[Música] oi gente tudo bem ao tirá la mano de obra lá sejam muito bem vindas muito bem vindos à oitava jornada pedagógica da educação infantil eu sou tiago gomide e é uma maravilha tá de volta a participar de uma iniciativa tão importante que eu vi nascer o tema da jornada esse ano é interessantíssimo o pedagógico de tudo e de todos a leitura ea escrita na educação infantil para abrir esse programa nós iremos ouvir as boas vindas do secretário municipal de educação do rio de janeiro o cesar benjamin [Música] nós estamos iniciando a nossa jornada pedagógica
e leitura escrita e educação infantil eu tenho um filho que acaba de fazer 6 anos de idade e desde mais ou menos quando ele tinha dois anos eu e minha mulher adquirimos um hábito de deitar com ele todas as noites para fazer o clube de leitura passamos muito tempo lendo com ele e livros infantis ele acompanhando a nossa narrativa e nós só tínhamos no objetivo meramente lúdicos para aquele adormecessem paz com as histórias infantis na cabeça isso tem sido extremamente importante para ele a riqueza vocabular a capacidade de expressão capacidade de argumentação tudo isso ele
desenvolveu muito junto com essa nossa prática como todos vocês já sabem a oitava jornada pedagógica da educação infantil é realizada pela gerência de educação infantil da secretaria municipal de educação e em parceria como tio a jornada faz parte do calendário oficial da secretaria e atende a formação continuada dos profissionais que trabalham com crianças da educação infantil o encontro de hoje nós iremos discutir o tópico leitura e escrita dentro da escola um diálogo com as famílias e vai falar um pouco sobre esse tema é a gerente de educação infantil da secretaria municipal de educação do rio
de janeiro a professora simone souza houver olá seja muito bem vindos e bem vindas ao segundo dia da nossa estava jornada pedagógica da educação infantil para falar um pouquinho desse tema de hoje eu tô aqui com a mônica que é a mãe do lucas lá eu estou muito feliz está participando da oitava jornada eu acredito que eu como mãe é entre a escola ea família é tem um melhor desenvolvimento das crianças eu acredito que a família junto vai ser bem melhor eu acho que dá certo essa parceria dá certo com certeza vamos juntos então aproveitem
bastante a roda de conversa que vai ser animada e eu tenho certeza que aí também sejam bem vindos à oitava jornada pedagógica perfeito simone olha é possível entender como é que está a dinâmica aqui nós convidamos algumas profissionais da educação infantil do município do rio de janeiro também tem responsável aqui pra participar da conversa de hoje e é impossível ou melhor não é impossível ser o nome de cada um de vocês mais prefiro que cada uma se apresente topam kim ok então vamos começar com quem meu nome é camilla abreu eu sou professora e estou
com um diretor andré deixa a queda do céu na tijuca 2ª crê eu só alessandra sua professora 2 agora estou atuando como diretora da creche municipal maria altamira meu nome é goiano lembrará tweet eu estou coordenadora no ciep doutor adão pereira nunes 6ª crê eu sou clarice mentes professora bater na um doente de autoria ou em meu nome na marina silva professor de pré-escola 1 a creche municipal monteiro lobato quarta criança olá eu sou danielle loyola professora de educação infantil na creche municipal mulheres do quafá no maternal 2 meu nome é cristiane cesarino faria sou
professora de educação infantil da creche senninha da 1ª crê eu sou jaqueline dias de paula diretora do é de jorge faleiro na quarta criança o lançou angela maria ferreira correia sua gente de educação infantil do é de josé opõe eu sou fabiana rio a professora de educação infantil do eddie maria braz eu sou elizabeth martini da gerência de educação infantil oi eu sou michelle saramago da equipe de gerência de educação infantil eu só vivia milão ter essa mãe da mariana que estuda não é de jorge faleiro na quarta cria muito bem todas apresentadas sorrisos fiquem
tranquilas vamos ver nos próximos minutos conversar bastante a aprender muito e para mediar todos os nossos cinco encontros nós recebemos com grande prazer a professora mônica correr batista professora mônica tudo bem tudo bem thiago seja bem vindo muito obrigada ela é doutora em educação pela universidade autônoma de barcelona e coordena a área de educação infantil do mestrado em educação e docência da faculdade de educação da universidade federal de minas gerais trouxe pão de queijo trouxe alguma coisa da nintendo na mala para depois da gravação galera é doce de leite na veia ela também pesquisadora anos
