faça um apelo a toda a Comunidade Internacional pela liberdade religiosa e pelo combate a cristofobia o que dizer então sobre esta fala Professor Sidney Nogueira como é que nós podemos falar em cristofobia se são os cristãos que estão representados na maior parte dessa democracia o Brasil ele é muito Cristão portanto não são os cristãos que são perseguidos muito pelo contrário perseguidos no Brasil somos nós das religiões com matrizes africanas você está ouvindo papo preto com podcast produzido pelo alma Preta em parceria com autoral o projeto colaborativo do UOL companhias e veículos independentes vamos começar então
mais um episódio do papo Preto nesse mês de janeiro que temos o dia nacional de combate à intolerância religiosa que é comemorado no dia 21 nosso convidado de hoje a cidreira Nogueira Professor Babalorixá Pensador escritor intolerância religiosa da coleção feminismo pluralis e eu passo agora a palavra para que ele se possa né apresentar e contar um pouco dessa trajetória até aqui para gente Professor Sydney com você a palavra tô muito feliz por estar aqui esse é um jornal que eu admiro que eu sigo por meio do qual eu também me informo não é enfim é
um meio de comunicação e de informação muito importante para nós sobretudo para nós não é negres no Brasil sou filho de uma empregada doméstica que nos criou como empregada doméstica e cartomante mamãe Josi Alagoana filho de de Rui Barbosa na Bahia um pai preto também sou de uma família preta e com ajuda dos orixás com ajuda de Exu com ajuda de Meu Pai Xangô caô cabeceira e Xangô orixá da Justiça consegui não é estudar não é não que isso seja um grande diferencial mas em alguma medida é um movimento de não de reunização mas não
é quando você consegue acessar a língua dos brancos né se tornam poliglota epistêmico inclusive você tem que sufocar a sua episteme e aprender a língua não é aí episteme branca para poder sobreviver na sociedade branca para poder ser um pouco menos desigual então para o meu pai era importantíssimo veja eu tenho uma lembrança do meu pai ele não sabia ler meu pai era analfabeto de assinar o nome apenas com a digital mas ele fazia a questão de aos domingos veja você for olhar os nossos cadernos para ver se nós estávamos indo bem na escola ele
não sabia ler mas ele fazia esse movimento de valorização da nossa formação acreditando não é que em alguma medida é a escola não é poderia oferecer um lugar melhor no mundo para nós que o lugar ocupado por ele eu tenho essa lembrança vivida na minha mente e então eu Eu segui estudando não que eu gostasse de verdade a escola branca não foi feita para nós não é nós sabemos o quanto o racismo é devastador também na escola não é professores despreparados não é professores racistas também os mas enfim eu sou formado em letras português em
inglês depois me especializei em linguística consegui fazer meu mestrado meu doutorado Eu me considero um ativista é contra o racismo e sobretudo contra o racismo religioso e eu luto não é para pelo uma cultura de paz não é na qual nós corpos denegridos E enegrecidos possamos existir nas mesmas condições dos brancos nós existimos e resistimos né então vamos começar aqui falando né sobre o tema aí você colocou que é bem pontuado no seu livro né que é a questão do racismo religioso eu gostaria né que se eu trouxesse aqui para gente um pouco mais sobre
o uso desse termo a escolha desse termo né o como essa ideia né da tolerância re não está longe né do mito da democracia racial de que somos todos iguais né como você mesmo cita intolera não respeita né não quer compreender isso é bem pontuado ali na sua obra Então conta um pouco aí sobre a escolha o uso mesmo desses termos né O que a gente tá chamando aí do racismo religioso frente a intolerância religiosa Olha só primeiro eu quero destacar que algumas pessoas me perguntam bastante se erracismo religioso Porque que o nome do livro
é intolerância religiosa né oitavo volume da coleção feminismos plurais Por que que é intolerância porque o racista ele não vai assumir o crime ele não assume o crime portanto quem precisa ler esse livro é o racista e o racista não acredita em racismo religioso ele acredita intolerância religiosa acredita inclusive como nós vimos não é que ele também sofre intolerância religiosa não é quer dizer houve né no último governo a discussão sobre cristofobia que nós abrimos aqui que é justamente muito semelhante a ideia de do mito da democracia racial de que somos todos iguais portanto todos
