[Música] Olá pessoal sejam muito bem-vindos ao nosso curso de compulsões modernas tópico dependência tecnológica na nossa primeira aula a gente fez assim um Panorama histórico passemos um pouquinho sobre a história contextualizando o surgimento populações o tipo de uso era trabalho se era no entretenimento e hoje a gente vai caminhar já o quê mas específico dentro do nosso curso a gente já começa já traçar o que uma linha de compreensão e entendimento não é nos situamos no mundo né entendendo o que a internet como surgiu e hoje a gente vem o que que é dependência tecnológica
que que é isso é de passar no cabelo É de comer é virtual não é você deve tá se perguntando aí o que que é e existe professora dependência tecnológica para mim usava internet para tudo tranquilo mexendo no meu computadorzinho no meu tablet né no meu celular e tá tudo de boa Independência para mim quando você fala Independência Professor eu penso em droga existe as dependências químicas e existe as dependências que não são químicas tá a dependência tecnológica é uma demência não química tá os jogos patológicos é uma dependência não química né que tá muito
ligada e a questão das convulsões não é então existe a dependência também relacionada a compras é químico não a pessoa não tá fazendo uso de uma substância química que vai fazer uma alteração nos seus processos de sinapses mas existe uma alteração sináptica no uso excessivo da tecnologia entendeu E a gente vai entendendo isso ao longo do nosso curso vai ter módulo específico para isso mas hoje a minha proposta Inicial é entender o que definição de dependência tecnológica segundo ponto diversidade nos conceitos claro né pessoal tema novo coisa nova primeiros estudos em 1996 a gente tem
pouco tempo de estudo pensando né na complexidade desse fenômeno Então vou insistir vários teóricos aí que vão ter um olhar específico para esse fenômeno e cada um vai trazer para si aí né uma definição própria daquilo qual eles pesquisaram Tá certo tá errado não são adversidades de olhares tá bom definição de jogos eletrônicos que é um ponto muito importante tá bom é uma coisa que a gente tem visto muito principalmente para quem atende Criança e Adolescente tá bom dentro dessa população a gente vê uma alta incidência adolescentes fazendo uso abusivo da tecnologia né você vai
conversar com a criança às vezes um adolescente tá porque só mexendo no celular ou tá jogando ou tá vendo YouTube tá mexendo no Instagram não é então existe os excessivo e precocidade Olha só escute isso que eu vou falar para vocês a precocidade do acesso à tecnologia com as crianças cada vez mais as crianças estão tendo acesso a esse recurso muito precoce crianças de um ano mexendo em celular mas mexe mexe o pai bota lá no YouTube a menina cala a boca toma pega é bota lá na Galinha Pintadinha né ou bota lá sei lá
numa num canal próprio para bebê fica aí esse estimulação é positiva essa precocidade do acesso a esse recurso vai produzir benefício ao longo do desenvolvimento cognitivo efetivo dessa criança é uma coisa que a gente também vai estudar aqui no nosso curso tá bom prevalência estimativa e aquela breve revisão que a gente faz gritar no programa geral para entender né e fixar um pouco das informações aí que a gente vem trabalhando e discutindo aí na nossa aula tá bom é novo nossa temática né pensando aí em definição a gente tem uma definição de anos tá mais
ou menos aí nos últimos 20 anos vencido feito em uma construção dentro da teoria dos estudiosos a respeito da dependência tecnológica mas pasmes né existe muita discussão muita fala porém existe uma produção literária reduzida existe artigo científicos existe em grande escala não mas existe tá bom se vocês forem na nas plataformas aí científicas na obmed que vocês vão ver que existe uma produção significativa mas não tanto quanto a produção que há Independência química literária livros poucos tá bom sim eu digo pessoal livros científicos então colocando literatura afim mas livros científicos com embasamento com estudo com
pesquisa a gente tem o que uma baixa produção e publicação nesse sentido tá vamos pensar porque o tema de novo talvez mas existe uma necessidade do contexto científico já está pesquisando isso desde 96 então assim existe uma produção uma pesquisa mas ainda não chegou naquela produção né é de expressão de artigo científicos necessários para o que a gente vive hoje eu acredito que daqui para os anos atuais a gente vai ter muito mais produção até mesmo porque a gente está começando R evidenciar né os prejuízos e os danos que estão sendo causados na população mundial
não é só brasileira tá bom aqui no slide eu trouxe para vocês uma definição bem bacana tá a definição de dependência de internet tem sido amplamente debatida e desenvolvida principalmente pessoal nos últimos 20 anos seja como for a maioria dos usuários se tornará dependente de internet olha só que interessante a maioria dos usuários poderá se tornar um dependente aí você pensa meu Deus eu serei independente aí já pensa nem toda a construção de estigma toda a construção social da dependência aí você pensa Independência química não é Meu Deus será que vai ficar bom dependente químico
