Fala galera, beleza? Sejam bem-vindos aí a mais um episódio do nosso querido Lin Podcast. Hoje está retornando aqui aos estúdios Lins o escritor e neurocientista Lucas Naves. Muito obrigado, viu, Lucas, pela sua presença. Boa noite. É um prazer estar aqui com vocês mais uma vez, né? Já quero antes de mais nada dar os parabéns aí ao programa que cresceu bastante, podcast tá incrível e vamos somar, vamos trazer muito conhecimento novo aí nessa noite, pessoal que tá chegando aí para para assistir a gente, fica aí que vocês vão aprender bastante. É isso aí, mais uma ferramenta
aí pra nossa jornada do autoconhecimento aqui com o Lucas Naves, esteve com a gente um ano atrás, então está retornando. Vamos que vamos. Vamos pôr o Snork aí. Vamos pôr aí mergulhar fundo no nos aprendizados que o Lucas vai trazer pra gente hoje. Merg. É isso aí, Lucas. Se a gente pudesse começar com a seguinte questão, né? O que a ciência já sabe sobre experiências espirituais no cérebro? Interessante, né? Porque muitas pessoas acham que a ciência tá cega pra espiritualidade e não é verdade, né? Enquanto mestre em neurociências, né? Eh, tive contato durante o meu
mestrado com muitos cientistas, pesquisei muitos artigos, né? Fiquei impressionado com a quantidade de artigos de cientistas sérios que estudam fenômenos espirituais, né? Então, a ciência ela é um parâmetro. Por exemplo, a ciência ela não consegue eh provar que quando uma pessoa ora, a oração chega em Deus. Será que Deus escuta a oração? Não, porque o que é a ciência é perto de Deus, não é? Deus é incognocível, ou seja, impossível de compreender a magnitude. Mas a ciência consegue ver o resultado no cérebro. Olha, já se sabe que a pessoa que ora, ela tem um cérebro
mais saudável do que da pessoa que não ora. ela tem menos ansiedade, menos estress, menos depressão, aumenta a inteligência, a área cinzenta do cérebro, circuitos de recompensa. Então, eh, a ciência vai estudar o cérebro, ela consegue perceber, por exemplo, que o cérebro do médium tem alterações diferentes, que, né, são padrões ali incontestáveis, né, principalmente em glândula pineal. Então, eh, tem algumas coisas que já são fato, né? Por exemplo, o fato de que uma pessoa em estado terminal ou uma pessoa que está doente, vamos dizer assim, a pessoa que ela tem fé em alguma coisa, ela
tem muito mais chances de de se recuperar, de superar aquele desafio do que uma pessoa que não tem fé em nada. Então, a prática da fé, ela é curativa, certo? Hoje a espiritualidade ela já é disciplina de muitas universidades de medicina, porque espiritualidade não tem a ver necessariamente com religiosidade. A religiosidade está mais para um sistema de crenças, um sistema de dogmas. A espiritualidade é subjetiva, então ela tem mais a ver com valores, né? O que são valores? são aquelas coisas que nós não abrimos mão. Então, ah, como que a gente sabe se uma pessoa
tem mais espiritualidade ou menos? Pela atitude dela. Você vê uma pessoa que é muito rancorosa, muito eh mesquinha, individualista, que só pensa nela, que fala mal dos outros, que não consegue perdoar. Opa, baixa espiritualidade. Agora, uma pessoa que é empática, que tem amor ao próximo, que tem resiliência, que tem o coração bom, que é humana, que perdoa com facilidade, que é grata, a alta espiritualidade e não necessariamente essas pessoas estão religiosas. Pode ser um ateu, por exemplo, mas que tem uma espiritualidade. Olha que interessante. Não é, não é acreditar ou não em Deus, é sobre
quem esse ser humano é, não é sobre crenças, né? Não é sobre crenças. você vai ver pessoas altamente religiosas com baixa espiritualidade e às vezes eventualmente você vê alguém que não é muito de religião, mas poxa, essa pessoa tão espirituosa, né? Então, e também tem a pessoa religiosa e espiritual, então é não é proporcional. Uhum. São coisas diferentes. Eu acho curioso que tem pessoas que falam assim: "Poxa, o Lucas agora tá mexendo com negócio de religião, religião, religiosidade". falou: "Não, cara, é antirreligião praticamente. Eu entendo que a religião é importante para as pessoas. Elas eh
