Oi hoje de fato nós vamos começar a nossa disciplina aula anterior foi uma breve revisão sobre anatomia histologia E hoje nós vamos falar de fisiologia da digestão propriamente dita Lembrando que os aspectos relacionados à fisiologia da digestão são tem uma grande quantidade de conteúdo daí a necessidade de dividir esse conteúdo e pelo menos duas aulas tá então nós vamos ter essa é a primeira aula é e depois teremos uma aula posterior falando sobre fisiologia da digestão um ponto importante aqui é devido o assunto ser extremamente denso e complexo as vídeo-aulas elas são bastante resumidas e
para o entendimento de todas as relações e as inter-relações e o entendimento aprofundado desse assunto ele só vai se dar se essas vídeo aulas Se tiverem um acompanhamento de o parque de vocês a partir de estudo com livros que estão recomendados na bibliografia básica da disciplina Tudo bem então como nós fizemos na disciplina interior nessa disciplina Nós também vamos optar por começar do início né da região mais proximal do trato gastrintestinal da boca do animal e segui o conduto para poder ficar um pouco mais de idade com esse processo começando pela boca conjunto boca língua
e dentes eles têm importância na fisiologia da digestão do animal ruminante basicamente porque este é o principal sítio onde ocorrem os processos de apreensão mastigação trituração desses alimentos e a umidificação é óbvio que Aonde fica São na boca é resultado da produção de saliva por esses animais tudo bem Vamos focar um pouco aqui no processo de apreensão em animais ruminantes é é diferente diverso né Quais estruturas são utilizadas no processo de apreensão nós sabemos que dependendo do tipo Ecológico do animal ruminante se é um animal ruminante pastejador grosseiro se é um animal ruminante selecionador de
concentrado ou do tipo intermediário esses essas os principais órgãos anatômicos responsáveis pela apreensão elas são diferentes são diferentes também é o número de mastigações é a o tipo de mastigação velocidade que esses animais é empreendem no processo de apreensão e de trituração desses alimentos O que é básico que é geral para todos os ruminantes bem os meninos eles têm dois processos e mastigação um processo de mastigação mais curto e rápido durante o processo de apreensão do alimento tá o processo de mastigação mais demorado que nós chamamos de segunda mastigação mais lenta e mais completa que
essa sim se dá nos processos de recombinação como todos aqui devem lembrar os animais ruminantes eles dividem o dia é em pelo menos oito horas aprendendo alimento 8 horas ruminando e 8:00 dormindo mais ou menos é óbvio que esse comportamento ele pode variar de acordo quem tipo de dieta do animal e aqui nós estamos falando de ruminantes em pastejo então é essa mastigação de apreensão mais rápida o animal caminhando até aprende o material de curtir esse material esse material vai para o ambiente ruminal depois em um local mais tranquilo animal ruminante começa a realizar o
processo de ruminação regurgitar o alimento é mastigá-lo e retângulo tiro durante essa remastigação esse alimento ele vai ser triturado é mais eficiente bem a mastigação Então age como um processo mecânico para facilitar os processos de fermentação e digestão posteriores no trato digestivo desses animais então a mastigação ela vai quebrar as estruturas anatômicas do Vegetal expor células tornar partículas maiores menores isso vai fazer com que área superficial da partícula se torne mais ampla para a atividade de enzimas microbianas e enzimas endógenas dos próprios animais tão grosso modo a mastigação ela vai ter essa função mecânica de
triturar degradar a partícula e facilitar os processos de fermentação e os processos de gestão posteriores no trato gastrointestinal dos animais entretanto como vocês observarão essa segunda mastigação mais lenta e complexa que é relacionada com e ela também está relacionada com outra atividade extremamente importante os animais seminários e ao processo de insalivação bem a saliva dos animais ruminantes ela é uma saliva é diferente dos outros grupos de mamíferos tá basicamente porque a saliva é uma secreção responsável pela manutenção da saúde do ambiente ruminal que é o local onde ocorrem os processos fermentativos animais ruminantes então dado
essa importância da saliva existe alguns aspectos nós precisamos nos apropriar dessa saliva dos animais ruminantes como vocês podem ver aí na fotografia Essas são as principais glândulas responsáveis pela produção da saliva as glândulas salivares animais ruminantes tem como unidade fundamental é uma estrutura assinar tá então se não está se vocês não lembram eu mostrei para vocês na aula anterior o Juraci naquela estrutura em formato de cacho de uva tão epitélio simples é em formato de caixa de uma você tem ácidos e você tem ductos a saliva é produzida nesses Assassinos e modificada nos grupos nos
