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Sermão número 1480, pregado na manhã de domingo, 22 de junho de 1879 por Charles Adam Spur no Tabernáculo Metropolitano Newington, Londres, Inglaterra. Perseverando na oração. Romanos 12:1.
Isto é colocado em conexão com um grande número de preceitos breves, porém muito pesados. A oração tem uma relação distinta com todos os deveres e graças cristãs. Não nos é possível cumprir os santos mandamentos do nosso Senhor Jesus a menos que sejamos abundantes em súplicas.
Os romanos, no tempo em que Paulo lhes escreveu, estavam sujeitos à perseguição. E neste versículo, ele menciona dois remédios para impaciência sobre tais aflições. Remédios que são igualmente eficazes sobre todas as provações da vida.
Os antigos médicos nos falam de dois antídotos contra o veneno, o quente e o frio, e se estendem sobre a excelência especial de cada um deles. De semelhante modo, o apóstolo Paulo nos dá primeiro o antídoto quente, alegrando-vos na esperança, e depois nos dá o antídoto frio, pacientes na tribulação. Um destes ou ambos juntos operarão maravilhosamente para sustentar o espírito na hora da aflição.
Mas deve- se observar que nenhum desses remédios pode ser introduzido na alma a menos que sejam misturados com um gole de oração. Alegria e paciência são essências curativas, mas devem ser colocadas em um copo cheio de súplica e então serão maravilhosamente eficazes. Como podemos alegrar-nos na esperança se nada sabemos acerca da oração ao Deus da esperança?
Sempre que a sua esperança parece falhar e a sua alegria começa a afundar, o método mais curto é dobrar os joelhos. Ao lembrar-se da promessa em oração, a esperança será sustentada. Então, a alegria certamente brotará dela, pois a alegria é a filha primogênita da esperança.
Quanto à paciência, como podemos ser pacientes se não podemos orar? Não se sustentaram os santos homens da antiguidade em seus piores tempos de tristeza e abatimento, recorrendo à oração? Atente para fazer o mesmo.
A impaciência certamente seguirá a falta de oração, mas a perseverança na vontade divina nasce da comunhão com Deus em oração. Gosto daquela bela, embora triste, imagem do Marte de Norwich Hudson, de quem Fox nos conta que quando estava junto à estaca, com a corrente ao redor dele para ser queimado, caiu sob uma nuvem. O Senhor havia retirado dele a luz do seu rosto e por isso aquele homem de Deus escorregou de sob a corrente para ter alguns minutos a sós com Deus.
Alguns pensaram que ele estava prestes a retratar-se e seus companheiros de martírio começaram a exortá-lo a permanecer firme e portar-se varonilmente. Mas aquele querido crente sabia o que estava fazendo e quando falou com o seu Deus, voltou a estaca com um semblante brilhante e radiante, dizendo: "Agora, graças a Deus, estou forte e não temo o que o homem possa fazer comigo. " e permaneceu em seu lugar com seus companheiros de sofrimento e ali foi queimado vivo até a morte, sem temor.
Ó o poder da oração, se apenas soubermos como entrar em contato com o eterno e onipotente, seremos alegres e pacientes em todas as tribulações e bravamente suportaremos até mesmo o fio agudo da morte. A oração deve ser exercida em todas as coisas, pois pela sua posição no presente contexto somos ensinados que não é sem oração que passamos a socorrer as necessidades dos santos, porque oramos por eles, estamos prontos a ajudá-los com obras de amor. Se não estivermos acostumados a orar pelos irmãos, não seremos dados à hospitalidade.
Muito menos abençoaremos os que nos perseguem. A oração é o sangue vital do dever, a seiva secreta da santidade, a fonte da obediência. Sobre a oração, como é falada no texto, que o Espírito Santo nos ajude agora a meditar.
Três coisas mencionarei que serão mais bem lembradas por estarem ligadas a três palavras: instante, constante, expectante. Um primeiro então instante, perseverando na oração. Talvez seja apropriado dizer nesta altura que estas palavras, embora eu vá me deter nelas em inglês, não são idênticas ao grego, no qual há apenas uma palavra.
Não sei se uma tradução melhor poderia ser dada e por isso me contentarei com as próprias palavras da nossa versão. A palavra instante como usada por nossos tradutores, significa insistente, urgente, importuna, fervorosa. Dizse que a palavra grega tem um significado de aplicar sempre força na oração ou continuar com toda a sua força em oração.
Nossa oração deve estar cheia de vigor. Bem-aventurado o homem cuja força está em ti. O grande mestre, o puritano Thomas Brooks, diz que a palavra é uma metáfora tirada dos cães de caça, que nunca abandonam a presa até tê-la capturado.
Um cão de caça, quando está perseguindo sua vítima, coloca-se em pleno movimento, usando cada membro e músculo para seguir tão rápido quanto possível. Se você o vislumbrar, verá que ele se lança para a frente com intensa videez. O corpo inteiro e a alma do cão estão em movimento em direção a um único objeto.
