É possível que, assim como eu, você escute a palavra inclusão quase todo santo dia. A gente ouve falar de educação inclusiva, a gente ouve falar de inclusão no mercado de trabalho, na universidade, nas escolas e nos mais diversos espaços da sociedade. Hoje eu quero falar um pouquinho com vocês sobre a questão da inclusão na igreja.
Se você não me conhece, eu sou o Pastor Glauco e esse é o canal Autismo na Igreja. Pra gente pensar a inclusão das pessoas com deficiência, mais especificamente das pessoas com autismo na nossa igreja, a gente precisa entender um pouquinho do contexto histórico, o que está por trás o termo inclusão e qual foi a trajetória das pessoas com deficiência na luta pelo seu espaço na sociedade. A luta das pessoas com deficiência passa por quatro estágios bem definidos ao longo da história, e é sobre esses estados que eu quero falar com você hoje.
Antes da gente entrar no tema propriamente dito, se esse tema interessa para você, se inscreva aqui no canal porque eu tenho muita coisa para compartilhar com você! Pra gente entender essa trajetória da inclusão, a gente precisa olhar um pouco para a história dessas pessoas, a luta das pessoas pela conquista do seu espaço na sociedade. Essa luta passa por quatro estágios muito bem definidos: o estágio da inclusão, o estágio da segregação, o estágio da integração e, por fim, o estágio a inclusão.
Desses quatro estágios, o período mais longo foi o período da exclusão. Esse foi o período da história em que as pessoas com deficiências eram marginalizados e, em algumas situações, até mesmo eliminadas da sociedade. Eu não sei se você sabe, mas em algumas culturas as pessoas com deficiências chegaram a ser enterradas vivas.
Eu não sei se você sabe, mas até em períodos mais recentes da história, como na época do nazismo, cerca de 300 mil pessoas com deficiências foram mortas.