animais ruminantes essa saliva ela tem um ph alcalino basicamente pela grande quantidade de sais de fosfato e bicarbonato tá então os sais de fosfato de bicarbonato confere em PH mais alcalino a saliva dos animais ruminantes do que das outras espécies da da sua concentração então a função principal da saliva é o meu nome de seu alimento facilitando seu processo de produção e nos animais ruminates também manutenção do ambiente ruminal então começa a saliva é produzida e o que é que contém essa saliva dos animais ruminantes essa saliva produzida como eu falei para vocês no sistema
assinar e ela vai ser rica em água e eletrólitos é muco né e amônio Então essa quantidade de amônia aí né essa quantidade de amônia presente na saliva denominado ela vai ter essa quantidade de nitrogênio não proteico presente na saliva do animal ruminante ela vai deitar na forma perdão na forma de Uraí tá então essa ureia vai estar presente lá na saliva não ele não ruminam E esse animal ruminante assim que essa ureia chegar no ambiente ruminal ela vai ser de agradar a mãe tá então como eu ontem realmente tinha falado a saliva do animal
ruminante ela vai ser rica nesse nitrogênio não proteico mas ela também vai ser rica em sais de fosfato e sai de bicarbonato esses aí fosfato esse site bicarbonato e até mesmo eu não botei eles servem como fonte de estabilização do PH ou atividade tampo não que tá muito tampão definição química é é um ácido fraco e uma base fraca que em solução com o meio reduz as variações as amplitudes que variação do PH dormir então esse bicarbonato E se fosse para eles são tampões e eles vão impedir que haja uma brusca variação é fácil intuitiva
a gente lembrar aqui variações bruscas do PH tanto para alcalinidade como para acidez podem matar a população microbiana Tá qual o ruminante é dependente tá então essa saliva do animal ruminante ela é isotônica tá ela é uma relação ela isotônica outros animais outros mamíferos têm uma saliva hipotônica já que o bolo alimentar é hipertônico Então essa saliva a hipotônica dos animais de outros grupos de mamíferos fazem diminui aos molaridade e do bolo alimentar no caso dominante a saliva isotônica com plasma sanguíneo sempre e é o que vai acontecer é quando a gente tem um aumento
do fluxo de saliva a gente tem um aumento da quantidade de bicarbonato nessa saliva tá e um aumento da quantidade de cloro de potássio uma diminuição Na quantidade de fósforo e de sódio na saliva com aumento do fluxo nesses animais bem é um ponto importante aqui para lembrar da saliva que há o aumento da produção de saliva a redução da produção de saliva tem funções ela tem implicações muito sérias na nos processos de fermentação por quê Porque ela afeta o PH do Meio ruminal EA ao afetar o PH do Meio nominal se afeta toda a
dinâmica microbiana nós vamos entrar na dinâmica microbiana porque é isso vai ser objeto de uma aula posterior tá Quando nós vamos falar especificamente de fermentação o e degradação de substratos no ambiente ruminal aqui nós vamos tentar nos deter apenas aspectos que dizem mais relação com o hospedeiro do que com o microrganismo tão pouco importante aí é é uma relação que a saliva tem como hábito alimentar com o tipo de alimento com irmão combinado ingere e tá bastante intuitivo aí e fácil de ver na tabela aqui na medida em que eu aumento a quantidade EA participação
de volumoso na dieta E aí a quantidade de feno de graninha ele passa de 100 até zero na dieta e ele é substituído por uma alimentação concentrada grãos e farelos e tortas é um concentrado o que vai acontecer que o volume de saliva diminui a sua produção pela metade e esse diminuição da produção de saliva pela metade ela tem Impacto grande sobre o PH para mim não tá vocês observarem o PH ruminal 76 pontos para 5 e o número de mastigações do e também cai lembrando deixando claro para vocês que existe um estímulo para a
mastigação do animal luminária que que esse estilo para mastigação parece ser mediado pelo quantidade de fica na dieta guardem isso que eu tô falando para vocês porque isso vai estar relacionado com os processos de motilidade ruminal que nós vamos ver um pouquinho mais adiante tá então é a saliva é extremamente importante para a manutenção da saúde do nome dos animais uma vez o alimento mastigado por um animal ele vai ser seguro tido e para ser demitido ele vai ter que passar pelo esôfago tá o esôfago é um conduto muscular e expondo muscular a mucosa desse
