[Música] Olá pessoal tudo bem sejam todos bem-vindos Mais uma aula da nossa disciplina Zoologia de invertebrados um nas aulas anteriores né primeiramente nós discutimos né um pouco de filosofia da ciência e de filosofia da sistemática Mais especificamente da sistemática genética vimos os princípios né do método né que nós utilizamos para inferir relações flog genéticas né dos grupos sejam eles zoológicos botânicos enfim né pros seres vivos depois né Vocês tiveram aula sobre nomenclatura zoológica né ou nomenclatura biológica Mais especificamente Ou seja a partir né das hipóteses de relações filogenéticas como nós produzimos né um sistema de
referência né para organ essa biodiversidade e hoje eu quero discutir com vocês um pouco da origem né e características dos animais certo então vamos discutir Quais são as hipóteses né que nos dão conta né da origem né de metazoa ou Animália os dois termos são sinônimos Tá bem então vamos começar a nossa aula né fazendo uma pequena recapitulação né da origem da vida da origem da leu carar onte que é extremamente importante né na discussão que nós teremos né sobre as hipóteses de origem dos animais e depois eu vou apresentar para vocês as hipóteses né
ora né Eh disponíveis né sobre a origem dos animais e por fim nós vamos mostrar quais são né as principais sinapomorfias lembrem-se né Nós estamos trabalhando sempre com sinapomorfias novidades evolutivas compartilhadas por grupos tá do dos grupos de animais certo então vamos começar né ah primeira coisa né que a gente precisa discutir e precisa ver né na verdade né fazer uma pequena revisão é sobre um pouco da origem da vida né nós sabemos né que as primeiras células né Eh de organismos eram eh procariontes ou seja elas não tinh o seu material genético envolvidos por
uma membrana né separadas né do citoplas plasma tá então eu tenho no slide aí para vocês né alguns passos assim Resumindo um pouco né essa essa essa origem da célula procarionte né basicamente né nós tivemos ali h mais ou menos né 3,8 né ou 3,5 bilhões de anos né o surgimento dessas dessas células procariotes nós tínhamos basicamente né os primeiros procariotes era eram autotróficos quimi éticos né e depois nós tivemos né Du pelo menos né algumas linhagens né de procariontes heterotróficos anaeróbicos procariontes autotróficos quimiossintéticos né e né Depois disso depois do surgimento desses procariontes né
Eh quimiossintéticos a gente teve o surgimento de procariontes autotróficos fotossintéticos tá eles passam né a a utilizar energia solar para produzir né A para sintetizar o seu próprio alimento os desenvolvimento né desses procariotes autotróficos fotossintéticos né eles um dos subprodutos né da fotossíntese vocês sabem né que é o oxigênio então um dos eh a partir do momento em que a gente tem procariotes autotróficos fotossintéticos né sobretudo na hidrosfera a Essa época né Ah isso vai fazer com que a concentração né pressão parcial de oxigênio na tanto na hidrosfera como na atmosfera comecem né a a
a aumentar bastante e o oxigênio é um gás tóxico né ainda que hoje né Nós necessitemos dele né para pras nossas reações né pr pra respiração celular ele é um gás tóxico né E aí alguns grupos alguns grupos de procariotes provavelmente fotossintéticos mudam suas cadeias de fosforila fosforilação Para justamente utilizar né o oxigênio e passam a fazer a respiração aeróbica tá então isso é uma coisa importante a gente vai ter aí uma linhagem de procariontes aeróbios certo então basicamente nós tínhamos né procariontes quimioautotróficos procariontes né fotossintéticos né procariotes que faziam respiração aeróbia uma coisa importante
né uma coisa importante é que a gente ainda vai ter que não está colocado aí né uma linhagem de procariontes provavelmente né que autotróficos tá ã que não que não tinha um membrana uma membrana uma parede uma parede celular isso é uma coisa importante né os procariontes T parede celular né que envolvem a sua membrana e esses procariontes sem parede celular Muito provavelmente né conseguiriam fazer movimentos ameboides e é são esses procariontes ameboides que vão desempenhar um papel extremamente importante quando nós chegamos a esse cenário que eu acabei de de de descrever para vocês aí
vocês se perguntam Professor como é que a gente sabe né que havia esses procariontes né todos esses procariontes mais há mais ou menos 3.8 3.5 né bilhões de anos né pelo registro fóssil né a gente tem vocês veem aí na vocês veem aí na foto que está à esquerda né ã bactérias fossilizadas nós temos as próprias bactérias né o registro fósil das próprias bactérias em si ou n o registro fóssil das atividades dessas bactérias por isso nós temos né um bom registro né Mais ou menos desses primeiros passos evolutivos bom mas isso vocês já viram
