de Fair playay. O melhor argumento leva. >> Uhum. >> E tá tudo bem. >> Agora para ter o melhor argumento tem que ser alguns pressupostos, pô. Importante que ele seja melhor argumento, né?
Não vai só ser um argumento mentiroso. E >> e para isso você precisa falar toda a verdade. Você precisa falar, não adianta você ficar escamoteando, fala tudo. Quando eu falo isso, todos os Governadores e todos os partidos, o o que inclui os governadores >> do PT, >> do PT e o PT no Congresso Nacional, o PL do Bolsonaro também, >> o republicano do Tarcísio também, todo mundo votou nesse negócio. Então a responsabilidade é de todo mundo. >> Posso te fazer uma pergunta? Agora se alguém tem alguma informação contrária aqui, paga um pix aqui, manda pau.
>> Tem tem uns pix aqui que a gente vai Ouvir já já, mas lá embaixo, quando tu chegou, eu falei: "Pô, um dia eu queria conversar com Fernando Hadad, eu só converso com candidato, com ministro, não sei o quê". Mas vou fazer uma pergunta pro Fernando Hadad agora, que é a seguinte, cara. É, se você acredita que o sistema, o jeito que se dá o o setor produtivo, os empresários do Brasil, o eles funcionam da melhor maneira possível. Eu tô falando aqui, será que no caso, o meu ponto todo nesse Lance da Chopeia, dos aplicativos
da China aí, eu não, eu não tô me dando dinheiro, eu não ligo, sabe? É só, eu tô pensando nele que quer comprar um trocinho besta. Eh, não, para ele comprar o trocinho besta, ele não, ele não queria comprar da Express, ele queria sair aqui e comprar aqui no cara aqui do lado, pô. Só que o cara aqui do lado é obrigado a cobrar caro, porque é caro tá no Brasil, porque e se eu contrato aquele cara ali, o CLT, eu Tenho que pagar duas vezes o salário dele. Todo mundo sabe disso, entendeu? Eh, eh,
esse é para você o melhor, assim, estamos vivendo um jeito do empresariado, do setor produtivo brasileiro legal, assim, eh, tenho que melhorar, claro, mesmo que você acredite que estamos no caminho certo. Essa que é a pergunta. CLT é maneiro mesmo, porque o o os não sou contra a CLT e algum tipo de proteção pro trabalhador, mas é que eh se eu não tivesse que pagar o IPVA, Que é o valor, que é em cima do valor do meu carro e não em cima do peso, o que não faz nenhum sentido, beleza? Se eu não tivesse
que pagar a educação duas vezes, que eu pago a pública e a privada, beleza, mas eu tenho, entendeu? Eh, eh, então a gente tá mesmo fazendo da melhor maneira possível. E aqui eu tô falando de grana, de do cara que tá tentando produzir. >> Eu acho, eu acho assim com vou voltar um pouquinho para trás que é o seguinte. Primeiro, >> o nosso sistema tributário vai mudar radicalmente a partir do ano que vem. É uma transição que vai até 2032 porque os governadores pediram para começar um pouquinho depois. Por nós, a gente fazia tudo ao
mesmo tempo. Não quiseram melhor fazer com prazo do que não fazer, porque faz 40 anos que a gente tá tentando fazer. Fizemos do jeito que deu, fizemos e vai acontecer. >> Sem ela você não consegue responder essa pergunta, >> tá bom? A outra coisa é o seguinte, nós fizemos a reforma do consumo, fizemos uma boa parte da reforma da renda, não toda, mas uma parte da reforma da renda fizemos, por exemplo, fundo offshore não pagava imposto, governo anterior tentou cobrar, não conseguiu. Nós conseguimos fundo familiar fechado, não pagava imposto. Ó, cara, não dá. Trabalhador paga,
você vai pagar. Conseguimos e Fomos fazendo a coisa. uma uma agenda importante para para pro futuro próximo, porque agora que essas duas grandes agendas terminaram, a questão da Folha, dos do encargo sobre a Folha, tem que entrar pra mesa, aí vai ter que ser discutido >> e é muito impopular. Tu vai brigar com todos os sindicatos. >> Não, os encargos depende como você fizer, não >> é? É, não, o os encargos sobre a folha Eles são muito elevados e é uma das coisas que inibe, embora a gente esteja na máxima de contratação, nós estamos com
