Está no ar o Lições da Bíblia, o nosso encontro semanal de estudo profundo da palavra de Deus. E hoje vamos seguir estudando sobre interpretação de profecias, concentrando-nos especialmente no papel dos sacrifícios como representantes daquele sacrifício maior que Cristo fez na cruz do Calvário. É sobre isso e muito mais que está começando agora.
[Música] Nós já estamos juntos aqui para estudar com você a palavra de Deus. Mais uma vez a nossa gratidão por você estar conosco, né, mais uma semana nesse tema tão importante que são as profecias, né? As profecias revelam o plano de Deus, como Deus conduz a história.
E é muito bom a gente saber o que Deus está fazendo, os propósitos dele para que a gente possa ficar do lado dele, né? Aqui eu tenho os nossos amigos queridos que estão conosco nessa temporada. Eu tenho certeza que você tá apreciando muito a participação deles, porque eu estou sendo realmente abençoado com aquilo que eles trazem aqui.
À minha direita, o pastor Gabriel. Seja bem-vindo, Gabriel. Muitíssimo obrigado.
O anjo Gabriel, né, que tá aqui com a gente. Estou muito a quem aqui também nosso amigo pastor Werley. Seja bem-vindo, Werley.
Muito obrigado uma vez mais. Muito obrigado. Muito bom ter você com a gente também.
E o pastor Márcio Nastrini, amigo, bem-vindo mais uma vez. Obrigado. É sempre uma alegria compartilhar com você aqui junto ao Lições da Bíblia, que já é um programa praticamente que tem a sua mola mestra aqui, não é?
Apreciado por muitos. É um programa da família brasileira, né? Isso aí, pastor.
Faz oração pra gente começar, por favor. Eterno Deus, nosso Pai, nosso criador, agradecemos a oportunidade de mais uma vez abrir a tua palavra para saber dos teus ensinamentos. Ajuda-nos agora ao expormos o tema do guia dessa semana, a fim de que tenhamos compreensão daquilo que o Espírito Santo colocar em nossa mente para transmitir a todos aqueles que estarão nos assistindo.
Pedimos em nome de Jesus. Amém. Amém.
No coração da profecia está o evangelho. Não existe profecia sem evangelho. E o evangelho ele é revelado no Antigo Testamento, eh, sobretudo na figura dos sacrifícios, não é?
Que apontavam para a substituição da condenação do pecador. Ou seja, o cordeiro morreria no lugar do pecador. E esse cordeiro é Cristo, né?
Sim. O sacrifício, ele é parte central do sistema da religião israelita. OK?
E é bom lembrar que o sacrifício dentro da economia judaica, ele não é uma ideia ou estabelecimento humano, ele é um estabelecimento divino. Quando o ser humano se separa, ali, foi mencionado aí h sobre a Bíblia, né? A Bíblia tem 1189 capítulos.
Apenas os dois primeiros e os dois últimos, dois de Gênesis, dois últimos de Apocalipse, tratam de uma terra sem pecado. Do capítulo 3 ao capítulo do capítulo 3 de Gênesis ao 20º de Apocalipse, trata de sacrifícios Deus restaurando o ser humano. Sacrifícios que Deus esperava que o ser humano trouxesse de acordo com a prescrição que ele havia estabelecido.
Então veja, não há como fugir do tema do sacrifício sem derramamento de sangue. Não há evangelho, não há remissão do pecado. Ok?
É bom lembrar que o sacrifício que era feito na época do povo israelita, antes que o Messias havia vindo Jesus Cristo, não é? Eles tinham o papel de apontar. Eles eram tipos daquilo que Jesus um dia faria sobre si.
Quando o indivíduo aceitava isso e ele trazia o sacrifício, ele transferia o próprio pecado para o substituto e o sangue do substituto transferia seu pecado para dentro do santuário, onde Deus lidava com o problema do pecado. OK? Mas o perdão não era recebido pelo sujeito porque ele trazia o sacrifício.
O perdão era recebido porque Deus havia um dia prometido que ele enviaria o sacrifício perfeito. Então era uma dádiva divina. E o papel do ofertante era se enquadrar nos requerimentos de Deus.
Por quê? Porque esses requerimentos, eles tinham o papel de apontar para aquilo que a realidade faria, que era Jesus Cristo, que um dia viria como o cordeiro de Deus para tirar o pecado do mundo, conforme João 1:29, né? Quando Jesus se aproxima ali na cena do seu batismo, João aponta para ele, iluminado pelo Espírito Santo, e diz: "Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo".
Exatamente, Nastrina. Eh, significativo que Deus tem estabelecido esse sistema ritual de sacrifícios de modo didático para expressar o plano da salvação, né? A antiga aliança, ela foi forjada nesses sacrifícios como uma grande maquete da realidade superior que Cristo haveria de inaugurar com a nova aliança.
Porém, lamentavelmente, ao longo dos séculos, o povo de Israel lidou de maneira equivocada em muitos momentos com a instituição do sistema ritual levítico e fez com que o significado dessas dessas ofertas eh fosse perdido no meio de uma série de de sacrifícios, de ofertas que já não poderiam eh ou não tinham a capacidade de exemplificar ou ilustrar aquilo que Deus tinha, porque O coração do povo estava desconectado com essa realidade, né? Sim. A a lição aborda durante esse trimestre todo a questão das alusões e símbolos.
E os sacrifícios eram um símbolo, né? Quando Jesus Cristo veio, não necessitou-se mais desses sacrifícios. OK?
