Olá alunos e alunas estamos aqui para uma aula muito importante não que as outras não tenham sido mas é uma obra que eu brinco que não cai despenque em concurso e não só no concurso do TJ mas em outros concursos também eh Quando falamos em fundamentos sócio-históricos eh fundamentos teórico metodológicos do serviço social eh nós sempre lembramos da maril de amamoto né e Essa tem sido a obra que vem sido vem caindo nos Concursos de maneira geral inclusive nas provas de prefeituras também então Eh é uma aula que merece que vocês peguem o caderninho e
alguns momentos eu vou oferecer destaque para para algumas colocações inclusive que poderão ser usadas para embasar estudo de caso de repente do que pode cair aí eh com relação a circunstância eh que o que a prova pode pedir de vocês então o título da obra é o serviço social na contemporaneidade trabalho e formação Profissional como eu costumo fazer eu apresento inicialmente para vocês as características da obra e no final nós eh exercitamos com questões de concurso que eu localizei eh ou falando do assunto que foi eh tratado na obra ou diretamente pergunta eh já inclusive
citando A autora né é uma obra de 1998 e em 2012 ela chegou na 22ª edição que inclusive é o livro que eu usei eh para ler para preparar essa aula para vocês então vocês Imaginem 22 Edições eh nesse período entre 98 1998 e 2012 e hoje eu já não sei nem que número que chegou já né é interessante porque vou tentar localizar o que tava acontecendo em 1998 Alguns podem não ter nascido né mas outros já foi o ano que eu me formei e e eu lembro né daquele momento eh quando estavam discutindo a
revisão da matriz curricular do serviço social então é um pouco que trata nessa obra ela vai falar Eh de alguns pontos ela divide a obra em duas partes a primeira parte que eu deixei em vermelho vocês vão perceber que eu tentei ser um pouquinho mais didática para vocês entenderem O que que tá dentro do qu porque ela ela divide em duas grandes partes aí tem os subcapítulos né o capítulo um o item um do TR da primeira parte e mesmo dentro de cada numerozinho ela subdivide em vários outros pedacinhos então para vocês entenderem eh eh
nós temos a Primeira parte que fala do trabalho profissional na contemporaneidade que só aí já que tem um monte de pergunta que pode aparecer e depois ela vai falar um pouquinho eh de uma justificativa de uma da mudança da estrutura curricular do serviço social que foi a uma mudança né que culminou nas novas diretrizes curriculares que acabou sendo usada para todos os cursos de serviço social no Brasil então eh a gente vai entender o que que Como era e o que que se eh Pretendia com essa mudança curricular aí então eu acho que é a
gente precisa contextualizar o momento em que a obra foi escrita né Eh então na primeira parte no trabalho profissional na contemporaneidade ela divide serviço social na contemporaneidade trabalho e serviço social o redimensionamento da profissão ante as transformações societárias recentes e as demandas e respostas da categoria profissional aos projetos Societários na segunda parte ela vai falar da formação profissional na contemporaneidade com um item com esse mesmo nome e um segundo item falando o debate contemporâneo da reconceituação do serviço social ampliação e aprofundamento do Marxismo e na terceira a política de prática acadêmica uma proposta da faculdade
de serviço social da Federal de Juiz de Fora eh vocês vão perceber Que esse item três não foi objeto aí do nosso do da nossa não será objeto da nossa aula e do nosso estudo porque vai contar justamente uma proposta de alteração curricular e de implementação aí das novas diretrizes lá da Federal de Juiz de Fora então eu acredito que seja uma coisa que não vá cair pro nosso concurso aqui se de repente for cair em algum Vai ser lá paraas para para vai ser uma coisa mais Regional mesmo né então por conta do nosso
tempo escasso Né de de leitura de estudo eu optei pelo item três não só trazer para vocês saberem que ele existe eh mas a gente não vai aprofundá-lo tá bom então vamos começar na primeira parte eh que fala do trabalho profissional na contemporaneidade eh ela coloca inclusive frases muito interessantes eh que muitas pessoas já colocaram para ilustrar tccs ilustrar dissertações de Mestrado Doutorado que é justamente vai mostrar toda a crise que a sociedade tá vivendo e colocar o serviço social frente aos Desafios que estão colocados na sociedade pensando Sociedade do que tava acontecendo lá tá
em 1998 Então já estavam acontecendo lá né porque se a gente pode dizer as coisas só melhoraram né Eh depois de lá então Eh ela vai falar tempos difíceis para todos os que vivem do trabalho eh E esses tempos Como eu disse né Eh Eles continuam difíceis né por isso que é uma obra que já tem um certo tempo né 98 2 2008 2018 né 20 e tantos anos aí 18 19 20 21 25 anos aí de obra eh e totalmente pertinente aí na nossa área uma obra usada aí nas a na formação né da
do nosso do profissional hoje na graduação então esses tempos difíceis eles permanecem né Eh e coloca faz toda uma contextualização de trazer o serviço social como também um tipo de trabalho Na sociedade em vários momentos eh ela vai lembrar que eh nós temos uma característica de sermos um profissional autônomo eh justamente pelo caráter não rotineiro das nossas ações pela presença do Código de Ética mas que historicamente os o serviço social ele vem de Sua força de trabalho ele é um empregado também ele acaba sendo um empregado ou de uma instituição privada ou de uma organização
do terceiro setor ou mesmo na espera fera pública que Durante muito tempo ficou aí como primeiro lugar aí de locos ocupacional aí do assistente social eh e então ela vai contextualizando né Toda a obra vai permear o assistente social como um trabalhador e que logo vai sofrer os impactos desse mercado de trabalho Impacto dessas transformações desses tempos difíceis aí da sociedade e aí eh nessa explicação né que é feita com relação a próprio sistema capitalista Ela vai afirmar que acumulação de Capital não vai rimar com igualdade e nem é parceira da Equidade eh Eu sempre
gosto de retomar o conceito né de a diferença né De Igualdade da Equidade dando exemplo aí da daquelas caixinhas né daquelas imagens que aparecem nas redes sociais eh de três pessoas atrás de um muro né uma com uma caixinha outra com duas caixinhas outra com três caixinhas porque a pessoa com três caixinhas ela é Mais alta e quer dizer ela é mais baixa e precisa de três caixinhas para olhar do outro lado do Muro né então a Equidade seria justamente você eh dar condições né considerando as particularidades de cada um né então quem precisa de
uma caixinha uma caixinha quem precisa de duas duas quem precisa de três três diferente da Igualdade né que ela vai ela não vai eh considerar essas especificidades né Eh Digamos que daríamos na igualdade uma Caixinha só para todo mundo né então pensar o serviço social na contemporaneidade requer os olhos abertos para o mundo contemporâneo para decifrá-lo E participar de sua recriação então ela vai chamar o tempo todo o serviço social para entender a dinâmica da sociedade entender o mundo entender a conjuntura eh vivida para poder atuar de uma maneira mais consciente menos alienante e menos
