Olá, chegamos na nossa unidade quatro, a nossa última unidade, didática, praxis pedagógica e espaços de aprendizagem. O que nós iremos ver? Os tópicos.
A praxe pedagógica na EPT, a reflexão, a ação reflexão do professor, o aprimoramento contínuo da prática, o processo de ensino e aprendizagem nos espaços escolares e não escolares, como laboratórios, empresas, comunidades e ambientes virtuais e a didática para avaliação no processo de ensino e aprendizagem EPT. critérios, instrumentos, funções, uma formação formativa e somativa. Vou repetir, tá?
A didática para a avaliação do processo de ensino e aprendizagem na EPT, critérios, instrumentos e funções formativa e somativa. E por fim, o projeto político pedagógico PPP da EPT como norteador da prática. Vou repetir o projeto político pedagógico PPP da EPT como norteador da prática didática e da formação integral.
Então, a praxis pedagógica, né, PT, a reflexão, ação, reflexão do professor. O que que é essa praxe pedagógica? é a relação dialética do diálogo com a transformação mútua entre a teoria e a prática no campo da educação.
Então, não se trata só de métodos, mas uma ação crítica, reflexiva, sendo muito crucial pra gente utilizar aquilo que a gente aprendeu, os nossos conhecimentos significativos e tecnológicos dentro do mundo do qual a gente tá inserido. Então, a praxe pedagógica é o praticar, é o fazer a coisa acontecer, certinho? O EPT, que é educação profissional tecnológica, é a modalidade de ensino, tá?
Que objetiva a formação integal dos alunos, no caso de vocês, que são os alunos, articulando aí a base tecnológica. científica, com a formação humana, a preparação para o trabalho, uma perspectiva crítica e emancipatória. Então eu trago aqui para vocês a reflexão, a ação reflexão, né?
O movimento cíclico contínuo, que caracteriza aí uma praxe pedagógica para uma formação continuada. Então eu vou fazendo, vou melhorando, vou dando as minhas aulas, vou me aperfeiçoando, vou aprendendo cada vez mais e vai dando tudo certo. Eu chamo isso tudo de praxis pedagógica, uma vez que dentro da modalidade de ensino nós temos educação profissional e tecnológica, que é o caso aqui nosso do Instituto Federal.
Então, a educação na realidade ela é um campo de batalha aí conforme encarnavam, né? Então, a gente tem os alunos, a gente tem os professores, a gente tem resistência de um lado, briga do outro, superação do outro, até a gente chegar num consenso e fazer realmente a coisa acontecer, sobretudo através da implementação de ações governamentais que vem de onde? da LDB, né, do currículo, da base nacional.
Pois bem, nós temos aqui pontos importantes como a reflexão. O professor analisa sua realidade, as suas experiências, os seus os seus desafios e subsidiam isso para planejar pedagógica. Aí ele vai e resolve fazer a sua ação pedagógica ali na prática, né?
um laboratório, um ambiente virtual, como eu tô fazendo aqui com vocês. Reflexão. Nós vamos refletir criticamente o que foi que aconteceu, o que foi que a professora Marila explicou, o que que ela tá cobrando na prova e vamos fazer aí um caráter investigativo, aprimoramento contínuo da prática, o resultado da nossa disciplina.
Será que realmente eu aprendi o que é didática com a professora Marília? Será que eu eu realmente aprendi o que ela falou só com o material ou com ela e o material? Como é que eu faço para colocar isso em prática, né?
Quais são as tecnologias que eu posso estar separando ali para poder compreender o que ela tanto fala? Então, o docente na sua atuação da educação profissional tecnológica, ele traz essa essa praxis, né, dentro de uma superação de dicotomia teórico-prática, dentro de uma postura investigativa, um desenvolvimento profissional, uma formação emancipatória. Então, eu tenho aqui integrar o saber técnico científico com o saber pedagógico, né, essa experiência profissional, evitando que a teoria seja abstrata ou que a prática seja meramente reprodutiva.
adotar uma atitude da conquista da própria sala de aula, né, utilizando aí a reflexão para ver quais são as minha as nossas fragilidades e potencialidades. O desenvolvimento profissional da gente como formação continuada. Vou treinar, vou fazer, vou fazer a coisa acontecer até eu ficar mais habilitoso.
