Olá, pessoal! Sejam bem-vindos aqui a mais um encontro, onde estamos falando sobre as virtudes, tá? E o mundo das virtudes, comentando um pouco sobre elas também.
Nós já falamos de duas virtudes, que são a temperança e a prudência. A temperança, prudência me permite discernir o verdadeiro bem de cada uma das coisas, né? E optar por ele com uma atitude coerente.
Com isso, a temperança me permite. . .
né? Isso tudo são hábitos, né? Habitualmente, eu opto, né, por ser moderado, né?
Ou seja, agir conforme a reta razão, tá? Em relação às coisas prazerosas, né? Ou seja, eu não me deixo levar.
Assim, um comentário que vale a pena fazer nesse começo de vídeo é quando a gente fala de prazeres, principalmente a questão da matéria sexual. A gente começa a ouvir histórias ao longo da vida, né? Isso é quase que inevitável!
A gente para para pensar: “Gente, que complicação, né? ” Às vezes, tem pessoas que comprometem toda uma vida de família, de profissão, por causa de algum erro, vários erros graves, né? Ninguém compromete a vida também assim com um erro leve, né?
Ainda que na matéria moral, né? Pelo menos, pro pensamento, né, de uma moral, da moral católica, por exemplo, né? Essas matérias nunca são leves, né?
Então, qualquer coisa consentida nesse sentido. . .
Mas isso é um assunto para outro momento. Mas é assim: essas coisas têm uma implicação que geralmente mexem com o ser humano. E a gente teria que falar de antropologia filosófica, que é o papel da sexualidade humana no ser humano.
Então, todas essas coisas são coisas que, a princípio, são. . .
né? Existe um instinto no ser humano que denota para ele que aquilo ali é íntimo, privado, certo? E qualquer coisa em relação a isso acaba sendo algo em que a pessoa se sente muito desonrada ou envergonhada, né?
Então, é uma coisa instintiva no ser humano a questão de considerar, a menos que a pessoa tenha sido criada num contexto muito diferente. Mas essa questão, né? Aí, claro, agora muita gente pode dizer também: “Ah, mas Rodrigo, os índios ou outros grupos, né, não ocidentais, são criados com hábitos, né, em relação à sexualidade e assim por diante, né, que não são os mesmos que os nossos.
” Gente, isso aí teria que fazer uma reflexão bastante delicada que eu não quero fazer aqui agora, tá? Mas, no nosso contexto, vamos ficar nisso. Pelo menos, a gente pode ver que é um pouco instintivo isso, tá?
E existe um pudor. Pudor é propriamente aquela questão de manter oculto aquilo que deve ser oculto, certo? Nessas matérias de sexualidade, claro que começam algumas coisas que são, às vezes, um pouco curiosas, né?
Por exemplo, os costumes de praia das pessoas, né? A praia é um contexto onde certas roupas que são inadmissíveis no contexto natural acabam sendo naturalmente admitidas. Né?
Curioso, no mínimo! Tá? Mas a gente falava sobre isso: então, temperança, prazeres no seu devido lugar, a serviço do descanso, do restauro, da cura, né?
E mesmo da alegria do ser humano, certo? Que pode, com toda a honestidade, fruir os prazeres que estão envolvidos em dormir, né? Em comer, em beber, em ter as relações sexuais dentro do ambiente honesto, né, da relação matrimonial, tá?
Então, essas coisas todas. . .
Agora, a próxima virtude que eu gostaria de comentar com vocês é a questão da fortaleza, certo? E a fortaleza, pelo nome mesmo, que o nome é bem intuitivo, o que é a fortaleza? Bom, a fortaleza é o que permite ao ser humano perseverar numa atitude virtuosa quando esta é árdua, né?
Ou ainda chamado de bem árduo, aquilo que se adquire porque o caminho até lá é difícil, né? O bem árduo é isso: é bem difícil, não é? Que é um.
