O Olá a todos sejam bem-vindos novamente a disciplina de biofísica hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre a biofísica da respiração vamos ver como é que foi como que ocorre a mecânica respiratória E como que abre o física pode contribuir para que vocês consigam entender toda dinâmica que existe por trás do processo de inspirar e expirar tarde vai ver que juntamente com esses processos existem elementos que são primordiais Propriedades físicas né No que consta na verdade do princípio da da complacência pulmonar ada além da complacência a elasticidade pulmonar a gente vai ver tudo isso ao
longo dessa aula e como que vocês vão trabalhar o longo da profissão de vocês com todos esses elementos porque afinal de contas vocês encontram fonoaudiólogas vocês vão se precisar saber como é que funciona o sistema respiratório porque ela é de suma importância para vocês poderem Trabalhar e número é esse número é temas dentro do contexto da profissão de vocês Essa é a gente parar para pensar por exemplo no hemiciclo né onde a gente tem os ciclos respiratórios inspiratórios e expiratórios no qual o ciclo respiratório ele é muito mais curto do que o inspiratório e isso
acaba proporcionando A emissão da voz propriamente dita ali nas pregas vocais vai assistir porque nós o pra que você tem a voz para que a voz seja emitida Você precisa ter além de outros elementos o processo o sistema respiratório por trás disso que proporcionam uma pressão subglótica e essa pressão faz com que ocorra uma fechamento das pregas vocais e a partir disso você tem a emissão da voz você encontra o fonoaudiólogo precisa entender a mecânica respiratória porque você é muito e pode se preparar com paciente com quadro de disfagia que a dificuldade Daquele paciente engolir
então ato de deglutir ele acaba cooperando e trabalhando em comum é e como cooperação na verdade Qual a respiração ficamos utilizam toda a faringe como a Larissa para poder realizar seus processos né tanta respiratório quanto de deglutição é o fonoaudiólogo trabalha muito com pessoas pacientes ansiosos que precisamos trabalhar a voz como é que essa voz vai ser expelido essa fala nessa fala articulada então geralmente o Fonoaudiólogo Ele trabalha realiza exercícios né muscular torios e que vai proporcionar uma melhor dinâmica do processo inspiratório e expiratório que consequentemente vai refletir onde na fala e Na expressão na
forma e ele indivíduo ele vai se comunicar paciente com voz fraco ou com voz forte é portador de alguma patologia como por exemplo enfisema pulmonar uma arma acaba comprometendo a comunicação desse paciente muitas das vezes ou muitas das Vezes a vossa tão fraquinha né que você não consegue nem ouvir com aquele passei que tá fazendo falando então o trabalho do fonoaudiólogo em cooperação com a fisioterapia acaba vindo a contribuir para com a melhora desse paciente muitas das vezes o paciente ele não vai apresentar uma voz fraca esse uma voz forte e essa voz forte acabar
comprometendo a comunicação do paciente do paciente às vezes o paciente ele se queixa que ele é visto como uma pessoa Agressiva por causa da postura da voz Esse paciente estão fonoaudiólogo ele acaba juntamente com os outros exercícios exercícios respiratórios acabam vindo a contribuir para é uma voz mais suave daquele paciente e aquela voz Suave acaba contribuindo melhor ainda até para qualidade de vida daquele indivíduo né o relacionamento dele acaba sendo melhor muita das vezes vocês fonoaudiólogos trabalham com pacientes que apresentam alguma doença Neurodegenerativa como por exemplo Mal de Parkinson né que você vai ter aí
um comprometimento uma alteração da musculatura não tem algum comprometimento motor ali que acaba culminando numa dificuldade do paciente na fala na articulação na deglutição então o paciente muito de vez apresenta uma voz baixa uma fala Baixa apresenta muitas a ligação então para o paciente que é um advogado que é um professor que é um ator ou qualquer outra pessoa que Possa vir a trabalhar com a voz Esse acaba sendo um empecilho um transtorno e você fonoaudiólogo vai trabalhar com isso então esses pacientes com essas características acabam vindo a desenvolver por exemplo a fonia e essa
hipofonia pode ser resolvida com exercícios de força o notório que vai fortalecer a musculatura expiratória e a produzir e consequentemente gerar uma produção de voz qual a melhor qualidade Então você For só por isso aí Vocês conseguem perceber que a fonoaudiologia está implicada com vários processos respiratórios então é importante se faz realmente importante a gente conseguir entender o que é o processo respiratório como é que eu física ela pode contribuir para o processo de inspirar e expirar no seu paciente certo é bem para gente conseguir entender um pouco mais sobre esses gases como eles se
comportam dentro de um de um Recipiente ou dentro no caso dos nossos pulmões nossos vasos Aéreos é necessário que eu te entendo algumas características é desses gastos então segundo a teoria cinética dos gases um gás ideal você aquele que vai possuir algumas características como por exemplo as forças de repulsão entre as moléculas que você bem mais forte do que aquelas força de atração e por isso que essas moléculas acabam se repelindo tendo uma tendência se espalharem Pelo infinito A Não ser que haja algo que as contenham né em um determinado volume tá uns isso não
acontece ela acaba se espalhando elas possui gases posso de baixa densidade né E eles têm como característica também o movimento browniano vocês me mandou movimento browniano que nós discutimos no processo de fusionar e tal esse movimento brownie e onde as moléculas ela se locomovem de forma aleatória e desordenada é é característica dos gases também os gases Se movimentam exatamente por essa forma e esse processo de movimentação esses gases é as moléculas desses gases elas conhecida em né eventualmente umas às outras com as paredes do recipiente Só que tem um detalhe aí que essa colisão ela
vai ser 100% elástica Então o que acontece é quando você né Tem uma você não tem Na verdade uma interação entre as moléculas dos gases as paredes do recipiente né esse choque entre essas moléculas do gás sobre essas paredes Desse recipiente é dada por uma força em razão de uma determinada área que nós chamamos de pressão tá então se um gás ele é aquecido ou se ele é resfriado ele acaba sofrendo alteração da temperatura do volume e quando eu sei o valor de dois desses desses elementos dessas variáveis eu consigo calcular o terceiro tá então
gás ele vai ser definido pela sua temperatura pelo seu volume pela sua pressão tá fica bem para gente conversar Entender melhor o princípio da biofísica da respiração a gente vai entender como é que essas três variáveis pressão temperatura e volume se comportam dentro de determinado recipiente no caso o nosso pulmão e a gente conversa estudando a lei de bola e Mari ou que são só não dois pesquisadores cientistas né que trabalharam exatamente que chegaram à mesma conclusão foi que eles fizeram eles pegaram tubo em formato de U aprisionar um gás e colocaram Mercúrio Tá eles
acreditavam que um determinado momento haveria ali um equilíbrio térmico desse gás com o ambiente e em seguida o que foi que eles fizeram eles começaram a aferir o volume desse gás né dentro do recipiente só que em Ribeirão né que a temperatura do gás ela não se alterou então é falei essa lei de bola e Mari ou é a lei que uma vez tendo a temperatura constante você pode relacionar o volume EA pressão de um determinado gás e essa lei ela pode Ela te proporcionar entender é exatamente a mecânica respiratória porque quando você tem aumento
de volume você tem diminuição de pressão quando você tem aumento de pressão você tem diminuição de volume tá E essa tabela aqui ela ajuda a compreender exatamente isso que quando você tem uma determinada pressão pelo produto do determinado volume né tipo 76 por 30 2220 e você pega esse joga em um gráfico você observa que toda vez que você Diminui a Pressão você também todo o volume e toda vez que você aumenta o volume você tá diminuindo a pressão tá agora Márcia Por que que isso é importante porque que a gente precisa entender é essa
lei de bom E por que essa lei de bola e Maria hoje é a lei que vai nos explicar as mudanças de pressão do que o ar ele vai sofrer quando ele entra e sai dos nossos pulmões então toda vez que o ar Ele entrou que ele sai você tem uma alteração dessa pressão e com isso você Consegue manter uma mecânica respiratória satisfatória Para que ocorra a obviamente a hematose troca dos gases nos pulmões pelos alvéolos tá então durante o ato respiratório o que acontece a caixa toráxica ela se expande tá os músculos diafragmáticos relaxam
E com isso a pressão intra-pleural ela diminui ela diminui em torno de cinco milímetros de mercúrio então o volume de ar expirado ele acaba aumentando e o ar então ele acaba Entrando nos pulmões tá Então o que seria esse volume né se eu quiser calcular esse volume como é que eu calcular dia então ela coleção de bolo Mario ela disse que tem um ver um tem um Mas precisamos ver é o volume então P1 v1 = p2002 eu sei qual é p um que eu sei que a a pressão atmosferas a pressão atmosférica é de
aproximadamente 700 cm de de água tá E e o volume né final a gente também sabe que esse volume final é de 0,5 tá é E aí eu sei também que a minha pressão é Final é de 695 porque eu tenho uma queda de cinco milímetros de mercúrio vezes o volume final que é o volume que tá entrando na minha na minha caixa dourada na minha no meu tubos Aéreos e que eu não sei qual é o volume então eu faço essa esse cálculo Zinho aqui em conta que o volume de ar inspirado foi de
0,50 4 litros Então essa equação ela nos ajuda a então a compreender Exatamente isso tá é e é em é porque aí a gente já começa a entender Um pouco da nossa mecânica respiratória então é para entender as medidas de volume né em um gás a gente contou com os trabalhos de gaylussac e Charles que eles verificaram a relação que existe entre o volume de um gás com a temperatura certo para isso eles realizaram experimentos no qual ele já feriram medidas de volume de temperatura de um gás mantido em uma determinada pressão e essa pressão
