olá a todos hoje vou falar pra vocês sobre segurança hospitalar que está dentro do capítulo gerenciamento de riscos ea segunda etapa então é um tema bastante amplo eu vou aqui comentar algumas coisas e espero que vocês consigam e avançar estudando aí por conta própria procurando mais assuntos relacionados a esse tema sobre a anterior que a gente falou sobre investigação de acidentes é importante você tem um time uma uma equipe completa é trabalhar em equipe porque são muitos riscos são muitas fontes de risco muitos mecanismos de ação e é importante estar bem estruturado com uma equipe
que te dê apoio é é um time né um time são vários players a gente tem que fazer parte desse time todo falamos também da importância de localizar o equipamento na questão da rastreabilidade muitas vezes o cenário é desmontado ea gente não consegue acessar o equipamento tem um aspecto a gente fazer as entrevistas as diligências os testes de verificação de funcionamento acompanhamento de perícia enfim né e também falamos do relatório que é o documento final de uma avaliação de uma investigação de acidente ou incidente tem um relatório nós temos alguns detalhes e também dissemos que
no final desse relatório normalmente a gente pode colocar melhorias e também se encarregará da implantação dessas melhorias para que a gente possa reduzir é eliminar e evitar um acidente futuro então falando sobre segurança hospitalar né a questão é a seguinte a gente entender quais são os sistemas que existe no hospital e os processos que esses sistemas empregam então a visão da segurança hospitalar é uma visão bastante amplo e envolve o paciente o visitante o colaborador a vizinhança o patrimônio da edificação e hospitais escolas que têm os estudantes ali presente também são fontes de risco então
todo esse cenário a gente tem que cuidar no caso da engenharia clínica é um foco maior no paciente é muito embora muitos rio o que a gente encontra no hospital que são oferecidos que o paciente também são oferecidos por trabalhador e aí é importante a gente trabalhar junto com o sesi mt que é o serviço especializado em engenharia de segurança e medicina do trabalho o mercado hospitalar é um mercado regulado existem muitas regulamentações muitas leis muitas normas eu sinto aqui o ministério da saúde todas as vigilâncias sanitárias é desde a anvisa que tem a missão
a de ver o país como um todo mas a gente tem a vigilância estadual ea vigilância municipal que é importante a gente entender quais são as resoluções as leis e as portarias é importante entender que a lei é o mínimo é o mínimo que o hospital tem que atender e é importante a gente saber também que não tem lei pra todos os casos de todas as fontes de risco vou citar um exemplo aqui ressonância nuclear magnética os riscos delas são minimamente regulados né ainda hoje é muito pouco regulado a gente tem o ministério do trabalho
também que acaba atuando no hospital através do sesi mt a portaria 3214 de 78 só se eles procurarem essa essa portaria lá vocês vão ver nr-32 que ela é focada totalmente no ambiente hospitalar e fora isso a gente tem vários organismos reguladores o ipem instituto de pesos e medidas néon o inmetro a questão metrológica a questão da garantia da qualidade de que o equipamento faz aquilo que deveria fazer a comissão nacional de energia nuclear no caso dia a dia' radiações ionizantes e por fim nós temos os requisitos de qualidade que dependendo do programa que você
que o hospital está aderindo ele vai ter mais exigências ou menos exigência eu gosto bastante da joint commission para deixar bastante claro ali quais são as fontes de risco e os mecanismos de ação que a gente tem que procurar cuidar é ter um foco especial no incêndio no fogo e da fumaça mas ali tem uma há um conjunto de requisitos que a gente vai seguindo vai resolvendo ponto a ponto a gente consegue fazer um programa mais amplo da segurança hospitalar por questão de ego didática né vários livros e dividir os riscos em físicos químicos e
biológicos então por exemplo risco físico o fogo né apesar de ser uma reação de óxido redução o fogo cair dentro dos riscos físicos o choque elétrico não só o makro choque como micro choque também tem a questão do choque elétrico do trabalhador tem a questão do choque elétrico para o paciente e no caso do paciente a gente tem um micro choque aquele aplicado diretamente no coração só alguns alguns processos de medição acaba levando esse risco o paciente a gente tem um conjunto de materiais perfuro cortantes ou corto contuso né que são as rua agulhas lâminas