daquele jeito naquele estereótipo quem vem toda estereotipia construída socialmente da dependência química né mas segundo os estudos é a grande parte dos usuários que tem hoje em excesso da tecnologia eles podem sim pessoal se tornar futuramente independente da tecnologia e ela é considerada o que uma questão comportamental não é então você vai perceber os indícios da dependência a partir do que do comportamento do sujeito assim como a gente percebe também fazendo uma né um paralelo aí de comparação com a dependência química né Ela é por muitos autores conceituada dependência química como uma doença comportamental e
a dependência tecnológica é considerada também um problema comportamental tá que tem o que uma associação muito pontual é a prejuízos na saúde desse sujeito aí quando a gente pensa em saúde a gente tem que amplificar o nosso conceito a saúde física desse sujeito ela fala assim não eu mexo no computador não tem problema de saúde Ah tá grande parte do adolescentes que fazem né o uso de jogos eletrônicos dependem de jogo eletrônicos eles ficam sentado horas e horas e horas e horas jogando não vão ao banheiro não tomam água e isso não gera prejuízo físico
pessoal você acha que os rins não dá conta de ficar horas e horas se a pessoa beber água você acha que isso não vai ter um efeito de insuficiência renal lá no futuro as articulações circulação então assim existe o dano físico além do que desse dano físico né que vai afetar a saúde do sujeito vai afetar o que a saúde o quê psíquica nesse excesso de tecnologia o sujeito não tem o que não se abre para o que para as interações e os relacionamentos interpessoais é ele no mundo dele tecnológico as relações estabelecidas são relações
virtuais mas ser humano ele foi desenvolvido para se relacionar a gente se desenvolve a partir da experiência que a gente tem com outro né então esse excesso da tecnologia tira um pouco né ou tira bastante desse sujeito essa possibilidade dele o que Dele vivenciar e experienciar as relações e as vivências típicas da fase do desenvolvimento desse sujeito Então existe o que o prejuízo também na parte emocional que fica desse sujeito além pessoal também que porque um prejuízo funcional Gente isso pode afetar a qualidade de trabalho a qualidade acadêmica desse sujeito aí você não mas eu
uso a minha internet eu uso a minha Tecnologia meu computadorzinho para fazer os trabalhos da faculdade não eu uso meu computador para fazer o trabalho da escola Será que essa desculpa esse excesso não tá mascarando realmente no problemático que já existe então o fato é o seguinte né é a dependência ela é Ela existe é uma situação extremamente moderna os efeitos são visíveis e a gente consegue perceber toda essa esses sinais né Essa composição de sintomas a partir do que do padrão comportamental do sujeito Tá bom então o efeito ele tem negativo tem né áreas
físicas área social e área emocional vou fazer aqui né um paralelo a dependência tecnológica ela é biológica porque vai alterar né Toda a questão né do movimento aí da questão do centro de recompensa acaba sendo esse viés biológico nesse sentido tá bom ela é psicológica porque afeta a questão psicológica é comportamental também biopsicossocial e é uma construção social que a gente tem aí nos últimos anos aí que a gente tem vivenciado já com a né com essa instauração da tecnologia dentro das relações humanas em termos Gerais a dependência de internet pode ser definida como um
padrão de comportamento de uso internet que envolve o desejo craven que que é o craven né é um desejo é como se fosse a fissura que a gente tem por alguma coisa aí você fala assim fissura professora eu não uso droga não tem essas coisas não você tem que ser vai me dizer um dia na sua TPM mulheres na sua TPM você tá lá aí vem aquele desejo e controlar de comer chocolate seja nunca dizer para mim que você nunca teve isso isso é o craven que é a fissura é um desejo Irresistível de fazer
o uso ou seja de uma substância química tá chocolate Vamos colocar ele amenizar o café é bem como o uso da internet você tá lá na sala de aula aí você fica né ou numa reunião de trabalho Vamos pensar assim mais madurinhas né meu Deus do céu eu preciso ver aquela mensagem meu Deus eu preciso mexer no celular não dou conta meu deus aquela resposta né tá lá com seu Crush esperando a resposta você fica naquela fissura naquele desejo incontrolável de fazer o uso ter o acesso né a tecnologia então Exige uma alteração fisiológica biológica
é uma alteração psicológica do sujeito relacionada que é muito similar muito parecido é o uso de substância pessoal só que que acontece nós vivemos viemos de uma cultura muito arraigada em estereótipos então todas as palavras que a gente vai estar relacionando a questão do uso da substância química as pessoas vão fazer um conceito muito negativo ai é coisa de drogado eu não tenho essas coisas não tem sim gente quem não tem o a fissura a fissura por um café às vezes passa horas sem tomar o café para quem gosta muito de café você vai ficar
