Eu sinto que essa semana é a semana dos sem noção aí na internet que tá aparecendo uma galera. Bruno Gaglihaço foi cancelado por ser uma pessoa completamente fora da casinha, tá? Fez um barraco, teve vários dobramentos, teve confusão também redes de fast food e tudo isso se liga de uma maneira maravilhosa, tá? Barraco, confusão, cancelamento, vamos entender o que aconteceu. Mas antes para tudo, deixa um like nesse vídeo e comenta #noção para você não ser uma pessoa sem noção, como as pessoas que a gente vai apresentar nesse vídeo, tá? que tem bastante gente sem noção.
Está entregando assim, ó, falta de noção essa semana. Tá maravilhoso. Esse canal sempre entrega, né, pessoas pra gente ficar com ranço, com raiva. Mas vamos entender o que tá acontecendo. Então, para tudo, deixa um like, comenta #noção, que só quem comentar #noção vai ter noção aí na vida, tá? que você não vai se meter em briga, vai falar só coisas pertinentes. Se tu não comentar #noção, vai que estoura um barraco aí na tua vida, pelo amor de Deus, pode. Já tô até batendo na madeira aqui. Já deixa um like, comenta #noção e bora pra história
de hoje. Sabem que ajuda muito comentário e o likezinho. Jean, o que que aconteceu? O que que aconteceu com o Bruno Gaglihaço? Acho difícil você não conhecer Bruno Gaglihaço, mas para quem não conhece, este é Bruno Gaglihaço, um ator global com mais de 21 milhões de seguidores. Aqui, ó, ator e realizador. E aqui, gente, a última publicação dele tá com 11.000 comentários e é o povo massacrando ele. E a gente vai entender aqui os desdobramentos disso, Jean. O que que aconteceu? Bruno Agliasso teve a maravilhosa ideia de soltar esses Stories aqui no perfil dele, tá?
Isso aqui foi um story que ele soltou, ele mesmo soltou. escolha própria, drivethrough, aberto até às 11. Isso aqui é um McDonald's, né? Aí ele botando assim, ó, pra e é PS, galera, falaram que foi ordem de cima, fecharam 10 minutos mais cedo da Serra de Petrópolis. Se liga McDonald's e ele marcou o McDonald's meio que fazendo uma reclamação que ele chegou lá 10 minutos antes de fechar, né? 10 minutos antes das 11 e não conseguiu ser atendido. E ele resolveu bater pezinho para falar: "Como assim já tá fechado? Não acredito. Que que vocês acham
que aconteceram? Funcionários demitidos, confusões, confusões do McDonald's, pessoas que trabalham com atendimento ao público falando, gente, a bomba estourou, tá? E a gente vai discutir sobre isso. Eu quero ouvir a opinião de vocês. Mas pra gente iniciar essa fofoca aqui do Bruno Galilhaço, a gente tem que entender o que que aconteceu antes dessa fofoca, tá? do Bruno Galhaço. Nesta mesma semana, uma mulher chamada Lee Montemor, ela foi até o Burger King. Então, a gente tá vendo a treta do McDonald's, só que a treta do Burger King também tem a ver. Então, as duas tretas elas
vão se interligar aqui, tudo vai fazer sentido. Assiste o vídeo do início ao fim que você vai entender. Ela soltou um vídeo sobre um mau atendimento que ela teve no Burger King com uma atendente. Então, nesse vídeo, a gente vai conseguir ver uma funcionária humilhando um cliente e um cliente tentando humilhar os funcionários. Uma loucura, né? E tudo isso vai fazer um sentido no final desse vídeo que tu vai ver. Vamos entender então esse vídeo dali, como que ela foi sacaneada ali pela funcionária do BK. Será que ela foi? Vamos entender aqui. Lia, fale pra
gente o que aconteceu. Situação bizarra que acabou de acontecer no Burger King do Shopping Brapuera. Presta atenção. Compramos um lanche que o Pedro queria que vinha com a surpresa do Minions, tá? Quando o lanche tava sem a surpresa na bandeja e eu virei pra atendente e falei: "Moça, veio sem a surpresa, você pega, por favor?" Aí ela foi lá, procurou, não achou e falou: "Vou chamar a gerente porque não tem". Daí eu falei: "Tá bom". Aí chegou a gereiti. Eu já até imagino o barraco porque assim, gente, eu quando eu era criança, eu acho que
todas as crianças, quem tem criança em casa, né, eu tenho sobrinho também e tal, sabe que geralmente esses lanches a criança pede não é nem por causa do lanche, pede por causa da surpresa, né? Então meio que já compra só por causa da surpresa. Bem ríspida, bem agressiva. Já no primeiro contato, foi lá, procurou, achou um bicho verde que tava dentro de uma sacola do Burger King claramente guardando para alguém. Virou e falou assim: "Tem isso aqui". Daí eu falei: "Moça, mas esse não é o brinde dos Minions? Se não tem, vocês tinham que ter
colocado uma placa que não tem, porque a gente só compra esse lanche por causa da surpresa." Sim. Aí ela disse: "Você quer fazer o que?" Então eu falei: "Eu não sei o que que dá para ser feito sei lá, se ela pode mandar na minha casa surpresa, sei lá o que que acontece. Dá um sorvete para acalmar a criança sei lá, para cons É porque realmente a criança tá ali na expectativa, né? Mas vamos ver o que que Ela fez aqui, se a atendente foi doida ou não. Ah, gente, eu não sei o que dá
para fazer, mas com certeza eles têm instrução para isso. Ela falou: "Que culpa eu tenho que não tem?" Daí eu falei: "Moça, quando não tem, vocês têm que colocar a plaquinha de esgotado. O Burger King faz isso, MAC faz isso. Aí a gente compra se quiser, sabendo que tá esgotado. Ah, bom. Dito isso, ela virou e falou: "Que que você vai querer fazer? Vai querer ficar com lanche ou vai querer devolver?" Daí eu falei: "Eu preciso". Ela já meio sem paciência, a mulher também, né? Mas e aí, que que eu tenho a ver com isso?
É que aquela coisa, ah não, senhora que realmente não tinha, a gente pode, né? É que eu acho que quando você trabalha com atendimento ao público, e eu digo isso, gente, sendo uma pessoa que trabalhou em loja durante anos, tá? Trabalhei com vendas, não trabalhei com atendimento em fast food, mas trabalhei com vendas como vendedor. E assim, por às vezes a gente tá, a gente n a gente já foi distratado para gente, né? Mas a gente dá aquela respirada porque quando você trabalha com atendimento ao público, você tem que dar uma respirada. Infelizmente, gente, é
uma coisa que a gente que a gente já que trabalhou e quem trabalha aí sabe que a gente tem que passar, mas vamos lá. Estornar e como com ele num outro lugar. Beleza. Ela falou que ia pegar um papel para eu preencher e que o estorno ia ser feito na minha conta em 30 dias, tá? Falei para ela, tá? Mas por que em 30 dias você não pode estornar na maquininha? Ela falou: "Não, não existe, não tem essa opção. Ou você torna em 30 dias ou não tem estorno." Falei: "Tá bom, então tudo bem". Aí
eu preenchi uma folha que ela me deu. Aí ela falou que eu preenchi a folha Errada. Falei: "Beleza, você quer que eu preencha uma nova?" Ela falou: "Não, fica assim mesmo, porque eu preenchi a folha inteira e disz que tinha um pedaço que eu não podia preencher, que era a gerente". Mas era tipo data e valor e o nome da mulher, mas ela não me falou que eu tinha que preencher só um pedaço. Enfim, foi o menor dos problemas. Nisso, o que que aconteceu? O Pedro tava do meu lado, eu tinha um monte de gente
na fila, um monte de gente esperando o lanche. Sim. Era agora são 7:30 da noite. Que dia hoje, filho? 31 de julho, sexta-feira. Ou seja, foi agora semana passada que acontecido era umas, sei lá, 18 horas. E aí, então, tava cheio, tá? E aí, eh, ela falou assim para mim: "Se você quiser, você tira uma foto para você ter como garantir". Eu falei: "Beleza, vou tirar." Sim. Peguei a nota que ela tinha assinado, peguei a folha, tô posicionando ali para tirar a foto. Ela virou e falou: "Dá para você ir logo?" Meu, no nível de
gente, desculpa que eu tô rindo que assim, tá demorando, amor, vamos embora. É que assim, já deu para ver que ela tava bem sem paciência, né? É, porque é aquela coisa, gente, a gente sabe o quanto a pessoa já tá ali há muito tempo, né, trabalhando, só que querendo ou não, você está trabalhando e você tem que dar aquela respirada, que nem eu falei, eu respirava, gente. Tinha horas que eu juro para vocês que tinha cliente que eu queria dar pequena esganada. Acontece, quem trabalha com atendimento ao público sabe que tem hora que a gente
