Eh, você estava falando sobre iniciações fora do corpo. Eu lembrei, cara, de uma experiência que eu até vou compartilhar contigo, porque é a pessoa adequada, né? Eh, vários monges, né, vestidos de laranja ensinando um processo de levitação.
Achei muito interessante, mas a levitação é, eu lembro que eu fazia força e ele fala: "Não é força, solta essa força". A hora que soltou a força, era como se plasmasse uma imagem de um pequeno monge num umbilical e ele subia assim pro teto bem facilmente assim. Is era uma técnica tauísta, inicialmente chinesa, você visualizar um monge aqui fazendo ele aender e sair por aqui formando um corpo de luz pela tua mente.
Técnica chinesa, >> olha sóal. >> Olha só. E aprendi isso e e fiquei com isso na cabeça.
Foi tão agradável. >> Tem que separar, viu? Eh, tudo é possível, cara.
agora vence a lei da gravidade, mas é possível alguém, um monge vai depois de muitos anos. Agora, isso não forma o caráter de ninguém. Você pode levitar o corpo e ao mesmo tempo não escapar das suas emoções mais pesadas.
E um detalhe, muito disso era flutuação do corpo astral centímetros para fora, sem sair inteiro. O que a pessoa achava que tava levitando era o corpo e era o outro corpo. >> É, tem sentido porque tava fora do corpo, né?
E essa questão aí da do monge, né, é interessante essa essa simbologia, né, de visualizar. >> E esse livro, o o Ler aqui, >> só para citar um outro livro que saiu na década de X, ah, década de 20 do século XX, do Richard Walelm, que era um sinólogo alemão que viveu anos na China e ele fez uma das primeiras traduções do tautetim do Lauts aqui no ocidente. Era um cara espetacular.
Ele fez um livro chamado Segredo da Flor de Ouro, prefácio do Yung. Neste livro, ele reproduz lâminas que ele achou entalhadas, desenhos entalhados e ele reproduz desenho, que é justamente a sequência dos monges tauísta, visualizando o monge interno fluindo para fora. Chama-se o segredo da flor de ouro.
>> O segredo da flor de ouro. Eh, e esse livro ele é meio difícil de achar, não é? Olha, ele saiu aqui pela editora a Vozes, por incrível que pareça, no Brasil depois tem uma editor, uma edição da Pensamento que eu não gosto porque é interpretada por um monge budista que não era taoísta.
são doutrinas diferentes. >> E o Larry Ber, ele ele ele tem tem várias obras, né, que que relacionam a a temática, porque assim, o pessoal eh fala muito que a teosofia e o ocultismo não são a mesma coisa, mas eu vejo entrelaçamentos interessantes, né? >> Mas há correlações, porque a teosofia, qual que é a diferença?
A abordagem teosófica que não é a hermética. Porém, há um conjunto de temas que são correlacionados. Esse livro aqui do Led Beater, o que há além da morte, é um dos melhores livros dele.
O Led Beater, ele era parceiro da Anne Bessant na condução da sociedade teosófica, mas era um cara bem polêmico. Ele foi iniciado pela Blavatsk, era um grande clarivente, aquele livro, Os Chakras, que é um clássico, é dele, e tantas outras obras, a clarividência também. E aqui ele relata coisas que ele viu durante a vida dele, fenômenos.
Aí é um livro que escapa um pouquinho do âmbito teosófico porque são as experiências dele como clarividente vendo coisa e narrando. Inclusive imagens do passado é um é o livro dele que eu mais gosto, tá? O que há além da morte aqui é o Led Beit revela o lado dele pessoa.
Não é o cara teosófico, ele era maçom também era reverendo. Você tem uma ideia, né? e é um cara que dentro da sociedade teosófica foi muito polêmico por várias coisas, inclusive muitos teosofistas moderno não suportam e tentam a tirar ele do contexto, mas a quantidade de livros que ele lançou é muito grande no âmbito da teosofia.
Esse aqui para mim é o melhor livro dele. Ele descreve fenômenos que ele viu de espíritos, imagens mentais e várias eh eh atmosferas, entidades presas e ambientes. É bem legal mesmo.
>> Será que tem ainda pro pessoal procurar? >> Tem Editora Pensamento. Agora eu sei que a editora Teosófica de Brasília vem reeditando vários livros da teosofia.
Então, me parece que a editora Pensamento abriu mão de vários livros dela da teosofia e a editora Teosófica de Brasília tá relançando. Esse eu não sei se foi relançado por lá. >> É, o Jamil falou que tem várias que estão relançando porque virou agora, né?
Não não tem mais o domínio em relação a isso, né? E por falar em ocultismo, né? E lado, >> queria citar esse também, >> o lado oculto das coisas que tem relação com com a teosofia.
Esse é o lado oculto das coisas que praticamente é uma continuação desse aqui, tá? Esse aqui tem um capítulo sobre espíritos da natureza, sabe? Eu gosto muito desse livro também.
Fala de atmosferas, é um complementa o outro. Seria legal ter os dois. Para mim, os melhores livros do Led Beater são esses dois.
E aí a gente antes da gente, já que a gente tá falando de teosofia, né, e isso envolve a Blavatsk, e aí a gente tem um lance que talvez tenha sido difundido de uma forma totalmente pública, o que não era público antes, a questão desses mestres ascensionados, né? >> É, a Blavat foi a primeira a falar nisso, Fael. Agora há rumores de que a Blavatsk, pouco antes da morte, já no leite morte, teria dito que ela se arrependia de ter revelado a presença dos mestres ascensionados, porque na opinião dela viraria uma neoreligião.
Cara, é só olhar a quantidade de grupos hoje que gosta de mestre da fraternidade branca. É o cara que gostava do São Pedro e agora gosta do cotume, do Mória, né? Então, nesse sentido, sim.
