Olá, pessoal, tudo bem? Sejam muito bem-vindos, sejam muito bem-vindas à nossa live de aquecimento, a terceira live de aquecimento que vai, que precede a nossa imersão, a resposta que vai acontecer na próxima semana. Essas lives de aquecimento é só uma pitadinha, uma pincelada do que você eh pode aproveitar para você utilizar na semana que vem, que lá sim você vai ter todas as suas respostas.
O que que eu tô fazendo aqui nessa semana? Eu tô trazendo alguns conteúdos bem importantes para que você possa ter maiores informações para que na semana que vem você possa mesmo ter as suas respostas. Às vezes a gente eh não sabe se as pessoas estão eh com problemas ou não estão com problemas, se a gente tá com problema ou não tá com problema.
Às vezes a gente sabe que tem um problema, mas a gente não sabe como resolver. Às vezes a gente nem sabe o que o que a gente tá vivendo é um problema. Quando a gente estuda eh para ajudar as pessoas, né, para ser terapeuta, para contribuir dessa maneira, a gente precisa entender que tem pessoas tem níveis, né, em que a pessoa se aprofunda na questão.
E aqui eu tô ajudando a todo mundo a entender o que de fato pode ser um problema que você nem imaginava que você tinha e por isso você nunca teve as respostas. Então aqui nessa terceira live de aquecimento, eu vou te ajudar com isso, tá bom? Então vamos lá.
Então primeiro eu quero conversar com o pessoal aqui. Coloca o chat aqui para mim, ô para eu conseguir falar com todo mundo, ver todo mundo de onde eles são. Eh de coloca aqui na tela.
Aí agora eu tô conseguindo ver todo mundo. Muito boa. Eu não sei se vocês assistiram todas as lives.
Se você não assistir, ela ainda vai ficar disponível, tá? Então, não perde. Eh, a primeira foi porque eu começo tudo e não termino nada.
A segunda, porque eu repito ciclos na minha vida e hoje, o que falta pra minha vida dar certo? Então, se você não assistiu as primeiras, não vai lá agora, fica aqui comigo, aproveita o ao vivo, porque aí a gente vai interagindo aqui no chat e depois você assiste, tá? Mas o que que aconteceu?
Na primeira eu falei sobre eh o pai, né? E por que que as coisas não vêm pra minha vida? Porque o pai ele tem a ver com a energia de vir.
Então o dinheiro não vem, o relacionamento não vem, a o trabalho não vem, então nada vem. Então coloquei lá, expliquei direitinho. Na segunda, né?
Porque eu repito ciclos na minha vida, a gente não falou da nossa relação com a nossa mãe, né? Que é o porqu a energia não fica. Então vamos lá.
Por que que o dinheiro eh vem, mas ele não fica, ele vai embora. Por que que o trabalho vem, mas ele não fica, ele vai embora? Por que que o relacionamento até vem, mas não fica?
Ele vai embora. Por que que o prazer até vem, mas ele não fica na minha vida? Isso tem a ver com a mãe.
Então fica aqui comigo que hoje a gente vai aprofundar um pouquinho mais em tudo isso para que você possa ter uma resposta muito melhor na imersão que vai acontecer a semana que vem. Então como eu falei, é só uma pincelada para você aproveitar melhor o que vai acontecer na semana que vem, que vai ser surreal. É um conteúdo que você nunca viu antes.
Eu nunca trouxe ele de maneira aberta. Eu nunca vi ninguém falando disso. Foi uma orientação espiritual, foi uma uma explicação, um aprofundamento, uma análise de todos os alunos que eu já tive e de todas as pessoas que eu já atendi.
Então, aqui no espaço Humanidade a gente já passou por nós mais de 26. 000 alunos. Então, foi baseado em todos esses casos que eu consegui entender que existem padrões, tá?
Então, padrões que acontecem sempre igual. Quando a gente entende isso, eu consigo ir muito mais pontual nos processos de cura, porque a gente consegue ir na causa. E o que eu tô trazendo essa semana é pura e simplesmente para que você consiga pegar um pouquinho do que de fato pode ser o problema, porque muitas vezes a gente acredita que então se você assistiu e essas essas lives de aquecimento, as duas primeiras, conta para mim, conta pras pessoas, escreve aí no chat se fez sentido para você, se vocês refletiram sobre isso, como foi para você tudo isso.
Então, claro, você pode falar: "Fez sentido, não fez sentido, mas o que fez sentido? " Por que que eu tô falando isso? Quando a gente eh elabora melhor as nossas perguntas, o universo nos traz respostas muito melhores.
Na verdade, nós ficamos mais preparados para entender as respostas que o universo, que a espiritualidade trazem pra gente. Então, conforme a gente vai afinando as nossas perguntas, fica mais fácil a gente compreender essas respostas, esses sinais do universo. Então é isso que eu tô fazendo aqui, te ajudando a ter melhores perguntas para que quando você vá pra imersão a resposta que vai acontecer na semana que vem, você consiga efetivamente buscar as suas respostas.
Porque às vezes a gente tá tão perdido que a gente não sabe nem qual é a dúvida. A gente não sabe. Não sei se você tá assim.
Me conta se você tá assim. Eu não sei nem qual é a minha dúvida. escreve aí ou agora eu já tô sabendo porque eu assisti as lives então às vezes a gente tá tão perdido que a gente não sabe nem que problema que a gente tem, a gente não sabe nem que problema que a gente tem que resolver, a gente não sabe nem que aquilo é um problema.