e ali que é o centro de alfabetização leitura e escrita da mesma faculdade e ainda coordena o projeto leitura e escrita na educação infantil do mec mais uma vez bem vinda para integrar esse time colocaria cereja do bolo de educação infantil nós recebemos também com muito prazer a palestrante do dia a professora cristiane galvão ou por chamar de cristo no finess crise bem-vinda ou então obrigada tinha ordem sotaque mineiro também chegando aqui agora e sendo tudo arrendo uai uai ela é além de super simpática mestre em educação pela universidade federal de minas gerais a professora
cristina participa de alguns projetos de pesquisa sobre leitura como o letramento literário na primeira infância o nosso encontro portanto começa agora [Música] muito bem vou ficar perdendo tempo aqui falando muito não quero trazer logo a mônica para a conversa pra entender quais serão os nossos passos no dia de hoje e também fazer a primeira pergunta a crise então tiago acho que essa roda de hoje uma roda muito especial da discussão da relação escola e família e para nós educação infantil importantíssima é porque essas crianças são crianças ainda muito pequenas e ainda muito ligadas à nossa
relação com elas inclusive para garantia da sobrevivência dessas crianças né é e ea bom ea educação infantil tem esse grande desafio que é trazer as crianças para dentro de uma instituição que vai ser capaz de ampliar suas experiências e com essas crianças entram também as famílias a gente não pode esquecer disso né então essas famílias não podem ficar do lado de fora do portão elas são muito importantes porque como há a legislação mesmo vai estabelecer a educação infantil é complementar a ação da família então é preciso que a gente pensa como é que a gente
complementa a educação no sentido bem amplo do termo educação nós somos parceiros é preciso que haja uma unidade no sentido de garantir uma boa educação para as crianças e portanto nós temos que garantir que nós vamos ter uma relação de harmonia é de tranquilidade de de possibilidade de debate e de chegar à conclusão que a escola não sabe tudo assim como a família também não sabe tudo nós temos muito a aprender com as famílias assim como as famílias têm um aprender conosco nem especialistas professores da educação infantil e aí eu já passo a perguntar para
a crise é que escreveu um texto no caderno que trata da relação com as famílias nem dentro do projeto leitura escrita e educação infantil é ela escreveu o seguinte com uma colega nossa célia belmiro a relação com a família marca especificidade das professoras da creche e pré escola essa relação requer interações com múltiplas facetas que configuram crenças valores hábitos e estilos de vida enfim formas diversas de ser e estar no mundo e que colocam frente a frente os contextos de vida das professoras e das famílias atendidas então crise porque essa relação é uma marca da
educação infantil porque vocês argumento no texto que ela constitui uma especificidade da ação docente dom é pela própria faixa etária nem que a educação infantil atende né nós estamos falando de crianças e crianças bem pequenas né e igual a gente já sabe né que o o filhote humano é o que nasce mais dependente de cuidados né então é o professor de educação infantil tem muitas aproximações com os professores de outros segmentos né mas ele tem uma especificidade né que são geradas é a partir da da andar do falecido da globo fazer pedagógico nele e dessas
crianças né que nos é nos demandam determinadas particularidades né é uma delas é a questão da funda a vulnerabilidade né são crianças muito pequenas elas precisam de cuidados elas precisam que a gente que nós estejamos atento às questões do bem-estar né de higiene de alimentação né são crianças que aprendem politicamente então elas aprendem em com o corpo todo de uma forma global né não são crianças setoriza weiss nem eu acho que a criança não é um ser setoriza viveu então aprendi com todo ela aprende pegando ela prende escutando ela prende põe na boca ela aprende
pintando no próprio corpo então ela aprende de uma forma global e tem uma coisa que eu acho que é uma uma equação que a gente tem que saber lidar com ela aqui são crianças vulneráveis mas são crianças muito competentes a gente tem que acreditar nisso a gente tem que saber que um bebê de seis meses de idade né ele está interagindo com o mundo ele está produzindo conhecimentos ele está se apropriando de conhecimentos mas se você prestar atenção net é uma sensibilidade discutir de olhar esse bbb thati dizer muita coisa agora a gente precisa ter