40, quase 40 milhões de brasileiros com carteira assinada, >> tá? >> É coisa para caramba. É o recorde, é o recorde do país, né? Tem 103 milhões de brasileiros trabalhando hoje, que é o maior >> número já registrado, a maior massa salarial da história. >> Gostei do jeito que tu falou o número, porque dá para falar, não, estamos com pouco, estamos em pleno emprego. É, pleno emprego conta só quem tá procurando emprego também, né? >> É verdade. E tem gente, >> tu usou, tu usou o número legal. Gostei. >> E tem gente que não tá
agora, mas é o maior número, né, de pessoas trabalhando na nossa história. >> Uhum. Agora, o encargo sobre a Folha, sobretudo a cota patronal, ela é uma Coisa que eh tem que entrar na agenda próxima, assim, não vai não vai aprovar esse ano. É muito difícil aprovar uma coisa esse ano, porque você sabe que vem Copa do Mundo, São João, eleição. Depois da eleição é possível, mas sobretudo o ano que vem >> começa uma etapa de reformas. Eu acho que a questão da Folha a gente tinha que estudar. Tem propostas, Ministério da Fazenda tem estudos
que foram feitos, Que estão feitos e tem alguns umas pistas de como caminhar. Não, não submeti ao presidente ainda a Casa Civil. São estudos internos ainda, mas que o ministro da Fazenda, qualquer que seja, vai ter acesso para entregar pro próximo presidente ou >> como for. Então eu acho que tem coisa para fazer o imposto de sobre consumo no Brasil, como você já sabe, né, você falou isso aqui, ele responde pela maior parte da arrecadação. Quando no mundo Você, o mundo inteiro recalibrou isso para tornar menos regressivo o sistema tributário, porque o quanto menor a
renda, maior a proporção dela que você consome. >> Perfeito. Então se se isso é verdade, a pessoa com menor renda paga mais do que o rico. >> Português, claro, o cargan salário mínimo, ele vai pagar, ele vai gastar de imposto nessa água igualzinho o Daniel Vorcaro. >> É isso, >> né? E isso é obviamente não justo. Injusto. >> Não. E a proporção do salário que ganha, quem ganha um salário mínimo gasta é é mais de 100%. >> Porque ele ainda pega um troco com a Jota no banco, não consegue nada >> para comprar. Então ele
tá pagando imposto, o rico poupa e então da proporção da renda dele vai menos pro imposto sobre consumo. Então tudo isso Faz crer que nós temos mais uma etapa. Agora o Brasil ele fez a parte mais difícil, cara. A parte mais difícil levou 3 anos para fazer. 2023 emenda constitucional. 2024 primeira lei complementar. 2025 segunda lei complementar. Tá pronto. >> Isso quer dizer que do jeito que você enxerga, essa é a fundação pra gente começar a discutir todas essas outras coisas, >> porque o mais difícil foi feito, >> tá? >> Essa a reforma agora eh
do dos encargos sobre a Folha, que não funda um encargo sobre o trabalho, né? Ela pode ser, ela deve ser a próxima agenda, até porque ela implica eh resolver um outro problema que tá acontecendo, que é a pejotização assim num ritmo tal que vai com que que faz com que a previdência comece a se tornar insustentável. >> Interessante, tá? >> Entendeu? Então você combinar as duas coisas e tornar tudo mais razoável, mas pode ser um caminho muito bom para resolver esse problema que você mencionou. E tem caminho, não é? Não pensa você. A gente quebrou
mais a cabeça para resolver o IVA, que é o imposto valor aggado do que vai quebrar a cabeça para resolver esse problema. >> Tô entendendo. O o problema que a gente tá eh tá resolvido, que vai entrar em vigor, esse era o verdadeiro problem. >> Era o maior, >> tá? >> Era o maior problema. Esse aí é um problema, mas eu digo, vai exigir menos massa cinzenta resolver esse do que exigiu resolver o primeiro. >> E resolver esse é, pelo que eu tô entendendo, é sobre a fundação que foi criada. Tipo, não dá para não
dá para começar por esse, tinha que ter o do IVA primeiro. >> Eu é que nós tínhamos a oportunidade de Aprovar o IVA. Por quê? O que que aconteceu para ser franco, o Congresso tava a fim do IVA, >> tá? >> Desde o governo Bolsonaro tava a fim do IVA. E o Bolsonaro o e aí mais o Guedes do que o Bolsonaro sendo justo com o Bolsonaro, ele queria um uma a volta da do imposto sobre transações financeiras. >> Você >> uma CPMF não chamava >> com outro nome, mas era era um imposto Sobre transações