tores, embora tenha todo o sistema de crenças muitas vezes que pode cegar, não é? O que seria do mundo sem as religiões? As religiões ajudam, traz um alicerce moral sobretudo, né? Mas para mim hoje não faz sentido, não faz sentido mais. Eu tô muito bem no caminho da espiritualidade. E meditar, orar, né, você comentou da questão da oração, eh, ela ativa as mesmas regiões ali do cérebro, eh, de outras práticas humanas profundas, digamos assim, como amar, como arte? Olha só, né? O o cérebro ele ele interpreta sinais. Eu acho curioso que, por exemplo, eh, muitas
pessoas criam terapias, né, ou grandes terapeutas inventam tipos de terapia, fala: "Ó, essa terapia aqui foi desenvolvida pelo fulano de tal e a hora que você vai ver é uma hipnose, é uma meditação." O Cérebro não sabe se você tá meditando se você tá em autoipnose, porque ele vai acessar padrões neurais. Ah, tá em alfa, tá em teta, tá em delta, tá em gama. Então tem algumas especificidades. Por exemplo, uma pessoa que faz uma oração mais fervorosa, como esse pessoal da Igreja Pentecostal, Assembleia, eles vão muito pra Gama, né, que é um estado de euforia
ali, é um estado alterado de consciência que sai da vigília. Agora, se for uma oração mais meditativa, tende a ir paraa alfa, vai ter mais padrão de alfa, né? Eh, se você vai mais profundo nesse relaxamento, você entra em teta, que é onde acontece regressão, é onde acontece o tal do teta healing, né? Então são estados ali, né? E então o cérebro, na verdade, o córtex vai saber pelo pensamento, a pessoa sabe o que ela tá fazendo, mas o cérebro como um todo tá lendo sinais, padrões. Hum. E a oração, a gente pode dizer, puxando
pro lado ali da lei da atração, quando uma pessoa ela ora, ela tá rezando, pedindo por algo, aquilo ajuda ela a cocriar na realidade dela? Então, eu creio que não. Eu creio que não. Vamos lá, porque tem pessoas que falam assim: "Poxa, eu tô eu tô pedindo tanto e poxa, não acontece nada". Uhum. Então, quando a pessoa ela tá pedindo, o que que ela tá dizendo? Na verdade, no fundo, bem no fundo, ela tá dizendo que ela não tem Uhum. A verdadeira e única oração deveria ser agradecer, louvar e agradecer. Ponto. Obrigado por isso, obrigado
por aquilo, mas sentir de coração mesmo, agradecer pelo que você já acessa e pelo que você quer acessar como se já estivesse acessando. Aproveitando que o cérebro não distingue o real do imaginário, você quando você agradece por uma coisa que você ainda não pegou nas suas mãos, vamos dizer assim, você emula essa realidade. Então, uma das coisas mais poderosas que eu aprendi é agir como se já fosse. Eu tenho uma frase que eu uso no nos meus livros que é assim: "Haja como se fosse, assim será". Ou seja, você emula essa realidade, você se torna
quem você quer ser. Hum. Como interpretar um papel, né? E você pode ver vários exemplos ao contrário disso, né? Quantos atores interpretam personagens e não conseguem mais sair do do papel. Tem o caso do Val Kilmer, que interpretou o Jean Morson, né? Ele teve fazer terapia para sair do personagem porque ele virou Jim Morson. Uhum. ou até um máscara, né? Uma canalização ali praticamente. Ele começou a a compor igual cara, começou a beber igual cara, ficou boêmio, ficou maluco. Então, eh, o poder da interpretação e muitos atores quando fazem par romântico, inclusive acabam realmente se
apaixonando pelo par romântico. Por quê? Nossa, como diferenciar se isso aqui é um teatro, isso aqui é é uma se é realmente amor, é o que é real, não é mesmo? Que é real. Então eu penso assim que a gente deve mais agradecer. Tem um caso legal que o Greg Braden conta que ele visitou várias tribos, né, religiões ao redor do mundo, estudando, né, os grandes chamãs, os grandes líderes espirituais. E ele foi numa tribo indígena e ele fez uma pergunta lá, escuta, que horas aqui que vocês vão pedir para chover, né? Aí o chefe