obviamente era uma pressão constante e o que foi que Eles observarão quando eles fizeram isso que a variação do volume ela era diretamente proporcional a variação da temperatura e com isso eles puderam perceber gente que a razão entre o volume EA temperatura ela era constante Então essa lei de BH de gaylussac e Charles ela nos ajuda a relacionar o volume de um gás com a sua temperatura bom e o que isso significa significa que se eu tenho o volume de um determinado gás esse volume ele vai ser diretamente Proporcionar a minha temperatura absoluta e mantida
a uma determinada pressão nessa pessoal obviamente vai ser uma pressão constante então se eu aumento a minha temperatura né eu o meu volume ele vai crescer de forma proporcional Então essa lei Ela nos permite calcular a variação do volume de um gás é ao entrar ou sair de um determinado de um determinado recipiente no caso específico no nosso pulmão tá então ela vai ser representado aqui por Esse gráfico aqui que vocês estão vendo da temperatura em razão do volume do gás Então quando você aumenta a temperatura você aumenta o volume tá E é dado por
essa equação aqui vem um T2 V2 tem um Oi e aí eu coloquei aqui para você só para você se entender e como que a gente pode aplicar essa equação né para o nosso sistema respiratório então supõe aí que se você tem por exemplo meio litro de ar inspirado aqui né E que esse meio litro de ar inspirado ele foi Obtido a uma temperatura de 20 graus eu vou desculpar uma temperatura de 37° tá então qual seria o volume desse desse pulmão né então que como é que você vai fazer se você tem aqui você
sabe qual é a temperatura inicial Você sabe qual a temperatura final você sabe que é o volume de ar inspirado você só precisa saber qual o volume final então para isso você vai fazer aquela regrinha de três né a gente sabe que temperatura ela é dado é 20 graus mas elas precisam ser Convertida que ela tá em Kelvis então 273 mais 22 93 até dois você fazendo a mesma conversão aulas em Conta até dez multiplica isso na equação e contra o volume de 0,5 três litros de ar de volume desculpa é necessário né Para que
você tem aí a a entrada de ar nos pulmões é bem meninas então nós chegamos a equação de clayperon que ela associa né ela combina as duas leis que nós trabalhamos anteriormente e ela Conhecida como a lei geral dos gases e essa lei geral dos gases ela é válida para um gás cuja massa Ela será constante então o físico francês Ele estudou o comportamento de massas o e gases diferentes e esse físico francês ele acabou estudando o comportamento de massa e gases diferentes ele acabou concluindo que a essa constante da Lei Ela seria a proporcionar
o numero de moles do do gás então eu falei ela você pode aplicar por Exemplo se você quer saber quanto de moléculas vão ser transportadas de um ambiente a outra qual o tipo de molécula Qual peso molecular dessas moléculas que estão sendo transportado aqui você pode por exemplo aplicar essa lei para você saber se é o número de moléculas em um determinado a quantidade de volume de oxigênio consumida por minuto a uma determinada temperatura por exemplo a 37 graus e a uma pressão de 1 ATM você também pode aplicar essa lei se por Exemplo você
quiser aferir o volume de um gás ideal em uma determinada as condições normais tanto de temperatura como depressão que ATM ou você pode utilizar a equação para você calcular o efeito da mudança do estado termodinâmico do número fixo de moléculas de um determinado gaceta essa lei ela ela pode ser aplicada para vários fins tá então ela é dado aqui por essa equação com depressão vezes o volume é dado em razão De uma determinada temperatura e que isso tudo aqui vai ser igual numero de moles de uma determinada molécula Às vezes a constante né E essa
constante obviamente vai ser válida para todos os gatos estão a lei de Emily clip-on ela nos ajuda a identificar né o a quantidade de moléculas o numero de moles foram uma determinada quantidade de por exemplo de o volume de oxigênio bom então nós chegamos a lei de Dalton Além de dar outro ela descreve a pressão parcial EA Pressão Total de uma mistura de um gás então a gente sabe que a gente tem uma mistura de gases a gente não tem somente um a gente vai ter ali nitrogênio-oxigênio CO2 argônio então várias misturas uma estar ali
tá e o somatório de todas essas desses gases né que são proporções parcial Eva é o somatório Total ali da pressão né do exercida sobre uma parede do vaso então ocorre essa lei eu acabou eu consigo Calcular na verdade a pressão parcial se eu tiver o percentual dessa desse desse gás eu consigo calcular a pressão Total exercida contra a parede de um vaso tão aqui por exemplo já tem um gás aqui eu sei que esse gás é ele é constitui sessenta por cento né EA pressão parcial dele obviamente ele 60 milímetros de mercúrio Eu tenho
um gás bem E esse gás B Ele tem ele é constituído de quarenta por cento e a pressão parcial é 40mm é o que eu sei que acha que é 60 isso Aqui isso aqui é 40 porque o somatório total né da pressão contra a parede do meu vai lá de 100 milímetros de mercúrio que eu só tenho dois gases se não é 60 vivamente o outro será de quarenta por cento certo então essa representação exatamente que vai acontecer nos nossos alvéolos então a gente pode aferir é que nesses alvéolos Então a gente vai ter
é diferente percentuais de gases e que esses gases vão contribuir para a pressão atmosférica tá a mais aí eu vou Fazer outra pergunta outra pergunta para vocês quem é que pode contribuir para com e para com a nossa biofísica da respiração porque se por exemplo né eu já sei aqui que eu tenho uma pressão total e que a pressão total é o somatório de pergunta P2 p3 mais quanto o número de gases estiverem naquela mistura ali EA pressão de ar que a pressão dos meus braços novos que a pressão de nitrogênio oxigênio na água CO2
e por ela vai então eu quero saber aí dentro desse desse parâmetro aí se eu quiser saber por exemplo a pressão parcial do nitrogênio e do oxigênio na atmosfera e que eu sei que essa pressão atmosférica de 760 eu consigo calcular Qual é a minha pressão Total só eu saber aí pera aí só vou precisar obviamente tem algumas informações né Tipo a gente já sabe que o nitrogênio por exemplo ele representa 78 por cento do número de daquela mistura total dos gases e que o Oxigênio ele representa aí Vinte por cento do total dos gases
Então eu só faço a substituição na equação da equação aqui que vocês estão É eu sei que é 760 eu sei que a qual é o volume de ao percentual de nitrogênio é só multiplicar 760 por 78 dividido pelo Volume 1 número é o percentual total que é sentou encontro 593 milímetros de [Música] mercúrio de pressão exercida nas paredes do vaso que e do nitrogénio né que ele Acaba contribuindo para com essa pressão tá se eu quiser calcular do oxigênio eu faço a mesma coisa enquanto 152 MM de mercúrio então a pressão exercida pelo oxigênio
152 e pela pelo nitrogênio de 1593 eu pego isso aqui e só vou observar o o percentual dos demais gases para chegar a minha pressão Total exercida contra a parede dos vasos então exatamente isso que vai acontecer tá essa lei de Dalton também gente ela é muito importante para que a gente possa Para como calcular por exemplo a pressão de água da respiração durante a formação das misturas gasosas tá bom então agora a gente vai falar um pouquinho da lei de Henry a lei de Henry é a lei que Da escola é que fala sobre
o volume de um gás dissolvido é um líquido ela disse que o volume de um gás dissolvido é um líquido ele vai ser proporcional a pressão do gás sobre o líquido a um fator de solubilidade EA o Volume líquido ou seja quanto menor for a quantidade de gás dissolvido maior será a pressão exercida sobre ele Isso significa que quanto maior a quantidade de moléculas não dissolvidas em um líquido maior obviamente será o choque entre essas moléculas e essa lei ela ela ajuda a nos esclarecer por exemplo a solubilidade dos gases e um determinado líquido então
a equação que melhor representa essa lei de Henry essa aqui ó que a volume dissolvido dado em ml de um Gás ela é dado pela sua pressão que é dado em Thor vezes a o seu fator de solubilidade ver o volume do líquido em determinado lit litro Ok então vai entender um pouco mais essa equação de Henry é a gente tem aqui esse sistema nesse sistema a gente tem um Gradiente esse Gradiente ele apresenta uma variação de pressão e coeficiente de solubilidade de temperatura e tudo isso dentro de um recipiente que já membrana ela Impermeável
Então você tem aqui por essa membrana semipermeável Você não tem o trânsito do da pressão de oxigênio Em ambos os compartimentos Então você tem uma diferença aqui depressão quando você substitui a membrana essa membrana passa a ser impermeável que é que vai acontecer você percebe que essas moléculas de oxigênio elas se movem de uma região a outra ela Shui né do ambiente de maior pressão para um ambiente de menor pressão até que elas Conseguem chegar a um equilíbrio né o processo de fusão natas com quem o equilíbrio seja a pressão parcial do oxigênio ela vai
ser igual Em ambos os lados certo tanto do meio a mandar interfacear como a gente é Face líquido aqui tá lembrando gente que o coeficiente de solubilidade do oxigênio Ele é bem menor né e isso é bem diferente a o percentual de solubilidade da concentração de oxigênio no meio tá bem É então que é que vai acontecer para Eu ter essa pressão parcial de oxigênio no ar eu preciso de aproximadamente 5,2 aqui ó Minnie molde de oxigênio por líquido por litro não a concentração de 0,2 e quando né Ele está no líquido a pressão parcial
de oxigênio a 100 sendo que o volume desse oxigênio ele vai estar em torno de 0,15 mol por litro tá bem é ou seja assim eu tenho bom né é essa concentração de oxigênio e essa solubilidade de oxigênio né E essa solubilidade é baixa essa solubilidade Do oxigênio nesse líquido se ela for baixa eu vou precisar basicamente de uma concentração menor para ter a mesma pressão e por que isso porque se eu tenho uma baixa solubilidade as moléculas elas acabam exercendo uma maior pressão sobre o líquido e muito choque entre elas vai acontecer então você