reforçando né E que reforça menos eh os interesses da classe Dominante né porque aí ela vai fazer toda uma situa eh contextualização de que você sendo empregado Obviamente você fica no limite ali eh de algumas intervenções justamente por essa condição né Eh que a gente já vai falar disso também daqui a pouco né E aí ela vai falar né Eh vai tentar sintonizar eh o serviço social com Novos Tempos E aí ela vai falar de três pressupostos eu já deixei em vermelho não é um um subcapítulo mas eu pus em Destaque por quê quer dizer
é um sub um titulo Zinho Mas eu deixei grifado os três pressupostos porque às vezes Nas questões pode aparecer assim eh e a mamoto coloca eh três pressupostos ao falar da Necessidade deem sintonizar o serviço social com os novos tempos o primeiro fala disso o segundo daquilo e o terceiro você tem que assinalar então Eh em razão disso eu deixei grifado aí já é o primeiro momento para eu colocar aí que vocês apontem aí nas anotações de Vocês coloquem coraçõezinhos aí no caderno que vale a pena eh dividir aí esses três pressupostos né então o
primeiro deles é romper com a visão endógena que que é a visão endógena é a visão de dentro né do próprio umbigo vamos eh falar bem né português Claro aí né tem a visão para dentro né do serviço social eh que é uma visão focala que é uma visão prisioneira dos seus muros internos ou seja ele fica nele mesmo então romper com essa visão endógena né E aí ela põe Como di desfio do do assistente social né que vive no presente desenvolver a capacidade de decifrar a realidade e de construir propostas de trabalho que sejam
criativas e capazes de preservar e efetivar direitos a partir das demandas emergentes do cotidiano né e e ela também vai problematizar que essas alternativas não vão sair de uma cartola mágica né que essas possibilidades elas vão ser dadas na realidade mas elas não São a automaticamente transformadas em alternativas profissionais essa frase também é uma frase de destaque que eu já vi mais de uma vez sendo pedida em concurso né Eh essa parte não da cartola mágica mas essa parte de que as possibilidades estão dadas na realidade mas não são automaticamente transformadas em alternativas profissionais que
que ela quer dizer com isso né Eh que o o asente social ele tem que ser criativo então ele ao ler a Realidade ao entender o que tá acontecendo olhar para fora da profissão ele pode criar eh novas alternativas mas essas alternativas Elas têm que partir dele não vai tá posta na sociedade né já de Pronto né Já pensou um anúncio lá precisa de assistentes sociais para e já coloca lá as alternativas profissionais não não vão estar dadas na realidade de Pronto né automaticamente nós temos que olhar essa realidade A partir dessa leitura dessa análise
desse conhecimento Eh que nós vamos aí propor essas alternativas profissionais ela fala que a conjuntura impõe limites e possibilidades durante muito tempo muitos concursos não muitos cursos congressos do serviço social tiveram esse subtítulo né limites e possibilidades que é justamente aí uma grande problematização que temos nessa obra aí uma parte que eu gosto muito também que eu também colocaria aí um Coraçãozinho ela vai falar do fatalismo e do messianismo que a gente não pode cair nem de um lado nem do outro e aí eu vou contar uma historinha rapidamente interessante para vocês quando eu estava
fazendo doutorado em 2010 que eu defendi um pouquinho antes acho que lá para 2007 2000 é 2007 mais ou menos a Marilda que inclusive na época se eu não me engano ela ela fazia parte né do eh do das pessoas que davam né Essa consultoria aí pro pro MEC né no grupo né de pessoas Que representando né a categoria né para poder participar ativamente das da revisão das diretrizes curriculares né e ela estava em São Paulo eh não lembro para qual trabalho né que ela era envolvida em muitas coisas né em muitas frentes e ela
estaria com a minha orientadora que também fazia parte desse grupo eh para uma reunião e eu tinha na minha cabeça essa questão do fatalismo e do messianismo e eu queria entender direito isso e eu estava com medo de eu Ser Messiânica né porque eu sempre tive um o olhar mais voltado pro ai calma vai dar tudo certo né aquela coisa mais otimista né da realidade e eu acabei pedindo para conversar com a Marilda e perguntei para ela ela deve ter perguntado quem que é esta louca que chega para me perguntar se ela é Messiânica né
E aí ela me explicou direitinho né Eh a questão do fatalismo e do messianismo eh o fatalista né né ela esses daí são os conceitos que estão No livro né mas aí depois eu eu el lucido para vocês porque que eu não sou Messiânica porque que ela me explicou que eu não sou Messiânica eh o fatalista eh ele vai ver a realidade como se ela já tivesse dada definitivamente sem desdobramentos pré-determinados ou seja vai conduzir a uma acomodação a rotinização do trabalho ao burocratismo e a mediocridade ela chega a dizer né a medi profissional é
aquele que acha que tá tudo dado na Realidade ó vida ao azar né não tem nada que possa acontecer de diferente e vai ter que ser desse jeito pronto e acabou né então seria conduz então uma acomodação né pessoa que é o tarefeiro né vai ficar fazendo lá porque sempre foi desse jeito vai continuar sendo desse jeito não vai questionar a realidade vai vai reproduzir essa realidade né o messianismo profissional tem essa visão heróica do serviço social né e E Aí esse era meu medo porque na obra tem ess Exatamente esse conceito que a visão
heróica do serviço social achar que o serviço social seria o salvador né digamos assim das situações e ao mesmo tempo reforça o olhar dos sujeitos né a subjetividade dos sujeitos eh e aí eu contextualize para ela por que eu tinha esse medo né de ser Messiânica porque eu tava estudando naquele momento a saída da rua e eh eu tinha uma dimensão que eu achava né E Continuo achando que ela é do indivíduo né e a atuação do serviço social contribui muito aí pra saída da situação de rua ele tem que o assistente social tem que
acreditar na possibilidade da saída da rua né inicialmente a pessoa que está na rua tem que aceitar aceitar que eu digo acreditar que também tem condições de sair que outra realidade é possível né então eu tava contextualizando isso para tentar entender se eu era Messiânica ou não aí Ela me explicou o seguinte que o messianismo ele joga a responsabilidade no indivíduo e ele não vai por exemplo levar em consideração que existe uma oferta de políticas públicas nesse caso uma oferta de de uma estrutura né objetiva de condições objetivas eh para essa saída né então a
pessoa precisa de acesso à educação acesso à moradia acesso ao trabalho então de outras outros fatores que não dele né mas Fatores externos objetivos condições objetivas inclusive foi graças a essa conversa que eu consegui eh fechar o minha minha pergunta meu OB meu objetivo geral do trabalho que é justamente mapear os fatores objetivos que contribuem pra saída da rua e os fatores subjetivos que também contribuem pra saída da rua então condições objetivas política oferta das políticas públicas de saúde educação moradia trabalho e as condições mais Subjetivas que seria a formação de ou retomada de vínculos
com a família ele acreditar que ele pode sair dessa situação a atuação do profissional que eh tá lá na linha de frente com ele então Eh eu não sou Messiânica Resumindo né porque eu não jogo só responsabilidade no indivíduo Então nesse caso seria isso o messianismo ele bota o serviço social como um Salvador e ao mesmo tempo eh coloca a responsabilidade no indivíduo Porque é como se o serviço social orientasse né e joga a responsabilidade na pessoa fazer aquilo né que foi orientado digamos assim e ela ela vai reforçar S que essas duas visões elas
