o Olá a todos hoje eu vou falar de um dos maiores fotógrafos que retratou a capital paulista Aliás ele foi o pioneiro né na captação das mais antigas fotos da cidade de São Paulo você já ouviu falar de Militão Augusto de Azevedo Militão nasceu na Cidade do Rio de Janeiro em 1837 e começa a sua vida profissional como ator e cantor ele faz parte de duas companhias entre 1858 em 1860 a companhia Joaquim heleodoro e posteriormente entre 1.800 e 162 a companhia dramática nacional com esta companhia na em turnê ele venha São Paulo em 1862
e decide se estabelecer aqui aos 25 anos de idade paralelamente ao teatro e a tua né até 1869 essa última aparecendo teatro ele começa né trabalhar como fotógrafo no Atelier chamado carneiro e Gaspar localizado na Rua da Imperatriz 58 atual Quinze de Novembro é bem em frente a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos homens pretos e esse é um dos poucos estúdios fotográficos que havia na capital paulista e era especializado nos retratos e dentre as personalidades né retratadas dormir então que seu atelier estavam Rui Barbosa Joaquim Nabuco Castro Alves e o próprio imperador Dom Pedro
Segundo EA Imperatriz Tereza Cristina e aqui é um ponto onde militam se destaca né se diferencia dos demais fotógrafo que além de fazer os retratos que eram chamados época Carla visi é um pequenos retratos colados em papel que as pessoas então trocavam familiares amigos podem fazer esses retratos Militão começa a retratar as paisagens urbanas da cidade de São Paulo no início da década de 60 a bom e Vale ressaltar que a cidade de São Paulo nessa época Ainda era um pequeno núcleo é totalmente isolado do resto do Brasil localizado ali no triângulo histórico então começava
nessa época expansão do Triângulo histórico e com tava aí com um pouco mais de 25 mil habitantes EA razão pela qual me então começa a tirar essas fotos da cidade de São Paulo provavelmente era para criação dos primeiros álbuns de imagens da cidade de São Paulo para oferecer para os estudantes de direito e desde 1828 vinham em várias partes do país né estudar em São Paulo e então Militão pensou né na criação desse algo para vender para os estudantes de direito então elaborou Não primeiro álbum da cidade de São Paulo e 1.863 e posteriormente ele
também elabora álbum na cidade de Santos e também da estrada de ferro santos-jundiaí esses álbuns comercialmente não foram um grande sucesso e ele tão continua aí suas atividades como retratista e em 1875 com a morte de um dos sócios do atelier Gaspar Antônio da Silva Guimarães mim então resolvi comprar o atelier do outro sócio carneiro e retorna então para matriz que ficava no Rio de Janeiro e então Militão passa a tomar conta do estúdio e o renomeia e 1.885 para fotografia Americana e ele continua com as suas atividades para os próximos 10 anos entre idas
e vindas ao Rio de Janeiro e também a Europa para aquisição na de novos equipamentos e também aprimoramento das técnicas mas os negócios não iam muito bem até que 1885 finalmente ele comunicou o encerramento das atividades do atelier fotografia Americana em 1886 ele segue para Paris e no ano seguinte retorna a São Paulo uma grande ideia que se tornaria talvez a sua grande obra O que o imortalizar ia aí como dos grandes fotógrafos da capital paulista que era o álbum comparativo da cidade de São Paulo 1862 e tem que ser 37 então após 25 anos
das primeiras fotos Ele Decide refazer né o mesmo percurso e tirar aí fotos dos mesmos ângulos que ele tinha tirado a 25 anos então ele pública esse algo que hoje em dia é considerada uma das obras-primas é uma das principais fontes da economia fia da cidade de São Paulo e se algum consiste em 60 imagens sendo 18 pares comparativos mais 24 revistas avulsas modernas Jardim 1887 vem aqui vai abrir um parêntese para explicar um pouco melhor as Profundas transformações sofridas na cidade de São Paulo nesse curto período de tempo em apenas 25 anos e Militão
