[Música] desde a infância sempre fui fascinado por tudo que envolvia o sobrenatural e filmes de terror era uma atração inexplicável algo que me fazia querer entender o que existia além do que os olhos podiam ver até hoje sinto uma certa sensibilidade para essas situações e ao longo dos anos Vivi algumas experiências que me levaram a me afastar desse mundo Misterioso essas experiências não eram comuns e me fizeram questionar o que realmente estávamos enfrentando uma das mais intensas aconteceu quando eu tinha cerca de 9 ou 10 anos eu era muito jovem para lidar com o que
estava prestes a acontecer havíamos nos mudado para uma casa nova e eu fiquei no primeiro quarto subindo às escadas a casa nova com seu silêncio inquietante parecia estar escondendo algo por algum motivo naquele quarto eu sempre sofria de paralisia do Sono que acontecia pontualmente no mesmo horário às 3:30 da madrugada era uma hora maldita onde tudo parecia mais sombrio mais intenso sabia disso porque havia um relógio projetor que iluminava o teto com a hora exata aquele relógio aparentemente inofensivo se tornou um Marco de meus medos para mim era normal ouvir sons estranhos como coisas se
mexendo no quarto ou até sentir a presença de algo como se alguém estivesse sentado na Minha cama perto dos meus pés era uma sensação estranha como se alguém estivesse observando cada movimento meu quando eu contava para minha mãe ela dizia que eram apenas coisas que eu via e que eu não deveria falar sobre isso pois poderia assustar meu irmão mais novo mas algo me dizia que o que eu estava vivenciando não era só coisa da minha imaginação em uma dessas ocasiões umas primas vieram nos visitar e ficaram com Meu irmão mais velho assistindo a um
filme no quarto dele eles estavam imersos na diversão sem saber o que eu estava prestes a vivenciar naquela noite eu claro queria assistir também já que era um filme de terror a atração pelo descon era maior do que qualquer advertência meu irmão no entanto me proibiu de ver dizendo que a menina do filme apareceria para mim eu não sabia o que era pior a ameaça de ver aquela Figura ou a ideia de perder o filme fiquei muito irritada e fui dormir meus pensamentos estavam agitados e eu não conseguia relaxar naquela madrugada comecei a ouvir uma
risada de uma criança pequena e pensei que que fosse meu irmão já que ele sempre deixava a porta do meu quarto aberta o som da risada ecoava pela casa fazendo meu coração acelerar mas algo estava errado não conseguia me mover e tentei me acalmar o medo tomou conta de mim e eu Sentia como se estivesse paralisada impossibilitada de reagir quando meus olhos finalmente se focaram vi aquela hora maldita no teto 3:33 aquele número ficou gravado na minha mente como um aviso Sombrio do que estava por vir olhei para o lado e ao lado da minha
cama estava uma menina com cabelos lisos e longos vestida de preto ela estava lá como se tivesse saído diretamente de um pesadelo quis gritar mas o corpo não respondia o desespero Aumentava mas eu não conseguia fazer nada ela se aproximava lentamente Como se quisesse me tocar cada movimento dela parecia mais ameaçador e a sensação de perigo só aumentava nesse momento agi rápido e me cobri com o lençol rezando para acordar da paralisia era minha Única Esperança como se o lençol fosse um escudo contra aquela presença quando finalmente tive coragem gritei por minha mãe que correu
até o quarto para ver o que acontecia aquele grito foi minha Última tentativa de romper a realidade e me livrar daquele pesadelo Depois dessa noite os eventos começaram a se intensificar o medo tomou conta de todos os meus momentos como uma sombra que me seguia a paralisia do Sono passou a vir acompanhada de mais sussurros à noite e sempre que acordava eu via rostos de homens mais velhos sorrindo e falando algo inaudível os rostos estavam distorcidos como se não fossem humanos e as palavras que Murmuravam não faziam sentido foi aí que decidi parar de assistir
filmes de terror ou consumir qualquer coisa relacionada aquele terror estava se tornando real demais para continuar alimentando minha mente com mais imagens assustadoras um padre foi até nossa casa e abençoou o quarto duas vezes a bênção embora reconfortante não parecia ser suficiente para espantar o mal que me perseguiu minha mãe e uma senhora que nos ajudava em casa tentaram também mas Nada parecia ajudar parece que quanto mais tentávamos afastar o mal mais ele se aproximava as coisas continuavam cada vez mais intensas foi quando decidi me mudar para o quarto de visitas que ficava no andar
de baixo com uma porta de vidro deslizante que dava para o Jardim o jardim com suas sombras à noite parecia ser o lugar onde todas as energias se concentravam para sair eu poderia usar a porta do quarto ou outra de alumínio com Vidro que fazia muito barulho quando aberta cada barulho daquela porta se tornava uma lembrança do que eu temia à noite alguns anos depois quando eu tinha 15 anos uma noite chuvosa mudou tudo o vento uivava forte e o som das gotas de chuva tendo no vidro Parecia um aviso estava acordada já que a
tempestade estava muito forte ouvi os passos de minha mãe vindo da cozinha e Percebi as luzes acesas debaixo da porta o som dos Passos ecoava pela casa Quebrando o Silêncio da madrugada ouvia se aproximando da porta do Jardim e então o som da porta de alumínio foi ouvido aquela porta tão familiar agora parecia carregar um peso que eu não conseguia Entender no entanto ela não acendeu a luz o que me fez pensar que fosse o vento empurrando a porta já que nunca havia Acontecido isso antes o vento estava forte mas algo não se encaixava alguns
minutos depois ouvi minha mãe me chamando e batendo na porta as batidas Estavam diferentes mais fortes como se alguém estivesse desesperado como desde que tudo começou a acontecer eu dormia com a porta trancada só ouvi as batidas e tentei levantar a sensação de que não estava sozinha ficou ainda mais intensa quando abri a porta não havia ninguém as luzes estavam apagadas eu olhei para os lados sentindo que algo estava ali observando fechei a porta rapidamente e as batidas ficaram mais fortes a chuva se intensificava e o medo Começou a Tomar conta de mim eu sentia
o coração acelerar e a sensação de estar sendo observada era insuportável cada relâmpago iluminava o jardim e Algo me dizia para não olhar para lá mas não consegui resistir meu corpo estava tenso mas meus olhos movidos pela curiosidade se fixaram no Jardim quando olhei para o Jardim as batidas pararam e ao iluminar tudo com o Relâmpago vi claramente aquela menina que havia me atormentado no passado ela estava lá parada me Encarando como se soubesse que a estava vendo Fazia anos que eu não havia corri até a porta de vidro e Fechei as cortinas tentando me
proteger a cortina se fechou mas o terror dentro de mim ainda estava lá como uma presença invisível a senhora que nos ajudava em casa me deu algumas imagens bentas e disse que da próxima vez que algo assim acontecesse eu deveria colocá-las nas portas e rezar as imagens embora pequenas pareciam ter Um poder imenso contra o mal fiz isso todas as vezes que me senti em perigo e as coisas começaram a se acalmar a sensação de paz foi lenta mas veio aos poucos embora fosse difícil voltar a dormir em paz minha mãe me levou para fazer