Nenhuma parte dele fica para trás, nem sequer um olhar é dado a qualquer outra coisa. A criatura inteira está instantaneamente atrás da caça que persegue, pressionando urgentemente no encalço, como dizemos, para alcançar a presa. Ora, é assim que devemos orar.
A oração, como mera forma, não passa de zombaria. A oração em modo lânguido, morno, de meio coração, pode ser mais deshonrosa para Deus do que honrosa a ele. Nós mesmos, talvez, sejamos mais prejudicados pela oração morna do que beneficiados por ela.
A oração prevalescente é frequentemente descrita na Escritura como uma agonia, combatendo comigo nas vossas orações. Frequentemente falamos dela como luta e fazemos bem, porque assim é. Na luta, um homem tem toda a sua mente, bem como todo o seu corpo, ocupados com o desejo de derrubar o seu adversário.
Ora, ele se dobra e se torce. Ora, ele se estica e se esforça. Agora usa um pé e depois o outro.
Tenta um braço e depois uma perna. Muda de posição, assume outro lugar e mantém os olhos continuamente abertos para que não seja apanhado desprevenido. Tem ambas as mãos ansiosas por uma pegada, todo o corpo pronto para um arremesso.
O homem inteiro está em sua luta. Assim também vocês devem orar. Toda a sua mente, sua memória, seu juízo, sua afeição, suas esperanças, seus temores e até a sua imaginação devem concentrar-se neste labor da oração.
Que o Espírito Santo opere em vocês esse ardor abrangente, essa energia do homem todo. Devemos ir com toda a nossa alma a Deus ou ele não nos aceitará? Será ruim para nós se formos de meio coração, pois está escrito: "O coração deles está dividido.
Agora serão achados culpados. " Desde os dias de João Batista até agora, o reino dos céus é tomado por esforço e os que se esforçam se apoderam dele. Somos exortados a bater e como nosso modelo somos dirigidos àele que à meia-noite despertou o amigo adormecido.
Somos exortados a ser persistentes como a viúva diante do juiz injusto. Devemos orar como se tudo dependesse de nossa oração, embora afinal essa oração seja em si mesma efeito de uma causa que existia muito antes. Devemos ser tão importunos como se Deus não estivesse disposto e pleitear tão ardentemente como se ele já não soubesse muito melhor do que nós de que coisas necessitamos.
O fervor deve estar presente em todas as nossas orações ou elas voltarão sem resposta e isso é bastante razoável. Deverá Deus ser esperado para nos dar aquilo que nós não valorizamos? Se não valorizamos a bênção o bastante para buscá-la com avidez, não é correto que ele a retenha até que estejamos em melhor disposição?
Devemos adorar a Deus com reverência dividida. Devemos tratá-lo como se fosse inteiramente suficiente para ele receber de nós um pensamento solto ou um desejo de meio coração, de vez em quando uma espécie de cumprimento. Podemos esperar que ele receba o nosso sacrifício se não colocarmos fogo debaixo dele?
Se não tivermos ímpeto de fervor no espírito, podemos esperar ser aceitos? Ele abomina o morno. Não abominará também as nossas orações?
Veja como lidamos com nossos semelhantes. Se eles nos pedem um favor e vemos que poucos se importam com isso, não temos grande pressa em incomodar-nos para ajudá-los. Mas se são muito insistentes, cedemos aos seus rouos.
E assim também Deus, em sua misericórdia segue aos rouos do seu povo. Como alguém disse muito lindamente, a ama quando tem o filho num berço, embora ele comece a chorar mingar um pouco, o deixa e continua em seus afazeres domésticos. E quando ele chora um pouco mais e mais um pouco, ela ainda escuta, mas o deixa onde está.
Mas quando, afinal o bebê se põe a chorar com veemência, então logo o aperta ao seu seio com muitos beijos e palavras bondosas. Filhos de Deus, vocês precisam clamar poderosamente ao Senhor e derramar o coração como água diante dele. Então, ele atentará para vós do vosso clamor e vos será feito segundo o vosso desejo.
A insistência na oração é necessária. Precisamos ser fervorosos ou ardentes, ou não prevaleceremos. Como alcançaremos essa urgência?
O gracioso Espírito de Deus deve no la conceder. Mas quais são os métodos pelos quais, sob sua direção, podemos tornar-nos insistentes na oração? Respondo primeiro.
Estudemos muito cuidadosamente o valor da misericórdia que estamos buscando da mão de Deus. Ó buscador, cuide de fazer isso. Seja o que for que você esteja pedindo, não é uma ninharia.
Olhe bem para isso. Se for algo acerca do qual você não tem certeza de que estaria de acordo com a mente de Deus, deixe-o de lado. Você não tem direito de ser muito fervoroso por aquilo cuja necessidade é duvidosa.
Isso pode ou não ser bom para você. Apresente seus pedidos ao Grande Pai gentilmente uma ou duas vezes e então deposite-os levemente nas mãos de Jesus. Mas quando você tem certeza de que a bênção buscada é algo bom e necessário para sua alma, então para que o seu espírito seja forte na oração, adquira um profundo senso do seu valor, da sua bondade e da sua necessidade.
