Somos todo esse ecossistema >> para ser a formação de um [música] futuro melhor. >> Para ser cuidado, esperança, >> cura, vida para [música] ser inovação e desenvolvimento, >> para ser encontro, reflexão, para ser inspiração, >> para ser o próximo passo da humanidade. >> Somos tudo o que somos, por tudo que podemos ser.
Pouque por tudo que podemos ser. Todo dia a internet [música] cria um novo herói. Alguém que veio de baixo, que cresceu nas redes, que viralizou, que venceu na vida rápido.
>> Parece regra, mas é exceção. Para cada história de sucesso que viraliza, existem diversas outras de fracasso [música] que são ofuscadas. No mundo real, carreira não se constrói com atalhos, se constrói com preparo.
>> E os dados [música] confirmam: quem investe em educação formal de qualidade amplia e muito suas chances [música] de crescimento. >> Não é sobre negar as exceções, é sobre não basear o seu futuro profissional e pessoal nelas. >> Enquanto alguns apostam [música] na sorte, outros escolhem estratégia.
>> Enquanto alguns contam com o improvável, [música] outros constróem com consistência. A PUC RS Online acredita na força da formação sólida, ética e contínua. >> Porque exceções podem até viralizar, [música] mas carreira se constrói todos os dias.
Quer entender o mundo real e se preparar para ele? Summit Pook RS online. Seja muito bem-vindo novamente.
O Summit Pook RS Online é um evento que aborda o mundo do trabalho e suas transformações. Ele é composto [música] por quatro aulas que trazem diferentes pontos de vista sobre o assunto. Na aula um com Cloves de Barros, abordamos o ponto de vista do aluno como lifelong learner com o tema formação e aprendizagem.
Agora continuamos [música] com a aula dois com Camila Farani, empresária, investidora, apresentadora do Shark Tank e uma das profissionais mais influentes da América Latina. Ela abordará o ponto de vista do aluno como brasileiro, alguém imerso numa realidade global com características [música] locais, falando sobre o tema mega tendências da economia e geopolítica. As aulas [música] três com Silvio Meira e quatro com Leandro Carnal serão disponibilizadas nos dias 24 e 25 de março às 19 horas.
Tenha uma excelente experiência e lembre-se de ficar atento ao seu WhatsApp e e-mail para receber avisos e informações importantes. Nós nos vemos ao fim desta aula para recapitular os principais aprendizados. Até lá.
>> [música] [música] [música] >> Olá, eu sou Camila Farani e hoje eu vou ser sua professora de mega tendências econômicas e geopolítica. Eu sou investidora, sou empresária e também educadora. Bom, antes da gente começar a falar exatamente sobre geopolítica, né, e todo o cenário eh macro, microeconômico, eu quero continuar reforçando a importância de cada vez mais você ser um lifelong.
Por quê? Eu eu não quero dizer, olha lá atrás era assim, agora é assado. Porque assim, desde que o mundo é mundo, a gente entra num processo de evolução.
O que que isso quer dizer? Isso quer dizer lá atrás, hoje quando fala assim, as pessoas vivem nas mídias sociais, elas estão o tempo inteiro no digital, mas lá atrás, quando começou a ter o jornal impresso, todo mundo falava assim: "Isso aqui vai acabar com as relações familiares é muita informação para uma pessoa só". Mas isso tem uma questão muito importante.
No fim, quem tem a informação vence. No fim, quem tem a informação, quem tem o conteúdo, quem tem a educação cada vez mais continuada, melhora os argumentos, melhora a comunicação, melhora a sua competitividade. Talvez você assista um programa que eu faço, que chama Sharktank Brasil.
E nesse programa, uma coisa muito importante para cada todas as temporadas, além de obviamente todo o meu trabalho do dia a dia como investidora, como empresária, eu estudo muito, mas eu estudo por um único motivo. Não existe nenhuma negociação que resista a uma boa argumentação. Então, o aprendizado contínuo, ele precisa cada vez mais sair de uma estratégia sua de retórica para cada vez mais ser o seu dia a dia.
Aí você deve estar se perguntando assim: "Ai, Camila, mas caramba, olha, eu não consigo ler tanto assim, eu não sou, eu não sou essa pessoa". Não tem problema. Não precisa entrar naquela média que todo mundo diz: "Olha, não, olha, você precisa ler tantos, etc e tal".
Não, você não precisa, mas você precisa minimamente manter uma constância. Então, descubra a forma de você cada vez mais se tornar, ter esse aprendizado contínuo. Pode ser com livro, pode ser com aula, pode ser eh com papers, pode ser com com revistas.
Agora, por favor, se for no digital, tenha curadoria do que, de quem e qual instituição você assiste. Ainda bem que você tá aqui. Porque a curadoria do conhecimento num mundo onde cada vez mais as pessoas têm opinião e ok, mas é preciso que você entenda onde você vai buscar, onde é que é a fonte dessa informação.
E quanto mais fonte fidedigna, que tenha repertório, que tenha histórico, que tem a reputação, melhor ainda. Agora falando sobre geopolítica. Geopolítica não tem mais a ver com aquela questão de você olhar, né?
Você olhou lá o mapa mund, você fez aquela aquela análise, aquela análise de cima, né? Aquela essa imagem bonita que você tá vendo aí na tela. E você tinha lá os conflitos, muitas vezes os conflitos armados, eh, onde eles se disputavam terras, onde eles disputavam territórios, que você tinha aí toda uma força bélica.
E aí eu volto quando eu comecei lá atrás falando da evolução e o mundo vai evoluindo. Hoje geopolítica se entende cada vez mais como uma disputa por recurso, por influência e por poder. Lá atrás isso se dava como?
Isso se dava cada vez mais com a força bruta. Isso evoluiu, foi pra indústria e hoje a geopolítica ela entra cada vez mais como um impacto na sua carreira. Exatamente na sua carreira.