nós sofremos intolerância religiosa essa é uma ideia que o racista quer colocar no mundo para amenizar o próprio crime não quer dizer então quando nós falamos mito da democracia racial é justamente uma questão de descartar não punir o racista não é nós sabemos que nós somos bem desiguais muito desiguais não é nós sabemos que nós somos muito desiguais não é Basta dar uma olhada nos últimos tempos nos três poderes você se vê representado revisão Você se vê representado isso vem mudando felizmente mudou agora mesmo nós temos uma uma composição mais diversa né Nós estamos conseguindo
chegar por que que nós estamos conseguindo chegar porque nós estamos aceitando nós estamos desmentindo a ideia do mito da democracia racial nesse sentido a intolerância religiosa não é sobretudo quando diz respeito as religiões com matrizes africanas porque são diversas matrizes quando se refere as matrizes africanas a perseguição a violência a satanização não é intolerância religiosa É racismo religioso porque que é racismo religioso primeiro ponto porque o Brasil é um país racista ponto segundo ponto porque o projeto humanista civilizatório europeu que criou o cristianismo não nos considerava o manos e a justificativa não é a desumanização
como justificativa nos colocou no lugar de desumanos e esse projeto que cria o cristianismo que cria a noção de religião hegemônica não nos incluiu né Nós estávamos na posição de desumanos de não civilizados de primitivos de falantes de dialetos dialeto no sentido de alguma coisa inferiores de verdade não é então o Brasil Ele olha para tudo que é negro e imediatamente ele ele é educado para sentir repulsa portanto entra em cena a ideia de universalismo então a ideia de universalismo é que tudo precisa ser igual e nós sabemos não é que se tem uma coisa
que o projeto humanista civilizatório europeu foi étnocêntrico Portanto o etnocentrismo ele coloca uma categoria cultural histórica ideológica acima de todas as outras e ela inclusive transforma Deus em propriedade privada e quem comprou a Europa o colonizador e os e os colonizados também compraram essa categoria universalista como única Então veja bem a intolerância sim a intolerância religiosa no mundo a intolerância religiosa no Brasil também a intolerância se dá quando quando em rede nacional um bispo chuta Nossa Senhora da Aparecida isso é intolerância religiosa Por que que é intolerância religiosa porque não está em cena O componente
racial o bispo é da categoria maior Cristã e a santa também é da categoria maior Cristã e as categorias cristãs no Brasil não são vistas como negras elas são vistas como brancas nós não temos no Brasil uma brecht como nós temos nos Estados Unidos Por exemplo portanto no Brasil por mais que queiram advogar Ai Jesus é negro eu não vou problematizar isso ai por mais que queiram problematizar a semântica religiosa é branca por mais que haja hoje muitos negros nas religiões é protestantes neopentecostais a leitura social que se faz da igreja não é que ela
é negra a leitura social que se faz da igreja é que ela é branca não importa se você negro entrou na igreja você não enfraqueceu a igreja você continua sendo preto numa igreja Branca então quando nós temos né e eu fiz essa pesquisa não diz que sem até o primeiro semestre de 2019 90% das denúncias voltavam-se a perseguição de terreiros terreiros de umbanda que umbanda candomblé Umbanda e candomblé é batuque na goiaba de Pernambuco não é então nós temos Não é esse esse tipo de perseguição e aí eu fui observar o que o que o
tipo de xingamento que aparecia não é na condição de linguiça de ser mioticista eu fui observar o tipo de xingamento o tipo de xingamento era qual preta fedida preta Feiticeira ai sua negra suja isso aparece nas denúncias do diz que sempre Preto macumbeiro Engraçado que sempre vem o componente racial sempre sem antigamente nós vamos observar o componente racial então é o componente racial é a leitura racializada que coloca o que nós chamamos de intolerância religiosa na categoria de racismo religioso nós vimos políticos dizendo que os africanos são amaldiçoados não é que o que acontece na