tá por aqui. Agora você tem que respirar. Não existe isso você ficar distratando o cliente, gente, porque é demissão, gente. Que que é isso? Que até aí eu já tinha ficado meio assim, porque você não tá esperando que a atendente do Burger King ou de qualquer outro lugar grite com você se você não tá fazendo nada de errado. Sim, total. E aí eu falei para ela: "Calma, eu tô só fotografando, a nota tá dobrada e tá luz, só tô organizando para tirar uma foto legível". Ela falou: "Anda logo com isso". Aí eu fiquei chocada. Gente,
que grosseria. Vai, vai demorar duas horas mesmo para pr essa mulher bem assim. Gente, meu filho já tava segurando forte assim na minha mão, coitado, com a coroinha do Burger King na cabeça, Mó. Aí o olhinho dele já tava ali enchendo de lágrima. Eu virei para ele e falei: "Calma, filho, tá tudo bem". Virei pra moça e disse: "Moça, por que que você tá sendo tão grossa? Eu não te fiz nada". Ela falou: "Assina logo, tira logo essa foto e sai daqui". Eu acho que existe uma coisa que acontece, que é às vezes as pessoas
que estão atendendo levarem muita coisa pro pessoal. Eu sempre entendi quando eu tava trabalhando que, tipo assim, eu sou um funcionário de uma loja, né? Então assim, ai a pessoa tá falando alguma coisa ruim da loja, ai porque a loja, a roupa, não sei quê, ai a roupa é extremamente vagabunda, sei lá. Eu sempre pensava assim, gente, é que isso não é sobre mim, sabe? Tipo, eu não sou eu que faço essa roupa, meio que fod, sabe? Tipo assim, eu tô aqui dando meu melhor como funcionário. E aí quando a pessoa se estressava comigo, que
não foi o caso dessa mulher, tá? Ela não se estressou com o atendente, ela tava Falando bem calma. Eu falo, se a pessoa tivesse se estressado comigo, né, que não foi o caso aqui, falari, eh, tudo bem, mas eu só sou, né, o funcionário, eu realmente não tenho culpa. Eu vou vou passar pr as pessoas superiores essa questão do aviso do brinde, porque realmente é uma coisa que a gente acabou esquecendo de colocar, é que você tem que ter um jogo de cintura, só que ela tava super de boa falando com a atendente, super tranquilo,
só falando, cara, por que você tá sendo grossa comigo? Porque você tá tendo E aí virou uma coisa meio que pessoal, começou a virar uma briga meio pessoal ali, sabe? com um olhar que eu falei, ela vai me matar, certeza. E aí a coisa começou a ficar muito ríspida, ela começou a ficar muito, muito, muito agressiva, muito grossa. Meu Deus. [roncando] Aí eu virei para ela e falei: "Eu estou tirando a foto, espera um minuto, por favor." E eu não tava num lugar que eu tava atrapalhando ninguém, não tava demorando, não tava enrolando, nada disso,
tá? Só para vocês me mapearem. Aí eu peguei e comecei a tirar a foto e ela começou a me xingar. Sai daqui, sua louca, sua. Um monte de palavra. Meu Deus, gente. Chamela de só porque ela ela tinha falado, gente, porque você tá tão por que você tá estress tá me tratando com grosseria? Porque você tá sendo grossa comigo? Gente, palavras assim de mega baixo calão falando coisas absurdas. Que que ela te falou, filho? Vem contar aqui no vídeo o absurdo que ela te falou. Ela falou assim, ó. É, eu nem sei se pode contar
no vídeo. Pode contar, filho. Mas ela falou assim, ó. Eu desejo a morte dele. Eu quero que ele morra. É, ela ficava assim: "Eu desejo a morte dele. Eu quero que ele morra". Ai, gente. Ai, ele contando isso com a meu coração doeu, tadinho. Ele contando tipo: "Ai, não sei nem se pode contar". Ai, gente, que horror. Aí o Pedro começou a chorar, obviamente. Meu olho encheu de lágrima. Fiquei com muito medo da mulher. Gente, como é que a tendente fala que quer que gente que isso? porque ela era cinco vezes do meu tamanho, extremamente
agressiva. A outra mulher que era considerada a gerente, pelo que eu entendi, essa bem maluca era a subgerente e a outra que era gerente falava: "Você já pegou seu papel, sai daqui". Eu falei: "Eu não vou sair". Eu acho inadmissível a forma como ela tá falando comigo. É inadmissível esse tratamento. Gente, a gerente assistindo isso também. Como que você fala assim com um cliente que não te fez nada? E aí a galera segurando ela, ela começou a pegar as coroas do Burger King, copo, tudo que tinha na frente dela e tacar na gente. Você Gente,
o que que é isso? É que é que eu tô começando a achar que essa mulher vai pegar uma que é isso, gente? É que a história tá piorando. Ela começou a arremessar as coisas no na mulher e no filho dela. Que isso? É que eu tô desacreditado nisso, gente. Ela tacou as coisas na gente. É surreal, gente. Uma cena bizarra, extremamente grotesca, extremamente inadmissível, uma postura que não justifica em nada, em nada. Eu não tinha feito nada para ela, mas uma grosseria, o nível de loucura, ela falou vários palavrões, mostrou o dedo do meio
e ela tacou objeto do Burger King na gente. Eu não consigo me conformar com uma pessoa age dessa forma. Será que a assim na casa dela já seria horrível? Mas no ambiente de trabalho com um cliente que não fez nada com uma criança de 8 anos, gente arremessando. Gente, que que é isso? As pessoas ao redor vieram falar: "Meu, o que que aconteceu? Que loucura. Eu vi você, eu tava lá, você não fez nada, não sei o quê". Todas as pessoas indignadas. A menina que trabalha na loja do lado veio me consolar. Ela falou: "Ai,
foi fulana. Isso acontece com frequência. Isso que mais me assustou. Não é a primeira vez. as pessoas. E aí existe um erro aí, né, em relação a à pessoas saberem das reclamações, né, porque aparentemente depois também teve reclamação, já tinha várias reclamações na naquele negócio do Google, né, que quando você pesquisa sobre a franquia das pessoas falando sobre essa mesma atendente. Gente, eu tô chocada. Os que trabalham ao redor vieram conversar comigo dizendo que acontece com frequência, que essa mulher faz isso com frequência. Descreveram quem é a mulher. Ah, é a fulana assim, assim, isso
acontece com frequência. diz que já foram feitas várias reclamações no shopping brapuera e nada foi feito. Gente, eu fiquei chocada. Um cara que tava com a família, super solícito, parou e falou: "Meu, eu vi tudo que aconteceu, um absurdo. Você não fez nada de errado, você não fez". A parte boa é que tem muitas pessoas para eh falarem a favor dela, né? assim e e se e e se outras pessoas passaram por isso, você vê que não é um negócio estritamente que aconteceu com ela. Nada que justificasse isso. Você tava ali super numa boa. E
aí, para vocês terem noção, aí que aconteceu quando ela falou, ai, calma que essa parte é important. Quando ela falou tudo isso, eu fiquei num estado de nervo. Eu olhava pro meu filho chorando, segurando a minha mão bem forte. Eu fiquei num estado de nervo que, juro, eu não sabia o que fazer. Aí eu peguei o meu celular, liguei a câmera e falei: "Eu quero ver você ser mulher e repetir tudo que você tá repetindo com a câmera ligada". Ela falou: "Então, bota a câmera na minha cara". Liguei a câmera do meu celular. O vídeo
é medonho, mas eu acho que eu não posso pôr aqui, né? Cadê esse vídeo? Pelo amor de Deus. Eu vou vou perguntar para algum advogado, se alguém souber coloca aqui. Mas assim, medonho o vídeo. Medonho o vídeo medonho. Ela olha assim com uma cara medonho, assustador. E ela falava assim: "Agora você desliga porque você está com a câmera na minha cara". Eu falei para ver se você é mulher de repetir o que você repetiu. Agora repete o que você repetiu com a câmera ligada? Porque é muito fácil, né? Todo mundo é valentão Quando não tem
consequência, porque nada tem consequência. E aí ela ficou muito brava. O gerente falou: "Já, agora sai daqui." Você já pegou sua folha, "Sai daqui". Uma grosseria. Eu nunca vi nada parecido na minha vida. Eu saí tremendo. Meu filho extremamente assustado. A gente nunca tinha vivido nada parecido, gente do céu. E aí ela trouxe porque parece que o Burger King fez um pronunciamento e para entrou em contato com ela, né? Para um pronunciamento para eles conversarem. O BK me ligou. Então vamos contar os desdobramentos atuais. Uma pessoa do BK me ligou, tinha me chamado no WhatsApp,