Esta aula do Summit Pook RS Online aborda o mundo do trabalho e suas transformações sob o ponto de vista do aluno como brasileiro, visualizando o tema de mega tendências da economia e geopolítica. A aula e seu respectivo ponto de vista são organizados em cinco partes. Sempre que uma destas cinco partes for concluída, ela será recapitulada e resumida de forma visual na tela para um melhor aprendizado.
Vamos resumir esta primeira parte da aula da professora Camila Farani. Um. Poder, recursos e influência.
Observa-se, especialmente no período contemporâneo, ainda que de forma não linear, o fortalecimento da dimensão econômica na geopolítica e na configuração da ordem internacional. Isso significa que os movimentos de nações e blocos voltados à consolidação de poder, ao acesso e controle de recursos estratégicos e a expansão de sua influência tornaram-se progressivamente mais conectados às relações econômicas e, por consequência, ao próprio mundo do trabalho. Camila, caramba, né?
Talvez isso seja tão distante. Não, isso não é distante da da sua realidade. Sabe por quê?
para para pensar. Aliás, abre o jornal agora. qualquer qualquer jornal, abre ele.
Provavelmente você tá vendo algum tipo de sanção econômica para algum país, de um país para um outro país. Geralmente são os mesmos atores. você deve estar vendo alguma alguma guerra, alguma guerra continuada e no fim do dia você tá vendo alguma compra de empresa, via de regra de empresas digitais, via de regra fusões e aquisições de empresas de economia real com empresas de economia digital.
E aí você pensa: "Caramba, esse é o mundo de hoje". Mas você pode pensar assim: "Isto tá muito distante, não, isso não tá distante. " Sabe por quê?
Porque quando você olha para isso e entende que em poucos anos isso vai impactar o seu salário, vai impactar o seu custo de oportunidade, que nada mais é o quê? Eu posso fazer um movimento para cá, onde isso vai me resultar em alguma esperança de aumentar quanto eu sou valioso pro mercado ou eu posso ficar onde eu estou na minha carreira. Eh, eu sempre olhei pra minha carreira e eu olhava de uma forma assim, caramba, né?
Eu mesma preciso ser uma empresa. Então eu preciso estar em constante evolução, eu preciso estar estudando o tempo inteiro, mas ao mesmo tempo eu preciso aumentar o meu custo de oportunidade, ou seja, eu preciso ser uma profissional mais valiosa pro mercado. Então hoje você entender os cenários econômicos globais, não é só do Brasil, você hoje entender geopolítica, você tem 40% a mais de possibilidade de acréscimo no seu salário ou ou prolabó ou enfim ou ganhos de uma forma geral.
Isso são dados obviamente da Organização Mundial do Comércio junto com a Arnang. Esse dado de 2026. E o que que isso quer dizer?
Isso quer dizer que a decisão global, por que que ela é importante? Por quê? Porque qualquer sanção que tenha, e você vai lembrar de algumas, principalmente ligadas à indústria, que impactou o Brasil, qualquer sanção global, ela pode impactar o dia a dia de onde você trabalha.
Como realmente entender que em termos econômicos praticamente tudo está interligado hoje em dia? Para facilitar [música] a compreensão de um tema econômico complexo, veja seguir uma analogia entre o funcionamento da economia e do trabalho e a dinâmica de um cardumi. Trata-se de uma comparação apenas ilustrativa e simplificadora que ajuda [música] a visualizar como indivíduos, grupos e forças externas interagem em sistemas complexos como a economia.
Um peixe para sobreviver precisa ser ágil, buscar alimento, ter instinto de proteção apurada. Estas qualidades individuais presentes em um grupo no qual coexistem [música] colaboração e competitividade podem ser comparadas de forma simplificada [música] e ilustrativa as qualidades de um indivíduo que no âmbito do trabalho busca ser eficiente no que faz. Desde jovens aprendemos que devemos buscar essas [música] qualidades individuais, mas se olhamos de uma forma mais ampla, essas qualidades [música] são relativas a de outros indivíduos que fazem parte do mercado de trabalho ou do cardume, no caso da ilustração com peixes.
Contudo, em uma perspectiva macro, há movimentos que influenciam [música] o sucesso ou o fracasso do grupo como um todo. Para o Kardumi, esses [música] movimentos maiores podem ser correntes das águas que o jogam mais perto ou longe de predadores, [música] mudanças de temperatura, poluição, entre outros. O mesmo vale para uma [música] economia local ou nacional, que pode ser amplamente impactada por fatores exógenos, como o comércio internacional, guerras, interesses geopolíticos, entre outros.
É por isso que muitas vezes [música] não notamos, mas hoje em dia, em maior ou menor grau, o emprego e a renda de todos, seja um executivo que trabalhe [música] em um arranhacel de São Paulo ou um trabalhador de uma bucólica comunidade do interior, pode ter sua vida alterada [música] rapidamente por movimentos econômicos globais. Então veja, você teve lá um acréscimo de tarifas na indústria. Camila, não trabalhe com a indústria, tudo bem, mas você pode trabalhar com uma empresa que fornece pra indústria.
Você pode trabalhar como? como de repente um profissional autônomo ou qualquer outra coisa ligada ao tema ou como empresário e você atende essas pessoas que trabalham na indústria, que estão lá sofrendo emocionalmente ou com a própria saúde. Então veja, todos os setores são impactados.
Dois, interconexão. Dado o avanço da integração econômica global, o sistema produtivo tornou-se profundamente interconectado e isso se aplica ao mundo do trabalho e às carreiras. Como ilustração, um serviço realizado em um bairro pacato de qualquer cidade brasileira, como a entrega de mercadorias, está sujeito a ser impactado por uma inovação que surja em outra parte do globo, seja uma nova tecnologia de rastreamento, um modelo logístico mais eficiente ou uma plataforma digital que reorganize a forma de operar.
