[música] Em um quarto de hotel loucamente [música] apaixonado, eu estou desesperado, feito uma [música] estrela sem [canto] o céu. Sei que já é madrugada. [música] E meu sono que não vem.
Será que me convém [música] sair assim cortando [canto] estrada, [música] conversando com a solidão para encontrar o certo alguém. [canto] [música] Será que me convém? Ou tudo acaba tudo em nada.
[música] Se ontem [canto] eu por lá passei, saudade [canto] me apertou, [música] mas não parei. Minhas mãos grudaram firmes no volante e o carro acelerei. Joga a mão para cima.
Eu quis fugir [música] do destino. Eu quis fugir do destino. Fugir da realidade.
E sufocando [música] [canto] a saudade aquela cidade fui deixando para trás. É que esse meu [música][canto] desafio meu desativo é uma mulher envolventor diferente, [canto] olhar de serpente é o doce veneno que me satisfa Ave Maria, [música] que que é isso? Cadê o grito?
Eduardo Costa no jeitão [música] da madeira. Coisa linda. Vai, criançando [música] com a solidão para encontrar o certo alguém.
[música] Será que me convém ou tudo [música] acaba tanto em nada? Se ontem eu [canto] por lá passei, saudade [música] me apertou, mas não parei. Minhas mãos brotaram [música] firmes no volante e o carro.
[canto] Eu quis fugir do destino. Fugir da realidade. [música] Da realidade.
E sufocando a saudade aquela cidade fui deixando para trás. [canto] É que esse meu desatino [canto] [música] é uma mulher envolvente, amor de fé. Olhar de [música] serpente é o doce ver que me satisfaz.
[música][canto] Quem gostou bate palma e dá um grito. [aplausos] Obrigado. Muito obrigado.
Que honra.