financeiras >> que a gente pagava quando tinha cheque >> sobre Pix. O caramba, era isso. E aí o Congresso ficou com uma agenda e o governo ficou com outra agenda. Até o momento que o que o Bolsonaro deu uma bronca nessa coisa do imposto sobre transação financeira, acabou caindo o secretário da Receita Federal da época que defendia esse negócio >> e para piorar e sentou em cima dessa outra reforma. Então não aconteceu nenhuma, nem outra. Essa caiu por impopularidade e essa caiu por falta de apoio político. Quando nós entramos, eu falei, o presidente falou para
mim, pô, mas como é que você vai botar, como é que você dá uma declaração dizendo que você vai aprovar reforma tributária? Nós tentamos várias vezes. Fernando Henrique tentou, todo mundo tentou, ninguém conseguiu. Eu falei: "Cara, mas tá maduro agora. tem um trabalho feito pelo Congresso, a gente Precisa empurrar esse negócio. Aí nós chamamos para secretário, o maior especialista desse negócio, disponível para assumir uma secretaria extraordinária, até para não sobrecarregar a receita que tava com outras tarefas. E a coisa vingou. Então, sabe assim, a bola tá quicando, >> então não era uma questão nem de
escolha. Falei: "Pô, essa bola eu vou chutar pro gol. A outra não sei se vem, se alguém me dá o passe. >> Essa aqui já já tá >> perfeito. Entendi. E aí você mencionou aí que tem um estudo lá para lidar com questão trabalhista e tudo mais, que quem quer que seja o próximo ministro eh vai poder ter acesso e vai >> vai >> eh >> e eu acho que é uma agenda muito importante. >> Qualquer que seja o próximo ministro, eh, é uma, ele >> vai ter acesso, né? Vai fazer ou não >> total.
Mas o o a questão é aqui é a seguinte, eh qualquer que seja o próximo ministro, é uma é uma frase interessante, porque você é o ministro de um presidente eh forte assim candidato à reeleição e fortemente eh é bem possível que ganhe. Existe uma grande possibilidade da reeleição do Lula. Uma reeleição do Lula, será que o Hadad ia ser o ministro, ia continuar sendo ministro? Política é complicado. A Gente não sabe o que a gente sabe, Hadad, no entanto, que tem aparecido na mídia, eu vi ontem numa numa numa matéria, acho que na Folha,
que talvez tu vire candidato a governador de São Paulo, cara, que é que aí te colocaria numa outra, aí realmente precisa de um outro eh cara lá na cadeira que você tá hoje. Como é que tu enxerga essa possibilidade, cara? Olha, deixa eu te falar. Eu tive duas reuniões com o presidente sobre esse assunto, >> tá? >> Foram reuniões longas em que a gente passou em revista uma parceria de 30 anos. Botamos muit >> conversa longa, >> botamos muita coisa em dia, conversamos sobre muita coisa. Acho que a gente precisava disso, essa conversa longa. Foram
duas reuniões longas. Quando ele me convidou para ir pra Índia e paraa Coreia, eu imaginei que fosse uma Oportunidade da gente continuar essa conversa, >> tá? >> Não aconteceu. Inclusive, foi publicado que aconteceu e não é verdade. Não aconteceu. Se tivesse acontecido, eu falava, não aconteceu. Nós não conversamos sobre eleições, nem na Índia, nem na Coreia. Nós conversamos sobre a Índia e sobre a Coreia. Ontem ele me convidou para jantar. Eu falei, nós vamos continuar a conversa. Aí no final da tarde ele fala: "Traz a Nistela, minha mulher". Uhum. >> Eu falei: "Cara, não vai
rolar, não vai, não vai rolar a conversa, >> vai rolar outras mais agradáveis". Inclusive tava, tava os dois casais conversando ali, tava J um jantar muito animado e a gente se divertiu bastante e tal. Chegou no fim do do do jantar lá pras 10 e tantas e ele falou: "Quando é que você volta para pra Brasília?" Falou: "Ó, tenho um compromisso segunda, Vou dar uma aula. Tá, tá, tá. Mas terça de manhã eu tô aí. Ele falou: "Eu vou chamar você e o Alm para conversar sobre São Paulo pra gente >> se entender sobre isso."