Assim, fatores econômicos como trabalho, insumos e tecnologia operam de maneira estruturalmente interdependente. Aí você tem bloqueio de rota. Você tem hoje cada vez mais o clima mostrando toda a sua pujança e não permitindo que pessoas cheguem a lugares.
Afeta o quê? A logística. Logística acontece o quê?
Aumento de preço. Aumento de preço acontece o quê? Toda a empresa ter que redesenhar suas implicações financeiras, a sua reengenharia financeira.
Muitas vezes acontecem os famosos layoffs. Então veja, tá tudo interligado, impacta a empresa e impacta você. Não pense que é um mundo distante, é um mundo próximo.
Se ainda não chegou pertinho, vai chegar. Afinal de contas, quando que você imaginaria que um vírus lá no interior da China, que ele fizesse com que todas as pessoas ficassem dentro das suas casas e tivessem que redesenhar todo o seu modelo de trabalho, toda a sua vida, toda a sua regulação emocional e, obviamente, considerando a maior crise sanitária e de saúde, infelizmente, do mundo. Então, a pandemia, com todas as consequências, eu sempre digo o seguinte, ela foi um grande emissor de um alerta.
Acorda, se você ainda não usa o digital ou você é ponto com ou ponto fora. Ai, mas eu preciso ser aqui um eh um e eh catedrático, um profundo. Obviamente que não.
Óbvio que não. Mas você precisa entender minimamente o que tá acontecendo. Por quê?
Porque os dados são o novo petróleo. Porque senão você vai continuar tomando suas decisões de forma amadoras e principalmente de formas emocionais. Porque 90% das nossas decisões são emocionais, são as formas como você reage às situações.
A Camila, então quer dizer que eh eu tenho que aprender sobre dados? Não, você tem que aprender a ler os dados. Por quê?
Porque o mundo hoje através de um vírus, ele se espalhou antes de tudo, antes do vírus, ele se espalhou pela notícia, pelo dado. E ainda que a gente tivesse lá atrás, onde a globalização era o grande centro de tudo, não há nada mais veloz do que a informação. Três, a informação como conector.
Movimentos econômicos e geopolíticos produzem transformações concretas, como o surgimento de novas tecnologias e atividades, bem como o declínio ou desaparecimento de outras. No entanto, é fundamental observar a etapa que antecede sua concretização, o período em que as mudanças ainda se encontram no plano da possibilidade, da informação e da avaliação de cenários. Esta etapa está diretamente vinculada ao conhecimento e à aprendizagem e constitui um diferencial estratégico para instituições e indivíduos capazes de antecipar tendências e agir com discernimento.
Então, por que que eu tô dizendo tudo? Eu vou dizer isso um pouco mais à frente da importância dos chips, dos semicondutores, a importância disso na sua carreira. Fazendo um breve histórico, né?
a gente teve lá eh 1991, a gente teve o colapso da União Soviética. O mundo ele era ele era, vamos dizer assim, ele era bipolar. E o que que acontecia, né?
Você tinha ali os Estados Unidos com toda a sua punjança, você tinha a União Soviética, Guerra Fria. O mundo, entre aspas, volta volta, passa a ser unipolar. Estados Unidos com uma superpência, com um desenvolvimento econômico, financeiro, militar imenso, né?
Já era, já tinha aí a sua dianteira de tudo, passa cada vez mais a assumir isso. E aí o que que acontece? Se torna a superpotência.
A gente passa a ter uma nova ilusão. Ou seja, acabou a história. Acabou a história, né?
Para onde a gente vai agora? Eu, Estados Unidos, eu agora passo a dominar, né? E eu passo a dominar de uma forma tão efetiva que eu vou me distanciar de algumas nações, entre aspas, concorrentes.
Aí você tem Japão disputando, China ainda tava muito ali naquela coisa, não vou comprar um produto chinês, não, etc e tal. você tinha aí eh os países europeus, né, ali tentando ali se se unir realmente para formar um grande bloco. E aí o que que o que que aconteceu, né?
O comércio, o discurso era: "O comércio vai trazer a paz, compra de mim que tudo vai melhorar". Ou seja, eu passo a ser um grande vendedor, ao mesmo tempo eu passo a ser um grande comerciante. E você, mundo, você vai precisar de mim, que ou você precisa de mim, ou então você vai quebrar, ou você vai precisar do meu dinheiro, você vai precisar do meu empréstimo, ou você vai precisar de tudo.
Bom, maravilhoso para quem estava no poder e para todo o resto do mundo. E para todo o resto do mundo que precisava. É igual você concentrar em um único fornecedor, esquece, dá um problema com aquele fornecedor, esquece.
Você vai quebrar. Primeira coisa que eu falo paraos meus alunos é não dependa de um único fornecedor. Não concentre acima de 50% em um único fornecedor.
Acabou aquilo. Por quê? porque ele que vai te dar as regras.
Na verdade, a sua empresa não é sua, a empresa é do seu fornecedor. Bom, e aí depois da unipolarização, né? Então, onde você tem lá o dólar universal, você tinha aquela massa guarda-ólar, guarda dólar, meu tio falava muito isso.
Na dúvida, guarda-ólar, né? Eh, você passa a ter um mundo multipolar, só que o mundo multipolar, ele é um mundo onde norte-americanos, Estados Unidos, você tem a União Europeia, China e Índia. E obviamente você tem ali os adjacentes entendendo o seguinte, como é que eu posso fazer parte desse cenário para me fortalecer e não brigar?
Então começou a criar lá atrás os blocos chivais. Então era o Ocidente e Oriente. Mas você tá vendo aí os bricks, você fala: "Pô, mas bricks B é Brasil porque na verdade eles se formam em blocos, né?