Examinea como um ourives examina uma joia quando deseja avaliar o seu preço. O ardor de um homem na busca será proporcional à sua consciência do valor daquilo que busca. Faça-se sentir quão preciosa é a graça quanto custou ao Senhor trazê-la até você.
Que bênçãos ela traz consigo para o tempo e para a eternidade. E quando o seu coração vir que está buscando um dom indisivelmente precioso, então o seu desejo será despertado para orar com intensos anseios. Quando tiver feito isso, medite muito sobre as suas necessidades, para que adquira um senso de sua necessidade da misericórdia que está buscando.
Olhe para a pobreza de sua alma e para sua própria indignidade. Olhe para o que lhe acontecerá se essa bênção não vier. Se for alguma bênção espiritual absolutamente indispensável, imagine onde você estará se Deus a retiver.
que males surgirão da continuidade da sua falta dela e que necessidades adicionais ainda poderão cercá-lo. Quanto mais a sua necessidade o ferir, mais ansiosamente você clamará ao Senhor por causa dela. Você deseja pão para sua alma?
Tenha fome e deixe que a sua fome penetre no seu coração. Você deseja a água da vida? Tenha sede e deixe que sua sede o queime até secar como um caco de barro.
Deixe que as suas necessidades pela meditação tenham liberdade para apoderar-se de você e afligi-lo com um senso da sua vacuidade e nulidade. Nada coloca o homem mais ansiosamente na oração do que um profundo senso de sua necessidade daquilo que está buscando da mão do Senhor. Buscará avidamente vestes aquele que treme em sua nudez sob a rajada do inverno.
anelará ardentemente pelo lar aquele que se percebe perdido em um campo ermo em meio ao nevoeiro de meia-noite. Adquira consciência de onde e do que você é a parte de Cristo e da misericórdia de Deus. Então, quando perceber bem a sua necessidade, isto junto com o senso da grandeza da bênção, muito o avivará quanto a insistência na oração.
Procure também adquirir uma consciência distinta do fato de que Deus deve dar-lhe essa bênção ou você jamais a terá. Leva tempo pensar nessas coisas. Por isso, separe-se por algum tempo de todas as outras ocupações e pense nesses assuntos.
Diga-se mesmo: Aqui está tal e tal misericórdia espiritual. Eu jamais poderei tirá-la de mim mesmo, pois sou um poço seco. Nada pode sair do nada e eu nada sou.
Não posso tirar coisa limpa de coisa imunda, e eu sou imundo. Esta bênção espiritual não posso obter do meu semelhante. Nem rei, nem sacerdote poderiam trazê-la até a mim.
Não posso subir ao céu para buscá-la, nem descer ao abismo para encontrá-la. Nem a terra, nem o céu podem produzi-la, nem o tempo, nem a eternidade podem gerá-la. Somente Deus deve dá-la a mim.
E ele é soberano, tem um direito de dar ou de reter. Não posso reivindicá-la como um direito. Ele deve dá-la por pura misericórdia.
Deve ser um dom de favor e merecido. Ó, se essa verdade for profundamente trabalhada em sua alma, você orará seriamente e usará os argumentos corretos. Tem misericórdia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade, segundo a multidão das tuas misericórdias.
Somente Deus pode ajudá-lo e se ele recusar, você está perdido para sempre. Portanto, clame poderosamente a ele. Além disso, para torná-lo insistente na oração, procure desejar avidamente a coisa boa.
Não se ponha diante de Deus se quer vencer em suas mãos como alguém que ficará contente, quer receba, quer não. Não diga: "Dá-me ou retém, tanto faz para mim. Bato a tua porta e se abrires ficarei um tanto satisfeito.
Mas se tua porta ficar fechada, também ficarei satisfeito. Ó não, tal indiferença jamais prevalecerá com Deus. Há ocasiões em que você precisa ser levado a esta condição, a de que não aceitará ser negado.
Há uma santa importunação, como os puritanos costumavam chamá-la, a qual devemos ser levados, na qual, com santa ousadia ousaremos dizer como Jacó: "Não te deixarei ir se não me abençoares. " Tal linguagem seria blasfêmia se não fosse permitida, seria presunção se não fosse encorajada. Mas há pouco risco de sermos ousados demais, pois nestes tempos os homens estão mais inclinados a manter distância do que a aproximar-se demais.
Temos permissão para usar a liberdade de filhos obedientes e amorosos. É nos permitido, na santa confiança da fé decidir que buscaremos até encontrar, pediremos até receber, bateremos até que a porta se nos abra. Nosso caso é urgente e precisamos pressioná-lo até que a nossa causa seja ganha.
Nunca um homem foi levado a esse ponto pela graça de Deus, sem que rapidamente o Senhor se agradasse de abrir a mão da sua liberalidade e dar-lhe conforme o seu desejo. Mas essa veemência precisa manifestar-se. Certa pessoa é mencionada em Guerra Santa de John Buon, cujo nome é Senhor Desejo Acordado, um sujeito excelente, cultive a sua amizade.
