Olá pessoal continuando aí então a gente vai continuar conversando sobre os processos de envelhecimento né o módulo nove e agora com o roteiro dois tá nesse roteiro dois nós vamos conversar um pouquinho a respeito das alterações pelo qual passa o sistema respiratório mas antes priamente de conversar sobre o sistema respiratório eu quero falar um pouquinho com vocês a respeito da degenerações a gente tá né nesse módulo nove preparando vocês para eh ingressar aí nas patologias né Vocês sabem que o módulo 10 é um módulo totalmente voltada para eh a istologia de tumores para eh processo
tumoral né a formação dos processos tumorais e para que vocês entendam eh o a istologia dos tumores é muito importante que vocês conheçam né Eh os tipos de alterações patológicas iniciais pelo qual as células passam então por isso que os roteiros estão aí com alguns tópicos importantes de Patologia né Pessoal vocês sabem que a gente começou a estudar patologia lá no módulo c então vocês se recordam que dei uma conferência para vocês sobre introdução à Patologia e lá eu já falei a respeito de lesão né né já falei também de morte celular de necrose de
apoptose e agora a gente tá conhecendo outros tipos né de lesões outros tipos de ocorrências patológicas e esse roteiro dois então queria conversar um pouco com ah com vocês a respeito dos processos degenerativos né as degenerações Então isso é muito importante pessoal porque lá no módulo 10 a gente vai precisar desses conceitos e a gente não não tem tempo para discutir Então por issso que tô aproveitando esse módulo nove já pra gente discutir algumas dessas situações Tá então vamos lá vamos falar um pouquinho de degeneração degeneração é um tipo de alteração morfológica pelo qual passa
a célula eh geralmente né Essa alteração morfológica ela ocorre né Por causa de alguma alteração bioquímica que a célula passa primeiro então antes ela tem uma altera a bioquímica e isso Vai resultar numa alteração morfológica dela geralmente né o quando a gente chama de degeneração quer dizer que um processo esse processo é reversível ou seja se a gente eliminar a causa a célula volta a ser uma célula normal porque se não for reversível ela vai evoluir pra morte aí a gente já tem a situação de necrose Ok então por definição degeneração é uma lesão reversível
e ela é secundária a uma alteração bioquímica que aconteceu antes né então antes houve uma alteração bioquímica E aí levou a uma lesão e geralmente essa lesão ela provoca o acúmulo de substância no interior dessa célula Tá então esse acúmulo de substância ele vai ter uma característica morfológica que permite né na microscopia a gente identificar tá então normalmente acontece o depósito de substâncias que se acumulam ali no interior das células e isso confere essa morfologia da lesão então ess aqui são os tipos de degeneração que existem né a degeneração por acúmulo de água e também
por eletrólitos que é chamado de degeneração hidrópica a degeneração pelo acúmulo de proteínas que são a degeneração ialina e a degeneração mucoide vou falar de todas elas tá a degeneração por acúmulo de lipídios que é a esteatose e as lipidoses e a degeneração por acúmulo de carboidratos né então Eh normalmente as glicogenoses e as mucopolissacaridoses Tá então vamos começar aí pela degeneração hidrópica que como vocês já viram é a degener ação por acúmulo de água e de eletrólitos no interior da célula tá então eh ocorre aí algum tipo de lesão algum tipo de problema na
célula ela sofre uma alteração e isso resulta no depósito de água e de eletrólitos no interior da célula então a célula fica com essa característica que vocês estão vendo o citoplasma bem vacuolizado né núcleo pequeno e o citoplasma bem cheio de vulos Então esse vá é por causa do acúmulo de água aí no interior eh o que provoca essa alteração hidrópica normalmente né Eh a alteração hidrópica ela vai interferir na produção e no consumo de ATP né que é energia ela vai interferir na integridade da membrana que a membrana pode Em algum momento Se romper
e ela vai modificar a atividade das moléculas da bomba eletrolítica né seje dos canais iônicos que permite a massagem de substâncias tá normalmente ela é provocada pelos seguintes fatores a hipóxia Ou seja a diminuição da quantidade de oxigênio que tá chegando nessa célula eh a presença de inibidores da cadeia respiratória então algum tipo de inibidor da cadeia agentes tóxicos para as mitocôndrias né Então ela tá envolvida aí com eh a respiração celular então esses agentes que se provoca uma mitocôndria vai interferir na respiração celular a hipertermia Ou seja a febre né e a presença de