da tribo respondeu: "Não, a gente não pede para chover, porque se a gente pedir para chover, a gente tá dizendo que não chove". Aí o Greg falou: "Uai, então o que que vocês fazem, né?" Falou: "Não, a gente pega ã os nossos discípulos aqui, junta a nossa tribo e a gente sobe no alto daquele monte e a gente se abraça e a gente começa a agradecer pela chuva. A gente começa a sentir o cheiro da chuva quando cai na terra, no solo, e a gente dança e agradece e aí chove. Olha só que sabedoria, né?
Ou seja, os indígenas já têm esse conhecimento de de cocriação, de lei da atração. É só que quem tá ouvindo aí de casa, né, acredita que que vai chover se fizer isso, né? Não acredita. E então não não chove porque ele acredita que ele tá separado da chuva, né? para eles, como eles acreditam que funciona. Sim, é a crença deles. Mas vamos trazer isso para pra nossa vida, né, pro pra realidade, né? Eh, você se intitula, né? Eu tive uma uma mentorada que tava me perguntando: "Nossa, mas como que você conseguiu?" Eh, na Hotmart, eu
sou o número um no ramo da hipnose, né? De cursos vendidos, mundo, né? Não é só Brasil, é mundo. Como é que você conseguiu isso? Eu falei: "Poxa, desde o princípio eu já falava que eu era um grande profissional, um grande professor dessa área, né? Eu já me via, eu já me sentia assim, mesmo quando eu ainda não era, eu achava que eu era." Uhum. E a gente começa a transmitir essa esse arquétipo, né? Você, poxa, você tem lá o Gustavo Lima, que é o embaixador, né? Embaixador do quê? Segundo quem? Sim, é segundo ele
mesmo, segundo o público dele, esse aqui é o embaixador. Pronto, ele vestiu aquele aquele arquétipo, né? O Ronaldinho Gaúcho é o bruxo, é um arquétipo. E e aquele arquétipo quando ele encaixa, ele tem um poder muito grande. Você se deu aquela autoridade, você não esperou ninguém, as pessoas ficam esperando receber a validação de alguém. Não, bate a mão no peito e fala: "Eu sou isso aqui e eu funciono desse jeito". E é assim. Então, agir como se já fosse é fundamental, mas é um desafio para muitas pessoas. Por quê? É muito fácil você se sentir
Próspero quando você olha na sua conta bancária, está cheio da grana. Agora, e quando você não tem grana, como é que você se sente próspero? Então, você tem que convencer a sua mente. Por isso que a autoipnose é muito importante, a PNL é muito importante. Você tem que convencer a sua mente que você tem acesso à aquilo, mesmo que você ainda não veja o resultado. Uhum. E a maior prova de fé que existe é agradecer, porque quando você agradece, se eu te dou um presente, você fala: "O quê? Obrigado. Obrigado, não é? Agora a gente
tá invertendo a ordem, a gente tá agradecendo antes de receber". Hum. Então, a gratidão ela muda algo no cérebro, a diferença do crer e do saber. Uhum. Né? Então, por exemplo, eh, poxa, temos essa latinha aqui de água, né? Se eu soltar ela, eu não creio que ela vai cair. Eu sei que ela vai cair. Eu sei. Uhum. Então, se me perguntar, você acredita em Deus? Falou: "Não, eu não acredito. Eu sei, eu sinto." Uhum. É um outro nível de entendimento. Então, hoje eu sou a favor de, Se for para orar, orar com um sentimento
de declaração, de afirmação e de escolha. Lembrando que a a oração é uma oportunidade de você escolher, né? Eh, lembrando que Deus já nos deu tudo. Vamos dar um exemplo mais infantil para quem não entendeu ainda. Eu tenho dois filhos, a Florência e o Dom. Vamos pegar o caso da Florencinha tem 8 anos. Se ela chegar em mim e falar assim: "Papai, eh, compra para mim uma boneca?" Eu posso falar: "Sim, posso falar não. Papai, me dá um doce?" Olha, filha, ontem você já comeu doce, hoje não, tá? No outro dia eu posso te dar.