Então, não rolou o que tá sendo divulgado. Não rolou. Vai rolar e quando rolar eu vou ser o primeiro a >> dizer o que que qual foi a >> E aí, se tu for mesmo candidato a ao governo de São Paulo, você vai ter que voltar aqui mesmo, né? Verdade. Ó, a gente tem aqui umas umas perguntas que os caras mandaram pra gente. Eh, ã, cara, e assim, você já imagina, né? Se manda pergunta para tu, ela é espinhosa. Ah, claro. >> Mas são os melhores, né? Eu acho. >> Gordo mandou uma mensagem pelo Pix.
Pede pro Hadad explicar o que foi feito ela com o Remessa, conforme que deu uma quebra gigantesca nos correios. Encomendas internacionais caíram de 129 Para 11. Eu eu vou ter que falar eu assim, tu entendeu? porque senão eu vou ler. >> Entendi. Entendi. Não, veja só, isso aí tem a ver com o o que você perguntou lá da Shine, da Chope. >> Quando os governadores passam a cobrar SMS e os partidos aprovam o uma espécie de piscofins sobre o federal, os Correios perdem eh o monopólio que tinham, porque tinha um truque nesse Negócio. Difícil de
Acho que eu consigo explicar. >> Tem uma coisa chamada de minim que era o seguinte. Se eu tô no exterior e quero mandar um presente pro meu amigo Igor, ou seja, não é uma relação comercial, uma relação personercial, ela necessariamente passa pelos correios. >> Entendi. Não sabia que tinha essa regra. É, ela passa pelos Correios e ela exenta de tudo, de qualquer coisa, porque é Como se eu tivesse te mandando um presente até um determinado valor, ela livre. O que que fizeram essas empresas chinesas? Começaram o Will Xung começou a mandar 15 milhão e meio
de presentes para brasileiros, pro Fernando Had, pro Igor, para Ana Flávia e assim por diante. >> Eles driblaram a legislação para simular uma remessa de um presente de um amigo Pro outro amigo. Só que tinha amigo lá que tinha 1 milhão de amigos. >> A gente percebeu que tinha alguma coisa errada. Então, não era aquilo. >> Eu já me eu já eu tô rindo que eu já me beneficiei dessa. Eu comprei um troço no eBay que o chinês mandou para mim como presente. >> Então aí o que que aconteceu? O mundo inteiro começou a reagir
a essa fraude, entendeu? >> Então quando se tomou a decisão, falar: "Não, vamos equilibrar o jogo do varejo brasileiro com varejo, entre aspas, estrangeiro, virtual, >> Uhum. >> Todo mundo igual, não é? O os correios sentiram, mas a entendeu? Mas a crise que os correios estão passando, ela passou por um aporte, por um empréstimo com garantia do tesouro e um plano de reestruturação, porque o correio não pode depender de contrabando para viver. >> Perfeito. >> Entendeu? >> Ele tem, ele tem que encontrar >> um nicho dele, entendeu? ele e isso tá sendo feito adequ adequando
a estrutura de custos dele. Agora o Correio, só para terminar, >> ele tem um grande uma grande questão que nós precisamos enfrentar. Ele é o responsável pela universalização do serviço postal. Então se você daqui quiser me mandar uma carta pro interior do Amazonas, é pelo preço do selo, o Correio vai ter que entregar e o preço do selo não paga. Então tem um problema dos custos de universalização que a gente vai ter que enfrentar o >> para que essa reestruturação equilibre as contas, né? Eh, e o correio nisso ele tem prejuízo, ele tem que compensar
com o lucro do que não dá prejuízo, né? E essa reestruturação que tá sendo feita. Agora você não pode pensar numa empresa pública depende de contramando. >> Perfeito. E também e eh eu eu O que que você acha do do que eu vou dizer agora? o correio, os correios, eh, não, eu não espero que os eu espero que os correios existam, eu não espero que eles sejam uma empresa lucrativa, porque no fim das contas, eh, o cara lá do Capão Redondo, ele quer mandar uma carta para pro cara, para alguém da família dele lá, não
sei aonde, >> que ele quer pagar o preço que ele tá pagando ali no selo, né, ou sei lá. Eh, O problema é que dá muito prejuízo, não é? O problema é que o buraco é o problema é que se desse um pouco de prejuízo a gente, ah, tá legal, mas é que dá o jeito que a coisa tá, >> mas tem tende a a dar cada vez menos, >> tá? >> Porque as pessoas estão descobrindo outras formas de se comunicar que não dependem de remessa de uma carta. >> Perfeito. >> Então, a remessa de
