segundo dia de ecnp e eu tô cheia de novidade assunto de depressão Perinatal biomarcadores de idade do cérebro e ó um monte de coisa então vem comigo que eu vou contar tudo para vocês agora sim já de louquinho renovado e depois vamos conhecer um pouco mais de Milão vamos falar sobre o segundo dia do con cono hoje foi um dia cheio am manhã inteira e grande parte da tarde obrigada sinaleira que sempre passa a primeira palestra vamos começar da primeira palestra teve uma palestra sobre resiliência e para quem acompanha no Instagram eu até coloquei uma
enquete lá sobre resiliência para quem não acompanha já segue lá @ D jul Trindade porque eu já posto vários insights vários conteúdos sobre psiquiatria resiliência é capacidade de superar obstáculos resiliência vai além daquilo que tu viu na internet sobre algo que a gente estuda dentro da psiquiatria e é fund mental e essa palestra inclusive mostrou a diferença entre plasticidade que é uma capacidade de adaptação e é super importante pra resiliência E falou também sobre a resistência a resistência é um processo passivo então é a capacidade de não se afetar sobre as questões negativas a resiliência
é um conceito que veio da física a gente adaptou pra Psiquiatria e aí nessa palestra ele concluiu da importância da plasticidade e que a gente precisa sim tratar a gente não pode evitar antidepressivo Sabe aquela ideia de que você consegue segue tudo você é resiliente Não essa essa ideia é falsa a gente precisa da parte biológica da parte química e ao mesmo tempo a gente pode inclusive através da psicoterapia ajudar as pessoas a ativar esse processo a gente consegue ensinar esse processo a resiliência ela pode ser sim treinada a segunda palestra a segunda palestra da
manhã que eu assisti foi sobre depressão e vocês sabiam que de acordo com os critérios do SM a gente consegue montar 270 diferentes tipos de depressão e se a gente p sintomas como alteração de apetite alteração do sono e sintomas psicomotores a gente vai para mais de 976 apresentações distintas como que a gente pega todas essas quase 1000 apresentações distintas e trata da mesma forma e principalmente outra questão que foi trazida é os estudos os ensaios clínicos que são feitos para testar medicamentos a maioria absoluta dos pacientes é retirado mais de 92% dos pacientes são
excluídos dos estudos porque o paciente tem uma comorbidade porque o paciente tem uma outra questão então Isso dificulta muito a gente pegar aquele estudo que deu certo na teoria e colocar ele na prática porque muitas vezes eu vou ter um paciente que ele vai est com outra comobidade ele vai ter alguma outra coisa e isso também a gente tem que tentar trazer um pouco mais pra realidade também se falou sobre as escalas de avaliação que a gente usa na prática Clínica e principalmente na pesquisa e que muitas vezes elas são focadas no resultado e elas
esquecem de avaliar pontos que pros pacientes são muito importante inclusive falou da da madres que é uma escala de de depressão falou da phq que é outra escala que a gente avalia fatores de depressão então a gente precisa olhar mais daquilo que tem na prática para ajudar quem tá estudando a teoria pra gente criar escalas criar tratamentos mais efetivos criando o tratamento mais específico a gente vai personalizar a psiquiatria que é o que a gente chama de psiquiatria personalizada que é a gente olhar para essa pessoa como um ser único a sequência da palestra que
era também sobre depressão foi falar sobre receptores nr2b nma que a gente já tem tratamentos que estão focando no ndma que a gente tem a eset amina e quetamina e agora tá sendo desenvolvido um novo medicamento que ainda não tem nome porque ele ainda tá em fase dois de desenvolvimento eles ainda estão estudando pra gente Ativar mais receptores receptores eles são fundamentais e a gente começou a entender cada vez mais a importância do glutamato e esses receptores são centrais nessas novas possibilidades de tratamento e de remissão dos pacientes aqueles pacientes que não respondem ao tratamento
ou que eu tenho sintomas graves sintomas Agos então sim tem mais medicamento em pesquisa além das da quetamina quetamina que já revolucionou a psiquiatria nos últimos anos os tratamentos da depressão a gente tem aí mais medicamento e espero que em breve eu possa contar para vocês Que esse medicamento chegou e a gente vai poder usar na nossa prática Clínica já no período da tarde a primeira palestra que eu assisti foi foi sobre imunidade e Cérebro a importância e a interrelação entre a nossa imunidade e o nosso cérebro até foi bem interessante que o palet trante
troue sobre quando a gente tá doente que a gente tá com uma gripe porque desde que teve a covid foi muito estudado essa relação de imunidade com já era estudado né mas na epidemia da covid a os esforços foram focados muito nisso e dessa a nossa relação e até ele falou que quando a gente tá doente a gente fica com sintomas quase depressivos a gente não quer encontrar as pessoas a gente quer ficar deitado quietinho parado sem gastar energia então a imunidade a alteração de imunidade impacta no nosso humor e aí também essa correlação que