vai ter aí muita agitação entre essas moléculas Então para que eu possa atingir o nível pressórico de ar atmosférico eu vou precisar de uma Concentração menor devido a minha baixa solubilidade de oxigênio é diferente do seu dois tá porque porque o seu dois ele vai ter um elevada solubilidade tá olha aqui a solubilidade do céu dois é de 0,57 quanto que é de oxigênio 0,0 24 concentração de CO2 aqui também acaba sendo menor né e diferente da solubilidade Então para que eu tenha né o CO2 e para que seu dois ele consiga exerceu uma pressão
de 100 mini milímetros de mercúrio né bem como Acontece com a pressão no mesmo líquido de oxigênio eu vou precisar obviamente de uma concentração de CO2 de aproximadamente três mínimos lá como vocês estão vendo aqui enquanto que para o de CO2 é só eu só precisei de 0,15 minimola Ah tá então porque aqui né eu ele vai ser muito mais solúvel então para saturar esse sistema eu vou precisar obviamente de uma concentração de CO2 muito maior para exercer uma pressão de Ser milímetros de mercúrio O que é isso por causa da diferença de solubilidade você
vê que a diferença de solubilidade de um para outro enorme aí aqui então em suma meninas a quantidade de gás esqueci de sob uma solução ela vai depender da sua solubilidade e da pressão parcial desse gás e se Assumimos que essa é tudo isso vai acontecer em uma temperatura que se encontrar a constante o enxergamos a equação de grama a equação de grau ela desce descreve a Difusão de um gás e ele disse que essa difusão de gás ela é inversamente proporcional a raiz quadrada da sua massa tá só que se a gente leva isso
para o sistema biológica sabe que não somente a massa ela vai ser um fator preponderante é importante para que ocorre difusão do gás existem outros coeficientes que irão interferir nessa nessa nesse processo de fusional como por exemplo coeficiente de solubilidade à temperatura a área o comprimento do Tubo e avaliação de pressão também tudo isso esse coeficiente de difusão vai ser inversamente proporcional a massa ao comprimento e ao a viscosidade do daquele vaso ali então se você tem aí no meio viscoso tá o paciente de Pádua paciente com alguma insuficiência O que leva a produção exacerbada
de muco por exemplo você vai ter aí um comprometimento da difusão do gás e agora nós vamos nós vamos falar sobre dois efeitos que são importantes para Que ocorre a hematose nos pulmões e nos tecidos você já troca de gases tá a gente vai ter aqui o eritrócito Ele trouxe um ele vai estar contigo bobina e essa hemoglobina ela vai ter a função de carrear CO2 e oxigênio para os pulmões para os tecidos em diferentes condições então é feito o boy o efeito aldeni eles nos ajudam a entender como que ocorre o aumento afinidade desses
elementos dessa hemoglobina para com o oxigênio e para com seu 2 Oi e aí se você observar aqui nessa imagem quando ele tá captura oxigênio quando ela se liga oxigênio que acontece ela libera prótons no meio então se ela libera para outro no meio ela fica mais do que alcalinizado PH aqui tá mais alcalino Então esse ph alcalino favorece a ligação dessa nova bem né para com oxigênio entretanto quando essa hemoglobina ela incorpora prótons de hidrogênio íons hidrogênio que acontece aqui é a infinidade dela para coccigeno Diminui por quê Porque esse PH que ele torna-se
mais acidificado isso faz com que ela tenha uma menor afinidade essa menor afinidade da hemoglobina pelo oxigênio faz com que ela libere esse oxigênio nos tecidos e captura de CO2 a mesma coisa aqui o aumento e é da afinidade da hemoglobina né pelo que nesse caso aqui pelo oxigênio faz com que ela captura oxigênio e libera CO2 ela captura oxigênio e libera CO2 porque aquele e-mail na qual ela está Agora está um meio mais alcalinizado e faz com que ela se desligue do seu dois e captura oxigênio tá esse processo e ser feito bom é
um efeito importante porque ele acaba nos explicando é afinidade dessa hemoglobina para com essas moléculas e isso faz com que ocorra a liberação né de o degase está nesse caso a liberação de oxigênio nos tecidos tá e a captura do CO2 Ok E aí é esse efeito bom ó ele é o efeito simétrico certo e isso significa O quê que é hemoglobina ela vai ser colocada em um meio esse meio ele contém prótons em PH muito baixo e é por isso que ela acaba diminuindo a sua afinidade pelo oxigênio e acaba cedendo Então esse oxigênio
para o meio com maior facilidade né no na região ali do tecido e essa mesmo é hemoglobina é por isso que ela é dita como se médica ela vai ser colocada em um meio muito mais elevado E aí então ela vai aumentar a sua afinidade pelo oxigênio vai capturar Oxigênio e vai liberar CO2 nos pulmões vai ser feito é muito o efeito que dá para e é faz com que a gente conseguir entender como que vai ocorrer a captura desses gases além obviamente do processo de fusional que está envolvido também além da dos níveis pressóricos
intraoculares né que vão se é levar isso faz com que você libere ou elimine a depender da situação o gás tá bem e em seguida Oi e esse é feito aldeni gente ele ele vai nos explicar é como é que ocorre a né admissão da afinidade da hemoglobina para com o CO2 nos pulmões Então esse CO2 é acaba sendo liberado a hemoglobina a venda dos tecidos super desoxigenada né Aí quando ela chega ela chega muito saturada com CO2 e isso faz com que ela tenha uma conversa fazer é vai ocorrer nesse caso aí de íons
de hidrogênio por essa memória Obina no meio essa liberação diante de desenho deixa a Hemoglobina mais alkaline do Meio mais alcalinizado essa alcalinização propicia a a o Desligue né a liberação do CO2 nos alvéolos em consequência também o meio é intra-alveolar ele vai estar massa significado uma vez mais a significado proporci ona e a migração juntamente com o processo de funcional do oxigênio para com a molécula de hemoglobina Então você tem aí a liberação de CO2 captura de oxigênio né então você tem dois momentos Momento em que é hemoglobina ela está ligada a oxigênio Nesse
momento você tem uma menor afinidade do CO2 e o segundo momento e que a hemoglobina ela está Desprovida de oxigênio nesse nesse momento aí nesse contexto você tem um aumento da afinidade do CO2 assim como é feito o bom Ó o efeito aldeni ele também é simétrico Isso significa que quando você tem um aumento da pressão é de CO2 você tem a diminuição da afinidade de oxigênio quando você tem diminuição da Pressão de CO2 você vai ter aumento da afinidade do oxigênio e aí nós iniciamos né o nosso sistema respiratório já que agora a gente
consegue entender compreender como é que os gases eles se comportam em conta bom né recipientes no caso nossos pulmões como que ocorre a variação da desses elementos pressão volume e temperatura e como que cada uma dessas leis Elas serão importantes para que nós possamos entender todo o princípio da do Processo biofísico a partir daí a gente vai agora já conversar um pouquinho sobre as propriedades biofísica do sistema respiratório bem então esses seres vivos eles acabaram se diferenciando contra o uso de oxigênio duas em duas classes aquelas classes de espécies que em vão utilizar o oxigênio
que são chamados denominadas de aeróbios e aqueles que não utilizam o que são chamados de anaeróbios e a gente tem ainda uma terceira classe aqui que são Os aeróbios facultativos na ausência do oxigênio eles acabam utilizando outros elementos para poder que não oxigênio para poder obter em suas energias é esses essas espécies esses seres vivos acabaram altamente diferenciado Quanto é o tipo de células então algumas são seres unicelulares apresentam apenas uma célula e outros seres pluricelulares essas células Elas acabaram se organizando né é formado o tecido e outras apresentam-se de forma isolada O Interessante é
que independente do tipo de servir-vos todos eles acabaram preservando né a um método de trocas entre eles a partir do processo de fusional então a difusão aquela difusão né que simples que nós abordamos no capítulo de membranas biofísica das membranas é uma característica conservada ao longo das espécies tá e o que foi que aconteceu o processo de fusionar é o mesmo que acontece é um aprimoramento tá do aqueles organismos São de aqueles organismos complexos mais evoluído e não é esse aprimoramento fez com que surgisse aí um aparelho respiratório esse aparelho respiratório Ele trabalha em conjunto
com o aparelho cardiovascular Hoje em dia a gente quais como aparelho cardiorrespiratório tá E que irão proporcionar trocas gasosas muito mais a ficar desse processo de oxigenação dos tecidos muito mais rápido regulação do PH quando necessário Proteção temperatura e vocalização Então tudo isso está envolvido em um único sistema único aparelho com aparelho respiratório vocês que Enquanto fonoaudiólogos Vocês já viram isso que a gente tem o processo de produção da voz e o processo de produção da porta ela vai estar diretamente entre cada a a ao ciclo respiratório do indivíduo bom então quando a gente fala
arquitetura do sistema respiratório essa arquitetura ela possibilitou a trocas Rápidas de oxigênio Extra do nutrientes se de metabólitos para que isso acontecesse de melhor maneira foi necessário que houvesse uma maior volume de sangue em relação ao volume de células para que pudéssemos compor uma um um sistema né de constante de dejetos de troca meu muito rápido aumento de CO2 né Esse aumento de CO2 proporcionou uma rápida de fusão e essa rápida difusão é proporcionada pela hemoglobina que ela acaba carreando essas moléculas do nada Para outro para vocês verem ela é Márcia né os eritrócitos que
são as células do nosso sangue responsável pela por armazenar em a hemoglobina é que fala nucleadas isso já é uma característica da espécie dos mamíferos Ah tá é mais as outras e massas elas possuem núcleo mas a imagem do mamífero é não tem nunca exatamente por uma característica evolutiva da espécie quando o que você não tem núcleo o que é que vai acontecer aquele espaço vai ser Preenchido por hemoglobina E aí consequentemente você consegue carregar uma quantidade bem maior de de oxigênio então nosso sistema respiratório É ele que vai ser responsável pela troca de gases
