Olá pessoal Bom dia espero que estejam todos bem Hoje vamos começar nossa 2ª aula do curso estatística aplicada a psicobiologia parte 1 e começaremos hoje com um teste novo né análise fatorial teste muito importante aliás né e agora eu vou conseguir responder algumas coisas que eu prometi lá no começo do curso que estavam faltando a gente vai responder hoje eh nessa aula de análise fatorial Tá então hoje veremos duas técnicas análise fatorial e eh uma parente uma irmã né da análise fatorial que é a análise de componentes principais componentes principais para os íntimos PCA PCA
tá e a aula de hoje ela vai ser uma ela vai ser uma aula teórica Tá bom a gente vai ter depois outra aula de análise fatorial pelo menos mais uma e a aula de hoje é teórica ela é uma aula Motivacional para você entender como que funciona a lógica desses dois testes basicamente as aplicações desses testes tá sobretudo análise fatorial que é muito importante e aí na aula que vem a gente vai ver como faz no programa e tal A fazura no programa é fácil ela não é não é complicada Hoje os softwares fazem
muito bem mas o o mais complicado é entender a lógica a aplicação tanto da análise fatorial como a análise de componentes principais tá eh hoje eu vou Fazer uma diferenciação básica entre elas mas depois eh na aula que vem principalmente vou mostrar na conta porque que a análise fatorial e análise de componentes principais são diferentes tá e tem objetivos diferentes eh então uma para para começar eu quero retomar coisas que eu disse na primeira aula na primeira aula de todas lá atrás né 21 aulas atrás então na na primeira aula eu comentei uma coisa que
eu escrevi mais ou menos assim Eh eu eu descrevi algo mais ou menos assim que falei que eh qual qual que seria a a ideia de uma variável latente variável latente a ideia de uma variável latente seria que a partir a partir de um grupo a partir de um grupo de variáveis funcionais a partir de um grupo de variáveis Funcionais eh posso descrever posso descrever e as características as características de uma variável latente não observada não observada e na verdade não acessível né porque ela é observada mas não é acessível diretamente tá então eu joguei
essa Ideia né de que a partir de um grupo de variáveis funcionais posso descrever as características de uma variável latente não observada E aí nessa primeira aula de todas do curso eu falei sobre uma relação de equivalência né então que a gente tem uma uma forma de equivalência eh entre a por exemplo uma uma certa variável latente e outras variáveis observadas uma variável observada um mais uma Variável observada dois por aí vai né então isso é uma relação de equivalência Então até até lembrando do do da primeira aula mesmo do curso que quando você fala
de memória por exemplo né ou de hiperatividade né que acho que foi o exemplo que eu usei ali vou falar hiperatividade na verdade é uma variável latente porque ela emerge de um conjunto de coisas né então de um conjunto de comportamento tem o comportamento um tem um comportamento Dois o que você observa são os comportamentos Não não é a hiperatividade você observa os comportamentos a ideia que a hiperatividade a inteligência o que quer que seja seja uma variável emergente a partir do do da observação de coisas diretas Tá e agora a gente vai ver como
é que como é que a gente faz isso né na primeira aula eu construí uma lógica básica uma motivação né então a a a ideia decimais né como ou a ideia de que Vai ter um coeficiente que multiplica cada variável né E ess esse essa multiplicação é um e né E então essa relação de equivalência agora finalmente vou explicar como ela funciona tá então um dos principais objetivos da análise fatorial é a criação dessa variável latente então a ideia a ideia da variável latente é que ela é emergente então a a variável latente variável latente
emerge das variáveis Observadas E aí eu quero trazer aquela discussão da primeira aula de novo quando eu falo da satisfação né eu perguntar o quão satisfeito Você tá com alguma coisa não me diz nada né Agora eu avaliar os comportamentos separados e depois agrupá-los isso faz com que a satisfação seja um processo emergente a partir das observações dos comportamentos diretamente acessíveis né né então um exemplo que eu usei a satisfação com sabão em Pó satisfação com sabão em pó Como que eu consigo saber o quão satisfeito você tá com sabão em pó pedindo para você
avaliar coisas diretamente observáveis a partir do fenômeno que eu tô olhando então o branco o com o com deixa roupa branca de 0 a 10 ou o preço quanto que você avalia o preço do produto de 0 a 10 ou e o o o quanto de espuma algo assim de 0 a 10 o cheiro O que quer que seja né então todas essas coisas são atributos Observáveis são variáveis a partir da do agrupamento dessas variáveis você soma eh eh Você tem uma resultante que seria essa satisfação tá então é errado por exemplo você perguntar o
quão satisfeito você tá com o produto de 0 a 10 porque a satisfação é uma coisa que você não observa diretamente você tem que fazer a pessoa observar essas coisas para a partir daí emergir a satisfação né então a variável latente ela é resultado de uma pré-ativação dos comportamentos né Mesma coisa inteligência então se eu perguntar para você o quão Inteligente você é de zero a 10 isso não mede nada tá o quão Inteligente você é numa escala de 0 a 10 isso não mede nada serve para nada agora se eu pré-ativo você com os
testes eu te D um teste de um teste de memória um teste de atenção um teste de de conhecimento numérico eu vou te dando os testes a partir do agrupamento desses testes vai emergir a inteligência então a a isso ajuda a gente a entender que Quando você pensa que eh uma variável latente uma variável latente é resultado é resultado de um processo um processo emergente tá é uma variável latente é um processo de é um resultado de um processo emergente a partir de ativações A partir de ativações ativações trazidas por variáveis observ observadas isso ajuda
você a entender várias coisas que e eh São enormes discussões no senso comum mas na psicologia por exemplo é já é psicologia científica séria é meio bobagem né Por exemplo uma coisa que que é bobagem assim bobagem mesmo e você eu vou falar a frase certa tá não Vou falar bagem tipo quando você diz q mede inteligência tá q mede inteligência q mede inteligência sim tá mede sim inteligência tá a questão é você tem que definir o que é isso O que é inteligência inteligência é o resultado de um processo né e eh tem um
monte de gente que falando Ah mas que aí não mede inteligência não serve para nada isso é um desconhecimento total da Psicologia básica assim na aula que vem Vou mostrar um artigo de 1904 que o spearman discutia Exatamente isso eu vou deixar na descrição aliás eh esse artigo de 1904 para você eh eh para você ver que essa discussão que eu tô trazendo aqui não é uma discussão nova é uma discussão que tá no artigo do spearman de 1904 né que inteligência não é uma coisa que você tem é uma coisa que emerge a inteligência
não tá na sua cabeça você não é inteligente você está inteligente né então o o boa parte das Variáveis latentes são assim elas são construídas a partir de um processo onde você entra em contato com o ambiente a partir de certas variáveis observadas e a inteligência emerge desse resultado tá então quando você pensa em inteligência não é que você tem uma portabilidade dela né e eh na verdade ela emerge a partir da sua interação com o ambiente por isso que para alguns em alguns contextos você é visto como inteligente em outros contextos não né porque
Inteligência não é uma coisa única ela emerge a partir de um processo e pensando por exemplo se você pega o teste de QI baseado no whisky no V ou ou visk se for criança né se você pega o o o no v o va tem 12 subtestes 12 subtestes então a inteligência o o q que é uma medida de inteligência do visc ele é o resultado a partir do do subteste um mais subteste dois e por aí vai ele é o resultado da medida de todos Esses subtestes né então quando quando eu aplico o visk
o v em você e você responde cada subteste É como se você tivesse uma pré-ativação de algumas competências logo o resultado emergente disso vai ser o QI que é uma medida de inteligência baseada no visk é uma medida de inteligência geral que serve para qualquer coisa não porque depende do contexto entende então assim a a Quando você pensa principalmente inteligência você não é inteligente você Está inteligente porque isso depende do contexto tá então a a a crítica que você tem que fazer não é que se QI mede inteligência ou não isso é resolvido a crítica
que você tem que fazer é quais são os usos possíveis do QI você vai usar QI para classificar pessoas né Ah o meu QI é mais alto mais baixo que o seu então sou melhor ou pior aí que tá a bobagem né você vai usar o QI como horóscopo porque é por isso que horóscopo é uma pseudociência completa Né porque é é uma coisa que é definida Desde quando você nasceu não muda nada e você usa isso como uma desculpa para te explicar né o q não é isso o o q não tem nada a
ver com isso você pode fazer um teste de QI hoje você pode fazer um teste de q depois de um ano dois pode pode dar diferença né porque tem a ver com contexto tem a ver com com a sua mudança tem a ver com esse processo tá então é é muito importante no começo definir uma variável latente uma Variável latente é o resultado de um processo tá então o o tem tem ainda gente na psicologia que tem essa bobagem assim na psiquiatria mais eu acho que a psiquiatria é bem pior nisso né de que você
carrega algo tipo você tem um atributo dentro de você né então a doença mental ela tá dentro de você e não é bem assim tá eh entender o que é uma variável latente você ent faz mais sentido você perceber que a variável latente é o resultado de um processo de Interação e se você percebe Quais as variáveis observadas que compõem esse processo de interação e você vê que em uma delas tem um problema né Talvez o tratamento para essa doença mental o que quer que seja esteja ali né ou talvez a sua inteligência seja melhor
definida por um componente do que por os outros né então assim essa primeira aula Ela é mais teórica e é uma discussão mais chá de cogumelo mesmo tá e eh se você tá achando muito vago é porque é mesmo essa Primeira aula tá depois isso vai ficar bem operacional vai ficar uma coisa bem bem mais fácil de fazer Tá mas entende principalmente para para quem é psicólogo tá aí um pedido tem 33 pessoas aqui quem for psicólogo dá um oi aí Fala oi escreve oi Por favor tá você que é psicólogo deve ter um pelo
menos né eu um ou uma com certeza se você é psicólogo você deve eu não coloquei ainda vou colocar logo depois da aula você deve ler o artigo do spearman que Está 1904 tá tem mais de 100 anos essa discussão psicólogo não entende psiquiatra eu não vou nem contar né coitado mas eh eh o psicólogo não entende a discussão de que toda variável latente é um é o resultado de um processo tá então você eh eh por exemplo eh eh Isso aqui é uma observação importante né você pensar que você você não é inteligente você
está Inteligente está inteligente tá isso aqui é uma junção de várias coisas tá bom isso aqui é uma junção a inteligência é o resultado de vários processos de vários processos observáveis comportamentais se der pau e um deles muda muda a inteligência porque a inteligência transiente isso aqui é chamado fenômeno transiente Fenômeno transiente tá um fenômeno transiente é Um fenômeno que Oscila mesmo então por exemplo você pode ter um QI super alto pelo teste de QI aí você é acometido por uma doença você tem um acidente né ou seja existe uma causa ambiental que afetou a
sua interação no ambiente afetou sua causa material Aí você teve um problema e aí você a a o seu q mudou mas era porque você é inteligente e não era mais não é porque mudou a sua história de vida mudou né você não pode desconectar e eh o fenômeno do do tempo Do momento onde você tá vendo né né E aqui um um um outro comentário uma outra observação tá não existe não existe fenômeno desconectado desconectado do tempo né que aí o tempo seria o contexto onde ele ocorre tá não existe um fenômeno desconectado do
contexto então se você faz um teste de QI hoje né e o seu q lá é 110 110 né esse número te define pro passado esse número quando você faz um teste de que e hoje tá E e deu 110 isso aqui não fala do seu futuro fala do seu passado isso fala de como você está até aquele momento que você faz o teste não fala dali pra frente e Quem disse isso quem disse que todo o teste de QI fala do passado do indivíduo e não do do presente spearman 1904 Ou seja é uma
vergonha que a gente não lê os textos originais sabe é muito triste mesmo então assim essa primeira aula é é realmente um um um um puxão de orelha no psicólogo e no Psiquiatra né psiquiatra se quer estudar comportamento e não sintoma tinha que atacar isso também né Tá mas o o psiquiatra é outras questões mas o o psicólogo misericórdia tá você tem que perceber que todo toda variável latente aí eu falo todo teste psicológico todo teste psicológico Quando você faz ele hoje ele não fala do seu futuro ele fala do seu passado né é igual
por exemplo aí pegando a a parte mética é igual quando você faz um um teste de glicemia né você quer saber se você tá diabético ou não Aí você faz uma glicemia né você faz um Um Faz um exame de sangue tira uma glicemia aí sua glicemia tá 97 seu valor de glicemia 97 né Essa glicemia fala do seu futuro do quanto vai estar seu valor de glicemia não fala do valor passado até aquele Momento né aí baseado que aí o médico vê baseado que sua glicemia tá 97 até o momento do teste né ele
pode propor uma conduta posterior para não deixar esse valor aumentar né mas não quer dizer que vai continuar sendo 97 não dá para saber né então assim quando a gente pensa num exame Clínico né glicemia colesterol e tal então o o médico vê lá seu seus triglicéride estão 200 né Aí fala os triglicérides são altos né tá tá 200 Então vamos fazer alguma coisa então mas Mas não vai ficar alto para sempre está alto até o momento do teste né se tá alto até o momento do teste vamos fazer alguma coisa aí vamos tomar um