estão de costas paraa história ou seja são perspectivas ah históricas né não levea em consideração toda a análise de conjuntura toda todo o fator histórico né logo não é possível uma pessoa fatalista nem e Messiânica segui uma uma abordagem por exemplo de referencial Marxista né que a gente tem que levar em consideração aí a perspectiva histórica o segundo pressuposto né Eh ela vai colocar que a gente tem que entender a profissão hoje como um tipo de trabalho na sociedade eu já mencionei no começo para vocês né ela fala muitas vezes que o assistente social é
em sua maioria a um profissional assalariado né Mesmo sendo um profissional liberal ele né é um assalariado então eh a nossa prática profissional ela acaba sendo Condicionada pelas relações entre estado e sociedade civil né Eh e nós somos um tipo de trabalho então nessa sociedade né Eh então serviço social ele vai se reproduzindo como um trabalho especializado na sociedade por ser socialmente necessário ou seja o serviço social ele vai produzir serviços que atendem a necessidades sociais logo né Nós o nosso trabalho tem valor de uso tem mais valia e logo sofre aí todos os impactos
que a gente sabe de eh vender Nossa força de trabalho numa sociedade que é capitalista né inclusive alienação né pode estar aí no pano de fundo aí da da nossa atuação profissional o terceiro pro eh pressuposto seria tratar o serviço social como trabalho né Eh Ou seja a gente falou na no segundo pressuposto que é né uma especialização do trabalho mas o terceiro é tratar o serviço social como trabalho vai supor e privilegiar a produção e reprodução da vi vida social Né então eu destaquei aí né ela colocando o serviço social é considerado como uma
especialização do trabalho e a atuação do assistente social uma manifestação de seu trabalho inscrito no âmbito da produção e da reprodução da vida social então a preocupação é afirmar a ótica da totalidade na apreensão da dinâmica da vida social identificando como o serviço social se relaciona com as várias dimensões da vida social então grifem né ou anotem no Caderno a palavra totalidade Então sempre que a gente tiver lendo alguma questão relacionada a fundamentos ligando fundamentos na contemporaneidade vai falar de uma perspectiva marxista e vai falar justamente Desse Olhar do serviço social para a totalidade né
ou seja olhar aí a questão da da especialização do trabalho mas levando em consideração toda a produção e a reprodução na vida da vida social né então e que oos ser humano né ele tem Várias dimensões aí dessa vida social Aí temos um subitem que vai falar questão social e serviço social a questão social Então ela sempre sempre foi sempre será a base né da fundação como eh do serviço social né como uma especialização do trabalho né a gente coloca lá que a questão social é a contradição capital versus trabalho né em várias obras a
gente tem aí o conceito de questão social e o serviço Social ele vai justamente eh eh ter sua Fundação né pensando no serviço social no mundo relacionado justamente com o conceito de questão social e com todo o desdobramento que a gente tem das consequências das manifestações que se apresentam frente a essa eh contradição capital trabalho ou seja né Eh a a desigualdade né e o não acesso a ao que é produzido Então os trabalhadores produzem mas parte dessa Produção não é só uma fatiazinha muito pequenininha né é devolvida por esse trabalhador então há né nisso
uma grande desigualdade que eh coloca as pessoas em condições de vida eh subumanas desumanas né isso falando da condição de trabalho desumano aí fora o que o trabalho n que a pessoa não não tem nem o acesso né a esse trabalho então fazendo parênteses né se cair qualquer questão relacionada à questão social a questão social ela é no singular sempre porque ela é única e Deriva desse momento do surgimento da questão social vinculada À Revolução Industrial só que ela se coloca em diversas manifestações que vão mudando ao longo dos séculos aí né Então as manifestações
é que se transformam mas o o pano de fundo é a mesma questão social né então o serviço social ele vai trabalhar de diretamente como com né A questão social nas suas mais variadas expressões então muitas e muitas questões quando perguntas de concursos Eram fáceis né porque teve essa época o examinador sempre dava de presente eh a questão social como matéria prima do trabalho do assistente social né então era direto esse tipo de questão né Eh então algumas mudanças no mercado de trabalho né que ela tava colocando naquele momento mas é óbvio que a gente
consegue trazer para hoje inclusive o contexto da Raquel Rachel que também Eh tá no nosso edital as mudanças no mercado de Trabalho como um a necessidade de um trabalhador Polivalente né É aquele trabalhador que ele vai ser contratado por uma coisa mas ele é obrigado a fazer milhares de outras né ele tem que ter muitas habilidades né muitas aquisições aí de eh de fazer coisas né que não só restritas por vezes a o cargo que ele tá ocupando a o contexto do desemprego da flexibilização da terceirização sendo estas as bases da exploração e aí ela
Vai dedicar alguns parágrafos falando aí do da questão do trabalho infantil né como um grande problema e ela vai dizer o serviço social na contemporaneidade é muito mais do que um título formal pois sintetiza o desafio de decifrar os novos tempos para que deles se possa ser contemporâneo né então é decifrar essa realidade para poder atuar nessa realidade e de todo esse desdobramento aí e das consequências que nós temos dessa da Própria questão social aí ela ela coloca uma outra frase assim o momento presente desafia os assistentes sociais a se qualificarem para acompanhar atualizar e
explicar as particularidades da questão social nos níveis Nacional Regional e municipal diante das estratégias de descentralização das políticas públicas eh então é óbvio que ela vai relacionar a oferta né das políticas públicas falar Do estado mínimo né do Estado reduzido aí cada vez mais na oferta né das políticas públicas que são garantias né constitucionais ele cada vez menos presente nisso e ela vai trazer né o termo classes perigosas né que é o pobre né criminalização da pobreza ela coloca como classes perigosas né que seria uma violência institucionalizada mas o que hoje a gente discute né
25 anos depois justamente como a criminalização da Pobreza né então percebam que todas as obras recorrentemente vão eh falar sobre isso né Aí tem um item chamado as mudanças no mercado profissional de trabalho né então como ela tá falando de um momento histórico é muito importante que é lá do do final da década de 1990 ela vai trazer uma discussão sobre a refilantropização né que seria o quê eh devolver pra sociedade civil aquilo que a a sociedade já fazia né Então Vamos pensar na política de assistência social né a política de assistência social ela vai
ganhar o status de política pública quando a partir da Constituição de 1988 certo antes disso a gente tinha o quê benemerência caridade né ações eh majoritariamente da sociedade civil desde o surgimento do Brasil né lá das santas casas de Misericórdia então naquele momento inclusive meu TCC na época 1998 foi sobre o terceiro setor né V tô pondo entre aspas porque naquele momento era um termo novo né que se discutia mas de organizações sociais que já existiam há muito tempo né Toda uma campanha do voluntariado do Ano Internacional do voluntariado que foi 2001 né Eu ainda
