a benção na primeira parte da sala nós caracterizamos um dos tipos de células presentes no tecido nervoso que foi o neurônio agora nós vamos caracterizar as células da glia só dessa designação Geral de glia ou Neurologia ou neuróglias ou célula gliais incluem-se vários tipos celulares que nós encontramos no tecido nervoso o nome Lilian origina-se da palavra glu significa Cola e Era exatamente os pesquisadores pensavam sobre essas células quando identificaram a sua presença no tecido nervoso que elas estavam ali para preencher os espaços existentes entre os neurônios a aparência estudos foram se tornando cada vez mais
detalhados em e os pesquisadores identificaram vários tipos dessas células e passaram acreditar então que elas não estavam ali apenas para ocupar espaço Além disso sabe-se hoje que existem cerca de dez célula da guia para cada neurônio existentes Mas elas são menores dos neurônios Então se fosse considerar o espaço Total ocupado metade do volume do tecido é ocupado pela Lia e outra metade pelos neurônios e seria praticamente impossível que tanto a célula assim com formas localizações bem distintas estariam presentes no tecido apenas para funcionar como uma Cola Oi hoje se conhecem vários tipos dessas células da
glia Como as células que constituem a gente chama de macrobia entre elas os astrócitos as células ependimárias e os oligodendrócitos e micróglia e outras estão presentes no sistema nervoso periférico Como as células de chuá as células satélites e entre outras células gliais que aparecem associadas a órgãos ou tecidos mais específicos como o ambiente a Érica do sistema digestório as células de milha da retina os pituícitos lá na neurohipófise com avanço dos estudos algumas funções bem específicas para essas células já foram identificadas E é isso que a gente vai ver então a partir de agora as
principais funções destas células gliais e nós vamos conversar falando dos astrócitos que são as maiores e as mais numerosas células da glia central essas células têm a forma de estrela por isso nome com múltiplos processos que se irradiam do corpo celular então são extremamente ramificados ah mas ela se apresentam sob dois aspectos os astrócitos que tem prolongamentos menos numerosos mas mais longos são chamados de astrócitos fibrosos transferências que a gente vê nessa imagem aqui os astrócitos que a gente chama de astrócitos protoplasmáticos eles apresentam um maior número de prolongamentos porém Esses prolongamentos são mais curtos
e são mais ramificados Olha só na imagem histológica na micrografia a gente nem consegue definir muito as suas projeções a partir do somos do Sol elas se ramificam intensamente e acabei ficando tipo um tufinho e a medicações na observação dessas células os astrócitos fibrosos a gente consegue definir melhor todas essas ramificações essas células é com esses aspectos diferentes elas aparecem em regiões diferentes sistema nervoso central esse dos astrócitos que a gente chama de fibroses eles são mais comuns na substância Branca os astrócitos protoplasmáticos são mais comuns na substância cinzenta embora eles tenham a morfologia variada
eles estão envolvidos nas mesmas funções que são várias os astrócitos são as células da glia mais bem estudadas até agora e entre Essas funções dos astrócitos a gente pode dizer que eles são responsáveis por ocupar os espaços deixados pelos neurônios que são mortos no sistema nervoso central em razão de alguma doença ou de algum acidente esses Passos eles vão ser preenchidos pela através da hiperplasia é que é o aumento do número dessas células a proliferação dessas células e também pela hipertrofia e o aumento do volume desses astros um processo que a gente chama de gliose
e essa gliose acaba levando à formação de uma cicatriz no sistema nervoso central onde esse espaço E é aonde que antes existiam neurônios que agora foram perdidos foi preenchido pelos astrócitos e sabe-se que também os ossos podem influenciar a atividade a sobrevivência dos neurônios porque eles tenham a capacidade de controlar os constituintes do Meio extra-celular eles absorvem excessos localizados de neurotransmissores e sintetizam moléculas que são neuroativas e também atuam nesse caso como recicladores tanto Devíamos quanto de neurotransmissores liberados no meio extra-celular ou seja humano tem um ambiente único e torno do neurônio extremamente adequado para
túnel não eu possa realizar as suas funções há uma outra característica importante é dessas células é que as extremidades das projeções de algumas das projeções de Austrália astrócitos formam o que a gente chama de pés terminais e eles podem ligar os neurônios aos capilares sanguíneos e a pia-máter que a meninge mais interna que reverte sistema nervoso central quando esses prolongamentos se direcionam para essa superfície do sistema nervoso central se colocando logo abaixo da pia Mater eles formam uma camada contínua que a gente chama de gripe limitante que é uma barreira relativamente impermeável que circunda esse