de bisturi enfim há uma preocupação com recapar agulha por exemplo é uma fonte de risco é sabido o pessoal acaba se perfurando na hora de recuar pagura então tem uma uma série de medidas que a gente deve trabalhar com esses materiais perfuro cortantes e corte contuso a gente tem risco de queda também no trabalhador principalmente do paciente é muito comum que os pacientes que têm risco de queda acaba usando uma pulseira de cor diferenciada para que todos os profissionais da assistência vejam ali os riscos de queda é tropeço também que há um quase acidente também
caí numa ponte pode enquadrar isso dentro dos riscos físicos e as radiações ionizantes e não imuniza antes por exemplo a radiação x nec é a radiação ionizante e no iniciante a gente tem outra violeta o laser que são é formas de radiação que são utilizadas no ambiente hospitalar os riscos biológicos hoje eu acho que é interessante aqui no brasil a gente tem um conjunto de doenças que são transmissíveis de ar a tuberculose por exemplo nosso país é um país pobre é o tipo de doença que acaba cometendo as pessoas que estão com a resistência baixa
é o sarampo também a outra doença que é transmitida pelas gotículas de dodô uma sugestão que eu dou você escrever no google por exemplo espirro e procura imagens que têm noção do risco né do transmissão do sarampo na tosse eo espirro enfim também temos a questão do transplante de medula óssea onde o paciente está imundo deprimido e as condições do ar ambiente elas são específicas recomendo o gad online do cdc o centro de controle de doenças de atlanta tem um grade laine assim como a tuberculose tem um prato transplante de medula óssea vai impactar tuberculosos
seis a doze renovações de ar por hora uma forma de diluir o contaminante e o transplante de medula óssea é também pede essa taxa de renovação a diferença é que na sala onde no quarto do paciente no transplante de medula óssea a pessoa pressão é positiva ou seja a gente injeta mais é do que retira e no caso da tuberculose a pressão negativa ou seja gente tira mais a do que injeta e tem alguns microorganismos clássicos como a legionella pneumophila que está associada à água quente é um risco é conhecido hoje o processo diagnóstico desta
doença é mais facilitada mas ela era confundido com um pneu monia se tratava a pessoa com pneumonia mas a pessoa não responde então a legionella pneumophila é uma coisa que vale a pena estudar um tema que vale a pena estudar procure esse tema na internet vocês vão ficar mais fortes com relação a isso a contaminação cruzada é um outro exemplo de risco biológico o vácuo clínico que aspira pela secreção e vem o aerosol pela rede vai ser descarregado ou no ambiente quando a gente usa central portátil ou na central de vácuo onde é que ela
esteja esse ar vai ser arremessado para a atmosfera e muitas vezes a gente acaba colocando cumpriu ar comprimido do lado da bomba de vácuo então o que o vácuo joga para a atmosfera o ar comprimido capta comprime e manda de volta é claro que se os dois não estiverem instalados de acordo com a nbr dos 188 no caso o clínico antes de chegar o aerosol na central de vaca o clínico tem que ser colocado um filtro que vai reter esse tipo de contaminante e ea gente tem também os riscos químicos são várias por exemplo é
o pessoal que vai manipular quimioterápico realmente faz isso numa capela de fluxo laminar classe 2 tipo b2 é uma solução que vai ser injetadas no paciente então tem que ter algum cuidado essa capela também protege o trabalhador que está fazendo a diluição do contaminante outra outro tema dos agentes químicos são os gases medicinais são vários tipos de gás neves citando aqui o ar comprimido medicinal um oxigênio e óxido nitroso são os mais comuns mas a gente tem um conjunto de gases especiais como o co2 em vídeo laparoscopia o hélio no balão entrar ótico hélio na
ressonância gases padrão para a calibração de aparelhos de gasometria por exemplo o co2 para calibração de ééé aparelho monitor de co2 exalado nós também temos os gases combustíveis né os gases combustíveis são usados no serviço de nutrição e dietética podem ser utilizados para aquecedor de passagem de água quente pode ser utilizado em caldeira pode ser utilizado em laboratório o fotômetro de chama ou por exemplo para o bico de bunsen então também é uma fonte de risco que a gente tem que conhecer entender é os mecanismos de ação que a gente poder propor medidas de segurança