Às vezes a gente tá só indo pra vida e nem sabe que aquilo é um problema. E às vezes a gente sabe que é um problema, mas a gente não faz a menor ideia de qual seja a solução, né? Então, o que eu tô trazendo aqui é para que você consiga perceber qual é um possível problema, uma possível questão que você precise resolver.
Quando você entende qual é a questão, você vai conseguir ter uma resposta melhor na imersão à resposta. É por isso que eu tô aqui para te ajudar a ter mais e mais e mais clareza para entender o por as coisas estão acontecendo na sua vida dessa maneira. Então, por que que você começa tudo e não termina nada?
Falei na primeira live, por que que eu repito ciclos na minha vida? Tudo se repete, se repete, se repete, volta sempre a estaca zero. Falei na segunda live.
E hoje, por que nada dá certo na minha vida? E hoje a gente vai falar um pouquinho disso, do por nada dá certo na minha vida. Ou porque em uma área nada dá certo, porque às vezes tem uma área que vai super bem, mas tem outra que ela é empacada, encalacrada.
Então, pode ser que sejam todas as áreas e nada anda e pode ser que a vida não vai em uma área, tá? Então aqui a gente vai entender profundamente o que acontece na nossa vida, qual é a relação de tudo isso com a gente, tá? É assim, mais profundamente para que então você possa pegar isso e na semana que vem na imersão a resposta você ter de fato essa resposta.
Então vamos lá. Eh, o que eu quero trazer para vocês hoje, eu vou começar, é um assunto eh muito interessante e que às vezes a gente não para para pensar. Então, quando eu falei sobre o pai na primeira live, sobre a mãe na segunda live, algumas pessoas me dizem assim: "Ah, mas eu não tive pai, eu não tive mãe todo mundo teve pai e teve mãe.
" Ele pode não ter sido presente na sua vida. Ele pode, você pode nem ter conhecido, ou porque ele morreu, ou porque foi embora, ou porque abandonou, mas não significa que você não tenha, não tem como vir para esse mundo, vir para esse mundo sem esses, esse veículo, tá? Sem o que o pai e a mãe estejam aqui, eh, em algum momento estiveram aqui no planeta Terra e serviram de veículo.
Esses pais, eles emprestaram material genético para você. Então, você é 50% do seu pai. 50% a sua mãe.
Não dá para negar. Seu corpo físico é feito de células em que a sua mãe e o seu pai emprestaram, se multiplicaram, se predispuseram a ofertar para você, para que o seu corpo físico pudesse existir. Então, se você tiver pena ou raiva dos seus pais, você vai ter prejuízo em conseguir fazer as coisas vir e conseguir fazer as coisas ficar.
Então, falei isso na primeira e na segunda live. Se você não assistiu, tá tudo lá, não perde. Incrível.
Mas aqui eu não vou me aprofundar nisso que a gente já falou. Vou trazer um conteúdo eh que muitas pessoas falam: "Tá, mas eu tive pai e mãe". Eh, mesmo assim eu me reconheci em algumas coisas ou eu não me reconheci em algumas coisas.
E isso é muito comum. E é disso que eu quero falar, porque às vezes a gente achou que o pai e a mãe foram ótimos e claro que eles foram o melhor que eles puderam. Às vezes eles não foram tão bons e tá tudo bem você reconhecer isso.
E às vezes eles nem estiveram lá, outras pessoas foram os seus cuidadores. De um jeito ou de outro, você tá aqui assistindo essa live. Você deu certo, você tá aqui, tá?
Mas hoje eu quero falar com aquela sensação, com aquela vida, com aquela pessoa, com aqueles filhos. Então, hoje nós vamos falar dos filhos, mas do eu filho, né? Você filho, o filho que habita você.
Eu quero que você pare para perceber que existem. Agora eu vou falar uma frase que ela é um pouco impactante e eu quero ver se você percebe ela de uma maneira diferente. Existem muitos filhos, filhos e filhas, que são órfã de pais vivos.
Quando eu falo essa palavra, essa frase, como que ela reverbera em você? Conta aqui no chat para mim o que que você quando ouve isso consegue perceber. Então, muitas pessoas falam de rejeição, de abandono, de sentimento de solidão, de vazio, né?
e fala: "Poxa, mas eu sempre tive os meus pais por perto ou na medida do possível eles trabalhavam, mas estavam ali comigo? Eu eh ou eu não tive, mas eu tinha minha mãe, mas a gente não tinha conexão. Meu pai nunca ficava muito com a gente, mas ele fez lá o melhor dele.
E eu eu posso reconhecer isso, OK? Mas a criança, o filho, a filha ficou com a sensação, com o sentimento, com a ausência de que foi órfão de um pai vivo, órfã de uma mãe viva, tá? Pais e filhos, mães e filhas, perdão, filhos e filhas, pais e mães, tá?
Não é, quando eu falo filho, não é homem, tá? Então, eh, é os filhos órfãos de pais vivos, OK? Tá?
Quando a gente olha para isso, é é profundo isso, mas a maioria das vezes foi assim que a gente se sentiu. E a gente nem se dá conta muitas vezes que os nossos pais que eram ótimos, às vezes não supriram uma necessidade que era nossa. Presta atenção no que eu vou dizer.
Eu não tô dizendo que eles não fizeram. Eu estou dizendo que nós tínhamos uma necessidade maior do que eles podiam entregar. Mais ou menos como se a gente fosse na nossa infância e adolescência um saco sem fundo.