carta vai cair Porque as pessoas vão ter o zap, vão ter o Messenger, vão ter alguma coisa para se comunicar. Tá tudo sendo digitalizado no mundo inteiro, né? >> Se você quiser mandar um presente, 95% das vezes, é correio também. >> É correio também. Então o que o o plano de reestruturação dos Correios foi apresentado e ele eh a previsão é de equilíbrio das contas dos Correios com esse BAC, dentre outros, no primeiro semestre de 2027. >> Tá bom, tá chegando. Aham. É que isso é uma outra coisa que quando >> e quando se fala
em privatização, é bom lembrar que nos países liberais o serviço postal, regra geral, é estatal, em virtude dessa especificidade de que tem que entregar, >> tem que ter, >> exatamente, >> tem que ter. Eh, >> agora com parceria, viu? A maioria tem parceria com banco, com seguradora, com >> e poucos também e nem e são poucos que tem o tamanho do Brasil, né? De tu mandar um troço do Oiap pro Xui. >> Não é tipo a >> até vou perguntar também na Rússia, porque na Rússia é o dobro do Brasil, né? >> Mas é coisa,
>> mas é um outro, né? Né? Todo mundo, maioria é bem menor, inclusive. >> Bem menor. >> É. Ah, tem uns caras te chamando de taxad aqui. Já tá acostumado com isso? >> Não, mas depois depois das explicações que eu dei, é engraçado que esses caras eles não vão, eles não vão o car de taxáis, né, por causa das blusinhas. >> Isso. >> E ele vai ignorar o que eu acabei de explicar. >> Ele podia mandar um Pix para cá >> dizendo: "É mentira que o Tarcis está Cobrando sobre Chopie". Mas ele não vai fazer
isso. Ele vai preferir continuar mentindo para si mesmo para angarear apoio. É meu, faz o do jeito que você quiser. Que que eu vou fazer? >> Ó, mas tem uma aqui, >> se vira com a sua consciência. >> Tem uma aqui do Vinícius. Tem uma aqui do Vinícius que tá colocando a culpa do taxadin e não nega a existência, mas ele põe em outro lugar. Olha aqui, ó. >> Hã. >> Vinícius mandou uma mensagem pelo Pix. O senhor tá muito estigmatizado como alguém que extrapola na imposição de impostos e ganhou a alcunha de taxad. A
atuação do PT de fato é elevar gastos e se valer do aumento de arrecadação. Para isso, >> ele tá colocando a culpa do taxad no PT, na estratégia do PT. >> Não, o os gastos como proporção do PIB estão caindo, né? Nós estamos com gastos como proporção do PIB abaixo de 19% Depois de muito tempo. Lembrando que tem duas despesas que foram contratadas no governo anterior escalonadas até 2026 que tá terminando agora. O aumento do FUNDEB, que é um fundo da educação, e do BPC, foram contratados em 2021, mas não foram pagos em 2022. >>
Entendi. >> Foram escalonados até 2026. Então é fácil falar isso sem entender de orçamento. E eu tô aqui para explicar, não tô aqui. E eu tô aqui também para Ser contestado. Eu adoraria que alguém aparecesse aqui com argumento dizendo, não é verdade que o FUNDEB contratou despesa até 2026. Aí o cara que de repente sabe mais do que eu, faz uma leitura da Constituição diferente da minha. Não vai aparecer esse cara porque não tem. >> Uhum. >> O que tá na constituição, o que que eu vou fazer? Eu tinha que pagar essa conta do BPC
e do FUNDEB, que não foi o Governo Lula que contratou, que foi o governo anterior. Mas o projeto é meritório e o Congresso do ia rever também. >> Uhum. Uhum. >> Esses gastos estão na conta, arruma dinheiro para pagar. Agora, o que nós estamos fazendo? Quando falo, tem um lado desse apelido, >> hum, >> que confere que é a seguinte, que é o que é o seguinte: tem um uma Determinação constitucional que manda cortar o chamado gasto tributário. Que que é isso? São subvenções, subsídios que são dados a empresas que não se justificam mais. É