esôfago é rico em é rica em glândulas essas garotas vão facilitar o processo deslizamento do bolo alimentar do em um aumento no caso do combinado especificamente toda a musculatura do esôfago associada ao esôfago é a musculatura estriada o controle do animal ruminante E esse bolo alimentar ele vai ser deglutido até chegar no card o Card é na presença do bolo alimentar vai relaxar e o bolo alimentar vai cair no rúmen do animal bem nesse processo de saída do alimento do bolo alimentar da boca do animal passando pela faringe entrando no esôfago do animal e saindo
percorrendo todo o esôfago até o Card Ah tá é um processo favor ao e ele é mediado por uma utilidade dessa motilidade ela que está relacionada com processos tanto de ordem endócrina como de ordem nervosa eu vou falar um pouco mais sobre esses processos quando nós estivermos falando sobre a utilidade do rúmen retículo e mobilidade do intestino mas do intestino delgado intestino grosso mas não custa nada lembrar que os mesmos padrões de mobilidade escritos lá também não está bom então esse ali naquele vai cair vai chegar no card e vai cair na luz do rúmen
retículo velho então chegamos aqui no ambiente comida reticular como eu falei para vocês nesse ambiente nós não vamos nos deter na falar dos processos relacionados com a fermentação vai haver momento para isso né haverá um momento para isso que nós vamos falar que seus processos relacionados a motilidade Ea secreção no ambiente ruminal bem existe uma movimento existem movimentos ruminais constante de 1 a 3 minutos a depender do tipo de volume abdominal tá existem dois tipos de movimento movimento de mistura e o movimento e era opção Seu Chamado de movimentos primário esse movimento secundários Mas a
pergunta que nós estamos aqui para isso responder e mais relevante é o que que faz com que o homem esse movimento né que ocorra a movimentação a mistura quais estilos estão por trás disso e antes disso é importante que a gente lembre que é o ambiente ruminal assim como todos os condutos do trato gastrointestinal ele é composto por uma mucosa uma submucosa camada muscular e umas ferozes nessa camada muscular no camada longitudinal uma camada uma camada circular nessa camada estão fibras é uma conjunto não é uma rede de neurônios tá então é o plexo mioentérico
essa rede de neurônios esse plexo ele se comunica a partir de neurotransmissores impulsos nervosos e de neurotransmissores com o músculo e essa comunicação faz com que o músculo do homem se movimente em resposta às condições do próprio homem ou seja do ambiente ruminal tá então dito isso é importante que é mostrar aqui quais são os e os o que desencadeia essa resposta do ambiente ruminal essa mobilidade no ambiente ruminal bem Existe dois tipos de estímulos uma estímulo mecânico O que acabei de escrever para você está Não existe uma camada muscular existe uma rede de neurônios
nessa camada muscular e esses neurônios eles respondem produzindo estímulo é a partir de neurotransmissores de acordo com as condições do próprio ambiente ruminal existe também um grupo de neurônios uma rede de neurônios na submucosa o plexo submucoso essa rede de neurônios na submucosa ela também percebe o ambiente combinar só que ela percebe uma forma diferente enquanto que os neurônios lá na camada muscular do rúmen percebem a partir de estímulos mecânicos como distensão a esvaziamento atrito essa camada de neurônios na submucosa percebe o ambiente combinar a partir de estímulos e como PH osmolaridade fluxo de matéria
seca e por aí vai sendo PH osmolaridade os mais relevantes do ambiente ruminal então tanto esses estímulos químicos como esses estímulos mecânicos são responsáveis por desencadear o processo de motilidade ruminal esse processo de mistura primária mistura secundária Então são sinais químicos e sinais mecânicos tudo bem até aí pessoal é o que tem que ficar claro aqui é geralmente o ambiente ruminal ele vai responder vai aumentar o seu nível de utilidade quando a parede do mundo está completamente estendida com alimento uma está cheio de alimento repleta de alimentos existe um atrito do alimento Nas extremidades na
parede abdominal e esse atrito e essa distensão da camada muscular estimula o pneu os neurônios desse complexo muscular a produzir neurotransmissores principalmente neurotransmissores Associados a colinérgicas Associados com motilidade e aumento do padrão de maturidade tá enquanto que o PH para a diferença de um PH e diferenças na osmolaridade do ambiente né no livro de umidade do ambiente estão relacionadas também como padrões de motilidade movimentos primários e de eructação um ok o primeiro tipo de movimento que nós temos aí nós temos desse movimento primário que ele misture de segregação onde o que a gente pode ver
