Mentira, todo mundo já contou, pelo uma vez. Quem disser que não contou. .
. Vamos conversar! Às vezes dá a impressão que a mentira foi institucionalizada.
Todo mundo conta mentira, mentirinha, mentirona, aquela mentira do bem, se é que ela existe. . .
Mas o mais importante de tudo é a gente entender essa mentira. Nós temos que entender por que essa mentira aconteceu e o que fazer depois que a mentira aconteceu. Uma criança, um adolescente ou um adulto podem mentir por alguns motivos.
Podem mentir por receio. Para não mostrar uma nota ruim, esconde o boletim e fala que o boletim não veio. Eles podem mentir, para tentar ser algo que não são.
Ou eles podem mentir, para tirar proveito de algo. “Ele falou, ele que fez. .
. ” Ou ele não quer ser de fato o que ele é e ele mente dizendo ser outra coisa. São mentiras.
O mais importante é a gente entender por que ela aconteceu e o que fazer com ela. É muito importante que os pais, os adultos, tentem entender a mentira para evitar novas. O “desmascarar” a mentira, nesse momento, é secundário.
Eu preciso entender, por que essa criança tem medo? Do que ela tem medo? Por que a verdade parece mais complicada, do que sustentar uma mentira?
E nós precisamos entender, por que o ganhar é tão importante para algumas pessoas, que a mentira se faz necessária? ! Depois da mentira contada, é muito importante, também, a gente entender como fazer, porque não adianta uma criança contar uma mentira, a mentira ser descoberta e haver um castigo completamente desvinculado daquilo.
Qual é a melhor forma de combater a mentira? De fazer com que a criança ou adolescente sinta como uma consequência daquilo que ele fez? O que é o pior de você mentir?
É você perder a confiança daquele que ouviu a mentira, que recebeu a mentira ou que foi alvo da mentira. Perder a confiança é algo que faz com que a criança ou o adolescente parem para refletir. Então, eu não posso acreditar em você, porque você não falou a verdade para mim.
Esse é um outro “segredinho”: ao invés de vocês usarem, “você mentiu para mim”, é melhor, “você não me disse a verdade”. Pensem bem: deixar na mão da criança ou do adolescente a responsabilidade de recuperar a confiança perdida é o melhor trabalho de reflexão. É aquele que obriga a parar, entender e refazer, o caminho.
Quando um adulto mente para uma criança ou mente para um adolescente, isso vai refletir naquela conta que vem depois. Você está chancelando uma mentira. E muito pior, lá na frente, quando ele descobrir que vocês faltaram com a verdade, ele vai se sentir no direito de também não confiar mais em você.
Então, se nós queremos mostrar para as crianças e para os adolescentes, que a verdade é sempre o melhor caminho, às vezes um pouco dolorido, mas sim, é o melhor caminho, é preciso muito cuidado, porque uma mentirinha vem como uma cachoeira: bota tudo a perder! Não escondam as coisas das crianças. Você pode dar uma “ajeitada” num fato, para ele não saber alguma coisa antecipadamente, para que ele não fique ansioso.
Mas a mentira é sempre a pior alternativa. Vamos conversar! Mentira, todo mundo já contou, pelo uma vez.
Quem disser que não contou. . .
Vamos conversar! Às vezes dá a impressão que a mentira foi institucionalizada. Todo mundo conta mentira, mentirinha, mentirona, aquela mentira do bem, se é que ela existe.
. . Mas o mais importante de tudo é a gente entender essa mentira.
Nós temos que entender por que essa mentira aconteceu e o que fazer depois que a mentira aconteceu. Uma criança, um adolescente ou um adulto podem mentir por alguns motivos. Podem mentir por receio.
Para não mostrar uma nota ruim, esconde o boletim e fala que o boletim não veio. Eles podem mentir, para tentar ser algo que não são. Ou eles podem mentir, para tirar proveito de algo.
“Ele falou, ele que fez. . .
” Ou ele não quer ser de fato o que ele é e ele mente dizendo ser outra coisa. São mentiras. O mais importante é a gente entender por que ela aconteceu e o que fazer com ela.
É muito importante que os pais, os adultos, tentem entender a mentira para evitar novas. O “desmascarar” a mentira, nesse momento, é secundário. Eu preciso entender, por que essa criança tem medo?
Do que ela tem medo? Por que a verdade parece mais complicada, do que sustentar uma mentira? E nós precisamos entender, por que o ganhar é tão importante para algumas pessoas, que a mentira se faz necessária?
! Depois da mentira contada, é muito importante, também, a gente entender como fazer, porque não adianta uma criança contar uma mentira, a mentira ser descoberta e haver um castigo completamente desvinculado daquilo. Qual é a melhor forma de combater a mentira?
De fazer com que a criança ou adolescente sinta como uma consequência daquilo que ele fez? O que é o pior de você mentir? É você perder a confiança daquele que ouviu a mentira, que recebeu a mentira ou que foi alvo da mentira.
Perder a confiança é algo que faz com que a criança ou o adolescente parem para refletir. Então, eu não posso acreditar em você, porque você não falou a verdade para mim. Esse é um outro “segredinho”: ao invés de vocês usarem, “você mentiu para mim”, é melhor, “você não me disse a verdade”.
Pensem bem: deixar na mão da criança ou do adolescente a responsabilidade de recuperar a confiança perdida é o melhor trabalho de reflexão. É aquele que obriga a parar, entender e refazer, o caminho. Quando um adulto mente para uma criança ou mente para um adolescente, isso vai refletir naquela conta que vem depois.
Você está chancelando uma mentira. E muito pior, lá na frente, quando ele descobrir que vocês faltaram com a verdade, ele vai se sentir no direito de também não confiar mais em você. Então, se nós queremos mostrar para as crianças e para os adolescentes, que a verdade é sempre o melhor caminho, às vezes um pouco dolorido, mas sim, é o melhor caminho, é preciso muito cuidado, porque uma mentirinha vem como uma cachoeira: bota tudo a perder!
Não escondam as coisas das crianças. Você pode dar uma “ajeitada” num fato, para ele não saber alguma coisa antecipadamente, para que ele não fique ansioso. Mas a mentira é sempre a pior alternativa.
Vamos conversar!