as cidades do mundo a cidade um caminho um rio são lugares do exercício de se deslocar o rio uma cidade o caminho é um exercício de se deslocar o caminho um rio dentro da cidade é um exercício de se deslocar a cidade um rio um caminho só assim a poesia das cidades do mundo o homem e a cidade desaparecem e ele olha e vê outra cidade esta agora é feita de vidro Essa é a experiência de cidade que você tem Pit é um exercício de se deslocar eh tô te pedindo para comentar o poema alheio
eu sei que é difícil eu acho super justo que o rio entra nisso quando a gente tá em São Paulo assim aí a gente não tem mais contato com esses Rios os rios pros seres da natureza são como as rodovias pra gente hum todos os anima mais precisam beber água Às vezes a gente esquece isso assim a essa importância da água na paisagem aí quando ela tá aterrada aí fica muito complicado a água não morre assim ela tá lá ela segue seus caminhos mas justo em São Paulo assim onde tem tem tantos Rios hum é
tanto tanta vida do movimento a acesso que tá lá que na verdade assim um lado é um é um poesia perverso assim a gente tem vias do acesso que são asfalto agora onde a gente tinha a água fluindo e os animais correndo e os animais que ajudam plantar a floresta assim assim tem os os elementos mas a água transporta as sementes da floresta hum aí ela não tem mais como receber as sementes assim ela recebe só esgoto recebe desprezo assim hum hum é que é complicado essa situação assim a gente acaba escondendo da gente coisas
que são vitais assim maior parte do nosso corpo é água também e não é à toa que a gente sente essa a tristeza da água escondida debaixo do asfalto não é à toa que a gente sente falta as árvores que também as plantas são basicamente água igual a gente também então hum é legal trazer esse elemento da água para conversa assim porque é fundamental as plantas vivem da água elas circula uma água na paisagem assim elas são fundamentais sem a vegetação assim a a umidade as nuvens param de nascer assim então tem um série de
funções assim que as plantas têm além de produzir oxigênio assim mas elas são intimamente ligado com a água como a gente aí a gente não pode esconder coisas esconder o jeito que estão assim senão a gente começa a sofrer internamente porque a gente sabe que estamos escondendo coisas que não é para esconder aí a gente fica nesse dilema o que que isso tem a ver comigo o que que eu que que eu posso fazer com isso assim aí em consequência muitas das pessoas que moram nas cidades elas ficam Suas Emoções estão entupidas assim elas não
conseguem se expressar com muito Facil ade porque a gente vive num lugar onde foram aterrados os rios assim aí onde foram tirados esses as árvores que mostram um pouco dessa expressão da da água a gente de uma certa forma a gente não é mais suficiente para lidar com tanta tanta energia assim que tem no lugar aí que é complicado quando ser vergonha quando o ser humano fica com vergonha ah às vezes age como raiva hum para tentar esconder o fato que tem vergonha aí hum é um grande parte das pessoas vivem como vergonha aí na
verdade precisa desenvolver um pouco essa coragem um pouco como Ailton falou do Floresta assim que ela acorda essa qualidade dentro das pessoas quando as pessoas pedem contato com essa coragem interna aí tem vergonha de as coisas que aconteceram ou porem razões as pessoas desenvolvem vergonha aí elas acabam não tendo contato com essa esse poder delas assim aí elas começa a transformar esse poder começa transformar em raiva é que a gente vê isso muito nas cidades vocês se lembram já viram a imagem de um um lugar muito antigo na Ásia onde as estruturas de pedra eh
foram erguidas há talvez uns 4.000 5000 anos atrás e assim que eh pararam de animar aquele aquela Pedreira toda a floresta tomou conta daquela antiguíssima cidade quando os maias da Guatemala ou de yucatã por alguma razão os seus eh sonhos as suas visões ou quem sabe uma grande árvore tenha falado com eles que estava na hora de sair dali daqueles pátios cheios de pirâmides e foram de novo pra selva a floresta tomou conta daquelas pirâmides e dá o maior trabalho pro serviço turístico manter aquelas pedras limpas para fazer as fotos porque se ele distraírem a