Então você cria aí quais são as economias hoje que podem fazer frente a uma hegemonia para que no fim, se tudo der certo, todo mundo coopere entre si. E aí cada vez mais olhou-se, né, e pensou o seguinte: ora, Brasil, Rússia, Índia, China, o que que a gente tem de melhor? Onde estão os meus pontos fortes?
Porque os fracos, o que que eu vou fazer? Eu vou fazer as parcerias. Então o mundo começou a falar o seguinte: "Opa, quais são os países que tm os recursos?
Quais são os países que tm os recursos hídricos? Quais são os países que têm tecnologia? Quais são os países que têm mercado consumidor?
" Então é exatamente hoje, exatamente hoje, nesse contexto que você tá, você pode estar achando aí que, eh, eu falaria que só sobre inteligência artificial, porque agora tudo é inteligência artificial, mas a inteligência artificial ela é a consequência de uma coisa, de coisas muito mais importantes, porque hoje os fluxos, os centros da disputa Eles se dividem em tecnologia, energia e a moeda. E aí quando você fala da tecnologia, eu tô indo mais além. Semicondutores.
Mas Camilo, que que pelo amor de Deus, do que que você tá falando? O que que são semicondutores? Semicondutores são materiais que permitem controlar de [música] forma precisa o fluxo de carga elétrica e podem ser miniaturizados, o que os torna ideais para [música] a construção dos circuitos que sustentam toda a tecnologia digital contemporânea, desde [música] smartphones até sistemas militares, inteligência artificial e redes de energia.
Por isso, tornaram-se um ativo estratégico central. O silício é o material semicondutor mais conhecido e amplamente utilizado na fabricação de chips. Seu nome deu origem ao Vale do Silício na Califórnia, polo tecnológico onde surgiram empresas como a Apple, a Google e a Meta.
Hoje, a produção de semicondutores e de seus insumos está no centro da disputa geopolítica entre grandes potências e especialmente entre Estados Unidos e China, que competem por liderança tecnológica, autonomia industrial e segurança nacional. Extremamente importante o quê? Paraa transmissão de dados.
As pessoas falavam assim: "Antigamente era os dados são o novo petróleo, hoje os semicondutores são o novo petróleo. " >> Se os dados são um [música] novo petróleo da economia digital, os semicondutores seriam como as refinarias e os óleodutos desse sistema. Essa infraestrutura permite captar, transportar, processar e transformar [música] o petróleo em produtos úteis como os combustíveis.
Na comparação com a economia digital, os dados [música] passam por processo análogo. São captados, transportados, processados e convertidos em utilidades concretas presentes no trabalho, na computação, nas comunicações e na tecnologia em geral. Nesse contexto, os semicondutores são componentes centrais da infraestrutura digital.
Assim como a infraestrutura [música] do petróleo sustenta a economia industrial, a infraestrutura digital sustenta a economia informacional, sendo ambas pilares do poder econômico e geopolítico, >> que é um dos maiores fabricantes semicondutores, Tauan. Então, o mundo ele começa, é por quê? Porque a inteligência artificial ela ela ela ela ela anda numa velocidade 1000 vezes maior do que o advento da própria internet.
Eu costumo dizer que a quarta revolução industelhante ao advento da eletricidade. Então, ou você sabe ou você sabe. Agora, nada adianta você falar de tecnologia, dados, você conseguir mapear e entregar.
Então você tá pensando assim, caramba, se você tá aqui agora assistindo essa aula, transcrevendo ela toda, pedindo um resumo, você já tá na frente de muita gente de forma muito simples, porque você vai ter dado. Imagina que você tá numa disputa por um emprego novo, um cargo novo, subir, acender, abrir um negócio, que seja, que é uma decisão muda de país, não muda de país. E você traz essas informações porque não adianta, se você quer chegar aqui, teu conhecimento precisa est aqui, na verdade aqui.
E aí depois você fala pra energia, a agora todo mundo falando sobre energia verde. O que que é essa energia verde? É o quê?
Pega energia, bota verde. Energia verde é energia limpa. Por quê?
Porque ora, o mundo geograficamente, solo, todos os fatores naturais, eles têm um limite. E o ser humano, desde que o mundo é mundo, ele vai lá, obviamente, fazendo muita coisa sem saber, né? Poluindo, eu vou falar poluindo que vai ficar mais fácil, poluindo de alguma forma.
Isso quê? Isso rompe possibilidades de sustentabilidade. E aí vem a sigla ISD muito forte, como é que as empresas deixam de emitir os gases, etc.
E e e 150 outras coisas, como é que as empresas elas passam a receber cada vez mais diversidade, como é que elas cuidam do meio ambiente. A sigla se torna muito forte, principalmente no mundo, para aumentar a conscientização, mas principalmente também para não ter green washing. GR seguinte: "Ah, eu falo que eu faço, mas no fim eu não faço.
" Então, a energia verde, entre aspas, ela entra um pouco nesse escopo. Por quê? Por os minerais críticos, ora, se eu preciso cada vez mais de tecnologia de dados, eu preciso de alguns recursos naturais, alguns insumos para poder fazer parte dessa infraestrutura aqui.
Só que esses recursos minerais não tem em todos os países. E aí o que que acontece? A energia para ela ser gerada com o aumento de volume de dados, ela precisa ser cada vez mais efetiva, senão eu não consigo atingir a ponta e aí o mundo vai entrar em colapso.
Coisa simples. Vira e mexe você vê apagão de servidor acho que a Amazon recentemente teve que deu um problema nas passagens aí. Você vai car uma cu.
Por que que lá o servidor da Amazon, as pessoas pararam de viajar no mundo? porque tá tudo interligado, mas ninguém te explica como que tu tá interligado. Eu tô aqui para fazer isso.