uma limpeza espiritual e por alguns anos as coisas ficaram mais tranquilas a limpeza espiritual trouxe alívio mas as lembranças do que vivi não foram fáceis de esquecer porém alguns meses atrás fui trabalhar nos Estados Unidos com meu irmão mais velho que tem 7 anos a mais que eu a distância da minha casa e do que passei parecia me dar uma falsa sensação de segurança dormíamos no mesmo quarto já que a casa estava em reforma em uma dessas noites acordei de madrugada acordei com o som da Tempestade como se ela tivesse vindo me acordar posso jurar
que dessa vez a experiência se repetiu às 3:33 vi novamente algo estranho o relógio parecia marcar essa hora como um Ponto de encontro com o desconhecido um homem estava parado ao lado da cama do meu irmão olhando para ele e sorrindo o sorriso dele era estranho como se soubesse algo que eu não sabia no início pensei que fosse meu irmão já que ainda estava meio sonolenta devido a um remédio para a gripe a confusão de estar entre o sono e a vigília Fazia tudo parecer mais real mas quando finalmente acordei perguntei ao meu irmão Wesley
o que ele estava fazendo o homem me olhou Depois voltou a olhar para meu irmão que ainda dormia profundamente os olhos do homem eram vazios como se ele estivesse ali por um motivo que eu não entendia meu coração disparou e com muito medo fechei os olhos era uma sensação de estar sendo observado de perto sem poder reagir quando os abri o homem havia desaparecido completamente o vazio deixou meu peito apertado e a tensão no ar parecia não ter fim no dia seguinte Enquanto estávamos fazendo compras Comentei com meu irmão sobre o que havia acontecido naquela
noite eu precisava falar precisava compartilhar aquele terror que ainda me assombrava fui descrevendo a figura e ele me interrompeu descrevendo exatamente a mesma menina que apareceu nas minhas paralisias do Sono a mesma menina agora uma lembrança viva do que vivi anos atrás ele me contou que sempre tentou não acreditar mas também também a viu na nossa casa quando éramos crianças embora Achasse que fosse só sua imaginação ou um pesadelo ele guardou isso para si sem entender o que tinha visto naquele momento percebemos que o que vivemos na nossa infância na casa dos nossos pais não
foi só fruto da nossa imaginação o que vimos sentimos e ouvimos não podia ser explicado como simples alucinações mente esses seres que nos atormentam não são apenas parte de uma paralisia do Sono eles são mais do que isso uma presença constante no nosso mundo talvez No estado entre o sono e a vigília conseguimos vê-los de forma mais clara Mas isso não faz com que a experiência seja menos [Música] [Aplausos] aterrorizante Meu nome é Mateus e Sou natural de uma pequena cidade no interior de Santa Catarina desde muito novo sempre tive uma grande Fascinação por histórias
de terror e ao longo da minha vida Vivi experiências que Talvez Um dia eu tenha coragem de compartilhar cresci em um lugar onde os sons da natureza eram os mais presentes as noites eram longas e silenciosas e isso sempre alimentava minha imaginação o mistério pairava no ar especialmente nas horas em que o vento parecia sussurrar por entre as árvores era um tipo de silêncio que dava espaço para o desconhecido sempre me peguei questionando se certas coisas que aconteciam ao meu redor poderiam ter Explicações além do que conhecemos acompanho este canal há bastante tempo e o
considero um dos melhores para quem Aprecia esse tipo de narrativa hoje no entanto trago um relato que não aconteceu comigo mas sim com meu pai carlos Ele sempre foi muito cético e sério ao falar sobre o sobrenatural então quando contou essa história recentemente fiquei completamente intrigado apesar de Minha Curiosidade Crescente Meu pai sempre foi uma pessoa reservada alguém que evitava falar sobre o que não tinha explicação isso tornava qualquer história que ele compartilhasse ainda mais intrigante e cheia de peso ele raramente expressava algo que fosse além de uma visão prática e realista a expressão dele
ao narrar os acontecimentos me fez perceber que dessa vez algo realmente tinha abalado suas convicções o episódio ocorreu na infância dele vindo de uma família Extremamente humilde começou a trabalhar cedo carregando mercadorias em uma feira da Cidade naquele tempo a feira principal ficava ao lado da igreja matriz e os dias de maior movimento eram Às quartas e sábados como morávamos numa área rural afastada ele precisava caminhar longas distâncias para chegar ao trabalho saindo de casa ainda de madrugada para não se atrasar a cidade naquela época era pequena e não tinha a movimentação Frenética dos grandes
centros urbanos as pessoas conheciam uma as outras e a vida parecia seguir o ritmo das estações ainda assim para meu pai todos aqueles caminhos solitários e distantes tinham algo de misterioso ele sempre dizia que a calmaria daquela cidade escondia algo que poucos estavam dispostos a ver as ruas eram desertas e o silêncio da madrugada tornava cada passo mais angustiante entre os feirantes havia um casal muito querido por todos Seu Osvaldo e dona Marieta Eles eram conhecidos pelo jeito Generoso e sempre ajudavam quem precisasse Quando viram meu pai ainda criança enfrentando um trabalho tão pesado ficaram
comovidos conversaram com ele e ao ouvirem sobre as dificuldades que enfrentava incluindo as madrugadas geladas para chegar à cidade ofereceram abrigo em sua casa nas noites anteriores à feira o gesto deles era um reflexo do tipo de pessoas que eram simples mas com um coração imenso Meu pai nunca se esqueceu da Bondade do casal Especialmente porque na época ele não tinha muitas opções a vida rural com suas dificuldades forçava muitas famílias a encontrarem soluções criativas para seguir em frente o gesto de acolhimento de Seu Osvaldo e dona Marieta se tornou um ponto de alívio no
meio das longas jornadas de trabalho meu pai ficou extremamente grato pois aquilo significava um descanso maior e menos desgaste no dia seguinte a residência do Casal era simples mas Ficava muito bem localizada H apenas duas quadras da feira no entanto havia um detalhe curioso ela estava situada a poucos metros do cemitério municipal em uma rua íngreme que era conhecida como o ponto final dos corte fúnebres essa localização peculiar sempre gerava comentários entre os moradores da cidade aproximidade com o cemitério embora a prática trazia consigo um tipo de aura estranha que Ninguém sabia bem como explicar
ao longo dos anos o cemitério passou a ser visto como um lugar onde as pessoas evitavam ir à noite como se algo Invisível rasse o local para muitos a simples menção do cemitério causava uma sensação desconfortável muitos moradores evitavam passar por ali à noite pois histórias sobre aparições rondavam aquela rua há anos embora hesitante meu avô permitiu que meu pai aceitasse o convite compreendendo que aquilo tornaria sua Rotina um pouco menos árdua a alegria dele foi imensa pois agora poderia descansar mais e ainda assim chegar cedo ao o horário em que saía para a feira