discuti isso na minha dissertação de também eh o fortalecimento muito grande naquele período né da filantropia da velha filantropia eh com uma roupagem aí de Solidariedade mas nada mais significava do quê do que a eh tirar do Estado de novo a responsabilidade dele jogando delegando aí paraa sociedade civil a questão social né as manifestações da questão social eh o atendimento né digamos necessário aí para minimizar para eh então não era uma ótica do direito né é uma ótica da benemerência da caridade ainda né com esse viés de discussão de Voluntariado de solidariedade ela vai citar
a reforma da Previdência né colocando na Ótica da privatização ao invés da Universal ação dos direitos isso daí parecia né que ela já tava vislumbrando né era uma discussão e tudo foi concretizando né Depois várias questões aí foram foi uma Premonição digamos assim né só foi piorando né e o serviço social chamado também para para as empresas né Eh para novas mediações por quê porque se a Gente tá mudando o mercado de trabalho logo a requisição desse profissional no mercado de trabalho vai mudar então em especial nas empresas o assistente social ele era chamado para
novas mediações novos tipos de intervenções inclusive considerando a produtividade Considerando o nível né de competitividade né então só para esclarecer né Eh tudo que a a Marilda fala naquele momento né Há 25 anos atrás foi Ladeira abaixo né Se ela falava como Era importante ter uma análise de realidade ter uma compreensão da realidade entender o serviço social do ponto de vista externo né ele na na sociedade não Ele para Ele mesmo e nele mesmo eh naquele momento era importante imagina tudo isso hoje né com a a Previdência com tudo que aconteceu na da reforma né
da da Previdência com as privatizações que estão sendo colocadas aí do ela abaixo n né Eh Então olha só né só foi né Ela só foi sinalizando coisas que foram aí acontecendo E aí temos um item que que ela coloca o ensino em serviço social e a construção de um projeto profissional nas décadas de 1980 1990 então ela vai traçar aí todo um contexto né de de um momento que pro serviço social foi muito importante que ele vai combinar né no código de ética De 1993 na lei de regulamentação da profissão na última publicação né
da lei de regulamentação da profissão que é do mesmo período né e e como que veio ó como que surgiu aí essa essa proposta dessas diretrizes Gerais para o curso de serviço social pro curso de serviço social como devo dizer né nacionalmente falando não só para uma faculdade ou para outra mas que a formação do assistente social tem que se dar aí de Uma maneira eh orientada vou dizer assim né com padrões né que o ensino precisa ser garantido né padrões de ensino garantidos então Eh assim sendo tanto a formação profissional quanto o trabalho de
serviço social nos anos 1980 se solidificaram tornando possível hoje dar um salto qualitativo na análise sobre a profissão e aí ela vai também trazer empasses né como o distanciamento entre o trabalho intelectual e o exercício da prática profissional Cotidiana e a construção de estratégias técnico-operativas Então são dois impasses basicamente a a construção de estratégias técnico operativas né eh Engraçado né o o como né como fazer que eu digo eh que é uma grande questão né no serviço social muitas pessoas falam né como que constrói um relatório querem assim todo formatinho né Toda a receita eh
do método né da da metodologia aí no caso eh que é uma um impasse já desse momento Né dessas estratégias técnico operativas e eh a o distanciamento de quem tá estava produzindo intelectualmente pensando e repensando o serviço social eram pessoas que estavam distantes da prática profissional né então eram dois impasses naquele momento naquele momento que eu tô falando final eh década de 80 e década de 1980 1990 né Eh aí ela vai também problematizar que o serviço social dispõe de um caráter contraditório que não deriva dele Próprio mas do caráter mesmo das relações sociais que
presidem as a sociedade capitalista né Eh só um outro parênteses não é uma obra que cai né nesse edital mas cai em outros né o livro de planejamento social da Miriam Veras ela vai falar que o assistente social ele vive um falso dilema que seria eh estar ele tá numa polaridade né que de um lado empregador e do outro lado usuário né ou seja são duas forças Opostas e antagônicas por isso Polaridade mas que ele vive um falso dilema que seria um falso dilema Por quê O que que é o dilema uma dúvida né e
ele é falso por quê Porque a contradição ela é inerente ao serviço social Então essa não existe lado não existe dúvida né a gente se fosse ter lado né A gente tem um lado Claro que seria defesa dos direitos dos usuários né mas o serviço social ele vai eh estar eh sempre nessa contradição né porque ele vai estar sempre entre essas forças esses Interesses né porque nós vivemos numa sociedade capitalista né então pode-se concluir que articular a profissão e a realidade é um dos maiores desafios pois entende-se que o serviço social não atua apenas sobre
a realidade mas atua na realidade também deixei em destaque aí o na né Então nós não estamos pairando aí sobre a realidade nós estamos na realidade né a realidade faz parte aí eh do nosso cotidiano Aí temos aí mais um subitem né Falando a prática como trabalho e a inserção dos assistentes sociais em processos de trabalho então ela coloca dois elementos vão representar a ruptura com a concepção dos anos 1980 a questão social como uma base de fundamentação sociohistórica da profissão ou ter ou seja nós nos fundamentamos o serviço social ele se fundamenta só no
ponto de vista sociohistórico a partir da questão social né e aprender a prática profissional como trabalho apreender né Ou seja uma apreensão da prática profissional como trabalho e o exercício profissional escrito em um processo de trabalho tanto que a categoria trabalho ela vai ser amplamente discutida eh depois na na no esclarecimento né da do do nosso código de ética de 1993 na obra da Barroco por exemplo né Eh o trabalho como constitutivo né do do do do ser humano e a questão social então aparece aí reaparece né nesse pedaço como uma matéria prima do Trabalho
do assistente social ou seja o objeto de trabalho do assistente social para vocês entenderem matéria prima é uma cadeira de madeira Qual que é a matéria prima que foi usada para fazer a a cadeira a madeira Então ela é ele é constitutivo né nós trabalhamos diretamente com a questão social e por que a categoria trabalho Néa ela vai problematizar por quê né porque é uma atividade própria do ser humano e pelo trabalho né que nós temos Aí respostas prático conscientes as suas necessidades Ficou duas necessidades aí mas é suas necessidades tá digitei errado então de
novo ela vai falar né que o serviço social Embora tenha caracterização de ser uma profissão Liberal nós não temos todos os meios necessários para efetivação do nosso trabalho eh pensando né um dentista ele tem lá o consultório ele é um profissional liberal né ele tem a agenda dele de Trabalho os pacientes tem tudo aquilo que ele precisa para fazer uma obturação por exemplo eh o assistente social ele não vai ter tudo aquilo que ele precisa para efetivar o trabalho né Nós não temos numa malinha a gente abre eh política de assistência o acesso a política