né Isso é uma rápida revisão né então a gente tem passando desses procariontes e lembrem-se né eu falei daquela daquele estoque daquela linhagem de procariontes né ã que não tinham né uma membrana uma uma parede celular e eles vão ser importantes né E aí a partir daí a gente tem um segundo passo evolutivo né um segundo passo digamos assim Mega evolutivo né que é a origem dos eucariotes né a gente tem basicamente duas grandes hipóteses né Vocês já devem ter visto isso vou falar rapidamente a hipótese autogênica e a hipótese da endossimbiose para o surgimento
dos eucariontes vamos falar primeiro rapidamente da autogênica e depois da endossimbiose certo a hipótese e da origem dos eucariontes né a hipótese auto gênica ela nos dá conta né que foi uma complexificação das sobretudo da membrana né da membrana ah celular né então o que aconteceu foi uma complexificação uma invaginação primeiro né Essas invaginações das membranas né Elas vão envolver o DNA o ADN formando né o núcleo e a partir e a partir né prosseguindo né com com com essa complexificação e invaginação das membranas a gente vai ter a formação das outras endomembranas que vão
culminar nas organelas né como cloroplastos mitocôndrias retículo endoplasmático tá essa foi a teoria a teoria autogênica tá ã Então os eucariontes resultariam de acordo com essa com essa hipótese né na evolução gradual de pro carontes a grande crítica a essa hipótese né que parte realmente de um princípio errôneo né de que o material genético do núcleo e das e das organelas né especificamente daquelas outras organelas que possuem material genético né nomeadamente mitocôndrias e cloroplastos tem uma tem né H elas seria teriam a mesma origem e a gente sabe né pela pela pela ã pela outra
pela outra hipótese que eu vou eh explicar para vocês na verdade relembrar né Isso não está muito correto né E aí a gente tem a hipótese né da endossimbiose né Essa hipótese é mais aceita vocês já conhecem né que na verdade o que que a gente tem lembram-se daquela linhagem de procariotes sem parede celular né que eu falei para vocês um pouco atrás né eles provavelmente né passaram a se a se alimentar né de outras procariontes por meio de fagocitose e é justamente A fagocitose que dá justamente né que vai exp ficar mais bem a
origem dos dos eucariontes Por meio dessa simbiose tá então sim né provavelmente O que houve inicialmente foi uma complexificação eh de membranas da membrana plasmática essa membrana vai acabar né Eh Encerrando o material genético né ah da célula né e separando-o né do do citoplasma mas o que vai acontecer é que vocês tinham procariontes maiores e menores né alguns procariontes maiores né a partir daquela linhagem que não tinha parede celular acabam capturando procariontes né Eh capturando procariotes menores e ao invés de digeri-los que se estabelece né justamente né ã e com entre quando um procarionte
maior né ele fagocita um procarionte maior né ele estabelece uma relação de simbiose tá sobretudo Se esses organismos né vão justamente englobar aqueles procariontes né que conseguiam né utilizar o oxigênio para fazer respiração celular e aí a gente tem né as mitocôndrias né teriam sido o resultado da captura de bactérias né com eficiente capacidade respiratória tá usando o oxigênio para produzir ATP e depois os cloroplastos ter se originado a partir da captura de procariotes semelhantes à cianobactéria que seriam capazes de de de de desenvolver fazer né efetuar fotossíntese certo essa é a teoria né mais
aceita hoje em dia né E aí né justamente o que eu falei para vocês né as hipóteses da endossimbiose a gente do tem dois passos vocês vem ali né uma célula Hospedeira né ancestral engloban um procarionte ancestral heterotrófico aeróbio né ISO depois estabelecendo uma relação de simbiose e aí no segundo passo que é o alguns autores vão chamar de de endossimbiose secundária né um procarionte englobando um procarionte ancestral fotossintético dando origem aí né mais à frente na evolução as organelas que a gente eh conhece como mitocôndrias e plastídios né Mais Mais especificamente cloroplastos muito bem
né ã essa essa teoria né Eh proposta em 1967 pela LM margules né ela foi confirmada a partir do momento né em que se teve informação né do material genético né das mitocôndrias e dos cloroplastos certo sobretudo né E quando a gente vê né quando a gente compara por exemplo né a forma e o tamanho das estruturas das membranas de eh de procariontes com as mitocôndrias e cloroplastos né a gente vê que há muita semelhança também a divisão né das células procariontes e da divisão de mitoc conas e cloroplastos é por bipartição mas Sobretudo o
material genético ADN né das mitocôndrias é muito mais próximo filogeneticamente do ADN dos de procariontes do que decares então isso for né faz com que a hipótese da lim argolis né da endossimbiose seja hoje a mais aceita para origem dos eucariontes certo nós sabemos agora a origem dos eucariontes né Vocês já sabiam disso estou revisando com vocês e aí nós podemos prosseguir certo então aqui é uma revisão né procariontes maiores estabeleceram relações de simbiose com procariotes menores como eu mostrei para vocês né primeiros primeiros né capaz de produzir energia né pela oxidação de compostos orgânicos