E a formação emancipatória, que orientar essa prática para a formação de sujeitos críticos, afinal de contas, a gente estuda para ser crítico. A gente estuda para ser crítico, reflexivo. Nada do que eu estou falando aqui para vocês é como uma receita de um bolo.
Nada. Por quê? Porque você vai aprender, vai fazer do seu jeito, vai se aperfeiçoar e vai chegar a prax pedagógica na sua ótica dentro da melhor forma possível para você.
Claro que você não vai ser desobediente a BNCC e nem pode e nem deve e nem a ao currículo, né? a gente vai obedecendo aí o que manda o nosso sistema educacional nacional. Mas essa vivência, essa formação emancipatória, essa construção crítico-reflexiva, ela é muito subjetiva.
Você que tá aqui me ouvindo, colega que tá ouvindo também, vocês pensam parecidos, mas não pensam iguais e às vezes nem pensam parecidos. Então, todo professor Então, todo professor ele humaniza a profissão e destaca necessidade de dedicação, seriedade na carreira, mesmo diante das frustrações, como a percepção da incapacidade de promover uma modificação social mais ampla para alunos de escolas com poucas perspectivas. Por exemplo, eu tenho aqui também a extensão dos processos de ensino e aprendizagem para além dos muros da sala de aula.
Aprendizagem como um processo contínuo e aprendizagem. A gente aprende até 100 anos se a gente viveu os 100 anos. Então é vivendo e aprendendo.
Acredito que seja por isso que existe aquele ditado, né? O mundo é um currículo, que são as experiências que você vai ligando ali uma prática a outra. Então, as salas de aulas, as bibliotecas, os quadros, os páticos, os pátios oferecem ali uma base teórica, um conhecimento sistematizado e acontece a mediação pedagógica formal.
Essa é a nossa função, né? Fazer realmente a coisa acontecer. Bom, os tipos de espaços não escolares, onde a gente aprende bem os tipos de espaços escolares aonde a gente aprende.
Nós temos os laboratórios, as empresas, as comunidades e o AVA, né, que é o ambiente virtual. Então, os laboratórios, nós temos a aplicação de técnica científica, que são as aulas práticas de química, por exemplo, as empresas contextualizando o mundo de trabalho, a gente pode estar indo fazer um estágio lá, um programa de EJA, comunidades, a gente tem um engajamento social, um engajamento contextualizado, a gente pode estar fazendo um projeto de extensão lá e os avas o acesso E a flexibilidade. Eu vou entrar na hora que der certo para mim.
Vou assistir a aula da professora Marília e vou fazer minhas atividades. Então, a gente tem ali uma aula online, um fórum. Eu nem fiz fórum, fiz fiz arquivo único, mas em algum algumas algumas outras disciplinas eu fiz, outras não.
Nós temos mensagens síncronas e assíncronas, temos o momento ao vivo, certinho? Então tudo isso faz parte aí de um ambiente virtual. Pois bem, na educação técnica profissional, a gente articula os espaços escolares e não escolares com a formação integral, uma qualidade profissional.
E o objetivo é ter uma base teórico, metodológico científica, saber aplicar os conhecimentos adquiridos e sempre ganhar e ter experiências e adaptabilidades, sejam nas empresas, seja nas comunidades, certo? O carnal, ele fala que não há uma fórmula mágica para que a gente possa ver os problemas disciplinares, como é que funciona um aluno, se ele é eh eh se ele pode ser desastroso com o outro, se existe uma valorização ali, uma sensibilidade ali, uma prática docente ali. Então não existe forma.
Então, não existe fórmula. Cada cabeça é uma sentença. Cada aluno pensa de um jeito.
Cada professor busca utilizar-se, munizir-se de suas tecnologias que são parecidas, mas não são iguais, tá certo? A nossa didática, ela é um campo de estudo, né? E aí nós temos ali alguns pontos, né?
como critérios, instrumentos, funções. E a gente observa que na EPT a avaliação, por exemplo, ela precisa considerar a integração entre a teoria prática, formação do indivíduo paraa cidadania e pro mundo. Afinal de contas, a gente estuda para ser crítico, reflexivo, para ir além do que se pede, além do que se tem de mercado de trabalho.