Por quê? Ela espera que eu dê para ela, porque ela não tem condições de comprar nada. Ela não tem maturidade para isso. Mas eu tô formando ela para quê? Para quando ela for adulta, ela não vai me pedir nada. Se precisar, o papai tá aqui. Uhum. Mas eu já te dei tudo. Você já estudou? Você já se formou? Você já tem intelectualidade? Vai, cria suas coisas. Então a gente não precisa ficar importunando Deus no sentido de, ó pai, por que não me dá aquilo? Já te falei tantas vezes. Você acha que a inteligência infinita de
Deus não está te ouvindo, não tá te te escutando, Talvez não esteja te respondendo porque você não tá na vibração. Você tá orando, mas tá vibrando medo. Tá recebendo o quê? Padrões de medo. Tá voltando exatamente o que você tá mandando, como um espelho. Então é melhor nem orar se for para fazer isso. Uhum. Mas se for para orar, para agradecer, para louvar, eu acho que independentemente da crença religiosa religiosa de cada um, é saudável pro cérebro e realmente você vai ter um impacto nesse campo, nessa malha quântica, né, que hoje a ciência chama de
the field, né, que é o o campo. O que que seria esse campo quando você fala disso? O campo, vamos lá, eh, tem vários nomes paraa mesma coisa, né? Hum. Eh, Napoleon Rio chamava de éter, que seria uma substância que interligaria todas as coisas, que misteriosamente foi tirada da tabela periódica depois por um tempo, né? E virou uma droga, né? Exato. Mas ele no sentido de que existe algo que interconecta e que justifica, por exemplo, efeitos como telepatia, premonição. Uhum. Não é? Então ele fala sobre isso. Eh, o Greg Braden que eu citei, que eu
citei aqui, Chama de matriz divina. Ele tem um livro chamado Matriz Divina. O Hélio Couto Quântico, alguns outros chamam de Boson de Higs, segundo porque teve o cientista Peter Higgs, que foi prêmio Nobel, né? Hum. E hoje o termo que tá a ciência tá mais usando é The Field. Tem até um documentário que eu recomendo pro pessoal aí que é o The One Field, onde tem no YouTube. No YouTube, no YouTube você assiste, é um dos melhores, senão o melhor documentário sobre o tema, sobre espiritualidade. E aí mostram os experimentos sobre esse campo. Ah, Lucas,
você tá falando então daquele campo que o constelador, a consteladora acessa. Olha, aquele campo morfogenético é uma fatia do campo. O cientista e biólogo Rupert Shell Drake descobriu a existência do dos campos mórficos, mas ele é só uma fatia, né? O campo, na verdade, ele é um uma extensão da nossa consciência ou a nossa consciência uma extensão do campo, porque o campo ele tá em todos os lugares, interconecta todas as coisas. É por é por onde acontece o que a física quântica chama de não localidade. Hum. Onde as variáveis como espaço, tempo não entram na
jogada, né? Então você pode tanto acessar informações através desse Campo, quanto influenciar esse campo também. Esse campo é vivo. Então o no documentário mostram artigos e cientistas comprovando, por exemplo, uma pessoa, um grupo orando em determinada causa e o resultado que aquilo teve. Eh, o o magnetismo, o o poder do som das músicas. Então, pensando que tudo é frequência, tudo é energia, eh, o campo conecta a todos nós. Na verdade, nós somos esse campo, só que a gente tá esquecido aqui, vamos dizer assim, né? Nós somos esse campo, só que a gente tem a impressão