era sempre o mesmo por volta das 4 da manhã tempo suficiente para tomar um café com o casal antes de começar o dia mas embora ele estivesse Grato pela ajuda algo no fundo de seu ser ainda fazia com que ele ficasse desconfortável o fato de estar tão Próximo do cemitério especialmente naquela rua isolada o deixava inquieto não sabia dizer o que era mas sentia que algo estava fora do lugar como se o lugar tivesse uma energia que ele não conseguia entender mesmo assim um pequeno incômodo sempre persistia a sensação de estar sendo observado ao sair
de casa algo que sempre lhe chamou a atenção foi o costume peculiar de Seu Osvaldo todas as vezes que saía de casa ele olhava para trás e fazia o sinal da Cruz como se prestasse homenagem aos mortos meu pai pai ainda menino nunca questionou o gesto apenas ignorava esse comportamento se repetia sempre e com o tempo meu pai passou a achar que era apenas um hábito supersticioso algo sem muita importância ele via isso com certa indiferença já que na infância tudo parecia ser apenas mais uma tradição do interior mas uma curiosidade começava a se formar
em sua mente o que aquele gesto realmente Sign ficava até que Certo dia percebeu que aquele hábito Talvez escondesse um significado mais profundo tudo aconteceu no mês de outubro quando o movimento na feira aumentava por conta das compras para o Dia de Finados em uma dessas noites ao chegar à casa do casal sentiu algo estranho era como se houvesse uma força invisível tentando impedi-lo de entrar mesmo assim não deu muita jantou com seus anfitriões e foi dormir O ambiente naquela noite parecia mais denso como se o ar estivesse carregado de algo que não podia ser
nomeado mesmo as sombras pareciam mais escuras e os sons ao longe tinham uma qualidade abafada como se estivessem vindo de um lugar distante meu pai tentou ignorar os sentimentos de desconforto mas ao deitar a sensação de que algo está errado se intensificou o sono porém não foi tranquilo sonhos estranhos o assombraram Cheios de sussurros e sombras quando despertou na madrugada seguinte para ir à feira com Seu Osvaldo o frio era intenso ele se recorda de que Precisou se enrolar com as poucas roupas que tinha para suportar a temperatura como de costume ao saírem o senhor
virou-se para trás para fazer o da Cruz nesse momento o frio parecia penetrar mais profundamente em seus ossos e o ar estava mais denso do que o normal cada respiração parecia mais difícil como se O ambiente estivesse carregado de uma energia pesada e inquietante meu pai sentia a sensação de ser observado mas algo mais estava acontecendo algo que ele não conseguia compreender completamente mas dessa vez algo inesperado Aconteceu algo que mudaria aquela noite para sempre no entanto no meio do gesto ele paralisou seu corpo ficou completamente rígido meu pai achando que era uma brincadeira riu
baixinho mas quando tentou tocá-lo Percebeu algo assustador a pele do homem estava tão gelada quanto pedra a sensação de frio que emanava de Seu Osvaldo era mente Fora do Comum o calor de seu próprio corpo parecia desaparecer à medida que tocava o homem e por um breve momento o tempo Parecia ter parado era uma sensação que meu pai jamais esqueceria como se eles estivessem presos em um Limbo entre o mundo dos vivos e dos Mortos era como se ele tivesse sido Congelado no tempo incapaz de se mover ou reagir intrigado meu pai desviou o olhar
na direção do cemitério foi nesse momento que ele também congelou de medo descendo a ladeira avistou um grupo de figuras vestidas de branco com longos véus cobrindo seus rostos elas caminhavam lentamente sem levantar a cabeça seguindo em direção ao portão do cemitério aquelas figuras pareciam surgir do próprio terreno onde estavam enterrados os mortos cada passo delas Era como uma batida de arrastado e fúnebre as roupas brancas que pareciam quase líquidas Sob a Luz da Lua criavam um contraste com o escuro ao redor tornando-as ainda mais impossíveis de ignorar os passos eram arrastados quase como se
estivessem sendo guiadas por uma força Invisível o mais perturbador era o som que faziam não era um canto normal mas algo que parecia Ressoar diretamente dentro da mente de quem ouvia como se viesse de outro mundo A sensação era de que estavam muito próximas embora ainda estivessem distantes descendo lentamente a rua era como se a própria Rua se curvassem mitindo que aquelas figuras chegassem mais perto a cada passo o som que emitiam não era musical mas algo muito mais profundo como se as vozes deles ecoassem através das paredes do próprio tempo o ar parecia tenso
e imutável como se todas as forças da natureza estivessem em silêncio absoluto Esperando pelo desfecho daquela noite um arrepio percorreu a espinha de meu pai enquanto um instinto primitivo lhe dizia para correr dali Foi então que seu Osvaldo com grande esforço conseguiu reagir ele começou a respirar com dificuldade como se estivesse lutando com contra algo invisível com todas as suas forças terminou o sinal da cruz e de repente ambos foram libertados daquela estranha paralisia ele agarrou meu pai e o arrastou para longe dali a Sensação de ser puxado para fora daquela situação Parecia um alívio
momentâneo mas algo ainda pairava no ar como se uma presença invisível estivesse os acompanhando cada passo parecia mais pesado como se o peso do próprio medo estivesse carregando sobre seus ombros cada passo parecia mais difícil do que o anterior como se uma força invisível tentasse impedi-los de escapar ao chegarem à praça onde ficavam as barracas as pessoas ficaram alarmadas ao Vê-los seus rostos estavam pálidos e marcados como se tivessem sido Queimados Pelo frio intenso uma senhora percebendo a gravidade da situação rápida ente trouxe café para ajudá-los a se recuperar o calor do café parecia aliviar
mas não foi suficiente para dissipar o pavor que consumia suas almas as marcas do frio ainda estavam em seus rostos como uma lembrança indesejada do que haviam presenciado mesmo com o sol começando a Nascer a noite ainda parecia estar em suas mentes sombria e gelada e bebida quente aqueceu seus corpos mas não dissipou o terror que sentiam naquele Vilarejo existia uma crença antiga de que encontrar aquelas figuras era um sinal terrível um Presságio de que alguém em breve partiria deste mundo as pessoas estavam cientes dessa superstição mas poucos realmente acreditavam que poderia ser verdade para
eles aquelas figuras eram apenas um Conto antigo uma história passada de geração em geração mas para meu pai aquilo havia se tornado uma realidade aterradora que não podia ser ignorada e de fato na semana seguinte uma tragédia abalou a cidade depois daquela noite meu pai nunca mais dormiu naquela casa preferiu enfrentar as longas caminhadas na madrugada mesmo com todo o esforço que isso exigia os dias que se seguiram foram preenchidos com um silêncio estranho e um sentimento De perda cidade Parecia ter sido tocada por algo que os moradores não conseguiam explicar como se a presença