remédio fazer um um exercício sei lá alguma coisa para diminuir esse triglicéride para um valor melhor né porque se você continuar com valor muito alto pode ter eh eh problemas no futuro né quando você fala na clínica médica isso é mais claro né quando você fala na clínica médica assim que é Baseado numa variável né invariáveis Clínica Médica então isso aqui é o a triglicéride né quando você olha sua sua triglicéride tá 200 você entende que que aquele valor de agora né nossa minha triglicéride tá agora 200 Aí começar a tomar remédio fiz exercício diminuiu
né quando a variável quando é uma variável observada você percebe né que isso fala do seu passado por que que você não faz isso para um teste de QI por exemplo ou para uma avaliação de depressão né Quando você faz uma avaliação um questionário alguma coisa de depressão e e deu um valor alto né você acha que isso te define quando na verdade não isso fala do seu passado até aquele momento não quer dizer que não pode mudar né e a gente faz isso muito com variável por que que a gente não faz isso com
fator também porque a gente gosta da definição né a gente gosta do diagnóstico sobretudo quando é doença mental a gente gosta do diagnóstico Parece que ele dá um limite pra gente né Isso é bom Por um lado para redução de sintoma mas é muito ruim do ponto de vista científico tá então assim o ou o paciente perceber Nossa Finalmente eu descobri o problema que eu tenho entre aspas Finalmente eu descobri né pro paciente tudo bem É o processo dele mas você como Clínico cientista você não deve definir a pessoa pelo diagnóstico sobretudo quando ele é
baseado em fator né porque todos os testes que você fez Definem ele até aquele momento não dali pra frente senão para que que você vai fazer uma conduta médica para nada não serve para nada você já tá definindo a pessoa tá então uma pessoa que tem um q alto ou um q baixo não muda muito assim a a o q não mede isso tá o q não é muito diferente de um de um teste de eh isso Pedro colocou um bom isso isso bomba no TDH bomba eh eh em transtorno de especto autista essas coisas
tá então tem que tomar cuidado com isso sabe de novo pro Pro paciente é uma coisa tá mas pro estudo científico é outra tá TDH por exemplo é uma etiologia muito mal definida mas muito mal definida né sobre tudo no que diz respeito às variáveis geradoras do TDH o TDH é uma variável latente em si mas os fatores geradores são muito mal definidos né então é é é zoado eh eh essa discussão ela fica muito mais profunda no curso dois tá mas eu já quero trazer uma um um uma questão aqui tá sobre isso E
e é mais que isso quando você vai medir por exemplo eh até até coisas bem bem diretas assim eh tem eh por exemplo na aí é só os biólogos entendem né você vai medir o tamanho de uma ave tá você tem uma um passarinho um passarinho assim né aqui o biquinho dele olhinho asa perninha tá isso aqui é medir o tamanho eu quero saber o tamanho da ave né se eu medir só esse tamanho aqui ó ela em pé né Isso não é Suficiente para dizer o tamanho da ave porque tem aves que são são
altas mas são fininhas tem outras aves que são largas né é baixinho e largo né Ah não então eu vou medir essa distância aqui também né não mas tem tem tem ave que tem a asa muito grande em relação ao resto tem a tem ave que tem asa pequena ah tá bom então vou medir o tamanho da Asa aí vou medir o tamanho do pé ou seja você vai descobrir que para medir o tamanho de uma ave de forma padronizada É um fator você tem que quando você vai medir o tamanho da ave que parece
uma coisa super operacional na verdade é uma junção da altura da ave mais o mais o tamanho da asa mais o tamanho da cabeça e por aí vai para você conseguir um método padronizado né para você conseguir um método padronizado de medida né que vale para qualquer ave para você poder comparar você tem que transformar isso num fator você tem que medir vários pedaços separados né E aí o Tamanho ele emerge como uma coisa além da soma dos pedaços tá isso você aplica massa muscular isso você não é frang você frango educador físico também né
a quantidade de massa muscular tem uma quantidade objetiva um uma porcentagem mas a porcentagem não diz nada porque depende do que a pessoa percebe né Eh eh depende das dos referentes que ele tem tá então isso é muito importante tá então isso traz a a tona uma discussão super importante que é o que é a Variável latente né a variável latente ela existe em muitos lugares tá muitos muitos lugares se você inventar quase quase tudo vira variável latente tá bom eh e aí A análise fatorial é muito importante para medir isso para criar isso tá
eh e aí o o Aí temos um outro detalhe importante agora ah A análise de correspondência o PCA né eles são chamados de testes de inter Dependência interdependência tá eh a a aqui Vale já vou deixar só os nomes aqui Vale A análise fatorial análise fatorial tanto análise fatorial exploratória e a confirmatória eh isso vale pro pro PCA né para análise de componentes principais eh isso vale para análise de correspondência que é o teste que a gente vai ver logo depois da análise fatorial análise de correspondência Ência eh e uma um outro teste que a
gente vai ver só no curso dois que chama análise de cluster tá Esses são os quatro principais testes de interdependência E aí é importante separar o teste de interdependência do teste de dependência os testes de dependência Você já conhece é é tudo que a gente viu tá com exceção do k quadrado né o k quadrado é um teste de ele entra um pouco na Interdependência também tá eh o o os testes de dependência o que quadrado entra aqui também tá como teste de interdependência o o os testes de dependência são os testes que necessariamente você
vai ter uma variável independente e uma variável dependente você vai ter essa relação você vai ter uma pergunta que é um sentido né sabendo a variável independente quero descrever a variável dependente vai ter sempre esse sentido Que é basicamente o glm né então o o o teste de dependência são todas as variações glm e suas variações test t a nova as anovas tudo tá então no teste dependente de no teste de dependência Você tem uma relação de dependência no teste de interdependência não as vari por exemplo a a as variáveis que entram no no fator
a Rigor elas não são variáveis independentes e ela não é uma variável Independente que vai gerar a variável latente a variável latente ela não depende dessas variáveis ela emerge delas isso Isso é uma sutileza importante tá a variável latente só acontece porque as outras variáveis acontecem tá que é diferente por exemplo de eu ter eh grupo e e uma certa medida sei lá peso tá aqui o grupo é a variável independente o peso é a variável dependente mesmo se eu não coletar o Peso o grupo existe e mesmo se eu não coletar o grupo o
peso existe as duas variáveis existem em si né e isso é usado nos testes de dependência você cria uma relação entre elas né em que uma exerce efeito sobre outra correspondência isso Conrado correspondência aqui tá eh tudo bem gente tá bom na na na análise fatorial Não não é assim a a se eu não tiver as variáveis observadas eu não tenho a latente não existe a latente Não vai aparecer no meu banco de dados tipo QI não aparece o que aparece é o resultado dos Testes quando eu coletar os testes e juntar eles aí eu
vou criar a variável QI a variável QI emerge então é mais que um teste de dependência não não não é só isso tá então as variáveis interdependen tá e o que que a gente vai ver no curso um no curso um a gente vai ver análise fatorial exploratória né vamos ver o PCA vamos ver análise de correspondência tá A análise de cluster vai ser do curso do e análise confirmatória também no curso dois tá eu vou falar um detalhe um pouquinho da análise confirmatória mas o grosso dela vai ser no curso dois tá mas essas
três aqui a gente vai atacar ainda no curso um tá são testes muito legais para para dar um pouco mais de Rigor teórico assim para algumas coisas tá eh tudo bem gente essa diferença e aí o o tem uma outra coisa que eu falei antes na verdade eu eu eu não não Coloquei isso numa frase mas agora eu vou vou falar Eh sobre o o um uso muito importante da análise fatorial né análise fatorial tem vários usos mas um um uso bem importante dele dela é o seguinte eh aqui ó vou colocar essa observação essa
nova observação né sobre o jlm quando eu tô então eu assim espero que vocês percebam né quando eu falo glm eu tô falando de todos os testes dentro também tá as Anovas todo mundo dentro tá então o o o glm ele é um teste que serve todo teste de dependência para isso tá um teste de dependência ele serve para ele serve para descrever explicar descrever explicar ou predizer descrever explicar ou predizer e os parâmetros os parâmetros de uma variável dependente de interesse então glm é um teste que serve para Descrever explicar ou predizer os parâmetros
de uma variável dependente de interesse eh a partir da coleta a partir da coleta eh de um conjunto um conjunto de variáveis Independentes de interesse variáveis Independentes teóricos de Interesse e covariantes covariantes que não foram que não foram controlados eh na amostragem isso aqui é meio que um resumo das duas últimas aulas tá de de do glm Quando você pensa um glm né você vai ter lá a sua variável dependente né sua variável dependente e você vai ter um conjunto de variáveis independentes e De covariantes né Eu quero descrever os parâmetros da variável dependente a
partir de um conjunto de variáveis independentes e covariantes tá é é isso que isso aqui quer dizer então mais para frente na aula de regressão vou explicar a diferença entre descrever um modelo descritivo um modelo explicativo ou um modelo preditivo tem essa diferença mas vai ser só na regressão então o o esse modelo glm ele serve para descrever explicar ou predizer os parâmetros de Uma variável dependente de interesse a partir da coleta de um conjunto de variáveis Independentes teóricas de interesse eh e covariantes que não foram controladas na amostragem tá então assim o o o
que você quer prever descrever ou explicar é os parâmetros da variável dependente que seria o quê média desvio padrão por exemplo tá então por exemplo se eu sei se minha variável dependente for Eh sei lá o valor o valor do seguro o Valor do seguro do seu carro tá valor do seguro do seu carro é a variável dependente do que que isso depende né Depende por exemplo do carro que você tem é uma variável independente o tipo de carro eh Quanto que o carro custa onde você mora eh qual a sua renda são várias dessas
variáveis que são variáveis independentes e alguma coisa que você pode colocar como covariante a sua idade né Eh sei lá tempo de casado né ser casado diminui o o valor do Seguro do carro tá por exemplo isso é um dado interessante né você está civil muda o tipo de o valor de seguro do carro você pega duas pessoas com o mesmo carro mora no mesmo lugar são vizinhos né o o casado paga menos de seguro tá porque eles descobriram que quem é casado bate menos o carro é simples assim tá eh então o o a
partir a partir de um conjunto de variáveis independentes e covariantes quando eu coleto tudo isso e agrupo né eu vou Tentar descrever a média e o desvio padrão da variável dependente que eu quero prever tá E é isso é a base do teste de dependência tá o teste de dependência ele faz isso você tem um conjunto de variáveis Independentes um conjunto de covariantes no seu modelo né na sua na sua pesquisa na sua pergunta de pesquisa quando você junta tudo isso isso vai te dar um palpite sobre a média e o desvio padrão da variável
dependente Ou seja você está fazendo ou um modelo Descritivo ou explicativo ou preditivo depois a gente vai ver a diferença entre eles nas aulas de regressão linear tá a primeiraa pergunta do dia fez sentido essa parte essa explicação do glm fez sentido para vocês gente tudo bem gente fez sentido essa esse resumão assim do do do glm tá quando você tá montando sua pergunta de pesquisa você começa pela variável dependente aí vai ter cada um dos seus efeitos vai ter as covariantes você Junta tudo aquilo e o objetivo de juntar tudo aquilo é para prever
os parâmetros da variável dependente tá então parece que não mas essee raciocínio ele é muito muito complexo assim ele é muito elaborado tá eh e a análise fatorial ela faz ela faz esse esse racional não o racional dela é outro tá não tem essa relação de dependência Tá bom então agora que eu deixei o objetivo do DLM claro né Eh eu vou explicar o objetivo desse outro Teste assim eles não têm conexão tá eles eles fazem coisas diferentes tá bom eh no caso da análise fatorial a gente tem o seguinte eh usos eh usos da
análise fatorial e do PCA tá eles e eh São usos diferentes tá então aqui a gente tem análise fatorial e aqui o PCA né eles TM usos complementares mas são mas são diferentes tá eh por exemplo o o um uso da análise Fatorial é a própria criação de fatores criação de fatores Então você criar variáveis latentes né então por exemplo se eu se eu for criar um score de q né não basta aplicar os testes e somar os pontos não não é assim que funciona vou mostrar matemática tá mas não é assim que que funciona
né Eh eh você tem que aplicar a análise fatorial tá eh você vai criar o score de satisfação Não adianta só ó pegar as questões e e somar fazer uma Soma direta tá não é assim porque cada questão pode ter um peso diferente né e e como é que você descobre esses pesos vem das respostas das pessoas a A análise fatorial permite isso tá isso é a ideia da criação de fatores beleza né Eh outra outra outro uso da análise fatorial é o agrupamento de variáveis agrupamento de então por exemplo você tem um conjunto de
variáveis você nem quer saber muito fator né e é um pouco o negócio do Enem Que o Enem usa Outro teste né ele usa a teoria de resposta ao item que vem da família da fatorial tá vem é mais elaborado Mas vem da família da fatorial né e agrupamento de variável é assim você tem um conjunto de variáveis você não quer muito você não quer muito saber o fator Mas você quer saber como que as variáveis se agrupam né Mais ou menos a cara de agrupamento das variáveis A análise futal te ajuda nisso te dá
um bom palpite então por exemplo você tem o Seu banco de dados eu tenho aqui a variável 1 variável 2 variável 3 né variável 4 meu banco de dados tá E e aí o que que você faz né você tem lá as quatro variáveis aí você pode pedir né pro modelo para análise fatorial agrupar essas variáveis em grupos que tem correlação entre si então ele vai testar a correlação entre as variáveis e vai ver onde a correlação é mais forte para Agrupar as variáveis tá na análise fatorial exploratória você vai deixar o modelo decidir quantos