que a gente é material só que não é, não tem matéria. A gente tem a impressão de que a gente tá separado. Você é você, eu sou eu, seus problemas, seus problemas. Tenho nada a ver com isso. Mas na verdade, na verdade é uma é uma única onda, tá tudo conectado. Uhum. Será que é por isso que quando Jesus falou, quando tiver duas ou mais pessoas reunidas em meu nome, eu estarei presente? Seria uma explicação neurocientífica para essa afirmação? Eu acho que nesse sentido, eh, tá trazendo um propósito de união e de fé, não é
mesmo? Uhum. Por exemplo, quando um ou mais, né, dois ou mais, né, você tem uma combinação de seres na mesma frequência, na mesma ressonância. Imagina o campo que isso gera. Uhum. Né? Lá no The One Field, eles reúnem eh centenas de pessoas em prol de causas e e mostram, tem eles têm um medidor lá russo chamado Sputnik, que comprova as alterações eh através dessas preces, dessas orações, né? conjunto. É, tem um outro documentário legal também, se o pessoal quiser anotar aí, que é o universo conectado do Nassim Haramin. Nascin Haramin também é um cientista que
estuda isso. Então, assim, o campo ele é comprovado hoje, inclusive é o termo que eu mais uso hoje, porque quando as pessoas falam assim: "Ah, eu vou falar com o universo, o universo vai me responder". É tão vago isso, né? O universo, nossa, o universo inteiro, né? Você vai me responder. Então, a gente chama de campo. É o campo. Tô sentindo no campo. E aí, antes você tinha dito, né, o que é real e como que a gente pode definir então o que que é a realidade e que não é. Bom, aí tem várias visões,
vários conceitos, vários pensadores, né? A gente, a gente voltar lá pro filme do Matrix, né? Quando Nil pergunta para Morfeu que é real, Morfeue. Se você tá falando sobre que você pode ver, ouvir, saborear, tocar, o real são apenas sinais elétricos interpretados pelo cérebro. Olha que interessante. A gente, na verdade, não sabe como que é o mundo externo, porque a gente vê para dentro, A gente não vê para fora. Eu tô vendo vocês dentro da minha cabeça, né? Isso aqui é uma sopa quântica, né? Então a gente tem um aparato aqui perfeito para decodificar esses
sinais. Então essa vibração decodifica-se como som na sua cabeça, como palavra falada, mas meus olhos não estão criando imagens, eles estão captando luz que tá passando pelo meu nervo óptico e tá formando imagens lá no meu lobo occipital, certo? Então o que é real, né? No livro Um Curso em Milagres, que também é um livro assim para zerar a Matrix, já começa com uma frase assim: "O real não pode ser ameaçado. Humum o irreal não existe". Nisso está a paz de Deus. Olha que frase. O real não pode ser ameaçado. Ou seja, o que é
real, não é mesmo? O amor de Deus, né? Isso não pode ser ameaçado. As coisas de verdade. A realidade final, ela ela tá soberana. E o que é irreal não existe. Nisso está a paz de Deus. Então, sabe, às vezes você tá tão preocupado aí, o pessoal que tá nos assistindo com uma situação, olha, tudo passa. E às vezes você tá dando tanto crédito para uma coisa que é uma ilusão, uma projeção da mente, às vezes um problema imaginário, um medo, um pensamento negativo, isso tudo é imaginário. Mas aí dado tudo que você falou, eu
tenho uma sensação assim, uma uma um sentimento interno de que nada é real, porque se eu posso eh manipular a realidade de acordo com o campo morfogenético que você falou, de acordo com a o poder da minha mente de criar novas realidades, tanto para mim quanto pro pro mundo à minha volta, como que eu posso dizer se algo realmente é verdade, tanto interno Ah, pô, eu sou assim. Bom, a gente vai falar bastante do baixar hoje, né? O baixar já falaria assim: "Tudo é neutro, você que dá o significado, né? Tudo é neutro. Qual que