Então isso tudo foi cravado na cruz, como diz o apóstolo Paulo. Agora, o que que aconteceu? Como colocou, foi uma instituição divina.
Porque sem derramamento de sangue não há remissão dos pecados. Mas daí eles foram sendo eh, vamos dizendo assim, absorvidos pela cultura dos pagãos e dos povos vizinhos, que ofereciam até mesmo filhos Uhum. Para os seus ídolos e para os seus deuses para aplacar a fura, a fúria e a ira do seu Deus.
E então eles absorveram isso e começaram a oferecer sacrifícios inúteis. E aqui no livro de Isaías, no capítulo 1, versículo 2 e outro verso lá embaixo, fala sobre isso. Diz assim: "Ouvi ó céus e dá ouvidos, ó terra, porque o Senhor é quem fala: "Criei filhos e os engrandeci, mas eles estão revoltados contra mim.
E quando vamos agora ao 10 e ao 11, diz assim: "Ouvi a palavra do Senhor, vós príncipes de Sodoma, prestai ouvidos à lei do nosso Deus, vós povo, povo de Gomorra, de que me serve a mim a multidão dos vossos sacrifícios, diz o Senhor. Estou farto dos holocaustos, de carneiros e da gordura de animais cevados, e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes. Porque Deus estava se desagradando agora dos sacrifícios que ele mesmo ordenou e instituiu, porque os sacrifícios são símbolos, são alusões ao plano da salvação, do cordeiro de Deus que viria, porque eles não faziam do fundo do seu coração.
Eles o faziam ou para vir chuva, porque a terra estava ressequida, ou então para aplacar a ira de Deus, como eles achavam, porque vinha uma praga devastadora sobre a lavoura, ou porque havia uma mortandade por doença. E esse sacrifício não era do coração, era como os pagãos ofereciam, não é? Não como presente por gratidão a Deus, mas para receber de Deus.
Então era algo daqui para lá e não de lá para cá. É interessante também, pastor, que da mesma forma Deus disse: "Estou cansado dos seus sábados". O sacrifício era uma instituição divina, o sábado era uma instituição divina e Deus faltou cansado.
Então, algo mecânico apenas que era feito, né? Aqui em Gênesis 4 aparece a primeira vez que Deus rejeita um sacrifício. Uhum.
Que é quando ele recusou a oferta de Caim e aceitou a oferta de Abel. Alguns elementos nesse verso sugerem o motivo pelo qual Deus rejeita a oferta de Caim e aceita de Abel. Eu quero destacar aqui no capítulo 4 de Gênesis, no verso 4, o que eu acredito ser eh o ponto central de Deus ter recusado a oferta de Caim e aceitada de Obel.
Abel, veja o verso 4. Abel, por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste. Agradou-se o Senhor de Abel e de sua oferta.
Verso 5. Ao passo que de Caim e de sua oferta não se agradou. Veja que o texto sutilmente, mas significativamente coloca a pessoa na frente da oferta.
Uhum. Deus se agradou de Abel e da sua oferta e não se agradou de Caim e de sua oferta. Antes da oferta tem a pessoa.
Antes da pessoa oferecer alguma coisa para Deus, existe um coração Uhum. que eh resolve fazer aquilo ali. Então Deus analisa não a oferta primeiro, ele analisa primeiro a pessoa e as suas motivações.
Então Deus entendeu a motivação de Caim, entendeu a motivação de Abel. O texto disse que Abel levou das primícias o seu rebanho, o que revela que Abel pegou o que havia de melhor e entregou para Deus. O texto diz que Caim levou uma oferta ao Senhor dos frutos da terra.
Essa expressão uma oferta sugere que ele levou qualquer coisa que ele encontrou pela frente, mostrando que para Deus não era o melhor na concepção de Caim. Então isso tudo revela o coração. Alguns querem dizer que Deus não aceitou a oferta de Caim porque a oferta de Caim era do fruto da terra.
Uhum. Faz sentido também. Mas é bom lembrar que depois no no ritual levítico desenvolvido em Moisés, havia ofertas dessa natureza também, de cereais, de fruto da terra.
E Deus aceitava essas ofertas. O que está em jogo aqui, no entanto, não é a oferta em si, mas a motivação do ofertante. Eh, Abel levou uma oferta de um animal que foi sacrificado e aí a ideia, sem derramamento de sangue não há remissão.
O que sugere que Abel foi aquele sacrifício para ser remido, reconhecendo que era um pecador. Embora as ofertas de fruto da terra fossem aceitas, elas não eram para remissão de pecados, elas eram ofertas de gratidão. quando você tava satisfeito com alguma coisa e você ofertava daquela maneira.
Então, ao levar do fruto da terra, Caim estava mostrando também que ele não tinha ou que ele considerava que não precisava de nada de Deus. Ele estava plenamente satisfeito, estava cumprindo ali um rito. Então, esse sacrifício e a recurso desse sacrifício por parte de Deus em relação a Caim nos mostra porque que Deus não aceita determinadas determinados tipos de adoração.
A gente pode trazer pros nossos dias de hoje. Não vivemos mais no ritual levítico, mas continuamos adorando a Deus, oferecendo sacrifício de louvor a Deus. E quais são os que Deus aceita e quais são os que Deus rejeita?
Deus aceita sacrifícios que vêm de um coração que reconhece a sua necessidade de Deus e de redenção e rejeita aqueles que fazem por mero formalismo para revelar apenas a sua, o seu egocentrismo, que usam até o ritual de louvor e adoração para se autoexaltar. Essas pessoas não são aceitas por Deus nem seus sacrifícios. Interessante que no original aqui quando fala que Abel levou das primícias do rebanho, esses primícias aqui tinha que ver com frutos da terra também.