muita sensibilidade para lidar com essas famílias né porque elas vêm né de representações de educação infantil e principalmente da creche né que foram é construídas durante muito tempo nem eu tenho uma amiga que ela fala uma coisa muito interessante que ela fala assim nós precisamos ter uma paciência histórica né e uma sensibilidade histórica né pra lidar com essas famílias para que elas entendam né e nós nós professores de educação infantil trabalhamos em parceria envolvendo os olhos brilhando já vou chamar pra nossa roda de conversa tá as antes eu vou chamar um vídeo muito bacana [Música]
e sorriso gostoso esse dedo positivo é tudo que a gente precisa né para mônica comenta bom eu acho que a gente esse vídeo é ótimo entrar nessa discussão como a gente estava falando da paciência e eu diria que da generosidade e da partilha de compartilhar eu acho que isso que é a tônica dessa relação então se a gente pensasse qual que palavra expressa nem seria parceria acho que é a gente deveria focar nessa idéia de como é que é uma obrigação da escola trazer esses atores pra dentro dele não expulsar eu costumo fazer muito paralelo
com a área da saúde é muitas vezes os médicos enfermeiras acham que os familiares são grandes inimigos do paciente e na verdade o que a gente possa convencer na área da saúde é que nós somos aliados porque a gente conhece esse sujeito em outras situações de vida então na área da educação é muito parecido nós conhecemos a família conhece muito mais essa criança nem pode conhecer muito mais essa criança do que nós ali que somos complementares àquelas são então nós vamos saber o que se faz e sem preconceito não tem nenhuma educação que é absolutamente
equivocada assim como tem nenhuma educação que seja absolutamente correta então se a gente não tiver troca parceria se a gente não conseguir compartilhar essas práticas o que o mais prejudicado com certeza é a criança né a pessoa mais prejudicada e na leitura e na escrita eu acho que trazendo para a especificidade desta temática nós precisamos descobrir que uso sociais são feitos naquela família que que o que essas famílias lei o que elas escrevem em que contexto como essas crianças participam dessas práticas de leitura e de escrita e com certeza em qualquer lugar do brasil mesmo
mais afastado do ponto de vista urbano essa criança tem uma vivência com a leitura a escrita né e nós não vamos repetir essas vivências porque nossa obrigação é complementar a ir além do que acontece ali e fazer isso de uma outra forma é uma forma é profissional vamos dizer assim né mas nós precisamos conhecê las pra não diz considerá las e pra ampliar essas experiências então eu diria que o vídeo é muito feliz em trazer me parece uma prática em que a família convidada para entrar nessa nessa instituição é bem-vinda para trazer pra conviver e
construir junto com os profissionais que estão ali esse programa é uma construção em conjunto então quero participação beth positivamente com a fala da crise e esse vídeo que nós assistimos agora porque ele fala da participação das famílias do convite que se faz às famílias porque todo mês nós temos o que nós chamamos de um movimento brincar sem muros que é a possibilidade de chamar convidar e brincar com as famílias possibilidade nós conhecemos as nossas famílias estarmos com elas então eu queria aproveitar esse momento e perguntar vocês que outras possibilidades nós temos de agregar essas famílias
gostei muito aquela é a sua fala quando você diz assim é preciso acreditar na competência dos sujeitos vocês poderiam economizar por favor é engraçado isso que a beth está dizendo que eu achei muito interessante porque é um convite eu acho que as famílias elas não são resistentes à escola né mas elas precisam ser convidadas a participar dessa escola são iniciativas como essa nem que a gente por exemplo lá na escola nós abortamos a questão por exemplo de jesus faixa das mães hoje a gente faz uma festa da família né porque existem muitas configurações familiares que
precisam ser acolhidas nem eu acho que essa colhida familiar começa por aí né então assim nessa festa da família tem oficinas nem os meninos os pais são chamados para participar de rodas de apoio era oficinas de leitura né uma outras iniciativas que são muito bacanas que as professoras fazem é por exemplo vamos supor trabalhando poesia em sala nem aí depois que trabalhou poesias e elas conseguiram construir um sussurrador sussurrado é um em um cano que elas revés em tecido para sussurrar poesias e isso vai pra casa elas fazem cronograma né isso estou falando de crianças