daquelas figuras Tivesse deixado uma marca em todos que estavam por perto mesmo anos depois ele ainda evita olhar para o cemitério quando passa por perto minha família possui muitos outros relatos intrigantes Meu avô por exemplo teve experiências inexplicáveis quando era jovem e eu mesmo quando criança já passei por momentos que até hoje não Consigo entender são relatos que se acumulam com o passar dos anos tecendo uma rede de experiências que desafiam qualquer explicação e talvez no fundo seja essa a verdadeira natureza do mistério não ter uma resposta só uma sensação constante de que há algo
além algo que nunca será completamente entendido se há algo além do que podemos ver Talvez seja melhor não descobrir Espero que esta história seja apenas o começo e que eu possa trazer Outras para vocês em breve Afinal acredito que todos em algum momento da vida se deparam com algo que desafia qualquer explicação lógica e talvez seja exatamente isso que nos mantém curiosos a ideia de que por mais que tentemos entender sempre haverá algo fora do nosso alcance alo que fia a razão e nos faz perceber que às vezes a verdadeira resposta é não saber nem
tudo precisa ser compreendido Talvez seja melhor assim vocês estão curtindo Os relatos de Terror me conta nos comentários não esquece de deixar o like se inscrever no canal e ativar o Sininho porque isso nos ajuda a trazer mais relatos para vocês Bora fortalecer a nossa comunidade do Medo eu quero compartilhar essa experiência para alertar sobre a importância de manter a calma e a prudência independentemente da situação é algo que me marcou profundamente e nunca sairá da minha memória quando eu morava em uma Cidade isolada no interior do Canadá um lugar com muitos prédios antigos e
desabitados a falta de opções de lazer nos incomodava o ambiente era completamente silencioso como se o tempo tivesse parado por ali eu e meus amigos estávamos sempre à procura de algo para fazer até que tivemos a ideia de explorar esses edifícios abandonados nunca imaginamos o que nos aguardava naquela noite fatídica antes do incidente que vou Relatar Nunca havia ocorrido nada de realmente estranho nos sentimos imunes àquele lugar acreditando que nada de ruim poderia acontecer conosco o mais comum era nos depararmos com vestígios de sangue ou ver um pentagrama desenhado no chão indícios de que outras
pessoas já haviam passado por ali antes Porém nada disso parecia digno de maior atenção algo quase rotineiro mas tudo isso parecia inofensivo até a última vez em que decidimos explorar um desses Prédios foi naquela noite que tudo mudou E nada seria mais mesmo depois de então quando eu tinha 15 anos costumava frequentar uma creche que ficava dentro de um antigo Hospital Psiquiátrico era um lugar estranho cheio de histórias e mistérios que sempre nos deixava curiosos a combinação era sem dúvida peculiar mas o local foi fechado devido à falta de pacientes e crianças as paredes vazias
e os corredores longos pareciam contar histórias de um passado Esquecido Depois de alguns anos decidi revisitar aquele lugar com alguns amigos todos estavam empolgados com a ideia de explorar e tentar desvendar os segredos daquele espaço para contextualizar todos tinhamos 15 anos mais ou menos e éramos um grupo de jovens buscando algo diferente para fazer não sabíamos Mas aquela simples visita se tornaria uma das experiências mais aterradoras de nossas vidas naquela noite o clima Estava Bastante comum para a região com uma neblina densa e uma chuva fina a atmosfera já começava a criar uma sensação de
desconforto entre nós quando chegamos ao portão principal do prédio o encontramos trancado mas logo decidimos pular e continuar a caminhada a adrenalina estava alta e a empolgação nos fazia esquecer qualquer tipo de cautela fazíamos muito barulho rindo e nos divertindo sem imaginar o que nos aguardava cada passo parecia mais Distante da segurança mas nossa curiosidade nos cegava para o perigo com lanternas em mãos exploramos a área ao redor que estava pouco iluminada devido à neblina a névoa tornava tudo mais sombrio como se estivéssemos dentro de um pesadelo o parquinho ao nosso redor estava em ruínas
mas mesmo com nossas lanternas a visibilidade era limitada os brinquedos quebrados e os objetos dispersos pelo chão pareciam um cenário de filme de Terror decidimos entrar no prédio que estava em Total decadência vidros quebrados e sujeira cobriam o chão criando um ambiente ainda mais sombrio o som de nossos passos ecoava pelos corredores vazios e a sensação de estar sendo observado crescia a cada segundo ao nos aventurarmos na ala da antiga creche encontramos brinquedos quebrados móveis deteriorados e outros vestígios de um tempo passado a poeira no ar dava uma sensação de abandono como se o tempo
Tivesse parado ali à medida que avançávamos o silêncio tomava conta até que o som das nossas pisadas na sujeira era o único ruído que quebrava a Quietude a cada Novo Passo o medo começava a se instalar mas ninguém ousava admitir em dado momento encontrei um recipiente com lápis de cor e me aproximei para pegá-los parecia algo simples mas aquele pequeno detalhe nos distraiu do que realmente estava acontecendo ao nosso redor foi nesse Instante que ouvimos um estrondo vindo de uma porta de metal que dava acesso à ala psiquiátrica o som parecia distante mas logo se
aproximava com força olhei para os meus amigos e todos ficaram em silêncio era um silêncio pesado como se todos tivessem pressentido algo errado Como éramos um grupo de cinco a maioria parecia bem confiante mas a insegurança começou a se espalhar mesmo entre os mais ousados de nós mesmo assim minha intuição me dizia que algo estava errado No fundo eu sabia que não deveríamos estar ali mas era tarde demais para voltar atrás meu amigo Marcos sugeriu que fôssemos ver o que causou aquele barulho ele era o mais corajoso sempre se jogando em situações de risco mas
eu estava começando a duvidar das nossas escolhas eu não estava totalmente confortável com a ideia mas ninguém queria ser o único a recusar o grupo estava unido mas a tensão era visível em todos os rostos assim nos aproximamos da P esta enferrujada e de difícil acesso e com um esforço conjunto conseguimos abri-la a porta rangeu de forma estranha como se estivesse protestando contra a nossa intrusão o cheiro metálico que emanava do local se intensificou misturado a algo que eu não conseguia identificar de imediato era um odor forte pungente que invadiu nossas narinas de forma Quase
[Música] sufocante as pernas apontadas para todos Os lados com Marcos à frente ele parecia ser o único realmente calmo enquanto nossos corações batiam descompassados o corredor era estreito e de cada lado havia portas de metal algumas abertas outras fechadas a cada passo a sensação de claustrofobia se intensificava como se as paredes estivessem se aproximando de nós a sensação de claustrofobia aumentava a cada passo e a dificuldade para respirar se tornava Evidente era como se o ar estivesse ficando mais Pesado e difícil de engolir Marcos apontou sua lanterna para uma das salas à esquerda e com