. . a pessoa precisa, né, rilhar os dentes ali, né, dar aquela boa apertada no cinto e, né, com força, né, em direção àquilo que ela almeja, tá?
E como qualquer pessoa que procurou se tornar forte, seja forte. . .
Fortaleza, ser forte no sentido literal da palavra, né? Força física e assim por diante, certo? Ou forte em algum sentido: “Ah, me tornei um forte competidor naquele lugar”, “me tornei um forte, sei lá, né, eu era um dos professores mais fortes daquela escola”, ou aquele ensino era um ensino mais forte que tinha.
Vocês entenderam? É uma coisa intensa, uma coisa que tem peso e uma coisa que tem, né, força para poder, então, causar o bem a qual se propõe. Aquele professor.
. . “Pô, penei com ele, mas ele era forte, me ensinou física, nunca mais esqueci!
” “Ah, não, quem teve aula com o professor falando de química, esse aí tá com vestibular garantido. ” Porque? Porque o ensino dele é forte, tá?
Então, essa questão. . .
Agora, qualquer pessoa que se procurou tornar-se forte de alguma forma percebe que isso é um processo, tá? O que é esse processo? É um processo, né, onde você desenvolve capacidades que estão em você, mas que precisam, né, vamos dizer assim, de uma prática, tá?
Então, ou seja, a fortaleza geralmente é algo que cresce quando a pessoa se permite passar por adversidades em relação ao bem, tá? E esse é o grande negócio. Por isso que a questão da prudência vem tão no começo e por isso que alguns de vocês às vezes me perguntam: “Ah, mas a questão do conhecimento, saber conhecer a própria questão das artes liberais, né, como essa busca de conhecer a realidade através do discurso e da observação daquilo que está diante de nós, eh, através dos números e assim por diante, ou então do raciocínio, do cálculo.
. . Bem, porque na verdade, o momento que eu conheço algo, um bem verdadeiramente dentro de mim se levanta, né?
Aquilo que eu poderia chamar. . .
Né, de apetite colérico eu desejo aquele bem e a oposição que se faz a mim na aquisição daquele bem me dá uma ânsia de conquista, né? Eu sou tomado, então, por aquela força que se é, aquele desejo do homem, né, de enfrentar e avante em busca daquilo que deseja e, em algum grau, algum prazer, inclusive, de se encontrar nisso. Propriamente, você vê que tem personalidades que, quando se opõem a algo, ao bem que elas almejam, aí sim!
Aí é que essa pessoa não. . .
agora que eu quero, agora é. . .
dois prazeres: um de o obstáculo e o outro de conquistar o bem que está lá, né, logo para além desse obstáculo. Certo? Ou seja, se coloca para nós aquela frase do Mia Mansa: "não faz bom marinheiro".
Tá? Ah, Rodrigo, tem que tá procurando problemas! Eu acredito que a maioria de nós, a maioria dos contextos, não precisa procurar problemas; os problemas vão nos encontrar, tá?
O que acontece com muitas pessoas em que elas não crescem nessa vida virtude é que, primeiramente, elas não, né. . .
eh, criam em si essa virtude primeira, que é a prudência, para poder realmente olhar para as coisas e tentar entender o que são as coisas, para compreender o bem que está imbuído nelas e para entender o quanto vale a pena sofrer ou penar para alcançar esse bem, tá? E esse desencontro em relação ao bem reconhecido e ao bem experimentado tá, é muitas vezes que acaba gerando uma visão cínica nos demais, que acaba levando a essas conclusões de que nada vale a pena, né? Vaidade das vaidades, tudo é vaidade.
Olha, porque eu achava que tal coisa me traria a felicidade, mas não trouxe a felicidade que eu esperava; tal coisa ia resolver o meu problema de uma forma, e não resolveu. Mas por que que acontece essa desilusão? Em grande parte porque a pessoa não teve os meios ou a paciência necessária, ciência, uma outra palavra para capacidade de sofrimento, certo?