toxinas Então essas são as principais causas desse tipo de degeneração e ela vai levar uma retenção de sódio uma redução Na quantidade de potássio no interior da célula e consequentemente um aumento da pressão osmótica intracelular claro né Vai juntar água dentro da célula vai uma um aumento da pressão osmótica de dentro do citoplasma para fora tá aí os aspectos morfológicos provocados pela degeneração hidrópica e macroscopicamente como vocês estão vendo aqui por exemplo né um pedaço aí do fígado eh vocês vão ver que o órgão ele pode aumentar de tamanho né aumento de peso e de
volume e a coloração vai ficando mais pálida essa coloração pálida porque o aumento na quantidade de água leva a uma compressão dos capilares O que diminui a irrigação sanguínea então ele fica branco desse jeito clarinho né microscopicamente a gente diz que a célula ela fica tum feita tumefação significa a célula fica globosa inchada né Eh o citoplasma ele fica granuloso e acidófilo ou seja tem uma afinidade maior pelo corante eusina né na coloração de hematox e euzin o citoplasma tem pequenos vacula que são nitidamente diferente de vacúo lipídico como a gente vai ver mais para
frente tá podem ocorrer também grandes vacúolos que a gente chama de baloni Formes no caso do fígado que é esse órgão que vocês estão vendo esbranquiçado aqui vai formar o que a gente chama de hepatócito bal uniforme que é o hepatócito em forma de balão né porque ele fica muito inchado muito globoso eh normalmente a degeneração hidrópica ela é facilmente resolvida assim que tira a a o a causa dele né e normalmente não traz consequências funcionais mais sérias Ok bom aí o segundo tipo de degeneração que é o degeneração por acúmulo de proteínas no caso
aí ação ialina e a degeneração mucoide vamos ver no caso da degeneração ialina né a degeneração ialina ela tem leva ao acúmulo de um material proteico eh que se deposita no interior do citoplasma celular esse material proteico né Tá ocorrendo algum tipo de lesão aí e esse material de origem proteica ele se deposita e ele cora né positivamente com eusina por isso ele fica bem acidófilo normalmente essa essa substância proteica provoca uma estrutura filamentosa proteica que se condensa e forma um corpúsculo hialino que é chamado de corpúsculo hialino de malor esse termo hialino né ele
ocorre né a gente usa esse termo porque no tecido sem coloração ele é esbranquiçado e todo o tecido esbranquiçado tem essa coloração eosinofílica em he tá esse tipo de corpúsculo hialino ele é muito comum por exemplo dentro dos hepatócitos de indivíduos que são alcoólicos crônicos né Ou seja que tem aí alto consumo de álcool no caso esse filamento proteico é um filamento de ceratina né e mais associado aí a proteínas do citoesqueleto então normalmente a gente vai ver um pregueamento né do citoesqueleto no interior do citoplasma que é isso aqui isso é um pregueamento aí
do do citoesqueleto e esse material hialino depois ele se deposita na periferia nuclear a degeneração mucoide é a hiperprodução de muco pela células que normalmente já secretam muco né Aqui nós temos um caso de de uma célula chamada célula em anel de cete né Então essa célula ela é Ela forma como se fosse um anelzinho na periferia vocês estão vendo aqui parece uma pedrinha de anel né por isso anel de Sinete E por que que acontece isso porque essa célula é uma célula produtora de mulco Então ela leva uma hiperprodução do muco e o muco
comprime o núcleo da célula contra parede então fica um grande vacula de muco dentro da célula O que leva a compressão do núcleo para Periferia Então isso é muito comum em células epiteliais produtoras de muco como por exemplo as células da superfície das fossetas gástricas né na superfície do estômago então vocês lembram que a superfície do estômago ela é toda cheia de células secretoras de muco né E aí po pode acontecer por determinados motivos aí uma eh uma lesão uma um processo inflamatório dessa mucosa que vai levar à ocorrência dessas células em anéis de cete
esse tipo celular ele pode ser só uma degeneração Mas ele é muito comum também no câncer gástrico né que é o câncer de estômago então por exemplo lá na no módulo 10 que eu tava falando no começo da nossa aula eh Quando vocês forem estudar o carcinoma gástrico vocês vão encontrar essa célula de anel de Sinete né então ela pode ser só uma lesão transitória né uma degeneração mas ela pode ser também um sinal de alguma coisa mais grave né Mas se não tiver um um carcinoma um tumor nada disso essa célula pode voltar ao