naquela falta naquele desejo fumantes quando tentam parar de fumar vem todo sintoma aquele desejo de fazer né o uso da nicotina isso está relacionado ao que ao próprio fisiológico do sujeito pela ausência e a privação daquela situação que promovia prazer para aquele sujeito seja a droga uma questão química ou seja uma questão que não seja química Vocês conseguem entender então o primeiro ponto aqui no nosso curso é a gente desmistificar esses conceitos que a gente traz aí a culturalmente é arraigados dentro da gente mesmo tá bom outro ponto então é entendemos essa questão do da
fissura e do craven né que é a mesma coisa segundo ponto pessoal o uso vai promover o malefício vai vai promover a fissura vai por períodos de tempo determinados pode ser por longos períodos pode pode ser por curso períodos pode vai depender muito desenvolvimento da pessoa em relação ao uso que ele tem da tecnologia tá olha só em termos Gerais Independência ela pode ser definida como um padrão de comportamento do uso internet que envolve o craven Né que é fissura pelos disfuncional da internet por períodos de tempo não regulados acessíveis então é transitório passageiro quando
você fica com o seu desejo de fazer é comer o chocolate no processo de tempo que é bem fisiológico quando você come chocolate que acontece né aumenta e a dopamina e você fazer fica mais tranquilo não é então é transitório você não vai ficar com a fissura com crave por um período de tempo assim é com a questão da internet você não vai ficar fissurado por longos períodos ficou fissurado teve o uso né da tecnologia regularizou ouve né obtenção de prazer o métodopamina você ficou tranquilo que pode vir acompanhado com vários prejuízos né E nesse
processo de fissura a gente tem aí também uma construção de comportamento muito interessante que eu aumento que dá irritabilidade da intolerância da agressividade Então nesse sintoma de fissura ele vem acompanhado aí com alguns sintomas muito parecidos com abstinência né que a ansiedade quem quer tudo de quem está habilidade que pode promover nesse sujeito o quê prejuízos psicos sociais né emocionais e pode afetar a condição dele no ambiente a qual dizendo E esses prejuízos podem ser muito mas muito significativos tá bom que pode ter associações né como eu coloquei aqui no slide para vocês a um
transtorno ou não pasmem mas o dependência tecnológica normalmente Pode vir abraçada com outros tipos de transtorno mas tipo assim ah não professora comorbidade de novo é gente no momento os transtornos psiquiátricos eles não caminham sozinhos né eles gostam sempre de ter um parceiro nessa caminhada né normalmente parceiro da Independência tecnológica você vai ver o que é ansiedade normalmente você também pode ver dentro né do parceiro aí dessa caminhada a depressão né pode vir o jogo patológico E aí a gente pode vir com outros tipos de transtornos fazendo aí todas né Essa comorbidade aí de patologias
que esse sujeito pode desenvolver ao longo né da sua vida tá pensando que é um problema é considerado clínico e ele não vai vir sozinho vai vir abraçadinho com amiguinho dele ele não é egoísta ele gosta de compartilhar os sintomas com outros tá bom autores né eu coloquei dois conceitos interessantes porque como eu coloquei no começo da aula para vocês é essas terminologia a terminologia dependência tecnológica ela vem sendo discutida por vários autores Então existe vários enfoques vários olhares para o mesmo fenômeno Então é bom a gente entender os infocos para a gente compra isso
é construir aí um pensamento realmente então é a dependência caminha para o que tá Dá uma definiu o seguinte que a dependência tecnológica da internet ela tem viver muito o quê com as preocupações com os impulsos Olha só pessoal comportamento excessivo pouco controlada relacionado ao uso da internet que levam os prejuízos e muitos domínios da vida não tem a ver com que a gente acabou de falar agora com outro conceito que tem muito a ver né só que aqui o enfoque é o que é o excesso e a perda do controle Isso é o que
pessoal tá ligado ao que ao processo de dependência quando a gente faz a análise de uma construção de uma dependência seja qual a faceta que ela esteja envolvida a gente sempre pensa no que o excesso e o excesso leva o que a perda de controle e a perda de controle leva o que ao que a prejuízos sociais Desses psicossociais desse sujeito a qual aconteça ele está inserido tá então esse autor ele traz esse enfoque que quando eu leio quando eu li eu falei assim gente bem parecido que um que o Ronaldo Laranjeiras lá naquele livro