Não importa o que o mundo faça, tá sempre pouco, porque a nossa necessidade é muito grande, tanto de segurança quanto de afeto. Então, o primeiro ponto é a necessidade é nossa. Não é que alguém vai ter que fazer por você.
Você vai ter que fazer por você. E pautado nisso, a gente ainda pode ter um adendo, que é uma das coisas mais difíceis de falar, que é o fato de que os pais realmente não nos entregaram tudo. Então, tem alguns que deram tudo e ainda assim é pouco pro filho.
E tem alguns que não entregaram tudo. Tudo o quê? Segurança, carinho, afeto, né?
validação, suficiência, sentimento de capacidade, tá? Como é que a gente entende isso? Alguns estão falando: "Andressa, mas eu tenho todos esses problemas aí que você falou, mas eu eu não tenho, o dinheiro não fica na minha vida, não vem nem fica.
Os relacionamentos não dão certo. Não consigo ter ninguém legal. E quando aparece alguém, ou não é legal, ou vai embora, ou eu faço uma besteira e boto ele para fora da minha vida, ou eu não consigo ter amigos.
Eu sempre sou traída, eu sempre sou abandonada, eu sempre sou acontece um monte de coisa na minha vida e vai-se embora os meus amigos. Ou eu não consigo ter é prazer sexual. Ai que prazerzinho, meu avô, quando tem ou quando é uma coisa boa para caramba, a pessoa vai embora e não dá certo.
O trabalho que eu nunca sou promovido, nunca ninguém me enxerga, parece que eu sou invisível, né? Então tudo isso acontece na minha vida, mas eu não tenho nenhum problema com os meus pais. E aí é que tá um ponto.
Muitas pessoas são eh vivem essas situações de ausência, né, de necessidade e não notam que estão sendo vítimas. Eu não gosto dessa palavra vítima, mas aqui é a que vai caber. De pais e mães cuidadores, não só pais e mães egoístas.
Por que eles são assim? Porque também faltaram para eles. Então não é para ter julgamento, é para ter reconhecimento de que, ok, os seus pais são crianças como você.
também tiveram necessidades que não foram satisfeitas, nem pelos outros e nem por eles mesmos. Então, o que que eles acabaram passando pra frente? A mesma coisa, né?
E aí a gente ficou com aquela sensação de vazio. E eu quero explicar uma coisa melhor, por às vezes a gente tem muita dificuldade de falar que esse egoísmo hoje, para ficar mais fácil o entendimento, hoje tá na moda chamar de pai e mãe narcisista. Narcisismo nada mais é do que egoísmo.
É uma pessoa que só pensa em si e não se importa com outro. Uma coisa é pais narcisistas, outra coisa são pessoas boas que de vez em quando escorregam e tem comportamentos narcisistas. Em alguns pontos a insegurança naquela pessoa bate e ela abusa um pouco daquela situação para que ela se sinta muito bem, porque já que ela também não teve as necessidades eh satisfeitas na infância dela, igual todo mundo, porque a gente é um saco sem fundo quando criança, a gente quer mais e mais e mais e mais e mais, né?
Não é, não fica repetindo, né? É a Galinha Pintadinha 1 trilhão de vezes, nunca tem fim. Então é esse mais e mais e mais, tá OK?
Quando eles não tiveram, eles estão a todo tempo tentando suprir a nossa necessidade. E por acreditar que é algo externo que vai fazer isso, quando vem os filhos, ele sem querer faz a mesma coisa. Então, quando algo eh pode satisfazer aquilo, ele vai usar, abusar.
E aí tem muita gente que não nota que sofreu alguns abusos. Não, não, não de sexualidade, gente, não, não é disso que eu tô falando. Abusos na infância e ela nem nota.
E eu vou trazer alguns exemplos práticos aqui que vai ficar mais fácil para você entender e você vai perceber o quanto a sua vida não dá certo por causa disso. E você nem nota. Você tá achando que eu sou uma doida do que eu tô falando, mas eu não sou.
Fica comigo que você vai entender. Você nem nota que isso foram abusos, não porque a pessoa quis te machucar, mas por uma falta de eh suprimento das necessidades daquela pessoa, da própria lá na infância dela e avó da mãe dela, bisavó, tataravó. E aí a vez a gente traz a ancestralidade, tá?
Eh, a gente então então quando a mãe e o pai nos fazem, automaticamente eles nos trazem material genético. A mãe se multiplica para que eu possa existir, tá? Expliquei isso na aula passada.
Por que que o dinheiro não se multiplica na sua vida? Tá lá na na live de aquecimento da aula passada. Se você não viu, depois você vê, tá?
Fica aqui agora. acompanha o raciocínio comigo. Quando você, a sua mãe emprestou material genético para você, a sua mãe tá em você com as necessidades dela, ela transferiu essas células, a sua avó, a sua bisavó, então a sua bisavó, tataravó, tá todo mundo aqui.
Então é natural que você sinta e ainda tem você, o seu espírito, a sua missão de vida, o seu projeto de vida que se mistura e aí fica essa sentimento estranho. E aí vamos lá. Eh, quando a gente é criança, eu vou eu vou trazer uns exemplos que eu acho que vai ficar mais fácil de vocês entenderem.
Vou trazer na vida adulta. Vou vou vou inverter as coisas aqui. Eu ia trazer mais pro final, mas vou trazer agora para ficar mais fácil para você entender.