cautela entrou nela ele hesitou por um segundo mas logo desapareceu da nossa Vista deixando-nos inquietos perguntei o que ele havia visto Mas ele respondeu de forma vaga dizendo que parecia que havia alguém ali embora agora estivesse tudo tranquilo suas palavras não foram suficientes para diminuir a tensão que se formava entre nós na hora Achei que Ele estivesse Apenas tentando nos assustar mas olhando para trás percebo que ele estava sendo honesto era como se ele tivesse percebido algo que nós não conseguíamos ver continuamos andando até que outro amigo nos alertou para pararmos o alerta Foi recebido
com uma mistura de curiosidade e apreensão ouvimos Passos leves e quase imperceptíveis vindo de algum ponto à frente o som parecia se mover mas não conseguíamos localizar sua origem a Tensão era palpável e todos nos entre olhávamos aterrorizados nossos olhos estavam arregalados e não havia dúvida de que algo estava acontecendo Marcos não hesitou e seguiu na direção dos Passos ele avançou apesar do Medo Evidente em seus olhos por um momento pensei que deveria voltar imaginando que poderia ser um fantasma ou algo do tipo mas não queria perder a chance de descobrir o que estava Acontecendo
meu corpo queria correr mas algo dentro de mim me forçava a continuar à medida que nos aproximávamos sentíamos uma presença nos observando como se estivéssemos sendo vigiados o ar estava carregado de tensão e era difícil não sentir que não estávamos sozinhos quando entramos em uma sala à direita o cheiro de carne podre nos atingiu com força era insuportável e quase nos fazia perder o controle a nossa frente estava o corpo de um animal e suas vísceras Estavam espalhadas pelo chão manchando o concreto o cenário era apocalíptico uma visão de horror que não imaginávamos ser possível
em um lugar tão abandonado um dos meus amigos com o estômago fraco não conseguiu segurar e vomitou o som do vômito ecoou no silêncio como um grito de pânico Foi então que ouvimos um sussurro vindo de algum lugar a voz parecia vir de dentro de nossas próprias cabeças fazendo o medo crescer ainda mais Marcos com a Lanterna em mãos apontou para um canto da sala onde Vimos um homem estava ali imóvel e isso nos causou um Pânico instantâneo ele estava com a cabeça baixa e usava uma camiseta Verde manchada de sangue além de calças rasgadas
o sangue parecia fresquinho e a visão nos fez estremecer seus pés estavam danificados e ele se contorcia murmurando palavras ininteligíveis o som de sua voz era estridente mas ao mesmo tempo parecia de algum lugar distante Ficamos estáticos observando-o por uns longos segundos até que Ele olhou para nós com um sorriso perturbador e disse vocês vieram para o banquete As palavras dele saíram de sua boca como um veneno e isso nos fez congelar de medo as palavras dele ecoaram em nossas mentes e foi o Estopim para nossa fuga a adrenalina correu pelo nosso corpo e fomos
tomados pelo instinto de sobrevivência corremos de volta para a ala da creche e tentamos fechar a porta De metal que estava enferrujada e difícil de manusear a porta estava pesada como se tentasse nos impedir de escapar foi necessário o esforço de três de nós para finalmente conseguir fechá-la a pressão era tão grande que parecia que o peso do mundo estava sobre nossos ombros quando olhei para trás ainda podia ver a silhueta do Homem nos observando seu sorriso grotesco parecia se est por todo o corredor tornando-se cada vez mais sinistro seus dentes Brancos eram a única
característica humana visível e aquilo me arrepiou o cheiro da Morte parecia envolver todo o ambiente tornando tudo ainda mais horrível ficamos atrás da porta respirando com dificuldade e confirmando entre nós que todos tínhamos visto a mesma coisa os olhos de cada um estavam arregalados e todos estavam Ainda tentando compreender o que havíamos testemunhado depois de um tempo uma Batida suave na porta nos fez decidir que era hora de ir embora a batida foi o último empurrão para nossa fuga e o medo nos consumia a cada segundo corremos para fora do complexo e nunca mais voltamos
lá Nunca esquecemos o que vimos e a visão daquele homem Continuará nos assombrando por toda vida um ano depois a polícia retornou à área para uma busca de rotina e encontrou o homem foi uma surpresa para todos mas não para nós que sabíamos que ele ainda estava por ali em Algum lugar foi revelado que ele havia sido paciente na ala psiquiátrica antes de ela ser fechada mas havia fugido da instituição para viver nas redondezas sobrevivendo de caça e comida selvagem sua vida na selva Parecia ter distorcido sua mente de uma maneira irreconhecível quando foi encontrado
seu estado de saúde era deplorável com várias doenças causadas pela ingestão de carne crua ele estava irreconhecível mais uma sombra do que um ser humano seu estado mental Estava ainda mais abalado e havia rumores de que ele teria cometido um assassinato na floresta enquanto procurava alimento embora nada tenha sido confirmado o mistério em torno dele permanece até hoje e ninguém sabe o que realmente aconteceu com aquele [Aplausos] [Música] homem esse relato foi compartilhado por minha avó que faleceu há cerca de 5 meses ela sempre contou suas histórias Com muita intensidade como se revivesse cada momento
antes de de sua partida tomei o cuidado de perguntar sobre todos os detalhes dessa experiência Pois ela já estava doente e sabíamos que não teria muito tempo conosco eu queria entender tudo o que ela passara principalmente porque ela parecia ter vivido uma vida muito difícil minha avó veio de um pequeno Vilarejo chamado Vila Verde ela me contou que quando era criança sua avó Paterna nunca demonstrou carinho por ela sendo extremamente ríspida e áspera era como se ela estivesse condenada a viver so uma sombra constante de desprezo Talvez isso fosse por conta das responsabilidades que minha
avó assumiu após a morte prematura de sua mãe Sendo ela quem ficou encarregada da casa e das refeições minha avó sempre dizia que sentia uma grande solidão como se tivesse sido forçada a amadurecer cedo demais essa mulher que era muito rígida Tratava minha avó como se fosse uma serviçal o que gerava nela um medo constante e esse medo a acompanhou por toda a sua vida sem que ela nunca conseguisse se livrar dele ela temia ficar sozinha na presença dessa mulher pois a avó a beliscava e até a queimava com o cigarro caso não seguisse suas
ordens os olhos daquela mulher tinham uma frieza imensa e minha avó sempre temeu a expressão deles com o tempo essa senhora adoeceu e ficou acamada passando Muito tempo sofrendo até sua morte os dias pareciam se arrastar enquanto ela estava nessa situação mas minha avó sentia uma mistura de alívio e culpa no dia de seu falecimento ela pediu para falar com minha avó dizendo que queria se despedir e pedir perdão por tudo de ruim que havia feito minha avó no entanto hesitou por um momento Sentindo um aperto no coração minha avó no entanto não queria entrar