marcamos de nos falar, é uma pessoa que tem um cargo bem alto, bem relevante lá dentro. Ele me ligou e se colocou à total disposição. A gente ficou quase uma hora no telefone, nos falamos bastante e eu fiquei realmente tocada em saber que a minha história pode ajudar outras pessoas a não terem mais esse tipo de atendimento. Sim. Muita, muita, muita gente comentou de situações parecidas. Eh, me contaram no Google como é que tá a situação da loja e etc. E talvez esse seja o fato que fosse a gota d'água para que a situação ali
fosse ajustada. Mas falando do nosso contato, a pessoa que me ligou foi extremamente solícita. Sim. Se colocou à minha disposição, pediu desculpa, também achou a situação inadmissível. Essa pessoa teve acesso às câmeras da loja, então ele viu tudo que aconteceu e conforme eu fui falando para ele, eu ia falando: "A cena que você viu assim foi tal coisa. A cena que você viu assado foi tal coisa. Ah, porque tinha câmera de segurança e aí o cara conseguiu acompanhar a história que ela tava contando pela câmera de segurança, gente. Eh, e realmente essa pessoa também ficou
indignada com a situação. Em nome do BK pediu 1 milhão de desculpas. Então, foi um papo muito bom. E o que que eu acho importante ressaltar? você falar com a marca não tira o que aconteceu. Sim, mas eu achei de extrema importância mostrar o quanto a marca se movimentou, porque ela podia ter ficado quieta. É, porque quando a gente tá falando sobre questão de funcionário, né, eh, eu acho que assim, por mais que a marca faça um treinamento, eu não sei como funciona o BK e nem o McDonald's, tá? Mas por mais que a marca
faça um treinamento, que as coisas aconteçam e tal, não tem como você saber como uma pessoa vai agir no dia a dia ali no trabalho, né? Por mais que você tenha um processo seletivo rigoroso ali, a gente nunca sabe o que vai acontecer no dia a dia do trabalho. Então esse tipo de coisa realmente pode acontecer assim, né? Pode acabar vindo a acontecer, mas o modo como a marca se posiciona após um acontecimento desse, como ele vai, né, levar os processos depois, disso também diz muito sobre a marca, né, e sobre como as coisas podem
não voltar a acontecer de novo, né? Então assim, é, ela podia não ter falado nada, mas vê o nível de preocupação e de satisfação da marca. Sim, é uma marca que eu sempre gostei, é uma marca que eu sempre consumi. Hoje, no Dia hoje, como diria minha mãe, na data hoje, eu estou com ranço, mas eu espero que esse ranço passe, porque é muito ruim você ficar assim com uma marca que você gosta, com uma marca que você admira, com uma marca que você consome, eh, e não só aqui no Brasil, que eu consumo, em
vários outros lugares. Sim. Então, a marca foi muito legal, eles pediram mil desculpas. se colocaram à disposição para no que eles precisasse de ajuda. Pediram mil desculpas em nome do Pedro, eh, principalmente das coisas, né, que podem tê-lo afetado. Sim. Eh, falaram que as providências já estão sendo tomadas, me disponibilizaram uma refeição completa pra minha família gratuita e no BK. Hoje eu iria lá comer não, mas talvez. É que assim também o processinho turco isso ia dar, meu amor, realmente é melhor eles fazerem assim bem na maciota mesmo, porque isso é dar um processo, amores.
Até até porque eu não quero que o Pedro tenha a sensação que é um lugar péssimo e que ele fique com essa sensação horrível do que aconteceu lá. Então, talvez se fosse só por mim eu não faria questão, mas pelo Pedro eu acho extremamente importante. E eles se disponibilizaram muito bonitinho a mandar os Minions pro Pedro. E vamos ver se chega, eu faço um unboxing aqui para vocês. Então, dado tudo isso, resumidamente eu achei a postura da marca muito legal, porque de fato o BK é uma marca que sempre se manifesta nas redes sociais. Eles
terem se manifestado foi muito bacana. eles terem me ligado em É por isso que também essa questão de, né, de de posicionamentos públicos às vezes pode ser importante em certas situações que a gente vai ver que era do Bruno Gaguele, só que o negócio foi bem bizarro, eh porque realmente a marca ela consegue fazer alguma coisa ali, enfim, tomar algum tipo de providência ou atitude, né? Mas vamos lá. sábado, terem se disponibilizado, terem se desculpado. E isso para mim é o que mais conta, entender que a marca eh viu que houve uma lesão, que houve
uma postura incorreta e se retratar. Todo mundo erra, mas se a pessoa não se retrata, isso fica muito feio e é mais difícil da gente digerir. Com a retratação, para mim fica tudo muito mais tranquilo. Vamos ver se chegam as coisinhas pro Pedro. Eu faço um unboxing para vocês. Sim, a pessoa da qual teve todo esse fusu, ela provavelmente viu o vídeo porque ela me chamou aqui no privado, se desculpou. Ah, eh, enfim, trouxe um texto ali com o [roncando] momento que ela tava vivendo, pediu mil desculpas, disse que tava muito arrependida. Eu respondi para
ela dizendo que obviamente teve uma consequência, aquilo foi uma coisa ruim, mas que obviamente eu aceito as desculpas dela e no final das contas que seja um aprendizado para todo mundo. Então que a marca, ou seja, a própria atendente também percebeu que ela se passou e muito ali, né, no que aconteceu. E é o que eu falo, Independente do que você tá vivendo também, que é óbvio, né? É, pode ser uma situação muito complexa, eu acho que você nunca pode passar o direito do outro, né? Você ter uma uma discussão ali, uma conversa, olha, não
é assim que funciona, a gente não consegue fazer por esse meio. Ah, poxa, a gente Isso é a maneira de você atender ao público corretamente, né? Não se arremessando coisa nos outros e xingando a pessoa e falando que deseja mal pessoas. Tipo assim, gente, é que não tem como defender a atendente aqui nesse caso. Final das contas, possa se e ajustar, melhorar seus processos, melhorar o atendimento, que isso não venha acontecer com outras pessoas. Eh, que eu também possa aprender alguma coisa importante sobre toda essa história, eh, o Pedro, enfim, que todo mundo possa, né,
eh, melhorar com tudo isso que aconteceu, porque nada vem por acaso, né, minha gente? Então é isso. Eh, e que a moça, enfim, se não tiver mais trabalhando lá, possa se recolocar, entendendo que aquela postura não é legal e não pode se repetir. Certo? Acho que é isso. Alguma dúvida? Esqueci de falar alguma coisa sobre o vídeo. Vocês estão implorando para eu mandar o vídeo que eu mandei? Eu não sei contar quantos inbox eu recebi. Pelo amor de Deus, me manda o vídeo. Eu não vou mandar para ninguém, gente. Eu não vou mandar o vídeo
para ninguém. Sim, não é correto fazer isso. É isso. E como ela se resolveu com a mulher também, acho que não faria nem sentido ela ficar expondo esse vídeo, porque senão ia aparecer mais que ela quer atenção do que de fato a reclamação que ela queria fazer. Beijo para todos vocês. Trarei notícias em breve. Obrigada por todo o apoio, toda a empatia, todo o carinho, todas as mensagens que eu recebi e espero que Todo mundo que comentou, que já passou por isso também, isso não volte a acontecer com mais ninguém numa marca que tem tudo
para ser só maravilhosa, sem esse bando de intercorrência. Beijo. Bom, vamos lá. Então vocês veem aqui, por isso que essa história era importante, que uma moça fez uma reclamação sobre uma rede de fast food, que no caso foi o Burger King. E a situação dela, a maioria das pessoas da internet ficaram do lado dela, falaram: "Cara, que absurdo isso que você passou. Essa atendente foi completamente sem noção." Tem uma galera que defendeu a atendente falando: "Gente, você não sabe, né, as as questões de trabalho, o que que essa mulher passa para ter se estressado nesse
nível". Eu acho que assim, gente, eh, independente do que acontece na sua vida pessoal ou das questões que você tem naquele trabalho que você tá, você está contratado para executar um serviço X, né? Você destratar uma pessoa que tá indo ali fazer uma compra, eu acho que não existe justificativa, tá? Eh, eu acho que você precisa respirar, você precisa entender o lugar que você tá e o que que você tá fazendo naquele momento pra razão não ser perdida. Então aqui no caso eu acho que ela tá coberta de razão. Tanto é que a própria atendente