aí nessa sequência de números de 1 a 5 aí é comum e se comporta para gerar um processo de mistura novo alimento entra no ambiente ruminal e esse novo alimento ele precisa se misturar ao alimento que já está presente no rúmen Então esse processo de mistura ele é mediado por mecanorreceptores esquema receptores então mecanorreceptores aqui uma receptores despedido da camada muscular e na submucosa do nome do animal percebem estímulos de ordem mecânica e de ordem química tá distensão atrito PH osmolaridade E aí vão responder a partir desse processo de mistura tão que vocês estão vendo
mais linhas mais escuras aí mais a chorado são basicamente os locais onde a dinâmica como esse movimento vai ser feito pessoalmente na a circular partindo para o saco cego dorsal do animal é posteriormente para obliteração de saco seco central e o saco ventral e depois do sax aguentar o jogando alimento para a região aí próximo ao esôfago novamente Então esse é o movimento primário de uma história de segregação tudo bem tudo bem essa é a dinâmica de como o fluxo do alimento fica a Então são as linhas de movimentação de como durante essa modalidade se
dá o fluxo de material recém-chegado no ambiente ruminal o material que pode sair que cai na sola de escape potencial e pode sair para um porque aqui é importante a gente esclarecer o seguinte o que você imagina é um ambiente ruminal extremamente é segregado onde você tem uma parte de cima gases tá Ah pois você tem boiando sobre o líquido ruminal um colchão fibroso e sair lembrando se o animal tá se alimentando exclusivamente de forragem tem um colchão fibroso de material recém ingerido que passou ainda pela aquela primeira mastigação então rapidamente mastigarem então tem muitos
muito oxigênio e entre as suas camadas então alimento boia nessa nesse líquido ruminal e você tem é abaixo desse alimento que trabalhando se tem uma camada pastosa que é justamente proveniente Órion da mastigação secundária que foi jogado no meio do animal e aí por gravidade específica por já está encharcado de saliva portar em partículas menores caiu lá na linha Então você tem camadas é Lembrando que existe né na região próximo ao o retículo do animal o calha que é justamente o local onde aquele material recém-chegado que está rico as partículas que estão boiando tem uma
zona de escape onde todas as vezes que ocorre essa modalidade o carga do animal combinado se abre criando uma pressão negativa e aquele alimento que tá mais próximo dessa região do card é sugado e depois por antiperistalse levado até a boca do animal para ser mastigada o que é importante Nós lembramos durante esse processo pessoal o importante é lembrar que geralmente aquele alimento que é sugado nessa zona de escape elevado por antiperistalse até a boca do animal é justamente aquele colchão fibroso que está assim ou seja de alimento a recém chegado no ambiente ruminal que
ainda não sofreu mastigação E aí é importa é óbvio que também existe um orifício um pouco abaixo chamado de orifício retículo ou nasal que é que deixa permite a passagem de alimento e finamente moído ambiente ruminal e esse é difícil de 2 a 3 mm ele vai perder se sair daqueles alimentos ou daquelas partículas que estão com esse tamanho e ou seja só partes que já sofreram um processo de mastigação secundária é de combinação e aí passam para o omaso e para o abomaso animal ruminante então como eu falei para vocês vocês vem aí claramente
um processo de segregação onde você tem partículas recém ingeridas formando Esse colchão fibroso acima representado pelo X né e partículas que já foram digeridas estão em processo de fermentação ou já foram mastigados mais abaixo aí vou formando esse padrão como vocês podem ver aqui mais claramente não quer que é importante o ponto aqui e Esse colchão fibroso essa essas partículas elas vão arranhar é o mucosa do nome aí você percebidas pelo plexo mioentérico e esse plexo mioentérico Então vai estimular aumentar a frequência das contrações primárias no ambiente ruminal o aumento dessas frequências de contrações primária
de um ambiente ruminal além de misturar as partículas ela também vai estimular os processos ruminators Tá bom então se o processo de ruminação Então essas partículas com serem misturadas vão cair dentro da zona de escape e vão ser sugada se é pelo carne a por onde prestamos levados a boca é mais cuidado e esse processo ele vai ser continuado até que não haja mais partículas que estimulem o processo de combinação tá bom isso aí Teoricamente animal que é faz uma refeição apenas uma refeição como o processo de refém eu continuo continuamente você tem demandas específicas