né a semelhança né do que as mitocôndrias fazem né então origem dos dos eucariontes aeróbic aeróbios E aí depois né os aqueles organismos né que foram englobados capazes de produzir compostos orgânicos utilizando energia luminosa né semelhantes a os cloroplastos atuais né os eucariotes fotossintéticos certo então nós sabemos tudo isso né ã E aí como é que a gente pode pensar né então nós temos organismos eucariontes né unicelulares mas vocês sabem né que os uma das características né de metazoa ou dos animais é que eles são multicelulares como a gente vai ver na frente né E
aí a gente precisa justamente discutir a origem da multicelularidade tá Como é que is origina porque isso são essas hipóteses que a gente vai discutir que explica muito da origem dos animais e aí a gente tem que entender o que levou né a essa multicelularidade tá então a medida que a célula aumenta de dimensões diminui a razão entre área e volume então né a célula aumenta né mas os a área sua área não aumenta de forma linear né De acordo com o seu volume na verdade quanto maior o volume né proporcionalmente menor a área tá
então a superfície não aumenta tanto quanto o volume e o que que isso vai implicar né Essa superfície reduzida da membrana né proporcionalmente a superfície da membrana fica reduzida e isso implica em trocas da membrana muito mais lentas ou seja né quanto maior a célula né menor proporcionalmente a superfície ali da membrana é mais difícil conseguir nutrientes excretar né fazer os transportes entre a membrana de forma a manter o metabolismo celular equilibrado ou seja né chega um ponto chega um ponto em que uma célula não pode crescer tanto só pena né do seu metabolismo desequilibrar
Então qual é a saída né para isso a saída para isso é dividir né dividir o trabalho né então Seguindo aqui né o aumento do número de células né no mesmo volume aumenta Justamente a razão entre área e volume então para um dado volume se eu distribuo né esse dado volume por várias células isso aumenta a razão entre área e volume aumenta a superfície de trocas e aí há uma um equilíbrio e até uma possibilidade de aumento de metabolismo tá E foi isso que levou justamente né a a multicelularidade certo então na figura vocês veem
aí por exemplo né que a gente tem né uma ã mais ou menos né um um cubo né com o mesmo tamanho tá o cubo da direita e da esquerda tem o mesmo tamanho só que um tem uma célula e o outro tem oito tá E vocês vejam né área total da superfície ali né 24 cm qu para aquela que tem né só uma célula com 48 cm qu para aquela que tem oito células lembrem-se né é um cubo tá E aí a gente tem o volume o volume total é o mesmo mas vocês percebam
né que dado o mesmo volume a superfície como a gente tem oito células na direita aumenta então isso aumenta a superfície de trocas tá podendo inclusive aumentar o metabolismo certo entenderam isso tá então a gente pode ir se encaminhando né justamente para discutir né Eh Quais são as hipóteses que explicam né Mais ou menos como é que a gente tem as hipóteses disponíveis para explicar a multicelular iação tá então né origem da multicelularidade tá a gente tem né A primeira uma uma das teorias é a teorias né de colônias de unicelulares né Sem especialização tá
então a gente tem organismos tá vocês viram Por exemplo quando estudaram protistas tá e algas E aí sempre lembrando né ã que tanto o termo daqui para frente o termo protistas né entre e o e algas eu sempre vão Vamos considerar né entre aspas e nas apresentações vão estar entre aspas porque vocês viram quando estudado que eles esses grupos na não são monofiléticos tá então a gente tem por exemplo né colônias de de organismos né unicelulares sem especialização né então são seres da mesma espécie que estabelecem ligações estruturais entre si isso levou muitos pesquisadores a
pensar né que talvez na Uma das uma das origens da dos organismos multicelulares teriam sido a partir de organismos coloniais como a gente vai falar não é a única hipótese mas é um tá então por exemplo né aqui eu tenho nas fotos para vocês algumas colônias de algas viventes né que todas as células desempenham a mesma função que é o deslocamento a produção de alimento e reprodução não há especialização nesse caso Isso vai ser uma característica importante de metazoa ou Animália né a especialização das células mas isso a gente vai falar logo mais para frente
tá então Quais são as vantagens da mul celularidade né De acordo né a ocorrência de mecanismos de regulação que conduziram né a diferenciação celular e consequentemente a evolução dos seres vivos né ã a primeira coisa é sobrevivência de seres de maior dimensão né porque quando a gente aumenta né D vocês viram que dado o mesmo volume quando a gente aumenta o número de células né a gente aumenta a superfície de trocas e isso pode inclusive né ã aumentar ah a questão do metabolismo né ã uma questão aumentar a superfície de trocas né e a aí