dele de independência química falando sobre Independência química muito parecido tá os esforços teóricos iniciais para definir a dependência de internet consideram similar ao jogo patológico definindo ainda como um transtorno de controle dos impulsos sem envolvimento da gestão de substâncias sim tá então o que que acontece aqui como eu coloquei para vocês no início existe aí uma construção né do jogo patológico com é a similaridade de alguns pontos com a dependência tecnológica tá pensando que a o jogo patológico ele tem no nosso dsm5 e ele está no nossos dez Ok então existe toda uma categoria de
critério diagnósticos para esse transtorno porém a dependência de internet vem tendo aí o que uma similaridade no quesito de controle de quê de impulso mas tem a ver com ingesta de algumas substância Claro que não você não vai comer o computador literalmente né ninguém come né Você come é você você se alimenta das informações que são fornecidas no nível simbólico mas ninguém vai ingerir né então dentro disso é o envolvimento ele tá muito mais relacionado ao que a essa compulsão a esse excesso que também tem aí essas dificuldades de controle de impulso que são transtornos
que estão muito ligados ao controle dos impulsos se a gente pensa na dependência tecnológica é um problema de controle de imposto quando a gente pensa no jogo patológico é um problema de controle de impulso se a gente vai numa análise muito profunda da dependência química a gente também tem aí um viés o que da falta da dificuldade da pessoa em controlar os seus discurso em relação a substância com ela tá ingerido porque professora acontece isso porque que a dependência de tecnologia dependência de internet ela tem esse viés da dificuldade controle de imposto a gente vai
estudar isso existe uma explicação química para essa situação tá quando a gente pensa é em transtorno quando a gente pensa em ser humano a gente tem que ter um olhar muito cuidadoso a gente não pode só pensar determinadas aspectos na compreensão desse sujeito a gente tem que ter um olhar o quê Total um olhar macro para situações estão envolvendo esse sujeito Então dentro desse contexto a gente tem que entender controle de imposto também tá ligado muito a questão que neurobiológica desse sujeito que também tá ligado as condições familiares a qual ele vive que também tá
ligada as condições de estruturação é psíquica desse sujeito não é então não dá para dizer para você assim o problema é lá no cérebros Apenas não né Muito fácil ele é muito bom né ah não problema tá no externo O problema foi invenção na internet para que que foram inventar a internet Será que o problema tá aí Deus do conto da construção da sociedade é pessoal a compulsão o excesso faz parte o ser humano sempre está buscando serviços de buscar prazer de lidar com as próprias demandas internas que são doídas para ele então ele vai
utilizar recursos daquele momento então o problema tá na internet tá uma tecnologia é uma coisa que a gente está pensando em construir ao longo do curso tá bom outros teóricos definiu a independência na internet como uma síndrome aditiva tá referindo são conjuntos sintomas e expressões clínicas relacionadas a uma condição é subjacente anormal nesses casos nem todos os sintomas os sinais estão presentes em todas as expressões da síndrome e algumas manifestações podem ter sinais e sintomas específicos Nesse contexto a dependência da internet pode ser uma expressão distinta da mesma síndrome que se reflete múltipla expressões oportunistas
ou seja né que que ele quer dizer que esses sinais que podem aparecer durante o curso da doença né não posso dizer doença mas durante o curso do próprio excesso da tecnologia ela pode estar diferente ali pode ser um sintoma que tá aparecendo mas no que não vai configurar de fato se a questão da patologia patologização entendeu pensando que esse fenômeno ele é muito recente muito então assim critérios a gente não vai ter mas a gente vai ter uma construção de pensamento de disfuncionalidade e a gente vai ter aqui uma construção de que de existência
de sintomas que são é similares em várias pessoas se a gente pegar Brasileiro né Vamos pensar aqui em populações com culturas distintas o brasileiro né Vamos pegar lá o pessoal lá da África do Sul que tem o acesso mais que a gente no uso da internet né Vamos pensar que são são duas culturas que fazem o uso excessivo de internet Será que os sinais e sintomas quando é retirado né A internet desses dois públicos não são similares quando você tira se priva o sujeito lá da África do Sul usa a internet na internet Será que
ele não vai produzir mesmo conjunto de sinais e sintomas que o brasileiro vai produzir é uma coisa para a gente estar podendo pensar não é apesar dos avanços recentes outros estudiosos argumentar que a dependência de internet é um termo impróprio Olha que interessante né Tem Os que colocam que é o termo ele existe e que existe um conceito para esse termo mas ele em outras pessoas falam assim não não é o correto existem outras formas de pensar é que deveria ser abandonado em razão a alta heterogeneidade conceitual do termo e porque eu depender de internet