Para conseguir, de fato, olhar e viver o que era preciso viver para entender do que se tratava uma coisa ou outra. Então, ou ela supervaloriza coisas que não são capazes de dar o prazer que ela sonha ter, né, ou a alegria ou a felicidade, tá? Ou então ela menospreza coisas que poderiam fazer ela muitíssimo feliz, ou mesmo resolverem os problemas existenciais dela.
E, é evidente, com esse desacerto, eu acabo, então, né, muitas vezes, tendo um enfraquecimento em mim da fortaleza: "não vale a pena ser forte, não vale a pena resistir, não vale a pena passar pelo drama, porque, no fundo, no fundo, o que me espera para lá é sempre algo que não dá conta das minhas expectativas", certo? Quando, na verdade, eu deveria, então, ter, sobretudo, um olhar mais atento, pagar o preço que o conhecimento das coisas cobra, e, a partir disso, começar a formar um senso a partir do que realmente o mundo pode me oferecer em relação à alegria, felicidade, satisfação em busca dessa plenitude. A conclusão, gente, é que o mundo em si mesmo não é o suficiente para a plenitude do ser humano; pelo menos essa é a minha conclusão, de várias pessoas muito melhores, mesmo, muito mais santas do que eu, certo?
Agora, eh, bom, e é isso então. Quem se diz feliz e que não acha que exista qualquer coisa para além desse mundo, eu tenho a impressão que essas pessoas chegaram mais ou menos numa desistência, né? Elas dizem assim: "não, eu acreditava nisso quando eu era jovem, não acreditava nisso quando eu era jovem; como jovem, eu pensava essas coisas; depois eu descobri, cara, que o mundo real é outra coisa, a vida como ela é é outra coisa", né?
Então, é isso que dá para fazer. Aí elenca, né, algumas coisas boas e honestas, mas que a gente sabe, a gente percebe que é, e pelo menos da maneira que a pessoa enxerga, não são coisas suficientes para dar um brilho à vida de alguém. E o que eu diria isso?
Ah, não, Rodrigo, você tá falando o quê? Olha, eu tô falando, sobretudo, né, da atitude, da visão que a pessoa tem de qualquer coisa que ela cite, né? Por exemplo, ela pode dizer assim: "olha, cara, dá para fazer o seguinte: eu sonhava casar com a mulher mais bonita do mundo e ter filhos que são perfeitos, né, e homens geniais, mas eu casei com ah, fulana, que é bonita, mas também não é isso tudo, e a gente teve uns quatro, cinco filhos aí, né, brizada esforçada, mas não é nenhum gên, dali não vai sair a solução do câncer, nem, né, o jeito que a gente vai colonizar Marte, não é isso aí".
E aí você percebe o problema dessa pessoa: o cara casou com uma mulher boa e você conversa com ele: "ah, não, mulher é boa, mulher legal, cuida de mim". Você vê ela indo, imagina que são colegas de empresa; você vendendo no trabalho, levando o almoço do cara, mulher cuidadosa, né? Aí você vê: pô, os filhos do cara são uma gurizada educada, vários deles estudiosos, um dos meninos passou por uma faculdade difícil de conseguir uma vaga na federal, o cara tem uma vida muito legal, na verdade, né, muito boa, muito razoável.
Mas o problema é que ele achou, na cabeça dele, que o verdadeiro bem era, sei lá, né, casar com alguém análogo à Grace Kelly, né, ter só filhos superdotados e assim por diante, né? Agora, tem um novo nome para isso que a gente chama de superdotado; na minha época, para essas pessoas, aliás, né, que agora são chamadas de pessoas com altas habilidades, certo? Mas queria só uma vida extraordinária e ele não sabia o valor, né, o verdadeiro valor e o bem que havia na família dele.
Na família que. . .
Ele né, formou e e que Poxa né, tantas coisas maravilhosas dá para pensar no quadro de uma família. Começa que eu descrevi tá: é um homem imprudente, é um homem que não soube perceber o verdadeiro bem da vida dele, bem da vida dele, não bem da vida dos demais, certo? E é evidente que esse homem né, vai ter, ele não tem de onde tirar a fortaleza porque ele também acaba achando que tudo é muito garantido, certo?
