E aí a la luz es bem-vindo novamente E hoje nós vamos falar desde a nossa disciplina de imunologia Clínica um pouquinho sobre alguns testes sorológicos tão partir de agora a gente vai ver algumas técnicas que são bem importantes para a gente identificar diferentes tipos de patologias e diferentes métodos que a gente utiliza para isso para a gente saber um pouquinho sobre os testes sorológicos primeiro função importante saber que quer sorologia tá é a sorologia ou cirurgia dependendo um desses vão ler vai encontrar o diferentes nomes É um mecanismo de utilização do soro plasma para as
técnicas que a gente vai fazer imunológicos principalmente dentro da nossa disciplina tão aqui na sorologia a gente vai fazer pesquisa de antígenos e ou de anticorpos então a por meio dele a gente consegue identificar em uma mesma técnica às vezes tanto antígenos ou anticorpos E para isso a gente tem que utilizar principalmente o sangue Tá mas isso não evita a gente utilizar outros tipos de amostras para os testes imunológicos quais esse caso a gente vai utilizar o sangue tá se houver a coagulação tá então a gente não utilizar um anticoagulante nós vamos obter por meio
do tempo ou da centrifugação o soro quando nós utilizamos o co anticoagulante né Então temos diferentes tipos se trata ele te a nós vamos obter a por meio da centrifugação ou do tempo por sedimentação o nosso plasma Então por meio dessas substâncias principalmente para diagnóstico imunológico nós vamos utilizar o soro tá que não tem tanto interferentes para imunologia e para que a gente vai fazer isso dentro dos da sorologia nós vamos pesquisar principalmente do Oi gente corpos Hoje m e o g Como comentei anteriormente para identificação né mais fácil dá alguns subtipos de doença né
E para verificarmos se ela está numa fase aguda ou uma fase mais crônica da doença então primeiro passo né Pena que é importante dentro do diagnóstico imunológico é a coleta tá então a coleta de sangue Ela é super importante porque é ali que a gente vai evitar alguns tipos né e interferências para que ele obtenha um bom resultado e fidedigno né a em relação ao tipo de Patologia quem está procurando por uma coleta eficiente a gente primeiro precisa o que Identificar qual o vaso sanguíneo gente vai pegar em qual ver que a gente vai pegar
tá a gente identifica o tubo tá é o primeiro passo gente tem que fazer identificar o tudo para não over as trocas de nomes né os pacientes é posteriormente a gente vai realizar uma antissepsia né com álcool 70 com um algodão Então a gente vai passar contra os pelos a sempre contra os pelos para evitar que a gente vê cubra e faça o quê com a perfuração a dentre né na circulação sanguínea microrganismos da microbiota a gente trabalha contra os pelos e movimentos circulares de dentro para fora realizada a anti-sepsia você não vai mais tocar
na região Tá mesmo de logo você não toca mais na região aí você vai utilizar uma borracha um garrote tá e prenda a circulação porque aí aumenta a dilatação para você verificar com mais facilidade pegar colocar né anteriormente já deve ter colocado a agulha na seringa tá é soltar o imo tá para não ter aquele o friso que daí dificulta a retirada do sangue e aí com bisel para cima você vai introduzir na veia aí você entra duas quando é uma coleta com a seringa né quando não é a vácuo você vai conseguir até enxergar
a pontinha do sangue ali na ponta da seringa tá fala Travessa agulha vai aparecer a pontinha aí você vai retirar lentamente o sangue né Se for uma coleta a vácuo a gente não consegue enxergar isso mas é mais prático porque quando a gente precisa principalmente para os exames sorológicos uma grande quantidade de amostra então assim a gente tenta na evitar o máximo possível com uma higienização ali ou se tiver indutor de ovulação também né por meio da centrifugação a gente obtém o prazo mais puro sempre evitar de bater tá para não formar trombos e nem
hemólise da amostra porque aí pode ter interferência em e a métodos colorimétricos a gente pode utilizar aí depois você retira né pede para o paciente segurar nunca dobrar segura e depois coloca um Stop grande né para evitar o sangramento então eles são os passos principais da coleta e após isso então a gente vai para os exames que a gente vai realizar né é que já são pré-determinados então esses exames eles podem ser mais eficiente para algumas determinadas patologias do que para outros então a gente tem que saber bem o método qual utilizar para ter um
melhor diagnóstico os métodos colorimétricos que a gente tem pode ser quantitativos ou qualitativos tá onde consegue obter se é resultado reagente não reagente e até mesmo gente consegue dosar para ver a quantidade de anticorpos ou de antígenos que a gente tem uma determinada amostra dependendo do tipo de amostra nós estamos fazer diluições tá e outros tipos de técnicas não é necessário a diluição e a colorimetria é um método químico que a gente utiliza que é diretamente proporcional a quantidade da concentração de análise de uma amostra então o que a gente vê um pipetador tá com
as suas ponteiras e a um reagente né dentro dos Pocinhos então a gente consegue ver aqui uma placa de 96 Poços e vendendo um metro e utiliza a gente usa né placas ou tubos para fazer essas misturas com você agência para obter uma certa a quantidade né de amostra para ser analisada então nós temos o primeiro método que a gente vai ver é um teste imunoenzimático tá é também reconhecido como Elisa tá então é o ensaio de mundo absorbância ligado em cima esse ensaio né ele tem uma revelação isimat cá então o anticorpo ele é