implica que alguém é dependente de mecanismo de prestação de um serviço que que ele vem colocando aqui quando a gente fala da dependência da internet a gente vem o que tem várias subcategorias que na internet a gente tem o que tem as mídias sociais nessas mídias sociais a gente tem a própria internet de busca e a gente vem fazendo a utilização de várias outras facetas então falar que um sujeito né segundo essa altura aqui que o sujeito ele é dependente é a gente tá tendo que uma terminologia inapropriada porque existem várias outras formas do uso
que pode categorizar o que uma disfuncionalidade desse jeito então colocar todo mundo dentro do mesmo sexto segundo esse autor é uma um comportamento um pouco arriscado apropriado porque existem as suas diferentes categoria é correto a forma desse autopeçar existem suas categorias de diferente mesmo a gente não pode dizer quem faz o uso né Vamos pensar aí né Vamos pensar na dependência do crack a pessoa que faz o uso da pendência do crack o mesmo padrão de desenvolvimento comportamental da pessoa que faz o uso abusivo do álcool não Ambos são dependentes mas a forma do desenvolvimento
é diferente assim vai ser na categoria realmente da tecnologia e internet tá bom assim para manter o conceito de independência de internet poderia requerer que se ignorar-se o fato de que os dependentes de internet não são mais dependentes de internet do que os alcoólatras das garrafas entendeu porque quando eu falo internet eu falo do geral não entra o que na subcategorias do específico a mesma coisa da dependência do álcool quando eu falo independente do álcool eu falo do álcool em si aí eu tenho que especificar dentro dessa categoria o que realmente diferente assim na internet
tá a internet ela é muito vaga não é se fosse para pensar num conjunto como um todo é muito Ampla então Vamos definir o que que é realmente a dependência da internet né O que que quais seriam os efeitos e os sintomas que o excesso abusivo desse uso né usa abusivo né o excesso do uso provoca nesse sujeito né porque independente se é mídia se é YouTube se é trabalho o excesso do uso ela vai promover uma alteração funcional nesse sujeito independente da subcategoria que ele esteja sendo utilizado correto ou prejuízo vai ter e as
pesquisas têm mostrado isso quando desce M5 aqui eu já trouxe para vocês o conceito da dependência dos Jogos Eletrônicos tá bom porque pensando no dsm5 ainda não entrou ainda nesse manual diagnóstico não entrou preconceito nem os critérios diagnóstico dependência tecnológica tá bom quanto a definição da dependência de jogos eletrônicos pesquisadores têm tradicionalmente adotado uma ampla Gama de definições para definir seus efeitos prejudiciais não é muito complexo né a gente vai lendo vai estudando e vai vendo que sim são várias informações que a gente vai tendo é dentro de uma própria temática tá bom no entanto
em maio de 2013 recente né mas não tão recente a quinta edição do manual diagnóstico estático dos transtornos mentais que é o décimo propôs o transtorno de jogo pela internet olha só que interessante até então a gente não tinha nada relacionado então o manual ele vem tá trazendo aí dentro desse conceito diagnóstico que o transtorno de jogo por internet OK que é um transtorno de saúde mental provisório e requer mais pesquisa então tudo que a gente está relacionado ao a questão da dependência por tecnologia muito recente como eu falei para vocês então o que a
gente tem de produção ainda é pouco é insuficiente Não temos muita literatura mas precisa de mais precisa precisa porque o efeito na sua cidade é muito grande então o próprio dsm fez a inclusão aí do jogo eletrônico porém com várias ressalvos e várias restrições o fenômeno gente é muito novo é muito novo para se falar assim ó é x é desse jeito é Y não é desse jeito a gente tá lidando com o quê com uma máquina né que é calculada que existe um formato certo de existir marca daqui a máquina buga tem hora cada
uns book não é a gente tá falando de ser humano fenômeno vivo multifacetado né um fenômeno que modifica por várias questões em vários momentos então trazer né um conceito fechado um diagnóstico fechado para algo tão recente a gente não conseguir tá então a gente vem numa construção de entendimento do que se tem hoje sendo estudado discutido e falado Tá bom mas o fato é o seguinte independente das divergências conceituais e independente né se o termo é apropriado ou termo inapropriado o fato é comum entre os autores que promove prejuízos para o sujeito que faz o
uso abusivo Então isso é fato prejudica o excesso né do uso prejudica as relações de trabalho que a gente fica prejudica as relações acadêmicas prejudica pessoal principalmente prejudica as relações interpessoais quantos e Quantos relacionamentos estão sendo prejudicados com o uso do excesso da tecnologia eu digo isso não só relacionamentos conjugais amorosos eu falo isso relacionamentos familiares quando as famílias nos conversam mais essa é interessante o fenômeno quando você pensa no seguinte a mãe tá na cozinha cuidando das coisas que ela deve cuidar na sala fazendo alguma coisa só tô contextualizando tá bom e às vezes
