olá pessoal meu nome é lucas lacko eu sou psicólogo e psicanalista nesse vídeo de hoje eu quero falar sobre uma noção muito importante na teoria psicanalítica proposta por jacques lacan que a noção de sujeito suposto saber a não pensam aqui evidentemente não é fazer uma esplanação que scott o tema até porque todo o conceito presente na obra lacaniana é muito complexo e requereria vários vídeos pra que fosse explicado em suas ou todas as suas ruas como objetivo aqui é apenas é esclarecer qual é a função do sujeito suposto saber na terapia psicanalítica do ponto de
vista de jacques lacan existem outros teóricos que vão discordar e nem vamos utilizar essa noção de sujeito suposto saber você se lembra que no vídeo em que eu falei sobre retificação subjetiva a importância da ratificação subjetiva da clínica eu disse que em geral os pacientes chegam até a análise procuram ajuda de um psicanalista considerando que eles vão encontrar na análise à a solução para o seu problema um problema é em relação ao qual o paciente não se ver implicado ele não se considera responsável por aquele sintoma por aquele problema do qual ele se queixa o
primeiro movimento na análise eu disse naquele vídeo principalmente do ponto de vista caminhando é o promover a retificação subjetivo ou seja é levar o paciente a reconhecer é que ele tem implicação no seu sintoma ou seja de alguma maneira ele contribui para a manutenção das suas queixas dos seus problemas muito bem a quando isso acontece ou seja quando o paciente começa a se reconhecer como responsável pelos seus sintomas a um segundo movimento importante na análise é o reconhecimento de que esses sintomas são a expressão de a conteúdos de ordem consciente de que com sintomas ou
a expressão de um desejo de um conflito de um medo de alguma coisa é que está presente no inconsciente a ao fazer esse movimento ao reconhecer que o seu sintoma é a expressão de alguma outra coisa o que os pacientes costumam fazer e é isso que do ponto de vista do hakan promove a transferência promove o vínculo é de trabalho entre psicanalista e paciente o paciente começa a considerar a sua honra que a explicação para o seu sintoma explicação para o seu problema está na lista ou seja o analista sabe o que está por trás
dos sintomas esse movimento é muito importante e volto a dizer o ponto de vista pela campo que ele promove a transferência e promove o vínculo é isso que faz o paciente e análise digamos assim ou seja a suposição de que o analista possui um saber sobre ele sobre ele paciente e que em algum momento para o analista a revelar esse saber o que o analista não deve fazer do ponto de vista do hakan o analista não deve tocar na essa figura do sujeito por saber ou seja ele não deve atender a essa demanda que vem
por parte do paciente se o analista cai nessa cilada ou seja se ele começa a se considerar de fato como aquele que possui o sabe o sabe a respeito do paciente aí já era porque o paciente pode até melhorar mas ele ficará alienado a figura do analista o analista vai passar a ser uma espécie de mestre por paciente é aquele que possui os segredos do inconsciente do paciente então o analista não deve cair nessa cilada ele deve o tempo todo se precaver de ocupar essa função e sujeito supor saber do ponto de vista do hakan
o analista deve ocupar a posição de objeto a ou seja aquele aquele objeto que resistir às tentativas do paciente de receber amor de receber a significação que do ponto de vista do a quem isso é bastante pra indiano como ele mesmo chegou a dizer no final da sua vida toda a demanda que vem do paciente ea demanda de amor não escolhe um pouco dessa idéia e outros vídeos eu falo sobre isso mas é como o lacan entende é a demanda que vem da parte do paciente do analista de recusar o atendimento a essa demanda e
para fazer isso ele tem que fazer de conta que é esse objeto objeto a nessa objeto que resiste há a tentativa de ser incorporado pelo paciente é o lugar do vazio digamos assim é um lugar com a lista deve ocupar por isso analisa não deve encarnar o sujeito por saber um tanto é importante que o paciente faça esse movimento de achar que o saber está no analista porque ao fazer isso ea e na medida em que o analista não encarna esse papel a a suposição de saber passa para o inconsciente cada vez que o oco
que o paciente procura do analista o saber eo analista recusa é encarnar o sujeito por saber a sua posição de saber passa para um cientista fundamental para análise é fundamental para a análise que o paciente vá produzindo um saber né ao longo da análise produzindo um saber sobre o seu inconsciente é pra isso que serve a análise no final das contas é do ponto de vista da caminhada por paciente produzir e se sabe a respeito do seu inconsciente e concomitantemente a isso vai abrindo mão dos seus sintomas na medida em que o inconsciente vai sendo
digamos revelado é é mais pra isso acontecer o analista não pode ocupar a posição de um sujeito ou por saber por isso que o os tipos de intervenção é mais valorizados pela campos e aquelas intervenções - explicativas ou seja pontuações as citações de fragmentos da fala do próprio paciente escanções ou seja é demonstração ali dos fonemas estão presentes numa determinada palavra é dos elementos que estão presentes numa determinada frase as interpretações propostas pelo lacão sempre é girar em torno desses dessas dessas intervenções mais sutis né não tanto como as interpretações clássicas é da clínica foi
de ana por exemplo né então o analista não pede ocupar a posição de diretor por saber é e nas suas interpretações não deve ser muito explicativo pelo menos do ponto de vista o dólar khan é mais o sujeito só posso saber a atribuição de saber o analista é importante para o tratamento psicanalítico porque na medida em que ele não é um carro nesse papel a pergunta passa para o inconsciente e análise é prossegue então trem que fossem pesquisar de e que o analista deve ser o suporte da sua posição de saber que ele está ali
para que o analista faca para que o paciente faça esse investimento e seja frustrado nesse investimento mas o analista não dá um carro na o sujeito suposto saber é isso em outro momento o roubo um grande abraço e até a próxima