por é um animal parar e realizar o processo de iluminação tudo bem bem e esse é o movimento secundário aqui é o movimento de educação uma tá camada de gás a bolsa de gás que está acima casa e composto basicamente por metano dióxido de carbono aí alguns gases vinculados ao nitrogênio Então essa bolsa de gás aí ela por um tipo de modalidade diferente da motilidade primária né que a modalidade de mistura e segregação também essa motilidade secundária era ocupação um ponto importante a gente associar com a o real é algumas vezes é a presença de
espuma próximo dessa região do card aí é interpretada como líquido e não é possível realizar o processo de ocupação porque o Card ele só abre e cria a pressão negativa quando ele quando os mecanorreceptores os próximos à região do Carga não interpreta um líquido Então esse abre para fazer o tentação quando interpreta líquido é isso não acontece porque o animal homem não aquele surda quando chegar na região da faringe ele joga esse material para os pulmões para ser inspirado esse gás Então se ocorrer a presença de líquido aí né não vai ocorrer o processo a
educação chegando urbanismo que é o que ocorre quando você tem uma planta de produção de espumas Por exemplo quando alimentado com leguminosas E aí pessoal essa essa modalidade é ruminorreticular como eu falei para vocês ela varia de um a três por minutos e o tempo ritmo EA força Ela depende das condições do próprio ambiente criminal Tá bom então PH osmolaridade a presença de um colchão Friburgo fibroso destino desse desse material tão isso tudo vai influenciar na taxa específica do de saída de degradação na velocidade da iluminação quanto mais veloz sua combinação seja quanto maior a
ruminação é mais partículas vão entrar nessa zona pastosa e vão entrar na zona de escape potencial justamente para a região do orifício retículo armasao onde vai ser vai seguir o caminho para região posterior do trato gastrintestinal então quanto maior a velocidade de iluminação isso depende é óbvio das características da de gesta é o do ônibus então a gente chama isso de taxa de saída outra instituição Depende de vários fatores entre eles as condições do próprio é rúmen do animal bem nós chegamos aqui saímos do homem retículo E chegamos no abomaso do animal tá então o
abomaso ele é o estômago é verdadeiro histologicamente completamente diferente dos pré-estômagos a principal característica do abomaso é uma mucosa a invés de ser pavimentoso queratinizado seus caracterizada Como dormir em essa mucosa oral mucosa simples e ela secreta ácido Tá bom então ela secreta ácido clorídrico o PH do abomaso é um pouco mais elevado nos homenagem do que nos outros animais da do fluxo de material que chega do omaso para o abomaso ser mais constante do que nos animais não ruminantes que tem um fluxo intermitente é bom esse fluxo mais constante faz com que o PH
do abomaso animais iluminado seja lá em cimento mais elevado por volta de quatro né e até um pouco mais Então esse suco gástrico produzido pelo abomaso aí ele é composto basicamente por ácido clorídrico tá bom H hcl pepsinogênio que é uma enzima e inativa muco né bicarbonato e água esses esse essa produção desses peptídeos Ela depende especificamente é de estímulos nervosos e de estímulos endócrinas bem intenção os estímulos endócrinos presentes no abomaso existem células enteroendócrinas ou seja células que produzem hormônios na mucosa do abomaso elas produzem diversos hormônios a gastrina a somatostatina a Quina a
colecistoquinina e esses peptídeos esses hormônios eles vão para a Corrente sanguínea do animal e vão para as suas células alfas Tá certo essas células Alves elas podem ser do próprio abomaso ou de outros órgãos tá então é qual é a unidade funcional da bom massa as costeletas gástricas nessas por cetas gástricas tá então a mucosa do abomaso é possui Essas invaginações são as forças etas as forças gastas e essa Fonseca é uma unidade funcional da base nessas por certas nós temos vários tipos de células que produzem o tal do suco gástrico então nós temos células
de mucosa nós temos elas parentais e se elas principais essas células de mucosa para de superfícies como mucosa decola o produzem próprio muco esse muco ele é rico em bicarbonato e esse Lucco ele serve para proteger as próprias células do o mágico da autodigestão tá então esse bicarbonato ele vai elevar o PH impedir que haja é o processo de digestão a partir do pepsinogênio e do lesões por desnaturação do ácido clorídrico bem as células parietais produzem o pepsinogênio as células desculpa perdão as telas parentais produzem o aço colorido que as células principais produzem pepsinogenio e