um é um comando constitucional. Com quanto de quanto em quanto tempo esses esses essas benesses são revistas? >> Não, agora tem agora agora tem prazo, mas a a emenda agora tem, >> mas a emenda constitucional, >> né, ela determinava que os gastos Tributários, que são essas benécies para empresário, caísse para 2% do PIB. O Gedes, se você for na internet, o Guedes chegou a elaborar uma série de medidas para conseguir cumprir essa meta e não rolou. Agora o cara tentou e não conseguiu. Chega um cara que tentou e conseguiu e é >> apelidado. [ __
] cara, o cara, vocês não conseguiram, que que eu vou fazer agora? Eu cortei, eu cortei mesmo. Eu pergunto pr para quem tá nos assistindo, As betes ficaram 4 anos ganhando dinheiro no Brasil remetendo pro exterior, crianças apostando em Bet, sem nenhum controle, menino de 12, de 11, 10 anos, >> plataformas dando golpe na população. >> Golpe na população sem nenhum controle durante os 4 anos do governo Bolsonaro. Ninguém fez nada. Aí você vai lá e fala: "Tem bet, tá financiando o time de futebol, tá financiando publicidade, tá tá tá p Conta para pagar aqui
em farmácia popular, tem minha casa, minha vida, tem educação, tem saúde. Car, >> não dá. O que não dá é para eu assim, eu eu não gosto de imposto, hein? Não gosto de imposto. Mas aí, >> mas a Bet fica isento. >> Então é, mas aí a bet fica isento. Então assim, todo mundo >> é aí você pega um bilionário não pagar imposto sobre dividendo. Por quê? Aí você pega um fundo offshore num Paraíso fiscal, se tá aqui no Brasil, paga imposto. Se tá num offshore, no paraíso fiscal, quer muito mais dinheiro, não paga. Isso
são é uma legislação arcaica que foi feita por quem tem muito dinheiro. Aí eu chego e falo: "Eu vou enfrentar esses caras, enfrento e ganho." Porque uma coisa é enfrentar, outra coisa é ganhar. Tem gente que não faz nem uma coisa nem outra, >> mas para ganhar você precisa enfrentar. >> Enfrento e ganho. Aí o cara vem aqui me apurrear, entendeu? Na boa, eu acho, eu acho boa. Não tenho, eu não tenho problema com isso. Eu, se eu contar o número de editoriais, o número de artigos, [ __ ] nem paciência. Graças a Deus que
todo mundo tem liberdade de falar o que quiser. >> Mas quando eu tenho oportunidade de falar o que eu quero, >> toma. >> E a Educadamente eu tô dizendo, cara, o governo Bolsonaro tentou tudo isso aí. Tentou acabar com o Persia, não conseguiu. Tentou acabar com a desoneração da F, não conseguiu. Tentou acabar com offshore, não conseguiu. Com fundo fechado, não conseguiu. Tentou, tá na internet, vai lá, não acredita em mim. Checa se tentou ou não trazer o gasto tributário para 2% do PIB. Não conseguiu. Bom, eu consegui. >> Então toma, né? >> Então, pronto.
Que que eu vou fazer agora? É, é oí você bota 20 milhões de pessoas para parar de pagar o impôo de renda e o cara tá, o cara tá confundindo as estações. Eu falei: "Taxação BBB, eu vou fazer mesmo, banco, bet bilionário eu vou taxar mesmo, porque os caras não pagam imposto." Pô, você vai lá, ganha, ganha um salário um pouquinho melhor, paga 27,5 de imposto de renda. pouquinho melhor, já paga 27,5, né, de Impô de renda. Mas o cara do JCP, do juro sobre capital próprio, pagava 15. Olha o que eu suei para passar
para 17,5, ó. >> Uhum. >> O Guedes tentou, tentou, conseguiu. Não >> entendo. >> Mas tentou agora porque o cara não conseguiu, ele tem mérito. Eu não tô entendendo essa conta. É, é uma questão de, é uma é uma questão De justiça, gente. Essas medidas são justas >> e não vão ser revistas por governo nenhum. Ninguém vai ser louco de rever uma coisa que todo mundo tentou fazer e não conseguiu. Esquece isso aí. Esquece. >> Ninguém, o Flávio, quem quer que seja, não vai chegar na campanha e vou falar, vou rever todas essas coisas do
Hide. Eu aposto do dinheiro com quem quiser >> e se falar não vai cumprir. É isso que tá dizendo. Se falar não falou já e não cumpriu. Ele falou que exentar até 5000 e não cumpriu. >> Você viu o que que ele falou quando o Flávio votou no Essa aqui é uma particularidade legal. O Flávio foi votar na isenção até 5.000. Sabe o que ele falou? >> Eu vou votar a favor do governo. >> Não falou Lula, né? Eu vou votar a favor do governo para cumprir a promessa do Meu pai. Ou seja, como meu