África que eu não sei o que acontece porque o que acontece no continente africano acontece no mundo todo inclusive no Brasil não é dizendo que é merecido que tem uma maldição Então isso é o quê Por que que ninguém diz isso sobre outros continentes outros países outras religiões não é porque porque o que está em voga é a manifestação em um país racista do racismo religioso e felizmente não é quer dizer agora não é não é equiparação do racismo a injúria racial do crime de racismo a injúria racial aparece lá explicitamente a denominação racismo racismo
religioso e racismo Recreativo portanto é crime e agora inafiançável e imprescritível isso daí né a gente vê aí o avanços ainda que tardios né a gente tá falando aí de 2023 fazendo esse equiparação né Mas pela necessidade Até mesmo porque aquilo que o seu pontuou no início né o racista nunca se assume racista né no Brasil ninguém é racista todo mundo concorda que existe o racismo mas ninguém se assume como racista Então vai achando brechas ali para dentro da legislação se justificar como a foi no momento ali de descontração né que a gente entra aí
agora com racismo Recreativo enfim não há desculpa né não não dá mais né perpetuar isso e não colocar né Essas punições os nomes e punir de certa forma né O que a gente vem passando aí pelos séculos né E aí pensando nessas nessas modificações esses avanços né dentro da sociedade a gente tem hoje né datas marcantes né como o 21 de Janeiro né que é o dia nacional do combate à intolerância religiosa o 21 de Março também celebra ali o dia nacional das tradições né de raízes de Matriz africanas e nações candomblé Então são marcadores
que existem ali mas o seu mesmo pontuou né que acompanhando as denúncias dos que 100 a gente tem aí é ainda muitas denúncias né voltadas aos ataques e também uma pesquisa né coordenada pela rede nacional de religiões afro-brasileira divulgou em 2022 que ouviu representante de mais de 255 terreiros de todos os países e quase a metade registrou até cinco ataques nos últimos dois anos então assim a gente tem esses marcadores Mas por outro lado também ainda existe é recorrente o a denúncia né o número crescente de ataques Então como e quais seriam as medidas efetivas
né Para a gente seguir nesse combate né ao racismo a intolerância religiosa e por fim a esse tipo de violência Então olha só eu sou professor não é eu acredito na educação eu acredito no diálogo eu acredito eu acredito na convivência entre os diferentes eu acredito A grande questão é que alguém ganha e ganha muito não é com a cultura do ódio né Nós vimos isso nos últimos seis anos o quanto se ganha com a cultura do ódio e o quanto se pode manter mentes corações e corpos escravizados com a potencialização ou repotencialização da miséria
então alguém ganha com a cultura do Ódio Não é nós temos assistido no Brasil um movimento eu quero reiterar isso as pessoas precisam entender que há um movimento no Brasil movimento discursivo de problemas reais problemas da história do Brasil problemas da sociologia do Brasil problemas da cultura do Brasil e também da cultura religiosa de reduzir esses problemas o problema da fome o problema do feminicídio o problema da LGBT que ia ter mais fobia de reduzir esses problemas a luta mítica do bem contra o mal nós sabemos que esses problemas não são da dimensão religiosa nós
precisamos pegar a religião e devolvê-la ao seu lugar igualmente importante também no debate político mas não podemos reduzir os problemas sociais políticos de gestão de corrupção de violência não é a dimensão mítica teológica Esse é um aspecto fundamental sobre os sobre o qual precisamos conversar não é esses problemas são da ordem real do mundo real são problemas da Ordem do mundo real não é quer dizer a chilium Band Nos alerta que a era do humanismo Acabou a era do humanismo acabou e portanto nós vamos assistir continuar assistindo a esses episódios de violência esses episódios que