Sim. Então, dá a entender lá na língua original que ele levou das primícias dos frutos como um coração agradecido e levou aquilo que Deus também ordenava que era o derramamento de sangue por meio de um cardeiro para remissão para remissão. E o interessante é que a forma como o sacrifício era oferecido também informava ou implicava e demonstrava a forma como o ofertante compreendia Deus.
No paganismo, Deus era visto como um soberano, talvez um um bemfeitor, um malfeitor, que a depender da da oferta, do preço pago, o ofertante receberia algo. Essa é uma lógica pagã. Uhum.
Uma lógica pagã baseada também na confiança nas obras, na capacidade humana de mover o braço divino de forma utilitarista e pragmática. Ou seja, que funcione na prática, que seja que seja favorável a ele. E Abel via Deus assim como um inconveniente do qual ele não poderia o quê?
Se esquivar. Ele entendia que Deus era soberano, o criador de todas as coisas, mas ele não estava disposto a fazer o quê? A se submeter a esse Deus.
A caísso, perdão, é, confundi. A se submeter a esse Deus, entendem? E e o que também nós podemos tirar de lição?
Ao pensar que é possível comprar Deus, asender até ele e barganhar com ele, também ignora-se o aspecto da graça. Hum. O aspecto fundamental da graça.
Porque na cultura antiga, por exemplo, na cultura da mitologia grega, os deuses, eles mexiam ou lidavam com o mundo dos seres humanos ao seu bel prazer. Valorizavam os fortes ou os fracos em vezos fracos. eh eh davam bênçãos ou faziam benfeitorias para aqueles que do que que os agradavam, entenderam?
Então, a lógica do Deus revelado na Bíblia, ela vai de encontro com isso, ela vai contra essa perspectiva. Gabriel, isso é muito significativo aqui ainda em Caim. Por quê?
Porque o texto diz que Caim era lavrador. Isso tá conectado diretamente com o capítulo 3 de Gênesis. Porque depois das disciplinas divinas contra o pecado e a maldição contra a terra e a serpente, é dito que Adão se tornou também um lavrador.
Uhum. Então Caim assume a profissão do pai. E essa profissão do pai tá associada com a maldição da terra.
Que que diz a o capítulo 3? que o homem vai lavrar a terra, vai lutar contra ela e no final vai perder essa guerra, porque o homem vai ser engolido pela terra, vai voltar pro pó. E o sacrifício que Caim ofereceu é fruto da terra.
É como se ele dissesse assim: "Eu vou lutar com essa com essa maldição e eu vou vencer essa guerra e eu vou pagar o preço da maldição e vou me ver livre do amaldiçoador que é Deus. " Essa é a concepção dele, a concepção pagã de que Deus é um monstro, sabe? Que Deus é um opressor, que Deus é um tirano e ele quer se ver livre de Deus.
Paganismo total. Abel, por sua vez, ele é pastor de ovelhas. Isso também se conecta com o capítulo três, porque o texto diz lá que quando Deus vai resolver o problema do pecado, ele faz roupas pro ser humano que estava nu da pele de animais.
O que sugere claramente um sacrifício que Deus fez. Deus é pastor de ovelhas. Então, Abel vai se conectar a Deus por meio da sua profissão.
Do mesmo jeito que Deus era pastor de ovelhas, vamos colocar assim, que Deus faz um sacrifício de animais, Abel vai dizer: "Esse é o caminho que eu quero paraa minha vida. Eu quero ser como Deus e eu vou aceitar o plano de Deus para nossa vida". Por quê?
Porque ele entendia que Deus estava irado contra o pecado, mas Deus mesmo proveria o sacrifício para libertar a humanidade do pecado. E não haveria como ser feliz livrando-se de Deus, como Caim imaginava. É interessante que esse essa esse aspecto apresentado pelo Gabriel, não é descendente e ascendente, ele expressa realmente a teologia.
Ou seja, em Caim, o sacrifício dele é para as em Abel é para descender. Um é a oferta para apaziguar, o outro é a dádiva que você recebe. Um representa o esforço humano ascendendo para agradar a Deus.
O outro representa simplesmente a recepção por causa de uma necessidade. Eu necessito. Deus prescreveu dessa forma.
Eu aceito e eu obedeço. E é interessante notar que ali no final da no último parágrafo dessa semana, White no livro Patriarcos Profetas, primeira sentença e e a segunda, Abel entendeu a oferecer aquele sacrifício os grandes princípios da redenção. Viu-se como um pecador e viu que o pecado e sua pena de morteavam da comunhão com Deus.
Uhum. Deus seja louvado. Que bção, né?
Estudar a palavra de Deus. Nós vamos fazer um breve intervalo. Não saia daí.
E o programa Lições da Bíblia volta já [Música] já. O que é céu ou inferno para as pessoas? Existe um lugar bom e um lugar ruim?
Para onde vamos quando morremos? Na revista Esperança, Céu ou Inferno, você encontrará respostas para todas as suas perguntas baseadas na Bíblia. Peça a sua gratuitamente pelo WhatsApp 12 [Música] 9824449.
Já estamos de volta agora para o segundo bloco do programa Lições da Bíblia. Deixa eu falar com você um recadinho do coração. Eu tive o privilégio de escrever uma revista aqui pra escola bíblica da Novo Tempo, que é a revista Céu ou Inferno.