Então esse tipo de atitude humana né, ela está altamente ligada à falta de prudência, tá? Ou seja, a fortaleza ela bebe diretamente da fonte da compreensão do que é o verdadeiro bem e depois de uma decisão, e isso é uma decisão prudente, também de um destemor, de uma verdadeira coragem diante das coisas árduas. Ou seja, o sujeito acaba vendo assim: "cara, na verdade, tá, o que me aguarda inevitavelmente é a morte e eu tenho um tempo que eu não conheço o fim para realizar o ser que eu tenho, que eu recebi".
Então assim, eu não tenho o que fazer; a minha única, né, escapatória para ter uma vida que vale a pena é encarar esse leão que tá diante de mim, sobreviver ao embate e prosseguir o caminho rumo, né, ao que há de melhor para além dele, né? Eu não posso ser um bobo que acha que é um grande negócio, né, oferecer todas as pessoas e colocando todas as pessoas pra frente do crocodilo; já é muito bom que o crocodilo vai devorar todo mundo antes de mim e um dia você vai ser devorado também, né? E não passa pela cabeça: "ah, não pode ter um jeito de matar esse bicho", certo?
Então essa atitude tá realmente ligada. E aí é claro, uma vez que a prudência iluminou a minha inteligência né, e incendiou a minha vontade para não só considerar o bem possível, e aí entra também outra coisa: qual é o bem possível diante do meu quadro, do meu horizonte de ações, certo? Me iluminou sobre o bem possível, certo?
E de alguma forma me entregou uma imagem, como que um pré-gustar, né, um saborear antes, certo? Aquele bem que está para além da dificuldade que eu devo enfrentar. Então eu vou lá e luto, a luta, vou lá e vivo o drama, certo?
E aí vai se construindo dentro de mim, primeiramente, as forças, certo? Eu já tenho uma outra, é aquela história, né, gente? De tanto bater né, o ferro acaba ficando forte, certo?
E cada vez mais, se ele tinha que bater devagarzinho às vezes no começo, agora quanto mais sobe e desce o martelo, mais rápido esse martelo vai subindo e descendo e com mais força ele vai golpeando, tá? E a pessoa vai também acabando, né, na cabeça dela, com os temores absurdos que prendem o homem que é covarde. Ou seja, "cara, eu fui, enfrentei, foi complicado, teve momentos difíceis, mas eu sobrevivi", né?
E foi muito menos complicado do que era na minha imaginação. Então disse assim: "cara, não é que, olha, eu não queria estar onde eu não queria estar". É na minha cabeça: "Deus me livre de um dia ficar preso na minha imaginação".
Agora lá naquilo lá foi isso: veio o combate, veio o embate; eu enfrentei alguns momentos, foi péssimo mesmo, mas, cara, tem uma verdade da vida que é a seguinte: não há nada que dure para sempre, né? E esse nada que dure para sempre do ponto de vista dessas oposições, alguma hora a tempestade passa, alguma hora as coisas vão mudar. O que é para sempre é Deus, né?
Se eu não acredito em Deus, bom, aí o problema é de uma outra natureza, mas se eu acredito em Deus, acredito na graça, acredito em todas essas realidades, cara, isso é eterno. E aí, é claro, a atitude pode dizer assim: "cara, o eterno é o bem", é o que me quis na realidade, é o que me manda uma ajuda, né, que eu não consigo, né, conceituar e ponderar talvez, mas eu sei que é uma ajuda real e efetiva que há sobre mim. Então isso é eterno, né?