é ter um grupo também de reagentes que são utilizados para diversos fins normalmente laboratório de análises clínicas também dependendo do tipo de reagente é uma fonte de risco a gente tem algumas medicações é o iodo por exemplo radioativo que é utilizado em hospitais é de oncologia que tratam de pacientes oncológicos é normalmente a física médica cuida muito bem isso aí é uma coisa que está bastante controlada hoje em dia mas é importante a gente saber e poder ver precisa é preciso se cabe algum outro tipo de contribuição ea gente tem outras fontes de risco que
são os riscos de acidente do trabalho de novo a portaria 3214 78 é um conjunto de normas regulamentadoras é só seguir no ministério do trabalho clicar em legislação normas regulamentadoras e ela se diz curtindo mas é importante entender que o objeto dessa portaria é o serviço especializado em engenharia de segurança e medicina do trabalho que envolve ali o médico do trabalho enfermeiro do trabalho técnico em segurança do trabalho e engenheiro de segurança do trabalho é muito bom a gente trabalha em conjunto quando a energia a segurança no hospital aumenta é significativa e existe também um
conjunto de riscos né existem os riscos clínicos são aqueles que são oferecidos ali o paciente enquanto ele está recebendo cuidado e tem um conjunto de riscos não clínicos que acometem o paciente mas normalmente estão sob a guarda da engenharia então som equipamentos é por exemplo é equipamento descalibrado é equipamento é estragado quebrado que acaba deixando de atender o paciente apodi alguém né sistemas inadequados a ipho gente fala de água gases medicinais é condicionado elétrico enfim então existe um conjunto um cenário muito grande de riscos não clínicos que cabe aí pra nós que curtimos aí geraria
clínica entender a fonte de risco mecanismo de ação e trabalhar para fazer a nossa contribuição para fazer análise de risco de novo já tenho falado isso portanto a reconhecer o risco é saber que ele se sabe apontar que está escura que está claro que está quente aqui tá frio ea partir dele que sabe que o risco existe e já consegue medir o tamanho dele mídia magnitude dele comparar com norma padrão de qualidade e feita avaliação você já pode propor medidas de controle que pode ser de natureza técnica ou uma medida de natureza administrativa muitas vezes
uma medida administrativa que envolve é informar treinar dar conhecimento resolve muito as fontes de risco né e às vezes tem algumas medidas de natureza técnica e uma grande maioria delas é isso aí é natureza técnica como por exemplo a qualidade do ar ambiente né são medidas de natureza técnica ou seja coloca lhe um ar condicionado controla a temperatura umidade número de renovações mas o passo é esse re conhecer avaliar e propor medidas de controle sempre focando nos sistemas e nos processo há por exemplo o exemplo do sistema sistema de armazenamento e distribuição de gás 1
desde de wever vamos dizer assim eu tenho o sistema e tem os processos quais processo então o processo começa lá como eu recebo gás como o registro número de lote como o rastreio a qualidade daquele produto até o modo como ele diz pam dispensado como é que ele é consumido lá na ponta existem vários problemas né e relacionados à rede gastos como por exemplo os fluxômetro na escala de 0 a 15 litros por minuto estão calibrados para uma pressão de 3,5 kg efe por centímetro quadrado então quando eu deixo a rede numa pressão maior eu
tô além de estar desperdiçando gás né aquilo que é prescrito não é o que entregue normalmente se entrega muito mais do que o que está prescrito porque no processo de consumo existe um erro que tanto engenharia desconhece como os usuários desconhecem importante nem chegou no hospital novo faz reconhecimento avaliação propõe medidas de controle apresenta para a sua chefia né mas é importante você procurar é trabalhar junto do comitê de segurança o formal ao comitê de segurança que deve envolver a liderança na liderança tem que estabelecer disseminar internalizar um conjunto de crenças e valores que promovam
a cultura da excelência não só da qualidade como também da segurança então é importante que a chefia esteja presente nesse comitê e que a gente tem aí os representantes das várias unidades árias deve analisar os sistemas de processo de trabalho recomendar mudanças e melhorias nos processos né fazer uma avaliação sistemática é dos riscos existentes né em relatórios periódicos informando mudanças e melhorias no programa que a gente tem no brasil para trabalhar nós que somos de engenharia clínica você vai ter a comissão interna de prevenção de acidentes você vai ter o sesi-mt e lembrando que acima
