Olá 2025 começou com tudo e Janeiro já nos mostrou alguns dos Desafios que o ano trará paraa economia global e Nacional observamos as primeiras ações do Governo dos Estados Unidos sobre a nova administração de trump e a alta dos juros no Brasil em diante desses e outros desafios fizemos uma revisão na nossa carteira estratégica após dois anos quer saber como essas mudanças podem afetar o seu dinheiro e quais são as melhores estratég de investimentos pros próximos meses eu sou Sinara Machado especialista de portfólio do I Itaú nesse vídeo mostramos um resumo do que aconteceu no mercado em janeiro e onde investir no mês de fevereiro para todos os perfis a gente sempre começa falando do cenário internacional para embasar a nossa locação em produtos no exterior e também porque esse cenário influencia muito o que acontece aqui no Brasil Então vamos lá falar de Estados Unidos que é a principal economia do planeta depois Europa e China nos Estados Unidos o cenário econômico é marcado por um crescimento robusto inflação persistente e a nova administração de trump o PIB deve crescer 2,5% em 2025 Acima da Média Global impulsionado por uma economia aquecida e o mercado de trabalho forte no entanto a inflação elevada limita a flexibilidade do Federal Reserve o banco central de lá a política monetária deve permanecer apertada reforçando a valorização do dólar o que pode levar o Euro a paridade com dólar e afetar os mercados emergentes como o Brasil passando paraa Europa o crescimento econômico é fraco com o pibe da zona do Euro projetado para aumentar apenas 0. 8% em 2025 a região enfrenta o risco de uma guerra tarifária com os Estados Unidos o que pode agravar a situação econômica incertezas políticas na Alemanha e na França as maiores economias do bloco também contribuem para a instabilidade na China por sua vez o cenário é de desaceleração econômica e o PIB deve subir 4% em 2025 contra 5% do ano passado essa redução no crescimento aumenta a necessidade de estímulos que são reativos e focados no setor fiscal principalmente em infraestrutura e subsídios ao consumo o setor imobiliário tradicionalmente o motor da economia chinesa não deve receber apoio significativo além disso a moeda do país deve continuar se depreciando e o preço do minério de ferro tende a cair devido a menor demanda chinesa aqui no Brasil a atividade econômica deve desacelerar em 2025 com crescimento mais forte no primeiro semestre impulsionado pelo agronegócio mas perdendo força no segundo semestre devido à redução de estímulos fiscais e monetários apesar de um mercado de trabalho resiliente a alta da celic pode aumentar a inadimplência e afetar o crédito especialmente em um cenário de incertezas fiscais a inflação tem sido impulsionada por um aumento nos preços dos alimentos e Transportes com riscos adicionais devido à possibilidade do real não se valorizar como o esperado Isso pode impactar ainda mais nos preços dos alimentos e produtos industriais enquanto expectativas mais alto também influenciam a inflação no cenário fiscal o Brasil enfrenta desafios com déficits persistentes e uma dívida pública crescente a credibilidade fiscal está comprometida por projeções otimistas e uma melhora na percepção de riscos dos ativos dependerá de uma abordagem mais equilibrada pra dívida pública a política monetária deve permanecer restritiva com a Seli em níveis elevados essa postura é necessária para controlar a ação mas pode impactar a economia no câmbio o Real tem sido pressionado por um dólar forte incertezas fiscais no Brasil limitando seu espaço para valorização diante desse cenário mantivemos as projeções do PIB em 2. 2% em 2025 e 1,5 por em 2026 a inflação foi elevada para 5.
8% em 2025 enquanto a celic deve atingir 15. 75 nesse ano com uma queda grad esperada para 2026 o câmbio por fim foi elevado para R 5,90 nos próximos anos agora que já passamos o cenário lá de fora e do Brasil é hora de entender como fica a locação para o mês de fevereiro falamos do cenário internacional do cenário local e agora vou trazer as oportunidades de investimentos que esses acontecimentos trouxeram para a carteira de investimentos estamos no meio de um processo de aceleração inflacionária acompanhada por um aumento nas taxas de juros e desafios fiscais por isso na renda fixa mantemos uma perspectiva negativa em relação aos títulos pré-fixados que T apresentado alta volatilidade muitos investidores estavam acostumados com taxas pré-fixadas de 12% mas agora observamos taxas que se aproximam dos 15% até 16% essa classe de ativos tem sofrido bastante e a nossa visão é que essa tendência se mantém no cenário atual de inflação crescente e elevação dos juros em relação aos títulos indexados à inflação continuamos com uma visão positiva os juros reais estão em níveis bastante atrativos em torno de 7,5 por.