fatores vão ser gerados tá então ele pode pegar tudo isso aqui ó e criar um fator só né E daí quando ele criar um fator só ele vai você pode pedir para gerar no banco de dados um uma nova coluna com o fator tá então essa coluna aqui ela vem depois da análise depois da análise fatorial Exploratória Então você você essa variável fator ela não existia no seu banco de dados tá ela não existe a partir das variáveis que você coletou você pode agrupar elas e aí você cria esse fator e no banco de dados
e aí você pode usar esse fator para outra coisa em outro teste né então a A análise fatorial ela é muito chamada de análise meio porque ela é um meio para um outro teste né aqui a gente consegue ver um negócio que eu eu deixei em aberto na Aula de manova né Eh que é aquela ideia da da análise por experimento ou análise por bloco né Eh Às vezes a análise fatorial ajuda nisso aqui então por exemplo eh só para isso eu preciso de de ter uma teoria dando suporte é é bom é bom ter
uma teoria porque se você não tiver uma teoria você não tem nem como nomear o fator né ele cria o fator tipo ah eu peguei essas quatro variáveis eu não tenho nenhum motivo para pensar que Essas variáveis são correlacionadas mas aí eu fiz uma análise fatorial e ficou bom o fator ele ele gerou um fator né Aí eu Mas qual que é o nome desse fator se essas quatro variáveis não tem nada a ver uma com a outra né Assim você até consegue gerar o fator mas ele não não significa nada né fica fica ruim
tá eh tudo bem gente tá bom então depois tem que ver se o assim tem tem uma explicação quantitativa do fator vê se ele ficou bom mas tem uma questão Teórica né se você pega quatro variáveis que não tem nada a ver uma coisa com a outra e agrupa o fator não tem sentido né então um um uso um uso importante aqui da da AF né análise fatorial é na na ideia da manovra então por exemplo o que que é a uma nova né é um experimento em bloco é quando você tem um grupo de
variáveis dependentes vou até pegar o exemplo que eu usei na aula de manobra que é da Inflamação né então tenho lá proteína C reativa interleucina seis eu posso ter outras medidas de inflamação né Então essas duas juntas são minha variável dependente que é o meu bloco A inflamação inflamação e aí eu tenho outra outras variáveis aqui né que são os meus efeitos né então vou colocar sexo idade por aí vai feminino aqui a idade e um Grupo ó aí eu tenho duas variáveis Independentes aqui e tem uma covariante tá eh Então beleza ó eu tenho
essas três variáveis ess eu tenho esses três efeitos né sobre a variável dependente né Beleza tá só que eu tenho esses três efeitos sobre a variável inflamação e a variável inflamação é gerada por duas variáveis né então aqui eu teria um um desenho em bloco né aqui seria uma manova mankova na verdade que tem uma Covariante né aqui que seria uma Man cova né Tá tudo dentro do glm né tá beleza Eh mas eu eu eu poderia fazer um teste um pouco mais simples né porque às vezes às vezes vou fazer faz o cálculo de
amostra disso fica grande né então eu poderia fazer um teste um pouco mais simples podia queera fazer o seguinte pega essas duas variáveis aqui como eu sei que elas são correlacionadas eu posso transformar elas num fator usando a análise fatorial E aí a a minha nova Variável dependente vai ser o fator inflamação fator infla né fator de inflamação e aí essa variável aqui é uma variável só vai ser só uma coluna E aí eu coloco ela como variável dependente aí deixa de ser um experimento em bloco e vira um experimento simples né então se eu
for fazer a análise aqui agora ó desse desse conjunto de variáveis versus esse né Aí não vai ser mais uma uma ancova vai ser uma ancova É mais simples tá então eu faço essa análise antes análise fatorial antes para criar o fator né crio o fator aí eu não preciso mais de um bloco faço uma questão só uma uma variável uma coluna só e pronto tá dá para fazer não é nenhum problema é tranquilo tá se você explicar que você fez as variáveis dependentes são conjunto de marcadores inflamatórios e e eh optei por pegar o
conjunto de marcadores inflamatórios e criar um fator único que chama de Inflamação nenhum problema dá para fazer e tal o tamanho de amostra fica menor né Diminui um pouquinho o tamanho de amostra não não tem nenhum demérito em fazer não tá roubando Não tá nada tá você só tá agrupando essas duas Du as variáveis que tem alta correlação porque você não quer medir o PCR e a interleucina se você quiser medir cada um deles separado Aí você faz dois testes né um para interleucina e um pro PCR mas você não quer medir ele você Quer
medir a inflamação né E aí como você quer medir a inflamação se você agrupar os dois você vai ter aquilo que você quer também um fator que você nomeia como inflamação tá nenhum problema e isso atende a análise fatorial atende completamente esse objetivo tá tem um uso ainda mais extensivo disso né Tem um uso mais eh eh Poderoso inclusive algumas áreas do Porque aqui só tem duas variáveis dependentes né como só tem duas Variáveis dependentes falá beleza né Eh é pouco né duas variáveis dependentes fal ah Um bloco com duas é fácil existe exemplo da
onde transformar em fator acaba tirando uma das dependentes não não assim Pode ser que você não vai tirar a variável dependente Pode ser que o modelo fique ruim então assim eh na aula que vem eu vou mostrar o que que é uma análise fatorial boa ou uma análise fatorial ruim né o que pode acontecer você a a a a variável Dependente não pula fora mas pode ser que o modelo fique ruim e aí não vale a pena fazer o fator tá então assim você criar esse fator inflamatório Depende se o modelo ficou bom né Isso
o Vini se o PCR e a interleucina forem altos o score do fator também é alto né se a correlação entre PCR e interleucina é positiva né quando o seu PCR aumenta sua interleucina aumenta né se a relação entre eles for positiva quanto maior score inflamatório você Tiver maior valor nos dois indicadores você vai ter tá é Exatamente exatamente assim a interpretação tá é que depois a gente vai fazer um exemplo mesmo aí aí eu testo a interpretação Mas você tá certo tá o o v tá bom e vamos imag agora uma outra área do
conhecimento que você tem várias várias variáveis dependentes né todas juntas tá eh no por exemplo uma área uma área que usa muito aí o o o PCA no caso né é a as ômicas as áreas de ômicas sabe Proteômica genômica metabolômica sabe essas ômicas né Eh então genômica proteon nómica por aí vai então essas ômicas aí essas áreas que você pega um monte de medidas da pessoa centenas que sá milhares de medidas né e quer ver um agrupamento dessas medidas em em certas funções tá Então imagina que eu tenho lá um certo Gene né Eu
fiz uma genômica de você Peguei lá fiz um Dios é que deos é para Grupos grandes de pessoas mas eu fiz um eh tipo um sequenci tá de um de um organismo aí vai ter lá o gene 1 a expressão gênica né do Gene 1 do Gene 2 do Gene 3 até o gen 10.200 Então você vai ter um banco de dados gigantesco muitas colunas muitas muitas muitas colunas tá vários genes vários várias proteínas vários Sei lá tá eh então você vai ter muitas muitas muitas medidas tá todas em colunas muitas medidas contínuas tá E
aí assim Você já sabe né O que você sabe a priori você tem conhecimento a priori E você tem uma ligação entre grupos de genes grupos Você conhece mais ou menos né um agrupamento entre grupos de genes com certa função tá E vamos imaginar que você tem uma outra variável que são dois grupos é um grupo doente e um grupo controle aqui tem uma última variável que é o grupo aí tem um grupo doente e um grupo controle Ô eh Welton Obrigado você tem o grupo doente e um grupo controle tá aí o que que
eu quero fazer ó Então imagina um banco de dados assim eu tenho dois grupos uma coluna e eu tenho 10.200 outras colunas com genes com diferentes genes tá eh eu quero eu quero saber quais genes discriminam os dois grupos o controle e o doente tá você concorda comigo que eu vou ter que fazer se for um teste t eu vou ter que fazer 10.200 testes t Você Concorda que não faz nenhum sentido eu ficar testando tipo ah eu descobri que o gene 7240 tem diferença entre o controle e o doente né eu fazer eu fazer
10.200 testes T não faz sentido Não faz sentido tá não você nem vai fazer você nem precisa fazer as interações não vai ter interação não vai ter via é tudo são testes de uma via é a nova de uma via tá só tem uma via porque Só tem dois grupos né Essa é a variável independente só que você tem 10.000 200 variáveis dependentes vai testar uma uma você vai ficar doido né além de não fazer sentido né você cai num problema que era uma coisa que eu tava devendo de explicar você cai num problema que
é o problema das múltiplas comparações múltiplas comparações esse problema das múltiplas comparações é o seguinte né como o meu fenômeno tipo a a os genes né são um fenômeno que eu Tô estudando como o meu fenômeno é dividido em muitas partes muitos pedaços né 10.200 pedaços né se eu encontrar diferença em um deles isso na verdade não isso é o que o Eder colocou isso na verdade não diz muito né Uma hora vai dar significante por acaso isso então vamos até colocar uma uma outra observação aqui né Eh a intuição do do Elder foi boa
então assim quando quando Testo quando dentro de uma pergunta de pesquisa quando dentro de uma pergunta de pesquisa quando dentro de uma pergunta de pesquisa tenho um fenômeno que aqui no caso seria variável dependente quando eu tenho uma variável dependente quando dentro de uma pergunta de pesquisa tem um fenômeno que é dividido em muitas partes muitas partes E tenho mais de erro aí é o erro tipo um o erro tipo um né o erro tipo um é quando você diz que uma coisa é diferente mas na verdade não é tá então assim quanto mais testes
você faz dentro de uma mesma pergunta maior a chance de encontrar uma coisa por acaso por quê Porque o seu fenômeno que é a expressão gênica é dividido em muitos pedaços muito então o que significa Biologicamente na prática o gen 7284 ter dado diferença entre os grupos e os outros não nada né então o o o que que acontece mesmo se você fizer uma por exemplo se você for fazer uma nova tem dois problemas se eu pegar tudo isso aqui e agrupar como um bloco né o meu tamanho de amostra vai aumentar muito vai ter
que ser um tamanho de am gigante primeira coisa deixa eu até abrir o GP Aqui ó Mostrar o gp Então imagina que eu vou fazer eu não sei nem se ele vai rodar Vou colocar ó teste f manova e efeitos especiais interações ó eu vou colocar eh um poder de 80% né o número de grupos ó eu tenho dois grupos só que é o doente e o controle dois grupos o número de preditores eu não vou e eh não tem covariante né não vai ter covariante vou colocar zero e o número de variáveis respostas são
as variáveis dependentes eu vou colocar eu nem vou colocar 10 12 Eu vou colocar vou colocar sei lá 1000 1000 tá tem 1000 variáveis respostas ó 10% 1000 variáveis ó nem nem nem nem dá deixa eu ver se ele faz com 500 500 também não faz colocar com 300 aqui eu tô fazendo 300 variáveis dependentes tá não faz ó tá vendo É difícil de convergir 200 200 Será que ele roda nem 200 velho 100 tem variáveis dependentes não calcula velho tá vendo ó Não dá o n fica muito grande Tá não dá ele não calcula
fica é demais tá não dá para fazer manovra com tudo isso tá bom E aí qual que é a saída né Qual que é a saída desse povo de ôca que tem tem n pequeno lembra que ess esse povo de omica tem n pequeno tem muita variável dependente né Eh não não dá Tá então não dá para fazer manova vocês perceberam tá aí o que que eu posso fazer eu posso pegar essas essas colunas né que são essas variáveis Dependentes aqui são essas colunas eu posso agrupar elas né eu posso criar fatores mas aí assim
o interesse não é o nome do fator O interesse é só reduzir dimensionalidade E aí a gente entra num dos usos do PCA o uso do PCA é quando eu quero reduzir reduzir dimensionalidade dimensionalidade eu quero aqui eu tenho nessa análise eu tenho 10200 dimensões né eu tenho 10.200 variáveis dependentes Eu quero reduzir isso então você pode fazer uma análise fatorial para agrupar essas duas 10.200 em 10 12 grupos por exemplo você pode pedir aqui ele agrupa aqui sei lá um fator um aí vai agrupar lá um fator do agrupa aqui aqui um fator 10
né então ao invés de comparar 10.200 vezes eu comparo 10 vezes eu faço 10 fatores né E aí eu olho dentro de cada fator quais genes fazem parte de cada fator e tento ver uma função comum né então eu vou conseguir criar aqui o o Fatores né então eu olho lá um certo fator E aí eu vejo que os os genes que estão dentro desse fator são em geral genes inflamatórios né E aí eu eu chamo isso de fator um e e ao invés de comparar 10.200 gênes eu comparo um grupo menor tá convenhamos que
assim o o o o PCA ele entra nessa análise né isso aqui eu faço um PCA né o PCA eu quero criar eu quero juntar essa um monte de variáveis aqui para criar fatores únicos né fatores Simplificados tá reduzir dimensionalidade seria permanecer só com variável não não não isso não é reduzir dimensionalidade isso é reduzir o experimento reduzir dimensionalidade é você agrupar variável dependente não perder variável tá se se você tem uma variável dependente ruim pro seu modelo é porque seu modelo é ruim a ideia é que você Maximize isso tá então eu quero usar
todos os genes eu não quero jogar nada fora então você Pode agrupar esses genes em agrupamentos né E aí esses agrupamento você vê lá dentro quais genes compõem cada agrupamento e vê mais ou menos o que faz sentido do ponto de vista da função tá então o grande uso do PCA é para reduzir dimensionalidade e é por isso que as ômicas usam loucamente tá e tem a diferença entre PCA e lfa é um outro tipo de PCA é a mesma ideia a pergunta é a mesma tá não muda nada depois mais para frente na regressão
explico a Diferença do lfa Mas é uma diferença só do algoritmo Tá mas mas é a mesma ideia tá eh Beleza então a gente viu esse uso né para ômicas eh você viê o o que o que eu quero deixar claro aqui que já mostra a diferença da análise fatorial e do PCA na análise fatorial você quer dar um nome pro fator tá na o objetivo da análise fatorial você quer dar um nome você quer usar o fator você quer pegar as variáveis agrupar gerar o fator e aí Usar esse fator para alguma coisa depois