Aí alguns que moram ao lado do Senhor deseja adormecido e suas orações dormitam como certos animais selvagens no inverno. Com prazer eu os tiraria de suas tocas. Acorde, homem, acorde quando orar, pois é insulto a Deus oferecer-lhe culto sonolento.
Sonhar enquanto ora e brincar de orar, como alguns fazem, são pecados graves. Não, não. A oração precisa ser trabalho do coração, trabalho da alma, trabalho do espírito.
A oração deve ser o suor da alma. Às vezes deve até ser como o suor de sangue de um coração angustiado clamando poderosamente ao Senhor, como Jesus fez no jardim. A esses o Senhor envia o seu anjo para fortalecê-los, ou de algum modo ouve os seus clamores naquilo que os encheu de angústia.
A intensidade do desejo precisa ser demonstrada, caso contrário, pode acontecer de ainda não ter chegado o tempo da concessão. Vou supor, querido irmão, que você seguiu estas orientações até aqui com a ajuda do Espírito de Deus e agora conhece a sua necessidade da misericórdia e algo do seu valor. Você vê que somente Deus pode dá-la a você e está ansiosamente desejoso de obtê-la.
Agora vem o cabo de guerra. Você deve pleitear com toda a sua força. Reúna todas as suas faculdades para ver se isto é ou não matéria de promessa.
Tome a Bíblia, sua carta e a vontade de seu pai e veja se há alguma parte dessa carta que promete essa boa coisa a você. Quando tiver encontrado a promessa, põe o dedo sobre ela. Melhor ainda agarra em sua mão com o espírito e vá diante de Deus com ela.
Se a oração é como Lutero a chama, bombarda cristionarum, a grande arma de fogo do cristão com a qual ele bombardeia o céu, então certamente a promessa é a munição que ele dispara. Pleitei a promessa, dizendo: "Senhor, faze como disseste. Cumpre esta palavra ao teu servo, na qual me fizeste esperar.
Se uma promessa não parecer fazê-lo prevalecer, procure outra e pleiteia. Talvez esta seja mais ao ponto, uma promessa que a sua própria alma pareça sorver como se tivesse sido falada a você nova e frescamente, como se homem algum a tivesse recebido antes. Espalhe essa segunda promessa diante do Senhor.
Nada lhe agrada mais do que ver a sua própria palavra pleiteada por seus filhos. Tente isso e se tornar manifesto que você ainda não obteve êxito, volte-se para outra promessa e outra e outra e outra. E então pleiteie por amor do teu nome, por amor da tua verdade, por amor da tua aliança.
Então venha com o maior argumento de todos. Por amor de Jesus e em seu nome, por amor do sangue, eu te suplico, meu Deus. Ó tu que ouves a oração, não guardarás tu sintonia com a tua própria palavra e não serás fiel ao teu próprio filho.
Ali você prevaleceu. Por esse sinal você venceu. Mais uma vez será visto que o Senhor ouviu a voz de um homem.
Ainda falta uma coisa e essa é uma fé forte. Não apenas que Deus existe, mas que ele é galardoador dos que o buscam diligentemente. Você não pode ser insistente na oração, nem, aliás, oferecer oração aceitável alguma, a não ser que creia no Deus que ouve a oração.
Os sábios modernos nos asseguram com um ar paternalista que a oração é um exercício piedoso, extraordinariamente benéfico para nós mesmos, mas totalmente inoperante em relação a Deus. são bondosos o bastante para permitir-nos orar com tanto que não suponhamos que isso produza o menor efeito. E pensam eles que somos tão idiotas que ficaríamos assobiando ao vento, achando bem para nossas almas em tal procedimento estúpido, devem ter formado a noção da nossa condição mental a partir da deles próprios.
Se imaginam que oraríamos sabendo que Deus não nos ouve nem nos responderia? Oração sem a ideia de um Deus que ouve não é oração, é solilóquio. Ou, em outras palavras mais simples, uma tola conversa consigo mesmo, como se vê em velhos meio dementes que já sobreviveram ao pouco juízo que um dia possuíram.
Você precisa crer que Deus é e que existe verdadeiro comércio entre a sua alma e Deus e que os seus rogos são parte do método divino de abençoá-lo. Ou então você não está orando, mas divagando e tagarelando. O Senhor realmente escuta os rogos do seu povo.
Embora não altere sua ordenança e seu decreto, ainda assim, de um modo ou de outro, faz das orações do seu povo um elo eficaz na maquinaria da sua providência e graça, de modo que não sem oração ele os abençoa, mas com ela os abençoa abundantemente. Queridos amigos, que o Senhor, o Espírito Santo nos desperte a todos para sermos insistentes em oração poderosa e enérgica. Dois.
Agora, em segundo lugar vem a palavra constante, perseverando na oração. Voltemos ao cão de caça com o qual. Nós o vimos correndo como vento atrás da presa, mas isso não será suficiente se durar apenas um pouco.