pai não tem palavra, >> calma aí, quem tá falando é tu. >> Eu vou com vou agora, [ __ ] cara, reconhece que que sabe que que não deu. Pode não ter mentido, pode ter ter, mas não conseguiram fazer. >> Os caras não conseguiram fazer. Aí a gente consegue fazer e o cara fica chateado com você. Porque >> entendi. Aí tu vir o taxad. >> É. Aí eu falo, cara, paciência, pô. Tenta agora 26, tenta 30. Vai, vai tentando aí. E nós vamos, vamos duelando. Mas a, a democracia não pode prescindir do fato. [ __
] o fato, cara. >> É, é, concordo. A gente não gosta. A gente parou de gostar do fato, né? Paramos de gostar do fato. Tem mais algumas mensagens aqui. Eu vou confessar que tem algum, família. Vocês mandaram algumas mensagens aqui que tem pouco a ver com, não só com o que a gente tá Falando aqui, mas seria como pedir pro para eu responder o que que o Casé tá fazendo lá dentro da empresa dele, que é, eu tenho certeza que tu não vai saber responder essa [ __ ] aqui, entendeu? É o que eu tô
dizendo. Mas quer quer quer d >> Não, tenta uma aí, sei lá. Vamos lá. >> Eu se eu não souber, eu falo que eu não sei. >> Então, tá, vamos lá. Tem umas aqui que até fogem um. Bom, tem uma aqui que fala de segurança. Ó. Ah, eu dei pr lugar errado. Pera aí. Sempre dou pr errado. Desculpe. >> Professor, boa noite. O que você acha sobre a PEC da segurança que muda a nomenclatura da Guarda Municipal para a Polícia Municipal? Vai agregar para a segurança dos municípios? Atualmente, estes servidores já exercem a função de
segurança pública, inclusive houveram diversos casos de atentados e execuções contragardas. Com essa mudança eles terão os mesmos Direitos de policiais como a da aposentadoria. Abraços, equipe Flow. Talvez tenha escapado um pouco do teu domínio, mas >> não, eu não não eh conheço o tema e acredito eh no Sistema Único de Segurança Pública. Acho que nós temos que pensar, penso que a PEC que o ministro Lewandowski mandou pro Congresso vai na caminho certo, porque integra as forças de segurança de um lado e de outro lado quase que Constrange a cooperação federativa, que é o que tá
faltando. Uhum. >> Uma coisa eu posso te assegurar, sem cooperação federativa não tem combate ao crime organizado. O estado está desorganizado. Como é que o estado desorganizado vai combater o crime organizado? Não tem como. Então agora nós estamos fazendo um trabalho de integração da Receita Federal com a Polícia Federal. Por que que é chato integrar? Porque o cara fica assim: "Não, essa prerrogativa aqui é minha". O outro fala: "Não, mas essa aqui é minha. Não tá claro na lei quem é quem. Eu falei, cara, mas nós somos estado, né? E a gente tem que combater.
Os adversários tão ali. >> Uhum. >> Não tão aqui. Nós estamos, enquanto a gente briga >> um com o outro sobre as prerrogativas, não é que tá roubando, tá matando, tá traficando. Vamos dar uma acomodada aqui nas arestazinhas e vamos para cima. >> Uhum. >> Quando isso acontece, o o resultado vem rápido. Você vê ess operação carbono oculto. >> Perfeito, >> cara. Polícia, receita, Ministério Público de São Paulo, tá? Depois Ministério Público Federal, pô, quatro instituições, pau. Vamos fazer, vamos fazer, pô. >> Uhum. O >> a Rag, 300 bilhões ali caiu ali, rodou ali. Lá
dentro tava master, lá dentro tava máfia de combustível, lá dentro tava muita coisa operando para lavar dinheiro e tudo mais. Meu, foi uma baita operação. Baita operação. Isso pode ter desdob, vai ter desdobramentos porque é muito grande, entendeu? Então o que eu entendo é que eu a eu acho que a Guarda Municipal pode ter pode ser considerada Uma força de segurança, né? Isso já tá sendo feito. Inclusive tem decisão do Supremo já nesse sentido, viu? Mesmo que a PEC não passe, o Supremo já reconheceu eh que tem uma uma que tem essa esse caráter a