no PCA não você não quer você não quer usar o nome do fator você só quer e eh reduzir o número de de colunas tá eu só quero reduzir variáveis reduzir variáveis é isso que eu quero com PCA tá o nome do fator não importa muito que eu quero meio que agrupar tá tanto é que o o a análise mais importante pro PCA é um gráfico né e paraa análise fatorial são as tabelas mesmo tá na análise fatorial Tem tem o gráfico uma as tabelas né das cargas fatoriais que depois eu mostro como como interpreta
a aula que vem a gente vai interpretar e a o gráfico o mais importante do PC é um gráfico né que é o gráfico de componentes principais Esse é o nome né então aqui que importa na análise fatorial é o nome do fator né e na no PCA é a a reduzir o número de variáveis tá então acho que ficou claro né ver essa coisa de ômicas ajuda muito fazer PCA né É então já viu Vários problemas né são muitas comparações milhares de comparações não dá para fazer dois a dois porque é é vai ter
muita diferença que dá significante simplesmente por acaso tá eh não dá para fazer Man novra porque o tamanho de amostra vai ficar proibitivo não tem como tá então eh usar a o PCA antes de fazer as comparações é é é a melhor saída tá E é o que a área usa muito eles fazem muito tá então você vê que essa as análises Análise fatorial PCA são por isso que a gente chama de técnicas meio porque elas vêm antes de uma outra análise de dependência tá E e você vê ó que quando eu agrupo as as
colunas não tem variável dependente e independente Eu tô agrupando só né eu peguei essas quatro variáveis aqui e agrupe num fator né Eh onde que tá dependente e independente não tem né o o análise fatorial é uma análise meio mesmo você agrupa cria novas variáveis reduz dimensão I alidade Para ir depois testar uma análise de dependência mesmo tá então a a grande utilidade da dessas técnicas É Para Isso é para arrumar melhor o seu banco de dados tá isso vale também para análise de cluster e para análise de correspondência tá então esses testes que a
gente vai ver nessas próximas três aulas assim são testes que servem para você refinar melhor a sua pergunta de pesquisa para fazer um LM melhor depois tá claro Que tem pessoas que vão usar principalmente análise fatorial como pergunta de pesquisa que tem outros usos da análise fatorial que eu não expliquei ainda tá tem dá para fazer também mas no caso do PCA eh ele é bem mais pragmático assim é só reduzir o número de dimensões e acabou tá ã Então deixa eu falar de um outro uso aqui um outro uso importante do PCA eu Quero
vender a a o peixe do PCA como como algo importante para algumas áreas então a área de ômicas você já viu que vai usar bastante né Eh usa muito você po pode pode pegar qualquer artigo de de de ôm vai ter um pelo menos um gráfico de PCA tá um outro um outro uma outra área que usa muito deveria usar mais né é a área de ressonância magnética ressonância magnética funcional ou estrutural Tá eu vou falar isso ainda Patrícia do Que tipo de variável D para usar análise eh análise de ressonância magnética funcional ou estrutural
poderia usar PCA com muita muita facilidade tá que é assim eh para quem não conhece né você pega o cérebro eu desenho mal você já sabe né então ó Isso aqui é um cérebro isso aqui é o cerebelo isso aqui era o olho tá só para vocês saberem aqui que tá tá ele tá olhando para cá tá o cerebrin tá olhando para cá assim tá bom eh parece um pato né mas Mas é um cérebro tá bom ã isso então verificar a presença de vies em amostra é tem tem vários usos assim legais na na
área de ressonância magnética é assim até tô até com vergonha do meu pato cérebro e se você pegar uma ressonância de três Tesla né para quem nunca nunca viu uma ressonância magnética tal talvez tenha feito um exame mas a ressonância magnética nada mais é do que um ã gigante né Ela é um ã gigante e tanto é Que você entrar lá dentro dá aquela claustrofobia gostosa para quem quem sofre e tal né mas aquilo é um ímã gigante aquele negócio circular os elétrons ficam girando ali né quando eles colocam uma corrente elétrica e você deve
lembrar da regra da mão da regra da mão esquerda né Você pode põ o campo e tal né veio o sentido lá da da onda né Eh e pr pra pesquisa né a ressonância magnética funcional serve o seguinte Você tem o seu cérebro agora fazer ele maior para não parecer tanto um pato Pronto né Eh o seu cérebro é 3D tem três dimensões né a ressonância magnética ela capta isso ela ela capta pelo pelo ele gera um campo eletromagnético e esse campo eletromagnético quando ele passa pela pelos diferentes tecidos da sua da sua cabeça você
pode criar uma imagem A partir disso tridimensional então uma ressonância de três Tesla ela divide mais ou menos o cérebro de uma pessoa Comum né ela divide em 40.000 voxels tá um voxel é um quadradinho né um um um cubo né 3D lá um cubinho tá isso é um voxel o seu eu consigo dividir o seu cérebro em mais ou menos 40.000 pedacinhos Então imagina que são voxels bem pequenos né e cada voxel cobre um pedacinho do seu cérebro tá Então imagina vou a gente cai no mesmo exemplo vamos imagina que eu tenho dois grupos
grupo A e o grupo B e eu tenho aqui o voxel 1 o voxel 2 o voxel 3 até o voxel 40.000 e eu quero saber se os grupos são diferentes em relação aos voxels né vou ter que fazer 40.000 testes T vai dar ruim né vai dar ruim fazer os 40.000 testes T obviamente né a gente cai no mesmo problema aí eles deram eles deram uma melhorada né porque aqui como você vai dividir em muitas partes né você vai dividir aqui o cérebro em muitas muitos muit muitos pedaços né faz tipo uma matriz assim
do cérebro né e cada um desses Voxs Como como que você quantifica né cada um desses esses voxels aqui ele vai ser ele vai gerar um número vai gerar um número que é um número entre 0 e 255 e esse número entre 0 e 255 é um é uma matriz de Cinza tá quando ele for zero ele vai ser todo branco quando ele for 255 Vai ser todo preto tá então o o o número que é gerado em cada voxel Então você vai ter aqui PR para um certo sujeito um você vai ter um valor
entre 0 e 255 para cada Tá do cérebro dele né Eh esse valor ele é relacionado com quê muita gente fica usando né ressonância magnética em pesquisa lê artigo cita né e não sabe o que é ressonância magnética méd né aí Aí usa uns nomes meio meio eh escalafobético né tipo assim ah o cérebro quando quando eu vi o estímulo o cérebro ativou o cérebro acendeu áreas foram ativadas isso não quer dizer nada tá então o que que a ressonância magnética mede verade o que que é esse 0 A 255 ela ela mede a quantidade
de sangue ela mede a quantidade de sangue que está passando num certo voxel do seu cérebro quando você está exposto a uma certa imagem então eu coloco uma imagem aqui né tem o seu olhinho vendo né E aí eu registro a com você dentro da ressonância eu pego naquele voxel o que que foi registrado eh eh a quantidade de sangue que estava eh presente naquele momento que você viu a foto tá então essa quantidade de sangue é uma medida De atividade tá então um detalhe importante principalmente para para para psiquiatria também que fica usando loucamente
ressonância magnética eh funcional tá o que o que eles estão considerando aqui é é que tem diferentes regulagens da máquina você pode regular ressonância magnética para ver a quantidade de sangue você pode regular a ressonância magnética para ver a quantidade de glicose né Eh para ver a quantidade de gás Carbônico tem tem métricas diferentes dependendo da regulagem da máquina tá então esse esse número entre entre zer e 255 pode ser a concentração de sangue de hemoglobina né na verdade que ele Méia pode ser a concentração de CO2 pode ser a concentração de glicose tá primeira
coisa quando você lê os artigos não é dito o que que ele tá medindo tá primeira coisa não é dito segunda coisa é eh além de não dizer né Qual é a relação por exemplo se eu se eu Estou vendo uma foto de um carro né e eu tenho uma certa área do meu cérebro que teve uma maior quantidade de sangue CO2 ou glicose o que que isso quer dizer na prática né Não sei então um uma uma observação fundamental aqui importante tá não existe não existe ainda ainda prova da associação associação entre sangue quantidade
a concentração de sangue CO2 e Glicose com processamento de informação tá o dia que chegar um herói a para todo mundo para todo mundo que usa ressonância o dia que chegar um herói e mostrar que não correlação entre a quantidade de sangue numa área o gás carbônico e glicose e o processamento de uma informação por aquela área se aparecer alguém que mostra isso né todos esses artigos de ressonância magnética vão para o vinagre todos tá sem exceção Então cuidado tá cuidado com a feitiçaria tá ressonância magnética estrutural é diferente a ressonância estrutural é outra coisa
porque aí se avalia espessura da área aí não é uma medida de sangue é uma medida de espessura mesmo quantidade de nervo né aí tudo bem Tá mas ressonância magnético funcional cuidado tá bom então a atividade elétrica é eg eletroencefalografia atividade elétrica tem outros usos Tá mas também o que o Que tem de feitiçaria Olha nem nem te digo tá então não tem nada a ver com a atividade elétrica se se eu usar uma ressonância magnética para usar ver a sua atividade elétrica eu vou te eletrocutar você vai morrer e eu não vou tirar nenhuma
informação tá então não não é é atividade hemodinâmica em geral tá uma atividade hemodinâmica mas de novo eu caio no mesmo problema gente tenho lá dois grupos e 40.000 vxs né aí como é que eu faço né aí o Pessoal começou a inventar um negócio que chama Atlas né o cara da ressonância magnética porque é legal explicar isso aqui para mostrar o problema né inventou um bagulho que chama Atlas né Aí tem vários tipos de Atlas também é outro caos né outro caos aí o que que é o atlas né o atlas é o seguinte
você pega certos certas áreas de interesse né ela organiza organiza áreas de interesse E aí as áreas de interesse são Chamados Popular jargão roi o roi o dois jargões de quem usa ressonância magnética falar os ris né E E essas medidas e eh essa medida de sangue gás carbônico ou glicose quando ela é sangue ela é chamada de bold Bold ló da oxigênio a quantidade de oxigênio no no no no num num certo vxo tá E aí o os atas fazem o seguinte eles pegam e eh estruturalmente mesmo né Pega certas certos grupos de voxels
né E agrupam eles para colocar que esses Voxos tem uma certa área em comum né então tem essa área aqui ISO aqui é área um né então você não precisa medir fazer o teste t para cada voxel você faz o teste t para todas juntas né né agrupa todos esses voxels numa área E aí em vez de comparar 40.000 você compara menos né então uma coisa muito importante da ressonância magnética é você definir os seus ris então ah eu tenho um ri pré-frontal Peg uma área aqui né uma área pré-frontal a dois pega uma outra
Área sei lá visual depende do seu fenômeno tá cada fenômeno de pesquisa que você verificar você vai ter RS diferentes né uma área aqui atrás tal chamar de área 3 por aí vai tá E aí ao invés de comparar 40.000 áreas você compara menos áreas né Eh só que mesmo assim às vezes é muito mesmo assim às vezes é muito tá E aí o que o que você pode fazer é pegar as áreas e fazer um fator fazer um PCA das áreas você pode Fazer um PCA das áreas quando você tem muita muitos ris quando
você tem muitas áreas de interesse você pode fazer um PCA das áreas para ficar com menos áreas e fazer menos testes de comparação tá esse é um outro uso do PCA que é muito importante para ressonância magnética tá uma outra área da genética que usa muito PCA é o DW eh genom Wide Association study usa muito PCA também que é grandes populações uma cacetada de gene eu agrupo esses genes em coisas que T comum Né então já viram que essa essa análise principalmente o PCA tem usos muitos usos tá tem área do conhecimento que o
cara cara só conhece PCA não sabe nem o que é test t a nova só PCA tá então o grande o grande objetivo aqui do do PCA o grande poder do do PCA é reduzir dimensionalidade E aí vale para uma infinidade de áreas né as ômicas ômicas estudos de ressonância Né fmri estudo de ressonância eh o Dew também né então é é é é muito útil tá e uma característica importante do PCA uma observação é que o o o PCA Ele só agrupa tá Não precisa ter uma variável latente então por exemplo quando eu pego
essas áreas aqui agrupo por similaridade né Eh quando eu agrupo as áreas por similaridade eu não eu não quero gerar um fator eu não quero gerar uma variável latente eu só quero agrupar né então o o O PCA não necessita de variável latente então assim perceba que o objetivo do PCA ele é muito mais pragmático né eu tenho muita variável que eu quero comparar e eu quero diminuir essa esse número de dimensões eu quero reduzir a dimensionalidade colocando essas variáveis em agrupamentos com correlação alta né então ao invés de eu trabalhar com 40.000 voxos Eu
trabalho com 15 grupos 15 grupos de áreas por exemplo tá então qual vai ser o nome de cada área eu posso ver uma função relacionado com cada área mas não é uma variável latente tá então é só uma é só um jeito de reduzir meu meu tamanho da minha pesquisa tá então ficou Claro a ideia do PCA tá o PCA não tem a ver com variável latente ele tem a ver com agrupamento mesmo reduzir trabalho reduzir número de variáveis tá ele é mais honesto nesse sentido assim é bem bem reto e direto Não necessita de
variável latente só o agrup das variáveis tudo bem gente a ideia do PCA tá a lógica básica da conta assim da da conta não mas a o espírito do PCA Ficou claro as aplicações para vocês gente por favor faz sentido tá depois eu vou mostrar no computador como é que faz tudo isso tá mas não não não agora mas eu só quero deixar claro a lógica tá então beleza para quem é povo do rato povo da célula né povo da neurociência usa muito isso tá bom então É é é super legal tá eh já então
eu falei dos usos principais então apresentei vendi o peixe do PCA muito legal quando você for ler um artigo genética o neurociência que usa essas técnicas você vai olhar o gráfico lá é um PCA beleza Tá agora análise fatorial mesmo na análise fatorial a variável latente é importante né então para criar o fator né usar o fator para agrupar variáveis eh para agrupar variáveis também é Importante mas tem um outro uso mais legal da da análise fatorial que é para validação validação de escalas validação de escalas para amostras tá então o o esse esse é