Ele precisa continuar correndo se quiser capturar sua presa. Não importa quão rápido o galgo vá, se depois de manter o passo por um tempo começar a diminuir, o cero escapará dele. É sinal de fracasso no comércio do ferro.
Quando os fornos se apagam, quando os negócios prosperam, o fogo arde de dia e de noite. E assim será com a oração, quando a alma estiver em estado fluorescente. Se a oração é o sopro vital do cristão, como poderia ele deixar de orar?
Precisamos manter o ardor da oração. Precisamos ser intensos sempre. A oração não deve ser algo de ontem, mas de hoje e de amanhã, até transformar-se em louvor acima.
Talvez a oração continue até mesmo no céu. Certamente as almas sobre o altar clamam até quando? E profecias e promessas ainda não cumpridas, grávidas de eventos futuros, serão ali pleiteadas.
O louvor, porém, é a principal característica do estado futuro, assim como a oração é a característica do presente. Devemos entrar em um bom ritmo, insistentes na oração e então mantê-lo perseverando na oração. Isso é difícil, diz alguém.
Quem disse que não era? Todos os processos da vida cristã são difíceis, na verdade são impossíveis a parte da ajuda permanente do espírito divino, mas o espírito ajuda as nossas fraquezas. Agora, então, irmãos, para que sejamos ajudados a manter o nosso fervor em oração, observem que a oração precisa ser contínua, porque está singularmente misturada com toda a dispensação do evangelho.
Assim como o incenso enchi o templo, assim a oração enche a economia do evangelho. O sangue estava sobre o propiciatório e sobre o altar, e a bacia e o candelabro e o livro. Era aspergido por toda parte no tabernáculo judaico.
E assim a expiação era o objeto mais conspico no culto prescrito pela lei de Moisés. Mas em segundo lugar, depois disso, a oração era o elemento mais proeminente no contínuo invocar a Deus e na fumaça do incenso pela qual a oração era simbolizada. É o alto privilégio daqueles que creem em Jesus achegar-se a Deus com suas petições perpetuamente.
Toda a igreja, como as 12 tribos, serve instantaneamente a Deus de dia e de noite em oração, esperando o cumprimento da promessa da gloriosa aparição. Eis que ele ora, é a própria marca do cristão individual e a unidade, a vida e a espiritualidade da igreja são melhor vistas na oração. Nem a oração é feita só na terra.
O Espírito Santo intercede e Jesus no trono eterno pelos pecadores suplica. A oração era preciosa para Jesus quando ele era o homem de Nazaré no lado solitário da montanha. E a oração é preciosa para ele agora, que como filho de Deus intercede em glória.
Até mesmo a ele a aliança acrescenta esta condição de oração. Pede-me e eu te darei as nações por herança e os confins da terra por tua possessão. A oração é a atmosfera que circunda a terra de Emanuel.
Assim como as nuvens pairam sobre as montanhas, assim a oração repousa sobre cada misericórdia de Deus. A oração está ligada a toda bênção da aliança. Ora, amados, é aquele que invoca o nome do Senhor que a promessa de salvação é dada.
Nosso Pai Celestial dá o Espírito Santo aos que lhe pedem. A justificação foi dada ao publicano antes que ao fariseu, porque ele ofereceu oração humilde, crente e aceitável, ao passo que o fariseu nada pediu, apenas glorificou a si mesmo. A adoção gera oração, pois nos traz o espírito de adoção pelo qual clamamos a papai.
Desde a eleição até a perfeição em Cristo, não há bênção da aliança que não seja entendida, recebida, desfrutada. alimentada e praticamente usada por meio da oração. Aqueles que desejam navegar em segurança pelo mar da vida, precisam orar durante toda a passagem até o céu.
Além disso, amados, a oração esteve ligada a toda experiência espiritual viva que vocês já tiveram. Poderiam, por favor, olhar para trás para a hora em que estavam debaixo da figueira e Jesus os viu? Não estavam em oração.
Quando vocês se levantaram pela primeira vez para ir ao seu pai, não foi o primeiro passo, uma oração? Quando receberam a certeza da salvação, não foi em resposta à oração? Quando a bandeira dele sobre vocês foi amor, não sentiram ser doce orar?
Quando vocês se banquetearam à sua mesa e ele se revelou a vocês como não se revela ao mundo, não estavam então em espírito de oração? O Monte Mizar e os hermonitas, lugares que vocês jamais podem esquecer. Os mais escolhidos dos lugares que parecem, ao olhar para trás, pela perspectiva da vida, resplandecer com esplendor sobrenatural.
A oração não esteve ligada a todos eles. Nada houve de grandemente grande ou bom em sua vida espiritual, sem que Jabocresse perto disso e o topo do Carmelo estivesse à vista, onde você lutou com Deus e prevaleceu. Ora, amados, somos ordenados a ser constantes em nossa insistência.
Não é isso correto? Há algum tempo em que possamos dar-nos ao luxo de afrouxar a oração? Poderiam, por favor, colocar o dedo no mapa do caminho e mostrar-me onde o homem cristão pode deixar de orar?