quer falar com filho e o filho não ouve que que a mãe faz as vezes tem mãe que faz porque eu já vi isso manda uma mensagem vem aqui em tal lugar eu tô na sala e o filho no quarto do lado você fala assim uau Mas por que que não foi lá chamar e fazer esse trabalho né relacionar de contato de comunicação verbalizada então a tecnologia né A forma como as pessoas estão fazendo a utilização desse recurso tem promovido aí sérios prejuízos relações familiares né que a gente também pode levar numa discussão dentro da
Psicologia Mas até que ponto esse recurso não está sendo utilizado para potencializar aquilo já existia dentro do sujeito aí são coisas que a gente está pensando mas o fato que o excesso ele vai promover realmente aí prejuízos psíquicos sociais na vida do sujeito Isso é uma regra comum é uma uma linha de entendimento é aceitação em qualquer teórico que você for estudar relacionada a dependência de tecnologia tá bom a diversidade ela existe de conceito tecnologia você vai encontrar várias em como qualquer teoria mas o fato do prejuízo ele é notório tanto que começou a se
fazer os estudos né as buscas de entendimento a parte aí de que de 96 né quem que os teóricos começaram lá nos Estados Unidos buscar a compreensão dessa etiologia das consequências visto que né Foi um bom no mundo e a modificação comportamental foi bem pontual com esse uso aí da internet tá bom o que que a Organização Mundial de Saúde fala tá a gente tá com o Nosso Cid 11 aí não traduzido na língua portuguesa mas ele já tá todo aí no mundo né para quem pode ler quem sabe ler inglês já pode estar utilizando
o Cid 11 mais recentemente a Organização Mundial de Saúde decidiu reconhecer a depender de jogo eletrônico como um transtorno de saúde mental ao incluir o transtorno de jogo eletrônico como um transtorno na versão do sítio 11 ou seja até então existiu que uma compreensão de que existia uma alteração clínica que existia o que condições de prejuízos nesse sujeito clinicamente só que assim eram pesquisas que não estavam ali normatizada dentro dos critérios que são diagnóstico para um determinada patologia então o Cid a partir das pesquisas né E esse bom que teve aí nesse mundo é acabou
reconhecendo dentro do seu próprio manual essa questão do jogo eletrônico como um transtorno de saúde mental e realmente se você for avaliar para quem trabalha com né com com a criança principalmente com adolescente esse ponto aí já tá se tornando aqui muito Evidente e sérios riscos no futuro para essa população que está em desenvolvimento tá bom dessa maneira o transtorno do jogo eletrônica é caracterizado por um padrão de comportamento de jogo persistente recorrente né a gente tá falando de transtorno e dependência a gente tá falando de quê de comportamento que é repetitivo compulsivo e impossível
não é então existe o que um padrão de construção de comportamento em que eu busco por aquilo que me traz prazer nessa busca seja o que a repetição desse comportamento que vem a questão do aprendizado né altera aí o centro de memória do cérebro e automaticamente o que me faz ter que a busca por isso por essa situação que me provoca esse alívio e esse prazer Tá bom então ele é recorre e persistente que se manifesta no controle deficiente sobre o jogo né A perca de controle como a gente falou agora mesmo então existe o
excesso e a perca desse controle durante a utilização daquilo que te traz o prazer que no caso aí vão pensar né nessa nessa categorização aí diagnóstica a gente tá falando do jogo eletrônico né que acaba sendo que esse compulsivo né Na Busca dessa situação prioridade cada vez maior dada ao jogo ao ponto do jogador ter precedência sobre outros interesses da vida e atividades cotidiana e continua Haddad na intensificação do jogo mesmo com a ocorrência de consequências negativas gente ocorrência de consequências negativas usuário substância química ele faz o uso da substância mesmo tendo ali uma noção
de que aquele uso vai promover um efeito negativo nas relações que ele tem que ele está inserido e a pessoa que tá né desenvolveu aí né uma um transtorno o jogo eletrônico ela vai continuar no uso na compulsão na repetição desse comportamento mesmo sabendo que isso vai afetar o que na qualidade relacional com a família mesmo que vai afetar na qualidade de vida dela de saúde física que vai ficar na relação de trabalho então existe porque essa percepção distorcida para respeito do seu próprio transtorno né que aí realmente já entra no processo que de doença
é uma pessoa que está adoecida né desenvolver uma dependência desse uso da tecnologia que promove uma gama de problemáticas para esse sujeito tá então a gente tem esses avanços que é muito importante até então a gente só tinha pesquisas nesses comentários discutir e hoje a gente vai percebendo no ambiente científico que está se tomando o que corpo né então hoje a gente já tem a dependência né Vamos começar a ser um transtorno de jogos eletrônicos que já tá sendo incluída foi incluída né porque já foi publicado no Cid 11 então existem esse corpo já existe