sistema nervoso central e quando essas prolongamentos se direcionam aos capilares sanguíneos eles são chamados de peças vasculares e se expandem sobre esses vasos recobrindo esses vasos admite-se que esses prolongamentos eles transferiram moléculas e íons do sangue dos heróis aqui a gente tem uma imagem corada com prata onde a gente pode ver então essa estrutura mais calibrosa que ao capilar sanguineo aqui a gente tem um astrócitos Se a gente fosse classificado tipo que a gente tem esse aqui é um fibroso a gente consegue ver bem para mim ficar só essas projeções do sono é bem definidas
e olha só chegando lá no vaso sanguíneo Olha esse aqui nem longa chegando lá no vaso sanguíneo essas outras duas imagens também mostram astrócito um pé vascular chegando no vaso astrócito com o pé chegando lá no vaso só que essas imagens aqui são por técnica de imunohistoquímica e aqui a gente tem então em relação com prata para fazer essa visualização uma outra função bastante importante dos astrócitos e atuar na manutenção da barreira hematoencefálica EA possibilidade de realização dessa função está diretamente relacionada com a existência desse espécie jogadores dos astrócitos quem não sabe se que essa
barreira hematoencefálica ela é uma barreira funcional que dificulta determinar a passagem de determinadas substâncias como alguns antibióticos agentes químicos toxinas do sangue e do tecido nervoso ela existe porque tem uma menor permeabilidade nos capilares sanguíneos do tecido nervoso e o principal componente estrutural dessa barreira são as junções de oclusão que se que existem entre as células endoteliais dos capilares e acredita-se que os prolongamentos dos astrócitos que envolvem completamente os capilares de um sistema nervoso central também façam parte dessa barreira e além de uma possível participação direta na barreira tem estudos que mostram que as suas
funções e junções oclusivas nas células endoteliais dos capilares são induzidos pelos prolongamentos dos astrócitos a integridade da barreira depende da integridade dessas zonas de oclusão entre as células e isso depende do funcionamento normal de astrócitos Existem várias e várias doenças cerebrais algumas imagens com microscopia eletrônica de transmissão revelaram a perda das funções de oclusão e isso dava diretamente relacionado com alterações nas morfologia morfologia dos astrócitos Então se descobriu que essas células da gri elas liberam fatores que aumentam as propriedades da barreira e consequentemente do conteúdo proteico das zonas de oclusão o que faz com que
ela seja extremamente eficientes nestas nestes capilares além dessas zonas de acusam a barreira constituída também pela lâmina basal um dos capilares endoteliais o e pelos pés vasculares dos astrócitos tão e com a presença desses três componentes O que passa do sangue pro tecido nervoso deve Obrigatoriamente atravessar a membrana do vaso a lâmina basal e o pé terminal dos troços O que torna essa barreira altamente seletiva e acaba protegendo então sistema nervoso central de níveis flutuantes de eletrólitos de hormônios de qualquer metabólito tecidual que estejam circulando nestes vasos sanguíneos as células gliais que nós denominamos de
micro guias são as menores células da glia presentes no tecido nervoso para são células com citoplasma escasso de aspecto que a gente chama de espinhoso que tem várias ramificações mais curtas e são células que atuam como células de defesa sendo consideradas macrófagos residentes aqui do tecido nervoso elas participam da regulação do processo imunitário do sistema nervoso removem resíduos celulares que surgem durante lesões e quando ativo a célula dela se retraem todos os seus prolongamentos e acabam assumindo uma forma de macrófago tornando-se células fagocitárias se a gente faz uma lâmina DH e a gente consegue identificar
essas células da mitologia porque os núcleos delas são núcleos Mais Escuros e são bem alongados que acabam ficando bem diferente das outras células gliais com núcleo mais esférico presentes aqui nessa estrutura do tecido nervoso é só que os melhores métodos para identificação dessas células bem como de todas as outras células da glia é através de uma imuno-histoquímica onde a gente faz marcadores específicos para essa estrutura celular e consegue identificar então cada uma dessas células e ter certeza que a célula que a gente quer observar ou através da impregnação com prata porque os neurofilamentos então que