no nosso organismo né vai captar oxigênio liberar CO2 outras substâncias isso tudo com regula do equilíbrio ácido-básico onde você vai ter a enzima anidrase carbônica e o bicarbonato quando você tem a anidrase carbônica ela acaba associando dissociando moléculas e Isso faz com que você tem o meio mais acidificado ao meio mais básico a depender da associação ou dissociação do ácido carbônico ou você vai ter a oração de CO2 e água ou você vai ter liberação de bicarbonato e prótons e os hidrogênios e isso vai favorecer a afinidade da hemoglobina para com essas moléculas E aí
você tem aí as trocas ocorrendo naquele espaço não somente isso mas outros elementos que acabam proporcionando Então para que tudo isso Aconteça o sistema respiratório falando anatomicamente ele vai ser subdividido em duas dois setores que são as vias superiores e às vezes inferiores às vezes superiores são constituídas pela boca pelas cavidades nasais aqui pela faringe pela laringe tá que vai ter a laringe juntamente com a laringe a outras regiões na vai vão ser responsável não somente pela fala mas como também pela nossa mente pela voz né propriamente dita Mas pela sala Articulada o e os
jogos de inferiores que você constituídos aqui pela traqueia pelos brônquios tá bronquíolos até chegar aqueles ramificações dos alvéolos E então vamos falar um pouco dos pulmões que são os nossos protagonistas ele se encontra em paz no nosso no nosso organismo tá estão localizados na região interior da caixa torácica para a caixa toráxica ficar revestindo ele exatamente aqui nessa região lá é ele é formado Também pelo externo e atrás pela coluna vertebral e fechada anteriormente pelo diafragma que vai estar bem aqui nessa região aqui tá esses pulmões eles são formados por tecidos parenquimatoso então o parênquima
pulmonar ele reveste todo esse pulmão aqui ele tem Grande a extensibilidade e elasticidade é isso que vai proporcionar com que ele tem essa capacidade de se expandir né de esticar e retornar ao seu estado anterior então E aí sensibilidade de complacência a gente vai discutir que vai ser acompanhada obviamente pela mecânica respiratória nesse pulmão ele possui ele consegue né No momento é que ele se estende no momento inspiratório ele acumula energia potencial elástica e essa energia potencial elástica acumulado durante o processo respiratório que ela é utilizada durante o processo inspiratório esse é o nosso pulmão
ele ele apresenta Aqui algumas características Né nenhuma delas é essa essa ramificação né ele tem uma ramificação a excessiva Traz essa ramificação excessiva durante o processo respiratório acabou aumentando o comprimento e o tamanho A traqueia por exemplo ela possui 500 mil alvéolos numa numa área de 100 metros de superfície de troca então e tudo isso começa aqui ó pelo pela traqueia onde ela sofre um processo de colonização essa dicotomização leva mais divisões Sucessivas divisões Até nós chegamos aqui na 24ª de customização onde vão estar ali os alvéolos os alvéolos e onde vão ocorrer as trocas
e zonas de trocas Observe que o diâmetro de 15 a 22 milímetros na traqueia com a área de secção de 2,1 e vai aumentar de forma significativa é que vai até 100 metros quadrados né de área de superfície de troca aqui você pode me perguntar por que que essa área aqui é menor que essa porque no Que ela Sofreu dicotomização Aumentou a probabilidade de áreas de troca desses alvéolos isso aí acaba proporcionando a melhor troca a melhor processo de funcionar uma melhor hematose você vê que a gente começa com um vaso né que atrás quer
e esse vaso ele acaba se ramificando chegando a aproximadamente 3 a 6 x 10 aí tava e números de vaso Então são muitos vasos participar no processo de troca ali ó e além dos pulmões esses pulmões eles Acabam sendo revestidos por uma estrutura que nós falamos de pleura Então a gente vai ter dois tipos de pleura pela parietal e a pleura visceral o próprio nome Jardim né a pleura visceral ela vai vem difícil era né então ela vai estar aderida ao o órgão pulmão E aí a gente vai ter aqui entre a a pleura depois
da primeira a gente vai ter a pleura parietal né que vai estar próximo à parede E aí impressas pleuras elas acabam protegendo envolvendo todo Pulmão né é e o espaço que vai existir entre uma outra vai ser chamado de espaço pleural tá são constituídas forma membranas mesoteliais acabam revestindo as paredes internas da região toráxica e como função como eu falei para vocês acabam revestindo todo o pulmão E aí Oi e a pleura gente ela vai apresentar aí variações de pressão durante o processo inspiratório E durante o processo respiratório e este gráfico Aqui ele vai mostrar
Exatamente isso ele vai mostrar a variação as mudanças que vão existir né tanto de volume quanto de pressão não somente pressão pleural como também a pressão transpulmonar e a pressão alveolar tá é perceba E não esqueça Tá que quando a gente avaliar isso aqui a gente precisa lembrar da lei de bola e Mari ou e a lei de embora Mario e Luigi né que quando você tem diminuição de pressão você aumenta o volume quando você diminui o volume você Aumenta a pressão então é isso aí vai ser importante para a gente poder entender a dinâmica
mecânica respiratória tá não esquecendo também que a nossa pressão pleural quando a gente tá em pausa respiratória seja quando a gente não tá nem expirando nem expirando a nossa pausa para orar ela se encontra é menos dois centímetros de água a ficar menos 5 cm de água mas durante o processo inspiratório quando a gente Está inspirando essa pressão ela diminui bruscamente porque o volume ele aumenta se consegue visualizar aqui ó na pressão pleural você tem um aumento é uma diminuição muito grande da negatividade que chega menos cinco que vai até aproximadamente - 7,5 cm de
água junto com isso você tem um aumento super considerável de que de do volume né de líquido aqui de da de litros Então esse volume ele acaba aumentando quando você tá em exercício ou você apresenta alguma Doença uma de piaus em uma doença obstrutiva aí é esse esse essa pressão acaba caindo bem mais então ela acaba ficando em torno de 135cm de água por exemplo bom então gente é além da pressão pleural a gente tem também a pressão alveolar certo e o que seria essa pressão alveolar seria a pressão do ar dentro dos alvéolos pulmonares
obviamente né então quando a glote por exemplo ela tá aberta e não existe fluxo De ar para dentro nem para fora dos pulmões as pressões dentro dos alvéolos juntamente com as pressões atmosférica ela é considerada nula ou seja considerada a zero como vocês estão vendo aqui ó tá vendo e por isso e para que essa pressão alveolar ela possa vir a casal no fluxo de ar para dentro desses alvéolos durante o processo inspiratório O que é que deve ocorrer a pressão nos alvéolos ela deverá cair para valores ligeiramente Abaixo da pressão atmosférica isso vai fazer
com que o ar ele possa entrar nessa região aí da pressão atmosférica da ó e além da pressão pleural e da pressão alveolar nós temos a pressão e transpulmonar que aquela pressão que vai estar entre a pressão pleural e a pressão alveolar O que é existe aí meninas algumas condições que acabam alterando a mecânica respiratória porque você vai Ter uma alteração da pressão pleural duas condições que podem podem gerar alteração da pele oração pneumotórax e derrame pleural pneumotórax se é a entrada do de líquido no espaço pleural e desculpa pneumotórax seria a entrada de ar
nessa região aí tá então pneumotórax ela é ocasionado quando você tem por exemplo uma lesão trauma sofrido por um por exemplo um perfurocortante que penetrou aprendeu a região da pleura e permitiu com que o alencas para aquele Espaço ali então qual seria a consequência disso né para a mecânica respiratória quando você tem a dentro da o do pulmão a pressão subatmosférica do espaço enterro pular ele se torna a atmosférica tá na se você tem ar eu não procurava ali se ela se torna é começa de subir atmosférica que é que vai acontecer eu voltei a
dilatação do tórax só que meu pulmão ele não vai acompanhar essa dilatação porque a entrada do ar atmosférico que dilata o Pulmão ela acontece de forma passiva Então quando você tem é esse fenômeno você vai ter aí o comprometimento de toda a mecânica respiratória já o derrame pleural que a entrada do líquido quando o líquido ele não consegue ser absorvido de forma adequada ele acaba se acumulando lentamente naquela região ali e com isso você acaba tendo um aumento de pressão sobre o pulmão e isso acaba dificultando também a respiração levando a sintomas como por exemplo
dor no peito Que o paciente pode vir a sentir sensação de falta de ar né que aí pode enviar comprometer levar o paciente a acaso mais grave agora e evoluç Progressão de e respiratórios Oi e a mecânica ventilatória ela vai consistir em dois ciclos na verdade chamada de Mc Cruz que é o ciclo M5 respiratório ou M5 respiratório você vai ter um fluxo aéreo na parede dos vasos aqui entre as novelas o meio a um Ambiente externo tá esse surdos eles vão se deformar como a gente já viu anteriormente né E vão se movimentar sobre
uma determinada a pressão a depender da pressão exercida sobre esse fluxo você vai ter como consequência saída ou entrada do ar para ajudar nesse processo inspiratório no processo respiratório você vai ter a participação de músculos é principais e músculos auxiliares né que são processo inspiratório você vai ter a participação Do diafragma e dos músculos intercostais externos e do grande peitoral Então você tem aqui a expansão pulmonar durante o processo respirar e quando você tem essa expansão pulmonar ela é Acompanhada pela contração dos músculos peitorais menores juntamente com a contração dos músculos intercostais E você tem
achatamento e contração do diafragma e isso faz com que você é leve a o volume e diminua a pressão intra-pleural isso faz com que o Ar ele entre dentro dos pulmões durante o processo respiratório no qual a ele vai sair do mundo você tem a participação da parede abdominal transverso do abdômen os oblíquos externos internos reto abdominal e os ossos torácicos triangular externo e intercostais só que dessa vez que interno ao invés de ser externos como na inspiração e aí você vai ter aqui o ar né E você vai ter durante a saída desse ardo