A oposição não; as coisas vêm e vão, vai vir essa batalha; talvez um tempo de calmaria, se Deus quiser, depois vem outra e nós lutamos de novo. E aos poucos esse sujeito vai entendendo, né, que essa é a vida que vale a pena ser vivida porque quando ele passa por um perrengue e ele continua sendo ele mesmo em busca daquilo que é o bem que ele percebeu que existe, ele vê que agora ele tá em algum momento mais tranquilo ou aproveitando algum daqueles bens que ele conquistou. Ele vai olhar e vai dizer assim: "cara, que bom que eu não desisti porque eu não queria estar no lugar daquele lá que não teve coragem para enfrentar".
E aquilo ali acaba criando nele também esse instinto de: "cara, vale a pena lutar, vale a pena lutar! " O que eu não posso admitir em mim é uma vida que traia, né, a coerência com o bem que eu discerni de forma prudente estar diante de mim, essa vida para o bem. Porque, olha, já vai dizer a canção do Tamoio, né: "não tema da morte que a morte é de vir", né?
Não adianta, certo? Não há nada que o sujeito possa fazer por si mesmo que vá aumentar em um milésimo de segundo a vida dele, certo? Agora, isso ele leva pra tumba: a vida que ele viveu, né, a coerência que ele teve, as pessoas que ele edificou com o seu exemplo firme, né?
Então todas essas coisas vão envolvendo. O sujeito, então, tentando organizar, aqui, algo para não ficar muito disperso, né? Ou seja, eu vejo o verdadeiro bem, Prust, o verdadeiro bem em algum grau, né, através do discernimento prudente.
Através também de uma imaginação educada, a gente teria que falar mais tempo sobre essa questão da imaginação educada, certo? Prust, esse bem tenho em minha vontade incendiada, né, por esse apetite colérico, esse desejo assim de quase que um desejo de enfrentar aquilo que nós sabemos que vamos ter que enfrentar por aquelas coisas que nós acreditamos que valem a pena. Faço essa experiência, entro no fragor da batalha, viva a batalha, sobrevive a batalha.
Percebo que ela é menor do que estava na minha imaginação e fruo depois o bem, né, que é duplo. É primeiro um bem menor, talvez, de alguma coisa que melhorou na minha vida, nas minhas relações e assim por diante, que pode vir ou não. Esse bem, tá?
Mas, sobretudo, eu fruo essa alegria, né, de que, cara, posso ter tomado pancada, mas tomei pancada nos meus termos ou então tomei pancada nos termos do bem verdadeiro que eu discerni. Entendeu? Então o seguinte: eu apanhei, eu apanhei, mas eu apanhei segundo o plano de Deus e não do diabo, né?
E isso, para mim, faz toda a diferença, certo? Se você não acredita em Deus, no Diabo, pode colocar qualquer outra chave dessas, mas você viu que existe um bem e agora você viveu coerentemente com esse bem. A satisfação, a sensação de sentido que isso dá ao ser humano, mesmo na ordem da natureza, não precisamos nem pegar, né, exclusivamente as questões de religião sobrenatural.
Você pode até compreender, né? E aí eu recomendo uma obra que talvez vá iluminar você sobre isso, que é, em grande parte, né, essa questão de você ter o sentido. Isso não esgota a esperança cristã, tá?
Só para deixar claro: não confundir o sentido adquirido através de um esforço que pode ser, inclusive, passar por um processo, né, psicoterapêutico, como, por exemplo, na logoterapia, certo? Com a esperança cristã, que é uma outra coisa, certo? Que pode ser beneficiar, né, de crescer em alguém, graças a esses meios, mas que é algo que transcende isso aí.
Mas então, se você quer ver um exemplo disso, talvez ilumine em algum grau, né, o livro do Viktor Frankl, que é o relato dele, né, no campo de concentração em Auschwitz, onde o nome, inclusive, é "Em Busca de Sentido", onde ele fala sobre como ele foi vivendo, refletindo e meditando sobre a realidade atroz, né, desesperadora, em tantos casos, né, existindo ali no campo de concentração, tá? Então vou ficando por aqui. Recomendo que você, né, aliás, mais que recomendar, peço que você curta esse vídeo.
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