Então, existem algumas situações que acontecem, eu não gosto de chamar de trauma porque não é efetivamente um trauma. Porque um trauma é mais ou menos assim, eh, aconteceu alguma coisa muito difícil e aquilo aconteceu. Esse é muito ruim, mas a gente sabe o que foi.
Foi uma coisa pontual, um acidente, uma morte, eu apanhei muito. Então, aquilo é algo pontual que aconteceu. Existe a segunda coisa que ela fica velada e a gente nem acha que é um problema.
Aí é que tá, porque pessoas que aquilos eh acontecia, então assim, o pai brigava com a mãe toda vez na frente da criança. Ah, isso não é um trauma. Isso acontecia.
Então ela nem percebe que tá errado e que ela cresceu acreditando que a vida é assim. O pai e a mãe ou a mãe ou o pai escondidinho transavam do do lado da criança e a criança não entendia o que era aquilo. Ela escutava, ela sofria porque ela achava que tinha um barulho que a mãe pudesse estar sofrendo ou que o pai tivesse sofrendo.
Isso é um tipo de abuso. Mas acontecia. Então não foi uma vez, aconteceu, eu sei o que foi, não acontecia.
Então para para quem carregou aquilo, isso é normal. Ela nem acredita que isso seja alguma coisa que não seja normal. Ela não consegue ver a vida.
Você não consegue ver a vida de outra maneira, entende? Então, eh, o pai ou a mãe sempre trabalhava ou avó o cuidador, aquele que representou pai e mãe na nossa vida, um cuidador, alguém que esteve ali, falava sempre que trabalhava muito. E você começou a sentir que a responsabilidade, porque aquela pessoa trabalhava muito, era você, porque ela dizia assim: "Eu tenho filhos para cuidar, eu preciso trabalhar".
Então, a minha mãe, a minha avó, a minha tia, minha cuidadora tá cansada, trabalha muito e a culpa é minha, porque ela tem que me botar comida dentro de casa para eu comer. Então, se eu não existisse, ela não sofreria, ela não precisaria fazer isso. O que começa a acontecer, dependendo das situações, a gente então começa a assumir que a culpa é nossa.
e não do outro. ou porque a gente assume, ou porque mesmo que eu, mesmo com pouca maturidade, eu reconheço em algum lugar do meu ser que eu não tô errado, mas que o outro tá tendo um comportamento errado comigo, como é que eu, criança, posso falar para aquele adulto que cuida de mim que me alimenta bem ou mal, que me dá um teto para dormir, que a culpa é dele. Eu vou me sentir completamente vulnerável.
Eu não posso fazer isso. Eu não tenho condições de fazer isso. Eu preciso assumir porque sou eu o culpado.
Porque se sou eu o culpado, em alguma instância eu consigo resolver isso aqui dentro de mim. Nem que seja ficando calado, nem que seja ficando boazinha, nem que seja assumindo os erros e pedindo desculpa, nem que seja esquecendo. E agora eu vou trazer quatro situações que pro nosso dia a dia que você vai se reconhecer possivelmente em uma delas e que você acredita que faça parte do que você é.
E o pior, é tão surreal que porque adultos discutem coisas na frente de crianças que não deveria, e por isso a gente chama de abuso. Alguns abusam por ignorância, por não saber. fica discutindo problema de relacionamento, problema com os irmãos, problema com os pais, problema de grana da na frente de uma criança que não tem, ela se sente completamente impotente porque ela ama aquele cuidador, ela tem medo porque aquele cuidador é o que dá para ela eh tanto carinho e proteção quanto gera medo.
Então, quando ela tá fazendo sentido para você, eu queria que você escrevesse para mim se foi assim com você, foi assim comigo, qual das realidades, por que que eu quero que você escreva para mim? Porque como eu falei, o espaço humanidade desde que eu comecei, a gente tem mais de 26. 000 alunos.
tudo o que foi eh que eu que eu tô trazendo aqui e que eu vou trazer na imersão, uma resposta que vai acontecer na semana que vem, porque aqui você só tá identificando o problema, não necessariamente tem a resposta da resolução. Só preciso que você pesque esquentando. Eu não tô aqui de brincadeira, eu quero de verdade te ajudar, entende?
Mas você precisa, tá? conseguir ter material para essa ajuda de fato acontecer. Então, por isso que a gente tá falando de tudo isso aqui para você conseguir ter a sua resposta lá na imersão, a resposta que vai acontecer a semana que vem.
Então, aqui é só um pouquinho. Se você tá achando que tá bom, você não imagina o que vai ser bom no sentido de entender porque de fato sua vida não anda, tá em alguma área ou alguma coisa que não tá boa, tá? Tristeza, o que quer que seja, ok?
Quando a gente é pequeno, acontecem coisas, a gente assume como responsabilidade nossa, porque a gente não tem como resolver de outro jeito. O único jeito é a gente assumindo como culpa nossa. Porque se eu falar que a culpa é do outro, vai que ele me abandona, vai que ele me rejeita, vai que ele me põe para fora, vai que ele não me dá comida, vai que eu não tenho onde morar.
Eu preciso assumir que essa culpa é minha. é a única solução. Eu sou muito vulnerável.
E aí a gente cresce com características que aparentemente são ótimas. E a gente não acredita que essas discussões na frente da criança foram abusivas. Abuso no sentido de a criança não tinha como lidar com aquilo, não deveria ter tido aquilo na frente da criança.
Lembra da história conversa de adulto? Não tiveram conversas de adulto na frente de uma criança que não tinha capacidade de resolver, mas ela ficou com aquele conflito achando que ela tinha que resolver. E detalhe, você resolveu, sabe como?