E o por isso que a geopolítica é importante. Aí a gente vai para uma terceira que sempre dominou o mundo, a moeda. Quando o atual presidente norte-americano assumiu, né, teve todo aqueles 100 dias, ficou todo mundo aterrorizado.
Na verdade, já tá um pouco aterrorizado, onde ele começou a aplicar as sanções e uma delas foi: "Olha, vou aplicar a sanção, principalmente aqui eh para tal, aquela começou com a China ali muito forte, né? Depois foi espalhando, depois veio Brasil e aí num determinado momento ele falou assim: "Vou proibir aqui eh vou trazer uma sanção relacionada ao Swift. Swift é a forma como você transaciona internacionalmente moedas.
Brasil acendeu um alerta. Olora que eu recebia de ligação de empresário, a gente discutindo, eu como investidora, né, invisto lá fora, invisto no Brasil, acabou, acabou as bandeiras, acabou, enfim, o que que a gente vai fazer? E por isso que todo esse movimento de criptoativos, e veja, eu não tô fazendo nenhuma defesa, tô trazendo o que tá acontecendo.
Ela é a descentralização de um modelo concentrado une exclusivamente em determinados bancos e em determinados países. Ah, grosso modo dizendo, só para ilustrar, você tá lá no seu banco e aí o que que acontece? O teu gerente, ele vai lá e fala: "Olha, tem essa possibilidade aqui", etc, etc e tal.
Ele te indica uma coisa porque ele ganha a meta daquilo ali e aí você talvez não com tanto conhecimento assim ou porque tá com muita coisa na cabeça, você vai lá e acata. Não, mais agora. Mas o que eu quero dizer é o seguinte, que é importante essa hegemonia e foi por isso que que começou o movimento dos criptoativos, das criptomoedas, porque se falou o seguinte: "Poxa, eu não posso mais depender disso daqui eu não posso mais depender de uma única instituição financeira.
" E esse é um movimento muito forte, principalmente no mercado norte-americano, no mercado eh europeu. Vocês ontem fizeram uma proposta para comprar minha casa. Você aceita a cri?
Eu falei: "Não, mas a vizinha aceitou, então acreditem, está acontecendo, tá? Eu não sou investidora de crirypto. Eh, não entrei ainda ainda em visto da forma, vamos dizer assim, tradicional.
Mas eu preciso dizer que realmente é um movimento muito forte, muito muito muito forte lá fora e que de uma certa forma ele vai se tornar cada vez mais eh eh com mais chancela e mais robusteza. Eu tô esperando chegar esse momento. Então, cada vez mais a tecnologia ela se torna uma arma.
Por quê? Porque você precisa ter a suprem quem hoje tá dominando a inteligência artificial. Aí você tem de novo uma guerra velada, em breve não vai ser mais velada entre mercado norte-americano e China.
Eu não trabalho com essa empresa tal. Se você entra na China, tem determinadas empresas que não funcionam lá, não tem. Você tem WhatsApp, você tem lá o chat e aí de você quce que você não vai entrar de jeito nenhum, você não consegue baixar, impossível, ele não vai funcionar.
Por quê? Porque esse protecionismo ele garante, obviamente não só o crescimento, mas ele garante também o seguinte: "Olha, você tem o seu aí, mas eu também tenho aqui. Você é bom, mas eu também sou bom.
Quem ganha? " Os semicondutores, eles passam a representar o novo petróleo. E aí, veja, gente, quando eu falo de semicondutores, é toda a cadeia.
Quando você tem um celular, você tem o celular, só que ele tem toda uma capa de periféricos, tem a tela, tem o vidro da tela, tem a estrutura de alumínio, tem absolutamente tudo junto que vem do mundo inteiro. Então é disso que eu tô falando para chegar a um produto final. Então a gente fala dos semicondutores, ele passa a ser o quê?
o novo petróleo, ou seja, é a forma como eu consigo liberar essa energia para passar desses periféricos um pro outro. Eu falo da inteligência artificial como defesa e principalmente produtividade. A gente ainda está engatinhando.
Engathando, mas engateando assim, eh, de uma forma ainda, não vou nem dizer engateando, acredite. Não é porque você usa algum alguma inteligência artificial generativa que porque esse é o início do início. O Google já usa machine learning há mais de 40 anos, ou seja, inteligência artificial sendo processada através de aprendizado de máquina junto com Deep Learning.
é um assunto mais profundo. Então veja, né, a gente tá falando dos semicondutores, novo petróleo, a gente tá falando para defesa e produtividade, ou seja, a tecnologia ela deixa de ser neutra. Quem controla o poder do chip na ou política controla o futuro.
Quatro. A tecnologia como arma. A economia contemporânea é fortemente digital e interconectada e depende de uma infraestrutura tecnológica composta por dados, energia, semicondutores, redes e recursos naturais estratégicos.
Neste contexto, quem controla ou domina capacidades e infraestruturas tecnológicas obtém vantagem econômica, estratégica e militar. Assim, a busca por superioridade tecnológica constitui fator relevante nas disputas econômicas e geopolíticas entre países e blocos, além de elemento decisivo na reorganização das cadeias produtivas e na dinâmica do mundo do trabalho. Então, energia e moeda, quem vai controlar a torneira e o fluxo.
É basicamente isso. Então, a torneira abre, o fluxo, ele determina o que é a velocidade ou não. Quem controla energia e quem controlar o dinheiro vai controlar o futuro.
A analogia da torneira no contexto geopolítico significa que quem controla a abertura e fechamento da válvula controla um recurso muito estratégico. Isto se aplica à infraestrutura energética com rotas marítimas, gasodutos e oleodutos. Um exemplo atual é a tensão sobre o estreito de Ormus, região do conflito no Irã, por onde passa a grande parte do petróleo mundial.