a equilibrar mais bem o metabolismo né Isso também pode né ã favorecer né uma maior diversidade de formas lembrem-se né a célula de um dito Protista ou de um algon celular né todo todo o aparato metabólico e todas suas funções né Elas estão restritas ali ao espaço de uma célula Tá quando a gente tem né o for um organismo multicelular né sobretudo quando a gente vai ter as especializações ões né nas funções da célula né isso possibilita justamente uma maior diversidade de formas e aí também possibilita também a adaptação a diferentes tá ã ambientes né
a gente sabe né os animais estão presentes em todos os ambientes né Ah isso tem a ver também né no último item né que é maior interdependência né em relação ao ambiente né já que a gente vai ter né os diversos sistemas de órgãos que contribuíram né para manutenção do Meio interno né isso tem que ver com a especialização das células tá então Quais são as hipóteses né a gente tem uma diversidade de hipóteses paraa origem dos metazoários tá E essas hipóteses elas vão variar de acordo com os atores envolvidos E aí eu vou explicar
mais bem o que significa esses atores um pouco para frente e pelas estruturas que a gente vai observar nos animais nos met usuários né para o estabelecimento de homologias tá então na figura aí eu tenho mais ou menos né ã uma síntese né da dos três grandes grupos né de hipóteses né que são as hipóteses sobre simbiose as hipóteses coloniais um pouco a gente eu já mencionei né Um pouquinho no início dessa aula e a hipótese ccial né que é essa última que vocês veem tá aí embaixo né E essas hipóteses elas fundamentam-se né na
homologia né entre o corpo de um eucarionte unicelular tá de um E aí a gente vai sempre recorrer a protistas tá e as diversas células dos metazoários Então vamos falar um pouco né desses grupos de teorias tá então Quais são os atores né Eu disse para vocês que as diferentes hipóteses variaram de acordo com os atores envolvidos tá Ahã as hipóteses né el os principais atores que compõem o cenário evolutivo seriam organismos flagelados ciliados e ameboides E aí eu coloquei né fotos para mostrar para vocês né de de protozoário sempre entre aspas da gente porque
eu sempre reforço Isso protozoos não é um grupo monofilético tá ã animais flagelados ou perdão organismos flagelados n aí no caso a gente tem eh o euglena né um paramécio no meio né que é um um ciliado e uma meba tá então vai depender né esses seriam os atores e a gente já vai ver como isso funciona tá então o primeiro grupo de hipóteses são as hipóteses coloniais tá em todas essas versões das hipóteses coloniais né E são várias né propõe-se que a célula única de um Protista ela é homóloga a diversas células dos metazoários
isso faz sentido né porque eu discuti justamente né com vocês ali a origem da célula eucariótica tá então a gente pode dizer né que a célula a célula eucariótica né um animal eucarioto ali unicelular que a gente vai chamar de Protista é homóloga as nossas células as células metazoários tá E os metazoários teriam se originado se teriam se originado de uma colônia de células protistas né na qual ocorreu especialização de algumas células vocês viram que um pouco para atrás eu mostrei né H fotos de algumas colônias de algas né em que a gente não tem
especialização de células tá é só um agregado de de indivíduos né e elas todas vão desempenhar todas as funções da colônia mas a ideia é isso né formaram-se colônias de células né de protistas E aí ocorreu especialização em algumas dessas células tá e as diversas versões da hipótese Colonial elas vão diferenciar também quantra os os atores né os protistas estrais tá E vão se basear nas fases dos do desenvolvimento embrionário dos metazoários tá que é que são aquelas fases que se seguem logo após a formação do zigoto e eu vou falar delas para vocês tá
então as hipóteses coloniais né que que eu tenho aí né uma uma um slide para mostrar para vocês né Elas vão se basear né sobretudo né nesses três estágios que a gente vê nesse slide aí né após né após a formação do do do zigoto né a gente vai ter né a fase da mórula da blastula e da gástrula Então essas as versões né da da hipótese das hipóteses coloniais vão se basear muito nisso e a gente vai vê-las agora tá a hipótese blaste gastrea né como eu falei para vocês elas fazem referência aquele estágio
embrionário da blastula e da gástrula tá Então ela foi proposta pelo Ernest Heckel que vocês veem aí né ã na foto ali no século XIX foi modificada modificada no século XX por diversos zoólogos tá então né a blástula né dos embriões dos metazoários ela recapitular um organismo ancestral né que seria a blaste então a blaste seria mais ou menos uma colônia né de tistas ciliados exemplo por exemplo do que vocês devem eh perdão Exemplo né Do que vocês devem ter visto em Algas né ah de volvox né que é aquela que eu vou mostrar para
vocês mas aí na figura vocês têm né ali ó o que seria a blaste vocês vejam vocês têm um organismo que nada mais é que uma esfera oca né que lembraria muito a blastula né do do desenvolvimento embrionário dos animais né justamente após né a formação do zigoto as células né a gente vai ter aquela a o a clivagem né o desenvolvimento formando primeiro uma mórula que é uma massa né uma massa de células depois vai se formar justamente uma cavidade no interior dessa célula formando a blástula e essa blástula dos dos organismos ela recapitular