depois veio pedir desculpa e assumiu que tava completamente ali fora de si, né? Por razões x que ela não expôs aqui, mas que ela não estava bem por alguma razão. A Marcela Garbin, ela fez um vídeo das pessoas comentando sobre a questão da atendente, porque teve uma galera também defendendo a atendente aí nessa questão. Vamos ver o que que a Marcela Gar falou. Mas tem uma galera aí defendendo a funcionária do Burger King que foi lá e falou para um menino de 8 anos que desejava que ele morresse e que tá com objeto da mãe
dele. É que pra mim, gente, é que assim, não tem como defender esse tipo de coisa, entendeu? Porque tava nervosa, tava num momento ruim da vida com a justificativa de, tipo assim, ai, as condições de trabalho dela não devem ser boas. Ah, porque quem trabalhou em shopping, ah, porque quem já trabalhou em fest, eu imagino que a condição de trabalho seja ruim, mas assim, e é isso não justifica você destratar uma pessoa que não tem nada a ver com aquela sua condição de trabalho, sabe? aquela pessoa, ela simplesmente é uma cliente, entendeu? Gente, pera lá,
é importante a gente saber e falar sim sobre as condições precárias de trabal, inclusive a gente vai falar sobre essa questão aqui no no nesse vídeo também. F shopping, fast food, entre outros, né? Pessoal que trabalha com o público de forma geral, como eu já trabalhei, mas você fala para mim que tem justificativa? Não, não tem que isso aí não, porque ela tava oxe, pior, tem gente duvidando, falando assim: "Ah, eu duvido que isso aconteceu de verdade". Então a mulher ia vir aqui na rede social, ia mentir sobre o Burger King ter ligado para ela,
ia mentir sobre eles terem a câmera de segurança e terem visto as imagens. Ia também falar, gente, é que isso isso podia dar uma merda para ela que aí ela ia ser processada, gente. É que assim, é um negócio que a marca, isso foi uma queimação pra marca no final das contas, né? Se a marca descobre que tudo isso que essa mulher falou era mentira, é processar ela. Então assim, claramente isso tudo aconteceu e de fato ela deve ter recebido essa mensagem da da atendente, né? O anos mentir, porque a criança no vídeo mesmo fala,
né? Éuz ali que queria realmente que ele morresse e de quebra também é mentir que a funcionária entrou em contato com ela. Ela ia mentir sobre tudo isso. Ia mentir até que ela tem a gravação da funcionária correndo o risco de levar um processo. Exato. Gente, não existe. Gente, vocês t que entender que sim, muitas vezes o cliente é um pé no saco, mas nem sempre o cliente é um problema, tá? e que dá pra gente conversar sobre as formas de exploração de trabalho sem ter que inocentar todo trabalhador, porque não é todo mundo que
tá trabalhando ali que tem a cabecinha boa que tá certo. Exatamente. Tanto que a gente vai ver o outro lado da moeda agora com a questão do Bruno Cagilhaço, porque aqui a gente tá vendo o fato da cliente estar certa e depois a gente vai ver o modo como uma pessoa, na minha concepção, não tá certa, mas eu quero ouvir a opinião de vocês, porque aquele stories dele foi só o início, mas vamos lá. Absolutamente nada justifica a mulher ter jogado coisas na outra. Mas ela deve ter chegado de um jeito. Ai, porque ela deve
ter chegado caçando confusão. Porque eu vi comentário de uma menina falando que é amiga da funcionária e que a mulher chegou caçando confusão, no caso ali pelo mundo. Independente de como essa mulher chegou, nada ainda justifica. Vocês estão querendo arrumar justificativa para uma coisa que não existe. Ou então da próxima vez que você for numa loja, aceite o funcionário tacar as coisas em você e xingar teu filho, tá? E saia rindo ainda que sorriso. Cara, isso aí eu tenho que concordar com a Marcela Garbin. O marido da Malo Borges, Zezinho, ele também fez um vídeo
falando disso. Cara, eu vi o vídeo, só que eu não vi o vídeo todo porque a mulher tava muito educada. Se ela fosse mais desbocada, tacasse o hambúrguer de volta na atendente, fizesse uma confusão, eu teria visto isso daí. Um traço péssimo que eu tenho, que eu tô tentando melhorar, inclusive. Mas cara, eu tenho um negócio que, não sai da minha cabeça. O atendimento ao público de uns 10 anos para cá, ele piorou absurdamente. As pessoas estão bem desrespeitosas, o limite de paciência delas está muito menor e eu tenho algo na minha cabeça que eu
atribuo essa piora, né, na no atendimento ao público. internet, cara, pelo menos na minha época, né, eu trabalhei muito tempo com atendimento ao público, então eu entendo o que eu tô falando, né? Tô falando uma baboseira. Eu não consegui entrar no Instagram e ver a Virgínia voando de jato. Eu não abri o Instagram e aparecia um garoto de 17 anos falando assim: "Oi, eu sou não sei quem. Eu tenho 17 anos e essa é minha primeira conquista". Aí comprava uma Lamborghini. Nossa, é verdade. É isso é muito real, cara. Eu acho que a comparação que
as pessoas estão fazendo com as outras tá piorando muito. Às vezes essa mulher do hambúrguer, eu não culpo exatamente Burger King, tá? Vocês vão achar que eu tô sendo protecionista e tudo mais e não sei o quê. Não, eu não culpo. Basicamente tem muita gente com muito distúrbio mental trabalhando dentro de empresa que você só vai descobrir quando a pessoa tiver trabalhando. É, eu eu acho que não tem nem questão, porque questão de saúde mental, as pessoas podem tomar medicamento, tratar, trabalhar normalmente, gente, né? Eu eu mesmo tenho minhas questões de ansiedade, que eu já
falei pr vocês, eu acho que essa não é a grande questão. É o modo como você é e reage às coisas que acontecem e aí realmente às vezes podem acabar desencadeando em situações como essa aqui que são extremamente bizares. Isso é muito sério, cara. Sim. É, é uma análise séria que eu tô fazendo. Eu acho que piorou muito com esse negócio das redes sociais. A pessoa tá ali no trabalho dela, digno, honesto, Correto, no qual muita gente, faria qualquer coisa para estar nesse emprego e a pessoa não tá valorizando aquele emprego dela. Isso é sério.
Isso é sério. E tipo, tô falando na posição do patrão, na posição do funcionário, na posição de quem não tem esse emprego que ela tem. E isso é, isso é bizarro, porque a pessoa não valorizar, não tratar bem o próximo, que eu acho que é o básico também. E eu acho que abre o que que a Marcela falou também da da discussão sobre a precariedade dos trabalhos também, entender ali o como essas pessoas são eh treinadas, como elas trabalham, eh o modo como a empresa trata essas pessoas também, seja financeiramente, seja psicologicamente mesmo, né? O
amparo que dá para aqueles trabalhadores. É por isso a importância da discussão, né? Do fim da escala 6. Então assim, acho que todas essas coisas elas acabam entrando nesse bolo também. Bizarro. E eu atribuo muito isso a esse assunto das redes sociais e comparações. A pessoa tá lá ganhando o salário dela e vê outra pessoa gastando 1 milhão para ir ver a Fórmula 1 em Mônaco. Cara, a pessoa fica meio assim, na minha época não tinha isso. É por isso que certos conteúdos para mim de ostentação extrema e tal, como os que a esposa dele
acaba fazendo também, é por isso que para mim esses conteúdos são tão danosos assim. É por isso que eu acho que eu não não entendo muito o motivo da da existência, sabe? É diferente você falar sobre uma opinião ou você falar sobre alguma coisa. Ah, esse produto aqui se usa assim, você mostrar a utilidade de um produto ou não simplesmente ficar ostentando coisa a torta direita. Enfim, é o que eu acho também, mas é só uma opinião, tá? Tem gente que gosta desse tipo de conteúdo e tá tudo bem. Mas eu acho que é por
isso também que eu acho que esses conteúdos de ostentação são meio problemáticos. Possivelmente você pode não entender nada desse vídeo, porque meu público ele é majoritariamente de 17 a 24 anos, então eu tô falando de 10 anos atrás, então a pessoa mais velha do meu público teria 14 anos e a pessoa mais nova teria sete. Então não entendeu nada do que eu tô falando. Então esse vídeo pode não ter servido de nada, mas só que é uma coisa que eu tenho observado. Tem muita gente maluca trabalhando. É o meu marido, ele chegou a fazer um