aí uma uma linha de construção né do jogo patológico com a dependência tecnológica Então existe um avanço da ciência Na tentativa de buscar compreender esse fenômeno tão complicado se compreender qualquer tipo de dependência ela é muito difícil de compreensão e pensando em algo que é tão recente né pensando na década de vão pensar e de 60 70 para cá é muito precoce se do tempo pré-histórico que faz a gente o ser humano já fazia uso essa substância química até hoje 2022 a gente tem dúvidas né a gente tem lacunas de compreensão que Dirá a dependência
tecnológica que é bebezinho de colo né nem saiu das Fraldas do coelho como dizer né onde tá as populares a gente vai ter essas problemáticas tá bom dentro disso a gente entra num ponto interessante a estimativa como é que é a repercussão disso no ambiente no mundo em si Qual é a quantidade de pessoas que têm feito a utilização como é que é o impacto né Desse uso né Vamos pensar assim vamos começar a pensar pelo uso é nocivo né para entrar no abusivo e depois entrar na dependência vamos fazer essa linha tênue de construção
parecido com a dependência química como é que isso impacta nas pessoas embora a dependência de internet afete uma maioria de usuários os usuários dependentes Experimenta uma ampla Gama de prejuízos em sua vida cotidiana e os estudos relatam diferentes taxas preva Independente de internet no mundo ou seja para cada cultura existe uma prevalência e a gente viu isso na nossa aula interior né que existem culturas que fazem mais a utilização da de horas diárias da internet e tem culturas que fazem menos né Aí tem as especificidades de cada cultura não utilização das mídias né qual o
tipo de mídia que ela vai estar utilizando Então os estudos relatam diferentes taxa de prevalência independência no mundo da independência da internet no mundo apesar disso é importante notar que nem todos os tipos de dependência de internet aquilo que a gente colocou do autor da diversidade dessa tecnologia recebe o reconhecimento oficial das organizações médicas como data e da OMS que a Organização Mundial de Saúde e Associação psicológica americana tá bom para quem não tem não conhece a tecnologia os estudos anteriores para avaliar extensão dos problemas causados pela independência na internet na população geral produziam resultados
inconsistente data a falha de critérios clínicos objetivos e a heterogeneidade na avaliação da de na internet ao longo do tempo em populações ou seja né a gente não consegue ter essa construção concisa porque existem muitas diversidade aquilo que eu acabei de falar para vocês é tudo muito novo é tudo muito recente tudo que a gente vai estar estudando é novo né se você fazer uma linha de pesquisa né numa população y e fazendo uma população x vai ser diferente e pensando que na rapidez desse fenômeno então a informação Hoje ele é muito rápida ela se
transformam muito rápido a gente tem várias várias pontos né que constrói que constrói aí é impedem também é que a gente tem essa compreensão concisa desse transtorno e um deles aí bem pontual que são os critérios diagnósticos né e a gente precisa de tempo de estudo para que esses critérios sejam construídos tá que vão ser norteadores na hora do nosso diagnóstico claro que a gente consegue fazer o diagnóstico é Independência Ecológico conseguimos conseguimos a partir de alguns instrumentos dos estudos das publicações a gente consegue entender Até mesmo na leitura dos autores o que a gente
poderia né definir aí direcionar com uma possível dependência o que não poderia tá mas em si né o manualzinho a gente ainda tá nesse processo de elaboração em construção e não sabemos como é que vai sair além disso a maioria dos relatórios epidemiológicos ou seja das incidências né no acontecimento do Fenômeno na sociedade publicados até o momento buscou-se em amostras não representativas impossibilitando a generalização de seus achados para a população mais Ampla isso aqui mostra o que as dificuldades dos estudos que são apresentados começou começou-se mais cedo começou em 96 começou mas aí a gente
tem várias diversidades que vão impactar nessa qualidade de pesquisa Ok essa é uma deficiência bem conhecida que se aplica a outros tipos específicos de dependência de internet como dependente jogos de azar online e também dependência de redes sociais agora Vocês conseguem visualizar o seguinte lembra quando o autor lá atrás falou da dificuldade da terminologia da dependência da internet por quê Porque a gente tem vários tipos de dependências de internet Elas têm subcategorias então assim para se estudar e conceituar dependência de internet é isso para aquele autor a gente vai ter que ter o que uma