no quarto pois tinha muito receio de vê-la em seu Estado debilitado Especialmente porque sempre sentiu uma energia estranha na casa o medo que ela sentia parecia intensificar toda a situação tornando a casa ainda mais sinistra ela dizia que o ambiente ficava gelado e pesado como se algo maligno o habitasse esse sentimento de opressão nunca a deixou como se a própria casa estivesse viva e guardasse algo Sombrio mesmo assim ela entrou no quarto e a senhora com uma voz fraca pediu perdão sua avó parecia ainda mais Distante como se estivesse em um lugar onde não existia
mais Redenção minha avó então respondeu que a perdoava permitindo que ela fosse em paz e encontrasse o caminho até Deus mas o silêncio o que se seguiu era perturbador como se algo mais estivesse prestes a acontecer contudo sua avó a olhou com um olhar Sombrio e disse com Deus não irei em nenhum lugar apenas com ele naquela mesma tarde ela faleceu era como se suas palavras ecoassem na casa e uma sensação De algo errado preenchesse o ambiente após sua morte a casa se tornou ainda mais fria e sinistra do que antes o ar parecia denso
e minha avó sentiu como se uma presença invisível estivesse sempre por perto enquanto esperavam que alguém viesse buscar o corpo um vento gelado soprava fazendo as árvores ao redor Ranger o som das Folhas se mexendo Fazia tudo parecer ainda mais irreal a mata estava silenciosa apenas o som do vento sussurrando entre as folhas quebrava o Silêncio era um som que parecia se intensificar à medida que o vento passava criando uma atmosfera de Total Desolação Foi então que minha avó ouviu um som que parecia um choro distante vindo entre as árvores ela olhou em volta mas
não havia ninguém e a sensação de medo aumentou ela não sabia se estava imaginando ou se algo realmente estava chorando ali fora durante a noite enquanto os outros se preparavam para o velório Minha avó ficou na cozinha Sentindo um frio incomum considerando que estava no fim do verão era um frio que parecia atravessar a alma algo que não podia ser explicado no dia seguinte enquanto o corpo de sua avó estava na casa minha avó e seus primos estavam brincando no quintal apesar de tudo o que estava acontecendo as crianças tentavam encontrar algum tipo de normalidade
perto de um velho Pé de Manga onde sua avó costumava se sentar quando estava viva decidiram jogar Esconde esconde esse lugar embora simples tinha uma conexão profunda com a história de sua avó em certo momento minha avó e um primo correram até o pé de manga para se esconder mas ao chegarem lá pararam repentinamente algo os impediu de continuar uma força invisível que parecia ter se apossado deles suas pernas começaram a tremer e ela não conseguia mais se mover ela sentiu como se estivesse sendo observada mas de uma Forma que não conseguia compreender sentada sob
a árvore estava sua avó a mesma mulher que haviam velado na casa ela os olhava com um olhar vazio e sombrio seus olhos escuros e sem vida ela não parecia humana mas sim uma sombra que tomara forma minha avó sentiu um terror inexplicável pois sabia que aquilo não pertencia a este mundo era como se a própria realidade estivesse sendo distorcida diante dos seus olhos seu primo também a Viu e ambos correram aterrorizados eles não podiam acreditar no que estavam vendo mas sabiam que aquilo não poderia ser real eles sabiam que não era possível pois a
mulher que estavam velando já estava morta enquanto os adultos rezavam pela alma da falecida as palavras pareciam flutuar no ar rogai por ela e por nós pecadores ecoando entre as árvores o som parecia vir de longe mas ao mesmo tempo parecia estar em todos os lugares esse som e o vento Criavam um ambiente carregado de sombras que até hoje causam arrepios em minha avó ela ainda não consegue esquecer a sensação de sufocamento que tomou conta dela naquele momento eles correram de volta para a casa e minha avó entrou rapidamente no quarto onde o corpo de
sua avó estava sendo velado todos olharam para ela com uma expressão que misturava surpresa e preocupação mas ela não ligou todos a olharam com estranheza pela forma como Entrou mas ela só queria Confirmar que o cadáver ainda estava no caixão ela precisava de uma prova algo que a fizesse acreditar que estava vendo o que realmente acontecia quando se aproximou seu coração parou ela tinha certeza de que havia visto sua avó lá fora sentada no Pé de Manga era impossível mas ela sentia como se estivesse presa em um pesadelo do qual não conseguia acordar no dia
seguinte levaram o corpo de sua avó para o cemitério do Vilarejo A cerimônia transcorreu como de costume com a missa e o enterro no entanto um peso Parecia ter tomado conta de todos como se aquela morte não fosse algo natural Colocaram um Rosário nas mãos da falecida cruzado sobre o peito o Rosário com suas contas pequenas e gastas Parecia ter um significado muito maior naquele momento no entanto no dia seguinte chegou a notícia de que o corpo havia sido desenterrado o túmulo estava violado e o caixão estava de um lado com O corpo do outro
os braços estendidos e o Rosário dentro do caixão era um cenário de terror que ninguém poderia ter previsto algo tão irreconhecível que parecia irreal o pai de minha avó foi até o local e para sua surpresa encontrou o caixão do lado oposto e o corpo com os braços esticados ele não sabia o que pensar mas sentia que estava prestes a testemunhar algo ainda mais mais sinistro recolocaram o corpo e repetiram O enterro no entanto na manhã seguinte o corpo estava novamente desenterrado na mesma posição e exalando um odor forte de decomposição o cheiro era insuportável
e quem estava por perto não conseguia suportá-lo por muito tempo a situação não podia continuar assim o corpo estava liberando líquidos e o padre sugeriu que talvez a senhora rejeitasse a terra Sagrada essa ideia parecia absurda mas ninguém conseguia encontrar uma explicação lógica com Pesar a família decidiu retirar o corpo do cemitério e enterrá-lo fora do terreno sagrado era uma decisão difícil mas parecia ser a única alternativa Somente depois desse último enterro longe daquele cemitério o corpo permaneceu em paz foi um alívio para todos embora ninguém realmente soubesse o que estava acontecendo ninguém sabe o
que aconteceu com os restos exumados pois embora minha avó tivesse Perdoado sua avó ainda havia uma Certa mágoa essa mágoa não podia ser totalmente apagada e algo Parecia ter ficado para trás esperando ser resolvido sei que esse relato Pode parecer simples mas minha avó sempre garantiu que tudo foi real e o medo que ela sentiu naquele momento foi profundo pois não é comum que um corpo seja desenterrado tantas vezes ela nunca conseguiu explicar de forma racional mas sempre soube que algoo além dapr humana Estenda hisas que ela me contou e Estilar mais delas vocês em
BR as hisas del meam e agora compartilho com vocês para que essa memória viva jamais se apague [Música] eu tinha 13 anos quando isso aconteceu era um período da minha vida em que eu estava começando a entender melhor o mundo à minha volta com muitas novas experiências estava no sétimo ano e estudava em uma escola que ficava H aproximadamente 15 minutos a pé da minha Casa o que era uma distância bem curta Eu sempre gostei de caminhar para a escola pois me dava uma sensação de liberdade mas naquele dia parecia que o tempo estava mais