aqui como vocês podem ver em vermelho nós temos regiões das Lendas pilóricas e região é das glândulas fúndicas nos animais ruminantes no abomaso os animais ruminantes tá então essas ondas pilórica cê essas plantas públicas tem for cetas gástricas que produzem pepsinogênio e ácido clorídrico tá então esses são os tipos de células as células Applause do ácido clorídrico e a célula principal produzir o pepsinogênio nós temos as células enteroendócrinas aqui vocês estão vendo a célula enteroendócrina não tá é produtora de gastrina também tem células produtoras de histamina colecistoquinina secretina somatostatina e as células mucosas que são
produzem muco para proteger a própria é como é que só ocorre né então aqui rapidamente explicando como é que ocorre a secreção do as E aí então Aqui nós temos a célula parental nós temos aqui os vasos sanguíneos tá E aqui o estômago a luz do estômago do abomaso do animal então que é que vai acontecer é o o gás carbônico é ele vai se associar com água para produzir o ácido carbônico esse ácido carbônico dentro da célula ele faz se dissociar prosene bicarbonato hidrogênio o hidrogênio gerado por essa dissociação segue para o nome enquanto
que o bicarbonato é jogado para os vasos sanguíneos e troca de esse bicarbonato ser jogado por vasos sanguíneos imploro entra esse cloro então é jogado para algum então basicamente Esse é o processo tão hidrogênio e cloro são jogadas para o volume lá ele se associam e geram laço político e esse ácido clorídrico ele tem como função principal de desnaturação é por ser um acidente naturação de estruturas proteicas o pão aqui mostrando rapidamente que a associação de vários receptores de vários neuropeptides né eles são os responsáveis pela maior atividade da semana então presente parcela que vai
produzir mais hcl ela precisa tá estimulada tanto o gastrina né como por acetilcolina por histamina por somatostatina todos esses neuropeptídeos eles têm a os receptores nas células alvo aqui nós estamos falando de uma célula gástrica né uma célula parental e essa célula parental ela tem receptores específicos cada um desses receptores estimula a própria célula a produzir mais moléculas tá então chegando ao fim da nossa primeira aula essa essa motilidade do abomaso né Ela depende basicamente de qual é o tipo de ingesta que tá chegando lá no intestino e Delgado do animal então preste atenção é
o fluxo que de alimento de ingesta que deixa o abomaso e vai para o intestino delgado depende da do tipo de digesto tá então que se atinja esta tiver muito rica de nutrientes principalmente de gorduras e se for uma de gesta rica em peptídeos se for de gesta com alta concentração autismo osmolaridade é quanto essa dica esta passa para o duodeno o duodeno tem células entero endócrinas vão se sentir é o tipo né como é que se essa digestão elas não se tipo percepção química como é que essa dijk esta vem e elas vão mandar
uma mensagem para os mecanorreceptores do abomaso fazendo com que esses mecanorreceptores diminuam os pro a mobilidade então não sei se eu fui claro eu vou voltar a repetir de novo é porque isso é muito importante então o processo que eu tô tentando descrever para vocês aqui é o processo do reflexo e ter o gráfico tá então é o fluxo de material que sai do abomaso e vai para o intestino delgado ele é regulado tanto pela atividade de contração do abomaso como por percepção química do intestino delgado estão chegando o material muito rico em proteína material
muito rico em gordura material com alta osmolaridade lá no intestino delgado numa combinante alguns células vão produzir substâncias E essas substâncias vão impedir a motilidade do abomaso tanto qual é o impacto dessa dessa medida imediatamente uma vez que a motilidade do a biomassa diminuída menos material chega no intestino delgado e isso vai dar tempo para o intestino deu a lidar com material que acabou de chegar tá certo então esse processo de comunicação entre o abomaso e o intestino delgado é conhecido como reflexo enterogástrico acho que ele ocorre nos ruminantes só que o impacto desse reflexo
então gastrominados é um pouco menos relevante do que Impacto que tem nos animais não me nas Mas acontece tá então esse reflexo centrogás que acontece em nível de duodeno comunicação do duodeno com o abomaso e também milhão que é o compartimento final do intestino delgado que nós vamos falar na hora seguir pessoal Muito obrigado pela atenção de vocês e nós nos vemos na aula 2 de si mesmo tempo até mais