o um dos principais usos da análise fatorial tá para validação de escala e E aí como é que funciona então imagina um questionário né Eh eu vou dar vou dar até um exemplo de um questionário que eu fui da banca Que chama das d s tá esse questionário é um questionário que avalia e depressão ansiedade e estress tá depressão ansiedade stress scale tá o nome é bem direto e esse questionário tem 21 questões S set de depressão sete de ansiedade s de estress tá então quando você aplica esse questionário num conjunto de pessoas o que
que você vai ter você vai ter o sujeito na linha né as pessoinhas na linha e na coluna você vai ter a questão Questão 1 questão do até a questão 21 questão 1 questão 2 questão 3 até a questão 21 Esse é o banco de dados que você tem tudo bem gente tá imaginar o banco as pessoas respondem à 21 questões vai ter a pontuação de cada pessoa em cada questão até a 21 beleza tá esse questionário ele foi criado na Austrália ah por um grupo australiano então foi feito em inglês né questionário beleza aí
uma uma mocinha eh resolveu Ah queria queria traduzir o Questionário em português aplicar aqui né e tal fal lá só traduzir Vale falou não só traduzir não é o suficiente né então quando você pensa em validação e eu coloco isso entre aspas porque muita gente usa o nome validação errado por exemplo quando você fala validei Minha Escala Isso tá errado você nunca valida uma escala né você valida a escala para os dados mas você não valida a escala em si a escala não é válida em si ela é válida para os dados que se aplicou
para Validar né Depois eu vou dar mais detalhes em relação a isso Maso é um erro generalizado tá é um erro generalizado você n falar por exemplo se te perguntar numa banca Mas você usou uma escala validada já saiba que a pessoa não sabe do que tá falando de análise fatorial tá a escala não é validada o que é validado são os dados onde você da onde a escala foi gerada Tá mas eu vou dar mais detalhes para isso para isso daqui a pouco então Ó eh foi aplicado na Austrália uma mocinha queria traduzir aqui
ah posso aplicar aqui no Brasil e falar tá bom aí foi o mestrado dela né Eh ela fez o seguinte tem algumas fases tem a primeira fase que é a tradução né você vem em outra língua você tem que traduzir aí tem a a a adaptação o Bruno colocou né a adaptação cultural adaptação da escala né Eh a adaptação cultural é ver Palavra ver coisas que ficaram Mal entendidos ver eh tradução mesmo então tem ele chama de back translation tem um nome disso back translation ã que é assim a você Traduz do inglês pro português
Pede para alguém traduzido do inglês pro português depois do português pro inglês de volta né então uma pessoa Traduz do inglês pro português aí dá para uma um professor de inglês traduzido português por inglês n fazer o contrário e Verê se Bate Verê se fica fica próximo isso é um método outra coisa é adaptação de palavra de regionalismos coisas do tipo tá então e tem essa primeira parte a tradução adaptação da escala eh e aí tem a a a análise fatorial mesmo aí na ideia da análise fatorial é o seguinte como a escala Já já
tinha essa proposição de divisão né e 777 né O que que seria esperado você fazer né Tem tem algumas técnicas tá tem alguns jeitos de De testar muita gente já começa pela análise confirmatória outros fazem a exploratória depois a confirmatória O resultado é tanto faz tanto faz você pode começar pela exploratória depois ir paraa confirmatória tanto faz tá eh assim na os trabalhos mostram que não não tem um jeito melhor assim o importante é que os indicadores fiquem bons tá então assim ó imagina que eu tenho as minhas 21 questões e eu vou pedir uma
análise Fatorial exploratória Tá o que que a análise fatorial exploratória faz ela pega essas 21 21 questões e agrupa elas em função da correlação tá as questões que são mais correlacionadas das pessoas vão fazer parte do mesmo grupo né E aí por exemplo vamos vamos supor que ele monta aqui ó três grupos Então vai ter o fator um fator 2 fator 3 ter o mesmo número de fatores não é necessário mas não é suficiente para ver se validou tá você Tem que ver se dentro de cada fator as questões são as mesmas também às vezes
pode ter troca de questão Às vezes pode ser uma pode ter uma questão que fica de fora fica sozinha né pode acontecer tá aí né É É aqui na análise fatorial você tem que ver se bate o número de fatores e as questões dentro do fator questões dentro do fator Ah beleza né E e aí a gente tem dois desfechos dois resultados tá e quando a análise fatorial bate Quando bate o fator e os fatores e questões né tipo tá tudo certinho dividiu certinho 777 dividiu lá tudo igual a escala original aí você você fala
que você fez uma uma validação para a amostra x você fez uma validação para aquela amostra não sei se vale para qualquer amostra mas paraa amostra que você testou validou para aquela amostra tá se Não bater se não bate tipo tem menos fator tem questão que pulou teve troca de questão por fator né não bate fatores e questões aí você não chama de validação você chama de adaptação adaptação da escala para a amostra X tá adaptação da escala para amra x Então essa diferença entre validação e adaptação é quando validou é quando deu Igual quando
não deu igual por alguma diferença deu uma adaptação tá E às vezes é muito legal quando dá adaptação foi o caso da da dissertação dessa mocinha né que ela fez o seguinte ela fez aqui no Brasil né então quando ela fez a escala no Brasil o das e dividiu bonitinho ficou lá 7 7 7 depressão ansiedade de estresse bateu bonitinho aí por acaso ela foi no congresso e ela conheceu uma uma uma outra pesquisadora que estava validando Essa mesma escala em Portugal a mesma escala né E quando ela fez lá na amostra em Portugal não
deu três fatores deu dois né deu eh acho que deu um deu deu 14 E7 uma coisa assim ou 15 e 8 algo assim né E aí ele ela notou que a as questões de depressão e ansiedade ficaram juntas para os portuguê Portugal né e aqui tá Então o que acontece lá em Portugal ela fez uma adaptação da escala né Isso mostra porque os dois falam a mesma língua né Brasileiro e português falam a mesma língua tá E isso mostra uma diferença cultural fantástica fantástica eu falei quando ela me contou isso F Nossa junta com
essa moça aí e faz um artigo falando das diferenças culturais porque é muito importante parece que aqui no Brasil a gente tem uma separação latente entre depressão e ansiedade então você tem pessoas que estão deprimidas não necessariamente estão ansiosas tem pessoas que estão ansiosas não Necessariamente deprimidas em Portugal não parece que é é junto né Parece que não tem como estar ansioso sar deprimido e vice-versa por meio dessa escala né Muito interessante muito interessante isso isso mostra diferenças de culturais né de como é que você explica isso né então por exemplo a isso é uma
lição interessante para um psiquiatra psiquiatra sai do o Brasil vai atender em Portugal tá diferente né Aí ele ele se sente lá a síndrome do impostor ataca Ele pô não tô conseguindo fazer nada direito porque tem questões culturais não é só a língua né então Fantástico esse esse trabalho essa diferença aqui foi muito legal de se encontrada né ver que um uma certa cultura um certo grupo eh coloca depressão e ansiedade na mesma caixa latente e o outro grupo não muito legal tá então assim quando é como se a cultura geralmente não separasse isso isso
é é é como a maneira das pessoas aprenderem a Aprendizagem social dos portugueses liga essas duas coisas no Brasil não a gente separa Por quê não sei é melhor é pior não sei também mas parece que essa régua né o das essa régua percebeu essa diferença Essa é é a régua né a régua latente das eh detectou diferenças culturais diferenças culturais muito legal muito legal né Eh eh e aí o o o a Discussão é essa né isso devolve meu ouro né a a a discussão é essa tá eh Por que que isso acontece como
é que isso é muito mais rico do que a validação da escala em si é muito mais rico né mostrar que essa régua detectou diferenças entre duas populações e aí eu volto no no no no ponto eh que eu falei anteriormente você nunca valida uma escala você valida uma escala para aquela população tá isso tinha tinha tinha pessoas de Todas as regiões tinha uma amostrinha de cada região né o as duas As duas pesquisas estavam bem feitas do ponto de vista da amostragem eh e detectou essa diferença foi super legal tá então assim a a
o que eu quero colocar aqui ó já tô vendendo o peixe da análise fatorial né análise fatorial dá para testar escalas é bem legal Isso não vale só pra gente dá para fazer fator de bicho também tá vou dar um exemplo muito parecido para Bicho dá para fazer para rato galinha macaco Qualquer coisa dá para fazer também fator tá eh só tem um pouco de criatividade mas dá para fazer e e aqui né como a gente tem essas diferenças entre esses dois essas duas culturas né Brasil e Portugal eh aqui a gente coloca uma outra
observação importante aqui uma outra observação tá principalmente para quem trabalha com análise fatorial Nunca nunca diga nunca diga nunca tá diga esta escala nunca diga esta escala é é validada nunca diga isso tá essa escala é validada sem mencionar a população onde os dados foram testados tá o que você valida não é a Escala o que você valida são os dados tá bom então por exemplo se eu se eu validei eu testei uma escala em adolescente e ela dividiu aqui nos três fatores Quem garante que vai valer pra criança para adulto Tá então não tá
então você sempre fala paraa amostra tá bom isso esse erro o o povo comete muito mas muito é generalizado tá é generalizado então Nunca diga que a escala tá validada e é na verdade essa validação depende da amostra eu quero Deixar isso mais forte tá eu quero deixar isso mais forte para para quero quero fazer uma metáfora para deixar isso mais forte que é o seguinte eu falo isso todo ano né porque é um exemplo muito bom e eu vou usar muito no curso dois esse exemplo também que é o exemplo do filme de terror
tá todo filme de terror S aqui uma um comentário uma uma uma um Insight que eu quero engar em você não dado nunca é validado dado é o que você tem né a Amostra não é validada a amostra é o que você tem a questão é que naquela amostra emerge esse essas variáveis latentes as variáveis latentes elas dependem dos dados né não existe variável latente sem os dados aí volta no começo do do curso no começo da aula né que a que a toda variável latente ela é um processo né O que você tá estudando
aqui não é a escala em si você tá estudando o processo de gerador o processo gerador das variáveis latentes naquela amostra Tá não não existe amostra validada existe amostra representativa que não tem nada a ver com isso tá então volta de novo volte de novo toda variável latente toda variável latente é resultado de um processo toda variável latente é resultado de um processo tá E esse processo aconteceu numa amostra né então o Pode ser que você aplique em outra amostra esse das aqui Dê outro resultado porque naquele grupo emergiu de forma diferente por isso que
a o o a régua não existe em si ela está né E aí eu volto no exemplo da inteligência quando você valida um questionário um teste de QI né você tem que validar o teste de QI numa amostra da uma amostra representativa da população para ver se naquela amostra representativa emerge o QI da forma como você espera mas não quer dizer que em outra população não não não a emergência Não seja outra tá então assim ó não não tenta mudar essa fala tá a escala só é validada dentro de uma amostra E você tem que
lembrar que toda variável latente result resultado de um processo tá então eu tenho uma amostra x eu apliquei os dados naquela amostra x a relação entre as as respostas da daqueles indivíduos daquele grupo em relação ao questionário gerou as variáveis latentes não quer dizer que esse processo vai acontecer igual em Outro grupo tá então as as escalas nunca são validadas em nunca tá nunca isso vale para bicho tá a mesma coisa quando você fala de espécie de bicho a mesma coisa tá eh Daí vem daí vem o desconhecimento crônico que as pessoas têm de Psicologia
sabe os psicólogos né os outros tudo bem mas o o psicólogo não entender isso eu acho uma vergonha sabe de você não entender tipo que que essa crítica de q Mede inteligência ou não é uma bobagem né porque parece que Inteligência é uma coisa que você tem portabilidade é sua você sempre leva para qualquer lugar não é verdade a inteligência sempre construída né então eh eh do mesmo jeito que eu falo que nenhuma escala é validada a sua inteligência não é validada em qualquer contexto tanto é que tem lugares que você se sente um estrupício
Você não sabe o que fazer porque você não entende o contexto a sua Relação com o ambiente emerge o processo num ambiente novo emerge nada né não emerge uma uma coisa muito desadaptativa logo você não foi inteligente naquele contexto né então que mede a inteligência sim mas mede a inteligência do passado tá é essa a ideia isso eu vou bater bastante principalmente para quem é psicólogo para quem é psicólogo isso tem que bater tá E tem que bater forte Tá bom toda e qualquer avaliação eh eh psicodiagnóstica nunca fala do futuro da Pessoa sempre fala
do passado até aquele momento né e ainda no contexto dos Testes Então quando você fala que o cara tem um QI alto você tem que pensar QI baseado em que testes o QI Foi medido quo como esse QI é resultado de qual processo quais competências foram avaliadas aí você avalia o que q você botar q como algo ele tem quei alto é é colocar na cabeça da da da pessoa Ah esse cara é de é a mesma coisa eu falo essa pessoa é de capricórnio aí a a Pessoa a o o o o o demônio
que gosta de horóscopo Ah você é capricórnio você deve ser a b c d sei lá né é a mesma coisa esse cara tem o k i 130 Nossa ele deve ser inteligente a b c d e não isso aí é feitiçaria isso não é Ciência tá não é então de novo estou estressando isso porque é importante tá E é contraintuitivo a gente gosta de buscar sentido nas coisas né Nossa então se essa escala é boa ela é uma régua que serve para qualquer Coisa não é diferente de novo da régua que você usa para