E eu gostaria de oferecer essa revista a você, porque nessa revista nós tivemos a alegria de falar sobre o plano da salvação, que se resume na luta de Deus em nos salvar das garras da atuação de Satanás. Nessa revista você vai encontrar capítulos muito interessantes que compõem a história da redenção. Por exemplo, a primeira lição vai falar sobre o pecado.
Como é que o pecado entrou no mundo? Qual é o antídoto divino contra essa semente maligna que foi plantada no coração humano. Vamos falar também sobre o inferno, esse local, suposto local de eh da nação humana, né?
Ele existe, como é? Então, nós vamos falar disso, vamos falar sobre o sacrifício de Jesus em nosso lugar. Então, a teologia bíblica da substituição penal, assim chamada, né?
Como vamos entender isso, né? Como é a base da nossa salvação. Deus assumiu o nosso lugar.
E vamos ver nas escrituras como essa teologia é desenvolvida. O conceito da justificação pela fé. O que que é isso?
O que que é justificação pela fé? Vamos entender à luz da Bíblia, esse conceito profundo que expressa o plano da redenção. Vamos tratar do tema da fé na Bíblia.
Muita gente não sabe o que é fé. É uma palavrinha tão simples, mas as pessoas não entendem o significado profundo da fé e não podem eh exercê-la. Então, essa revista vai ensinar você a santificação, a glorificação, o evangelho eterno.
Olha, essa é uma expressão muito interessante. O que que é o evangelho eterno? Existem muitos evangelhos hoje, gente que diz tá pregando o evangelho, mas qual o evangelho eterno?
A salvação e o grande conflito e a salvação no santuário. Uma série de temas que vão ajudar você a entender eh o plano da redenção. Pastor Vinícius, eu entendi que preciso desse tema paraa minha vida, pra minha família, para entender o plano da redenção.
Então, faz o seguinte, para tudo agora e manda uma mensagem pro WhatsApp que tá aparecendo na sua tela. Você vai preencher, preencher um rápido, um cadastro bem rápido e nós vamos mandar sem custo nenhum essa revista que vai abençoar sua vida. É uma revista que nós escrevemos com coração para você.
Então, para tudo, manda o WhatsApp agora para você ter essa bênção na sua casa e na sua família. Pastor Nastrinio, eh no bloco anterior falamos sobre sacrifícios inúteis, que são sacrifícios que são oferecidos sem o verdadeiro significado, não é? Agora, eh, vamos falar sobre, eh, essa mecânica do sacrifício na antiga aliança, né?
Essa ideia de sangue, de touros e de bodes. Isso é uma coisa que a nossa percepção hoje parece bastante eh até cruel, né? Mas qual é a necessidade disso?
Eh, algumas pessoas que criticam principalmente o método de Deus em simbolizar o plano da redenção, eles dizem realmente que os sacrifícios eram muito cruéis e causavam muito impacto nas pessoas que assistiam. Mas isso para nossa época, porque naquela época, né, eles estavam acostumados, como eu já me referi no bloco anterior, a ver pagãos até mesmo aí sim era crueldade ao extremo oferecer filhos Uhum, ao deus Moloque, etc, etc. Então, para eles, isso não causava tanta versão.
Agora, o fato é, a crueldade é devido a se reportar que a morte do filho de Deus também foi muito cruel. Uhum. Muito injusta e muito impactante.
Então, era para sentir realmente que o verdadeiro cordeiro, ele seria fruto de uma crueldade humana tremenda. Era para ficar na mente. Por quê?
Porque o santuário e suas cerimônias é o plano divino didático para compreender o plano da salvação. Quer dizer, sem os sacrifícios, sem aquele impacto, aquele derramamento de sangue, isso ligando agora com profecias e suas alusões, não seria possível entender a morte do verdadeiro cordeiro depois. Então, Deus projetou um plano didático através do santuário, seus ritos, para entender o plano da salvação.
Eu morei numa determinada região do país em que era comum a gente ver nas esquinas animais. Eles ofereciam esses sacrifícios e eu cheguei a ver até sacrifícios de animais maiores, né, como bodes, que não é tão comum em todas as regiões, né? De fato, é muito estranho, mas há um elemento, né, comum nessas religiões e o cristianismo.
De fato, os sacrifícios eles são oferecidos para placar a divindade, a ira da divindade. Tanto no paganismo quanto no cristianismo, o Deus está irado contra os seres humanos e o sacrifício é para aplacar essa ira. A diferença entre o cristianismo e o paganismo, porém, é que no paganismo é o ser humano que provê o sacrifício para placar a ira da divindade.
Então, oferecem-se animais e, como você disse, às vezes até seres humanos são oferecidos. No cristianismo, no entanto, é Deus quem provê o próprio sacrifício que vai aplacar a sua ira. Isso tudo no santuário, essas esses rituais expressavam o sacrifício maior do filho de Deus quando Deus se torna ser humano e ele mesmo é oferecido pelo Pai no lugar da raça condenada para aplacar a ira dele mesmo, para que a sua lei possa ser cumprida e para que a justiça possa ser estabelecida.
Então, é aí que nós entendemos o conceito de evangelho de graça, em Deus oferecer-se a si mesmo em lugar do pecador. É por quê? Porque só complementando aqui essa parte do intuito, do objetivo do sacrifício, porque Deus é justiça, mas Deus é amor.