bem pequenininhas de dois anos os pais como era net você não só que bacana e elas sabem dizer né dessa versatilidade então eu acho que você partilhar com os pais as coisas que estão acontecendo dentro da escola eu acho que é um caminho é neném profico para que os pais entendam que aquele lugar é um lugar de cuidado mas também um lugar de produção de conhecimento pedir licença vocês me permitem e também licença você pra trazer uma experiência que aconteceu no peja hamas na educação infantil isso tem a ver com calma professora cíntia atravessou uma
experiência e lindíssima que tem tudo a ver o que a gente está conversando olha só meu nome é cíntia sou professora do peja nucepe ministro gustavo capanema da maré e o meu relato foi uma experiência muito interessante que aconteceu comigo a partir de um miniprojeto na minha sala deseja necessidade e vontade que surgiu da música dos titãs comida em uma roda de noite de conversas com a minha turma é eu perguntei para eles vocês têm fome de quê e quando a turma estava conversando debatendo duas jovens duas mães e chamar muita atenção elas falaram que
vieram voltaram a estudar porque as filhas das duas pertencem à creche e tem um projeto minha primeira biblioteca elas trouxeram um livro pra casa e elas linho as imagens para as crianças eu acho que nem se falava muito diferente da tia e assim legal da história porque eu acredito que foi um divisor de águas no então essa não fez com que as duas é procurar essa escola para estudar muito bom muito bom sentir parabéns ju trazer duas experiências aqui michelle gostaria que você comentasse o vídeo da professora cíntia e depois pessoas por possível pois é
complemente a michelle que é algo me diz que vocês têm alguma então esse projeto minha primeira biblioteca é um projeto que oferece a cada criança da educação infantil livros para seu acervo pessoal pensando nessa leitura um convite à leitura essa família que estreita laços que aninha através de uma leitura que que abraça essa família a gente tem um projeto de levar o livro para casa na sexta vai leandro e depois vai trazendo a experiência pra gente a parte que as crianças começaram a levar as mais começaram a pedir sente alívio pra elas livro de adulto
não tem não e aí a gente começou a fazer essa biblioteca também para elas e elas passam a pegar lei e devolvem né isso foi uma coisa bem legal uma forma de trazer essa família e quem faz quem é selecionou os livros que empreste que são as próprias mães elas se organizaram para isso no caso elas usam o nosso acervo eo nosso espaço mas é uma coisa que elas se apropriaram da creche elas perceberam a importância de superar as crianças então levando à frente sabe que o jornalismo tem uma pergunta que é mortal e agora
vou levar pra vocês e aí e aí que é maravilhosa experiência é é que a gente pode trabalhar como uma experiência emblemática é isso que a gente quer é isso que a gente quer também mostrar como que as instituições de educação infantil elas não se encerram naquele sujeito que está ali todos os dias mas que como eu disse quando entra uma criança na escola entra também uma família inteira voa voa tia o vizinho também né então essa experiência é é um exemplo maravilhoso a gente pensar como é que vai desencadeando então você lê a história
para uma criança criança replica essa história em casa pede à mãe pra ler fala não é assim que a minha professora lei como com ela é isso já provoca uma reação enfim e aí é um resultado maravilhoso quer dizer vocês ampliaram e se essa prática de leitura para os adultos nem que convivem com aquela criança isso é muito importante muito bonito também eu queria só complementar que a mãe que está falando quando ela fala nessa questão de a gente ter sensibilidade né a gente conhecer essas famílias isso é muito importante a gente porque é já
houve uma experiência muito é bem intencionada de chamar algum familiar para ler o livro de história não era contar e aí uma das crianças toda vez que chegava a vez dela é a um familiar não ia nela era ela era criada pela avó e aí um professor que por sinal era um professor benê e ele com ficava assim acham estranho porque que sempre trocava a data e conversava com a vovó remarcava e não aparecer porque eu não sabia ler e escrever então a gente tem que ter cuidado quando a gente faz essas propostas para a