foi muito feliz ao conseguir retratar a cidade de São Paulo em dois momentos são distintos em 1862 na começando o ciclo do café a cidade de São Paulo ainda com características coloniais suas casas aí de taipa de pilão de Barro né de pau-a-pique não sei o que é o mil habitantes e ainda vale o isolamento do resto do Brasil em 1867 chega a ferrovia né e começam as transformações da cidade de São Paulo dos Imigrantes começa a chegar na maioria deles italianos com dinheiro do café começa o investimento na indústria no comércio e finalzinho do
século 19 1887 1290 a cidade já contava com cerca de 65 mil habitantes e aquela cidade né caipira isolada do resto do Brasil que a única vida social acontecer nas igrejas nas profissões começa então vivenciar em grandes transformações com lojas bares restaurantes hotéis livrarias bancos a vida né comercial na cidade então realmente nesse curto período de tempo a cidade sofre grandes transformações que é o que veremos nas fotos de Militão Augusto de Azevedo bem embora esse álbum comparativo tenha sido sua grande obra até hoje reconhecida como um dos grandes do E aí coreografia da cidade
de São Paulo século 19 comercialmente ele não obteve um grande sucesso não se sabe ao certo quantos exemplares foram vendidos mas hoje né Tem esse conhecimento de apenas 12 exemplares que sobreviveram com isso Ele Decide em 1888 abandonar de vez né a fotografia ele viaja algumas vezes aí para Estados Unidos volta a Paris e falece em 1905 apenas seu filho Luiz Gonzaga de Azevedo ele continua ainda alguns anos a ter 1924 a toalha e como fotógrafo em São Paulo mas sem dúvida ele não teve a grande expressão que teve seu pai Militão e após o
seu falecimento todo seu acervo em cerca de 12 mil imagens e documentos foi guardado e esquecido por muitos anos muitas as suas obras foram publicadas sem os devidos créditos pois Militão não costumava né assinar as fotos um exemplo Claro né de alguns postais que eram comercializados e também durante o 4º Centenário em 1954 e que houve não grande comoção de resgate pela história alguns livros foram publicados utilizando as fotos de Militão sem os devidos créditos isso começa a mudar no começo da década de 70 quando uma tetraneto de Militão conversando com sua professora e o
cabelinho de Laurito e a professora Então decidi publicar no Jornal O Estado de São Paulo um artigo no dia Trinta e Um de dezembro de 1972 dizendo sobre essa injustiça histórica a gente não se dar os devidos créditos as fotos de Militão posteriormente né Pietro Maria Bardi organiza no Museu de Arte de São Paulo no máximo a exposição sobre Militão e posteriormente também se torna o objeto dissertação de Mestrado por Boris kossoy então após meados da década de 70 em Militão Finalmente né é reconhecido como um grande fotógrafo e hoje em dia segura aí como
um dos principais responsáveis pela iconografia da cidade do século 19 esse aceso foi posteriormente adquirido pela Fundação Roberto Marinho e doado ao Museu Paulista da Universidade de São Paulo e você consegue consultar o aí em vários sites da internet eu vou passar então algumas fotos vou comentar algumas fotos para que vocês possam ter uma ideia né a relevância do trabalho do Militão principalmente Esse álbum comparativo 1862 1887 vamos lá vem aqui o pátio do colégio em São Paulo após a expulsão dos Jesuítas aconteçam colonial e posteriormente construção neoclássica no Palácio do Governo também selecionei duas
fotos da Ladeira do Carmo em 1862 e depois que 1887-a E essa foto linda da Catedral de São Paulo foi demônio de 1911 para depois a nova Catedral duas e Santos porto e o antigo Valongo olha como ela cidade de Santos aí a pouco mais de 150 anos e também duas da construção da estrada de ferro santos-jundiaí bem Então esse é um pouco do trabalho de Militão Augusto de Azevedo grande e fotógrafo da cidade de São Paulo Espero que tenham gostado não se esqueçam aí de dar like no canal indique para seus amigos e até
o próximo vídeo valeu