os pulmões você vai ter contração Pulmonar és e são recuperadas pelo relaxamento dos músculos intercostais relaxamento dos músculos peitorais menores e relaxamento elevação do diafragma e como consequência você vai ter a saída de ar e o processo inspiratório só reformando mais uma vez quando você tem esse processo a mecânica né física desse processo vai te dar pela elevação da caixa torácica abaixamento do diafragma pressão negativa subir atmosférica entre A pleural aquela pressão que chega limite de - 5 - 7,5 MM de água o pulmão acompanhe esse movimento obviamente não tem nenhum problema na pleura nem
tão-pouco problema de elasticidade nem de sensibilidade e aí você vai vai vai ter uma redução da pressão intra-alveolar e com isso você proporcione a entrada de ar nas vias aéreas até que você tenha ausência do Gradiente pressórico e na inspiração é o contrário vai acontecer você vai ter uma Pressão na parede torácica por um músculo abdominal eleva-se a pressão para valores menos negativos ou ligeiras e esse geralmente produtiva quando você tem a expiração forçada e que vocês trabalham muito com expiração forçada impaciente de reabilitação fonoaudiológica E aí você vai ter o aumento das forças do
colapso pulmonar aumento da pressão intraocular você aumentou a pressão diminuir o volume com isso você vai ter expulsão do ar nos Pulmões até o fim e Como dito nos slides anteriores A gente também a participação dos músculos intercostais esses músculos intercostais eles acabam contribuindo para a modificação da pressão intra-alveolar então durante o relaxamento que é que vai ter as costelas elas vão se aproximar vão diminuir o volume torácico aumento da pressão ao torácica E com isso a ele vai ser expulso dos pulmões é quando esses músculos intercostais eles Eles se encontrarem as costelas Elas irão
se afastar aumentar então o volume tórax diminuir a pressão eu a então ele irá olhar entrar para as vias aéreas pulmonares pelos músculos intercostais Eles são muito importantes nesse processo de mudança alteração da pressão intra-alveolar juntamente com os músculos intercostais adiantamento tem alguns músculos específicos que também vão contribuir para com a pressão intra-alveolar que são os músculos Acessórios que são eles escalem a pena cleidomastóideo esses dois músculos eles participam todo o processo de relaxamento quanto do processo de contração e ela é muito importante porque muita das vezes o paciente ele apresenta uma sequela motora motora
né é uma tetraplegia uma paraplegia não em geral uma tetraplegias que essa planta perde acaba comprometendo a respiração do paciente muitas vezes o paciente ele não consegue se comunicar e o trabalho De relaxamento e contração desses músculos é escaleno esternocleidomastoideos faz com que esses pacientes eles recuperam em a fala o que aconteceu o presente para conhecer esse carinha aqui ó que foi o super-homem na década de 80 Cristão filia e ele ele participou do último filme de super-homem que foi colocado nas telas de cinema ele sofreu um acidente de durante um acidente né durante a
uma cavalgada que ele fazia Para o seu cavalo lá e caiu do cavalo não que ele caiu do cavalo o cavalo ele perdeu todos os movimentos ficou tetraplégico parado numa cadeira e ele não conseguia se comunicar então trabalho do fonoaudiólogo em parceria com o fisioterapeuta contribuiu em muito para com a participação dele no seu último filme tá ele conseguiu balbuciar algumas palavras e muitas das vezes quando o paciente ele tem o comprometimento né Medular que que acontece os músculos é principais eles não funcionam tá foi por exemplo a movimentação do diafragma ela não ocorre de
forma satisfatória ou é nula praticamente nula e o trabalho com esses dois músculos que eles participam no processo respiratório em apenas cinco porcento Esse é essa condição ela muda quando o paciente ele tá com uma tetraplegias Presente porque somos únicos músculos que acabam ficando impactos Tá sem alteração durante esse processo então é muitos profissionais fonoaudiólogos e fisioterapeutas acabam trabalhando com esses dois esses dois músculos aqui que acabam proporcionando a entrada ou a saída de ar tá então é esses músculos quando se relaxam é ele diminui o volume da caixa torácica aumenta a pressão e com
isso o açaí durante a contração aumenta o volume torácico Diminui a pressão torácica então a gente acaba entrando então vocês Fonoaudióloga é acabam trabalhando muito com isso tá então fiquem atentas os músculos então aqui só mostrando mais uma vez a vocês para deixar bem enfatizado isso tá inspiração durante o processo respiratório diafragmático contrai a Ea baixa músculos intercostais se encontrarem e levam-se as costelas quando isso acontece você tem um volume da caixa torácica aumentados por monitor se distendem o sódio do desse pulmão é Acompanhada Pela aumento é de diminuição da pressão é alvéola E aí
o atmosférico então nós esse respiratória Então esse acabar chegando aos pulmões e o contrário vai ocorrer no processo respiratório e para a todas essa mecânica respiratória a Gente terá uma respiração pulmonar e essa frequência respiratória gente ela vai corresponder ao número de ciclos respiratórios e registrados por minuto e ela vai poder variar de acordo com a idade e vai poder variar de acordo com o Exercício físico que a pessoa ela desempenha de acordo com a alteração de estados patológicos gravidez temperatura ambiente tudo isso pode levar uma alteração da variação de da dos ciclos respiratórios e
aqui é só para mostrar a vocês a frequência respiratória ela é alterada de acordo o indivíduo Observe que a frequência respiratória de indivíduos os mais novos ela acaba sendo um pouco maior do que indivíduos com o avançar da idade tá e Tudo isso acaba interferindo 5 para com a o ritmo e o a frequência respiratória do paciente outra propriedade física a importante no processo respiratório é avaliar nos a resistência das vias aéreas quando a ele passa pelos tubos Aéreos tá então é essa essa propriedade de movimentação do ar no estudo dos respiratórios ele vai a
obedecer a equação depois L ta a equação depois ela disse que o fluxo ele é diretamente proporcional à diferença de pressão ao Pia o raio e inversamente proporcional ao comprimento e a viscosidade tá E aí essa equação ela vai ser resumida e a gente vai ver que essa resistência na qual eu falei para bom né que a resistência do da movimentação do ar no tubo era ela pode ser dada pelo é o a viscosidade do tubo e isso vai ser inversamente proporcional ao tamanho deste tubo tá então existem dois princípios a importante primeiro o elevador
gradiente de pressão e os tubos Largos vão favorecer um desenvolvimento de grandes fluxos e segundo aqueles tubos e fluxos dos corpos vão oferecer uma maior resistência dificultando com isso a movimentação do ar eu já falei para vocês isso quando a gente começou eu finisce ou a aula que eu falei que se o paciente estiver gripado tiver alguma é insuficiência respiratória nas vias aéreas superiores acaba comprometendo a passagem desse a gente diminui também né restringe a passagem desse ali e isso Faz com que você tenha uma uma dificuldade no escoamento das vias aéreas isso faz com
que você tem aí uma uma diminuição do fluxo tá no e do Flu supera Belo estudos e dá onde fica a dica aí que é uma propriedade física importante para que nós possamos entender gente um outro detalhe aqui é que a resistência das vias aéreas ela vai depender do fluxo de ar no interior dos pulmões certo então se eu sei que o era um fluido e o que os conceitos de Mecânica dos fluidos eles podem ser diretamente aplicado na resistência das vias aéreas eu posso com isso definir a razão do gradiente de pressão necessária para
levar o ar nesse ambiente que é um ambiente pulmonar E aí a gente entra em Mais um detalhe que é o tipo de de fluxo é que percorre por esses vasos aqui e também mas então três tipos de escoamento tá vou escoamento laminar ou escoamento turbulento e o mixto no escoamento nominar a respiração é Tranquila uma respiração normal o ar ele se movem de forma plana em camadas tá tudo cidade tá tranquilo ó numa muita alteração durante a passagem desse fluxo no nos tubos já não turbulento não você tem aí uma desorganização Total não a
organização mecânica e Willy desenvolve como como se fosse remoinhos redemoinhos aqui ó e isso faz com que prejudica a passagem de ar algumas patologias algumas doenças acabam gerando esse Fluxo turbulento tá e a gente tem um fluxo misto que envolve tanto o fluxo laminar como o fluxo turbulento que também não é o fluxo desejável Mas mãe muitos momentos em alguns receptores você vai ter o fluxo laminar em outros você vai ter o fluxo turbulento Oi e a dinâmica do fluido né de líquidos em tubos ela pode ser representada pela equação de Bernoulli que faz uma
relação entre a velocidade do fluxo aéreo EA pressão que o gás exerce sobre as Paredes internas do tubo tá então se nós tomarmos como exemplo essa figura aqui ó a gente vai ver que de acordo que com governo Olin se nós considerarmos o que o fluido eles sejam fluido incompressível não viscoso e com escoamento uniforme de regime permanente a gente vai ver que haverá uma relação da pressão quanto com a velocidade tá e a gente vai ver também que essa relação vai ser inversa ou seja o fluxo aéreo EA pressão é que o gás ele
vai exercer Sobre essa parede interna da tubulação é a gente vai ver aqui que quanto maior for a velocidade mais pressão vai ser exercida na parede dos vasos tá então algumas patologias em geral o estreitamento dos brônquios como por exemplo enfisema pulmonar essas patologias acabam fragilizando as paredes internas do tubo né E essa fragilidade né provocar provar faz com que o tecido é elástico e liso é se torne mais fragilizado e quando ele fica Fragilizado ele não consegue mais regular o diâmetro desse Tudo e com isso ele acaba respondendo mais acentuadamente e aí quando ele