vídeo zoando. Vou mostrar aqui, gente, que eu achei tão fofinho o vídeo do meu marido, ó. Ele botou aqui, ó. Pov prepando para ir comprar hambúrguer no Burger King. Olha que gracinha meu marido, gente. Meu marido é lindo, né? Ó que lindo meu marido se preparando para ir no Burger King. Aí ele tá botando, ó o capacetinho dele, a espada dele e tá indo, gente. Oh, que gracinha. Meu marido é muito lindo, né? Pois é, mas esse é o foco do vídeo. Mas enfim, essas foram as discussões aí sobre a questão da atendente ter e
ter destratado aí a cliente no Burger King. Agora a gente vai pro outro lado, que é o lado do que o Bruno Gagliarço postou. Então vocês veem que aqui nesse caso as pessoas ficaram contra a funcionária por conta da postura. Mesmo entendendo a precariedade do trabalho, mesmo entendendo todas as questões, as pessoas acharam absurdo. Porque você falar que deseja que uma, né, se você ficar arremessando coisa no cliente, gente, não existe justificativa para isso, mesmo que a discussão tivesse sido acalorada, tá? O que não foi ali pelo que ela contou e pelo que o pessoal
do Burger King também viu nas câmeras. Agora a gente vai para pro caso do Bruno Gagliasso, que tem tudo a ver com isso, mas da outra ótica do cliente tentando humilhar os funcionários por alguma razão. O Bruno Gagre, que nem eu mostrei Para vocês, ele soltou esse vídeo aqui que foi um stories, né, onde ele fala sobre a questão aqui, o próprio stories dele, Bruno Gaglihaço, drive through aberto até às 23 e ele falando fecharam 10 minutos mais cedo da Serra de Petrópolis. Eu vi muita gente falando: "Ué, meu Deus, mas era só comprar outra
coisa no iFood, gente. Ele estava esse McDonald's, ele fica literalmente no meio do nada. É perto de um posto de gasolina no meio de uma serra. É, é realmente no meio do nada, tá? Então é meio, provavelmente ele tava ou indo para Petrópolis ou voltando de Petrópolis, devia estar naquela hora ali apertada, devia estar com fome. Parou ali, achou que ia conseguir comer, não conseguiu, ficou bolado e resolveu postar esses stories reclamando ali do do local estar fechado há 10 minutos. E isso gerou uma discussão enorme na internet das mais diversas possíveis. Por quê? Ué,
mas ele tá na razão. Se fecha 11 horas, era para fechar 11 horas. Ué, meu Deus, que absurdo, pô. Por causa de 10 minutos e as pessoas que trabalham ali chegam desde cedo, será que ele não pensou nos funcionários? Tá tentando prejudicar os funcionários. Esses foram os lados das discussões. Alguns comentários que apareceram foram esses aqui. Só que eu vou falar para vocês a minha opinião também. O que que a gente vai discutir sobre essa história aqui, ó. Aí depois posta vídeo pedindo fim da escala 6 por1. A fome só bateu 10,50, né, burguês? A
galera comentando aí, botaram aqui: "Estou chocada com a sua falta de empatia com o trabalhador. Tem noção do que 10 minutos faz para alguém que está trabalhando 12 horas? 10 direto. Usa a esquerda só para lucrar, prejudicando funcionários do McDonald's. Aí tem mais comentários aqui. A favor da escala 5x2, apenas quando não atrapalha seu lanche, né, meu amigo? Se o restaurante fechou, vai em outro. Tem coisa que não precisa ser postada, saiu do personagem. E aí, funcionários de de estabelecimentos também fizeram suas publicações, tá? Eh, botaram como com Aquela musiquinha, né? botaram: "Imagina você trabalhar
no McDonald's e fechar 10 minutos antes, depois de um dia em pé, atendendo centenas de pessoas e vira o Bruno Gagilhaço, que nunca pegou um ônibus, denunciar nos stories que a loja está fechada. Será que ele sabe que atrás do uniforme tem um ser humano e não uma máquina?" E aí quem postou isso foi o Ezequiel, tá? Ele fez essa publicação. A Giovana também fez uma publicação botando: "Você trabalha o dia todo no McDonald's, fecha a loja 10 minutos antes e quem resolve expor isso no na internet é alguém que nunca precisou passar o turno
em pé. esquecem que por trás do uniforme existe uma pessoa, tá? E aí toda essa discussão aconteceu e a galera começou a achar que talvez ele não tenha dado ponto sem nó. Por quê? No Twitter eu vi essa publicação aqui, ó. Aí você vai no perfil do Playboy Bruno Gagliço e vê que o vídeo reclamando do McDonald's foi postado já na intencionalidade de causar ódio e visualização. Logo depois vem uma publicação, o que essa galera faz por engajamento não tá escrito. É que tá querendo dizer que na próxima publicação foi uma puble, ou seja, que
ele deu uma causada ali e logo depois ele soltou uma puble. O que que eu acho que aconteceu aqui? E isso eu estou dando só a minha opinião aqui nessa história. Como tinha acabado de acontecer essa situação do Burger King com a moça e viralizou e todo mundo ficou ao lado da moça. Eu acho que na cabeça dele, ele achou que todo mundo ia ficar do lado dele porque ele tá fazendo uma reclamação ali de um estabelecimento que deveria estar aberto até tal hora e não está. E aí eu acho, eu acho que ele achou
que a galera ia viralizar e queria ficar como, ai, olha ele lutando pelo direito das pessoas, como aquela moça lá que a atendente distratou ela. Só que a situação é completamente diferente. Em uma situação A atendente foi de fato errada e distratou. Aqui a gente tá falando sobre 10 minutos de loja. Eu entendo, gente, ele ficar boladinho porque ele não conseguiu comer. Só que aquela coisa, chegou, ah, que pena, fechou 10 minutos mais cedo. Você ficar boladinho, superar a sua boladice e ir embora, não abrir o seu celular. postar um stories que você sabe que
pode prejudicar aquelas pessoas que de fato trabalham para ali e por causa de 10 minutos. E assim, gente, eu trabalhei com atendimento ao público como vendedor e eu vou falar uma parada para vocês que assim, quem trabalha com atendimento sabe, cara, desculpa, vai se fod se você chega no estabelecimento 10 minutos para fechar. Ah, eu vou experimentar a roupa 10 minutos pra loja fechar, cara. Qual o seu problema? Desculpa, gente, pelo amor de Deus. É você ter noção, é você se colocar um pouco no lugar do outro. Pô, meia hora, 40 minutos antes, ok, 10
minutos, porque meia hora 40 minutos antes, espera-se que em 20 minutos, meia hora você consiga resolver tudo. Agora, em 10 minutos, pô, só para você experimentar uma roupa, vai demorar mais que 10 minutos para você escolher que você quer. Você vai entrar numa loja de roupa 10 minutos para fechar. Gente, é falta de noção. Você vai entrar 10 minutos antes do estabelecimento fechar pra pessoa começar às 11 hor 10 para 11 a fazer o seu hambúrguer para depois ele ter que fechar. Porque tem, gente, depois que acaba, só para vocês saberem, né? Quem trabalha com
atendimento deve saber. Quando uma loja fecha, não é assim, sai os clientes, fecha a porta e acabou. Tem fechamento de caixa, a gente arruma estoque, quando eu trabalhava eu arrumava estoque. Então assim, é é o mínimo você se colocar no lugar do outro e entender o que que a pessoa vai passar depois daquele tempo, falar: "Pô, 10 Minutos, ah, não vou fazer isso não. Ai, mas se abre até 11 horas, então eu tenho direito de comer até 11 horas. Beleza? Só que, pô, você vai reclamar por causa de 10 minutos antes. Aí eu acho que
é uma é de uma mesquinharia, de uma é uma coisa de você achar que o mundo todo tem que girar o seu umbigo, que assim, para mim não faz sentido, gente, desculpa. E aí tem discussões, tá? Eu quero ver a opinião de vocês aí também nos comentários, n pessoa falando: "Ai, mas aí é óbvio, gente, já passei em situação que, pô, eu não tinha lugar para comer, eu passei ali, entrei e falei: "Pô, hoje é um dia específico que aconteceu isso e se eu não conseguir ser atendido naquele momento, beleza sair e viver a vida.
Agora não, deixa eu me revoltar aqui. Eu Bruno Gagliácio não conseguir ser atendido. Gente, a gente precisa se acalmar, entender se colocar um pouco no lugar do outro. Não, beleza, mas que que aconteceu aqui? Será que aconteceu alguma coisa diferente? Será que hoje, especificamente, eles não conseguiram fazer isso? Pô, será que tem menos gente atendendo aqui? Porque eu vi comentários de pessoas falando que tinham menos funcionários no dia e que a gestão decidiu fechar mais cedo porque a galera não tava conseguindo acompanhar o fluxo de pedido ali. Então, é tentar entender o outro também, sabe?