de 501 funcionários e sesi já a demanda um engenheiro de segurança do trabalho que é um país se torna um parceiro da engenharia clínica nós temos aqui o serviço de controle de infecção hospitalar ea comissão de controle de infecção hospitalar o núcleo de segurança do paciente todas as questões de proteção radiológica o plano de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde enfim existem um conjunto de diretrizes normas leis que vão levar a gente vão permitir a gente poder reconhecer e avaliar e propor medidas de controle de risco no ambiente hospitalar que outras atividades a gente
tem que ficar atento com novos projetos de sistemas a gente estando junto ali acompanhando lei norma documento-referência trabalhos publicados tudo isso aumenta bastante a segurança em novos projetos né aumentar os pontos de controle é dos processos então é um exemplo que eu já citei neto berola rosa ea gente tem que renovar o ar muitas vezes diluiu o contaminante né ea gente tem que fazer a pressão do quarto onde está o paciente pelo transmissível que ela seja menor que a pressão do lado assim quando eu abri a porta o ar vai entrar pra dentro do ambiente
não vai deixar aquele ar contaminado scapa eu tenho que trabalhar também para mudar políticas e procedimentos é muito comum é muito comum mesmo quando você faz um reconhecimento pente fino se encontra muitos que estão no hospital e aí a chance da gente mudar políticas né mudar os procedimentos atuais procedimentos mais seguros foco em educação e treinamento só assim a gente consegue reduzir risco pessoal conhecendo a fonte de risco e o mecanismo de ação aquele risco se transforma num acidente é faz parte do nosso trabalho ainda mais a gente tem é uma contribuição grande com as
tecnologias médicas porque normalmente não é objeto de estudo da segurança do trabalho ainda tem muito a ser desenvolvido nesse requisito a a a segurança trabalha muito focado ainda na indústria mas a gente sempre tem tecnologia médica risco para o paciente e risco do trabalhador é o caso do raio x que ficar claro caso da é da tuberculose por exemplo é também é o risco do trabalhador risco o paciente mas é nas tecnologias médicas onde a gente tem uma maior capacidade de contribuição então exemplo os vários tipos de queimadura com o bisturi elétrico um destilador o
desfibrilador antigo é que quando ele é desligado no módica modo cardioversão ele retorne em cada versão e acaba impedindo que uma desfibrilação seja feita o quest ressonância nuclear magnética é muito comum e ainda ontem um colega fez contato comigo falando de um acidente pessoal da engenharia hospitalar entrou na sala de ressonância com todo o ferramental de manutenção e não precisa dizer o que aconteceu neco enche porque o outro colega dele foi esperto foi lá e apertou o botão perdeu uma quantidade de hélio mas com certeza é não causou risco ali para o trabalhador a gente
tem também as radiações ionizantes nem tomógrafo raio x o geógrafo enfim é um conjunto muito grande então a gente que tatua engenharia clínica as tecnologias médicas é a melhor entrada pra gente aí com o tempo com a experiência a gente vai aprendendo outros riscos ligados à engenharia hospitalar obras hospitalares por exemplo a questão do descarte de tecnologias a gente também tem que contribuir com esse descarte o equipamento velho a tecnologia velha tem que ser descartada de maneira apropriada e nós temos que treinar né estudando riscos e acidentes que ocorreram em outros locais aprender a fazer
investigação e análise e assim de acidente então a gente precisa de estar bem treinado para poder treinar outras pessoas então é isso que a gente tem pra hoje né segurança hospitalar é um tema fantástico muito ampla uma porta de entrada boa pra gente de engenharia e no próximo episódio a gente vai falar do gerenciamento de risco e é dos aspectos legais dos assuntos legais que é pessoal da engenharia clínica tá mais afeito lembrando que nos dias 18 e 19 de abril deste mês e sábado o próximo curso de manutenção de monitores médicos 16 horas vamos
trabalhar no circo tratado cinco parâmetros aspectos gerenciais anatomia fisiologia e rhandson montar o bichinho estudar as partes internas montar de novo e testar então é isso no mais muito obrigado pelo seu tempo [Música]