parecem de surreais não é quer dizer inacreditáveis se nós não entendermos que esses problemas não são da ordem mítica da luta de Deus contra o demônio não são a dimensão religiosa ela é importante mas ela é uma decisão da família do grupo ou da pessoa a dimensão religiosa não é exceto no nosso caso negro porque tem a ver com a nossa ancestralidade não é ela é uma dimensão pessoal é uma dimensão que a pessoa decide não é então eu penso como é que a gente vai resolver essa questão nós vamos resolver essa questão aplicando não
é porque na verdade o que se chama intolerância religiosa no Brasil é racismo religioso Quem sofre somos nós de terreiro eu estava no aeroporto Indo para Brasília recentemente eu estava com os meus minhas meus filhos de conta minhas insígnias de terreiro estava vestido assim com uma roupa com motivos étnicos africanos e um jovem veio até mim me parou e disse eu posso fazer uma oração por você eu posso fazer uma oração por você eu disse não menino não não precisa muito obrigado vocês não acreditam passou meia hora eu ainda no aeroporto o jovem voltou para
me importunar eu perguntei a ele por que você acha que eu um senhor de 54 anos de barba branca preciso de uma oração sua o que você acredita que pode fazer por mim ele não soube responder Quer dizer eles são marionetes ao cristianismo fundamentalista não é gerado pelas lideranças cristãs aquele menino acredita que eu era o demônio Ele olhou para cara preta olhou para os meus colares e ele viu ele acredita ele estava de olhos esbugalhados enquanto eu eu eu queria que eu comecei a fazer uma inquisição no inquérito e comecei a gritar e Pedir
respeito e dizer racismo o aeroporto cheio de pessoas brancas ele foi em mim porque ele viu o demônio exatamente quando questionado né esse é o ponto né quando questionado nem se sabe dizer né porque é exatamente ele paralisou eu fiquei muito nervoso eu sou um senhor não é ele não escolheu uma pessoa branca ele escolheu a mim duas vezes duas vezes e eu lhe perguntei porque você acha que eu preciso que você faça alguma coisa por mim e eu disse a ele vai estudar não é vá se informar não é isso é ignorância isso É
racismo portanto nós das diferentes religiões de todas incluindo os não religiosos que tem direito também os ateus nós temos que sentar à mesa nós temos que conversar entre as lideranças Nós temos que nos conhecer nós temos que restaurar a ordem não é de um discurso difundidos sobre ódio e o ódio sempre voltado para nós corpos negros nós morremos um pouco todos os dias não é nós temos inúmeras mortes simbólicas não é Normalmente quando eu sou afrontado esses eventos de racismo todos nós já passamos por isso a gente paralisa nem sempre nós temos forças para reagir
é realmente Como um policial colocando os pés no nosso pescoço e nos asfixiando né já aconteceram outras vezes eu não fui capaz de reagir nessa nessa vez eu fui capaz de reagir então nós precisamos primeiro lidar com a verdade não é existe um provérbio yorubá que diz atalho não é caminho completo existe um outro provérbio que diz a verdade não tem pressa portanto nós precisamos lidar com a verdade o Brasil é um país racista esse racismo também muito potencializado pela pelas religiões não é e nós não vamos resolver isso com atalho portanto nós precisamos todos
nós lideranças comprometidas com a paz com a ordem com a verdade inclusive de um Cristo revolucionário de um Xangô orixá da Justiça não é de uma Oxalá Senhor da ordem e da disciplina não é de um Buda de um hare Christina não importa nós precisamos conviver e precisamos restaurar não é a harmonia não é parar de tornar diferenças religiosas em campo de batalha e de verdade sempre quem está no lugar do violentado são as religiões de matriz africana então eu acredito nós precisamos de diálogo Nós precisamos de educação e fazer a lei valer como me
parece que nós começamos agora tardiamente como você disse mas nós começamos eu acredito no diálogo acredito na palavra acredito nos professores nos professores comprometidos não é de Educação de qualidade uma educação revolucionária e acredito na lei acredito na justiça muito bom e é isso que o senhor destacou né não transformar religião num campo de batalha né porque hoje é essa afronta aí né esse esse desconforto né isso que o senhor colocou que passou de fato é às vezes a gente é pego de surpresa né em situações a gente debate sobre isso fala sobre racismo né