responde mais acentuadamente você tem aí uma diferença de pressão e essa diferença de pressão acaba levando a diminuição muito grande da pressão alveolar podendo levar o pulmão desse paciente ou ao colabamento dos alvéolos alvéolos acabam se colabore por causa desse dessa dessa característica aí tá E os movimentos físicos que os pulmões fazem dentro da caixa toráxica para que haja aquela entrada e saída de ar nos pulmões ela é chamada de mecânica ventilatória tá meninas essa mecânica ventilatória não é não são as trocas gasosas Que nós conhecemos trocas gasosas e troca de gases entre os alvéolos
e a hemoglobina não é isso é só mecânica respiratória O que quer dizer isso é que eu tenho tá gás 500 que sai nessa região e dos meus pulmões perto e Aí eu preciso utilizar uma um exame que que possa ferir para mim essas capacidades e volumes de ar que estão entrando que tô saindo do meu pulmão aí eu vou utilizar um exame que nós chamamos de espirometria tá que vocês utilizam muito na prática de vocês a espirometria a espirometria vai ser o exame que vai aferir e medidas né que são chamadas de medidas espirograficos
ou seja ela vai medir a entrada e nos pulmões é um teste que muitas Vezes curso auxiliar o a prevenção e permite também o diagnóstico da qualificação de distúrbios respiratórios o exame de espirometria é feito por um aparelho que nós chamamos de espirograma e o respiro a grama nada mais é do que o registro gráfico do volume de ar expirado não somente do volume como também da do somatório de alguns desses volumes que nós vamos chamar de capacidade pulmonar em que o coeficiente angular da curva vai determinar a cada Ponto a velocidade do fluxo então
vocês vão trabalhar com isso que diversas patologias né diversos fatores acabou modificando a ventilação seja por alteração de frequência seja por volume corrente o ritmo cardíaco é seja por motivos emocionais por dor por sono por choro pelo processos inflamatórios como todo a repor tosse por necessidades metabólicas vários Oi pode vir a contribuir para alteração dessa capacidade de volume pulmonar Então a gente vai estudar cada um desses porque vocês vão trabalhar com isso ao longo da vida de seis então a gente tem a capacidade é a gente tem na verdade quatro volumes de quatro capacidades certa
é volume corrente é aquele volume de ar inspirado ou expirado a cada respiração normal então toda vez aquele aquela pausa respiratória né Aí você tem aquele volume corrente ali o ar inspirado durante o ciclo respiratório o que é esse aqui a corresponder Exatamente isso aqui e o volume médio de diária inspirada de aproximadamente 500 ml certo quando você faz essa mais forçada que sai dessa receita se volume corrente aí você pode ter o volume de reserva inspiratório ou você pode ter o volume de reserva expiratório o volume de reserva inspiratório é aquele volume né que
você E aí a quantidade de ar que pode ser movimentada além daquele volume corrente Então quando você inspira aquele volume Corrente que você faz continuamente o volume de ar de reserva expiratória é aquele volume além daquele daquela corrente ali e ele também vai ter uma quantidade essa quantidade de será de aproximadamente 3.000 ml gente tem o volume de reserva expiratório que é esse aqui ó tá esse volume de reserva inspiratório ele vai corresponder ao volume máximo adicional de ar que pode ser eliminado por expiração forçada após o término da Inspiração corrente Então Quando você termina
esse esse volume corrente aqui E aí você tem o volume de reserva expiratório tá que exatamente esse volume aqui ó certo e aí é esse volume que vocês trabalham muito porque vocês querem saber se o paciente tem capacidade respiratória funcional tá e a gente tem um volume residual que é o ar que eu não pode ser expulso do pulmão esse volume residual ele tem um volume de aproximadamente 1.200 ml e ele é Importantíssimo porque toda vez que você Espírita vez que você expira quando sua respiração ela tá pausada você vai ter um volume ali que
nunca sairá dos seus pulmões tá isso evita que você tenha por exemplo colapso né o colabamento dos pulmões evitado um dos motivos é esse porque você não deixa os alvéolos totalmente desprovido de ar certo então quando você faz o solo e ao mesmo você tendo esse reset essa reserva essa reserva ela é Ela é como é Que se diz renovado o tempo todo então não significa que por que que eu tenho esses 1200 ml de que esses 1200 ml não vão sair que vai ser sempre o mesmo até ali vai estar não ele vai ser
sempre renovado vai estar sempre sendo substituído um pelo outro e a gente tem a capacidade total que é o volume de reserva inspiratório vai ser o somatório do volume de reserva inspiratório mas o volume de reserva corrente mas o volume de reserva expiratório mas o volume de Reserva residual então esses três elementos vai me dar a capacidade total do meu paciente de inspirar e expirar quando ele tá na pausa respiratória EA quantidade de volume ali que vai estar de reserva lá para que não tenha o fechamento dos meus alvéolos muita das vezes a gente não
não trabalha somente é um acabar um volume né isolado então a gente faz o que a gente trabalha com esses volumes além desses volumes a gente vai associar todos eles a uma Determinada capacidade Então a gente vai ter as quatro capacidades que a capacidade total é que o somatório de todos esses volumes vai dar aproximadamente 5.000 200 ml e a gente tem a capacidade inspiratória que vai ser o somatório do volume de reserva inspiratório mais o volume de reserva corrente Então qual é a capacidade respiratória sua em respirar e inspirar aí eu pego o volume
corrente mais o somatório daquilo que aquela inspiração Forçada que eu fiz para poder obter certo e é de aproximadamente três mil 500 ml que é o somatório abre realmente dos dois já é a capacidade Vital ela vai ser o somatório do volume de reserva inspiratório mas se eu pegar aqui meu passador mas o volume corrente mas o óleo do volume de reserva expiratório que vai me dar um somatório no total de 4.600 mm em mililitros ou seja de ML né essa capacidade Vital gente já é a quantidade de ar que a gente pode Aspirar água
nos pulmões e em seguida Quanto tem uma inspiração máxima Então ela também é muito utilizado pelos fonoaudiólogos tá é a gente também o volume expiratório forçado que eu coloquei um pouco a parte aqui que geralmente vocês não encontram muito ele na literatura Mas você ficou com fonoaudiólogos vocês acabam trabalhando muito com eles então é a medida da função pulmonar considerada como a mais útil clinicamente consiste no volume de Ar que pode ser inspirado durante o primeiro segundo e uma manobra de expiração forçada a partir de uma expiração máxima Então você vai ter aí um pico
expiratório é esse pico respiratório vai apresentar um fluxo máximo de ar durante a manobra de capacidade de tá o e aspirou mentira vai ajudar para você poder em dia identificar exatamente é onde é que tá o problema e as muitas vezes você faz espirometria para poder Ajudar o paciente a promover inspiração e muito mais profundas e fornecer com isso a maior capacidade respiratória e a partir daí o paciente ele vai melhorar o seu processo de captação de oxigênio adultos saudáveis por exemplo a espirometria ela vai ser o incentivo que vai gerar o aumento do volume
da parede torácica entendeu com como é que eu posso dizer gente é essa capacidade inspiratória forçada né expiratória forçada do paciente ela pode também Acabar contribuindo influence ando no nos diferentes processos né fonatorios como por exemplo a voz né que se dá pela produção de sons pela laringe então e também pela ressonância de ar e por pelo sis o localizado né naquelas regiões restaurantes então é na Fundação essas forças aerodinâmicas ela deve estar em equilíbrio porque se elas não estiverem em equilíbrio e você não tem aí a produção do sonho e a fala articulada Então
o controle foi notório e expiratório para a formação ele vai ser vai ser vai ser como é que eu posso dizer gente vai ser fornecido exatamente passar por essas capacidades dinâmicas fonatória de cada indivíduo e essa essas capacidade de você estimuladas obviamente por exercícios respiratórios que vocês acabam induzindo a seus pacientes a fazer e que acabam melhorando o ritmo respiratório do paciente e consequentemente gerando é Uma fala mais mais suave mais limpa mais uniforme tá Oi e a gente tem também a capacidade funcional residual que é o somatório do volume residual mas o volume de
reserva inspiratório que vocês também vamos trabalhar demais com eles e eles representam aproximadamente dois mil e 300 ml de de volumes de ar né o somatório desses dois essa capacidade residual também é a gente trabalha muito vocês trabalham muito com isso não diga Do que vocês vão precisar desse material depois esses volumes essas capacidades pulmonares eles variam muito como eu falei para você e varia de acordo com o sexo de acordo com a raça de acordo com a idade e com a superfície corporal a superfície cutânea postura e algumas doenças também pode gerar alterações nessas
nessas capacidades e nesses volumes de ar no pulmão tá aqui é só para mostrar a vocês né que que volumes e capacidades aqui é a feridos em homens E mulheres você observa o que mulheres têm uma diminuição significativa quando comparada aos volumes e capacidades dos homens e peças mulheres geralmente a maioria né mulheres em se elas vão apresentar um uma diminuição dessas capacidades e cerca de 20 a 25 porcento tá muito menor do que as volumes e capacidades apresentados em homens tá então na hora que se for fazer análise tem que ficar tem que prestar
desses detalhes aí Oi e aí é espirometria lá nos ajuda a identificar vários tipos de patologias na época sem perder pior seis né que são caracterizadas pelo aumento da resistência do fluxo aéreo da vida alguma obstrução parcial ou completa e tal no no enfisema pulmonar na acima da bronquite crônica você vai ter aí algumas características dos volumes e capacidades aumentadas e esses volumes e capacidades aumentadas acabam contribuindo para com diagnóstico e Tratamento do paciente E então como a gente sabe essas depois vocês elas geram dificuldades não é fluxo né então quando o paciente tem um