lento do que o normal para dar um pouco mais de contexto meu irmão mais velho e eu crescemos em uma região simples no leste de Houston em uma casinha pequena com um portão de ferro nossa casa era simples mas sempre cheia de vida e eu adorava o cheiro de café que minha mãe fazia de manhã a Entrada da casa tinha tanto uma porta de metal quanto uma de madeira ambas com telas de proteção as portas de metal tinham um som característico quando eram fechadas um som que sempre me tranquilizava mas naquela tarde parecia que tudo
estava mais tenso durante o dia costumávamos deixar a porta de madeira aberta mas sempre trancamos a de metal era uma forma de garantir que ninguém entrasse sem avisar mas eu sempre me perguntava se estávamos realmente Protegidos contudo naquele dia algo foi diferente era um dia estranho como se o ar estivesse carregado de algo que eu não conseguia entender cheguei em casa e estava sozinha pois meus pais e meu irmão ainda não haviam voltado e eu estava morrendo de sede a casa parecia vazia silenciosa demais o que fez a solidão parecer ainda mais forte corri para
a cozinha peguei algo para beber e me sentei à mesa que ficava a cerca de 3 M da porta da entrada a sensação de sede Era intensa e enquanto tomava an água sentia o peso da tarde como se algo estivesse prestes a acontecer foi nesse momento que escutei o som do portão de ferro se abrindo eu reconhecia aquele som tão bem mas naquele dia ele parecia estranho quase como se fosse um aviso fiquei surpresa pois não esperava ninguém ali tão cedo eu estava acostumada a ver meus vizinhos saindo para o trabalho ou andando pela rua
mas aquele homem parecia deslocado no Ambiente levantei-me para ver quem seria e para minha surpresa vi um homem de aparência estranha ele estava parado do outro lado do portão me observando com um olhar que eu não soube identificar na hora ele parecia ter cerca de 60 anos com cabelo curto e branco e uma longa barba da mesma cor sua barba estava desordenada como se ele não se importasse em cuidar de si mesmo usava uma camiseta de uma banda de rock jeans rasgados e óculos escuros era um visual Incomum mas o mais estranho era que ele
não parecia se importar com o fato de estar tão fora de lugar ali na hora pensei que ele parecia uma versão descuidada do Papai Noel ele tinha um ar de estranheza que me fez sentir que algo estava errado mas eu não sabia o que era o homem se aproximou e bateu na tela da porta perguntando se meus pais estavam em casa ele fez isso de forma tão casual como se estivesse apenas fazendo uma visita mas algo em sua postura parecia Fora de lugar Respondi de forma ingênua que não fui direta sem pensar muito mas percebi
que minha resposta parecia não ser o que ele esperava ele sorriu e disse que estava coletando doações para Crianças Carentes o sorriso dele parecia Genuíno mas ao mesmo tempo forçado como se estivesse tentando me convencer de algo Eu sem saber o que fazer disse que não tinha dinheiro eu sabia que estava sendo educada mas ao mesmo tempo algo me dizia para ser Cautelosa ele então mencionou que às vezes as crianças doavam brinquedos que não usavam mais as palavras dele estavam sendo mais entes do que eu imaginava e isso fez com que minha ansiedade aumentasse respondi
que não tinha brinquedos velhos para oferecer mas ele insistiu dizendo que eu provavelmente tinha algo em casa que já não usava mais ele estava tentando me fazer sentir culpada como se fosse errado não ajudar mas algo na minha intuição me dizia que Deveria resistir nesse momento comecei a ficar um pouco nervosa minhas mãos começaram a suar e eu senti meu coração bater mais rápido como se estivesse prestes a acontecer algo percebi que ao chegar em casa não havia trancado a porta de metal e foi quando fiquei mais tensa o pensamento de que a porta estava
aberta me fez sentir vulnerável Como se eu tivesse deixado uma brecha para que algo ruim acontecesse tentei manter a calma e Discretamente girei a chave para a porta cada movimento meu parecia mais difícil do que o normal como se o tempo tivesse desacelerado fui conversando com ele para que não percebesse o que eu estava fazendo eu sabia que precisava dar tempo para trancar a porta e cada palavra parecia mais distante do que eu gostaria Depois de alguns minutos de insistência ele ainda não tinha desistido ele estava começando a ficar impaciente e eu sabia que minha
paciência estava prestes a se Esgotar Foi então que decidi fingir que procuraria algum brinquedo para doar na esperança de que ele fosse embora isso me deu uma sensação de alívio momentânea como se pudesse ganhar algum tempo para pensar no que fazer a seguir disse que iria verificar e caminhei em direção ao corredor meu corpo parecia tenso e cada passo parecia uma eternidade mas eu precisava manter a calma porém ao dar alguns passos ouvi claramente o som da porta de metal sendo puxada ele estava Tentando abri-la o som da porta sendo forçada foi o pior momento
o momento em que percebi que ele estava mais perto do que eu imaginava fingi que não percebi e continuei indo até um dos quartos Eu estava tentando controlar o pânico Mas a sensação de estar sendo observada me deixava cada vez mais confortável não tinha celular e o único telefone da casa ficava na cozinha Eu sabia que se eu pudesse usar o telefone Poderia chamar alguém mas eu não queria dar um motivo Para ele perceber o que eu estava fazendo pensando nas opções decidi seguir com o plano que havia elaborado eu precisava dar um jeito de
sair dessa situação e o tempo estava contra mim esperei por dois ou três minutos e voltei torcendo para que ele já tivesse ido embora o silêncio na casa parecia opressor como se a atenção Estivesse se acumulando e não houvesse nada que eu pudesse fazer para dissipa mas não ele ainda estava lá eu o Vi parado na mesma posição Ainda tentando forçar uma saída informei que infelizmente não havia encontrado nada e ele deu um longo suspiro Antes de Dizer que voltaria em outro oportunidade a forma como ele falou dava a impressão de que isso não era
a última vez que ele tentaria algo em seguida atravessou a rua e ficou parado do outro lado da rua o que mais me incomodava era que ele parecia tão calmo como se estivesse aguardando algo acontecer da janela da Cozinha pude vê-lo olhando fixamente para a minha casa por cerca de 45 minutos eu observei em silêncio sem saber o que ele estava pensando ou o que faria a seguir Finalmente meu irmão chegou com alguns amigos eles chegaram rindo despreocupados sem perceber o que havia acontecido mas eu estava aliviada por finalmente não estar mais sozinha assim que
entrou em casa os amigos seguiram para o fundo e o homem começou a andar Em direção à esquina ele parecia um vulto desaparecendo lentamente na distância mas eu não conseguia tirar a sensação de que ele ainda estava me observando ele desapareceu e Quando contei para meu irmão o que tinha acontecido ele correu para procurar o estranho mas ele já havia sumido a sensação de alívio foi breve pois eu sabia que ele poderia retornar a qualquer momento quando minha mãe chegou contamos tudo a ela e ela imediatamente Entrou em contato com a a preocupação dela era