de assistência o acesso à saúde o acesso à educação quem dera se fosse desse jeito né Eh nós não temos E aí vem a expressão Que também cai bastante nas provas que é justamente a relativa autonomia O que que significa essa relativa autonomia né a organização e a instituição não vai ser um condicionante eh do nosso trabalho né a gente não vai ficar lá preso né dependendo da organização dependendo da instituição que a gente tem mas vai o organizar o processo de trabalho do qual o assistente social participa Então a gente tem que ter essa
leitura de qual é a organização Qual é a Instituição que a gente trabalha para poder organizar os processos de trabalho e isso não vai poder ser a camisa de força né deixar a gente amarrado não que a gente vai ter uma capa né de super-herói né Eh dizendo não eu tenho Total autonomia mas a gente também não tá lá preso né dizer que a gente não tem autonomia nenhuma por isso que é uma relativa autonomia né né levar em consideração o processo de trabalho dependendo da organização da instituição Que você tiver atuando aí então ela
vai falar também das novas diretrizes curriculares eu também não vou entrar nesse mérito porque vai dividir os núcleos vai vincular as disciplinas aos núcleos E aí também eu acho que não é uma questão importante aí pra gente eh desmembrar aqui na aula né em termos do que pode pedir eu pelo menos nunca vi nenhuma questão relacionada diretamente aí a esse assunto né E aí tem um outro subitem falando rumos Ético-políticos do trabalho profissional né então ela vai falar ela já falou antes né que eu já falei né da necessidade do profissional se atualizar permanentemente então
ela vai reforçar a questão do profissional ser um profissional informado um profissional culto um profissional crítico e um profissional competente aí na sua atuação né E essa competência vai supor o quê uma competência que seja teórica e Fidelidade ao movimento da realidade né Uma competência técnica e ético-política que subordine o como fazer a o que fazer e este ao Dever ser sem perder de vista seu enraizamento no processo social aí a gente lembra né das das competências né que nós vamos desenvolvendo ao longo do tempo né a teórico-metodológica a ético-política a técnic né então ela
vai dizer que eh a competência técnica e ética que subordine o como fazer ao o que fazer né então a gente tem aí todo um pano de Fundo aí que essa fundamentação teórica aí naquilo que a gente faz né Eh e também com todo um direcionamento aí eh ético e político aí entramos no segundo Capítulo da primeira primeira parte que é trabalho e serviço social o redimensionamento da profissão ante as transformações societárias recentes aí ela vai fazer um item sobre trabalho e serviço social ela vai fazer uma problematizando se o trabalho é uma Categoria que
está em crise é uma pergunta né E por ela vai reforçar e retomar essa discussão do por processos de trabalho e serviço social eh então ela vai também falar né Então nesse plano de fundo o que que muda né O que muda ao nível da análise ao se transitar do foco da prática profissional para os dos processos de trabalho então a gente não não não fala mais digamos assim é uma proposta né de não usar o termo prática profissional e Sim a gente pensar numa substituição para processos de trabalho né e serviço social eh e
ela vai retomar a discussão do por processo de trabalho porque embora sejamos profissionais liberais nós somos aí um trabalhador assalariado E se a gente é um trabalhador assalariado a gente tá falando necessariamente de processos de trabalho e não prática profissional isoladamente né sendo ela sem uma leitura né mais Ampla aí ela vai também fazer um outro Item né o cenário atual e suas incidências na questão social aí ela vai fazer toda uma reflexão sobre a transição né dos do capitalismo né como é que ele foi se transformando até a a gente chegar mais próximo à
hegemonia do Capital financeiro né Inclusive a uma das obras dela depois na sequência vai ser eh eh serviço social em termos de Capital fetiche se eu não me engano esse o título né que aí ela já vai retomar Fortemente essa discussão aí do Capital financeiro que é é um são milhões de dinheiro que a gente não consegue nem imaginar né Muito menos pegar porque ele não existe né ele fica tudo só em num outro mundo né que é uma realidade paralela né depois ela vai falar do redimensionamento da profissão o mercado e as condições de
trabalho então ela vai falar vai citar inclusive uma pesquisa né que foi realizada naquele momento o Setor público ainda sendo naquele momento maior empregador né vai trazer dados sobre as ações de responsabilidade social que naquele momento tinha um vulto né tinha um destaque como eu falei para vocês da questão da da discussão do voluntariado da Solidariedade né então responsabilidade social que nada mais é do que empresas né mostrarem que eram socialmente responsáveis Mas pelo viés eh de ações sociais né Eh diferente de da discussão de hoje que a gente fala de Sustentabilidade meio ambiente né
é uma discussão diferenciada a questão do voluntariado como eu falei 2001 foi o ano internacional do voluntariado e não foi por acaso né justamente desdobramento de todo um apelo né da do governo mesmo né para que que e a sociedade civil se organizasse para responder tinham programas como voluntário amigos da escola né então que era justamente aquela aquela intenção de jogar responsabilidade que era pública Que é pública né para a sociedade civil por isso que anteriormente Ela traz aí o a discussão sobre refilantropização né da questão social e retoma aí a trajetória da desresponsabilização do
estado aí ela vai falar de novo né um outro subtítulo né Falando Em Busca da consolidação do projeto ético político do serviço social né contemporaneidade então ela vai citar eh contextualizar um pouco dos princípios fundamentais que estão presentes no nosso código de ética Eh vai falar que nós precisamos ser um profissional propositivo né comprometido com sua atualização permanente que eu coloquei de destaque porque isso também tá no nosso código de ética né E que nós eh possamos desenvolver uma competência profissional que seja crítica né crítica A quê crítica a realidade crítica a a toda essa
condição essa conjuntura né Há uma grande diferença entre ser crítico e critiqueiro né a perspectiva crítica aqui é quando a gente fala da teoria Social crítica né que é a teoria eh o basamento aí da teoria marxista E aí no capítulo três da parte um a né Eh demandas e respostas da categoria profissional aos projetos societários eh é um texto que ela falou né numa conferência de um cbas de um Congresso Brasileiro né dosos assistentes sociais então ela vai retomar eh reflexões sobre a formação profissional vai falar sobre a necessidade de construir uma proposta de
Formação consolidada com os novos tempos vai falar da da trajetória né do desafio de de elaboração de uma nova proposta de currículo que é o contexto base do livro né gente né ele vai falar justamente dessa Nova Condição aí pra formação dos assistentes sociais que vai implicar necessariamente a revisão crítica da trajetória do debate acumulado nos anos 1980 do que Carvalho Carvalho escreveu também com ela né qualificou de Experiência Brasileira de redefinição de formação profissional eu acho né que é o carvalho mas não tenho experiência Brasileira de redefinição da formação profissional então é claro gente