né as primeir os primeiros metazoários ali que seriam de blaste como vocês vem na na na foto né no SL aí projetado certo então né a hipótese da plaste né ou gastrea né seria por exemplo de colônias né de unicelulares com alguma especialização aí vocês têm por eu falei por exemplo né Alguns alguns autores iniciais vão citar o volvox né ã como um exemplo disso né que é uma colônia esférica de unicelulares biflagelados de 50 né até 50.000 zooides zooides é cada um indivíduo Unidos por prolongamentos citoplasmáticos né e uma bainha gelatinosa formando uma esfera
ouca que é o que vocês veem na foto aí certo devem ter visto isso em Algas e prot usuários né Estou aqui lembrando porque volvox é sempre evocado para mostrar né para eh suportar a a hipótese da blaste tá então a gente tem né a gente tem né volvox ã um aquilo que seria o começo de especialização tá porque ainda que seja uma colônia né a gente tem uma uma pequena especialização porque algumas células né A maioria das células são somáticas né vão atuar né na em todas as funções mas a gente tem durante determinada
época do ano algumas células que elas se especializam em reprodução tá então né esse seria o início de uma especialização ainda que essa pequena especialização não né nos permita considerar volvox como um organismo multicelular mas poderia ser encarado como um início tá e as células de volvox são todas flageladas vocês veem aí no esquema né o ciclo reprodutivo de volvox né um organismo que tem dois ciclos reprodutivos de reprodução sexuada e assexuada a dependendo das condições ambientais mas isso vocês já viram não vou entrar em em detalhes é aprena para lembrá-los sobre isso tá ah
aí a gente tem né um Pou um desenvolvimento né dessa hipótese que seria da blaste né a gastrea E aí a gente passa né para o estágio embrionário após a blástula que seria a gástrula então eu falei para vocês que a blástula é aquela aquele estádio em que a gente tem uma esfera oca que se forma uma cavidade né A blastocele tá e na gástrula né começa a se formar uma invaginação nessa nessa blástula né como vocês veem aqui né ã exemplificado aqui né no slide formado essa invaginação que vai dar origem a um orifício
que é o blastóporo tá que nos grupos com os quais né Nós vamos trabalhar ã nesta disciplina vai dar origem né a parte anterior do trato digestório dos organismos né sobretudo a boca e e a parte anterior do trato digestório e o tubo digestório embrionário o arquêntero tá é isso que vai na formar e aí a gente vai ter duas dois duas cavidades né dois dois folhetos de tecido um mais externo e um mais interno tá então né essa gástrula né ela seria semelhante justamente né ã a o que a gente vê por exemplo nos
quidos né nos no no na nas medusas né nos corais né que é um endoderma digestivo né e um e um ectoderma locomotor externa tá então vocês vejam aí né esse seria um desenvolvimento né da da da hipótese né que inicia-se com a blaste e agora com a gastrea certo bom críticas da hipótese da blaste ou gastrea né A primeira crítica é que as colônias de protistas sempre entre aspas atuais como volvox apesar de já apresentarem alguma divisão de trabalho como eu falei para vocês n algumas células de volvox vão ser responsáveis ah pela reprodução
sexuada né ah como eles tem essa pequena né Elas são são haploides e não dióicos tá como Os metazoários Atuais certo então que vai acontecer só né é que volvox né e as células sexuais as células as células ah sexuais né Elas vão formar né um zigoto diploide que vai passar por uma meiose tá E vai dar origem à células as células filhas eh apides e toda a colônia volvox é aploide então isso é um problema já que todos os metazoários atuais até onde a gente sabe são diploides né uma coisa importante né todas as
colônias atuais que a gente conhece né protistas né coloniais que a gente a gente conhece atualmente são de água doce contrariando justamente às outras evidências da história evolutiva que sugerem que os primeiros metazoários se originaram em ambiente marinho como vocês vão ver né ao quando a gente foi estudando os diversos grupos vocês vão ver que as nossas hipóteses dão conta de que todos esses grupos né surgiram inicialmente né a parte dos grupos que são aquáticos surgiram inicialmente eh em ambiente marinho onde a gente tem um registro fóssil muito bom tá então isso já é um
problema tá E também há muitos protistas flagelados coloniais mas todos os que se assemelham a uma blasta blastula perdão são formas fotossintetizantes portanto né que é o caso de vos por exemplo né portanto muito mais próximos de plantas né de vegetais do que de animais tá Então essas são as críticas a blaste gastrea tá aí a gente passa para uma outra hipótese tá ainda dentro do grupo de hipóteses coloniais que é a troque tá que é ampliação da hipótese blaste gastrea ali no final do século XX né então a gente viu né só recapitulando né