Eu sinto que as pessoas têm essa visão de achar que cliente sempre tem razão. E para mim não é sempre assim, não. Na minha concepção, tem cliente que muitas vezes está errado. E tem cliente que às vezes tá certo, como é o caso da moça que a gente viu aqui no no negócio do BK. Aí vamos continuar aqui que tem outros comentários aqui, ó. Botaram o seguinte, ó. Esse trabalho é extremamente exaustivo. Os últimos minutos deveriam ser vistos como um tempo para concluir os atendimentos que chegaram antes e não para surgir novos ocasionando um atraso
na saída deles que ainda precisam limpar tudo e fechar a caixa. Muito me surpreende o Sr. Bruno Gagliasso, sempre tão militudo, não ter bom senso numa situação como essa e correr para exportar para exportar esses trabalhadores dessa forma. Acho que ele quis dizer eh expor, né, os Trabalhadores dessa forma. Eh, outro comentário aqui é de de desse outro desse outro tweet aqui, ó. Se ele, Bruno Gagliáo, tivesse dado um Google para saber qual o procedimento de fechamento antes da reclamação pública, teria evitado tudo isso. E a gente, eu acho que ninguém faz isso, né? Ninguém
joga no Google para saber o procedimento de uma loja que você quer entrar. Beleza, eu entendo. Mas realmente aqui tá explicando que no McDonald's processo de pré-fechamento começa eh cerca de duas a 4 horas antes do horário oficialmente encerrado. No entanto, o atendimento ao público costuma ser interrompido ou limitado exatamente 10 minutos antes, por volta das 10:50, justamente para quando der 11 horas ali as pessoas conseguirem começar embora, né? E assim, gente, este McDonald's eu conheço porque eu já fui lá, tá? É o McDonald's no meio da serra, é no meio do nada. Então, para
essas pessoas irem embora dali, os funcionários também deve ser um rolezão, tá? E ele sabe que este McDonald é no meio do nada porque ele estava ali no meio do nada. Então é sobre entender, sabe? E olhar as coisas não só da nossa ótica, mas do do todo, sabe? Aí vamos lá. Eh, bem feito pro Bruno Gagilhaço. Perdeu uma ótima oportunidade de ficar calado e ainda deu a chance de o irmão desaplaudido ter razão, porque o irmão dele resolveu fazer uns vídeos aí também, né? Ele fez exatamente a mesma coisa que o padre Fábio quando
expôs o coitado do gerente de uma loja por causa de míseros R$ 6. Lembra aquela loja doce que a gente trouxe aqui também no canal? Vocês conseguem procurar aí? Padre Fábio de Melo, João Lucas, vocês conseguem achar o vídeo. Esquentar a barriga atrás de uma chapa para fazer hambúrguer? Ele não quer, né? Imagina, chega na lanchonete faltando 10 minutos para fechar, com uma família de cinco pessoas querendo lanche e sobremesa e ainda quer tapete vermelho para ser servido com sorriso no rosto, a pessoa com privilégio não consegue se colocar no lugar do outro. E aí,
vamos lá. É longe de querer defender a falta de bom senso dele, mas o problema é que esse procedimento não está na porta da loja. O consumidor não tem obrigação de pesquisar no Google como funciona o pré-fechamento interno do McDonald's pelo artigo 30 do Código de Defesa do Consumidor. Longe mim ser grosseira com você, mas mando o seu posto pro McDonald's. Desde quando o cliente é obrigado a saber o procedimento de fechamento de um estabelecimento? Se está escrito 11, é 11. Ninguém impede o estabelecimento de colocar nove, ou seja, lá a hora que for. Desculpa
aí, estou morrendo de fome e vejo uma placa aberta até às 11. Antes disso, vou pesquisar na internet qual o procedimento interno de fechamento da lanchonet. Sim, a pessoa sendo meio que irônica aqui, né? E aí isso é uma galera que também tava falando que se tá se é para ficar aberto até 11, então que fica aberto até 11. E aí foram essas discussões que aconteceram aí. Eu já dei a minha opinião para vocês, o que que eu acho. Eu acho que, enfim, não tem nada demais a pessoa só aceitar que não vai conseguir comer
ali e comer em outro lugar, porque beleza, é no meio do nada, mas se ele andasse mais um pouco com carro, tem outras coisas depois, seja ele indo pra serra ou seja ele voltando da serra, tá? E aí, vamos lá. Eh, a gente vai ver aqui uma publicação do Zé Diogo falando sobre isso e tem um vídeo aqui que é o último vídeo que é exatamente o que eu penso e eu vou dar a opinião e eu vou mostrar aqui para vocês, tá? Mas vamos ver o vídeo do Zé Diogo aqui. Bora lá. Fala aí,
Zé Diogo. Queremos saber sua opinião. Play. Opa, travou aqui. Gente, vocês viram isso aqui? Bruno Galhaço foi comer seu lindo McDonald's, encontrou a loja fechada e fez um vídeo revoltado. A loja fechava às 11 horas e ele foi às 22:50. Até às 11, na verdade, fecha, fecha 10:50. Resolveu fechar mais cedo. Tá certo. Do jeito que ele fala, parece que a loja tá fechando 5 6 horas antes do expediente acabar. Exato. 10 minutos. Gente, a loja tá fechando mais cedo ou você tá chegando muito tarde no horário de fechar, meu filho? Bruno Gal. Exatamente. Gente,
tinha vezes que eu tava na na loja que eu trabalhava e a gente estava, eu juro para você, [roncando] fechando o o puxando o ferro da loja. E aí a pessoa falava: "Ai, posso ver só um negócio rapidinho?" fala: "Não, a gente já tá fechando, gente. Que que é isso?" A pessoa quer entrar com a porta fechando. É um negócio assim, gente, não é possível que as pessoas não conseguem pensar. Para mim é muito lógico isso. Ela até que defende várias pautas importantes. Eu já reconheci isso aqui durante a minha vida nas redes sociais, mas
agora eu fico a pensar, será que ele só defende pra internet? Porque essa maneira que ele usou aqui, esse jeito que ele abordou, esse jeito que ele filma e esse jeito que ele fala, parece que ele é defensor somente na internet, porque na vida real ele é outro. Defender pauta importante não adianta. Quando na vida é real você não se coloca no lugar de outra pessoa. Exatamente. No lugar de tá trabalhando, né, meu filho. E eu tenho certeza, quem faz esse tipo de reclamação, ai fechou 10, 5 minutos antes, nunca trabalhou na vida, nunca fui
um operador de caixa. Eu já fui, e eu sei muito bem o que a gente passa. 10 minutos antes do expediente é pra gente já começar a organizar, a Fechar. Não é para atender cliente folgado, não. A gente tem que começar a fechar, tirar relatório, ver cartão, contar dinheiro, né? arrumar ali pro outro dia, porque 23 horas a gente tem que bater o ponto para ir embora, porque tem gente tem que pegar ônibus, ônibus 11:20 da noite, porque não tem outro mais para chegar em casa. Aí tem cliente folgado que acha que a gente tem
que ficar aberto até 11 horas da noite para atender o bonitão, pedir o lanche, escolher, sentar, comer, ir embora depois da meia-noite achando que é dom do estabelecimento. Mas não é não, meu filho, a gente tem vida, a gente não tá aqui para servir você e su Mas eu acho que ele, eu realmente acho que ele postou isso achando que tava fazendo um grande boost por causa da história da mulher do do Burger King. É por isso que eu resolvi trazer o vídeo da mulher do Burger King para vocês entenderem o panorama geral, porque foi
antes disso que aconteceu com o Bruno Gagliasso. Então acho que ele olhou essa história que viralizou, porque viralizou muito, né? Teve mais de 7 milhões de views aí o vídeo dessa mulher falando sobre o atendimento do Burger King e achou: "Ai, vou ajudar as pessoas aqui sobre elas não serem atendidas"? Tipo assim, amor, não. Você está prejudicando os funcionários e você tá sendo uma pessoa completamente sem noção. Família não, não é má vontade, não é vagabundagem, não é querer não trabalhar. É para que o trabalhador que trabalhou o dia inteiro, em pé, atendendo gente chata,
consiga fazer e sair no seu horário previsto, sabe? A gente fala tanto de direitos, mas é isso que eu acho sobre a maravilhosidade da internet também, sabe? As discussões elas vão tomando desdobramentos. É óbvio, você aí que tá assistindo vai ter a sua opinião, né, que vai ser X, Y, cada um vai ter a sua, mas a gente vê que a grande maioria das pessoas, no caso da moça do Burger King, ficaram a favor dela e contra a Funcionária. E aqui as pessoas estão contra o Bruno, porque, gente, é uma coisa óbvia. É porque é
isso, para mim é uma coisa simples. Qualquer pessoa, não existe uma pessoa que já trabalhou com atendimento ao público que vai achar o que o Bruno fez super OK e maneiro. Então é isso. Quem trabalha, quem sabe o que, o que já viveu isso, sabe o que é passar por esse tipo de situação, entende que o que o Bruno fez foi ridículo, foi podre, entendeu? Foi, foi boal, nada digna defender o trabalhador. Mas isso vale para nós que somos clientes também. A gente tem que se colocar no lugar de quem trabalha ali. Eu achei uma
atitude lamentável. É fácil defender o trabalhador no discurso, mas o difícil mesmo, a prova que você defende o trabalhador na vida real é quando esse trabalhador te causa algum incômodo. Aí a realidade é colocada à prova. É, gente. Aí vamos aqui, vamos ver o o outro vídeo. Quem soltou esse vídeo aqui foi o Pedrinho. Fala aí, Pedrinho. Não né, Bruno Galha? Seu playboy mimado, mano. O cara chega no McDonald's às 10:50 da noite. O McDonald's fica aberto até 11 horas. Ele chega 10:50 da noite, onde a porta já tá fechada, que o povo provavelmente estava
com um movimento baixo e o povo que tá trabalhando no McDonald's tava já limpando as coisas, se arrumando para poder ir embora. Mas o Bruno Galhaço achou um absurdo ter fechado 10 minutos Antes pro pro pessoal arrumar. tinha que atender ele até às 10:59 segundos. Me surpreende uma atitude de um cara rico que provavelmente nunca pegou um trem lotado, um ônibus lotado para voltar para casa. Trabalhou até 11 da noite, 11:30 da noite para voltar para casa e simplesmente dormir, acordar no outro dia e trabalhar. Me surpreende um cara desse pensar assim, não me surpreende.