Sendo educada, sendo humilde, sendo quietinha, não atrapalhando. E olha o que acontece hoje. Eu vou colocar quatro, vou chamar de sequelas, tá?
Que você carrega na sua vida e que você acha ainda que é bom. E aí é que tá o problema. Você nem sacou que é ruim.
Por isso que você não consegue resolver, porque você assume como uma coisa positiva e que você acha que faz parte da sua personalidade. Então são quatro sequelas que você traz infância, que você acredita que fazem parte da sua personalidade e que isso são coisas boas e que na verdade foram situações abusivas, né? ênfase, não que tenha sido feito com a intenção, até tem os manipuladores que usam mesmo.
Mas eu nem tô falando disso. Do, a gente vai falar na imersão a resposta semana que vem. Eu nem cheguei aí ainda, tá?
Então, uma das coisas, eu quero que você fale para mim, se isso acontece com você, você não consegue receber e aceitar elogios. Você não consegue, alguém te elogia e ao invés de você falar obrigada, você fala: "Não, não, eu foi baratinho. Ah, você é muito boa.
" Não, imagina. Ah, obrigado. Não, você não consegue aceitar elogios.
E aí, sabe o que você acha? Que isso é humildade. E você acha que você é uma pessoa humilde e você acha isso bom?
Só que isso não é humildade. É porque você não acredita nesses elogios. Você não, quando alguém te elogia, você não acredita.
Você acha que a pessoa é falsa, que ela é mentirosa, você acha que ela vai fazer alguma coisa que logo logo vamos ver o que que vem por trás. Você acha que ela vai te trair com aquilo? Então ela tá falando porque ela quer alguma coisa.
Faz sentido para você? escreve aqui no chat para mim. Eu quero saber se isso acontece.
Essa essa eu tenho dificuldade. Escreve para mim. Eu não consigo receber elogios.
Eu não consigo. Eu não acredito nos elogios. Pode ser que não para você, mas calma que tem mais.
Eu só falei um, tem mais três. Então, tem gente que não consegue e ela acha que ela é humilde e acha que isso é, não é humildade isso. Você não acredita nos elogios porque você acha que depois sempre vai vir uma chapuletada ou não, eu não sou boa o suficiente.
Foi isso que fizeram com você. Foi isso que fizeram. Segunda coisa que acontece com você e você acha que isso é uma coisa boa.
Você pede desculpa mesmo quando você não tá errada. Todo tempo você desculpa, desculpa, perdão, perdão, ai não quero atrapalhar. Eu sei desculpa, tá?
Ai, eu não quero atrapalhar. Mas isso é quase desculpa. Você tá pedindo desculpa o tempo inteiro, até quando você tá errado, você você fala: "Tudo bem, eu peço desculpa, tem problema".
E aí você acha que isso é educação? Eu sou uma pessoa super educada. Você pede desculpa para falar: "Ah, eu queria falar um negocinho, mas não quero atrapalhar.
" "Ah, será que eu posso? Me perdoa, mas queria dizer uma coisa. Você tem medo de falar?
Você acha que isso tudo é educação? Eu não tô falando para você ser uma pessoa mader na vida dos outros. Mas quando você quer se expressar, você não precisa pedir desculpa por chegar.
Você não precisa pedir desculpa o tempo inteiro e você pede desculpa até quando você não tá errado. Você só existe você tá pedindo desculpa. E o pior é que você acha que isso é bom, porque isso é educado.
Minha mãe falou que é assim que é. O seu irmão abusou de você lá, deu uma cacetada em você, quebrou o brinquedo, sua mãe fala: "Pede desculpa pro seu irmão". Aí você com não brigou com ele e falou: "Mãe, pedir desculpa porque eu não tô errada.
" E pode ser que se você fizesse isso, você tomava uma chapuletada. Você queria dizer uma coisa, não concordava. E se você dissesse tomava uma pancada?
Ou pancada emocional ou medo de ser abandonado, ou tomava mesmo, ou falava: "Meu Deus, aquela pessoa parava de olhar para você, jogava, deixava você se sentindo mal. E às vezes ela fazia de propósito e às vezes não. Às vezes você só não atendeu a necessidade dela.
E aí tudo isso acontece. Não é porque você tem educação, é porque você tem medo de ser rejeitada e abandonada e ficar sozinha. Então você pede desculpa para tudo, mesmo quando você não tá errado, mesmo quando você nem fez nada, você só chegou, você só falou uma coisa, não tem nada de errado.
Se o outro não gostou, problema dele. Claro que tem o seu trabalho, tem o lugar, você não vai se meter na vida do do da do relacionamento do outro, do filho do outro. Não tem nada com isso.
A gente vai falar disso tudo lá na imersão. A resposta aqui a gente só tá pincelando. Uma outra coisa que acontece muito e é a terceira.
Então essa segunda faz sentido? Você acha que você é uma pessoa super educada e você não podia nem era abrir a boca? Ou porque você apanhava ou porque você era podia ser rejeitada?
E hoje é a mesma coisa. Você pede perdão e desculpa por tudo. Mesmo quando não tá errado.
Você assume o erro para você. A culpa é minha. Porque foi o que você fez lá atrás, porque pelo menos eu dou, eu lido com isso.
Faz sentido, porque como é que eu vou culpar o outro, que é aquele que me dá sustento, me dá casa, me dá teto, me dá segurança, me dá comida. O problema não deve ser, ele deve ser eu. Eu sou culpada.