Agora, eu conheço grupos muito bons que trabalham com mestres ascensionados, grupos sérios. Não é isso que nós estamos falando. Estamos falando de pessoas que olham isso como uma neoreligião de mestres e aí se prende nisso, ao invés de aproveitar o ensinamento grandioso desse pessoal.
É, e o e esses mestres que são citados, eles são iniciados, >> todos iniciados, antigos, né, com várias vidas em vários contextos e que estavam ali como orientadores. Agora, Blavatsk, que foi a a pessoa que abriu o conhecimento da fraternidade branca na Europa. >> E você considera que a teosofia seja algo filosófico ou é iniciático?
>> Não, iniciático não é, porque a teosofia sempre foi pública, né? Agora, dentro da sociedade teosófica, durante algum tempo surgiu a Ordem da Estrela do Oriente, quando surge o Krishna Murti e o Led Bitter Anne Bessant queriam colocar ele como salvador do mundo e criaram algo que a Blavatic não criou, uma sociedade hermética dentro da sociedade teosófica. a ordem da estrela do Oriente.
Até que o Cris Namute renega o papel, desmancha aquilo e diz que era viajada na maionese, se afasta da teosofia e vai fazer o grande trabalho dele como filósofo. Quem quiser conhecer um pouquinho dessa história, >> tem um livro da Pupu Jaaká, que é uma indiana contando a história da Ordem da Estrela do Oriente, o o Led Beat, Anne Bersant e a Saída do Crist e tem um livro da editora Pensamento chamado Os Anos do Despertar. da Mary Lutens, que ela conta parte também dessa história.
Eu gosto de deixar referência bibliográfica. Eh, eu eu vou em muitos podcast, às vezes você encontra comentários, os mais inúteis de pessoas que não não pesquisaram, fica no achismo. Eu gosto de dar informação para deixar as coisas no devido lugar.
Ninguém precisa concordar. O que eu tô falando é de história, é só o pessoal pesquisar, vai achar a mesma informação. >> É.
E esse ponto do Krishna Murti é um divisor de águas, porque justamente ele entra nessa figura que você falou, né? O esperado, o avatar da nova era, né? >> Todas as áreas, ó, os budistas estão esperando o novo Maitreia, os hindus estão esperando o Calk, que seria o 10o avatar eh de Vichno.
Os judeus estão esperando o Messias, o cristão estão esperando segunda vinda de Jesus. Cara, o tempo inteiro na nossa imaturidade a gente terceiriza responsabilidade de salvação para um ser de fora. Não há salvação porque você não tá condenada a nada, a não ser a sua própria ignorância.
O que existe é evolução. Seres maiores funcionam como professores, orientando os alunos, mas não vão entrar no aluno para fazer a prova para ele, senão o aluno não cresce se não for testado. E todos esses livros que a gente colocou, alguns têm exercícios práticos, alguns têm eh conduções, né?
E na sua opinião, eh, e eu vejo muitas pessoas comentando sobre isso, existem riscos em uma pessoa querer através de livros e o que ela >> fazer sozinho? >> Sozinho, ainda mais mediunidade é diferente, Fael, quando é uma capacidade anímica, porque aí é o autodesenvolvimento do ser, que até o animal tem capacidades. Agora, a parte mediúnica, ela é influência do plano espiritual sobre você.
Não dá para você fazer isso sozinho. Agora é possível um bom médium responsável depois de anos de prática em grupo fazer um trabalho sozinho, porque ele tá calçado por ano de prática um iniciante? Não.
E quando alguém encontrar uma prática, entenda, é só uma prática. O caráter dela é outra história. Desenvolvimento paranormal não é desenvolvimento espiritual, porque você pode ter um paranormal que faz o mal com a paranormalidade.
Ele não tem espiritualidade. O legal é, estuda a prática, mas estuda o fundamento, a teoria soma e vê em que aquilo te melhora enquanto pessoa. Se não te melhorar, só para desenvolver um poder qualquer, não te melhora, só aumenta o teu ego.
É, e a gente tá falando de ego, né? E o que que é o, qual o problema do ego nesse lance das iniciações, né? Poder, aumento do poder.
Se você não tiver equilibrado, poder sem sabedoria corrompe. Isso é básico. Então, sabedoria equilibra o poder para alavancar progresso e evolução para todos.
Eh, e a gente tem aqui mais alguns livros, inclusive tem um aqui que você falou que dá pro pessoal também acessar no site, né? Mas vamos falar >> antes. Vamos.
Esse aqui é o livro O corpo astral. É uma série de livros publicados na década de 20, 30 do Arthur Powell. Que que esse cara fazia?
Ele era um teórico. Ele pegava coisas do Led Beater, Gina Jadas e autores teosóficos Blavates se condensava. Então ele fez uma série de livros.
O dupletérico é um. Na sequência o corpo astral, depois na sequência o corpo mental. Depois, na sequência, o corpo causal e o ego, os veículos de manifestação da consciência pela abordagem teosófica.
Esse livro aqui, como fala da estrutura do corpo psíquico chamado corpo astral, na área espírita per espírito, na progessologia psicossoma, por exemplo, o corpo espiritual na Bíblia, no Paulo de Tasso, é Coríntios 1, capítulo 15, versículo 44. O termo corpo espiritual é de autoria do Paulo de Tácio. E aí esse livro trata da abordagem teosófica e acaba abordando estrutura do corpo astral e num ponto ou outro acaba falando de saída do corpo.
Mas o livro não é de saída do corpo, é a estrutura do corpo astral, o que ajuda estudante de saída do corpo a entender a estrutura do corpo psíquico.