excesso de muco acaba obstruindo Todavia o diâmetro do vaso respiratório esse acabar interferindo na complacência pulmonar que a gente vai ver mais adiante que é a complacência tá que é o a capacidade que o pulmão ele tem dias tirar a um determinado volume sobre determinado a pressão e isso vai e essa Compra ascenciano pulmonar ela vai estar aumentada durante as depois vocês pessoalmente na enfisema pulmonar tá É e aqui ó dá para ver aqui as capacidades é a capacidade pulmonar Total Aqui você vê aqui o volume de reserva expiratório e volume residual os parâmetros de
normalidade e quando você tem por exemplo de Deus e você tem um aumento desse desse volume de reserva residuais da capacidade residual funcional você vê aqui que o volume de reserva E aumentou bastante tá e a capacidade Vital ela vai se apresentar aí totalmente alterada tá e o volume de reserva expiratório ele acaba diminuindo ó quando comparado a um dia normal gente tem as pneumopatias restritiva ela restringe na verdade essas patologias acabam restringindo a entrada né do do fluxo aéreo são caracterizadas pela diminuição da expansão de parênquima pulmonar refletem na perda da extensibilidade ou seja
da da Complacência pulmonar e é consequência da redução da complacência como por exemplo a fibrose pulmonar que é caracterizado por uma cicatrização precoce provocado por um processo de inflamatório agudo no pulmão para nos alvéolos tão isso acabaram diminuindo a capacidade Vital do paciente acaba tendo menor e a capacidade Total também reduzida e quando você vai fazer e pela mettre à você consegue observar Exatamente isso então você tem aqui ó os Parâmetros de normalidade só que aqui você tem o volume residual é você tem a perda da elasticidade e a redução da complacência pulmonar e isso
vai refletir na no volume residual é inspirado tá e não volume residual digital aqui reserva Vital do paciente também vai estar alterado tá dois elementos que vão estar alterados nas doenças pulmonares restritivas e as pleuras elas exercem determinadas forças tá então durante a o processo Respiratório esfumando ele vou seguir movimento da caixa torácica graças ao líquido que se encontra no espaço pleural Então esse líquido ele vai ser composto basicamente de sais e de água então quando você tem uma expansão das paredes das Caixas torácicas faz essa essa expansão ela vai ser acompanhado Av a participação
do pulmão como eu falei para vocês alguns lados atrás isso acaba favorecendo a aderência EA inexpressividade da camada líquida Existente entre a pleura que vai Mateus pulmões solidários os movimentos da parede torácica Então você vai ter as duas forças que vão atuar que a força de adesão que são aquelas forças que vão estar entre as moléculas do líquido da superfície e a gente também vai ter a força de coesão que vai ser aquela força que vai estar entre as moléculas do líquido e o comportamento elástico dessas estruturas envolvidas com a respiração é que vai proporcionar
a ela Se cidade a este sensibilidade tá é E então como eu falei para você vai ser difícil separar essas películas né aí a gente chama isso de molhar molhando as pleuras é o mesmo que acontece a gente que a gente pega por exemplo um copo d'água e joga numa mesa de vidro e coloca um outro vidro por cima e tenta CEPA e para ali se você conseguir separar você vai ser um sortudo porque em sua maioria você não consegue para separar Porque as forças já vão ser bem maiores do que acho que as forças
de coesão então o comportamento elástico das estruturas envolvidas com a respiração ela vai ser descrita pela equação de Hulk tá então entre comportamento elástico que o pulmão tem ele vai poder ter essa equação e essa equação ela vai dizer que a eletricidade ela vai corresponder o produto da constante elástica pela variação do comprimento da mola que vai ser determinado por esse Efeito o deformante aqui então essa equação tal é se eu colocar no gráfico aqui exatamente uma equação e da elasticidade da pulmonar em razão da força exercida sobre ela tá E isso vai nos levar
a compreensão de como que vai ocorrer Exatamente esse comportamento elástico da do das estruturas envolvidas na respiração como pulmão que vai ter essa capacidade de extensibilidade e elasticidade tá nós vamos fazer entender um pouco Esse Princípio de elasticidade e extensibilidade é basta lembrar da aula de biofísica da audição que nós falamos sobre corpos elásticos de copos plásticos E aí eu falei que um corpo elástico era aquele corpo que tinha capacidade de ser deformado né ao durante a passagem da para pagar durante a propagação da onda sonora e depois ele retornava ao seu estado primitivo né
aí só dizia que ele era ele era um corpo resiliente lembra disso já aquele corpo Que não tinha capacidade de retornar ao seu estado anterior era chamado de copos plásticos aqui eu trago um conceito de elasticidade juntamente com a extensibilidade né E aí eu levo eu trouxe para vocês que eu levei para vocês também esse mesmo exemplo lembra da do para você que vocês pudessem diferenciar um corpo elástico de um corpo é sensível então ela arte cidade gente é a propriedade que os corpos possuem retornar a sua a sua forma Inicial o que a extensibilidade
é a propriedade que vai permitir aos corpos serem deformados então a elas que cidade e a extensibilidade que vai representar a extensibilidade Vai representar a complacência pulmonar são dois elementos importantíssimos para que o pulmão ele se estendem e a caixa toráxica elas Estenda e o pulmão acompanha essa extensão da Caixa pro Dourados que tá e o contrário também possa vir a acontecer Ok então aqui por exemplo você tem aqui só para reforçar essa coisa de extensibilidade e elasticidade né uma goma de mascar por exemplo ela é plástica e extensível tá ela é plástica porque ela
consegue é E se ela ela ela ela consegue ser deformada e ela é sensível porque ela estica tá já essa essa borracha aqui essa borracha é elástica e ela também é extensível não é borracha ela tem essa capacidade e à o aço ele é elástico Porém ela é pouco flexível Ok e finalmente depois de tantos Itália chegou a vez de falar um pouco da complacência pulmonar que é realmente a propriedade com corpo oco né o nosso pulmão tem né de ser tirado né ou seja propriedade com corpo elástico possui de aumentar o seu o seu
volume quando submetido a uma determinada variação de pressão ou seja a capacidade que o pulmão ele vai ter de se expandir né ele se expande então a complacência ela vai Ser dada pela variação do volume e razão da variação da pressão então quanto maior for a depressão maior também será a variação de volume e aqui é um experimento realizado com pulmão de gato na nesse pulmão de gato você consegue observar aqui a variação traqueal e ela essa variação da pressão para que ela acaba aumentando a o volume corrente então se você aumenta a pressão eu
perceba que quando a pressão está Baixa o volume tá Baixo quando você aumenta a pressão você também aumenta o volume Então ela é realmente diretamente proporcional você vê que o gráfico aqui é quase uma linha tá ela é retilínea por quê Porque você não tem se você tivesse variação de um consequentemente você vai ter avaliação e então nós temos a complacência específica além da complacência normal a gente vai ter também a complacência específica e o que seria essa complacência especifica o valor da Complacência pelo volume do pulmão disponível em se você tem a complacência tá
normal e aqui do lado a gente tem a complacência específica com pressa isso é normal vai ser dado em litros em razão dos centímetros de água e o ou seja volume em razão da pressão e aqui também eu botei a comprar ciência específica que vai ser dada pelo comprimento em razão do volume do pulmão Então esse gráfico a gente vai observar Exatamente isso a Gente vai observar a comprar ciência pulmonar do paciente ta e quando a gente observa essa esse esse gráfico a gente consegue observar aqui que você vai ter uma compra a ciência e
que essa cobrança ela vai variar de acordo com a quantidade de pulmão né então se eu tenho um pulmão ele vai se expandir em resposta a comprar cesta pulmonar se eu tenho dois pulmões ele vai também responder em resposta a essa competência então quanto maior o número de pulmão Você já que eu tenho dois pulmões que eu tenho uma que eu tenho três a comprassem esse aqui vai ser muito maior do que é em é do que é esse aqui então quanto mais eu aumento né o volume mas a maior será a minha compra ciência
certo bom então aqui gente nesse fenômeno de complacência específica tem mais um detalhe a ser abordado né que seria aqui ó quando você pega um pulmão né e dividir ele pela pela pressão não é dado Em centímetros de água você encontra o valor de 02 para dois pulmões para um pulmão você encontra 01 e perguntei se desse povo você encontra 0,03 quando você pega esse mesmo esses pulmões e dividir pelo volume e que é 2,5 1,25 0,417 vocês vão encontrar o mesmo valor para todos para ambos E por quê que isso acontece porque a minha
o meu tecido fibroso ali o meu tecido pulmonar ele tá integrado Então você não vai ter muita variação nem depressão no de volume aí Só que algumas patologias isso não vai acontecer né porque por exemplo e é durante a o processo fibroso mesmo que vai acontecer né na fibrose pulmonar por exemplo você tem aí no comprometimento de todo esse tecido esse tecido então ele fica muito mais rígido né rejecido Isso vai fazer com que você tem uma diminuição da complacência pulmonar ou então um enfisema pulmonar né um enfisema pulmonar vai deixar as paredes do o
véu com a perda muito Grande Thomas elástico isso vai fazer com que você tem um aumento da complacência pulmonar então esses dois essas duas patologias acabam é vindo a dificultar ao fenômeno de comprar essência ou aumentando ou diminuindo Em ambos os casos isso não vai ser bom Oi Inês experimentou aqui ó também realizado com pulmão de gato né é o experimento realizado no povoado é vão the garden e ele utilizou para o monte de gato e traz ou duas Cubas em razão da Pressão pela sua pelo seu volume exatamente para verificar se a pressão e
