e aí a anemia infecciosa equina pessoal com o próprio nome sugere causa anemia nos animais e essa anemia ocorre por dois mecanismos por hemólise de natureza imunológica e edição da eritropoiese e aí falou no primeiro da hemólise gente o que que acontece glicoproteínas do vírus se ligam aos eritrócitos do hospedeiro associado a fração c3 do sistema complemento e aí essas células do hospedeiro são reconhecidas por anticorpos específicos e são destruídas ou seja os eritrócitos é células sanguíneas dois pedreiros são destruídas que é o que chamamos de hemólise por uma questão imunológica e também se observa
a inibição da eritropoiese o que que é isso gente é o efeito supressivo na medula óssea afetando então a produção de células sanguíneas isso acontece mediante citocinas liberadas por macrófagos infectados pelo vírus este a mente as citocinas chamadas de tnf-alfa é o fator de necrose tumoral alfa e o sótão beta de transformação do crescimento que é o tgf beta e aí gente o conjunto desses efeitos reduz a vida média das hemácias de 130 para cerca de 40 dias em gente apesar da doença se chamar anemia infecciosa equina o achado mais comum durante os episódios de
febre da doença na verdade mania é trombocitopenia que a diminuição de plaquetas contribuindo então para hemorragias petequiais que são observados durante as fases aguda e crônica dessa doença e os mecanismos que induzem a diminuição do número de plaquetas são os mesmos que provocam anemia tão tanto por inibição da eritropoiese como a gente já falou quanto pelo envolvimento imunológico também e aí pato esplenomegalia que a observada na necrópsia desses animais também é um achado com a doença com processo inflamatório desencadeado aí pela deposição de imunocomplexos e sua subsequente então destruição das plaquetas e dos eritrócitos por
macrófagos hepáticos e além disso tudo alguns animais também podem apresentar leucopenia com discreta linfocitose e um aumento do número de monócitos circulantes e o período de incubação pessoal varia de 3 a 70 dias embora geralmente perdura entre duas a quatro semanas o curso clínico da anemia infecciosa equina é variável e depende da dose infectante virulência da morte a viral e da suscetibilidade individual do hospedeiro podem ser distinguidas três fases da doença fase aguda fase crônica e assintomática ou inaparente tá começando pela fase aguda pessoal o curso clínico da doença varia entre 10 e 30 dias
nessa fase e no início os animais podem ser soro negativos por 14 a 60 dias essa fase é caracterizada por febre de até 41 graus celsius anorexia sinais de debilidade geral hemorragias e petéquias nasal e sublingual resultante da pronunciada a viremia e da intensa replicação do vírus em macrófagos periféricos o tecido arde a fase aguda regride em alguns dias embora pequena porcentagem dos animais cerca de cinco porcento ao menos desenvolva uma manifestação grave e frequentemente fatal da anemia infecciosa equina caracterizada por ver e mia prolongada grave anemia e persistência de altos níveis de vírus na
maioria dos tecidos alguns animais podem desenvolver infecção inaparente e aproximadamente noventa e cinco porcento vão progredir para fazer e aí e nessas imagens vocês podem ver as petecas que eu acabei de mencionar que são esses pontinhos vermelhos aí na mucosa e que ocorrem devido a trombocitopenia que a diminuição de plaquetas e agora sobre a fase crônica essa fase pode durar de meses até aproximadamente um ano pessoal e é caracterizada por ciclos recorrentes de ver e mia associadas a febre anorexia leucopenia anemia trombocitopenia hemorragia diarreia glomerulonefrite letargia e intolerância ao exercício e nessas imagens a gente
percebe claramente o animal apresentando essa anemia a cada episódio clínico dessa fase crônica persiste entre 3 e 5 dias e o intervalo entre os ciclos a irregular variando de semanas a meses a frequência ea gravidade dos episódios da doença declinam gradualmente e terminam no primeiro ano de infecção nesse período a maioria dos equinos mais de noventa porcento torna-se portador inaparente isso é um fato único entre as infecções por lentivirus porque geralmente as infecções por lentivirus evoluindo a forma inaparente para forma aguda de maneira similar ao observado por exemplo na frente encefalite caprina que vocês vão
conhecer em breve na e mundo deficiência felina que a fiv e na e mundo deficiência humana adquirida que a gente chama de áries há outros sinais clínicos também observados na fase aguda ou crônica são por exemplo inapetência emagrecimento linfadenopatia abortamento e ataxia e são observados também alguns animais hequiterícia e edema em regiões peitoral ou abdominal e como vocês podem ver nessa foto o animal com perda de peso hequiterícia edema letargia o e nessas também animais doentes muito magros a e por último sobre a fase assintomática ou inaparente a maioria dos líquidos naturalmente infectados pelo vírus
da anemia infecciosa equina se encontra na fase assintomática então gente esses animais não apresentam sinais clínicos e também tem baixíssimos níveis de vir e mia enquanto eles não foram identificados eles permanecem com sua atividade normal nos territórios podemos servir então como mantenedores do vírus nos plantéis falta então que dificulta sobremaneira o controle da doença em alguns portadores assintomáticos a fase de ver e mia e consequentemente o recrudescimento dos sinais clínicos pode ser induzido por situações de estresse ou por administração de fármacos imunossupressores como os corticoesteróides mesmo depois de anos de latência viral alguns animais podem
apresentar a morte súbita decorrente de esforço prolongado e animais enfim em frente tem a replicação viral ea doença sobre controle imunológico ativo apesar dos mecanismos de evasão do vírus do sistema imune e à semelhança dos outros das outras lentiviroses uma vez infectadas pelo vírus da anemia infecciosa equina os equilíbrios permaneceram infectados pelo resto de suas vidas e apesar do baixo nível de ver e mia apresentado pelo portador e na aparente quando comparado com animal estado febril na fase aguda ou crônica o animal também representa uma fonte de infecção mesmo em condições de campo