O que é engraçado é que o Bruno Galhaço é cheio de opiniões. É, é contra a escala 6 por um, né? A favor do fim da escala 6 por1? Assim que tu é a favor do fim da escala 6 por1? Bruno galera, indo no McDonald's, onde as pessoas estão trabalhando, se o dia todo, todo dia. Aí você chega 10 minutos para fechar e você quer ser atendido. Você poderia ter se indignado e ficado calado, mas você simplesmente pegou seu telefone e gravou. E uma pessoa com esse alcance, é isso que eu falo, você ficar frustrado,
poxa, queria comer. Nossa, que merda. Esse sentimento, gente, é, você quer comer, você fica com esse sentimento. É normal. Agora, desse sentimento, você sair para ele para pegar o celular, postar e ficar fazendo marcação, enfim, prejudicou todos os funcionários daquele McDonald's ali. Você prejudicou gerente, os funcionários, todo mundo você prejudicou. Você pode ter acabado com o emprego dessas pessoas. Você pode ter tirado o feijão ou a comida da casa dessas pessoas por causa do seu preciosismo. Por isso que eu não acredito nesse discurso quando vem dos ricos de defender os pobres, de igualdade, defender os
trabalhadores. Eu acredito nesse discurso quando vem de trabalhador para trabalhador, quando vem de pobre para pobre, quando vem de rico, não acredito. Os ricos usam desse discurso de ter piedade dos pobres, de querer igualdade dos pobres. Eles usam Disso para dar uma lavada na alma deles, para se sentir menos culpado pelo que os pais, os avós deles fizeram. É isso. Para ficar mais bonitinho pra sociedade. O discursinho que o Bruno Galhaço usa papo reto. Na hora do vamos ver mesmo, na hora do vamos ver, ele se acha melhor que os funcionários do McDonald's que estão
se até 10, 11 hor da noite. Ele se acha melhor. O papo, pô. Aí daqui a pouco vai vir aqui falar que foi interpretado mal com a camisa branca, cara lavada, o Será que é isso que a gente vai vender? Tá no cola, Bruno Galhaço. Vamos ver. Cola, hipocrisia, pô. Eu prefiro lidar com gente, com classe média, com rico, que assume mesmo nas atitudes, que não gosta de pobre mesmo, do que essas porras igual o Bruno Galhaço, que tem um discurso, né, de que igualdade de que o trabalhador e o mas quando vai ver na
prática é pior do que os caras que assumem que não gosta de pobre, tá ligado? Sim, é pior, pô. Aí vamos ver uns jumentos aqui. Ai, mas era para est aberto até 11 hor da noite. Era para est O Bruno Galesso poderia ter se indignado com pois é 10 minutos que os funcionários fecharam antes. Ele poderia, ele pegou o telefone dele, gravou e prejudicou os funcionários. para mim você é um playboy, Bruno Galhaço. Você é um playboy sem noção da vida, que só usa esse discurso de igualdade para ficar mais bonitinho perante a sociedade. É
que eu acho que é uma coisa nula outra. Todo mundo ficaria puto, gente, de querer comer um negócio e não conseguir comer. que merda. As pessoas ficariam. Agora você disso partir para fazer uma publicação, para mim é um negócio fora do paper reto. E com o dinheiro que você tem, mano, você tinha necessidade de ir naquele McDonald's que tava fechado e você não, Você podia comer no lugar que você quisesse, irmão. É, mas é que eu acho que é isso. As pesso é é as pessoas é não que justifique, né, mas era no meio da
serra de fato. E aí eu acho que talvez ou ele tava indo, ele pensando, acredito que ele não vou comer aqui. E aí resolveu fazer esses stories, entendeu? Tem outro McDonald's que fica 24 horas. Você tem com certeza um carrão. Você tem com certeza gasolina para Ah, não. Com o carro é gasolina ele chegava. Você poderia ter ido em outro lugar, mas você preferiu gravar aquilo ali e prejudicar os funcionários. Para mim você é um playboy mim e hipócrita, que é o pior ainda. O Rick Azevedo, que fez todo esse movimento aí contra o fim
da escala 6 por1, é incrível. Inclusive, ele soltou um vídeo falando disso. Vamos ver. Você tá doido, meu filho. MD até às 11, mas na verdade fecha fecha 10:50 eles resolveram fechar mais cedo. Muitas pessoas me marcando no vídeo do Bruno Galhaço lá em Petrópolis, revoltado, indignado, porque chegou numa loja do McDonald's 22:50 e já estava fechada. Pasm a revolta toda é porque a loja diz que fecha 23 horas. Eu fico me perguntando como as pessoas não se coloca no lugar do outro nem por um minuto. Eu trabalhei no comércio durante anos. Aí talvez vai
ter comentário: "Ai gente, mas tem que se colocar então no lugar do Bruno que estava com a família toda sem ele tem carro e gasolina e poderia ir para qualquer outro estabelecimento. Estou me colocando no lugar dele. Dava para ir outro, tem vários outros lugar abertos ali. Tá para lá dá para andar. vai andando com carro que ele tem carro e dinheiro. Então assim, gente, pelo amor de Deus, entendeu? E a coisa que mais me deixava puto era quando cliente folgado chegava no final do expediente e começava a fazer pedidos e pedidos e pedidos como
se a loja não tivesse horário para fechar. Quando eu trabalhava em farmácia, a loja fechava justamente 23 horas. Quantas e quantas vezes clientes como Bruno Galhaço chegou para ser atendido 22,50? E eu fiquei lá até 23:15, 23:20, sendo que meu ônibus saía 23:15 e aí depois eu só ia conseguir ônibus perto de meia-noite. Isso atrasa a vida de um trabalhador. Sim, Bruno Galhaço. Querido, a loja fecha 23 horas, então 10 minutos antes tem que começar o procedimento de fechamento, porque não é só arriar as portas, tem que fechar a caixa, tem que organizar muita coisa
para poder o funcionário ir embora. Funcionário esse que muitas vezes entra mais cedo, faz hora extra, ou seja, te faltou empatia. E é essa a questão de muitos aliados. Eu sei que o Bruno Galhaço tem muitos posicionamentos positivos relacionado a várias causas, Mas o se colocar no lugar do outro é muito difícil. Não adianta militância verbalizada se você não consegue, porque aí vira só gogó, né? Você tem que tem que ter ação nas coisas, colocar no lugar do outro. coisa feia, usando a sua influência de milhões de seguidores para denunciar uma loja que com certeza
esses funcionários vão ser penalizados se não forem demitidos. Vou acompanhar esse caso, porque se forem demitidos, eu espero que você tenha a mãozinha na consciência e ajude de alguma forma. E outra, não adianta fazer textinho bonitinho. Se quer realmente se desculpar com essa situação patética, deveria procurar o McDonald's e exigindo e pedindo para não fazerem nada contra esses funcionários. E outra, deveria fazer uma live e usar sua influência para cobrar Davial Columbre para pautar o fim da escala 6 por1 que está travada no Senado? Sim, porque a classe trabalhadora, Bruno Galhaço, tem vida, é família,
é pai, é mãe, é jovem, é estudante e não apenas vivem para atender clientes no final do expediente, ficar até depois do horário, porque com certeza se fosse para te atender 22:50, esses funcionários não iria sair 23 horas, que é o horário, iriam sair bem depois. Exato. Então assim, muito feio da sua parte, muito feio. E eu acho que merece uma desculpa concreta, uma desculpa a altura do problema sem necessidade que você criou. E aí agora vamos ver aí o que que a Rai a Rai, gente, ela deu uma lacrada aqui no vídeo. Vamos ver
o vídeo da Rai e o último é o vídeo que eu mais concordei, tá? Não é esse, é o próximo. Mas o Bruno Gagleço postou esse vídeo. Já vimos esse vídeo. Vou avançar aqui pra gente ver o que ela vai falar. Galera não gosta mais de cumprir carga horária. Se no estabelecimento diz que fecha tal horário, você tem que cumprir esse horário, senão você deixa os clientes na mão. Agora pode ter certeza que ele teve que voltar para casa e comer a comida que o cozinheiro fez para ele, porque ele não pode nem comer um
fast food em paz, porque a galera não quer cumprir mais a carga horária. Qual a diferença de cumprir mais 10 minutos de trabalho se no dia seguinte, o resto da semana você vai ter que estar lá de novo? A Raio super irônica. Amei ela. Que absurdo, gente. Parece até piada quando a gente vê uma coisa dessa, né? Mas ele teve coragem de postar isso justamente porque essa galera da internet que paga de defensores de dos pobres não consegue manter essa fachada por muito tempo. Alguém eu acho que existe um negócio que que eu falo sobre