a insuflação ela se mantinha constante para qualquer complacência então que foi para ele a observou aquilo observou que para que Ele pudesse observar antes ele traçou aqui do duas curvas em uma curva ele pegou pulmão de gato e sofreu com água tá e Salina e na segunda a curva ele pegou esse pulmão e insuflou com ar e aí ele começou a observar a complacência desse pulmão E aí ele viu Que a compras em se ela não era constante para qualquer pressão ou infração Então quando você tinha que aumento de variação de pressão você tinha aí
uma compra ciência aumentada ou diminuída Então ele pode perceber que a complacência para o e vai ser sempre maior quando o pulmão ela está decifrado do que quando ela chega ao seu limite e máximo tá E eles viram isso como como foi que eles viram isso eles viram isso quando eles pegaram O pulmão e das desinsuflado esse pulmão aí eles observarão que a pressão total de retração pulmonar ela era de aproximadamente 2 a 5 centímetros de de água e aí ele percebeu que essa pressão também ela era quatro a dez vezes menor do que aquela
pressão traqueal que esse mancha no pulmão cheio olha e aí com isso ele viu também que existe uma pressão máxima de retratação do pulmonar é insuflado e que essa pressão era praticamente igual aquela pressão de Retratação da tensão superficial do líquido alveolar e com isso eles puderam concluir obviamente né depois que eles fizeram isso tudo eles concluíram que o pulmão vazio a tensão superficial do líquido ao vivo a quarta das vezes menor do que o mal cheio então eles obviamente também eles acabaram inferindo que existiria deveria existir alguma substância alguma solução que contribuísse para com
a diminuição da tensão superficial na daquele pulmão Então foi que ele fez ele viu que poderia existir um líquido alvéola e que esse líquido alvéola Com certeza era uma substância atenção redutora que poderia avaliar expressões entrou viu lares de acordo com o volume do alvéolo Então a partir daí eles descobriram alguém descobriu mais adiante que esse essa substância atenção redutor era o líquido surfactante que a gente vai ver daqui a pouco aí nos próximos e raios também então vamos entender o que seria essa Pressão essa tensão superficial certo então para ficar mais fácil a gente
entender se a gente parar para pensar em lembrar que aqueles pequenos mosquitinhos né que ficam pai a água em que não se afundou ali ele ficou na superfície da água porque que eles não se afundam né porque que eles não não eles têm essa o que nós chamamos de tensão superficial que faz com que ele não se afunde é porque a superfície da água ela vai se comportar como que se Fosse uma membrana esticada Isso vai tornar lá muito mais resistente a pequena as pessoas no caso as pressões exercidas e provocadas pelo por esses insetos
a esse fenômeno é que nós chamamos de tensão superficial tá Ou seja a tensão superficial gente Ela Vai representar a força que deve ser feita para que aconteça a penetração de um determinado objeto e uma superfície líquida ela também Vai representar a força dividida pela distância onde ao Contato de trabalho realizado / uma área onde houve aquela penetração certo então aqui essa figura ela mostra exatamente isso que eu acabei de falar para vocês o que a gente pode entender nessa figura que a gente tem moléculas né na interface a líquido tá essas moléculas elas estão
interagindo entre si e algumas delas estão se repelindo tá então o que acontece essas moléculas na região do líquido elas sofrem atração entre si onde todas essas forças se Anulam porém aquelas que vão estar na região das superfícies que são essas moléculas aqui elas sofrem apenas interações laterais e para baixo certo e essas interações laterais e para baixo por formar uma atenção que forma uma película elástica certo então aqui você vai ter moléculas no interior tentando puxar essas moléculas da superfície certo só que elas não conseguem puxar essas moléculas da superfície porque essas moléculas da
superfície elas Acabam a rede né E essa rede é é uma rede que vai gerar uma certa resistência Então por mais força que essas moléculas do líquido Tente fazer para puxar essa molécula da superfície para baixo elas não vão conseguir porque elas têm uma alta resistência se a gente comparar isso aqui com nossos alvéolos Nós temos dois tipos de líquidos 1 que vai diminuir a tensão superficial o outro líquido que vai aumentar a tensão Superficial que é um eu líquido surfactante outro é o líquido alveolar então um o líquido alvéola ele vai contribuir para com
a tensão superficial do líquido surfactante ele acaba diminuindo essa tensão que existe ainda essas moléculas o e existe bom existe aí alguns efeitos originados da tensão superficial nos alvéolos que vão ser a barreira de difusão e só um minuto que eu coloquei barreira de difusão duas vezes aqui mas Seria a barreira de fusão e fechamento dos alvéolos depois a gente conversa tá isso pronto meninas Consertei aqui então os efeitos né que são geradas da tensão superficial nos alvéolos são dois primeiro a barreira de difusão em segundo o fechamento dos alvéolos quatro a barreira de difusão
quanto maior a tensão superficial na fina camada que recobre o alvéolo mais difícil se tornar a penetração do oxigênio porque a camada monomolecular de líquido vai ser uma Barreira tá E quanto ao fechamento dos alvéolos é um problema que a gente vai entender um pouco mais com a lei de Laplace Mas já dá para a gente entender que vai ocorrer e implosão desses alvéolos por quê Porque a pressão exercida na parede dos alvéolos maiores e dos alvéolos menores só que a pressão exercida nos alvéolos menores vai ser muito maior do que ela pressão exercida nos
alvéolos maiores isso faz com que você tenha a a a saída Do ar desses alvéolos menores para usar os maiores fazendo com que os maiores se colar bem Tá e isso gera uma um problema muito grande Principalmente se o paciente estiver ausência de líquido surfactante para poder contornar essa situação Oi e aí a gente fala um pouquinho sobre esses a gente tem seu redutores que na verdade são os nossos surfactantes né surfactante pulmonar ela vai ser uma mistura ali para proteica com proteínas Tensoativos produzidas pelos pneumócitos do tipo 2 é a era constituída por várias
componentes especialmente proteínas e lipídios e essas essas misturas delas acabam reduzindo a tensão nas cavidades alveolares e doar então ela vai ter aumentar a função de aumentar a comprar cesta pulmonar e consequentemente diminuiu esforço respiratório é evita muitas das vezes o colapso né provocado por pela tensão superficial e acaba facilitando bastante o processo Respiratório Então os componentes são os fosfolipídios do tipo aminol as dipalmitoilfosfatidilcolina quarenta por cento dela foi que atingiu colina-ma é né é 25 por cento e faz parte de um colesterol 10 por cento então todos esses elementos são constituintes do surfactante que
acaba contribuindo para com a administração da tensão superficial então chegamos Então à a tensão superficial e comparando com a Lei de Laplace né a gente poder entender o que acontece com os alvéolos quando a gente tem uma via obstruída é o que é que vai acontecer a essa tensão superficial novela atende a colapsar Então ela atende aquela pessoa porque você vai criar uma pressão positiva viu lá e essa intenção positiva Então vai empurrar o ar para fora então a lei de lá Praça ela vai te dizer que quanto menor for o raio Ó você tem
aqui ó vamos suponhamos que é que sejam alvéolo Quanto maior quanto menor for o raio maior vai ser a pressão exercida dentro de si alvéolo porque a tensão da parede também será maior então é exatamente isso que a lei de Laplace ela explica que a pressão ela vai ser diretamente proporcional a tensão em função do raio então se você tem aí três torneiras né E essas três torneiras onde você o ar ele está entrando por a torneira a você fecha a torneira a é o ar que tem nesse Alvéolo a que ele tende a passar
para o provérbio maior E aí esse alvéolo menor tem de acabar isso acontece que o raio diâmetro do raio desse alvéolo aqui é bem menor do que desse aqui isso faz com que eu tenho um aumento de pressão aumento de tensão superficial e faz com que as paredes atenção entre as paredes seja maior tá então isso é exatamente isso que acontece com os nossos alvéolos tá quando você tem uma obstrução das vias aéreas esses alvéolos menores eles Tendem a fluir o todo o ar pelos alvéolos maiores no enfisema pulmonar por exemplo você vai ter isso
aí né ao véu é mais delatados e com o funcionamento comprometido E aí quando você tem a o comprometimento do precisar véus os alvéolos Neve menores se fecham esvaziam E aí você tem um colapso E com isso pode ser muito mais agravado se você tiver associada a esse é esse fenômeno uma admiração o líquido surfactante Então é Assim que os nossos alvéolos se colapso Então existe alguns distúrbios né que podem levar algumas patologias que são provenientes da do aumento da concentração a diminuição do líquido surfactante até mesmo da sua pela sua eliminação então a gente
prende por exemplo a síndrome da membrana hialina que ela é caracterizada pela por uma produção exacerbada da produção do líquido surfactante e uma menor eliminação desse líquido e aí isso faz Com que você tenha uma força de reparação alveolar o e acaba dificultando o processo respiratório a proteinose alveolar ela já é uma doença de causa desconhecida Tá mas sabe-se que ela é produzida a partir de uma determinada micose que as se instala no pulmão e isso acaba gerando ou a produção é um uma produção muito grande do líquido surfactante essa produção do líquido surfactante muito
grande gera uma maior passagem de Líquido para os alvéolos produzido com isso um edema pulmonar um outro detalhe o outro é patologia que pode ocorrer a embolia pulmonar e o pulmão em choque essas patologias e elas levam a estrada de hipoxia tecidual e essa epóxi ela acaba interferindo no mecanismo de produção e eliminação dos ofertantes e que por sua vez vai produzir alterações mecânicas imunológico essa função normal do pulmão Então é isso meninas que eu queria mostrar para vocês sobre a Biofísica da respiração e qualquer coisa a gente tira as dúvidas nas um grande beijo
para vocês e até a próxima semana