Evidente mas ela também sabia que não havia muito o que fazer se ele não voltasse no entanto a resposta deles foi apenas para ligarmos novamente caso ele retornasse eles pareciam tão despreocupados como se o que eu havia vivido fosse apenas mais um relato qualquer felizmente nunca mais o vi nem precisei enfrentar o que quer que ele estivesse planejando a sensação de Alívio foi misturada com um medo residual como se aquele homem ainda estivesse por aí esperando a oportunidade [Música] certa logo após a reabertura dos bares após o período de lockdown fui a um Pub simples
nas proximidades da Rua 52 em Springfield uma cidade do estado de Washington o local era bem simples mas um dos poucos lugares que ainda oferecia Kauê logo depois do fim da pandemia Eu Estava ansioso para voltar a um ambiente descontraído depois de tanto tempo em isolamento após me apresentar no palco e cantar minha música favorita Decidi ir até o balcão para pedir uma bebida enquanto conversava com o bartender um homem se aproximou de mim eu sou um cara grande com um7 de altura e um pouco mais de 9 5 kg mas esse homem me fez
parecer pequeno ele parecia ter uma presença imponente algo difícil de ignorar ele deveria ter Algo em torno de 2 m de altura e pesava facilmente uns 140 kil ou mais aparentando entre 30 e 35 anos era um sujeito corpo lento com músculos visíveis mas o mais estranho era que ele usava uma máscara o que era incomum naquele momento embora fosse uma escolha incomum ele parecia confortável com aquilo como se fosse parte do seu estilo no entanto ele estava tão habituado a usar a máscara que ela estava suja e a parte dianteira Estava visivelmente humedecida com
sua respiração o que era extremamente desconfortável de se ver ele tinha um olhar frio quase sem vida e começou a me perguntar se eu praticava levanto de peso respondi que sim e ele não hesitou em fazer mais perguntas sobre os pesos que eu conseguia levantar tanto no supino quanto no agachamento pelo jeito ele parecia realmente interessado no assunto mas algo em seu tom de voz me deixava desconfortável a conversa Parecia inicialmente normal até ele começar a se gabar das suas próprias conquistas mencionando que levantava cerca de 170 naquilo em alguns exercícios a forma como ele
falava sobre isso era quase como se estivesse se desafiando como se precisasse provar algo para alguém em um momento ele até fez uma pose de fisiculturista flexionando os músculos e me desafiando a apertá-los eu relutante aceitei e o fiz embora sua atitude fosse Um pouco estranha algo me dizia que ele Talvez tivesse algumas dificuldades sociais mas em bares desse tipo é comum encontrar pessoas excêntricas eu me sentia um pouco desconfortável mas ainda achava que não estava lidando com nada perigoso pelo menos não por enquanto então continuei ouvindo e permitindo que ele falasse ele começou a
se gabar sobre seu passado e contou que já havia sido jogador profissional de futebol depois Se tornou policial e mais recentemente começou a beber demais ele parecia estar tentando se justificar por algo como se tentasse encontrar algum tipo de Redenção ao falar sobre seu passado aparentemente naquele dia ele já havia consumido 30 latas de cerveja o que para alguém do seu tamanho parecia até plausível apesar de tudo isso comecei a ficar cada vez mais desconfortável mas ainda queria entender até onde aquela conversa poderia ir Eu estava tentando manter a calma mas meus instintos começaram a
me alertar para o fato de que algo não estava certo ali então o Tom mudou quando ele comentou sobre mulheres ele falou sobre como percebeu que eu tinha uma boa interação com a atendente do bar e quis saber mais sobre como eu me relacionava com as mulheres como fazer com que elas confiassem em mim eu percebi que ele estava fixado na minha resposta como se estivesse esperando uma Fórmula Mágica Sem saber exatamente como reagir Tentei ser o mais neutro possível e dei respostas genéricas sobre ser honesto e respeitoso sem entrar em detalhes ou dar dicas
específicas sobre Como conquistar alguém então a conversa virou ainda mais estranha ele começou a dizer que costumava frequentar shoppings para pegar mulheres jovens entre 18 e 19 anos algo que estava no limite da legalidade a maneira como ele falou sobre isso foi como se fosse uma Atividade comum para ele algo que ele fazia como parte de sua rotina mas não pude deixar de me perguntar se ele já havia se envolvido com garotas mais jovens ele então me contou que comprava presentes para essas mulheres e as levava para seu carro onde mantinha relações sexuais com elas
ele parecia justificar isso como algo consensual mas algo em sua expressão me dizia que havia mais por trás dessa história ele disse que era tudo consensual mas algo me Dizia que havia algo mais sinistro por trás disso foi quando comecei a me sentir extremamente desconfortável convencido de que estava diante de alguém com tendências perigosas talvez até um sociopata eu senti um arrepio ao pensar na possibilidade de que ele poderia estar mentindo ou até pior que fosse capaz de algo mais terrível eu queria que ele confessasse algo mais grave algo que eu pudesse reportar para as
Autoridades então a coisa tomou um rumo ainda mais sombrio quando ele olhando para baixo disse com uma voz quase sussurrante eu fiz coisas ruins eu não consegui disfarçar minha surpresa mas mantive a calma e me forcei a perguntar ele hesitou por um momento antes de repetir eu fiz coisas muito ruins eu senti o pânico crescendo dentro de mim mas mantive a calma e tentando parecer o mais neutro possível perguntei que tipo de coisas ruins Mas apesar de tentar ser Discreto minha linguagem corporal provavelmente revelou que eu estava em Alerta máximo e ele imediatamente se calou
Eu sabia que ele estava escondendo algo mas o medo de que ele pudesse estar em busca de algo mais sinistro me impedia de fazer algo impulsivo a conversa terminou abruptamente e eu sem saber o que mais fazer fui para casa naquela noite aquela noite me deixou inquieto com uma sensação estranha de que algo Muito ruim poderia ter acontecido ali antes de dormir decidi procurar na internet o nome que ele me havia dado imaginando que alguém com esse histórico ex-jogador e ex-policial teria algum tipo de registro online eu sabia que era uma tentativa frustrada mas sentia
que deveria tentar de qualquer forma mas para minha surpresa não encontrei absolutamente nada sobre ele até hoje não consigo esquecer aquele encontro e me arrependo profundamente de não ter Conseguido reunir mais informações para denunciá-lo o medo de que ele ainda esse assolta e fazendo mal a outras pessoas me assombrava eu me pergunto se ele ainda está por aí atraindo garotas para seu caminhão fico me questionando até onde ele pode ter ido se ele está tentando fazer isso com outras pessoas e pior se ele já causou mais danos fiquem atentos e cuidem-se pessoal se você chegou
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