gente ampliar a proposta vale cantar vale recitar uma poesia vale contar uma história vale leão a história é porque a gente não sabe né nessa outra história e ela tinha vergonha de dizer que não sabia ler nem conversando professor captou e aí ele falou a contar uma história uma história de conhecer a ouvir quando ela era pequena nossa disse que o rosto dela é muito né e aí ela compareceu né então a gente tem que esse que a mônica falou essa sensibilidade né para não fechar uma proposta para ampliar essa proposta é a que realmente
essas famílias sejam acolhidas a viviane e ela é mãe da mariana como é que a sua relação à leitura com a mari é eu gosto muito de ler nem tão lá em casa eu tenho muitos livros e com a maria apareceu com a primeira biblioteca ela passou a ter o acervo dela né com a michelle falou então ela sabe o espaço dos meus livros e rapidamente ela quis ter o espaço dela né dos livros dela e ela já está desde 2013 na noruega então ela já tem um acervo bem bacana além claro dos que às
vezes ela que é agente quando passei a o ganho dos avós enfim então atacou com uma biblioteca em casa e ela chama muito para a leitura nessa a gente tem a vida corrida muitas vezes não dá tempo mas a exigência da criança que aprende isso não é dineck aprendiz no espaço de educação infantil ensina muito a gente a sentar com ele a lei e nela canta a música da história antes da história começar e aí ela vai me ensinando como que eu preciso fazer esse movimento com ela né então acho que o que ela aprendi
ali não é de entra em casa né entra invadir o espaço ele extrapola então é muito bacana eu consigo perceber que é essa leitura está presente no espaço escolar e ela traz essa leitura lá pra casa ele o consigo perceber que ela conhece as letras e então eu não me importo nem um pouco com o caderno com essas escritas nem acho que assim a gente vai começando a entender essa nova educação infantil né que eu acho e eu sou muito fã desse trabalho que a prefeitura faz né de não é trabalhar exatamente acho que essa
coisa que se colocou do corpo do global da expressão criativa que vai muito além de preencher caderno de cobrir pontinho né e aí eu vejo tempo comparando com os vizinhos realmente ela não pára num caderno ela não tem livro mas o que ela traz do que ela aprendi nesse espaço é tão enriquecedor que não faz falta nem assim como mãe eu me sinto com o pior pé canela e respeito com dona mariana que está com todo o tempo de vida de lei por aí ela tem cinco anos professora quer comentar a experiência da viviane com
a mariana quero é é o que a marina trouxe pra gente nem por foi a mariana que trouxe pra gente e mostra como é que as crianças essa tensão que há entre alfabetizar e não alfabetizado na educação infantil né eu acredito que quando a linguagem escrita circula na escola de uma forma significativa para esse sujeito nem ele começa a ter a necessidade de se apropriar desse código né ele tem desejo de se apropriar desse código que é muito diferente da gente treinar essa criança para apropriação do código né então quando a mãe da mariana diz
assim ah se eu for comparar com vizinhos os vizinhos têm caderno né mas olha a riqueza das experiências significativas com a linguagem escrita que a mariana está sendo proporcionada para mariana e que faz com que ela tenha desejo esse é o menor índice alfabetizado eu acho que a grande grande é bom ser pulo do gato de educação infantil né é comer a frutinha sabe assim na frente da criança assim ela babar de desejo eu acho que é isso de querer ser e saber se olha como é que eu faço pra juntar essas marquinha isso virar
uma palavra né igual estar te fala no livro dele que é maravilhoso ele vai dizer da experiência dele a mãe lia muito pra ele história e ele fala que um dia ele teve ciúmes da mãe e quis tomar para si o ato de ler nem tão eu acho que é isso que você falou é nisso que a gente acredita eu acho que a educação infantil tem que se colocar dentro nesse lugar que iria complementar sim com uma piada não estamos tratando de uma tensão nem que essa tensão que está posta pra nós da área há
séculos a gente está se perguntando alfabetiza analfabetismo na educação infantil e muitas vezes ficamos presos a uma pergunta que está mal colocada já diria emília ferreira na década de 80 é não é essa pergunta a pergunta que a gente deve fazer como nós podemos dar a mão para essa criança para que ela faça essa trajetória da melhor forma possível mas eu só queria marcar porque a gente tem dito muito da leitura eu acho que a leitura leitura de livros literários a leitura de bons livros informativos é convidar os pais fazerem que os exemplos que nós