tem dentro dessas células acabam aderindo a prata eles são e ele tem afinidade por prata e as células acabam ficando bem marcadas as células gliais que a gente chama de células ependimárias são células com formato cúbico ou coluna ar que lembram um epitélio de revestimento simples na distribuição dessas células só que além da origem ser diferente elas não são consideradas células formadoras de um etéreo porque elas não apresentam uma lâmina basal em alguns locais essas células elas são ciliados o que facilita a movimentação do líquido céfalo raquidiano essas células ependimárias no-argument vão ser encontrados revestindo
cavidades do encéfalo que são os ventrículos e o canal central da medula espinal aqui a gente tem uma imagem onde a gente vê a essas células lado a lado parece né formal epitélio de revestimento revestimento do ventrículo e aqui a gente vê essas células no revestimento do a central da medula lembrem que esses espaços não são espaços vazios eles são espaços onde a gente tem a circulação do líquido céfalo raquidiano ou do unicórnio e a Justamente a modificação de algumas dessas células ependimárias nos ventrículos do encéfalo que participam da formação de estruturas que a gente
chama de plexos coróides que são responsáveis pela secreção deste líquido líquido céfalo raquidiano os plexos coróides eles são constituídos por tecido conjuntivo frouxo da pia Mater que a membrana mais amei demais em contato com o tecido nervoso extremamente rico em capilares fenestrados e dilatados que faz saliência para o interior dos ventrículos e essa projeção é revestida por células ependimárias que estão Unidas aqui por junções de oclusão em uma única camadinha Então a gente tem essas células investindo as cavidades que são os ventrículos a central e a gente também tem essas células revestindo essas projeções de
piamater que forma Então os plexos coróides nesta região de investimento essas células são transportadoras de íons e acabam Então são capazes de formar um líquido céfalo raquidiano esse líquido é um líquido bastante importante para o metabolismo do sistema nervoso além de proteger toda a estrutura Contra choques mecânicos na contra traumatismos é um outro tipo de célula da glia presente no sistema nervoso central são os oligodendrócitos e são células semelhante aos astrócitos porém eles são menores com poucos prolongamentos por isso nome eu ligo quer dizer pouco e escassas ramificações partindo desses prolongamentos essas células são responsáveis
por produzirem o que a gente chama de bainha de mielina aquele isolante elétrico para os axônios dos neurônios que estão no sistema nervoso central os prolongamentos dos oligodendrócitos se dirigem para os opções e sem rolo em torno deles produzindo essa bainha e as células de isso é são células da glia que tem a mesma função dos oligodendrócitos formava em admire na porém em torno de axônios que estão presentes no sistema nervoso periférico cada célula de schwann forma a mielina em torno do segmento torno de um segmento só de um único axónio de maneira diferente dos
oligodendrócitos onde uma única célula pode realizar vários segmentos em axônios diferentes importante destacar aqui que essa bainha de mielina ela se interrompe e em determinados locais em intervalos bem regulares formando Então o que a gente chama de nódulo ou nó de ranvier Oi e o intervalo entre dois nodos é o chamado internado o que é o que é revestido pela menina a que a gente tem uma micrografia eletrônica onde a gente veio aqui o axónio citoplasma nessa célula de schwann núcleo da célula de sua e aqui em escuro a toda essa membrana da célula que
ficou enroladinho corte transversal do axónio que a gente veio aqui e aqui uma micrografia de microscopia óptica a gente veio aqui ó um axónio outro oxônio com o nodo de ranvier air mielinizado aqui embaixo outro nesse aqui então a gente consegue ver a região onde essa Melina se interrompe para formar esse nódulo de Aguiar e além de forma essa bem as meninas no sistema nervoso periférico sabe-se também que essas células de chuá ajudam na limpeza dos resíduos nessa região e orientou o recrescimento dos axônios após uma lesão de um nervo por exemplo Oi e para
que que serve Afinal essa bainha de mielina né que é formado ou pelos oligodendrócitos ou pelas células de schwann o a gente já sabe dessa menina é constituída por diversas camadas da membrana dessas células gliais essa membrana ela se enrola nas sou eu formando inúmeras camadas e acabam formando então um um sistema de isolamento da membrana do axônio que tá correndo ali no centro o enrolamento dessa menina pode chegar até 50 voltas mas a espessura dessa bainha de mielina Varia muito de acordo com o diâmetro do axônio Mas ela é constante ao longo de um