normal assim que o motivo da lesão for retirado aqui mais umas imagens né da célula em anel de então a o núcleo bem achatado ali no cantinho aqui o terceiro tipo a degeneração por acúmulo de lipídios né as mais comuns são as steatose e as lipidoses vamos ver a diferença entre elas a esteatose ela é uma ocorrência devido ao acúmulo de gordura neutra ou seja os triglicerídeos você sabe que os triglicerídeos é o principal lipídio de reserva aí né energética do nosso organismo né e o fígado né é um o o local aí onde a
ocorre a maior produção né e acúmulo desses triglicerídeos então a esteatose significa um aumento um acúmulo dessas gorduras neutras nas células hepáticas ou seja nos hepatócitos tá então o que vocês estão vendo aqui é uma grande gota de gordura né que está é ocupando o citoplasma do hepatócito então o hepatócito Ao invés dele tá normal com aquele um núcleo ou dois núcleos todo cheio de de atividade ele passa a acumular essa gordura neutra Então essa gordura eh ela passa a ocupar boa parte do citoplasma do hepatócito então vocês estão vendo aí uma gota gigante de
gordura ou gotas menores de gordura que vão eh provocar o que a gente chama de fígado gorduroso né que é o fígado eh esteatósica gordura no fígado porém né isso pode ser reversível quer dizer se o indivíduo ele eh fizer uma dieta né Eh começar a controlar o consumo de gordura isso pode ter um retorno né sará né e ficar curado desse problema microscopicamente há um acúmulo de vesículas ou glóbulos no citoplasma do hepatócito e o hepatócito ele passa a conter Então essa vesícula de gordura então aqui uma vesícula Grande grande né E daqui vesículas
na seta preta vesículas um pouco menores as lipidoses são acúmulos de gordura também mas ele acumula lipídios que não são triglicerídeos né é por exemplo um caso de acúmulo de colesterol e aí a situação é um pouco mais complicada né porque normalmente o colesterol eh vocês sabem que o colesterol ele é transportado né através de uma de uma lipoproteína né pelas pelas veias pelas artérias Então essas veias essas artérias elas podem sofrer um depósito desse colesterol então a lipidose ela nada mais é do que o depósito de colesterol na parede das eh das artérias e
das veias né dos vasos sanguíneos E aí provoca o que a gente chama de aterosclerose Então essa imagem que vocês estão vendo aqui né Vocês estão vendo o depósito de uma gordura amarelada aí na parede né de uma artéria da artéria horta né então tem uma placa de ateroma aí então isso é uma aterosclerose da aorta Tá certo e o depósito desse lipídio é claro pode interferir na passagem sanguínea podendo até em algum momento obstruir completamente a passagem do sangue tá então essa formação de placas de ateroma é inclusive muito comum eh com o processo
de envelhecimento tá e aqui a o quarto tipo de degeneração que é a degeneração por acúmulo de carboidratos as glicogenoses e muco polisacaridos que normalmente não deveriam ser um problema né uma vez que acúmulo de glicogênio não deveria ser um problema mas geralmente ele é resultado de um uma alteração que pode ser uma alteração genética por exemplo então aqui um caso de glicogenose é o acúmulo de glicogênio nas células do fígado pode acumular também nas células renais no músculo esquelético e também no coração então como eu falei a o depósito de glicogênio em hepatócitos em
células do fígado não deveria ser um problema né visto que o nosso fígado ele tem mesmo essa função de acumular glicogênio Mas aí o glicogênio ele acaba se acumulando em órgãos aonde ele pode provocar algum tipo de problema algum tipo de sequela eh Como por exemplo o coração e mesmo nas células renais nos rins Geralmente as glicogenoses É um tipo tem um tipo de deficiência de enzimas que degradam um glicogênio e isso é uma doença genética Então isso é um problema né porque se a a o indivíduo ele não tem a enzima que quebra glicogênio
no momento em que né No momento do metabolismo dele que ele precisar quebrar glicogênio para para produzir glicose né tá precisando de glicose ele não vai ter né não vai fazer essa quebra do glicogênio para produzir glicose então aí Isso sim é um problema E no caso as mucopolissacaridoses é um acúmulo anormal dos chamados poliglicosídeo por causa de problemas de enzima que fazem a quebra que fazem a produção dessas substâncias e podem também ser provocadas por doenças de depósito lisossômico ou seja lisossomos que não conseguem fazer a digestão a quebra dessas substâncias Então nesse caso