vemos aqui estão muito ligados ao eixo da leitura e essa leitura é um convite como a crítica dizendo em um determinado momento a criança vai querer mesmo se apropriar nem ser ela a pessoa que lê autonomamente mas tem uma uma questão que é da escrita é porque esse é nossa nós temos dito os bebês como leitores e autores crianças como leitoras e alturas então há também uma autoria dessa criança em relação à escrita e como é que é como é que a gente lida com essa atenção porque nós vamos esperar que a criança pergunte e
quando ela perguntar que tipo de atividade de situação de aprendizagem como é que a gente vai responder a essa é esse desejo da criança que é também um desejo de ser escritor então acho que era interessante e eu volto lá na primeira roda com sônia kramer ela dizer a gente tem quase que uma ação obstinada de achar que ensinar é desse jeito copiando letras treinando será que quando a gente está escrevendo um bilhete é para em uma ida no zoológico pedindo autorização para a mãe nós não estamos ensinando essa criança escrever esse é o momento
de sistematizar desta forma é com cópia será que é na educação infantil então o que é que se faz em relação à leitura e escrita na educação infantil que a gente tem atravessado todas as rodas ac/dc dessa oitava jornada em busca dessa resposta eu acho que a gente já tem é quando a gente reconhece essa criança que ela tem especificidades que ela pensa o mundo de uma forma global é que não tem a hora da aula de isso aula da não tem esta disciplina aquela nós e e e com esse cuidado da gente não ser
negligente ou seja nós só podemos ler para a criança ela quer escrever também que tipo de mediação eu faço nas ações de escrita acho que vai provocar lesão pode perguntar a professora considerando as mudanças ocorridas na família nível social e econômico e até mesmo na sua composição como é que a senhora vê tudo isso dentro do espaço escolar eu queria só que vocês é enriquecer sem um pouco a questão da diversidade das famílias acho isso muito importante a rede é a questão de não usar termos como famílias desestruturadas famílias nec que não tem não tem
outro incrível como a gente ainda tem que insistir enfim é que as famílias são diversas não é mais o pai a mãe e os irmãos vizinhos aquilo que a gente chamava de família doriana e são famílias maravilhosas nem famílias monoparentais uma famílias homem com homem e mulher com mulher e é preciso dizer diz de uma sociedade plural diversa que respeita às mulheres que são é que sustenta um lar cada vez isso é mais forte na sociedade brasileira os irmãos que cuida dos irmãos menores então a escola precisa se abrir ela precisa entender que o mundo
mudou e claro que essas famílias trazem estou sempre puxando a brasa para a questão da leitura e da escrita elas trazem essas práticas de de leitura e de escrita que também representa e mostram nessa diversidade eu acho que é muito importante e ainda a gente dizem isso professor modelo de família esse modelo patriarcal ele foi muito apreço por ele não trouxe não é um exemplo de do melhor que há no planeta e trouxe uma submissão da mulher ele trouxe a opressão de nós que somos mulheres professoras né de não reconhecimento da nossa capacidade ele trouxe
uma sociedade muito feia em ea sociedade que respeita que vem a diferença na sociedade muito mais bonita e as crianças merecem viver na sociedade a professora é diante do que vocês falarão professora mônica a respeito da da leitura e da escrita mas voltado para a escrita então como montage a eu acho que seria a palavra contagiar esses responsáveis para que eles façam parte e conheçam nesse trabalho olha a eu acho que todo mundo carrega dentro de si uma escola nem todo mundo independente da da profissão que ele tem ea gente isso é bom isso não
é ruim nós precisamos fazer do limão uma limonada então você tem uma escola que foi autoritária que foi as famílias querem muito que as crianças aprendam a ler e escrever esse é o ponto positivo porque nós estamos unidas nisso todos nós queremos que as crianças aprendam a escrever porque são direito direito universal agora junto com esse desejo vem uma concepção da forma como que isso acontece então as famílias trazem só olham se eu aprendi assim porque essa escola não está fazendo isso gera uma insegurança não é gente será que se eu não repetir que o