quando a a mórula e a blástula representa ali o ancestral dos primeiros digamos os poríferos as esponjas que vocês vão ver nessa nessa disciplina e a gastrea como eu acabei de falar para vocês um possível ancestral de quinarios né medusas corais anemas do mar né E aí vocês viram os problemas né nessas hipóteses blaste e gastrea E aí os cientistas né introduziram né novo novos estágios que não estão incluídos no desenvolvimento embrionário Inicial né mas são modificações a partir da gastrea resultando na troque que a gente vai ver o que que é isso né aqui
na figura por exemplo só só é a figura que tá ilustr mostrando aí é uma anfiblástula né Que nada mais é que uma larva de de porífera tá só para mostrar para vocês né muito semelhante a uma blastula né do desenvolvimento embrionário Tá mas vamos ver aqui né as fases da Troia né Eu falei para vocês né que é a inclusão justamente né de Estágios que não além desses desses estágios né de de mórula blastula e gástrula que a gente menos metazoários né Então essa fase essa Troia ela seria muito semelhante às larvas de protostômios
né como vocês a gente vai ver né um dos grupos né de metazoa que nós vamos estudar né um dos grandes clados de metazoa que nós vamos estudar né nessa disciplina é protostomia em que lembram do blastóporo Ali formando né na imaginação né a gente tem a blastula aí começa a se formar uma inv invaginação né um orifício ali para for para para chegar na gastro esse blastóporo né Eu falei para vocês em muitos grupos ele vai originar né a parte anterior do trato digestório né nomeadamente a boca né E aí esses grupos em que
o blastóporo forma inicialmente a boca são os protostômios a maior parte dos grupos que a gente vai ver nessa disciplina são protostômios tá E aí né são seriam semelhante né as larvas dos protostomes a larva trocófora que você vocês vem aí uma fotinho dessa trocofora que também vai ser uma uma característica muito importante para um grupo que a gente vai trabalhar ao longo dessa disciplina chamado de lofo troco zoa tá E aí também né O que haveria né justamente né nessa nessa troque seria a presença de uma coroa de cílios ao redor da boca em
região apical né que é muito semelhante ao que a gente vê né em larvas de anelídeos né inclus nem larvas de crustáceos plateu mintes e molusca tá E aí também haveria o desenvolvimento de poros na extremidade do tubo digestivo primitivo né enfim numa localização oposta ao blastóporo seram semelhantes com as larvas né de eh de deuterostômios como echinodermatas e os cordados deuterostômios seria outro grande clado né que nós não vamos ver nessa disciplina né os maior parte dos grupos com os quais a gente vai trabalhar são protostômios né os deuster stomos são aqueles grupos em
que o o o blastóporo ao invés da boca vai formar o anos tá mas isso a gente vocês vão ver na outra disciplina tá então grosso modo a fase da Troia seria né E para além daquelas duas fases de de mórula e blástula e pensar no organismo né no metazoário né Eh primitivo como um organismo muito semelhante né às fases larvais né dos dos de alguns grupos né sobretudo dos protostomes como a larva trocófora que a gente vê aí tá Ah e aí a gente tem né Outra hipótese também né da blaste da plântula né
ess Poa nos dar conta que a partir da blasto teria se originado uma forma hipotética primitiva e só que a plane plula Ou seja a gente não passaria pelo estágio de gástrula né e chegaria a outros estágios larvais mas iria da da blástula para uma um um organismo plano né uma forma plana que eles chamaram né de plula ou planeia como eu coloco aqui para vocês como tem aí no esquema né Vocês TM ali né a blaste E aí a formação né de camadas internas ali dentro né no interior daquela da da da idade aí
dando a origem a esse organismo plano tá essa essa forma essa essa plula ou plé seria justamente né muito semelhante à larva plânico metazoário hipotético seria mais ou menos uma forma bentônica ciliada tá ã ou seja seria semelhante né O que a gente teria né seria inicialmente né a origem das esponjas e de placz áo são grupos que a gente vocês vão trabalhar nas logo nas próximas aulas seguido depois pelo surgimento de um tubo digestivo tá dando origem né Aos quidos quitó foros e Plate umentos essa é outra hipótese tá problemas da blaste plântula direto
para essa forma chatada tá que são diferenças estruturais entre as larvas né Eh diferenças estruturais as larvas plulas de quidos modernos elas apresentam um epitélio monoc silado tá ou seja um cílio por célula enquanto os plates né né possuem um epitélio multic ciliado vários cíes por célula Tá então a gente ainda tem né esse problema tá E aí para que a gente tivesse uma plula é uma planeia né original né dando depois origem aos diversos grupos haveria uma necessidade de modificações muito Profundas Justamente na na estrutura do epitélio para explicar essa transição então ainda que
