o segundo livro da república começa com a reflexão de glauco acerca dos tipos existentes de bens para ele existem três tipos distintos de bens primeiro os bens que amamos por si mesmos como por exemplo a felicidade depois os bens que além de amarmos por si mesmos também amamos por suas conseqüências como por exemplo a nossa visão e em seguida os bens que amamos apenas pelas consequências e vantagens que eles nos proporcionam uma cura de uma doença por exemplo então bloco pergunta para softwares em qual desses tipos de bens à justiça se encaixaria sócrates responde que
a justiça se encaixando melhor tipo deles sendo é um bem que devemos amar por si mesma e também por suas consequências glauco então defende que as pessoas não são justas por considerarem a justiça um bem que traga benefícios e sim porque a impossibilidade de cometer injustiças é prescrito em leis e convenções sociais bloco também diz que se conceder temos ao justo eo injusto a possibilidade de eles fazerem que quisessem ambos cometeram injustiças e então ele explica seu ponto através do mito do anel dje gies era um pastor a serviço de um rei certo dia durante
uma tempestade acompanhada de um terremoto o solo se abriu e formou um precipício perto de onde seu rebanho bastava ao investigar a fenda desencontrou um cavalo de bronze oco e próximo a ele um cadáver que possui um anel de ouro gigi se apoderou desse anel e partiu sem levar mais nada diz após o ocorrido com esse anel no dedo disse foi assistir à assembléia habitual dos pastores locais ele então sem querer gerir o anel para o interior de sua mão e percebeu que se tornou invisível seus vizinhos que falaram dele como se não estivesse mais
ali ele repetiu a experiência para confirmar o poder do anel e diante de tal poder ele se juntou os mensageiros que iriam até o rei ao entrar no palácio ele seduziu a rainha e conspirou com ela a morte do rei local então gente consegue assinar o rei e assim o bê tem todo o poder sobre o reino o ponto de glauco é que ninguém é justo por vontade própria e sim por obrigação para ele uma vez sendo possível cometer uma injustiça sem consequências e com o animado toda cometeriam e glauco complementa dizendo que o alvo
da injustiça é ser injusto mas parecer justo ele então comparar os dois extremos da justiça e da injustiça personificados em dois tipos de homens o que pareceria justo aos olhos de todos e seria na verdade injusto e outro que parecer injusta aos olhos de todos mas que na verdade seria justo para que através da comparação dos dois extremos se chegasse à conclusão de qual deles é o mais feliz glauco diz que o homem justo seria respeitado e torturado por todos para que ele sirva de exemplo e que nele se prega o ideal social que aparecer
justo sem o ser glauco também diz que o homem justo seria mais agradável aos deuses e aos outros homens por conceder benefícios a estes que o homem justo provavelmente não conseguiria e antes que o sócrates respondesse o irmão de glauco a de manto como a palavra a fim de complementar o discurso do irmão ele diz que os pais recomendo que os filhos sejam justos não pelo bem que representa justiça em si mas sim pela reputação e benefícios que a aparência de uma vida justa acarretaria após um grande discurso a demanda pede que sócrates tem de
mostrar como a justiça prevalece sobre a injustiça e as conseqüências que elas produzem seus possuidores sócrates responde dizendo que devemos primeiro olhar para o aspecto máquina da justiça ao invés de começar mas olhando para o que diz respeito aos indivíduos e então sócrates introduziu a idéia de que seria mais razoável examinar a justiça no contexto de uma cidade e em seguida partir para o aspecto da justiça nos indivíduos eles então começam construindo em pensamento uma cidade que terá como base as necessidades básicas humanas alimentação moradia vestimenta segurança entre outros após um longo diálogo ele chegou
à conclusão que cada indivíduo dentro dessa cidade deveria desempenhar uma função específica então eles dividem os habitantes dessa cidade em três classes a primeira seria classe dos comerciantes a segunda a classe dos guerreiros ea terceira a classe dos guardiões a classe dos comerciantes seria formada por todos os indivíduos envolvidos no ciclo produtivo e da cidade a classe dos guerreiros seria responsável pela defesa da cidade ea classe dos guardiões garantir governo justo e os rumos da cidade eles então passaram a discutir sobre o tipo de educação que o guardião dessa cidade deveria receber a preocupação no
primeiro momento seria com a censura de poesias que influenciassem as crianças de forma negativa eles dizem que não se deve contar para as crianças histórias que façam apologia vinganças e injustiças traições e guerras sócrates é de manto concluem que muitas das poesias ensinadas por gerações influenciam negativamente a vida das crianças e deturpam a imagem dos deuses e de forma contrária à pregado nos poemas eles seriam na realidade justos e verdadeiros e assim se fecha a discussão do segundo livro da república que será retomada no terceiro livro