É quando prospera? Não, pois então precisa de graça para levar um cálice cheio, com mão firme. É quando está em aflição.
A própria natureza não nos ensina que no tempo da aflição devemos aproximar-nos especialmente de Deus em oração. Quando ele deveria orar, melhor, quando não deveria orar? Onde pode ele orar?
A resposta é: pode orar em todo lugar. Pois como alguém bem disse, um homem que leva o seu templo consigo está sempre no lugar onde pode orar. E não sabeis vós que os vossos corpos são templos do Espírito Santo?
Onde quer que você vá, leve o seu templo consigo e em todo lugar pode orar e deve orar e precisa orar. E portanto, certifique-se de que ora. Se você estiver no eirado com Pedro, ore ali.
E se estiver servindo à mesa com Neemias, ore ali. Se estiver no campo com Isaque ou no monte com o Senhor, ou no mar com Jonas, ou numa prisão com José, ou no momento da morte com Estevão, ore ali. Enquanto viverem, os cristãos devem orar, pois só enquanto oram é que vivem.
Quando estão sob as asas dos querubins clamando a Deus junto ao seu propiciatório, então estão no lugar secreto do tabernáculo do Altíssimo e então permanecerão à sombra do onipotente. Mas especialmente devemos ser constantes na oração, porque dons tão notáveis são concedidos à importunação. Deus muitas vezes dá liberalmente a oração quando ela fala uma só vez, mas a insistência frequente gera resposta abundante.
A oração que mais enriquece a alma é aquela que demora a abrir caminho diante de Deus. Quando as orações, como grandes navios, passam muito tempo na viagem, você pode esperar que tenham ido longe e ajuntado ricas cargas e voltarão trazendo toda a sorte de mercadoria preciosa. Se você puder apenas esperar tranquilamente e aguardar pacientemente, tudo irá bem.
As escolhidas bênçãos do céu são reservadas para os Elias, que podem dizer: "Vai outra vez por sete vezes para os homens que voltam outra e outra e outra vez e nunca desfalecem. " Espere então no Senhor com santa importunação de oração e a sua recompensa mais do que o compensará. É bom para nós sermos compelidos a orar assim.
Isso exercita as faculdades da alma. faz homens de nós, leva-nos da infância espiritual à perfeita maturidade. Portanto, sejam constantes na oração e ajuntem força para rogos importunos.
Nenhuma razão pode ser dada para que não continuemos em insistente oração. Posso supor um irmão dizendo: "Sinto que não consigo orar". Quando você sente que não consegue orar, pode ter certeza de que está mais necessitado de oração do que nunca.
Não é essa indisposição para orar um dos mais tristes sinais da condição da sua alma? Uma daquelas razões que acima de todas as outras deveriam levá-lo ao propiciatório? Diria o Senhor o mesmo se eu lhe dissesse que consigo orar?
Exatamente o mesmo. Pois agora, quando o vento está favorável, você deve isar todas as velas. Se não consegue progredir agora, quando conseguirá?
Portanto, ore quando consegue orar e ore quando não consegue orar. Ai, Senhor, não consigo ir além de um gemido. Irmão, não se aflija, pois a melhor oração do mundo consiste em gemidos inexpremíveis.
Às vezes podemos ter dúvida se o Espírito de Deus nos ajuda a orar em orações alegres, embora eu não diga que haja necessidade dessa dúvida. Mas não podemos ter qualquer dúvida quanto as nossas orações tristes, pois está expressamente dito que ele intercede por nós com gemidos inexpremíveis. Você pensa que o principal fim da vida do cristão é estar confortável?
Muitas vezes é mais benéfico para nós gemer como pombas do que cantar como rushinóis. Às vezes pode haver mais oração num suspiro do que numa longa oração discursiva. Muitas vezes eu pessoalmente olho para trás para tempos de cativeiro, quando clamava a Deus com toda a minha alma e pensava que não estava orando e desejo que eu orasse agora como orava.
Então, portanto, orem sempre, sintam-se ou não inclinados à oração. Ainda assim, orem. Os pescadores de Menton continuam pescando com sua grande rede.
Sim, aos grupos de 20, eles a levam e a puxam de novo. E frequentemente não conseguem mais do que uma pequena sardinha por todo o seu esforço. Muitas e muitas vezes eu vi que não traziam mais do que podiam segurar na mão como produto de uma rede que cobria acres.
Mas por que continuam? Porque são pescadores e nada mais podem fazer. Você e eu somos homens de oração e nada mais podemos fazer se não esperar no Senhor.
Assim se depois de muitos lançamentos da rede conseguirmos apenas uma pequena resposta, tentaremos de novo, pois isto é tudo o que podemos fazer. Senhor, para quem iremos nós senão para ti? Continue em oração, porque a continuação da nossa insistência na oração é a prova da realidade da nossa devoção.