O fechamento desta válvula, que é o estreito, tem potencial de causar grandes crises em nível global. A ideia da torneira se aplica também ao fluxo de dinheiro. Embora seja um assunto [música] aparentemente mais abstrato do que o fluxo de energia, é possível compreender de forma simplificada porque moedas sempre foram e continuam sendo um assunto tão estratégico.
Agora com o acréscimo de moedas descentralizadas como Bitcoin e outras criptomoedas. Pode-se resumir de forma simplificada a trajetória da moeda como indo de tempos em que ela tinha valor em si, feita [música] em material escasso como ouro, até os tempos atuais em que ela vale pela confiança, mesmo sendo feita de material sem valor em si e abundante, como notas de papel ou registros em um sistema. O formato atual facilita a emissão, a gestão [música] e o aumento da quantidade de moeda, inclusive na forma de crédito bancário, conforme objetivos econômicos e políticos, o que torna o controle da moeda um dos mais poderosos elementos de uma economia nacional e da geopolítica.
Contudo, em muitos locais do mundo, em diversas épocas, foi possível observar casos de [música] má gestão de uma moeda abundante, gerando inflação e desorganização econômica. Observando essa [música] trajetória traumática, é que surgiram as revolucionárias moedas digitais baseadas em blockchain como Bitcoin. Parece um contrassenso, já que são [música] digitais, mas elas tentam reproduzir algumas propriedades típicas de ativos escassos, como o ouro, enquanto propõe uma alternativa ao sistema monetário tradicional.
[música] A quantidade e emissão seguem regras definidas, não sendo arbitrárias. O registro e validação de transações ainda são realizados, porém não em registros que dependem de bancos, mas sim por meio de uma rede descentralizada e aberta, com participantes da rede, como os mineradores, que validam e registram todas as movimentações daquela moeda digital. Esses participantes [música] são remunerados por este trabalho necessário que é base para a manutenção do registro de movimentações e integridade da rede.
As moedas digitais ganham na atualidade a importância geopolítica ao colocar governos e líderes em situações críticas. Por um lado, diante da crescente adesão da população às moedas digitais descentralizadas, [música] como Bitcoin, uma economia que não se abra o uso desse tipo de ativo pode sinalizar medo de que sua moeda [música] nacional perca confiança e valor, o que tenderia a enfraquecer a confiança no poder econômico e político daquele país. Por outro lado, aderir às moedas [música] digitais descentralizadas implica abrir mão de parte do controle monetário, reduzindo o poder de influência econômica e política.
Nesse [música] contexto, governos e sobretudo superpotências ainda reúnem instrumentos que permitem influenciar de forma ampla a economia geopolítica. Mas o advento das moedas digitais descentralizadas [música] confronta essa hegemonia. Na analogia da torneira, essas moedas digitais colocam em cheque o controle da torneira.
Para trabalhador e investidor, as novas moedas digitais são meios alternativos para transações e possibilidades de diversificar suas reservas de valor por meio de moedas que julguem mais confiáveis. O sucesso, o insucesso dessas [música] moedas digitais descentralizadas dependerá, como no caso de qualquer moeda da adesão da população. Então, entende a importância disso na sua carreira?
Entende como você saber sobre esse fluxo inteiro que se retroalimenta? É importante? sentou numa mesa de reunião, traz a informação, traz a informação, obviamente séria, consolidada, faz a diferença.
Mas como funciona mais ainda energia verde? Porque que eu preciso dos recursos naturais? Porque que tá se falando tanto terras raras?
Os chips, semicondutores são é o novo petróleo. A moeda, como que isso impacta lá no fim do meu demonstrativo de resultado, no resultado do que eu vou fazer? Tudo tem que interligado.
Você fala: "Mas eu sou da área de marketing. " Claro que você precisa saber marketing mais ainda. Ah, mas eu sou da área ligada ao financeiro.
Financeiro, esquece, você precisa saber porque vai acabar lá na tua planilha, que eu espero que esteja sendo feita com muitos dados. com muita informação e principalmente, né, com muita inteligência artificial. Então, aí você olha hoje, abre a janela da tua casa, vai na rua, vai no restaurante, você vê um monte de carro chinês.
Se eu falasse isso para você há 10 anos atrás, você fala: "Tá doido, saída deve ser bom", etc. Carro elétrico e híbrido, você tem todo um esforço, né? Isso é muito subdividido entre entre estados, né?
Mas você tem todo um esforço de isenções para carro híbrido, carro elétrico, justamente o quê? Para atrair esse mercado. E eu quero dizer uma coisa para você que tá pensando que isso é distante.
Isso não é distante. Quando eu comecei a fazer investimento em startups há 16 anos atrás, eu não esse negócio aí de aplicativo. Isso aí serve para nada não, Camila.
Isso aí nem ninguém vai usar. Startup. Startup que empreendedorismo.
E aí veio o mundo. Não, a visionária. Você sabendo, o movimento que tá acontecendo hoje é igual o movimento do advento, do ventry capital, do silício que a gente viveu aqui no Brasil há 16 anos atrás, mas no mundo há 30 anos atrás.
É, exatamente. Você tá no momento certo. Esse é o momento.
É esse o momento. Ou seja, onde eu olho para mim, onde eu olho pro Brasil, o Brasil ele é extremamente estratégico. Agora a gente vive um momento de tensão econômica, guerra no mercado exterior, possibilidades de guerras nucleares, briga intensa pela supremacia de dados inteligência artificial.
Onde é que o Brasil entra nudo? O Brasil entra como um grande celeiro de potência alimentar, obviamente, né? As commodities, a gente pode já falar isso já de muito tempo, mas elas vão se elevar cada vez mais.
a gente fala da potência mineral, nióbio, ferro e minerais críticos, lítio e de potência ambiental, ou seja, matriz limpa, biodiversidade. E aí se você traz cada vez mais pro momento presente, você você faz uma uma distinção muito clara entre Ocidente e Oriente, né? Então a gente entende que aqui somos os provedores, os insumos.