preso a uma em cima tá na porção FC dele tá Lembra que eu te corpo tem duas porções Diferentes né porção FB de ligação ao antígeno e a porção FC que as fragmento cristalizável a porção de interação com o receptor ou com a sistema complemento tá que o são corrente de moléculas solúveis que a gente tem no corpo então a porção FC do anticorpo ela presa a uma em cima tá que o anticorpo geralmente o anticorpo secundário dependendo do tipo de eles a gente passa então é um teste importante que a gente vê colorimetria a
quantidade de coloração pela reação química que a gente vai ter tão trouxe aqui um método né é de fase sólida por exemplo para vocês e que nesse tente aqui a gente tem um controle então é sempre importante existir controles tá para identificar o qual a reagente não reagente tá esse controle sempre tem que estar marcado ali tá para verificar se a mostra realmente é válida se teste está realmente válido para a gente identificar uma mostra caso controle não está o mercado então aqui Vocês conseguem ver né a um reagente um que a gente 2 não
reagente e aqui ó o controle ele está eu não está marcado o que que a gente faz faz um novo novo teste e a casa ainda não marque tá o controle aí invalida o processo então a gente acaba não utilizando mais esse teste para fazer a análise da amostra Porque mesmo se amostra estiver marcado e o controle não estiver mercado que é obrigatório é inválido Então nesse caso aqui a gente consegue verificar né os pontos entre o controle marcado sem a marcação dos reagentes Então conte dois por exemplo Então esse aqui não reagente o controle
marcado e o Regente um marcado então deu reagente para o antígeno um e o controle marcado e interação colorimétrica para o reagente dois então ele é rei o antigo dois nesse caso tá então Esse é um dos métodos de Elisa que a gente tem de fase sólida por exemplo outros métodos nós utilizamos alguns equipamentos para a identificação né da quantidade coloração que está sendo produzida via enzimática então o teste de Elisa quer esse ensaio de Iúna absorbância enzimático ele a tem diferentes tipos de Elisa tá nós temos Elisa direto ou indireto o sanduíche o competitivo
e nós temos né a ainda por captura então nós temos diferentes tipos Aqui nós temos quatro e mostrando Tá mas temos ainda um de captura por exemplo de Eng no caso a direto nós vamos ter o anticorpo primário aqui ó marcado com mais cima tá E essa enzima ela vai fazer a degradação do substrato formar um produto e emite uma coloração No método indireto você vê que a gente tem um antígeno preso a superfície da placa um anticorpo que a gente vai analisar a amostra então no caso de uma mostra a gente vai ver esse
anticorpo aqui e aí onde corpo né é secundária ali que vai estar marcado com o máximo nós temos a um sanduíche aqui que você vê onde corpo preso à superfície o antígeno pode estar associado ou pode ser de procura um anticorpo Contra esse antígeno é que pode ser da amostra tá ou anticorpo do próprio kit e um anticorpo secundário marcado por mês ele ia competitiva aqui a gente ver ele competindo em relação à quantidade de ligação tá que é um outro metros que existem e o de captura que não está mostrado aqui é quando a
gente tem umas corpo preso superfície onde corpo controle de corpo tá se não ele vai capturar principalmente o higiene ele tá Depois a gente tem outra de corpo ficou daqui a gente coloca ali que contra o anticorpo gênio caso não tenha excelente corpo no mar se ligar nessa região tá pode ser contra o antígeno específico também então nós temos diferentes tipos de Eliza E no caso o Elisa indireto é uma detecção do anticorpo contra o analito tá então existem a oito Gil conhecido tá preso e a gente vai ter a pesquisa né de anticorpos Contra
esse antígeno então posteriormente gente vai colocar o anticorpo anticorpo marcado com trenzinho que nós vamos ter anticorpos contra a função de porção FC os outros anticorpos assim que a gente vai conseguir identificar na mostra é um anticorpo específico contra uma determinada patologia então Aqui nós temos de lhe mostrado né antígeno preso a nossa mostra encubada depois realizada uma lavagem E aí colocaram um anticorpo né marcado com enzima contra anticorpos Então se vê que esses anticorpos auxiliar na porção FC é feito novamente uma lavagem colocado substrato que vai degradar né emitiu a coloração caso ocorra a
presença de anticorpos específicos nessa morte por exemplo antígeno gp120 do HIV é o seguinte vai conseguir pesquisar ter AGP 121 glicoproteína na superfície do HIV preso na superfície esse nós tivemos anticorpos contra essa glicoproteína consequentemente porque a gente vai ter a patologia terra o HIV Então a gente vai conseguir identificar esse tipo de anticorpo Esse é um anticorpo de Esse é o último dele segunda geração tá nós temos um é de terceira geração que a gente consegue identificar a tanto anticorpos IgG e me quanto anticorpos IgG na mostra Então a gente vai colocar um reagente
secundário ali que é o antígeno marcado tá coenzima é diferente daquele marca anterior era um anticorpo marcado e nesse caso aqui é enzima marcada com a contigo com antiga tá então antígeno associado em cima e o substrato vai ser quebrado para as enzimas associadas né antes de então a gente consegue identificar tanto moléculas de higiene enquanto DG nessa mostra de terceira geração Bom dia de quarta geração a gente consegue identificar tanto anticorpos IgG e me quanto IFG quanto também antígenos presentes você vê que a gente faz a gente vai ter de Corpos Ligar antígenos ligados
aqui nesse ponto então se tiver tanto anticorpos contra antígenos com diferentes especificidades e enzimáticas aqui a gente vai colocar o substrato e vai aparecer a coloração então pelo método de Elisa a gente consegue identificar diferente tipos né tanto dentro de Corpos quantos de antígenos presentes em uma determinada amostra e aqui ó temos referência bibliográfica e eu espero que vocês tenham gostado até a próxima aula 1 [Música] E aí [Música]