medir uma distância uma régua uma trena para medir distância serve em vários casos né Isso é meio Tácito é meio óbvio né uma uma trena que você mede uma mesa Você mede uma sala Você mede muitas coisas com aquela régua a gente faz essa transposição para escala paraa variável latente não é assim variável latente não é assim tipo você pode criar uma ótima variável latente para uma amostra para uma certa População mas ela pode ser uma droga para outra né e tudo bem você tem que ter esse tipo de parcimônia tá não compare regras reais
com com eh com fatores tem o o o grau de extrapolação é diferente tá muita pseudociência na psicologia é sustentada por esse nível de desconhecimento de técnica básica de psicometria como as faculdad de de Psicologia não tem um curso de psicometria decente a a a a a a a a pseudociência abunda né o lodo Negro Do misticismo abunda Então isso é importante tá é então eu quero dar uma outra analogia da variável latente que é o filme de terror filme de terror né e eu vou dar um exemplo eu deixei eu não sei se vocês
olharam os links da descrição tem um link de compilados de cenas do Fred Krueger tá não se você tem muito medo de filme de terror não veja não precisa tá Fred Krueger lembra do Fredy Krueger já viram Já viram Fred Kruger né que é aqu todo deformado com a roupa listrada com com os negócios na mão né com os negócios de de metal na mão né Os Dedinhos lá que corta as pessoas né o Fred Krueger e protagonista de vários filmes né da hora é Hora do Pesadelo acho que é Hora do Pesadelo eu sempre
confundo né vários tá então vem comigo gente ó não não prensa que é zoeira não Porque é importante tá você vai conseguir entender o que que é uma Variável latente de verdade através do Fred Krueger tá porque ó todo filme de terror tem o mesmo plot todos sem exceção tá suspens é diferente tá bom mas todos os filmes de Fred Krueger tem o mesmo plot tá que é o seguinte ó você vai assistir lá HP Hora do Pesadelo H do Pesadelo um né ó Hora do Pesadelo um pensa comigo gente ó todo o filme de
terror Começa assim o o o o Fred Krueger não aparece no começo do filme não aparece né o que acontece Tem lá uma interação lá das pessoas dos personagens né aí começa a acontecer coisas estranhas então eles vão numa casa a casa é mal assombrada aí cai um copo o gato mia voa um negócio mas ninguém sabe o que é né assim coisas começam a acontecer mas ninguém sabe por né ninguém sabe por até o momento que aparece o Fred Krueger aí como que como que você sabe da existência do Fred Krueger né o Fred
Krueger não aparece falar oi né ele chega e domina o sonho De uma pessoa né ele aparece no sonho de uma pessoa e depois ele pega ela né então a única pessoa que viu o Fredy Krueger Foi a que morreu né Foi a que foi captada raptada pelo pelo Fred Krueger tá então o o o na no no Hora do Pesadelo um por exemplo a primeira pessoa foi capturada e morta né ninguém sabe que foi o Fred Kruger que matou porque a pessoa que sabia eu já foi morreu né aí o Fred kuger vai e
pega a segunda né Pega a terceira você que é o O você que está de fora né você que é o o que está assistindo né de fora você é onisciente Então você você vê que é o Fred Krueger Mas você só percebe que o Fred Krueger existe né A partir do momento que ele pega as vítimas mas as vítimas não sabem da existência do Fred Krueger né a vítima não sabe mas você que tá de fora avaliando você sabe que quem matou Todas aquelas pessoas na Hora do Pesadelo um foi a mesma entidade né
porque que por que que foi o Fred Krueger e não o Jason por exemplo porque você viu você está de fora e viu que o modus operand o modus operand das mortes é similar para quem lembra o filme do Fred Krueger ele sempre mata você no sonho né ele canta uma musiquinha tem a música do Fred Krueger ou seja as o que que o o que que o o a pessoa observa de variável concreta né o que que ela observa de variável concreta a música do Fred Krueger o sonho o o os bagulhos lá as
correntes né então o Fred Krueger tem um modos operand que é que é descrito por certas variáveis tem variáveis né Ou seja a a a a pessoa que vai ser atacada pelo Fred Krueger ela experiencia as variáveis cada uma das variáveis o som as coisas e tal até que o Fred Krueger pega ela pega ela né então a pessoa em si ela não sabe da existência o Fred Krueger ela não sa ela ela experiencia as variáveis você que está de fora como Pesquisador né você de fora você vê que é a mesma entidade Fred Krueger
que está atacando todas as pessoas você você de Fora detecta isso é é genial por qu Por que que isso é genial Quando você pensa agora transporta isso PR inteligência né você não percebe o quão Inteligente você é você percebe os comportamentos que você emite quem está de fora avaliando você por meio de um teste percebe a inteligência e vê que você tem por exemplo uma alta inteligência verbal ou Uma alta inteligência numérica né então o tipo de inteligência que você tem não é visto por você é visto por fora por um experimentador que está
vendo o Fred Krueger que é a inteligência que está te assolando Então quando você emite um comportamento o os seus comportamentos você emite os comportamentos E observa eles você não observa a variável latente a OBS a observação lat da variável latente é fora é visto por fora isso a mesma coisa da depressão Porque que Quando a pessoa tá deprimida ela não observa a depressão ela observa os comportamentos né então por isso que ela fica tranquila mais tranquila assim né mais calma quando vem alguém de fora e fala para ela você tem isso né É por
isso dá um nome você está sendo assediado pelo Fred Krueger né Fred Krueger está atrás de você então a culpa de que acontece não é sua é do Fred Krueger aí a pessoa Ufa o que acontece comigo não é porque é por causa da Depressão Ufa dá esse alívio tá porque a pessoa não consegue ver a variável latente né então por exemplo por que que surge o Hora do Pesadelo dois por que que o filme de terror tem muitas continuações né e eh Por que que o o filmes de terror tem sempre muitas continuações porque
no no final do Hora do Pesadelo um o Fred ker matou todas as pessoas né matou todas ou seja todo mundo que experienciou o Fred Krueger Morreu né Ou seja eu validei a existência do Fred Krueger para aquelas pessoas do Hora do Pesadelo 1 sim mas quem garante que quando eu fizer o Hora do Pesadelo do Quem garante que não é o é o Fred kug que vai aparecer de novo não pisque agora não pisque agora gente ó se todas as pessoas do Hora do Pesadelo um morreram né as únicas pessoas que experienciaram a variável
latente foram aquelas que morreram Ou seja eu validei a minha escala mas só Para aquela amostra de pessoas o Hora do Pesadelo dois são outras pessoas né Quem garante que o Fred Krueger vai parecer igualzinho nas outras pessoas não dá para saber tem que validar de novo e aí para validar de novo Tem que coletar os dados de novo e aí o qu tem que aparecer de novo Fred kuger tem que aparecer de novo cantar as mesmas musiquinhas de novo do mesmo jeito de novo para matar as pessoas de novo é por isso que a
gente tem até a Hora do Pesadelo 27 né Depois de 27 vezes né 27 vezes que o Fred Kruger fez o mesmo modos operand você pode concluir e falar essa variável latente Deve existir né depois de 2 aí começa a ficar chato né porque por repetição né então o a conclusão que a gente tem é que o o o a variável latente ela não existe em si né não é porque você fez um artigo que você detectou que a variável latente existe né na verdade você tem que repetir várias vezes quando você percebe que uma
certa escala é é Constante em vários tipos de subpopulação ou populações aí você tá dizendo que ela é invariante a gente vai ver isso no curso dois análise de invariância tá uma coisa muito importante de uma escala né para você garantir que o Fred Krueger existe e é constante é a invariância Fred Krueger tem que Atacar você da mesmo jeito toda vez né E aí isso vale para qualquer filme de terror pensa o Jason né o Jason não tem o jeitinho dele também é Diferente do Fred Krueger o Jason também é uma variável latente né
o o Jason lá tinha a relação tóxica dele com a mãe né aquela coisa toda né lá morreu afogado tin a máscara né É É outra outra simbologia o Jason tanto é que se você Verê a morte no filme de terror você consegue identificar quando a morte é do Fredy Krueger quando é do Jason quando é da Como que chama aquele bonequinho do demônio o bonequinho que corre com a faca que tem o olho satânico eh o Chuck Né o Chuck né então para para para quem gosta de filme de terror para quem assiste vários
né vendo a morte se você já tá muito muito treinado nos nas diferentes variáveis latentes que são os diferentes filmes de terror né Eh se você já tá acostumado para quem vê muito filme de terror bate o olho numa morte já sabe quem matou fal ah essa morte Aqui é do Fred Kruger essa m essa morte é do Chuck né já sabe pelo padrão pelo padrão pelo modos operand da Morte Tá então lembre que você não vai ser um bom e é analista fatorial se você não entender a lógica do plot de todos os filmes
de terror todos são iguais todos esses assim meio pastelão todos tá então Fred Krueger Chuck sei lá e e a coisa todos esses filmees aí de pastelão aí é o mesmo plot é você criar um personagem no Imaginário dos outros esse personagem é uma variável latente tá a pessoa que foi atacada percebe que existe o personagem mas ela não tá mais lá para Contar a história então quando a acaba o filme O que que você vai Será que o Fred Krueger existiu mesmo porque todas as pessoas morreram né Eh aí tem que fazer o dois
e o três e o quatro e o cinco então todo filme de terror é uma emulação de uma análise fatorial né então é é essa é a conclusão então todo filme conclusão né todo filme todo filme de terror é um processo de validação de um todo filme de Terror é um processo de validação de um personagem personagem que seria a escala né então o Fred Krueger é uma variável latente o o Jason e tudo mais tá tudo bem gente Vocês pegaram essa essa metáfora é importante ela parece besta mas ela é muito importante tá gente
então guarde isso tá guarde isso tá bom E então Muitas das coisas que você Imagina são fatores que só você experiencia são variáveis latentes que só você experiencia tá eh tudo bem gente Então guarde isso tá tem tem eu deixei na descrição uma um compilado de fil de cenas do Fred Krueger Por sua conta em risco tá Não não precisa ver não é obrigatório não vale nota não precisa de nada tá bom mas guarde isso Tá bom então a a agora feita essa explicação né da análise fatorial você vê que você consegue decompor Fatores e
tal então a a você pode ter um conjunto de variáveis que gera vários fatores não precisa gerar só um pode gerar dois três quatro tá eh aí a gente tem alguns sinônimos né sinônimos importantes que é tudo tudo análise fatorial tudo a mesma coisa não sei porque o povo inventa nome diferente tá então eh que sinônimos sinônimos é tudo igual tá então fator Eh domínio domínio construto construto ã fator domínio construto tudo isso é sinônimo tá tudo usa a mesma análise fatorial tá bom fator domínio construto deve ter mais alguma coisa se se tiver algum
outro nome que Vocês ouviram falar Você comenta tá fator domínio construto Acho que são os principais é é tudo é tudo a mesma coisa tá então quando eu tô criando aqui eu tô criando três fatores Tô criando três domínios três construtos é é tudo igual tá eh Beleza agora H outra coisa importante deixa eu deixa eu voltar na é dá tempo vou voltar na conta e depois vou vou voltar nas nas nas causas beleza Eh vamos pensar no cálculo né porque porque o o o o cálculo cálculo mesmo vou mostrar na aula que vem mas
eu quero dar uma intuição tá vamos imaginar um questionário com duas questões Isso aqui é uma é uma coisa que Eu falei também na primeira aula do curso questionário com duas questões questão Um Questão dois tá eu te perguntei duas questões só e cada questão você dá uma nota de 0 a 10 para cada questão tá bom vamos imaginar que pra primeira questão você respondeu sete e pra segunda questão três tá você deu uma nota um grau de concordância com alguma afirmação algo do tipo tá bom 73 beleza e o que que eu Posso fazer
né então assim ó o seu comportamento Ó presta atenção nisso o seu comportamento é você respondeu individualmente cada escala tá então respondi a questão 1 7 a questão 2 3 Essa foi a sua produção comportamental tá o spearman inspirado no descart que veio antes né EC apresenta essa ideia um pouco no discurso do método e o o o spearman o artigo de 1904 reforça ele fala o seguinte Eh se eu fizer uma um gráfico ó aqui é o resultado da questão Um e aqui é o resultado da Questão dois tá na questão Um eu respondi
sete então Ó eu respondi aqui sete e na segunda eu respondi Três beleza aí eu vou ter um ponto né que é o ponto 73 né isso aqui você prend na escola né de boa mas mas falta transcender isso né O que que é esse ponto gente fala para mim o que o o que que é esse ponto ó esse por você responde sete e responde três falou Beleza né mas você não respondeu o ponto o ponto não é a sua resposta conjunta você não produziu esse ponto esse ponto emergiu tá esse ponto emergiu a
partir da junção das Duas respostas e quem fez a junção dessas Duas respostas foi você foi o pesquisador tá então existem existem eh premissas aqui né para eu criar esse ponto tem algumas premissas então o experimentador o pesquisador pesquisador escolheu as questões tá você o pesquisador escolheu As questões supondo supondo correlação entre elas né supondo supondo teoria né não vou chamar de correlação porque confunde eh supondo relação teórica construto a Beatriz né construto deixa eu escrever de novo essa letra essa disgrafia aqui tá tá tensa né domínio cons structo tá constructo isso obrigado então Ó
o pesquisador escolheu essas duas questões supondo relação Teórica relação teórica tá e um outro detalhe também as questões Ó você Você viu que ele fez um gráfico a 90º né as questões são ortogonais então aqui questões são ortogonais O que quer dizer coisas que são ortogonais quer dizer que elas não têm correlação o que a questão Um diz o que a questão Um mede não tem nada a ver com que a questão do mede Isso é verdade não necessariamente Mas é uma suposição do modelo do Pesquisador tá então ó pesquisador está supondo um ele escolheu
as questões com base numa relação teórica dois existe uma suposição de ortogonalidade suposição de ortogonalidade entre as questões né que seria aqui 90º tá Então o que T1 mede é eh Diferente totalmente diferente do que Q2 m tá pode ser verdade pode ser não mas é uma suposição do modelo do pesquisador tá é uma suposição Pode ser que o meu modelo teórico seja ruim não tem problema tá Por enquanto tá porque eu quero mostrar conta então Ó vocês concordam comigo que o que a pessoa produziu foi a questão Um resposta da questão Um e a