também tem uma doença genética envolvida que pode levar a problemas mais sérios o acúmulo normal né de poliglicosídeo canos pode ser em decorrência aí de lisossomo que não consegue digerir moléculas muito grandes né Eh geralmente essas moléculas são asos glicosaminoglicanas que são os gags né que são responsáveis pela lubrificação e união entre os tecidos então como eu falei são substâncias são proteínas que participam ali na formação da substância eh que preenche os espaços entre as nossas células ou seja os tecidos conjuntivos né Essas partículas quando elas não são quebradas elas vão se acumular no lisossomo
e vão fazer as células crescerem né Por causa desse acúmulo então aí o o as degenerações tá E aí a gente vem paraa continuação do roteiro dois para revisar Quais são as alterações eh morfológicas que acontecem nos pulmões em decorrência do processo de envelhecimento e também fazer uma revisão Zinha rápida aí da istologia dos pulmões tá eh com o envelhecimento existem aí alguns fatores que agravam né Eh o envelhecimento do sistema respiratório Então os processos aí que normalmente agravam esse envelhecimento do sistema respiratório são o tabagismo fumar né o ato de fumar a poluição ambiental
a exposição ocupacional então a pessoa que que trabalha num ambiente eh cheio de resíduos que podem chegar aos pulmões e outras doenças pulmonares as principais alterações aí do sistema respiratório é a redução da elasticidade pulmonar Então vai diminuir a eficiência das fibras elásticas consequentemente se diminuir a a elasticidade pulmonar vai haver um enrijecimento da parede torácica né com isso há uma redução da potência motora e muscular dos pulmões né então vai diminuir essa capacidade respiratória eh Há uma portanto uma redução do Peso pulmonar em cerca de 21% vai ocorrer um estreitamento dos bronquíolos um achatamento
dos sacos alveolares e uma ocorrência de hipercifose torácica né que é aquela acentuação da curvatura torácica normal Então tudo isso aí é acentuado no processo de envelhecimento e que pode ser agravado de acordo com os hábitos ou com as situações ambientais que o indivíduo vive histologicamente aí uma revisão né da lâmina histológica de pulmão e hum para vocês estudarem aí um pouquinho da lâmina de enfisema pulmonar sendo que o enfisema pulmonar é comum é uma a ocorrência comum em indivíduos em processo de envelhecimento então para revisar a lâmina de pulmão eu coloquei algumas imagens tá
não coloquei muitas só pra gente fazer uma revisão rápida depois vocês podem revisar essa lâmina né Então essa é a visão geral de uma lâmina eh dos alvéolos pulmonares isso é bem importante porque muitas alterações patológicas leva a uma perda desse padrão alveolar inclusive em fizem pulmonar que a gente vai ver daqui a pouco né então esses são os alvéolos pulmonares tá então nós temos aqui um saco alveolar com vários alvéolos na parede desse saco alveolar aqui um bronquíolo respiratório que tá se abrindo nos alvéolos né Aqui tem outro então aquele bronquíolo mais estreitinho dos
bronquíolos que é aquele que se abre nos alvéolos pulmonares aqui um brônquio tá vamos lembrar que a diferença entre brônquio e bronquíolo a diferença histológica mais importante é que na parede do bronquio a gente encontra cartilagem essa cartilagem é uma cartilagem do tipo ialina tá e vamos lembrar que a luz do bronquio ela é revestida por um epitélio né um epitélio de revestimento esse epitélio de revestimento ele é do tipo pseudo estratificado nos brônquios eh principais e também nos bronquios lobares tá então o bronquio principal e o bronquio lobar ele é extra alveol ou seja
ele tá fora do pulmão então ele é pseudo estratificado o epitélio de revestimento depois a gente tem o bronquio interlobular que é aquele que tá entre os alvéolos né esse brônquio ele já tem um epitélio cilíndrico simples ciliado e aí né os brônquios eles vão começar cilíndrico simples ciliado e vão diminuindo a altura das suas células até os bronquios os menores brônquios os bronquios mais estreitos mais fininhos vão ter já um um epitélio que se parece com o epitélio cúbico ainda ciliado tá mas ele vai diminuindo de altura tá o bronquíolo ele não tem então
esses ess esses anéis cartilaginosos a sua volta e o epitélio de revestimento dele geralmente é cúbico né cúbico simples só essa estrutura que tá aqui embaixo do bronquio é uma artéria tá essa é uma artéria muscular que é eh uma artéria cuja parede é formada por musculatura Lisa tá então isso aqui é uma artéria uma artéria bem grande inclusive aqui um detalhe pido os septos alveolares então isso aqui é um alvéolo esse aqui é outro e entre um alvéolo e outro a gente tem o septo alveolar no septo alveolar a gente tem fibras elásticas de