Homens que estão nos negócios e falam sério, não podem dar-se ao luxo de abrir a loja, fazer um pouco de comércio ocasional e depois colocar um aviso. O proprietário desta loja saiu para uma excursão e retomará seus negócios quando tiver vontade. Isso seria brincadeira, não comércio.
E assim é na oração. Um pouco de oração e depois um longo período de negligência provarão ser uma ilusão e um laço. Um pobre simplório que nunca havia ido ao mar quando estava indo para Austrália perguntou a um amigo a bordo do navio o que os marinheiros faziam com o navio à noite.
Fazer à noite? Foi a resposta. Ora, navegar tão rápido quanto podem.
Eu não sabia", disse ele, "que eles trabalhavam à noite. Pensei que parassem o navio. Deve ter pensado que estava em alguma excursão de prazer ao longo da costa e que o IAT ancoraria quando o sol se pusesse.
Mas ele estava no navio transatlântico, feito para trabalho e não para passeio. O homem que fala sério precisa navegar, esteja escuro ou claro. E assim na oração, devemos servir a Deus insistentemente de dia e de noite.
Orações reais são orações constantes. Há um peixe, vocês sabem, que às vezes tenta voar, mas nem por isso é um pássaro. [limpando a garganta] Ele apenas dá um pequeno voo e então volta à água.
Mas um pássaro verdadeiro continua no ar, especialmente se for um pássaro como a águia, cujas asas incansáveis a levam acima das nuvens. Cuidado com orações que saltam como gafanhotos e logo caem de novo. Que as suas orações tenham as asas da pomba, que voem para longe da terra e repouse em Deus.
Os hipócritas oram aos arrancos. O cristão genuíno ora sem cessar. Cuidado em julgar-se por certos espasmos de oração.
Quando apaguei minha lâmpada ontem à noite, compensei, ela tornou a brilhar, depois apagou de novo e então tornou a brilhar outra vez. Fez isso muitas vezes enquanto eu esperava, mas eu sabia que cedo ou tarde teria de apagar-se. Alguns têm um modo de lançar uma ou duas orações, mas a sua piedade é apenas uma luz moribunda.
Logo tudo acabará. Perseverem na oração. Isso será o teste para saber se a sua oração é lâmpada do Senhor ou uma luz moribunda acesa por vocês mesmos.
Amados, devemos perseverar na oração, mas apenas o Espírito Santo pode capacitar-nos a isso. Podemos, porém, ser muito ajudados nisso ao separarmos ocasionalmente um tempo especial. Dias de oração e horas de oração e épocas definidas de oração são muito úteis.
Devemos ter nossos períodos marcados a cada dia, mas tempos especiais, além do nosso costume regular, podem atiçar o fogo e fazê-lo arder mais intensamente. Unir-se a outros cristãos em oração é frequentemente muito útil. A oração particular é, em muitos aspectos, mais importante do que a pública e é melhor prova do cristão.
Ainda assim, a oração pública muitas vezes reage sobre a devoção privada. E quando dois ou três estão juntos concordando quanto ao reino, suas súplicas muitas vezes ajudam uns aos outros e obtém a coisa desejada. Três.
Nossa última palavra é expectante. Não está verbalmente no texto, mas precisa estar realmente, porque não haverá insistência nem constância sem expectativa e sem a crença de que Deus pode e quer dar aquilo que buscamos. Voltemos outra vez ao nosso cão.
O cão não correria em tão grande velocidade se não esperasse capturar a presa. Mas vejam como cada membro se estende com intensidade e ele passa por cerca e vala atrás da caça, porque já quase a alcançou. E embora ela voe diante dele com toda a força, ainda assim ele está logo atrás.
Não há oração fervorosa sem fé de que Deus o ouvirá. Pelo menos se a insistência pode ser sentida por algum tempo, a constância não pode ser mantida por muito tempo sem isso. A expectativa é a própria razão da oração.
Alguns preferem orar porque é seu dever e seu costume, mas a oração real geralmente brota da expectativa de que Deus ouvirá. Fui despertado por volta das 4 horas desta manhã por um som agudo e estridente. Pensei que fosse uma andurinha gritando junto à janela e voltei a dormir.
Mas logo fui despertado pela repetição do mesmo som cortante. Um passarinho havia encontrado caminho para dentro do meu quarto e clamava por liberdade. Levantei-me da cama e abri a janela para soltar o cativo.
Ele não parecia saber o caminho. Então eu o peguei e o coloquei gentilmente na janela. e no instante voou para o carvalho próximo e ali pousou.
Observei o seu movimento. No momento em que se assentou confortavelmente, começou a emitir gritos agudos e virou a pequena cabeça para todos os lados, como se estivesse procurando alguém. Estava chamando pela mãe e por quê?
Porque esperava ser alimentado. E por que esperava ser alimentado? Porque já havia sido alimentado antes.
Se fosse um pássaro adulto, não teria chamado por comida. mas teria procurado por si mesmo. Mas aquela pobre criaturinha havia sido nutrida pelos pais e agora estava olhando em redor para ser suprida novamente.