bê com a embasa essa criança meu filho vai aprender isso através de qualquer classe social então as famílias mais abastadas acham que é uma vantagem contra olha meu filho de 2 anos está cheio de para casa para estudar um status no coitado desse que só brinca e não traz nada a família mais pobre ela diz meu deus ele não aprender ele vai ter problema ela está correta é se ele não aprender agora ele vai pra vai ter uma trajetória de fracasso ela sabe disso ela vivem isso na pele então nós não podemos descartar isso é
muito bonito que as famílias estejam unidas conosco no mesmo objetivo agora nós somos especialistas nós temos a obrigação de trazer a esses pais as suas mães as avós os conhecimentos que a gente estudou por isso é de que quanto mais o professor estudar mais ele é autônomo mas ele é profissional e eu preciso saber muito sobre as teorias que informam eu a minha prática o meu saber para que eu possa dialogar eu acho que de novo faz uma referência à área da saúde eu não vou no médico dizer não vou pegar de jeito nenhum porque
eu duvido que essa operação vai começar mas eu posso perguntar você acha mesmo que eu preciso ser operado eo médico não pode dizer simplesmente eu que mando aqui ele pode dizer olha diante disso vejo pesquisei o seu caso realmente melhor indicar então essa isso é que nós temos que fazer nós temos que ter a generosidade de ouvir esses pais porque nós complementamos eu volto a insistir em suma a ação que começa na família eles sabem muito sobre aquela criança eu preciso dar segurança eles o diesel não pode ficar tranquilo que não é uma aventura é
sem base o que eu estou fazendo com seu filho eu acredito é eu tenho convicção e provas para poder trabalhar no melhor sentido de elevar juntos essas crianças a 1 um sucesso na trajetória escolar e no aprendizado da vida com um uma maneira geral angela é seguir nessa linha de raciocínio e das mudanças a transformação da escola e também das famílias a internet hoje ela em alguns momentos ela se torna uma grande concorrente nossa em relação a essa formação desse pequeno leitor né é o grande eleitor futuro então como é que nós nem os educadores
que estamos dentro por é temos como trazer essa internet como uma aliada para nós o direito à educação tem que ser cumprida a partir das demandas daquele sujeito no momento em que ele vive nem no século 19 e 20 nós já estamos no século 21 então essas crianças estão nos convidando pra esse acesso elas querem elas são sujeitos como a crise frisou tam então é nós temos que estar dialogando com essa demanda da criança e acho também que é mais é desafiador a gente é no momento atual que a gente faça com que a criança
goste de ler livros é porque o desafio não é que ele é mais importante ou menos importante é porque o outro ele está muito mais acessível e ele é muito mais fácil né e eu acho que se a gente parte do bebê o bebê gosta mais do livro do que da internet do tablet do iphone nós é que começamos introduzido que da televisão então porquê porque o livro um aconchego e colocar no colo e passar a página voltaremos a gravura apple dedo na gravura é possível fazer isso de forma compartilhada ele vai perdendo isso porque
nós também vamos desistindo de fazer isso então eu acho que não é isto ou aquilo eu só queria chamar a atenção que eu acho que há a as mídias elas são mais fáceis da criança se tornar um usuário é mais convidativo é mais rápida é mais social né a leitura é mais introspectiva é mais profunda ela é mais o tempo é como se a gente tivesse se opondo a uma lógica é como se a gente tivesse resistindo à lógica da pressa da multi informação é quando você ler um livro ou outro tipo de entrega e
nós não podemos perder isso eu diria que vamos olhar para o bebê nem vão partir dessa desse gosto desse bebê por esse objeto da cultura humana que é o livro e vamos introduzir as outras coisas sem pensar que elas vão substituir e com esse risco se a tendência está muito para esse outro não vamos esquecer do livro livro é algo que eu acho se deus quiser será insubstituível debate não param por aqui não obrigado pela vinda de cada uma de vocês ou tenho muito orgulho trabalho de vocês obrigado professor acredita obrigada agradeceu obrigado pessoal eu
que agradeço a sua condução thiago sempre tão calorosa nem afetiva ligado à roda de conversa que foi super animada e eu tenho certeza que é também o debate vai ser muito bom e agora é hora de colocar a mão na massa [Música] e assim a gente vai chegando ao final do segundo dia da jornada pedagógica de educação infantil de 2007 obrigado também a vocês as outras duas profissionais de educação que estão aí olhando vendo também debatendo gente se encontra depois próximo com um beijo [Música]