nuances de entendimento para subcategorias que elas vão sendo colocadas então esses tipos de dependência também existe uma deficiência na publicação de estudos referente a isso porque o que a gente percebe hoje né Vocês vão pesquisar na literatura a gente tem o que é tudo muito relacionada a dependência de internet né dentro dessa Independência você vai ver na construção do autor determinando aí os pontos é subjacentes aí importantes como dependência de compras onlines jogos eletrônicos dependentes de jogos jogos já usaram online aí vem aí o que a subcategorias que você desenvolvidas ao longo desse desse olhar
teórico né mas geral você não vai ver ah vou comprar um livro de depender científico pessoal é de dependência Vamos pensar de compras online você não vai conseguir encontrar uma literatura tão específica mas ela vai estar acoplada dentro aí do conceito do entendimento de alguns autores no que se refere a dependência de internet tá bom a prevalência as taxas de prevalências encontradas em estudos epidemiológicos que usaram amostras robustas é relatam que a dependente de internet pode variar de um mínimo de 1% na população alemã até 18,7 entre adolescentes do país tal e o ano que
que acontece né então existe aí as diferenças dentro da população das pessoas que fazem mais uso e outros que não fazem então esses achados de estudos internacionais eles vão fazer o quê vão mostrar para gente as taxas de prevalência da dependência nas amostras que a gente precisa estudar então a gente já tem uma compreensão de que dentro da prevalência de uso de horas diárias a gente tem o Brasil como terceiro país do mundo com a maior utilização da tecnologia não é da internet no seu uso diário então é uma taxa de prevalência é aqui a
gente percebe que dentro da população alemã Vamos pensar né na cultura alemã 1% da população faz o uso da internet pouquíssimo aí a gente porque porque que lá o acesso o uso né digamos assim com acesso eles têm o acesso Mas por que que eu uso ele é tão baixo né o Quais são as nuances de cada cultura que determina essa variação tão gritante porque a gente tem um percentual no Brasil que altíssimo e tem um percentual muito baixo numa cultura alemã que é baixíssimo E sendo que ambos têm o acesso e a disponibilidade né
de ter o contato com a internet de uma mesma forma que que ambos têm tá bom e isso é interessante a gente pensar porque aqui é importante a gente ter a prevalência é como ponto de estudo dentro da nossa entendimento de estudo Porque a partir das taxas prevalentes a gente vai entender no que as nuances que cada cultura que cada sociedade vem trazendo por isso que não dá para colocar no pacotinho né um conceito falar assim ó Isso aqui é para os Estados Unidos isso aqui é para Taiwan isso aqui é para África do Sul
isso aqui para o Brasil Opa mas pera aí calma a minha população ela tem uma resposta diferente relacionada a esse uso nessa cultura ah não mas a resposta de Taiwan tem uma resposta é uma resposta cultural diferente do Brasil Então não dá para padronizar ainda né esse conceito de uma forma geral sem avaliar o que o que é subjetivas nuances que é apresentado em cada cultura tá dentro disso a gente vem fechando a nossa aula tá é vamos fazer assim um breve recapitulado que a gente trouxe a importância hoje dessa aula foi mostrar para vocês
o quê que existem né que existe o conceito a definição de dependência né tecnológica bilhete de internet e porém existe o quê uma diversidade de autores que vão estar colocando o seu olhar a sua definição a respeito desse fenômeno Aí você fica professora Mas que que eu vou fazer para qual linha que eu devo seguir para onde eu vou absorver a compreensão dessa definição a partir do que primeiro ponto a gente tem que entender que é um fenômeno novo segundo ponto que existe uma diversidade de amostras né dentro das populações segundo ponto entender que existe
uma questão cultural envolvida existe um desenvolvimento sociedade e esses pontos vão interferir na definição e na como de grande definição mas na construção desse conceito da sociedade então o que a gente pode partir como princípio que que a dependência tecnológica ou dependência de internet com a sua subcategorias ela é o que é ela tá muito alinhada dentro da questão comportamental que promove o que uma série de prejuízos sociais nesse sujeito então a gente tá lidando com uma um comportamento compulsivo que é repetitivo impossível e que gera e o que problemas e consequências dentro de uma
condição social emocional familiar desse sujeito então a gente pode pegar a partir dessa linha de pensamento para entender um pouco a respeito do que seria a dependência tecnológica/dependência de internet Ok espero que vocês tenham compreendido se não compreender o volta a aula assiste de novo manda a resposta lá no portal da Elo que a gente vai respondendo se não leia apostila mas não ficou a dúvida tá bom próxima aula o assunto caminha mais específica mais específico relacionado a temática para que a gente possa tentar compreender esse fenômeno que é tão difícil ser compreendido tá bom
Um grande abraço e até a próxima aula