É melhor eu ficar quieta porque eu lido com isso. É mais fácil eu lidar do que eu brigar ali. E às vezes era mais fácil mesmo.
O problema é que você assumiu que é culpa sua, porque é natural. da criança, tá? Ah, eu vou ser educadinha porque a mãe tá tá cansada e aí você não pode abrir a boca, você tem que ser linda, porque se você abre a boca, a culpa é sua, você atrapalha, né?
Então você pede desculpa. A terceira coisa, eu falei um pouquinho e eu vou falar um pouco dela, essa é bem importante, porque essa tem traumas tão embutidos que tem a ver com uma coisa é o trauma que aconteceu e aquele que acontece, né, que a gente nem se lembra. É tão comum na nossa vida que a gente acha que é comum na vida de todo mundo.
A gente acha que a vida é desse jeito, mas não é, tá? que é você não se lembra da sua infância e aí você acha que você é esquecida. Mas não é esquecimento, é o seu cérebro tentando te proteger.
Porque existem emoções difíceis que aí ele tenta ali aquiietar para te proteger. Então aquelas situações você meio que não lembra. Aconteceu isso com você?
Escreve aí. E você acha que você é esquecida? Não são só emoções difíceis que que o seu cérebro esconde para te proteger.
Porque se você olhar para aquilo na realidade é bem difícil para aquela criança. Então é melhor não olhar. Ah, era sempre assim lá em casa, eu nem me lembro direito, mas é.
Ah, eles brigavam o tempo inteiro, eu não me lembro direito. Acho que eu sou me esquecida. Não.
Ou tem coisa que você esqueceu mesmo, porque era tão difícil. Independe do que alguém te falou, falou que era, não era tanto assim. Se você olhar hoje, fala: "Mano, nem era tanto assim".
Mas para criança era muito, pra criança era muito, né? E aí uma quarta coisa que acontece e aí você vai botando a culpa em você o tempo inteiro, que é você começa a dizer para você: "Ah, eu sou muito sensível, eu tenho que ser mais forte". Veja se você é, se você acha que você é muito molenga, ainda que hoje você precise ser forte, aquela criança era sensível e foi tanta coisa que aconteceu que ninguém respeitou essa sensibilidade daquele ser que tava chegando no mundo e tava aprendendo a viver nesse mundo.
Você acha que você, você fala assim: "Eu sou muito difícil. Eu sou uma pessoa muito difícil". Você tá assumindo tudo isso como personalidade.
Você fala: "Eu devia ter ficado quieta, eu devia ter ficado calada. Calado? " Você sempre assume que a culpa é sua, que a responsabilidade é sua?
Ah, se eu não fosse tão carente, isso não acontecia comigo. Então, tudo isso você assume como responsabilidade. E aí a quarta situação, essa eu acho que é uma das, acho que todas essas acontecem muito, mas essa quarta ela é muito gritante e ela gera a principal questão para essa o que falta paraa minha vida dar certo, né?
Então aqui assim são pontos muito importantes que a gente tá levantando para que você tenha resposta lá na semana que vem, tá? Então aqui vai vir a pergunta, tá? E agora o que que eu faço com isso?
OK? Que é você nunca pede ajuda ou você só pede ajuda quando você morreu já de tanto tentar. Quando você tá esgotada, doente.
Você precisa ficar doente, pobre na miséria, faltando tudo você. E eu não tô falando paraa pessoa resolver a sua vida, tô falando colo, conversa. Ou então você só pede aquela ajuda para querer que o outro resolva para você.
Mas sabe por que você não pede ajuda? E aí você acha que você tem uma personalidade que você não pede ajuda porque você é independente. Mentira.
É porque você tá acostumada a lidar com tudo sozinha, a fazer tudo sozinho. Aí você carrega todos os problemas paraa sua vida. Você traz pra sua vida o seu problema, o problema do outro, problema do filho, problema do marido, problema da mãe, o problema do pai, problema do papagaio, do periquito, lá na rua, lá na esquina, do vizinho, de todo mundo, do colega de trabalho.
Você traz tudo para você. Você tá tão acostumada a resolver tudo sozinha? Porque eu sou independente, porque eu sou não, eu não peço ajuda porque eu não preciso.
Só que você tá esgotada, sem energia e aí a sua vida não dá certo, porque você tá resolvendo o problema de todo mundo. E às vezes você não pede nem para que você possa resolver o seu, porque você acha que você é independente. É, você carrega essa essa esse ar de independência.
E na verdade não tem nada de independência aí você tá acostumada a fazer tudo sozinha porque foi assim que você tem que teve que fazer. Não tinha ninguém ali para te proteger, não tinha ninguém ali para cuidar de você. Ou mesmo que tivesse, você não sentia proteção.
Eu não vou pedir porque o pai já tá triste, a mãe já tá nervosa, a voz já tá cheia de problema, preciso resolver isso aqui sozinha. Aí você foi ficando ali, só que você tá esgotada e sem energia a sua vida não dá certo. Então escreve para mim se você é essa pessoa que você achava até agora que ser independente já era uma maravilha e aí você não sabe porque você tá acabada e a vida não dá certo.
Então escreve aí para mim: "Eu sou essa independente ou eu sou essa educada". Escreve para mim se você é educada. Escreve aí, ó.
Quero saber, você é educada, você é independente, você é esquecida ou você é humilde? Ou você é educada, aí ferrou, né? educada, humilde e esquecida e independente.