A ira de Deus é o juízo de Deus. A palavra para ira de Deus, como foi o trimestre passado, muito explanado aqui, né? Tem que ver com a justiça de Deus que deve ser aplacada.
Claro, satisfeita. A placada quer dizer satisfeita. Então, quando Cristo morre com o verdadeiro cordeiro, ele satisfaz a justiça, porque o salário do pecado é a morte, a ira de Deus.
E ele satisfaz o amor. Uhum. Que é outro atributo do caráter de Deus.
Exatamente. Que ele dá mais uma chance a todo pecador quando ele mesmo se oferece através do seu sangue. Agora, essa mecânica, né, do ritual da antiga aliança de animais, Gabriel, é realmente ela ela choca, né?
a nossa compreensão, né? Certa vez, Vinícius, eu tive a oportunidade de assistir a um vídeo de um sacrifício feito pelos samaritanos. Eles ainda hoje existem, são grupo pequeno e praticam sacrifícios.
Eh, e quando eu vi aquele ato sendo sendo feito ali, aquilo me impactou bastante. Um um cordeirinho inocente, vem o cutelo, eh, não vou dar não vou nem dar muitos detalhes e o sangue jorrando, você sai reflexivo daquilo. Agora, eu fico pensando eh na prática, porque a a todo o ritual do santuário ele é muito concreto.
O pecador vem arrependido, traz o cordeiro que não que não fez nada. O pecado é dele. Vai ali e oferece esse cordeiro daquela forma cruenta, dramática.
E e aquilo ali em si não tinha nenhum efeito, mas era um ato concreto que expressava fé no verdadeiro cordeiro que que viria e sofreria de forma também bastante cruenta pelo pelos injustos. Aí nós temos então um tipo que apontava para o antítipo. E esse é um aspecto que nós não podemos jamais eh nos esquecer, porque funcionava para os israelitas como uma mini profecia, assim como todo o restante do ritual do santuário, como o o Nastrini falou, eh era uma um elemento que tinha uma finalidade didática.
Eu eu gosto de fazer e comparar isso às professoras na classe com flanelógrafo, né? coloca lá as imagens que Deus anualmente durante a o o todo o ritual do santuário ensinava pro povo de Israel ali como ele ao longo da história lidaria com o problema do do pecado. É isso, né?
E aí, Wen? Eh, quando a gente vê as instruções de Deus, por exemplo, desde a estrutura como do sacrifício, em Êxodo 25 versos 8, 940, Deus diz assim: "Olha, cuide para fazer exatamente conforme lhe foi mostrado no monte". Era a instrução a Moisés.
E dentro dessa instrução vinham também sacrifício. Quando a gente vai para Hebreus capítulo 10, o versículo 4, por exemplo, diz que o sangue de bodes e touros, eles não podem banir o pecado, não pode levar o pecado para longe do pecador. Por quê?
Então, se eles não podem, por que que eles eram necessários diariamente? Primeiro, há uma instrução de Deus. Deus disse para Moisés: "Faça conforme lhe foi orientado".
Então, algumas instruções de Deus, por mais que nós obedeçamos e pratiquemos, Uhum. Não necessariamente nós vamos entender tudo. Então, precisamos obedecer.
Agora, dentro desse contexto, Gabriel mencionou, por exemplo, que não perdoavam, certo? Por quê? Porque eles tipificavam, eles apontavam algo maior, algo central.
Por que que foi válida a morte de Jesus? Como é que nós vimos isso como sombra no cordeiro? Um cordeiro para ser oferecido, ele tinha que ser sem mancha, sem mácula, sem defeito, porque ele apontava para o sacrifício perfeito do próprio criador, que era Jesus, que é apontado em Colossenses, em outros textos, como criador de todas as coisas.
O criador como sacrifício perfeito vem como dádiva perfeita. Mas para que ele oferecesse um sacrifício perfeito, ali não está falando de perfeição física, tá apontando para perfeição de caráter. O que era a perfeição de caráter de Jesus?
A sua obediência perfeita à lei. Então, antes de se fazer sacrifício, ele tinha que construir o próprio caráter com obediência à lei de Deus. Se ele pecasse, ele estaria inabilitado para ser o sacrifício.
Então eu costumo dizer assim: "Com a sua obediência, ele comprou o direito de morrer como sacrifício perfeito. Com a sua morte perfeita, ele comprou o direito de ressuscitar e ser o nosso sumo sacerdote, interceder por nós. " Por que que os sacrifícios eram necessários?
Por causa do constante cometimento de pecado do povo de Deus. é o mesmo hoje. Só que ao invés de olharmos para o sacrifício do passado em termos de, aliás, para o futuro, ah, ele vai vir, vai vir o cordeiro, nós olhamos para o passado.
Jesus já veio, ele morreu uma vez por todas. Ele é o sacrifício perfeito. E esse sacrifício perfeito, por causa do da minha natureza, do meu cometimento de pecado, eu olho para Jesus e quando eu vou a Deus com fé, Deus não sai para arrumar uma solução ou um sacrifício perfeito.
O próprio sacrifício perfeito está dentro do santuário e por isso ele invalida os sacrifícios de podes e touros. porque ele é o antítipo, ou seja, aquele que existe desde sempre. É a propiciação perfeita para nossa redenção.
É, eu creio que aqui há uma parte bastante importante no final eh desse sangue de touros e bodes, que é o véu do templo que se rasga, né? Uhum. De alto a baixo.