se a gente pegar o currículo que eu me formei é totalmente diferente do que o currículo de hoje totalmente diferente né que são os resultados aí de toda essa análise transformação aí da própria sociedade finalmente entramos na segunda Parte do livro né que vai falar da formação profissional na contemporaneidade no primeiro item que é formação profissional na contemporaneidade ela vai problematizar o tema ela vai historicizar o debate vai retomar né na Perspectiva histórica esse debate vai falar da necessidade de alargar os horizontes e de arular a formação profissional com o mercado de trabalho né então
ela coloca articulação proposta passa por outras considerações A exigência de uma formação profissional sintonizada com o mercado de trabalho e ao mesmo tempo dotada de um distanciamento crítico do mesmo Ou seja a gente tem que pensar na formação profissional que que responda à necessidade do mercado no sentido não de responder aos interesses do Capital n os interesses da população né mas que tenha esse distanciamento crítico aí da para entender a realidade né explicar a realidade e fazer aí a a Intervenção Então ela fala da necessidade de se garantir um salto de qualidade na formação o
debate presente implica necessariamente a ultrapassagem daquele projeto em relação a idade e ruptura aí vamos pensar vamos lembrar aí basicamente da linha do tempo né década de 1980 né que já vai est fortemente aí a influência marxista na nossa profissão Mas retrocedendo um pouquinho eh quando eh lembramos lá que a gente tem a crítica né do Zé Paulo né ao próprio Processo vivido pelo serviço social que aí ele vai dividir né os seminários Vamos pensar no movimento de reconceituação né que faz parte parte do processo de renovação do serviço social Então vamos pensar lá aracha
e Teresópolis ainda numa perspectiva positivista né que ele fala eh de uma modernização conservadora né ou seja dá uma uma modernizada mas continua com a base conservadora né vai falar de Sumaré e Alto da Boa Vista como uma Reatualização do conservadorismo né porque é como se Sumaré e Alto da Boa Vista na perspectiva fenomenológica tivesse dado uma retrocedido né porque se ele fala reatualização do conservadorismo é como se estivesse voltando a ser conservador né para depois na experiência do método BH que traz a perspectiva marxista pro serviço social ele vai colocar como uma intenção de
ruptura então ela vai retomar essa ideia dessa ruptura que é necessária Para atualização né da formação profissional né então que teríamos que preservar os avanços que foram conquistados mas identificando os impasses e as defasagens para que isso pudesse ser eh minimizado né corrigido Então volta ela volta a falar do salto para fora dos limites profissionais e de novo né da recolação aí da formação profissional com o mercado de Trabalho aí tem um subitem falando dos Desafios na reconstrução do projeto de formação profissional Então ela problematiza né que Panorama vem alterando o mercado profissional de trabalho
que é de novo Eh que é apresentado nos anos 1990 que forjam um patamar distinto para o repensar do currículo ou seja pensando né No que que tava acontecendo né na década de 1990 que traz essa exigência essa necessidade de repensar o currículo profissional Né aí no item seguinte ela vai falar conquistas e de dilemas do projeto profissional doss anos 1980 né ela vai trazer aí o debate sobre os fundamentos do processo formativo vai reforçar a necessidade da teoria social crítica né dessa perspectiva marxista para desvendar desvelar os fundamentos da produção da questão social eh
e traz justamente o dilema metodológico nela trazendo essa perspectiva marxista aí da questão da Universalidade da particularidade e da singularidade então toda a questão que tiver falando totalidade universalidade particularidade singularidade vai falar de uma perspectiva marxista né de análise da realidade aí ela vai falar o projeto de formação profissional exigências e perspectivas né as considerações anteriores apontam para a necessidade de Reconstruir o projeto de formação profissional do assistente social Demarcado transversalmente pelos dilemas da contemporaneidade da sociedade brasileira nos anos 1990 nos quadros de uma ordem uma nova ordem mundial neste Fim de Século então a
exigência desse novo projeto de formação profissional justamente perpassa né transversalmente né Eh pelos dilemas da contemporaneidade da sociedade então o serviço social ele como ela já falou né ele atua na realidade não sobre a realidade tão logo ele vai sofrer as consequências de todos Esses dilemas aí que estão postos na sociedade brasileira e o item o Capítulo dois né o item dois da segunda parte vai falar o debate contemporâneo da reconceituação do serviço social ampliação e aprofundamento do Marxismo então ela vai eh contar né um pouco né vai vai problematizar a questão do movimento de
reconceituação o a influência marxista né O Legado marxista que se se coloca né na profissão a partir Eh vai num crescente né a partir da década de 1980 Então ela coloca reafirma-se portanto a premissa de que a história é a fonte de nossos problemas e a chave de suas soluções dessa forma a ruptura com profissionalismo Estreito é que torna possível iluminar as próprias particularidades do serviço social Então o que seria né esse profissionalismo Estreito né aquela visão né Eh limitante né aquela visão endógena né então só a Partir dessa leitura histórica né é que a
gente vai conseguir eh entender né que seria eh entender a história entender os problemas e também propor as soluções aí e no legado da reconceituação ela vai retomar né que a reconceituação é um processo tipicamente latino-americano que ela vai emergir a partir de 1960 lembrando aí da da nossa eh linha do tempo né de fund né em especial 1965 né a partir de 1965 no Brasil né Eh mas que novamente é um processo de renovação né então não não teve né movimento nenuma Avenida grande né da cidade para falar queremos movimento de reconcentração né é
um processo gente né que vai emergindo aí da própria necessidade do próprio questionamento né da da profissão então ficou né num questionamento Global da profissão Então esse perfilou se desde o seu nascedouro como movimento de denúncia de autocrítica e de Questionamentos societários que tinha como contraface um processo seletivo de busca da construção de um novo serviço social latino-americano saturado de historicidade que apontasse Aliás apostasse na criação de novas formas de sociabilidade a partir do próprio antagonismo dos sujeitos coletivos Então olha que interessante né a o destaque aí dos sujeitos coletivos né dos movimentos né pensando
no próprio período né que a gente estava vivendo pensa gente olha só Que coisa né pensar numa reconceituação da profissão num momento que era um regime militar né uma ditadura militar óbvio né que vai ter que emergir a questão do protagonismo dos sujeitos eh a questão da Democracia mais para frente né Eh como um uma luta pela democracia né então é meio que é um processo né gente não tem não é do nada né que as coisas vão acontecendo Então o debate brasileiro contemporâneo seria então ao colocar-se como objeto de sua Própria pesquisa o serviço
social voltou-se sobre si mesmo e descortinou ângulos inusitados para o desdobramento dos estudos urge agora que o serviço social se alimente da história da sociedade brasileira presente como condição de renovar e continuar assegurando a sua conciliação com a realidade social condição para decifrar e recriar sua prática profissional dando transparência aos elos que as articulam né Eu gostei dessa frase né porque o Serviço social ele passou a produzir conhecimento né Eh ser o objeto né de pesquisa de produção de conhecimento com a inserção depois da década de 1980 nos programas de pós-graduação né então então a