é bidirecional quando a gente tá com humor depressiva a gente também impacta na nossa imunidade então foi falado sobre isso e aí entra Outro fator importantíssimo que é o nosso intestino então o intestino tá relacionado a cérebro que a gente já tem falado cada vez mais Inclusive a importância da gente estudar cada vez mais essa relação do cérebro com o intestino e com a imunidade Então são relações até uma das das lições dessa palestra foi você é uma comunidade então o nosso corpo é uma comunidade Então tudo funciona junto testino funciona junto com o cérebro
que funciona junto com a nossa imunidade e a conclusão da da palestra é que abordagens Integradas são fundamentais então não adianta só a gente tratar a parte física especialmente de pacientes que T doenças crônicas doenças imunes crônicas Precisa sim abordar de forma completa e mudanças no estilo de vida podem impactar positivamente tanto a imunidade e humor e isso vocês quem acompanha aqui o canal já tá cansado de saber mas não custa a gente repetir encerrando a o meu dia de palestra eu assisti duas palestras Na verdade uma sobre depressão Perinatal e foi muito interessante ela
falou muito sobre os aspectos que levam uma mulher a desenvolver depressão Perinatal e a gente a gente tem fatores de risco importante para uma mulher desenvolver depressão na gestação como por exemplo ansiedade materna então mulheres que têm ansiedade antes de de gestar tem um maior risco de desenvolver depressão história de algum transtorno mental prévio outro transtorno mental prévio eventos estressantes na vida né aquela pessoa que tá sempre so sobre estress O que é muito difícil hoje em dia não ter né Então a nossa vida tá sempre muito estressante complicações obstétricas também é fator de risco
para depressão dificuldades socioeconômicas e falta de apoio social e familiar e a relação inclusive de e relações de violência né mulheres que sofrem violência também tem maior risco e ao mesmo tempo a gente tem fatores protetores Como ter uma rede de apoio rede de apoio é fundamental para que a mulher tenha menor risco de desenvolver depressão materna então o cuidado um parceiro ou uma parceira que vai estar junto com essa mulher nessa gestação também é importante é um fator de proteção achei muito interessante nessa palestra que a pesquisadora contou de um aplicativo que eles desenvolveram
para rastrear a depressão identificar sinais iniciais de depressão e que a inteligência artificial ela consegue ela escaneia e ela começa a ver que essa mulher tá com sintomas depressivos e isso seria um sinal de alerta eu achei muito interessante é importantíssimo a gente entender esse contexto e principalmente mulheres que TM depressão na agão podem e devem ser tratadas por elas e também pelos filhos e a gente tem sim medicamentos Seguros que podem ser usados durante a gestação e que vão tratar essa mulher inclusive ela também teve mais uma coisa que ela falou que foi sobre
depressão paterna falou só sobre depressão paterna né então a princípio um homem que está num relacionamento não se falou sobre relacionamentos homoafetivos até agora não vi nenhuma tema sobre esse conteúdo no Congresso que é uma pena eu espero que pro ano que vem tem esse tema que é fundamental em relação de saúde mental Mas falou sobre a depressão paterna e que sim homens que estão virando pais podem desenvolver depressão só que a gente não tem eh avaliações específicas porque a gente muitas vezes diagnostica como depressão e não como depressão paterna e que a gente precisa
estudar um pouco mais para poder desenvolver não só tratamentos mas poder desenvolver identificação específica relacionada a esse período e a última palestra agora é a última mesmo tá falando sobre a idade do o cérebro foi muito interessante inclusive como estudar marcadores pra gente identificar se o cérebro que tu tem ele tá mais velho ou mais novo ou se ele tem a idade que tu tem E aí teve tem fatores que são importantíssimos pra gente manter a saúde do nosso cérebro e o que que deixa o nosso cérebro mais velho fumar não se alimentar bem não
dormir então um estilo de vida não saudável e o que protege o nosso cérebro e faç muitas vezes o cérebro seja até mais novo É principalmente educação pessoas que estudam tem um cérebro muitas vezes com uma idade mais jovem e como que a gente pode mudar isso então tá se desenvolvendo pesquisa pra gente Ativar essas células do nosso cérebro e mantê-las mais jovens por mais tempo esse foi o resumo de hoje espero que vocês tenham gostado amanhã tem mais um vídeo e vou curtir agora Milão comenta aqui embaixo que quem sabe também aparece um vídeo
de curtindo Milão God