guys olá olá seguidores de meio amargo hoje eu vem falar sobre a comédia de terror Abigail dirigida pela dupla Tyler gillet e Matt bettinelli Open primeiro rapidinho já tá seguindo o canal segue aqui em cima clica ativa as notificações para esse espaço continuar a crescer Valeu na Trama uma pequena bailarina sequestrada por um grupo de ladrões interessados no dinheiro do Resgate mas logo eles percebem que ela é uma vampira sanguinária E de repente os predadores se tornam as belas a primeira cena é ótima o filme começa com a garotinha se apresentando de uma maneira muito
dedicada com o balé dela num teatro absolutamente vazio não tem nem público nem professores produtores ninguém dando qualquer tipo de instrução para ela a menina domina aquele espaço sozinha o que por um lado pode representar o poderio dela o dinheiro do pai dela mas também funciona com uma espécie de simbologia do que vem por aí quando ela também vai reinar sozinha numa casa fechada e trancada que vai se tornar o palco para desempenhar to todas as coreografias sangrentas que ela desejar boa parte do humor muito eficaz vem do embate entre o que se esperaria da
delicadeza da feminilidade da infantilidade e o Imaginário do masculino Então por o lado a gente tem essa garota que é uma criancinha toda vestida de Rosa naqueles traços muito precisos Do balé e também a gente tem a personagem da Joey interpretada pela Melissa barreira que tem um vício em comer pirulitos não por acaso essa serão as duas figuras mais fortes a seguir enquanto aqueles homens musculosos super treinados acabam se revelando os alvos mais evidentes aqui a esperteza vem especialmente das mulheres enquanto os homens que se estimavam muito líderes vão levar uma rasteira no caminho além
da comédia muito importante nesse longam metragem a combinação de vários estilos de terror que vão se somando ao longo da narrativa que é cheia de surpresas então primeiro a gente tem o filme de invasão doméstica para depois chegar numa narrativa Sobrenatural típica dos Monstros e até por fim tem um pouco do Imaginário da casa mal assombrada aquela que a gente vê apenas uma parte a princípio e depois vai descobrindo dos seus calabouços seus segredo suas salas ocultas que são muito importantes nessa história a casa nessa obra é um personagem fundamental tão importante quanto os humanos
e ela também tem a sua jornada ela se desenvolve bastante ao longo de uma única noite aliás Essa dupla de diretores sempre gostou muito da ideia de fechar pessoas numa casa fazer com que elas briguem e lutem entre si e pegar sujeitos que estão sempre muito bem vestidos muito bem arrumados com um plano preciso a princípio e depois eles vão começar a se sujar cada vez mais as roupas se rasgam el eles vão ficar cobertos de sangue de terra de vísceras de outras pessoas nesse sentido eigil é muito próximo de casamento sangrento outra comédia de
terror excelente da mesma dupla e que também demonstrava uma certa paixão por explodir personagens se tem algo que a narrativa faz muito bem é trazer uma infinidade de reviravoltas e surpresas ao longo da trama de maneira muito clara muito bem organizada tanto pela explicação em diálogos quanto pelo ritmo da Montagem então no começo quando a gente tem vários ladrões a Joey vai adivinhar o passado de cada um deles que é uma maneira muito clara de informar o espectador como Cada um foi parar ali adiante a gente vai descobrir que além desses motivos cada um deles
Guarda um segredo e a gente vai ter mais uma rodada de explicações dizendo o que cada um deles teria a esconder quando entra algum personagem novo em cena ou entra um espaço novo em cena ele também vai ser justificado e devidamente explicado pro espectador não tem nenhum risco de a gente se perder nessa sucessão dig nadas até o final em termos de referências e Conexões talvez pelo fato de reunir numa casa muitas pessoas com passados condenáveis estão ali para serem punidas pelo que fizeram anteriormente Ela poderia lembrar Jogos Mortais com o diferencial de que em
Abby G não se leva Exatamente Essa punição esse moralismo do terror muito à sério esse não é um filme de torture porn que tem um prazer muito grande em torturar em arrancar vísceras braços nada disso mas os criadores também entendem talvez por causa do Sucesso muito grande do Megan a necessidade de quando você tem uma garotinha monstruosa como protagonista é interessante ter alguma grande cena de dança um tanto absurda assumida como tal para poder viralizar e gerar mais material de divulgação nas redes com a diferença Claro de que Megan era um filme permitido para menores
de idade que praticamente não tinha Sangue ao contrário desse filme que tem sangue suficiente para encher uma piscina ainda assim nos aspectos cômicos ele vai partir de uma série de estereótipos para depois serem reconfigurados então a loira burra não é tão burra assim o homem que se Esperava muito forte se velar na verdade um grande medroso e assim por diante É uma pena que essa subversão dos estereótipos não se estend ainda aos personagens negros mais uma vez a gente vai ter figuras negras subaproveitadas que não ganham um passado e uma complexidade igual aquela dos personagens
brancos e também são dispensadas com uma facilidade absurda em plano 20224 Já estava na hora de grandes estúdios consertarem essa representação né um dos grandes trunfos dessa produção é a presença da pequena alisha weir que é uma atriz mirin muito boa a gente já tinha visto ela brilhar em Matilda musical que é um filme excelente presente na Netflix e agora ela mostra que ela também é capaz de fazer a comédia de terror muito diferente do registro anterior o filme Depende muito da capacidade dessa atriz em ser ao mesmo tempo infantil frágil e depois completamente perversa
brutal cínica irônica e ela consegue passar entre todos esses estados com uma facilidade impressionante frente a ela a gente tem a Melissa barreira cada vez mais habituada ao gênero do terror especialmente quando ela interpreta mães reais ou simbólicas e confrontando a possível monstruosidade dos filhos interessante e assim em toda sua vertente paródica de de brincar com os gêneros pré-estabelecidos os diretores vão mudando essa ideia do Vampiro aristocrático num castelo antigo que agora é transformado numa menina e também retira aquele erotismo clássico de morder o pescoço a ideia da sedução Agora as criaturas vão realmente arrancar
um pedaço do pescoço se alimentar do sangue de maneira muito grotesca que aproxima esses vampiros de um zumbi ou um lobizomem por exemplo Além disso ele vai brincar com a possibilidade que alguns desses humanos também se transformem em monstros mesmo que essas transformações não sejam muito bem resolvidas narrativamente algumas são rápidas demais outros demoram um tempo excessivo para se converter Alguns vão ter problema com a luz outros não TM tanto problema com a luz enfim é uma proposta de brincadeira pela brincadeira sem necessariamente oferecer um modelo novo bem pensado e desenvolvido de vampirismo o prazer
do gillet e do op claramente é trabalhar com esse princípio da gradação que consiste em pegar um único conflito Inicial que é a presença da menina vampira E fazer com que ele aumente aumente aumente aumente aumente até se tornar um espetáculo do e explodir literalmente em cena a dupla se diverte muito com o excesso de uma maneira que a maioria dos estúdios já teria podado em nome do bom senso para poder atingir um número maior de espectadores mas felizmente os estúdios Universal ainda permitem esse produto muito kit muito ridículo ou patético assumidamente em oposição àquilo
que veio a ser chamado de terror elevado e na verdade sorte a nossa porque no gênero de terror A gente espera mesmo é coragem é ousadia e não uma polidez e um medo de chocar é isso eu fico por aqui hoje me diz se você gostou degale coloca seu comentário aqui embaixo Segue o canal do meam Margo segue a gente nas redes também com @me amargos e no site meiam margo.com onde tem mais vários textos inéditos até a próxima