história né ela foi eh contada ou recontada né num viés aí eh numa perspectiva né marxista e que eh hoje né Nós estudando com essas obras nos faz até o até hoje né recriar deci frar entender a realidade né e eh propor essas articulações todas né Pensando aí no serviço social contemporâneo por isso que eu terminei aí a parte do livro com e essa frase aí que eu gostei bastante então agora como sempre fazemos né Vamos exercitar aí eh todo esse conteúdo é uma obra extremamente importante como eu falei no começo eh a ideia não
é obviamente esgotar todo o conteúdo todo o conteúdo porque ele é muito rico né então é um livro que vale a pena vocês deixarem aí eh ao acesso né de vocês fora né de uma Época de estudar para um concurso para ter uma leitura mais atenta né que a gente aprende muito né lendo e relendo né esse livro Como eu fiz agora né recentemente para atualizar esse material para vocês então vamos começar aí com algumas questões todas elas da vesp os fundamentos históricos ó de 2022 teóricos e lógic são as bases para a apreensão do
trabalho profissional e a dimensão Teórico-metodológica ampara As definições técnic Operativa e ético-política tomadas pela categoria profissional os fundamentos ético-políticos são definidos a partir do projeto profissional delineado dentro da categoria girando em torno das relações entre sujeito e sociedade a dimensão ética é pautada por concepções de homem e de mundo já a dimensão política está implicada em lutas hegemônicas calcadas em uma concepção Burguesa e em forças da contrahegemonia da ordem capitalista vinculadas a projetos voltados à sua então aí a gente tá falando eh logo no começo né cara Vunesp né um enunciado longo com uma palavrinha
aí para você acertar o pensamento na alternativa né então é uma pergunta que ela vai falar do S todos né das das três dimensões né a ético política a teórico metodológica técnica Operativa mas ela vai focar mais na ético política né da do meio pro fim Aí da questão então quando ela fala da dimensão ética que vai ser pautada no nosso projeto ético-político né Vamos pensar que é a toda a concepção ética ela vai né Eh ser pautada nas concepções de homem e de mundo eh e na admissão política vai implicar as lutas hegemônicas e
calcadas numa concepção burguesa e em forças da contrahegemonia eh da ordem capitalista ou seja um movimento né contrário a quando fala contra hegemonia né um Movimento contrário a ordem capitalista vinculadas a projetos voltados à sua à sua a sua a sua superação superação do quê né dessa ordem capitalista Então esse movimento eh de contra-hegemonia é justamente para eh termos uma alternativa Essa ordem capitalista né então A ideia é vincular a projetos paraa superação dessa ordem né Eh capitalista então a palavra eh superação aí está no nosso gabarito as outras acabam ninguém quer aceitar né ó
A chave dessa resposta tá na contra-hegemonia aqui se tá falando de contra-hegemonia já tá falando para superar aí Essa ordem né então movimento de resistência Então se tivesse a palavra resistência aí também estaria ali né Eh que você vai resistir se você tá no movimento contra-hegemônico é um movimento de resistência Tá então não poderia ser fragmentação não poderia ser aceitação muito menos consolidação e nem compensação o serviço social como Profissão desde seu início nos anos 1930 tem sua história marcada pelo movimento das forças sociais presentes na sociedade brasileira foi na década de 1970 que o
serviço social rompeu com seu modelo tradicional de origem assistencialista inspirado na tradição marxista constitutiva do atual projeto ético-político profissional o significado da profissão é abordado no contexto do processo de produção das relações sociais Eh Tá bem na frase aí do que a a Marilda fala no livro né nessa perspectiva o serviço social só pode ser entendido no interior da sociedade capitalista essa abordagem pressupõe como elemento fundante e da Constituição do ser social da sociabilidade humana olha essa daí a gente é uma questãozinha bem básica do livro que a gente trabalhou agora né nós falamos do
Porquê a categoria trabalho né justamente porque faz parte aí da categoria fundante do ser social e da Sociabilidade humana inclusive naquele momento da aula eu até falei da obra da Barroco né que vai discutir isso o trabalho do asitente Social enquanto praxe social efetua-se por meio de duas categorias indissociáveis teleologia e causalidade a ação a ação do profissional requer a leitura da realidade de forma concreta e rica de determinações acerca da situação em Pauta após a definição de um objetivo e as formas de materializá-lo segue-se a Intervenção na realidade por meio de orientações sociais planejamentos
relatórios encaminhamentos reuniões etc diante da complexidade do exercício profissional do assistente social o dever ser do seu trabalho não se desenvolve sem recorrência a fundamentos teórico-metodológicos a subjetividade do profissional precisa estar apta a ler a realidade em sua concretude e a estabelecer estratégi de intervenção a partir das Possibilidades diversas viáveis históricas genéricas ou substantivas né a partir das possibilidades históricas a frase toda né tá trazendo uma perspectiva marxista de leitura da realidade logo do trabalho do assistente social então nós temos condicionantes históricos né estão colocados aí que T que ser analisados como eh possibilidades históricas
é só a gente olhar a última frase que eu li para vocês que vai justamente remeter ao Conteúdo aí dessa questão aí a pessoa fica desesperada porque ela começa ler e fala meu deus o que que é teleologia o que que é causalidade né isso daí a gente não vai entrar tem explicação lá na Justamente na obra da Barroco certo aqui a gente tá respondendo com base na obra da Yamamoto na atualidade o serviço social apresenta respostas profissionais a partir de diferentes perspectivas teórico-metodológicas ideológicas Ético-políticas e teórico técnico-operativas caracterizam o exercício profissional as distintas concepções
Acerca das possibilidades de intervenção Face análise dos conflitos das tensões e contradições que compõem os cenários da da sociedade brasileira no entanto é hegemônico no serviço social os referenciais para sua intervenção construídos ao longo das últimas décadas entre os quais destacam-se o código de ética as Diretrizes curriculares e a lei de regulamentação da profissão né então inclusive teve um dos slides que eu coloquei né lá que Justamente a a a regulamentação o código de ética e as diretrizes curriculares que a a Marilda ela problematizou eh na obra praticamente toda né justamente são os referenciais aí
eh paraa intervenção que foram construídos e legitimados aí nas últimas décadas né então percebam Eh eu falo isso nas lives falo isso nas aulas Como que ler questões também a gente aprende né Porque tem toda uma síntese do conteúdo aí no próprio enunciado eh TJ 2012 desvendar prática profissional cotidiana supõe inseri-la no quadro das relações sociais fundamentais da sociedade ou seja entendê-la no jogo tenso das relações entre as classes sociais suas trações e das relações destas com o estado brasileiro como destaque a mamoto o serviço social tem olhado menos pra Sociedade e mais pro estado