Eh, isso foi exatamente quando Cristo deu o último brado na cruz. E era a hora do sacrifício da tarde, que lembra que era um cordeirinho cerca de 9 horas da manhã e outro cordeirinho às 3 da tarde. E Jesus lá na cruz tá dando paz, tá consumado.
E como algo assim sobrenatural, o sacerdote está para emolar o cordeiro lá no templo e então o vé se rasga de alto a baixo, significando que não precisava mais aquele sacrifício. E o livro Desejado todas as nações menciona que o cordeiro escapa-lhe das mãos e não foi sacrificado. E ele era amarrado.
Exatamente. Para o sacrifício e escapa, escapa ali das mãos, não é? Então aquilo ali foi a demonstração divina de que o sacrifício verdadeiro, o antítipo, estava sendo aceito agora pelo verdadeiro cordeiro.
O livro de Hebreus foi pelo verdadeiro cordeiro. Isso. O livro de Hebreus foi escrito exatamente para que os cristãos hebreus eh tivessem essa ideia de que os sacrifícios do ritual da antiga aliança estavam cumpridos em Cristo e que eles podiam agora adentrar uma realidade superior.
É por isso que a palavra superior, melhor, aparece fatamente no livro de Hebreus, porque eles querem o o autor de Hebreus, o apóstolo Paulo, quer ensinar que a nova aliança ela é superior à antiga. Não que a aliança antiga ela fosse ruim em si mesma, é que ela tinha prazo de validade. Exato.
Ela estava eh foi estabelecida, instituída para apontar para a realidade superior. Eu gosto da comparação de que a antiga aliança, essa que era com o sacrifício de animais, era como um jovem que namora uma jovem à distância. Ele não a conhece, ele só tem uma foto dela.
Então, enquanto ele olha pra foto, ele pensa nela, ele pensa no encontro que ele vai ter com ela. Ele deseja um encontro com ela e eles vão trocando cartas à medida que o tempo vai passando. Uhum.
Eh, e o dia que eles se encontrarem, a foto perderia a utilidade, porque ele teria ela, que ela é a realidade, a foto apenas apontar para ela, a sombra. Os cristãos hebreus, por outro lado, aqui, destinatários dessa carta, eh, eles estão fazendo uma coisa estranha. Eles estão preferindo ficar com a foto e desprezando a noiva.
Não é? Então o apóstolo tá dizendo: "Olha, se é muito melhor você ter a noiva. A noiva é Cristo, ela já chegou.
Vocês estão preferindo ficar com a foto". Então, chegou o dia do encontro, eles olharam pra foto e pra noiva e disseram: "Não, vou ficar com a foto, esquece a noiva. " Então, isso é um problema gravíssimo, né?
Eu vi o pastor Reinaldo Siqueira fazendo essa ilustração, achei eh muito significativa. Então, os sacrifícios eles tinham apenas essa papel de apontar para a realidade superior. Era só a foto.
E não dá para ficar com a foto quando a gente tem a realidade, né? Era a sombra e a realidade, né? É interessante notar também que essa relação da antiga e nova aliança é que quando nós eh vamos aos aos autores do Novo Testamento, eles falam conscientes de que os últimos dias já haviam chegado.
Por quê? Nós acabei de falar um agora a pouco que o os sacrifícios eram mini profecias. No momento em que Cristo morre na cruz e começa a dar dar início, colocar a máquina do santuário celestial para funcionar e a ele começa já a apontar para o fim.
Uhum. Por isso os últimos dias se iniciava a morte de Cristo na cruz de certa forma também é um evento escatológico. Ela inaugura todos os eventos finais.
Então esse é um fator importante e também não podemos esquecer que Cristo ele foi também o cordeiro pascoal. Ele morreu na Páscoa. E a Páscoa, eh, no contexto do êxodo, ela tem um significado profundo.
O povo foi liberto do cativeiro egípcio e analogamente, de forma nós também somos libertos do cativeiro do pecado, que é comandado também pelo tirano Satanás. Uhum. Então, percebemos que o o a ideia do cordeiro do sacrifício, ela ela é polissemântica.
Ela ela é uma imagem com muitos significados belos e profundos que exemplificam para nós como Deus tem atuado em nossa redenção. Jesus eh ao morrer na cruz se tornou eh o substituto da humanidade. Por isso ele encarna aqui com a natureza plena do ser humano, aquela que Adão tinha antes da queda, para exatamente substituir Adão em sua realidade para assim assumir a posição de Adão e ser o nosso pleno representante.
Esse é o sacrifício que Deus fez em Cristo para nos salvar. É maravilhoso saber que temos isso à nossa disposição como oferta de graça. A gente vai fazer um breve intervalo, não saia daí.
O programa Lições da Bíblia volta já [Música] já. Já estamos de volta agora para o último bloco do programa Lições da Bíblia de hoje. Você sabe a importância de ter o nosso guia de estudos.
já fez a sua assinatura, você já comprou a sua lição de forma vulsa. Você não pode perder essa bênção. A lição é Deus falando com você todo dia, uma porção das escrituras, um entendimento teológico para aquecer seu coração e preencher sua mente com conteúdo divino.
É para isso que existe esse guia de estudos. Pastor Vinícius, eu preciso, então não perca tempo, vá a cp. com.
br e adquira já o seu guia de estudos. Eh, bastonastrino, vamos continuar falando aqui. Jesus é o nosso cordeiro pascal.
Ele morreu em nosso lugar e em sua morte libertou-nos da escravidão do Egito. Esse é um ponto fundamental aqui no tema dessa semana, porque na realidade a palavra Páscoa em português não tem muito sentido, mas ela no inglês tem um sentido bem melhor até que no hebraico. Uhum.