a guarda a guarda >> municipal. Então, as coisas estão caminhando para isso. Agora, o que não pode, às vezes eu fico vendo assim, o governador concorda com a tese, mas como fortalece o presidente, ele tem que se Opor à tese. E às vezes ele esquece que ele vai ser candidato a presidente um dia. Ele pode ser candidato a presidente. Perfeito. Então, a a boa lei é aquela que você vota não mirando no teu assim interesse momentâneo. Você fala: "Pô, se essa lei daqui 20 anos essa lei vai ser boa, vai, então ela tem que ser
votada, não. Você tem que fazer a conta reversa, entendeu?" >> Uhum. >> Você tem que abstrair para votar, até Porque quando você vota, você pensa que vai melhorar a segurança pública no dia seguinte? >> Não. >> É um é um processo, >> é não dar voto para ninguém. Esse negócio, quando você vota PEC, não dá voto para ninguém. Agora você pavimenta um caminho que aí sim, mas você não sabe quem vai estar no cargo quando os resultados começarem a aparecer. E essa é a melhor lei >> também. Acho, >> quando você não sabe a quem
beneficia, ou seja, a sociedade vai ganhar. Ah, qual indivíduo, qual político vai faturar. Cara, não importa. A sociedade vai. Eu acho que nós temos que integrar. E assim eu vejo assim como eu sou a Duana tá na na fazenda. A Duana é fazenda. A Receita Federal é fazenda. O COAF era fazenda, tá no Banco Central, a polícia tá no Ministério da Justiça, só no plano federal. Aí tem polícia Rodoviária federal. >> Aí no plano meu, quando você vê tudo isso fragmentado, você fala: "Cara, não vai funcionar". Cara, bom, não é da gente. >> Os cara
meio pôra, eu não quero me misturar com aquele cara, é outra força. >> O crime organizado vai ganhar. Você você olha a cena, você vai ganhar. A PEC ela orienta uma estruturação operativa. Tá rolando, tá rolando. >> E como estrange essa cooperação, como Você falou. >> É, é ela. Mas mesmo sem a PEC aprovar, só dela ser encaminhada, já botou o negro para pensar. Olha, >> se a gente não somar aqui, nós vamos perder. Vou continuar perdendo. >> Perfeito. Bom, cara, estamos aqui a 1:45. Eu queria te agradecer muito pelo teu tempo, cara, pela tua
disponibilidade >> e assim, eh, >> é te agradecer mesmo, porque eu poucas Vezes eu, sendo sincero, tá? E você que tá assistindo aqui, eu não tô pelando saco de do Hadad, não, tá? Ou virando petista, não é isso? É, é mesma coisa que eu falei pro Renan que teve aqui, segunda, que é, pô, eh, tu tá a fim de conversar comigo e eu não sinto no teu olho que tu tá mentindo, entendeu? Então você pode até estar enganado. >> Posso, >> mas você acredita no que você tá falando. É o que eu sinto. Eu sinto
a Mesma coisa do Tarcis. Eu sinto de alguns caras. Obrigado pelo teu tempo, pela honestidade aqui. Antes de tu ir embora, eu quero te perguntar umas outras coisinas que não dá perguntar na câmera, tá bom? Eh, vocês que assistiram aí, cara, deixa eu falar para vocês da Insider, que vai rolar uma premiação, tá rolando na real, eh, uma premiação que é Insider Creator Awards, que é para celebrar a parceria com a galera que tá aí falando de Insider no dia a dia, tá? Então, até amanhã e você não perde essa, tá? Até amanhã, cara. É,
vai tá tá rolando um cupom flow que é em comemoração a isso, é que vai dar 20% de desconto para você quando você for comprar qualquer coisa lá no site da Insider. Então aproveita, completa logo o teu armário aí. E tá, e também tá rolando a votação no Creator Awards da Insider para você eh sei lá, vai que ter um um criador lá teu que tu gosta bai que você gosta bastante e que tu acha Que deveria ter um pouco mais de reconhecimento, vai lá e vota no cara, tá? Eh, entra lá nos perfis, no
perfil social da Inside, a gente vai deixar aqui para você. Tem o QR code aqui também para você ir lá comprar a tua e ser feliz, tá bom? Então não perde tempo não. Queria agradecer aí pela audiência de todos vocês. Aad mais uma vez obrigado pelo teu tempo. Se tu quer falar mais alguma coisa, essa aqui a tua câmera, >> não tá beleza cara um prazer tá com você aqui. >> Boa noite para todos. >> Boa noite para todo mundo. Eh, vira membro aí, entra no Discord, dá o like nesse vídeo e as redes sociais
do Hadad vão estar aqui na no comentário fixado, tá bom? Beijo e até a próxima. Tchau.