é o sentido da vida? É você quem vai dar, você que vai atribuir significado. Nós somos feitos como seres linguísticos que somos. E por termos um cérebro interpretativo, é da nossa natureza atribuir significado, atribuir sentido às coisas. E quando você atribui sentido, isso passa a ser real para você. Por exemplo, o amor que eu tenho pela minha esposa, pelos meus filhos, é a minha realidade, é o que deu sentido pra minha vida. Para outra, para outra pessoa pode ser outra coisa. Você é livre para você dar o sentido que você quiser. O campo te apoia
incondicionalmente na sua escolha. Hum. Quer você esteja errado, quer você esteja certo. O campo ele funciona como um espelho, né? O baixar fala que a realidade é um espelho literalmente, certo? Então, quando você tá de frente um espelho, você não consegue alterar a imagem refletida, a não ser que você altere a sua. Não tem como você sorrir, a imagem ficar brava. Você, eu fico brava, a imagem fica brava. Eu sorri, a imagem sorri. Então, na verdade, como que eu mudo o externo? Mudando o interno, eu mudo a minha projeção. Luise Rei tem uma frase interessante
sobre isso, né? Ela fala assim: "Eh, eu não, eu não resolvo meus problemas. Eu corrijo os meus pensamentos e aí os problemas se resolvem". Ou seja, eu mudo a minha forma, a minha maneira de significar a realidade e aí a realidade se adapta como um espelho. Hum. Então é uma visão interessante porque ela traz uma autorresponsabilidade pra gente. E o espelho ele é tão tão neutro e tão fiel ao mesmo tempo o campo que ele te apoia incondicionalmente até quando você acredita que você não é apoiado, você está sendo apoiado em acreditar que não é
apoiado. Então, ah, eu não acredito que eu sou capaz. Que que o espelho fala? OK, você não é capaz. Poxa, eu sou incrível. Eu Sou maravilhoso, as coisas fluem para mim. Olha, maravilhoso, realmente funciona para você. Ah, as pessoas não acreditam em mim. Eu não tenho muita fé. Realmente você não tem muita fé. Ou seja, você tá livre para escolher a realidade que você quer, mudando o espelho, conversando com o espelho, refletindo o espelho. Então, eu acho essa visão muito justa, porque ela não tem a ver com o certo e com errado. Ela não tem
a ver com o karma, com a punição. Ah, eu tô sem, será que eu tô pagando um karma aqui? Não é de uma vida que eu fui muito mal, não. Uhum. É ressonância. É o que você acredita que você tá vibrando, é o que você tá recebendo. Então tá todo mundo onde deveria realmente estar de acordo com as crenças, de acordo com o estado interno de cada um. Tá super justo. Mas é é entendo tudo isso. Eu acho que o pessoal lá de casa também entende. Pô, a gente tem que primeiro mudar o interno para
depois o externo mudar. Eu tenho que mudar meus pensamentos para eu mudar minha realidade. Só que aí quando chega na hora da prática que eu quero mudar um pensamento, que eu carrego, uma crença que eu carrego há tanto tempo, parece que eu consigo aquilo por um tempo muito curto e de repente eu já caio de novo nos mesmos padrões. Aí a pergunta seria, não é mesmo? Eh, onde foi que você perdeu a congruência, né? Não há nada que te aconteça sem que você tenha aberto um campo de ressonância com isso, sem que você tenha entrado