Ai, eu não sei porque que a minha vida não dá certo por isso. Porque você acha que essas coisas que são ruims, são boas, porque você pede desculpa quando você não tá nem errada, porque você resolve tudo os problemas que não são nem seu. E aí a minha vida não dá certo.
Claro que não. Você tá achando que uma coisa que é ruim é boa. Por qu?
Sabe por que você acha? Porque, mas não é assim. Sempre foi assim.
Lá em casa todo mundo disse que é assim que era. Eu não tô falando que é para você, porque isso não tem nada a ver com humildade, isso não tem nada a ver com educação, isso não tem nada a ver com memória, lembrança. E isso não tem nada a ver com independência.
Nada. Independência é outra coisa. Educação é outra coisa.
Humildade é outra coisa. É muito mais do que isso. Então, o que eu quero que você observe aqui é o quanto quantas coisas e eu não tô falando para você culpar o seu pai, sua mãe, o seu avô, sua tia que cuidaram de você, não é isso.
Muito pelo contrário, se você não assistiu a primeira e a segunda live, eu falei, você precisa reconhecer eles dentro de você, porque senão o dinheiro não vem. E se ele vem, ele não fica. Porque senão o relacionamento não vem.
E se ele vem, ele não dura. E se ele tá durando, é aquele relacionamento só de faz de conta, tá? Só um contrato, já não tem relacionamento, sabe?
Tá uma porcaria. Senão o prazer não vem e quando ele vem ele vai embora. Senão o trabalho, a promoção não vem.
E quando ele vem, ele não fica. Logo você é mandado embora, logo você faz uma merda. mete os pés pelas mãos e fala: "Mas por que que eu fiz isso?
O moço foi embora. Era tão bom. Foi aquela ou então você só arranja de encrenca que para ir embora logo para você falar: Era uma porcaria mesmo.
Mas eu falei disso nas duas primeiras lives. Então eu não tô falando para você esculhambar com o seu pai, com a sua mãe, porque isso não vai adiantar. Eu só preciso que você entenda que aquilo que aconteceu era um tipo de abuso e você nem se dava conta.
Então, a primeiro, o maior problema é quando as pessoas nem se nem percebem que aquilo era um abuso. Mais quando você nem percebe que você tá fazendo isso ou que você fez isso com os seus filhos, brigou na frente deles, discutiu relação na frente deles, falou o tempo inteiro da falta do dinheiro na frente deles e eles estão se sentindo desesperados. Que que eu faço?
Quem sabe? Eu sou um problema. Quem sabe se eu sumisse da vida da minha mãe era uma boa.
Coitada. Aí eu amo tanto a minha mãe que daí se eu sumir ela vai parar de ter esse problema porque eu sou o problema. Ela tem que trabalhar que nem uma louca para me dar comida.
E aí quem sabe se ela eu não tivesse aqui, ela não precisava trabalhar que nem uma louca, coitada. Ela podia descansar. Então, percebe que nem você é um sacana, nem o seu pai e sua mãe foram um sacana, nem seus bisavós, avóz, atravaraós, porque o seu pai também sentiu isso, porque então é preciso ganhar consciência sobre isso, entender que isso vai em pontos mais profundos, que é o que a gente vai tratar na imersão resposta, muito mais profundos em bases muito mais profundas, inclusive espirituais.
espiritual. Não tô falando de espírito, tô falando da nossa essência. Então aqui eu trouxe só uma pincelada, a gente nem começou.
Mas Andres é muito conteúdo. É, pra gente se autoajudar, a gente precisa parar de se autoatrapalhar. Todas fazendo se autoajudar, a gente precisa parar de se autoatrapalhar.
Então, não perde a imersão à resposta. Para de ficar arranjando qualquer coisa para fazer e se autoatrapalhar o tempo inteiro, porque natural que você vai querer fugir. Você fugiu o tempo inteiro porque você tem que olhar para essa coisa, mas daí a sua vida não vai andar.
Não tem como prosperar se não trabalhar suas dores emocionais. Não tem. A vida não vai.
Se você negar esse pai ou negar essa mãe ou negar que que isso aqui são problemas, achando que isso aqui é uma coisa boa ou que isso não aconteceu, porque assim que é, você não consegue ver uma outra vida e você não consegue ir pra vida que você não vê, que você não sente, que você não vive. Não dá. Se você não trabalhar suas dores emocionais, não tem prosperidade em nenhuma área.
Porque lê engano você acreditar que prosperidade é só sobre dinheiro. Porque quem é escasso na saúde não tem prosperidade na saúde, não tem energia, não tem potência. Tem gente que é escasso nos relacionamentos, dá miséria, migalha, recebe miséria, migalha.
Não tem prosperidade nos relacionamentos, não tem prosperidade no trabalho, nas oportunidades de trabalho, não tem prosperidade porque é escasso. Nas oportunidades, na entrega, no valor que entrega, não consegue fazer esse movimento, não se sente capaz, se sente insuficiente. E isso é característica da energia da mãe que a gente falou na live anterior.
Não se sente seguro. característica do pai que eu falei na outra live anterior. Isso é só o começo.
Mas para você sair, fazer sua vida andar, sair dessa condição, você precisa de respostas reais. Você não precisa mais de uma live para as pessoas falarem uma coisinha para você. Qualquer coisa que sirva, qualquer coisa que não vai servir para nada.