a gente busca construir mas é no dia a dia ali que às vezes as ações vem e a gente fica ali também paralisado Porque de fato a gente não tá esperando né o tempo todo nesse criar né esse escudo contra isso né então de fato é uma invasão é muito triste é desrespeitoso né a religião ela não deve ser o campo de batalha né ninguém deve impor a sua religião para o outro essa questão do respeito né de se entender de se respeitar e principalmente não querer impor né porque essa atitude desse jovem mostra realmente
né a catequização que foi muito resultou em muitas mortes né na invasão na chegada da religião católica no Brasil né nos países colonizados que é esse de se vocês são obrigadas vocês têm que enfiar goela abaixo a nossa religião né puxa o que custar e custando inclusive vidas né porque esse relato ainda foi um relato de vivência né desconfortável mas a gente isso custou vidas né mortes destruição de espaços Enfim então aí são pontos mesmo a ser pensado e discutido e colocado nesse lugar né do respeito enquanto né Cada Um Com direito de exercer ele
a sua religiosidade sem querer impor outro e aí a gente conseguir viver em paz se está caminhando para o final foi muito rápida que a conversa passou muito rápido o tempo infelizmente assim muita coisa para abordar né mas a gente vem aí com expectativas boas né novo ano a gente passou por esse período de retrocesso né a gente tá com nome interessantes aí à frente do novo governo né pessoalmente no Ministério dos Direitos Humanos né que temos aí o Silvio de Almeida é uma grande referência para tratar né e a gente espera que é esses
assuntos relacionados ao racismo estrutural político e discriminatória de fato começa a tomar forma e se aplicado né Principalmente nessa proteção diversidade geral e religiosa no Brasil então a gente caminhando aqui para o final Professor Sidney mais uma vez muito obrigada e não dá para deixar né de falar que também da sua importância da sua referência né em falar de temas relacionadas né epistemologia de terreiros enfim o seu também é um produtor né de conteúdo digital Então passa e as plataformas onde as pessoas né os nossos ouvintes aqui consegue encontrar o seu nas redes acompanhar esse
é o momento aí para divulgar um pouco aí onde o pessoal consegue acompanhar seu trabalho para continuar entendendo e conhecendo aí um pouco né dessa diversidade aí e das africanidades decolidades né digamos assim também muito obrigado tô muito feliz por estar aqui muito feliz mesmo agradeço imensamente pela pela conversa espero que possamos fazer isso mais vezes e sim eu descobri isso foi na pandemia não é que nós tínhamos um canal né um canal já que nós não temos canais de televisão não temos rádio então eu descobri um canal porque na verdade as pessoas não nos
conhecem elas não conhecem a verdade sobre as religiões de matriz africana é sempre o nosso algoz que fala por nós então eu decidi potencializar um trabalho já chegamos a mais de 100 mil seguidores em dois anos com essa produção não é o que eu chamo de epistemologia de terreiro falando sobre o que é o terreiro a cultura de terreiro os orixás os voduns os índices a noção de ancestralidade imortalidade enfim reflexões né reflexões sobre a vida sobre dor sofrimento é fatos também denúncia sobre sobre racismo religioso é um canal Bem bem diverso não é de
comunicação só vem não é venham nos acompanhar é arroba professor. Sidney com de mudo e ir no final @ Professor Sidney espero por você por vocês lá e deixo aqui a minha benção ancestral negra de Saúde Vida longa abundância continuidades felicidade alegria não é e caminhos abertos muito axé a todas todos e todos Achei um privilégio muito grande aqui tem o seu conosco pessoal Então siga aí professor Sidney continue seguindo também alma preta compartilhando conteúdo é muito importante a gente ampliar esse diálogo né levar esses assuntos para além né de quem já se interessa já
acompanha então é levar isso mesmo para todas as pessoas que precisam entender um pouco mais Então vamos aí fortalecer a nossa rede preta de conexão mais uma vez muito obrigada e até a próxima