tecido conjuntivo que inclusive dá para ver aí no meio das células né E nós temos dois tipos celulares o pneum mó do tipo um que é essa célula bem que tem um núcleo bem achatadinho isso aqui é um pneu mó tipo um tá isso aqui também então tem núcleo bem achatados no cepto a gente tem também os capilares sanguíneos por exemplo aqui no cantinho a gente tem um capilar né Tem uma célula endotelial aqui do capilar tá aqui também tem outro capilar ó tá então também faz parte aí do septo o capilar então o capilar
o pneum mó do tipo um e O pneumo Tipo dois né pneumo do tipo dois é aquela célula que Secreta o surf an e ela é tem um núcleo esférico né e o citoplasma bem acidófilo ela é bem diferente do pneu Boss tipo um e aqui dentro do alvéolo a gente tem a famosa célula de poeira né que é o macrófago intraalveolar a diferença do macrófago para as outras células é que ele não está no cpto alveolar ele está dentro do alvéolo tá então aí dá para ver claramente que essa célula está dentro do alvéolo
e não na parede do cepto por isso a certeza de que ele é um macrófago ok então aí o pneum tipo dois né o macrófago pneum tipo um núcleo achatadinho aí pneumo tipo um ok e aqui a pleura né a pleura é uma membrana cerosa que reveste o pulmão no caso a pleura ela tem duas membranas né duas lâminas a pleura al que tá colada no pulmão e a pleura parietal que tá colada na caixa torácica no caso tanto a pleura visceral quanto parietal são cerosas Por que que ela é uma cerosa porque ela tem
tecido conjuntivo eh delimitado por esse mesotélio que é esse epitélio pavimentoso simples que reveste o tecido conjuntivo é isso aqui que faz com que essa membrana seja chamada de cerose então uma revisão inha rápida aí né do da istologia do pulmão E aí como eu disse para vocês durante o processo de envelhecimento é comum que o sistema respiratório ele vai entrando em declínio e esse declínio ele pode levar por exemplo à ocorrência do enfisema pulmonar Lembrando que o enfisema ele não é exclusivo de indivíduos idosos né o indivíduo po Onde tem um enfisema pulmonar ainda
jovem por causa de várias outras patologias Tá bom mas no indivíduo idoso é comum que aconteça o infisa então nós temos aí eh um padrão diferente daqueles alveolos que a gente viu na lâmina normal o alveolo tá muito aumentado tá então a gente fala que temos uma hiperdistensão alveolar então distendeu demais esse alvéolo então ele tá aumentando de tamanho Mas além dele aumentar de tamanho dele tá E hiperestendido existe também o rompimento tá dando inclusive para ver aqui ó que aqui provavelmente tinha um cepto aqui no meio mas esse cepto foi rompido então ele vai
distendendo e o cepto entre um alvéolo e outro rompe E aí ele fica maior ainda tá então ele vai se distendendo a medida que o alveolo vai se distendendo o septo vai ficando hipertrofiado então vocês estão vendo em vários locais aqui que o septo ele está maior do que o normal a espessura normal normalmente do cepto é essa daqui né bem mais estreitinho e aqui tá bem hipertrofiado também esse cepto Então vai ter uma hipertrofia do cepto e uma hipertrofia da mucosa que que seria a mucosa seria aí essa região do cpto e seria ia
também a região dos tecidos epiteliais eh dos eh dos bronquios Então o a a mucosa do brônquio e dos bronquíolos também está hipertrofiada Então existe mais tecido conjuntivo do que o normal então aqui vocês estão vendo ó um septo alveolar bem hipertrofiado a quantidade de tecido conjuntivo aqui é muito maior né como eu sempre digo gente a fotografia não consegue representar exatamente o que a lâmina tem na lâmina a a o visual a característica visual é muito melhor né então não dispensa que vocês vão lá dar uma olhada nessa lâmina tá bom para você ter
uma ideia melhor do que o que tá acontecendo aí nesse cepto então aqui né Eh isso aqui é um bronquíolo não tem cartilagem aqui nessa Periferia é um bronquíolo e ele tá com uma hipertrofia de esse tecido conjuntivo abaixo do epitélio tá então uma hipertrofia aí da região mucosa né no caso é a lâmina própria que tá hipertrofiada então aí uma visão geral para vocês verem os eh alvéolos bem distendidos e o rompimento dos septos em vários locais É isso aí pessoal então isso aqui era né foi aí o roteiro número dois tá bom daqui
a pouquinho a gente retorna para o roteiro três