Porque em inglês é Passover. né? E o passo over passar sobre.
Então, da mesma forma que o sangue do cordeiro espargido no umbral da porta da casa de cada judeu ou hebreu, o libertou, porque o anjo passou sobre pass over, passou sobre aquela casa e não feriu o primogênito de morte. Da mesma forma, Cristo, o cordeiro real, quando vem, ele então nos tira do Egito do pecado, que é esse mundo, e nós passamos sobre esse mundo de pecado através do seu sangue. Somos libertos para a Canaã, não terrestre, mas celestial.
Excelente. Excelente. Eh, explanação, né?
Eh, vamos seguir aqui na lição de quarta-feira. E aqui nós encontramos o Jesus. no templo.
Eh, nós sabemos que Salomão construiu o primeiro templo em Jerusalém. Foi um templo glorioso. Nesse templo havia a presença da arca da aliança, trono de Deus, o símbolo do trono de Deus na terra.
Mas esse tempo foi destruído posteriormente pelos babilônios, né? né? O tempo foi queimado, os utensílios foram levados eh para a Babilônia e a arca de Deus foi escondida e não se achou a arca eh arca da aliança.
Mas depois de 70 anos, o povo regressou para Jerusalém e lá eles reconstruíram a cidade e o templo. E o profeta Geu disse que esse tempo segundo, embora menor, embora menos glorioso, ele seria eh ele seria mais importante, porque nele haveria de aparecer o desejado de todas as nações, né? Quais são as suas impressões a respeito dessa temática importante?
Existem pelo menos alguns aspectos que nós podemos pontuar. Um deles é o que você mencionou, não é? A presença da arca fisicamente não estava ali.
Ela havia sido escondida por homens fiéis, tementes a Deus por conta do pecado, né? Então ele temia que a arca fosse tocada novamente. A arca ela era realmente o lugar onde Deus fazia a sua aparição dentro do lugar santíssimo, especialmente para descontaminação, para limpeza do santuário no 10º dia do so mês.
Ela representava a justiça de Deus. Ela representava o seu amor e ela representava também a liderança que Deus estabelecia ali, não é? Na vara de Arão, que havia florescido, porções do maná, etc.
, como Deus sustentava seu povo. O outro aspecto é que Jesus se faria presente no segundo templo, não no primeiro. Então veja, a glória que a Geu, ela se dava não uma construção gigantesca, bela, com uma arquitetura indescritível, não é?
Eh, alguns dizem que o templo de Salomão, por exemplo, até com com a luz do do castiçal, quando Deus se fazia presente, o sumo sacerdote via nos reflexos das paredes de ouro a glória de Deus e ele ele não podia se conter, a não ser por causa da misericórdia de Deus. Ele sobrevia. Ah, em Jesus já era um templo diferente.
Jesus não era visto de longe. As pessoas viam beleza, formosura, alguém que se destacava. Jesus era visto como homem comum, porque ele estava revestido com a humanidade.
Então, ele era reconhecido como um ser humano qualquer, OK? Mas a glória dele, como Deus estava presente aí, muito mais glorioso do que os mandamentos que estavam dentro da arca da aliança, porque ele era o autor daquilo tudo, ele era o criador de tudo, ele é que havia estabelecido toda a economia judaica e agora ele se fazia presente, velado pelo corpo humano, mas ele estava presente e isso era o que emprestava a glória ao segundo templo. Segundo aspecto, Jesus disse para aqueles que o julgavam: "Destruam esse templo e eu o reconstruirei em três dias".
Ele tava referindo-se a si mesmo. Eles iriam matá-lo. Ele estava prevendo a sua morte, mas ele reconstruiria aquele templo que eles estariam destruindo, referindo-se à sua ressurreição para trazer esperança.
Então, essa glória do primeiro templo que era suplantada pela glória do segundo templo era nada mais nada menos do que o cumprimento da promessa de Deus que deu a sua palavra, que ele enviaria o substituto perfeito para se fazer o sacrifício pelos pecados dos homens. É muito significativo que esse templo, embora glorioso pela presença de Cristo, também foi destruído posteriormente no ano 70 da nossa era. O que deixa muito claro que a religião da antiga aliança, ela não poderia mais continuar.
E o livro de Hebreus, como a gente mencionou no bloco anterior, ele apresenta a existência de um santuário no céu, que não foi erigido e construído por mãos humanas, mas pelo próprio Deus. um templo superior, um templo superior, onde a nova aliança é administrada, onde Deus coordena a história da salvação, onde a mesma lei de Deus eterna e imutável, ela é ela é eh estabelecida como a constituição do governo de Deus. E é para lá que todos nós somos direcionados pela fé.
Esse é o verdadeiro tempo glorioso no qual Jesus entrou no ano 31 da nossa era, inaugurou o seu governo sacerdotal e de onde ele virá em breve para nos buscar, né? Uhum. E o é o próprio Jesus que é o próprio templo como colocou, né?
e ao sacerdócio superior, num santuário superior. Agora, eu só queria fazer um destaque aqui que é o problema das especulações quanto à arca, né? Eh, nós temos aí uma série de eh influenciadores que estão aí em busca da arca perdida e até alguns deles já colocaram que acharam parte dessa arca, né?
Nós precisamos tomar cuidado com isso, né? de maneira geral pros membros e pros nossos telespectadores, né? Porque a arca foi escondida, como colocou o Erley aqui, por época da destruição da cidade de Jerusalém pelos babilônicos, certo?