E o mais importante, olha como é que essa cadeia se retroalimenta. O insumo ele vai, ele processa, ele é embalado, entre aspas e nos tornamos um grande mercado consumidor. Eu venho do mercado de café.
Então eu comecei trabalhando no primeiro, na primeira cafeteria da minha família, né, numa classe média, bem média, no Rio de Janeiro. Eh, e aí a gente vendia um café italiano, Il Café, alguns devem conhecer, nossa, café, aquela coisa. Então, tinha um glamur, uma sofisticação.
Até o dia que eu descobri que o Will Café, o grão verde era feito no Brasil. Afinal de contas, o Brasil eh você não tá em primeiro, tá em segundo. Maior produtor mundial, primeiro, segundo eh, consumidor.
Eh, ele, olha, olha isso. A Itália comprava do Brasil verde, era tão barato, aí voltava para lá, torrava lá. Torraria basicamente pegar ele verde, deixar ele marronzinho, né?
Liberar todos os os óleos essenciais, os chamados de coloide. E aí o que que acontece? Ele voltava.
Só que quando ele voltava, ele voltava numa outra roupagem. Ele voltava com a chancela europeia com o preço, obviamente 10 vezes, mais caro, acho que até mais. E produto importado, cápsula.
que você entenda o potencial que isso tem pro mercado de hoje. Quando a gente tá falando de NIOB, você tá vendo aí na tela, ou seja, 90%, a gente tem hoje 90% das reservas mundiais, lítio. Então, quando você usar bateria para carro elétrico, você sabe que ali tem lítio.
Lítio é considerado ouro branco. Petróleo, pressal, segurança energética. exportação estratégica e energia renovável, ou seja, matriz limpa, hidrogênio verde.
E é por isso que você tem teve COP 30 no Brasil, principalmente lá em Belém. Por quê? Porque estamos olhando agora o que que a gente tem de melhor, qual o nosso diferencial competitivo, como é que a gente entra nessa briga, porque senão a gente vai ficar para trás, quais são os recursos que a gente tem e qual é a chave, porque o mundo precisa desses recursos.
Precisa. Então, as terras raras são um novo ouro. Por quê?
Porque precisa de insumo para fazer smartphones e chips. Aí se a gente volta pra tecnologia, precisa cada vez mais para para satélite mísseis, ou seja, defesa e espaço para carro elétrico, sendo que você ainda tem concentrado 90% do refino na China. E aí, condensando isso tudo para você hoje, essa oportunidade tá cada vez mais centrada no agro.
Ah, Camila, mas não sou do agro, mas você pode fornecer pro agro. Eu tenho uma série de alunos do agro, mas não sou do agro. Então, é toda cadeia.
A gente tá falando de energia renovável. Vocês já estava vendo uma matéria dizendo exatamente sobre uma produção inteira de lítio toda com internet das coisas, inteligência artificial, carros autônomos, reduziu em 72% a linha de custos. Obviamente essa linha deve se desdobrar, ela deve explitar em outras coisas.
Ah, mas isso não é possível, não é possível e já é realidade. E já realidade para você como profissional trazer isso, trazer essa realidade. De novo, energia renovável, a mineração 4.
0, ou seja, ela deixa de ser aquela mineração comum, defô, né, padrão. ela passa a se concentrar cada vez mais nos minerais críticos, no lítio, no nióbio, mas fazendo uma extração de forma sustentável, porque a gente já aprendeu lá atrás todos os malefícios quando você não faz isso de uma forma que seja sustentável. Ou seja, você você extrai, extrai, extrai, depois não tem mais para extrair, ou seja, gera um impacto na cadeia como todo.
E logística, por quê? Porque a gente está num bom posicionamento logístico. Cinco, oportunidades do Brasil.
Em maior ou menor grau, as carreiras estão conectadas à economia global e à dinâmica geopolítica. Algumas atividades, no entanto, periodicamente e regionalmente assumem maior relevância estratégica, seja para profissionais que atuam diretamente nestes setores, seja para aqueles que participam de forma indireta por meio do fornecimento de bens e serviços intermediários. são citadas como atividades do mercado brasileiro que atualmente compõem de forma estratégica o contexto econômico global e geopolítico, o agronegócio, energias renováveis, mineração e logística.
Então, a estratégia agora é você. Aí você tem duas opções. Ou você ser um espectador passivo ou você ser um estrategista ativo.
Depois que você assistiu essa aula aqui, você vai me prometer que você não vai ser nenhum espectador passivo. Não vai olhar e falar assim: "Ah, mas o fulano de tal melhorou, não sei o que tá acontecendo isso". Óbvio que ele foi correu atrás, ele estudou, ele passou horas a fio, enquanto muitas das vezes você achava que não.
Não tem mágica, não tem fórmula, não tem a dica. Ah, não, isso acontece, não, não vai cair na sua frente, vai cair, mas se você precisa estar preparado para poder pegar a oportunidade. Por quê?
Porque o caos vira oportunidade. O momento que a gente tá vivendo, você tem duas opções. Ou você olhar e deprimir, ou você olhar e falar assim: "Caramba, agora é o momento de eu agir.
" Eu, por exemplo, tô extremamente focada em inteligência artificial, extremamente em todos os aspectos da cadeia, seja educacional, seja pro Brasil como um todo, conversando com os outros países, fazendo interlocução. Então você me promete que a partir de hoje a sua carreira, a sua vida, ela vai estar com você de uma forma ativa. Obrigada.