É por isso que oramos. Ó Senhor, tu tens suprido nossas necessidades por tanto tempo e tantas vezes em resposta à oração que já tomamos esse caminho e agora oramos não apenas porque devemos fazê-lo, mas porque se tornou natural para nós orar. e esperamos que tu nos ouças.
Quando tu ouves, te bendizemos, mas não ficamos surpresos como se fosse algo estranho. A tua verdade causa grande admiração, mas não espanto, porque é próprio de ti cumprir a tua palavra. Somos pobres filhos dependentes e tu és um pai sábio eterno.
Nunca nos deixaste e nunca nos deixarás. E por isso perseveramos insistentemente na oração, porque somos expectantes da tua graça. Alguns profetos raramente exercem expectativa na oração, mas a alma da oração se vai quando você não tem expectativa.
Deus ouvirá o clamor do seu desejo, mas a mão na qual ele colocará a misericórdia é a mão da sua expectativa. Você precisa crer que tem a bênção ou não a terá, a não ser por alguma misericórdia extraordinária além do que foi prometido. O seu modo usual é levantar nossas expectativas para que aguardemos o favor e então ele o envia.
Se algumas pessoas esperassem respostas à oração, poderiam logo tê-las, pois suas orações seriam respondidas por elas mesmas. Fui lembrado disso por um menino, cujo pai orava em família para que o Senhor visitasse os pobres e aliviasse suas necessidades. Quando terminou, seu filhinho disse: "Pai, eu gostaria de ter o seu dinheiro.
Por quê? " "Por", disse ele. "Eu responderia à suas orações por você".
Quais orações, João? Ora, pai, você orou para que os pobres fossem ajudados e você poderia fazer isso muito bem com o seu próprio dinheiro. Gosto ainda mais daquela história do bom homem na reunião de oração, que lendo a lista de pedidos, encontrou um para uma pobre viúva para que sua aflição fosse aliviada.
Então começou a lê-lo, mas parou e acrescentou. Não vamos incomodar o Senhor com isso. Eu mesmo cuidarei disso.
Inúmeras orações são desse tipo. Estamos pedindo a Deus que faça aquilo que nós mesmos deveríamos fazer. E isso é pura impertinência.
Se realmente orássemos com seriedade, esperando ser ouvidos, nossa resposta frequentemente viria exatamente dessa maneira, sendo nós mesmos despertados para perceber que o Senhor nos ouviu. O Senhor bem poderia dizer-nos: "Você diz: "Venha o teu reino, levante-se e ajude a fazer vir o meu reino. Você pede que meu nome seja santificado.
Vá você mesmo santificar o meu nome. " Ó, se tivéssemos a expectativa que ensina ação prática para que encontrássemos a resposta à nossa oração dada antes mesmo de pedirmos, segundo a promessa, antes que clamem, eu responderei. Estando eles ainda falando, eu os ouvirei.
Eu tinha muitas coisas a dizer-lhes, mas vocês não as podem suportar agora, pois o tempo já passou. Vocês não veem quanto campo há para oração. Vocês jamais precisarão deixar de suplicar por falta de assuntos.
Continuem, portanto, a ser insistentes nela. Santo Deus, eu me aproximo [música] sem defesa, sem razão. Tu me vês nos detalhes, no segredo do coração, nos [música] pequenos pensamentos, [canto] nas palavras que eu soltei.
Teu espírito me [música][canto] chama, confessa. E eu confessei. [música] Não escondo minha culpa, não maquio [música][canto] minha dor.
Contra ti eu pequei contra [canto][música] o teu santo amor. Mas que atos minha raiz, um querer [canto] desalinhado. Eu preciso de [música] limpeza.
Eu preciso ser [canto] lavado. Cordeiro, [música][canto] minha justiça, fim do meu tribunal. Eu largo a autojustiça, [canto] me rendo ao teu final.
[canto] Jesus [música] tem misericórdia. >> [música] >> Jesus, vem me [canto] purificar. Teu sangue fala mais alto que o meu pecado a gritar.
[grito] Minha única [música] defesa [canto] é a cruz, é o teu favor. Eu adoro a tua graça. Eu [música] descanso [canto] no teu amor.
>> Tua misericórdia [música] é melhor. Tua misericórdia [música] [canto] é meu lar. >> Rei dos reis, eu me prostro.
Tu és [música][canto] luz e eu sou pó. Quando eu tento ser neudo, eu não terco em mim [música] só. Autonomia [canto] é mentira, autossuficiência [música] também.
Tu és fonte, tu és vida. Sem [música] ti [canto] nada me sustém. Eu não [música] venho com currículo, venho [canto] com mãos sem [música] ter.
Não confio no meu choro, nem o meu [canto] vencer. Eu confio na [canto] firmeza do teu pacto, ó [música] Senhor. Tua aliança [canto] é selada no cordeiro [canto] redentor.
[música] Restaura minha alegria, [canto] tua [música] salvação em mim. Sustenta-me com espírito [canto] pronto até o fim. [música] Jesus tem misericórdia.
[música] Ah.