as reflexões produzidas sobre o fazer profissional t priorizado a análise da intervenção do estado via políticas sociais públicas e daí extraídos os efeit seus efeitos na sociedade né A primeira né não poderia a partir da composição de forças com a iniciativa privada gente tá falando de estado né não vai ter a questão da eh iniciativa privada na lógica da prestação continuada dos serviços Setorizados à população também não é uma resposta muito mais detalhada do que a primeira né Aí eu volto a explicar como a gente fica confuso né É sempre entre duas alternativas só que
uma vai ser sempre mais completa e vai responder melhor ao que tá sendo perguntado né Eh de acordo com o conjunto de medidas burocráticas suficientes medidas burocráticas não vão responder né gente considerando os processos de trabalho e O mercado concreto para a categoria profissional Olha só né aqui poderia dar confusão porque ela fala muito de processo de trabalho né mas não tá perguntando disso tá falando da questão da análise da intervenção do estado né então o foco aqui é o estado não é a relação aí da formação profissional e da prática profissional né que ela
vai falar os processos de trabalho né então tomem cuidado aí para assinalar não assinalar errado Eh a Vunesp gostava muito dessas questões de de complete né então conforme destaca a a mamoto se a reconceituação viabilizou a primeira a primeira aproximação do serviço social com Marxismo por rotas tortuosas o primeiro encontro do serviço social com a obra marxiana dela decorrendo explícitas derivações para análise do serviço social deu-se no Brasil na década de nã olha só hein segura Segura temos aí 70 40 80 60 né a gente vem falando que é de 1970 para cá mas vamos
ver aí que teve um ápice né então vamos tentar terminar a frase para poder ver 50 não vai ser 40 também não vai ser né a vertente marxista no serviço social teve seu espaço de n ampliado e sua legitimidade reforçada à medida que no seu processo de maturação intelectual foi se munindo teórica e nã de elementos analíticos que lhe permitam um diálogo íntimo com as Fontes inspiradoras do conhecimento Então já tá falando de um período aí de maturação intelectual Então como nós estamos falando de uma maturação intelectual obviamente a gente tá falando de 1980 para
cá que tem relação aí com a produção do conhecimento inclusive na nossa profissão né e eu falei ainda há pouco né de recontar aí a história eh nesse viés né num aprofundamento então Eh vamos ler a sentença toda né conforme destaque a Mamoto se a reconceituação viabilizou a primeira aproximação do serviço social com Marxismo por rotas tortuosas o primeiro encontro do serviço social com a obra marxiana dela decorrendo explícitas derivações para análise do serviço social deu-se no Brasil na década de 1980 a vertente marxista no serviço social teve seu espaço de difusão ampliado e sua
legitimidade reforçada à medida que no seu processo de maturação intelectual foi se munindo Teórica e metodologicamente de elementos analíticos que lhe permitam um diálogo íntimo com as fontes inspiradoras do conhecimento se de repente vocês ficasse muito na dúvida entre a frase do meio a palavra do meio e a primeira e o ano metodologicamente é o que mais eh complementaria aqui porque a gente fala das referências teórico-metodológicas né então a gente acertaria aí indo até do fim pro começo Da frase né historicamente pode se identificar no serviço social uma permanente relação no âmbito da com das
Comunidades expressa nas várias metamorfoses da metodologia denominada desenvolvimento de comunidade de modo geral nessa perspectiva parece ser constante uma concepção de comunidade na Qual a área geográfica enquanto área comum de Convivência de pessoas e grupos é Realçada e considerada n pode-se ainda pensar que em desenvolvimento de comunidade esta é compreendida como o cotidiano dos indivíduos e grupos que partilham as condições sociais n e Face a elas organizam o seu ambiente de relações dentro de uma própria eh desenvolvimento de comunidade não foi um conteúdo que eu dest não é né na verdade um conteúdo Que eu
destaco muito né porque a gente vai falar de desenvolvimento de comunidade a gente vai falar da década de 1950 para cá mas o antigo desenvolvimento de comunidade é a nossa discussão atual de território né Vamos pensar em território eh e Como diia dizia né disse coga o território é o chão das políticas públicas né e ele é feito nas relações ele não existe de maneira isolada né então a resposta que nós temos aí Eh de modo geral nessa perspectiva parece ser constante uma concepção de comunidade na qual área geográfica enquanto área comum de vivência de
pessoas e grupos é realçada e consider operacionalmente então Eh para fingir operacionalização é o recorte né geográfico mas a gente tem que levar em consideração a vivência de pessoas e de grupos né pensando na na concepção de território hoje pode ser ainda pensar que em desenvolvimento de comunidade Esta é compreendida como cotidiano dos indivíduos e grupos que partilham as condições sociais comuns E Face a elas organizam o seu ambiente de relações dentro de uma dinâmica própria né achei melhor colocar essa Só Para retomar um assunto aí que hoje a gente eh continua abordando mas com
outra terminologia né a formação profissional em serviço social no Brasil foi orientada em seu percurso sociohistórico por distintos projetos que respondiam às Exigências políticas e econômicas existentes esses processos também foram constituídos por questionamentos da própria profissão que incansavelmente se coloca em um movimento de questionamentos e revisões sobre a própria prática sobre o trabalho profissional as diretrizes curriculares de 1996 expressam um processo eh formativo que foi desenhado e sustentado num contexto de crítica à profissão ao se Colocar em questionamento componentes que orientavam a formação e o exercício profissionais pode se afirmar que compõe essas diretrizes quais
diretrizes né diretrizes atuais né que partem de 1996 eh um adensamento teórico analítico que é a base aí da obra da Marilda né que é de 1998 ela vai argumentar Justamente a partir das diretrizes curriculares de 1996 Tá poderia dar dúvida essa poderia né Eh porque poderíamos facilmente errar colocando proposta de ruptura porque a gente ela falou várias vezes né Eh de uma proposta de de de ruptura aí mas a proposta de ruptura que ela vai trazendo é até do conservadorismo né então se você olha direitinho a frase aí a gente acaba eh indo para
pra dimensão aí do desse adensamento teórico-analítico aí para pensar as diretrizes curriculares tá bom pessoal eh terminamos aí a obra Da mamoto né Eh uma obra que com certeza vocês eh precisam eh aprofundar porque não só nessa prova pode cair tem caído já há muitos muitos concursos né do TJ mas ela ela ela é base né paraa compreensão do serviço social na contemporaneidade e pensar uma forma de visão né Eh da profissão do nosso projeto ético-político eh de qual o fundamento teórico metodológico que a gente tá usando né para embasar inclusive nossos Eh referenciais né
Eh técnico operativos então a gente tem que entender aí a nossa linha do tempo né e eh compreender a importância obra que vai discutir as diretrizes curriculares de 1996 mas justamente o que que traz né categoria trabalho traz o assistente social como um trabalhador assalariado e todos os impactos aí que nós temos em decorrência disso na atuação profissional né então muito obrigada e até a próxima e bons estudos