seja uma hipótese proposta né ela ainda carece né de muitas de muitas evidências para ser mais bem aceita tá aí a gente tem uma outra teoria ainda dentro do grupo tá de teorias coloniais que é a teoria ameboide acelo tá que é uma alternativa aquele problema da ciação né da blaste plânico resolveria a questão né esse problema da da ciação tá o Protista ancestral dos metazoários não apresentaria cílios ou seja lembram sempre as teorias vão variar de acordo com o ator né então aqui a gente deixa seria um organismo não seria um organismo ciliado Tá
mas seria provavelmente um organismo ameboide tá E aí vocês veem na foto né a mais para cima aí uma ameba né que pertence ao clado amebo zoa tá Ah E aí a origem né tanto de grupos multis liados como a celom morfa né que é um grupo de platom mindes quanto os grupos monocil ados né como os cinidários poderiam ser explicados por isso a partir de né se o o protti ancestral não fosse ciliado tá eh e esse protti seria como eu falei para vocês semelhantes a uma a uma uma ameba tá o grande problema
é que esse tipo essa teoria ela não prevê a origem nem por exemplo de porífera né sugino sugerindo inclusive uma origem né diferente independente para esse grupo né colocaria por exemplo a gente poderia pensar né se a gente considerar essa hipótese como uma como uma possibilidade de metazoa né ou por não ser um grupo monofilético tá E aí a gente deixa né as hipóteses coloniais e passamos para outro grupo né de hipótese que é hipótese sincicial que é origem a partir de uma única célula Protista tá então né a origem dos metazoários na partir dessa
única célula Protista E aí não por acaso coloquei para vocês aí né uma foto de um paramécio que é um um Protista ciliado tá e o que que aconteceria vocês sabem por exemplo né que paramécios né eles são multinucleados tá e o que aconteceria né o a ideia dessa a ideia dessa dessa hipótese né que surgimento né um organismo multinucleado né como por exemplo parames surgimento de paredes né de membranas celulares dividindo internamente né esse citoplasma e aí a formação né de uma massa né unicelular A partir dessa divisão Tá esses núcleos seriam e seriam
justamente né ã separados tá como a gente consegue ver eh em em prot usuários ciliados né por isso coloquei o o paramécio né ã como eu falei para vocês né esses esses par par mestos são multinucleados e uma coisa interessante é que para paramécio né uma das das formas de reprodução em paramécio né A conjugação é aquele tipo de reprodução aqui né dois dois indivíduos né unem as membranas e a a troca né de material genético né isso poderia ser né justamente né o início de uma reprodução sexuada muito comum nos metazoários tá então outra
outra ideia né é que os primeiros met ários por exemplo seriam animais bilaterais sem tubo né digestivo ou qualquer cavidade interna Então a gente tem de pensar né olhando a árvore de metazoários né Mais ou menos como isso né se se encaixaria tá mas é uma das teorias que a gente tem E aí a gente chega na última no último grande grupo de teorias que é hipótese simbiótica né que é simbiose de protistas né então a gente tem aí né diversos atores né jogando né nessa n nessa teoria né a gente teria os primeiros metazoários
surgiram por agrupamento de células protistas né Sempre anre aspas de diferentes grupos como flagelados a mebos zoa né por meio do estabelecimento de uma relação simbiótica que é isso que vocês veem na figurinha aí né a gente tem né flagelados e amebo zoas né estabelecendo ã relações né endim simbióticas ali e formando um organismo multicelular né ã e cada grupo né de células seria especializado em determinadas funções né um o estabelecimento de uma homologia entre as células protistas e as células né dos metazoários né aqui no caso da hipótese simbiótica é semelhante àquilo que a
gente faz na hipótese Colonial tá então a gente vai ver SAS mais ou menos n ciliadas ali a gente vai tentar estabelecer homologias com as estruturas do do dos metazoários tá ã H enfim né A grande diferença né que a gente tem na hipótese simbiótica para as hipóteses coloniais é que né as células protistas ancestrais são de grupos diferentes né ao contrário né das hipóteses coloniais em que aí o o grupo Protista é um único tá uma coisa interessante né é que sim a hipótese a simbiose ocorre em organismos atuais aqui ó vocês vejam na
foto aí por exemplo liquens né que formam a interação entre algas e fungos e essa é a ideia da hipótese né ã simbiose para origem dos metazoários né organismos ameb zooa né e com organismos flagelados por exemplo né ah só que tem uma um detalhe né é que nos liquin cada um dos organismos os componentes da relação se reproduz separadamente né associando-se né n de novo né para formar uma nova colônia então a reprodução Ela é independente e eles se associam para formar colônias o que não poderia né O que deveria ser diferente né se
a gente tivesse estabelecer Uma colônia de de células protistas né de enfim ã flagelados e e e ameboides né eles não poderiam ser separar para reprodução né teria que ser integrado né E aí O Grande Desafio dessa hipótese né a dificuldade de explicar geneticamente como dois protistas né com material genético diferente poderiam originar um metazoário com material genético único Esse é esse é Talvez né o principal problema da hipótese simbiótica certo então né gente depois que eu mostrei né Nós temos três grandes grupos né de hipóteses né hipótese Colonial né se não ela balast G