Nós temos conteúdos, critérios significativos, domínios de conhecimentos teóricos, tá certo? Critérios técnicos, práticos, habilidade de aplicar o nosso conhecimento a uma resolução de problemas. O professor dá um problema pra gente e a gente vai tentar responder baseado naquilo que a gente já sabe, baseado naquilo que a gente já experienciou no passado.
Critérios atitudinais, a mesma coisa. Trabalhar em equipe com ética, com profissionalismo, sem picuinhas, por exemplo, com grandes responsabilidades e pensamentos críticos. O que que eu posso somar na minha equipe?
O que que a minha equipe não sabe que eu sei eu vou falar, né? Eu vou já somar ali, tá bom? Critérios contextualizados, né?
Articulação entre conhecimento com a realidade, com a economia, com a tecnologia e abraça-se os instrumentos das ferramentas utilizadas pra gente poder coletar informações de aprendizagem do estudante, escritos e orais, práticos, contínuos e processuais. Então, a gente tem aí o conhecimento teórico, a capacidade de expressão, a evolução da aprendizagem, né? os escritos e orais.
Um exemplo são as provas dissertativas, os seminários. Na prática, quando a gente vai executar um projeto, um laboratório e os os contínuos processuais, observação em sala, a gente nunca deixa de parar de observar. A construção de um portfólio, uma autoavaliação onde é que eu tô errando para eu poder acertar, tá bom?
Então, a gente tem aqui as funções da avaliação formativa e somativa, por exemplo, a melhoria da regulação. a gente tem aqui eh a a Agora a gente tem aqui as principais as duas principais funções da avaliação, que é a formativa e a somativa. A formativa ela ela abraça a ideia de melhoria, de regulação e ela é essencial pro desenvolvimento contínuo das competências técnicas.
e atitudinais do aluno. Então, ela avalia pra gente poder ensinar. E a somativa, ela traz para nós um teste de qualificação profissional, conclusão de curso.
Será que realmente eu aprendi? Será que realmente eu aprendi e o que foi que eu aprendi? Então eu vou construir aqui um material em cima de tudo aquilo que eu aprendi.
Aí a gente chama isso de somativo, que é quando a gente soma informações, soma os conhecimentos e a gente chega ali no nosso produto, que é o relatório final de tudo isso, tá? O PPP da EPT, esse PPP, ele é um plano global da instituição de ensino, ela é nacional. ele é político porque ele define aí o tipo de decisão que vai ser utilizado, qual política, né, para o cidadão profissional ali abraçar no seu curso.
Ele é pedagógico porque ele estabelece as as diretrizes, as ações concretas para alcançar esses objetivos, para articular a formação humana com a formação teórico-científica, com a formação para o mundo de trabalho. Então, mais uma vez aqui aparece mais três eixos. O PPP como mapa, então ele é norteador da prática didática.
Ele define o currículo, ele escolhe a metodologia, ele faz a gente fazer o baseado eh em projetos, a nossa aprendizagem, a nossa problematização eh em EPT. Então ele traz ali uma base para que a gente possa trabalhar, né, a alguns pontos primordiais dessa política. eh, educacional.
E eu deixo aqui um vídeo, né, como sugestão aí de curiosidade, o que é a prax em educação. E eu agradeço imensamente a atenção de vocês. Não deixem de fazer as atividades.
Lembrando que todas essas quatro unidades a gente tem arquivo único, tá certo? As provas foram feitas com muito carinho, muita atenção para vocês. Espero que vocês tenham aprendido a essência da nossa disciplina.
Espero que vocês tenham gostado desse encontro maravilhoso, virtual. E lembrando que a gente ainda vai se ver mais duas vezes, né, eh, no ao vivo para que a gente possa, ah, trabalhar esses paradigmas construtivos da didática, não é? Trabalhar também aí algumas dúvidas, tá certo?
Depois as dúvidas vão surgindo conforme a gente vai estudando e aprendendo. Então, para fechar a nossa disciplina, o meu agradecimento e dizer a vocês que a didática é tudo. Então, o professor que consegue ensinar, o professor que tem ali o manejo, ele tem o céu, né?
Ele ele consegue fazer a felicidade do seu aluno e consequentemente ele consegue fazer a sua, porque a felicidade de vocês é a minha, o sucesso de vocês é a minha, tá certo? Muito obrigada e a gente se vê.