vivência. Por isso que eu geralmente eu acompanho influenciadores. Dos os influenciadores que eu mais gosto são pessoas que já trabalharam na vida além de internet ou atores que eu geralmente gosto. São pessoas que antes não eram só especificamente atores ou atrizes, sabe? Eu sinto que existe o movimento de que quando a pessoa ela cresce em um meio muito eh eh com muitas facilidades, né? Óbvio, tem atores que, né, sofrem bastante para conseguir papel, mas digo assim, esses atores que já começam em televisão e tal, essa galera, eu sinto que falta um pouco de senso de
de entender mesmo o que é trabalhar, sabe? De correr atrás das coisas, de sabe, de ouvir desaforo de chefe, respirar, engolir e no banheiro chorar e voltar, sabe? Eu acho que falta um pouco de senso de realidade para essas pessoas, porque acaba que elas olham muito só sobre o que permeia elas e não o que pode afetar o outro, sabe? É uma parada muito doida isso, gente. O vídeo que provavelmente foi a esposa dele, ainda chamou a atenção dele tentando com que ele não gravasse e não postasse isso, mas ele deu voz ao pensamento intrusivo
dele, não é mesmo? É por isso que eu não caio nessa. Quando esses famosinhos ricos de berço, que não sabe como é viver uma escala 6 por1, vem na internet defender os pobres e os oprimidos, porque aí na primeira oportunidade que tem eles que se torn os opressores, não é mesmo? Ele poderia simplesmente ter visto que tava fechado, pego o seu carro de 1 milhão e faz caçar um outro lugar para comer, gente. Mas não, é melhor gravar o estabelecimento criticando, marcar o local, marcar o McDonald's para que o dono de estabelecimento tomasse a providência,
demitindo o responsável por fechar 10 minutos e não ter agradado o Alecrm Dourado que nasceu no campo, que não conseguiu comer o seu fast food. O Bruno, 10 minutos não faz diferença, mas quem trabalha numa escala 6x1 faz diferença. Porque enquanto você vai est lá comendo o seu lanche, pegar o seu Carro e para sua casa de milhões, essa galera que tava trabalhando ia ter que depois correr atrás de ônibus para chegar em casa e conseguir dormir 10 minutos a mais para poder trabalhar no dia seguinte. Mas não, é um absurdo McDonald's, é um absurdo
o Alecrm do Dourado não ter comido fast food. Ai que dó. Agora vamos ver o vídeo da Babu Carreira que é o que eu mais gostei, que é esse aqui, ó. Bora lá. Completamente normal. ficar frustrado porque você não vai poder laricar. Acontece, gente. Não vou falar que a gente que a gente na situação não ia falar que absurdo. Não acredito, mas eu cheguei 10 minutos antes, como é que fechou? Como é que eu vou ficar agora sem meu quarteirão? Completamente normal. Agora, para você sair dessa sua frustração e você sendo uma pessoa com influência,
querer usar ativamente a sua influência para prejudicar alguém, porque quando você faz isso, você quer culpados, você quer apontar culpados e você quer a cabeça de alguém na sua mesa, você não entender, poxa, gagiação, meu companheiro, meu amigo, já te viema. Eh, você não entender a força que tem a sua rede, você não entender que você pode causar a demissão de um funcionário e e que isso pode ser um pouco desproporcional ao dano que foi causado em você, que é o problema, né? Pô, você só deixou de comer um Big Mac, ninguém te agrediu. E
aí você vê, tipo, deixar de comer um Big Mac a possibilidade de uma pessoa que precisa e necessita daquele emprego sendo demitida. Tipo assim, você tá entendendo? Tipo assim, meu Deus, você precisava nas suas redes movimentar por causa disso? Você tá falando de uma Grande indústria, você tá falando de de uma loja gigante, você sabe que isso ia gerar um buzz, ia gerar uma atenção. Precisa, pô, você pode usar sua sua suas redes para tanta coisa legal e você já faz isso. Que massa, que incrível. Mas é hora da gente pensar esse lugar privilegiado que
a gente tá e como isso pode afetar, né? E assim, é uma pessoa que entra num contraditório muito, né? Porque como vocês falaram, é um cara que produz muito conteúdo com viés progressista, que defende pautas eh dos trabalhadores, da esquerda, né? Pautas também identitárias. E fazer isso pode fazer com que as pessoas apaguem tudo que ele fez, entendeu? Mostra para mim muito que é uma pessoa que nunca trabalhou com atendimento com CLT, esse CLT que a gente tá falando que é o mais e é que é o mais que jogam, que tiram para, entendeu? Aham.
Trabalhar como atendente do Mdonald deve ser um inferno, tá ligado? Muito difícil. Pode ter rolado um monte de coisa. E às vezes eles só estavam vendo que o movimento tava vazio e falaram: "Vamos fechar 10 minutinho mais cedo", sabe? Não tem ninguém. Justo. Quem já trabalhou com atendimento ao público sabe o suor que é aqueles 10 minutinhos que não passa, aqueles 10 minutos no final só cair para casa. E aí chega o gagliço que real, como vocês falaram, pode ferrar essas pessoas que estão ali às vezes e cumprindo o seu papel, às vezes dando um
miguezinho justo do migé, não, né? Mas assim, dando eh parando o expediente um pouco mais cedo, porque a mim não é migué, eu acho Que é organização mesmo, tanto que a gente viu que é para fechar justamente para eles conseguirem embora no horário e ainda assim eles provavelmente não vão embora dali 11 horas, né? até poder até poder resolver tudo. Então você vê que é um negócio tão tão assustador que ai gente, sei lá, eu fiquei a fiquei assustado com essa história de fato assim. Aí eu fui atrás das redes sociais do Bruno para poder
entender se ele tem algum posicionamento. Gente, está fazendo a louca, tá? Não apareceu, não se justificou, não fez textinho, não botou a cara. E aí você vai no post dele aqui, que esse que tem 11.000 comentários e galera reclamando do estabelecimento fechar 10 minutos mais cedo. Você não tem vergonha na cara, não? Por isso que gente rica, eh, por isso que dá gente rica, o inferno vai estar cheio. Aí depois posta vídeo pedindo fim da escala 6 por1. A galera está massacrando ele. E não é só nesse post, tá? Em todos os posts das redes
dele. Eu acho o seguinte, não vai dar para ficar fingindo que não tem nada acontecendo. O Bruno vai ter que se posicionar, vai ter que assumir, botar as a sandalinha da humildade e assumir que se passou, tá? Porque o povo não vai parar. E eu tô vendo que você vê são em todas as publicações dele, tá? Eu acho que o que que essa história ensina pra gente? Que eh a gente tem que se colocar no lugar do outro e entender até que ponto a gente tá na razão de reclamar sobre alguma coisa ou até que
ponto a gente tá se passando. Porque eu acho que aqui a gente viu dois casos onde a funcionária se passou na hora de arremessar a coisa, falar criar m do filho da da menina. Então onde a funcionária se passou e aqui onde o cliente se passou. Então a gente vê que tem esses dois tipos de situação. E no final das contas eu acho que é se colocar no lugar do outro, é entender que beleza, você tá executando um trabalho, mas cara, tem cabimento você chegar 10 minutos antes de um lugar fechar, ficar boladinho e postar
um Stories? Tem cabimento você trabalhando, por mais estressado que você esteja, você arremessar uma coisa num cliente? Eu acho que é isso, sabe? Eu acho que é tentar entender e perceber que às vezes o erro tá justamente na falta de se colocar no lugar do outro aqui nas duas situações, né? Eu quero muito saber a opinião de vocês sobre esses dois casos que no final das contas eu acho que eles se interligam. Eu acho que é um ótimo, uma ótima maneira também da gente falar sobre essa questão de precarização do trabalho, porque no final das
contas a gente não sabe o tempo que essas pessoas passam, porque eu sei a precarização que tinha era o trabalho de vendedor de loja onde eu trabalhei. Mas a gente sabe que é muito pior às vezes um atendimento de um restaurante fast food ou de uma empresa dessas que às vezes o negócio é muito mais puxado. Você que trabalha ou você que já trabalhou, dê seu depoimento aqui embaixo também. Vamos criar essa discussão aqui na caixa de comentários que eu acho que é super importante e eu quero saber a opinião de vocês sobre esses dois
casos. De qualquer modo, gente, se tiverem atualizações os dobdobramentos, eu posso trazer aqui para vocês. E Bruno Galhaço, vamos ver se a gente aprende, meu amor, a botar a mão na consciência. Enfim, é isso, gente. Mais um vídeo aqui. Um beijo. Quem assist aqui, comenta #finaleira. Fui. Até o próximo vídeo.