resposta da questão dois beleza foi isso que a pessoa produziu legal né O que que o o o por isso que o SPM é genial ele ele ele muda Uns detalhes disso aqui gera toda diferença e por exemplo Ó tem aqui o ponto 00er né esse é o ponto zer zer o que que é o ponto zer zer né o o o o ponto zer zer ele coloca como se fosse uma um ponto de partida né uma um é é um ponto de partida da observação um ponto de partida Lembrando que é um paper de
1904 tá então o o Nesse artigo né o o o spearman coloca que o ponto 00 né ele você meio que Localiza a observação da pessoa como se tivesse um indivíduo aqui ó tem uma pessoinha aqui né E ela tá no zero zero tá o zero é a origem né é a origem é o foco onde essa pessoa tá olhando quando ela olha pra questão Um gera uma certa intensidade de valor sete unidades quando ela olha pra questão um né quando ela olha pra Questão dois gera uma outra intensidade de gera uma outra percepção de
intensidade d de três unidades né Eh e eu quero saber eu quero construir a Interação com a a sensação conjunta ele chamava de sensação Eu quero construir uma sensação psicológica conjunta das respostas de Q1 e Q2 então eu posso montar um aqui ó esse Vale três e esse aqui Vale Sete né e o que eu quero criar eu quero sair da da origem que é onde a pessoa tá E quero chegar nesse ponto aqui ó quero chegar nesse ponto eu quero calcular isso aqui era chamado de percepção Conjunta né Eu quero juntar isso aqui ó
tem que vir tem que vir até mais para cá pera aí deixa eu juntar aqui melhor pera aí deixa eu juntar melhor aqui porque eu desenhei mal né então eu quero criar essa percepção conjunta essa percepção conjunta não existe ela é emerge tá essa percepção conjunta aqui ela emerge emergente por o que que a pessoa produziu de comportamento o sete e o três esse esse vetor emergente seria uma indicação da variável latente né Como que eu calculo o tamanho desse vetor sabendo que esse ângulo aqui é 90º como é que eu calculo o tamanho desse
vetor gente vai gente coragem como é que eu calculo o tamanho do vetor vai gente final do Ensino Fundamental começo do ensino médio vai Coragem coragem gente Coragem eu sei que dói Pitágoras Obrigado Pitágoras né então Ó eu pego esse esse triângulo né é Pitágoras mesmo tá certo É isso tá dói a cabeça mesmo misericórdia voltou falei é voltou eu tenho aqui o sete ó esse três eu vou jogar para cá aqui ó TR e vai ter a hipotenusa ó a hipotenusa vai ter x né Pitágoras gente tá vendo Nunca Mais achei que ia fazer
um Pitágoras na vai fazer muitas vezes né então Ó eu posso montar esse triângulo né então o que que eu sei que o o quadrado da hipotenusa é igual o quadrado a soma do quadrado do cateto né Dois aqui tá aí o que eu quero saber né esse x aqui né o que eu quero saber não é a raiz quadrada de x é o x Então você pega x tira ra 3 + 7 qu né esse é o tamanho do comprimento isso aqui é o comprimento comprimento do vetor né tem um nome para isso em
geometria analítica que é chamado Norma a norma do vetor Norma do vetor ó repara esse X Ele não é 7 + 3 né não é só pegar aqui 7 + 3 dá 10 não é é a raiz quadrada da soma Dos quadrados é diferente essa percepção ela é mais do que a soma das partes né então repare repare repare nisso gente por favor o nome da humanidade repare né então o o o x é mais do que a soma das partes tá não é só somar O S E o TR a percepção da pessoa é
mais do que isso E aí o o o o o spearman se refere à psicologia da Gestalt psicologia da Gestalt mesmo não é gestal terapia psicologia da Gestalt mesmo cofc né ele se refere ao cofc e o Cofc falava né que o o observar o todo né que é o Q1 mais Q2 observar o todo é uma experiência fenomenológica diferente da soma das partes ele mostrou isso matema ente né não não dá para tirar raiz não não misericórdia aqui não dá para tirar não se tivesse multiplicando até dá não faça isso não faça isso hein
seu professor de matemática vai puxar sua orelha Patrícia Não faça isso não é assim mesmo é aqui que é a norma tá aí você soma depois faz a conta vai dar um Número tá mas esse número é maior do que o 10 que o 10 é a soma né Tá então você você aplicar um conjunto de questões simplesmente que somar os pontos para pegar a média final a a a soma final ou tirar a média isso não é a a a medida Tá a medida é calcular a norma Tá mas tem uma tem uma restrição
né que é essa suposição de ortogonalidade aqui né Essa suposição de ortogonalidade quem garante que a questão Um explica uma coisa que é independente da Questão dois não dá para Saber né mas não quer dizer que não dê para resolver tá Se você começar a criar um ângulo entre essas questões você coloca aqui por exemplo Q2 e Q1 e aqui tem um ângulo que é diferente de 990° dá para calcular a resultante dá para calcular aqui a norma dá dá é você usa a lei dos cossenos tá é só somar aqui por você vai somar
mais o o primeiro ao quadrado e vezes o segundo a quadrado mais o cosseno do ângulo tá tem como fazer também o o teorema de Pitágoras é um caso particular da lei dos cossenos né que aí cancela uma parte e tal fica um né zero cancela uma parte e aí você cai no teorema de Pitágoras tá então dá para fazer também mesmo quando os fatores ou as questões são um pouco correlacionados tá dá para fazer essa conta tranquilamente Então essa lógica matemática né de você transpor quantidades em percepções né esse nome né na na na
área da psicometria Isso aqui é uma distância é Chamado distância quadrática euclidiana tá Por que que chamei o clid porque vem da geometria né é uma distância quadrática por tá levando os Car ao quadrado tá então esse cálculo dessa norma né esse método de cálculo baseado na norma é a distância quadrática o clana Tá eu espero que vocês estejam entendendo a sutileza de de você pegar coisas diretamente observáveis e Da onde Vem a emergência a emergência vem dessa relação tá gente Dessa relação aqui que não é simplesmente a soma das partes começa com Pitágoras quando
você supõe ortogonalidade mas vai muito mais do que isso tá eu eu e eh eu eu vou colocar na descrição na aula que vem é fundamental esse paper tá do do spearman mas esse paper do spearman que ele escreve em 1904 é uma crítica ao wundt que é um um dos um dos Pais da Psicologia né que ele O O ele faz uma crítica ao wundt Mostrando que o o que você vê nos nos experimentos não necessariamente se aplica ao mundo todo né e o o o o spearman usa o exemplo como psicólogo né ele
usa o exemplo esse exemplo aqui né do teorema de Pitágoras para para mostrar princípios perceptuais emergentes que podem mudar dependendo do contexto Ô gente essa discussão é é bacana demais para quem é psicólogo você vê que que sem matemática você não consegue estruturar um mínimo de Organização de de avaliação de escalas sabe vem vem do pitágora gente e de novo é um artigo que tem mais de 100 anos mais de 110 anos sabe e hoje você vê n faculdade da Psicologia o cara não lembra um Pitágoras é triste gente não lembra psicofísica isso aqui é
a base da psicofísica tá então eu eu tô mostrando a matemática básica bem basiquinha por por trás do do da análise fatorial então não não dá para aplicar muito trigonometria é trigonometria só é Trigonometria a A análise fatorial só é eh na verdade não é trigonometria mais que isso é a álgebra linear só é álgebra linear tá então a A análise fatorial PCA eh análise de correspondência são testes muito mais geométricos assim você tem que imaginar geométricamente tá então Ó vou dar uma outra intuição para vocês do seguinte então Ó eu fiz isso aqui para
uma pessoa tá Eu fiz isso aqui para uma pessoa agora imagina que esse questionário Essas duas questões foram respondidas por várias pessoas então eu vou ter aqui né ó questão Um questão do foram respondidas por várias pessoas então eu vou ter eu eu setei todas as quando eu fiz a pergunta responde de 0 a 10 responde de zer a 10 É como se eu tivesse setado todas as pessoas no zero então todas aqui que juntinhas olhando ó todas as pessoas que responderam o seu questionário né eh todas as pessoas que responderam o Questionário vão estar
aqui tá vão estar aqui no ponto zer zer tá bom aí cada uma das pessoas não vai ter uma resposta paraa questão Um e a questão dois cada uma das pessoas vai ter uma vai atribuir um ponto né paraa questão Um paraa Questão dois cada uma das pessoas vai ter um um grau para uma questão e cada uma das pessoas vai ter um grau para outra questão né ou seja cada pessoa vai ter um ponto vai ter um ponto aqui de um indivíduo Vai ter o ponto de outro pode ter um ponto para cá um
ponto para cá você gosta mais da questão Um você vai ficar mais perto desse eixo você gosta mais da Questão dois você vai ficar perto do outro né vai ter um certo uma certa Nuvem de pontos tá uma certa Nuvem de pontos e aí o que que eu vou fazer como é que eu crio o fator né se para cada pessoa eu vou ter um ponto que é a junção das duas questões e para cada pessoa eu vou ter um vetor né para cada Pessoa aqui eu não vou ter um vetor que seria a ligação
das questões e você já sabe como calcular o comprimento desse vetor né Você já sabe como tá aqui né então cada pessoa vai ter o seu vetor né E aí o que que eu vou fazer como é que eu calculo o fator o meu fator vai ser uma um plano vai ser o plano dessas respostas aqui ó tá o plano dessa Essa área essa área é relacionada Com o meu fator vai ser a junção das respostas de várias pessoas eu vou conseguir agrupar isso aqui num fator né eh e aí tem um cálculo para você
transformar isso aqui né reduzir essa variabilidade para um ponto e aí eu vou ter um único grande fator seria um fator médio que vale para todas as pessoas eu vou ter um único grande fator aqui ó tudo bem gente perceberam ó que de uma lógica que vem do Pitágoras muito Simples Eu Vou juntando todas elas só que aí precisa de conhecimento de álgebra linear né tem que calcular o vetor diretor tem tem essas coisas de álgebra linear que eu não vou explicar tá mas a a a intuição da análise fatorial é essa O que acontece
se você tiver três questões né se você tiver três questões vai formar um cubo ISO aqui vai formar uma área né não vai ser necessariamente um cubo mas vai formar uma área tridimensional se eu tiver Quatro questões né Não dá para fazer o gráfico mas dá para calcular a norma de cada um de quatro pontos então por exemplo se você fez respondeu a questão Q1 Q2 Q3 e q4 você respondeu a a as quatro questões e eu quero calcular esse vetor né como é que você calcula o vetor o vetor para cada pessoa né o
vetor do X1 você vai pegar a resposta do Q1 ao quadrado mais o Q2 Quad mais o Q3 qu mais o q4 qu tirar a raiz tá ou seja dá para fazer com quantas questões você Quiser tá esse cálculo só vai valer se as questões são ortogonais se elas não foram tem que multiplicar pelo cosseno do ângulo mas de novo você vai fazer isso na mão não é o computador que vai fazer tá não calcular o valor médio não é o mesmo calcular aquela área é álgebra linear tá me nego a explicar álgebra linear agora
você já estão cansado tá mas a a a a ideia é calcular um vetor diretor aqui de da da explicação dessa área tá quando você tem várias questões E várias pessoas na verdade vai criar essas áreas tá Para quem para quem já fez já viu análise fat eh PCA né no PCA você vai ver que você vê que formam essas áreas né só que cada um desses pontos ao invés de ser uma pessoa cada um desses pontos é um gene o cada um desses pontos é uma área né uma área cerebral tá isso é mais
ou menos o que fazemos nas correlações de algumas variáveis regressão linear é isso depois eu vou Mostrar que a essa análise fatorial é uma regressão linear ela usa a mesma tecnologia da regressão linear tá para fazer por o artigo de 1904 mas a regressão linear surgiu no século XIX tá eh tudo bem gente tá então assim é só para dar uma intuição tá de que de que quando eu falo análise fatorial tipo a a variável latente parece que é uma coisa muito etérea não é não é uma coisa etérea vende de um Pitágoras a a
o tipo de análise fatorial mais simples de de Variável latente mais simples Vem de um Pitágoras gente tá então eu eu não quero que você fique pensando Nossa variável latente é uma coisa muito abstrata muito ela é abstrata mas não quer dizer que não seja quantificável tá eu tô mostrando aqui o que é quantificável não é trivial não é uma coisa trivial mas é quantificável dá para medir se você relembra o seu colégio você consegue ter uma intuição se você sabe um pouquinho mais de álgebra linear de vetores e Geometria nem precisa de álgebra linear
de vetores e geometria você consegue entender como que eu interpolo esse esse essa área numa reta dá para fazer tudo isso tá eu não vou ficar explicando aqui porque eu não vou entrar na matemática fica contraproducente mas eu quero dar uma intuição tá e tanto a análise fatorial quanto o PCA são assim é é álgebra linear na cabeça mesmo tá E é muito poderosa essa técnica muito poderosa tá e eh e de Novo quando as pessoas falam Ah mas não não dá para medir o sentimento e o sentimento é uma coisa muito muito pessoal bobagem
gente bobagem para de cair nesse nessas lorotas de de psicólogo de Boteco mal formado gente dá para você estabelecer réguas muito boas muito confiáveis para medir sentimento para medir percepções de vários tipos desde que você tenha uma boa relação teórica se você não tiver teoria não não adianta tá se você não tiver teoria você Não faz não escolhe as variáveis certo você não vai ter modelo nenhum tá eh tendo uma boa teoria sabendo medir as variáveis e escolhendo bem a sua população alvo você consegue montar uma boa régua um bom Fred Krueger para explicar aquela
população sim consegue tá enquanto a psicologia ficar com essa ignorância de dizer que é tudo abstrato é tudo uma coisa outra é tudo a subjetividade subjetivante da subjetivação tem um um monte de Computeiro engenheiro que tá usando essas técnicas que dá para fazer numa calculadora hoje em dia calculadora científica faz essas técnicas hoje né e tá usando isso dentro das redes sociais para criar fator latente que prevê o seu comportamento de compra tá então não seja ignorante principalmente para quem é psicólogo só uma bronca para vocês não seja ignorante estude matemática gente tá não tem