Então, homens piedosos esconderam a arca e Deus não revelou. Nem na Bíblia, tão poucos escritos de White mencionam onde está essa arca. Nós não sabemos.
Então, cuidaram um pouco essas especulações em busca da arca perdida, etc. Tem muitos eh vídeos por aí, né, e posts. Eh, outro dia diz que acharam a carruagem do faraó, né, no fundo do Mar Vermelho.
Então, isso são especulações, né? Aham. Verdade.
E aí, Gabriel? É interessante também ressaltar ali já na lição de quinta, eh, nós temos um assunto que sempre me instigou, né? Eh, lá em Isaías, no capítulo 6, no, por ocasião do seu chamamento, que estava sendo recrutado pro ministério, para o ministério, Deus deu uma visão do templo celestial.
E aquilo que nós vemos ali é algo grandioso. Eh, Isaías viu querubins, viu o Senhor em seu trono, viu o santuário de forma geral. E esses querubins diziam: "Santo, santo, santo".
É curioso o fato de serem a palavra ser santo ser mencionada três vezes, né? Talvez porque seja Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Mas o importante também é anotar que essa visão que Deus concedeu Isaías, ela tinha uma finalidade.
Por contraste mostrar quem Isaías era, qual era a altura da missão, com quem ele estava trabalhando. Então, Deus precisava dar um choque de realidade no profeta. E ele o deu fazendo o quê?
Concedendo uma visão do santuário celestial. e visões parecidas apareceram em outros locais na Bíblia. Por exemplo, Ezequiel teve uma visão semelhante.
João no capítulo quatro de de Apocalipse também e ali no versículo oito, o os seres que estão ao redor do trono também falam santo, santo, santo, demonstrando o quanto realmente Deus é santo e digno. Porque ali no versículo 11, ele é santo e digno de toda honra, glória, por quê? criastes todas as coisas.
E por isso também, porque Cristo é o cordeiro que foi morto, ele é digno também de abrir o o livro. O livro. É interessante que ambos, João, Isaías e outros, como você mencionou, eles tiveram o privilégio, foram poucos que tiveram o privilégio de ver o trono, né, do regente do universo, do governador das nações cósmicas, né, mas três também se sentiram indignos.
Esse era o objetivo, né? Você vai depender de mim para ser o meu proclamador, o meu profeta. Então você precisa esvaziar-se, sentir-se indigno e ver a minha glória, a minha grandeza para então depender de mim com meu poder.
É interessante que o Gabriel mencionou também a questão da criação, né? A criação ou o poder de Deus como criador faz de Deus o nosso dono. Uhum.
duplamente, um pela criação, um pela redenção. Quem criou foi o autor da vida e também quem criou foi o cordeiro perfeito que redimiu. É a mesma pessoa colocada na Bíblia.
Então Jesus, ele é nosso Senhor, porque ele é o nosso criador. Ele é o nosso Senhor também, porque ele, além de criador, é o nosso redentor, não é? E nesse contraste, quando Isaías vê, ele então contrasta a santidade de Deus com a pecaminosidade humana, o que gera nele a insignificância humana e a inabilidade de ser um mensageiro.
Deus então diz para ele que ele deve ir, quem irá? E ele então se propõe a ir e fazer aquilo que Deus espera dele, porque ele vê esse contraste. E interessante que esse contraste, o o fato de Isaías graciosamente ter sido colocado no lugar dele, também o permitiu desenvolver um sentimento de dependência, esvaziar-se da sua autossuficiência.
A visão do templo, tanto do profeta Isaías quanto do profeta João, eh elas representam também eh a nossa realidade. Veja bem, nós acreditamos que a Bíblia tenha a doutrina do santuário, do santuário celestial. E associada a essa doutrina, a doutrina do juízo investigativo que se processa no santuário celestial.
Nós derivamos essa crença das Escrituras, em especial do livro de Hebreus já mencionado aqui, no qual o apóstolo Paulo nos convida a entrar no santuário celestial pela fé. Uhum. Para quê?
Para termos a visão semelhante que Isaías e João tiveram. Quando você vai ao santíssimo pela fé, o apóstolo Paulo diz: "Par além do véu, que que você enxerga lá? " "Pelo novo e vivo caminho, né?
pelo novo vivo caminho que Cristo abriu, você enxerga o que lá? Você enxerga Jesus. E que que Jesus está fazendo no santuário celestial?
Ele está intercedendo pelo seu povo. Então, quando você entra diante dessa glória pela fé, você reconhece que você é pecador. Ninguém vai ao santuário de Deus pela fé, achando que é o tal.
Ele vê a glória de Deus e ele é aterrado diante dessa da magnificência da gloriosa de Deus. E ele enxerga o quê? Ele enxerga a justiça de Deus, a sua santidade, mas enxerga a graça misericordiosa de Cristo, que se interpõe entre nós, pecadores, indignos, e a glória e a santidade do Deus Pai.
E nós somos envolvidos, propiciados, amados, aceitos, justificados e santificados e batizados com o Espírito Santo. Isto que nós temos no santuário celestial. É por isso que nós somos convidados a ir para lá para essa nova realidade, a realidade superior que Jesus inaugurou com seu sacrifício.
Esse convite maravilhoso de Jesus para entrarmos em seu santuário e vivermos a plenitude da aliança está na Bíblia. E se está na Bíblia é bom para você. Eu te espero na próxima semana.
Que Deus te abençoe muito. Um forte abraço e até lá. M.