Eu não vou perder o seu tempo, muito menos o meu. Eu quero de verdade te ajudar. A gente criou um conteúdo, quando eu falo a gente é uma equipe linda que tá aqui comigo, tá me assistindo, tá todo mundo aqui torcendo para você, para mim, pro mundo ficar melhor, pra sua vida ser mais feliz.
A gente montou um. Eu só preciso que você esteja lá. Eu preciso o quê?
De algumas horas, pequenas horas para do seu dia para mudar sua vida. Porque eu já vivi nesse lugar, nesse mesmo lugar de dor que você viveu. E eu já vi mais de 26.
000 1 alunos que passaram por aqui. Então, a gente entendeu, entendi um padrão. Existem padrões e a única coisa que pode fazer a sua vida não andar é você desistir, é você parar.
Não tem outra coisa. Ah, Andresa, mas eu não. Antigamente a gente reclamava que não tinha informação.
Ah, não faço porque eu não sei. E agora tem informação. E agora a gente fala que é informação demais.
É porque você tá olhando para um monte de coisa que não faz sentido. É só para maquiar, só para distrair e não resolver de fato. Quando resolve assim, a vida anda.
Não significa que você não vai ter que olhar e encarar isso de frente, porque se não olhar e tratar suas dores emocionais, não tem prosperidade. Então eu espero que a semana que vem na imersão a resposta que aqui você tenha trazido muitas informações, tenha levantado muitas coisas, muita coisa que estava escondida debaixo do tapete, muitas coisas que você não sabia e que agora você percebeu. Então conta para mim se você percebeu, se está fazendo sentido tudo isso para você, o que você percebeu.
Ai, eu sou independente, eu sou esquecida, eu sou humilde, eu sou educada, a culpa é minha mesmo. Eu sou culpado, sempre me senti culpado, não consigo pedir ajuda. Então eu quero que você que tudo isso foi para levantar coisas e para te trazer não respostas, perguntas, para levantar pontos para que você melhore a qualidade das suas perguntas, para que na semana que vem na imersão a resposta você possa ter efetivamente as suas respostas.
Você precisa saber o que perguntar, saber onde tá o problema, porque senão não tem como resolver. Não adianta achar que o problema tá no braço e operar o outro braço. Onde tá a ferida?
Onde é isso que a gente tá fazendo aqui? E Andresa vai doer? Não vai aliviar.
Eu garanto, garanto que vai aliviar quando você tiver a sua resposta. E eu espero de verdade que você esteja comigo a semana que vem na imersão resposta. E eu queria sugerir que você convide outras pessoas que estejam nas mesmas dores ou que nem consigam perceber.
Quem sabe você tenha visto um monte de gente aí que fera assim que acontece com a minha amiga, com a minha irmã, com a minha colega do trabalho, com o meu pai, com a minha mãe? convida eles para assistir com você e para que você também tenha com quem conversar, porque daí como é que você vai explicar tudo isso? Deixa eu te ajudar a explicar, porque se você falar ainda na cara do outro, o outro vai falar que você tá falando que a culpa é dele.
Não, eu quero que a gente junto consiga perceber isso para que você tenha relações melhores com as pessoas que você ama e que às vezes você nem ama mais porque já não suporta mais olhar. Então manda o link para ela. É de graça, não vai fazer porque não quer.
Eu não tô entregando uma coisinha mais ou menos. Tô. Tá mais ou menos isso aqui.
Escreve para mim, né? Tá mais ou menos. Tá uma merda ou tá bom?
Então eu espero você semana que vem na imersão a resposta às 8 da noite no YouTube ao vivo. Eu espero você para que você consiga ter de fato a resposta que você precisa para que a sua vida vá pra frente em qualquer área que você quiser. Eu posso garantir que você sai com respostas.
Eu posso garantir, porque aqui você já teve algumas, você não sabe o que que vai ser lá. Às 8 horas no YouTube, semana que vem, fica ligada nos links, entra no nosso canal do YouTube, já tá aqui. Se você tá aqui no Instagram, ainda não tá, entra no canal do YouTube, vá lá e ativa o sininho para você ser notificado a hora que começar.
Não vai ficar disponível depois, porque a gente pegou toda a nossa equipe para ajudar, para olhar, para responder. Então, tudo isso a gente envolveu uma equipe grande que tá ajudando, que tá torcendo de verdade. Tão aqui torcendo, tôando, recebendo as mensagens, tô vendo eles aqui.
Legal o pessoal falando, eles estão com vocês no chat aqui, tá de verdade torcendo, torcendo para tudo isso ser uma transformação. Então, entra no YouTube espaço Humanidade, clica no sininho lá você vai ser avisado. Dá um like pra gente, pra gente saber que você tá curtindo tudo isso e se inscreve no nosso canal.
Tem conteúdo muito bom. para de ficar vendo lixo na internet. E por falar em lixo, você vai ter uma grande surpresa sobre isso na imersão à resposta.
Então é isso, não perde. Eu espero que esse aquecimento tenha mais do que aquecido, tenha esquentado muito para que a gente possa então obter a todas as respostas e o alívio para essas angústias, para essas dores, para essa vida que não vai e para essa vida que vai a uma parte, mas não vai a outra. vai um pouco e para no meio do caminho.
Eu espero que tenha gerado muita consciência em vocês e que tenha sim gerado mais perguntas para que você possa ter a sua resposta lá na imersão à resposta. É isso e a gente se vê na imersão à resposta. Obrigada e boa noite.
É isso, gente. Espero vocês. Vai lá no YouTube, se cadastra e vem participar da Imersão Resposta.
Até mais.