estreia Troia né E aí também é da plântula Protista né no caso dessas hipóteses C uma célula Protista né multinuclear ada depois desenvolveu né membranas que separam esse núcleo né E aí é as a hipótese simbiótica né que aí diferentes grupos né de de células protistas né se uniram para estabelecer uma uma relação de simbiose a gente tem essas hipóteses né Elas têm pontos pontos H bons né E realmente pontos eh não tão bons assim né pontos críticos né Muito passíveis de críticas mas são elas Qual é a correta não sabemos né lembre-se né ã
a gente não pode voltar no tempo e ver as coisas acontecendo nós estab estabelecemos hipóteses né para mais ou menos tentar inferir ou propor uma origem tá então a gente tem esses grupos mas a grande pergunta é metazoários são monofiléticos ou polifiléticos porque vocês viram né que depend da hipótese que a gente né abraçar a gente tem possibilidade de levantar né a a a origem independente dos grupos né de metazoários o que resultaria numa polifilia né de Animália ou metazoa tá então a gente tem sempre né que pensar porque o que a gente vê né
de metazoários são os grupos que a gente começa a trabalhar nessa disciplina e vocês vão ver né na nas outras zoologi é um grupo bastante heterogênica que inclui por exemplo esponjas né porífera os corais são os quin binários artrópodos né com os caranguejos aranhas insetos estrelas do mar né peixes e humanos são cordados então um grupo bastante diversificado muito heterogêneo mas aí lembrem-se né como a gente viu na primeira aula sobre sistemática filogenética as diferenças entre os grupos não nos são tão interessantes ou não nos importam tanto quando a gente quer estabelecer e relações n
Eh evolutivas Ou filogenéticas são semelhanças e não qualquer tipo de semelhança né são aquelas novidades evolutivas tá n que são importantes para o estabelecimento para formação de grupos E aí se a gente for ver né dentro de metazoa ou Animália né com as as novidades evolutivas né Essas sinapomorfias como a gente viu né o grupo tem algumas muito marcantes que nos apontam que sim né que sim né esse grupo Muito provavelmente é monofilético né como sinapomorfias a primeira coisa é organização multicelular né presença de tecidos extintos E aí a gente discutiu pela maior parte dessa
aula vários grupos de hipóteses para explicar né essa organização multicelular lembrando né que é preciso haver presença de tecidos né distintos a organização multicelular implica né que a gente vai ter grupos de células né responsáveis por determinadas funções isso são tecidos Tá e isso é uma grande novidade evolutiva de metazoa tá muito importante né a presença de uma proteína chamada colágeno que a gente conhece também né colágeno tá esta proteína está presente nos metazoários Tá e é bastante uma proteína estrutural né Muito importante tá presente né nos metazoários e é outra característica considerada como sinapomorfia
pro grupo espermatozoides uniflu nos metazoa como vocês veem aqui na figura né que coloquei para vocês e a reprodução sexual por meiose tá também que eu coloco aí para vocês né a produção de gametas né Eh haploides né e depois a fusão desses gametas tá ã Restaurando a diplodia tá e a complexidade desse tipo de reprodução né não deve ter surgido independente tá como seria esperado se os metazoários fossem polifiléticos então tenho esse grupo aí né de grandes sinapomorfias que sustentam então se vocês fossem Se eu perguntasse para vocês né O que é o metazoário
o que é um animal tá primeira coisa que vocês poderiam dizer que é um organismo multicelular ou seja ele tem a presença né tecidos distintos tá que tem reprodução sexual espermatozoides né espermatozóides uniflam e presença de colágeno isso por si só né já definiria o que a gente chama de metazoa certo bom era isso que eu tinha para vocês Nesta aula eu espero que vocês tenham compreendido todos os os tópicos né as os três grandes blocos de teorias né a teorias teorias coloniais né para organização multicelular a teoria scial e as teorias H simbiônticas E
aí a gente chega aqui né uma vez que a gente né dependendo da teoria né que a gente eh que a gente escolher né a gente tem que pensar né ã se essa teoria ela favorece ou não né a a a monofilia né de metazoários mas de acordo com as características né com as novidades evolutivas a gente pode né sen tem certa segurança para dizer que metazoa é um grupo monofilético né eh suportado né por essas né Essas grandes sinapomorfias que eu mostrei para vocês além né dessas sinapomorfias a gente tem evidência molecular muito robusta
que sim que nos confirma que metazoa é um grupo monofilético certo então espero que vocês tenham compreendido tudo eu agradeço bastante pela atenção de vocês sempre né se vocês tiverem dúvida vocês podem me me contatar pelos pelos canais disponibilizados tá Agradeço pela atenção e nos vemos na próxima aula tá muito obrigado [Música]