floresta toma conta daqueles eh imensos monumentos de pedra né E talvez tenha também uma parábola para nós sobre essa história dos monumentos de pedra de alguma maneira nós os humanos de todas as tribos do mundo aqueles de lá de ancor lá da Ásia né e do sei lá acho que é no Cambodia no no Laos no taos eh inventaram de fazer aqueles monumentos de pedra e lá na na América Central os os os outros inventaram de fazer também monumentos de pedra e nós todos numa espécie de conspiração fizemos monumentos de pedra para todo lado em
todos os continentes Como Se nós estivéssemos desesperadamente mandando sinais pro espaço para dizer que nós estamos aqui se o O equívoco que nos levou a fazer esses monumentos de pedra deu nessas coisas que nós chamamos de nossas cidades e em alguns lugares em alguns continentes essas cidades se constituíram numa verdadeira num verdadeiro desafio né paraas comunidades humanas que é o que fazer dentro desses lugares que são chamadas cidades e despertou alguns caras arquitetos urbanistas Engenheiros e e outras outras especialidades de gente que de vez em quando acenam com a ideia de que é possível reconfigurar
essas cidades reconfigurar esses arranjos eh de pedra e e concreto e cimento e ferro e tornar esses lugares eh sustentáveis eles dizem mas desde que aquele camarada escreveu em sustentável Leveza do Ser Eu desconfio de tudo que é [Risadas] sustentável tem uma Bienal aqui em São Paulo que está com o título de incerteza viva eu acredito que nós temos mais a ver com uma nós somos mais incerteza viva do que sustentabilidade no sentido que a engenharia tenta nos aplicar esse papo de sustentabilidade é uma aplicação da engenharia na gente a gente não deve levar essa
vacina igual aqueles menininhos que quando levam eles no posto a mãe deles não isso aqui toma essa vacina que ela é muito boa e os menininhos esperneiam aí seguram a perna dos menininhos tã com a agulha na bunda deles então quando vierem com essa agulha do sustentabilidade para T na gente a gente tem que espernear entendeu e não toma e dizer o seguinte a gente desconfia de tudo que seja sustentável nesse planeta que nós estamos vivendo a não ser o pulsar da própria vida o pulsar da própria vida o resto que eles ficam querendo eh
que existe um uma insidiosa campanha de fazer a nossa cabeça de que nós estamos eh a 15 minutos do da estação sustentável é um tremendo engano e ficar desperto pra fluidez da vida a vida flui é incerteza tudo tudo eh Talvez uma boa parte dessa nossa confusão eh de estagnar os espaços os lugares onde nós podemos viver e expressar a a beleza de estar aqui na terra estar vivendo seja a o momento em que nós queríamos ter certeza de alguma coisa quando a gente queria ter certeza de alguma coisa a gente deixou de ser uma
incerteza viva e passamos a ser uma sustentabilidade relativa né que vai est na próxima Estação não é agora é lá o tudo que é sustentável tá em algum lugar depois não é agora mas nós estamos aqui agora a gente vive aqui agora mesmo sendo capaz da da da da da poética de saber que nós estamos aqui agora e outros já estiveram Antes de nós muito tempo gerações e gerações e que a gente pode estar lá na frente também gerações e gerações como num canto que diz assim cantando dançando passando sobre o fogo seguimos o Rastro
dos nossos ancestrais num contínuo da tradição esse canto é um canto que evoca a memória dos nossos ancestrais que lembra que nós somos também a trilha deles né Nós andamos no rastro dos nossos ancestrais essa ideia gente que nós estamos todos fazendo um caminho no rastro dos nossos ancestrais ela anima a gente para viver agora e sabendo que nós estamos fazendo caminho junto com eles