Muito obrigada. [aplausos] >> Concluímos aqui a aula dois com a professora Camila Farani sobre mega tendências da economia e geopolítica. Esta aula explorou o ponto de vista do aluno como participante da economia brasileira, imerso em uma realidade global, mas com características regionais.
Os principais aprendizados foram organizados em cinco partes que vamos rever agora [música] de forma resumida. Um, poder, recursos e influência. o fortalecimento da dimensão econômica, ou seja, [música] das relações econômicas na capacidade de influência internacional e geopolítica.
Dois, interconexão. A profunda interconexão da economia e do sistema produtivo em nível global. Três, a informação como conector.
A informação é transmitida rapidamente, de forma que as mudanças são constatadas primeiro no plano da possibilidade, da projeção, das expectativas. Isso torna-se ainda mais relevante em um mundo e economia baseados em dados, em informação. Quatro, a tecnologia como arma, uma vez que a economia contemporânea se tornou fortemente [música] baseada em um modelo digital e interconectado, que depende de infraestrutura tecnológica de dados, energia, semicondutores, redes e recursos naturais estratégicos.
O domínio sobre essas infraestruturas [música] tecnológicas passa a significar superioridade, tanto econômica como também de defesa. Cinco, oportunidades do Brasil. Dada a sua posição geopolítica [música] e econômica, o Brasil apresenta algumas oportunidades de destaque, como agronegócio, energias [música] renováveis, mineração, logística, entre outras.
Essas atividades se conectam com cada mercado e profissional de diferentes formas. Seja de maneira direta para quem trabalha nessas áreas, seja de maneira indireta para quem fornece bens e serviços, ou para quem simplesmente [música] convive economicamente ao fazer parte de uma economia nacional integrada, na qual esses mercados são crescentemente relevantes. Em suma, podemos dizer que o termo geoestratégia está ganhando espaço também [música] nas empresas, economia, carreiras.
Segundo dados da Ernst Young, 94% das companhias observadas t aumentado tempo e recursos dedicados à geoestratégia. A Ernestang também cita em um artigo cinco hábitos de sucesso de geoestrategistas. Um, adaptar cadeias de suprimento às realidades geopolíticas.
Dois, incorporar análise de risco [música] político nas decisões de investimentos. Três, preparar-se para o inesperado. Quatro, engajar regularmente a liderança em discussões de geoestratégia.
E cinco, definir quem tem acento na mesa [música] de geoestratégia e quem ainda precisa ter. Vamos ver o caso de uma aluna nossa de pós-graduação. >> Um ano depois que eu conclui o curso, eu acabei sendo promovida, né?
E eu fiquei como red de qualidade [música] do Brasil na empresa que eu trabalhava. Isso promoveu também uma interação maior com outras empresas. Então eu também acabei trabalhando relacionado com outras empresas para levar conhecimento do que eu tinha adquirido.
>> E na próxima aula com o professor Silvio Meira, vamos entrar num importantíssimo e até urgente tema, a grande ruptura e há no trabalho, profissões e carreira. Nesta aula, [música] veremos o ponto de vista do aluno como profissional, que faz uso cada vez mais frequente e intenso da inteligência artificial. Até lá, Maria Clara Morais, eu fiz o MBA em tecnologia para negócios IA, big data e data science.
E atualmente eu sou Red de A na DO Stúio, mas eu sempre quis, eu sou engenheira mecânica de formação e eu sempre quis trabalhar com tecnologia. Eu falava que eu queria fazer carros voadores. Como eu entro em reunião, minha primeira apresentação, eu falo do meu MBA na PUC, então todo mundo já fica, uau, nossa ela sabe o que ela tá falando, né?
Hoje em dia, quando a gente fala de conhecimento, tem muita coisa na internet que são como entre aspas vozes das cabeças das pessoas, né? Eh, e tem uma coisa que as pessoas hoje em dia elas estão deixando meio de lado a educação por não acreditar um pouco nela, né? achar que, ah, sem estudo eu consigo alcançar porque fulano e beltrano estão ali naquele cargo superior, não tem uma informação superior.
Então, você não pode pegar uma amostra tão pequena para dizer: "Olha, aquela pessoa não estudou, mas ela tá ali porque foi só o esforço dela. " E quem não acredita na pós-graduação, né, como um um meio de se conseguir algo a mais, eu acho que vai ter uma grande dificuldade realmente de conseguir conquistar algumas coisas do que uma pessoa que tem um estudo tá conquistando. E você ter um realmente um professor que teve toda a sua formação, toda a sua educação ali falando para você, o aprendizado é muito diferente do que outros, né?
Educação ela sempre vai ser uma aposta ganha. Isso é, acho que é a certeza que nunca a gente vai tirar. Surpreendente que a gente tem uma instituição de ensino do tamanho da PUK que receba a gente botando a gente num grau de importância.
Embarguei como a gente sentiu aqui hoje. >> Gostei [música] muito da recepção desde o grupo do WhatsApp, né? A gente fica todo com a expectativa de vir até aqui, [música] né?
Eu sou de São Paulo e até o momento tá sendo muito bom. a maravilhosa, inspiradora, encontrar tantas [música] pessoas que eu não conhecia presencial, ouvir tanta, tantas histórias diferentes e como o ensino, a educação mudou a vida de cada um. Tô gostando bastante.
Eh, tá sendo uma oportunidade única de vivenciar tudo isso. É literalmente um sonho. >> E se fosse resumir, eh, eu resumiria isso como uma oportunidade, [música] uma oportunidade de conhecer novas pessoas, conhecer novos ambientes, de fazer eh networking, [música] ter novos contatos.
Hoje tá sendo surpreendente, tá sendo maravilhoso. Como eu falei lá dentro no salão pro pessoal, a gente tá sendo acolhido não só pelos funcionários, mas por todo toda a galera que tá vivendo essa experiência. [música] Tá sendo genuíno e muito natural.