conversa tá você não avança você quer fazer uma uma matemática uma Uma uma psicologia bas em evidência científica não é análise do comportamento analista do comportamento é tão mal formado quanto o psicanalista hoje em dia tá analista do comportamento fica naquela coisa de ver gráfico ver padrão gráfico não sabe um coeficiente angular de um de uma reta sabe Difícil Tá bom então essa aula eu dedico bem aos meus colegas psicólogos assim a a a psicologia hoje é uma vergonha no Brasil porque o o Brasil jogou fora uma parte Da Psicologia que é a psicometria que
é essa parte que a gente tá discutindo a psicometria e a psicofísica Tá então não existe ciência séria em psicologia se você não jogar não não incorporar a psicofísica e a psicometria na formação básica do psicólogo tá a combinação das variáveis para formação depende do padrão isso Bruno isso eh Bruno isso e essa esse essa área pode gerar diferentes formas depende do padrão das respostas das pessoas tá Então você pode ter diferentes combinações né quando você tem três fica até mais fácil com três questões quando quando você tem três questões por exemplo você pode ter
quantas questões você quiser por isso que a Constituição do fator depende da amra muito bem muito bem exatamente por isso você nunca valida a escala em si você valida com base naquela população muito bem pegou a sacada tá de novo gente o conhecimento do ensino médio misericórdia tá então ó Quando eu tenho três questões Q1 Q2 Q3 tem as minhas pessoinhas aqui de novo né Aí cada pessoa vai ter uma resposta né e um um uma escala vai gerar um ponto esse ponto tem três três eh contribuições né tem três eh eixos E aí eu
vou ter a resposta de uma pessoa de outra de outra de outra de outra né pode ser para cá aí pode acontecer pode acontecer de Por exemplo quando eu combino a questão Um com a questão dois forma uma área aqui né E aí eu vou ter um vetor um fator Aqui né E aí eu observar que quando quando o eu coloco a relação da questão três com A2 ou com A1 gera relação inversa ou uma relação muito diferente Ou seja gera uma outra área E aí Isso aqui pode dar origem a um Outro fator por
exemplo tá então essa essa junção de áreas assim às vezes não gera uma área só tá quando tem duas questões Sim sempre gera uma Mas a partir de três questões pode formar duas áreas diferentes e aí você vai ter fatores Diferentes Tá e aí quanto mais mais questões mais fatores podem ser gerados tá bom mas o o a lógica básica vem da dessa ideia lá do do do do do spma numa crítica ao wundt falando da importância da psicofísica tá isso gerou é a pedra fundamental que gerou toda a psicofísica a psicofísica não gerou toda
a psicometria que a gente tem até hoje tá e de novo gente você não precisa de coisas do ensino superior dá para ter uma boa intuição com coisas do Ensino médio é só você parar de achar que as pessoas para passar no vestibular e você usa tudo aquilo que você aprendeu para saber entender o mundo de verdade né Eh então por favor tá então essa aula de análise fatorial sempre é um chamado para para vocês para você parar de ser de exatas humas e biológicas junta as coisas tá junta tá bom Então mostrei uma intuição
né básica de como funciona análise fatorial assim sem conta né Fiz Uma mostração tá e e agora eu quero dar uma um ins final né não grafo é outra parada grafo é outra parada tem outra lógica é álgebra linear mas é outra lógica grafo não tem nada a ver com isso aqui graf uma coisa lá pro curso dois eu quero dar uma uma pegada final que é o seguinte voltar na ideia da variável latente eu espero que do ponto de vista teórico tenha ficado a diferença do PCA pro para análise Fatorial né os dois usam
uma matemática bem parecida né na aula que vem vou deixar mais claro a diferença mas quando a gente pensa numa variável latente agora né eu vou reforçar isso toda variável latente é resultado de um processo de um processo tá e de um processo a partir de fontes diferentes então por exemplo quando eu pego quando eu pego uma certa variável Latente vou pegar depressão a depressão é uma junção de várias coisas né Você pode ter por exemplo uma causa material para depressão po pode ser falta falta neurotransmissor pode pode ser neurotransmissor né pode dar falta dopamina
Pode ser né é é só que junto desse vai ter um peso também né então pode ter um um peso e uma certa causa material biológica vai o neurotransmissor questões de neuro tá ou Ou pode ter um outro peso relacionado com o contexto com contexto ambiental contexto ambiental ou pode ter também uma um uma A3 aqui multiplicado eh por uma situação seria aqui a causa material que é causa eficiente uma causa formal eh relacionado com alimentação né renda algo do tipo pode ter uma uma um uma outra causa ligada à origem da pessoa uma questão
mais e mais um erro sempre vai ter uma e Para todo modelo que você vai ter uma quantidade de erro que você não consegue explicar tá sempre Então quando você avalia um fenômeno uma variável latente como a depressão lembre disso a variável latente ela emerge da junção dessas coisas né então às vezes a pessoa precisa de remédio mas às vezes não é essa questão às vezes ela precisa Às vezes o problema tá no contexto você dá o remédio tipo anestesia a pessoa para ela lidar com contexto que é Desadaptativo fica pior depois né e é
às vezes é um problema situacional mesmo ela precisa melhorar de vida né Eh às vezes é uma questão da origem ela tem que se repensar né às vezes são combinações dessas coisas né então o o lembrando a partir do momento que a variável latente é resultado de um processo né a junção do seu sistema biológico com o contexto ambiental com o seu estado atual de renda e a sua origem juntando tudo isso você tem a depressão Então a depressão é um resultado é um movimento depressão é um movimento tá é diferente isso é diferente de
um mecanismo um mecanismo tá E aí o o de novo Pedro comentou né isso isso é um recado que vale para todo todo psiquiatra tá se se a relação entre remédio e depressão fosse mecanística né se a se a relação entre o o o Estado depressivo e a e e o e a Biologia por exemplo pensa uma aia tá eu tô com azia Né eu tomo um antiácido a relação é mecanística é um é um mecanismo eu tenho lá uma concentração de ácido muito grande no meu estômago tô com queimação eu tomo um ácido um
um antiácido que é uma base cancela lá a a concentração muda e diminui a queimação isso é um mecanismo tá então tratar de uma Asia é meio mecanístico né muitas áreas da Medicina são mecanísticas tudo bem A psiquiatria não é assim a psiquiatria é é um movimento não é um mecanismo né Então se fosse um mecanismo todo mundo que toma remédio melhoraria né todo mundo que toma remé assim seria igual uma Asia né se o problema é falta de dopamina você toma lá um recaptador lá qualquer coisa e pronto acabou né se foros serotonina toma
né mas tem pessoas que tomam remédio e mesmo assim não melhoram e tem pessoas que tomam remédio e melhoram né Ou seja é é é um movimento depende de cada parte né Às vezes o remédio ajuda muito a pessoa a lidar com Outra coisa Às vezes o problema tá na outra coisa você resolve uma outra uma outra parte melhora o problema não precisa do remédio às vezes precisa né Às vezes precisa dos dois às vezes não é nenhum deles é uma outra coisa isso que tem que ser identificado então na formação do psiquiatra além da
ela perceber que todos as doenças mentais são variáveis latentes e todas as doenças mentais são movimentos a partir de um conjunto de variáveis e a ideia do Psiquiatra é estudar essas variáveis e aí ele vai perceber que a área de atuação dele é muito restrita porque só na causa material e formal né E aí como como que você colabora com outras áreas para evitar que o paciente chegue em você né a ideia de um bom psiquiatra assim de um psiquiatra integrado né É que quando o paciente chega em você o processo Já andou muito né
como que a gente luta enquanto classe para reduzir o número de pacientes para chegar cada Vez menos pessoas naquele naquele naquela situação provavelmente as pessoas que vão chegar são as pessoas que TM mais problema ligado à causa material que aí é exatamente a área que você pode atuar então a atuação do psiquiatra vai ser muito mais efetiva né Por quê Porque as outras áreas já foram cobertas por outros profissionais de forma integrada em em grupos eh multidisciplinares tá então eu eu quero deixar essa mensagem A análise fatorial Permite isso né isso quando você faz uma
política pública que integra todos os níveis de causa para depressão por exemplo né Cada área do conhecimento vai atacando o seu E aí vai atacando as pessoas vai melhorando as condições de pessoas diferentes né até que só reste as pessoas com uma causa material mesmo que precisa do remédio aí vai no Psiquiatra toma o remédio aí tudo bem né O problema é quando vai todo mundo e o médico não sabe separar porque ele não é Formado para isso A culpa não é dele né então toda a política de saúde mental no Brasil é zoada Exatamente
porque faltam essas cooperações tem essas maldita briga de ego sendo que todo mundo é mal formado em média tá e movimento o MAG movimento aqui é um movimento movimento tá e o que eu quero o que eu quero e eh ilustrar né é uma eu mostrei isso na primeira aula de todas vou mostrar de novo que vale como bom Fechamento dessa aula eh aquele vídeo Cadê aqui esse vídeo aqui então Quero mostrar esse vídeo de novo para vocês então ó imagine por exemplo né ó deixa eu deixa eu voltar aqui ó tem uma roda de
bicicleta tá a roda de bicicleta tem um aro o aro seria a causa material seria o cérebro mesmo tal tem eh um papel esse papel suas suas experiências de vida né esse papel seria a causa formal e o o Desenho né recortado seria a causa eficiente é o que você fez da sua vida cada um de vocês todos vocês TM a roda e tem o papel né e os desenhos são diferentes para cada um então cada um de vocês tem um padrão de desenhos diferentes que é resultante da sua interação com o ambiente tá seram
seus esquemas de aprendizagem a história de vida a cultura o que quer que seja quando você coloca tudo isso em movimento tudo isso em movimento aparece A ideia entre aspas da doença mental né então a doença mental não é nem a roda nem o papel é isso ó é esse movimento tá vendo vocês estão vendo os bichinhos pulando ó vocês estão vendo os bichinhos pulando isso seria a nossa consciência a consciência de si a consciência o estado mental a mente é na verdade esse movimento que emerge né de várias ações separadas né várias ações Independentes
então a roda da bicicleta é independente do papel que é independente do desenho Né mas todas trabalham juntas em movimento isso isso é diferente de um mecanismo então esse fenômeno da ilusão perceptual do bichinho pulando corda do outro subindo a escada né esse fenômeno perceptual ele não é um mecanismo ele é um movimento ele é mais do que a soma das partes né É isso que todo o psicólogo e todo o psiquiatra deveria saber onde que tá o problema o psiquiatra ele vai entender isso como um mecanismo que é um erro porque na Verdade é
um movimento se eu se eu paro tá vendo ó se eu paro o movimento você perde o que tá acontecendo ó você não sabe o que o bichinho tava fazendo você não sabe o que o os bichinhos estavam fazendo você estava vendo Parado né Você tem que ver o organismo em movimento para perceber essa coisa da do do sintoma né da doença mental ou ou não tá e o psicólogo vê isso o psicólogo estuda isso só que ele acha que isso é na mass ter gratidão isso aí é uma coisa que não Dá para quantificar
não tem como medir bobagem tem como medir isso muito bem e fazer ótimas políticas eh preditivas tá E aí o ponto é como que a gente faz usando essa tecnologia aqui ó de um paper de 1904 que o povo da Psicologia não lê né E na verdade é só Pitágoras né É só um Pitágoras então de novo gente separar as coisas em mecanismo e movimento e perceber que no caso do movimento né a gente tem que entender as coisas de uma forma um pouco Mais complexa né ho G LM ajuda muito a entender mecanismos E
aí vem no experimento né testar experimento Será que os efeitos Será que o grupo existe efeito do grupo sobre alguma coisa né o glm ajuda muito a análise fatorial ajuda muito a entender os movimentos tá a análise fatorial a gente vai ter uma boa parte do curso dois dedicado a essa isso aqui que a modelagem equação estrutural Tá no curso Um é só um comecinho mas no curso dois vai ter uma boa parte do curso dedicado a isso tá as questões mecanísticas a gente estuda estuda bem no glm já é mais fácil né mas essa
parte de movimento na psicologia e na psiquiatria é é notável a falta de Formação geral da Galera Sabe tem pessoas que sabem isso bem Tem Mas são poucas é é um é eu eu penso na média a média ainda tá muito ruim tem a ver com sintoma e comportamento tem a ver tá o mecanismo é mais um sintoma e o Movimento é mais o comportamento como um todo né agindo e tal tem um pouco a ver sim tá eh então não não isso espero ter motivado vocês a a perceber que a análise fatorial é legal
super legal apesar de abstrata ela é legal tá na aula que vem vai ficar bem mais operacional tá na aula que vem vou mostrar conta como é que faz e tal vou mostrar a diferença funcional da análise fatorial do pro PCA a gente faz um Exemplo de cada um E aí vem vem uma um uma coisa importante é como é que eu sei que minha análise fatorial ficou boa como é que eu sei que meu meu PCA ficou bom né Aí vai ter uma série de conceitos indicadores de qualidade pra gente ver para você conseguir
rodar sua análise fatorial que hoje é fácil qualquer programa Roda já movi jasp spcs todo todos rodam tranquilamente né Mas o importante é como é que você descreve os resultados tá a gente vai tentar fazer Uma validação de uma escala para um conjunto de dados para apenas aquele conjunto de dados né na aula que vem como exemplo tudo bem gente então espero que vocês tenham aproveitado minha meha chá de cogumelo aqui com vocês essa aula foi bem chá de cogumelo tá E espero que ressignifique alguma coisa tá E e de novo gente existe toda a
psicologia pode não ser na M gratidão tá bom toda a psicologia tá a gente consegue adaptar dessas formas gerando resultados bem Interessantes tá gente então Obrigado pela paciência e atenção de todos e a gente se vê na próxima aula tá bom com a continuação de análise fatorial obrigado gente tchau