mesmo que sonhava vai variar de uma célula para outra oaks o lema que é o que a gente chama de membrana do axônio nos nodos de ranvier air possui uma quantidade muito grande de canais de sódio dependente de voltagem e na região onde esse aqui o lema ta coberto pela Melina esses canais são pouquíssimos se é que eles existem é isso permite que a condução do potencial de ação seja assalto a toalha vai despolariza a membrana nas regiões onde a gente tem a exposição desses canais para que isso possa acontecer isso faz com que a
velocidade de transmissão seja extremamente mais rápida nos axônios que tem essa família linda envoltória fazendo O isolamento do que naqueles axônios que não apresentam S Miller é a que eu coloquei para vocês algumas comparações entre a minha alimentação no sistema nervoso central e no sistema nervoso periférico já que nós temos e ele não nos dois casos então quando a gente fala sistema nervoso central o corpo dos oligodendrócitos não está intimamente associado a Sônia porque são as projeções dele que chegam até os sonhos no caso da célula de schwann a gente tem a célula grudadinha no
axónio aquele mieliniza carga oligodendrócito pode fornecer bainha de mielina para vários axônios uma célula de show ela só forma a minha Lena em torno de um único axónio e não tem membrana basal associada a mielina no sistema nervoso central porque o livro androst não produz membrana basal a célula de schwann é capaz de fazer essa produção Além disso sabe-se também que as proteínas de menina do sistema nervoso central sistema nervoso periférico são diferentes as células tem Constituição de proteínas de membrana diferente e sabe-se que os nódulos de ranvier no sistema nervoso central são maiores é
isso torna a condução saltatória é bem mais eficiente porque tem mais área de membrana e exposta nesses novos do sistema nervoso central e uma outra diferença é que no sistema nervoso central a superfície do nódulo de na dieta em contato com é um pé terminal de um astrócito enquanto que no sistema nervoso periférico esse nódulo está recoberto pelos processos das células de schwann de uma célula de chuva se encaixa em outra célula de schwann que Estão realizando este acção E aí então algumas diferenças aqui para a gente entender um pouquinho esse processo de mielinização São
duas células da Guia diferentes que fazem a mesma coisa em regiões diferentes mas com algumas particularidades é mas como nós estamos falando de bainha de mielina é importante lembrar também que ela não ocorre em absolutamente todos os axônios de todos os neurônios tanto no sistema nervoso central Contorno periférico nem todos os axônios são recobertos por Millena e o que vai determinar se uma fibra tem mielina ou não é o diâmetro dela então nos axônios mais calibrosos as células da glia envoltória forma uma dobra e vai se enrolando em espiral em torno decepcione quanto mais calibroso
foram axónio maior o número de envoltórios concêntricos provenientes dessas células de revestimento consequentemente formação da bainha de mielina jogos axônios amielinicos que não tem Milena eles são menos calibrosos no sistema nervoso central e situações amielinicos eles são mais numerosos e no encéfalo e da medula eles ficam Livres entre os outros elementos neuronais e os prolongamentos de células da glia que tem entristecidos porém as fibras que são amielínicas no sistema nervoso periférico elas também são envolvidos pelas células de schwann é Mas neste caso não em não ocorre esse rolamento em espiral é como se associar ou
deixou apenas abraçasse esses neurônios não tem formação de nódulos porque essas células não formam bainha de mielina elas formam-se uma bainha contínua que envolve as células e isso ocorre porque essas fibras no sistema nervoso periférico elas precisam de um certo isolamento não adianta simplesmente não ter essa célula de chuva por perto porque elas assim encontram em feixes formando nervos uma muito próximo da outra e isso poderia fazer com que o movimento do excesso de sódio de um axónio na fosse influenciam o estimular o neurônio vizinho e não se quer isso né não é isso que
tem que estimular o neurônio que tá ao lado para passar a informação adiante em um livro bom então quando a gente fala de mielina a gente tem várias e várias voltas de membrana das células seja de chuá seja de oligodendrócito e quando a gente fala de axónio a amielinico a gente pode simplesmente não ter revestimento nenhuma sonho que é o caso dos que estão no sistema nervoso central ou a gente pode ter a célula de chuva simplesmente e envolvendo esses axônios é fazendo só uma volta em torno deles para dar um certo isolamento não enrolando
ao redor a que eu coloquei para vocês então um mapa conceitual que resume de uma maneira bem breve essa composição do tecido nervoso que a gente acaba de ver com algumas informações principais em relação as células que compõem o tecido Oi e para finalizar as nossas referências até a próxima