uma frequência. Então, eu também Perco o meu estado. Eu também tem hora que, nossa, poxa, por que que isso tá acontecendo? Aí eu faço uma higienharia reversa. Eu vou rastrear onde foi que eu baixei meu campo, onde foi que eu abri frequência, onde foi que eu tive medo? Onde foi que eu deixei de acreditar? Onde foi que eu depositei minha crença na falta, no medo ou na escassez? E aí eu encontro. Então, sempre tá lá, não é mesmo? Eh, realmente corrigir os pensamentos é muito importante, mas ter as atitudes congruentes com a sua nova escolha
é a prova final. Hum. E aí buscar essa congruência, esse lembrar é muito importante, não é? Ou seja, para mudar meus pensamentos, eu tenho que ter as atitudes primeiro. Mesmo que talvez ainda não pense, não me enxergue daquele jeito, eu tenho que ter as atitudes de uma pessoa que se enxerga desse jeito. Haja como se fosse assim será, não é mesmo? A sua atitude vai retroalimentar o pensamento. É um sistema. O pensamento é um é um primeiro ponto, é um gatilho. Agora, o que eu faço com esse pensamento? Como eu coloco isso em prática? Não
adianta você ter, uau, muita fé. Num dia você foi para um curso motivacional e ru somos incríveis. Você daqui a pouco tem um gatilho que te joga lá no chão. E tudo bem, o gatilho tá ali, só que você agora tem que tomar consciência de que ele tá ali. Olha, eu já tô não Percebi. Agora eu percebo que quando aparece essa situação na minha vida aqui, eu perco o estado, eu perco a linha. Aí quando você toma consciência, você tem uma oportunidade de escolher de novo, escolher melhor sobre aquilo. Eu gravei um mantra na minha
cabeça que eu recomendo gravar em todos aí que estão nos assistindo, que é assim, ó. Toda vez que eu piso na bola, a minha mente fala assim, ó, escolhe de novo, escolhe melhor, porque eu escolhi mal, eu fiz uma má escolha. E aí é uma oportunidade de eu corrigir o meu pensamento e de escolher melhor da próxima vez. ou de aprender algo com aquela minha má escolha. E talvez eu vou cometê-la daqui a pouco de novo, mas aí vai estar cada vez mais claro para mim algo que era um padrão que era inconsciente, que eu
nem me ligava que eu tinha. Agora eu sei. Então quando ele vai aparecer, opa, te peguei aqui. Não, dessa vez não. Já vivi esse filme. Você vai ficando mais lúcido. Quer trazer luz à consciência. E desses aprendizados que você comentou, que você deu dois exemplos, né, em relação ao baixar, que de onde que você eh tirou inspiração nessa nesse nessa pessoa, né, nesse estudioso, nesse ser, De onde que você tirou a inspiração e quais são os maiores aprendiz? Sempre fui muito avesso a essa questão de canalização, né? Eu acredito que é possível, mas acredito que
a mente alucina muito, né? Até por vir da área da hipnose, por ser professor de hipnose. E mas os ensinamentos do baixar são tão cirúrgicos, são tão precisos. Uhum. Que assim, tinha tempo que não tinha um um ser que me virasse do avesso assim, né? Eu tive, por exemplo, o professor Hélio Couto, né? ali em 2011, 2012, eu conheci o trabalho dele e nossa, me aprofundei, fui um discípulo dele, sou ainda, né? Mas depois do professor Hélio meio que ficou tudo meio linear, sabe? Qualquer pessoa que aparecia para falar falar: "Ah, já sei isso aqui,
nso aqui tá básico". Mas você quando viu o baixar, ele reformulou todos os conceitos da minha mente. Eu quero, é sobre isso que eu quero trazer um pouco para vocês aqui. Vamos lá. Por exemplo, um conceito que não é que ele é errado, mas ele ficou infantil e talvez choque o pessoal de casa. Pessoal, fiquem à vontade para continuar acreditando o que vocês querem, tá? O conceito de lei da atração, ó lá, que a gente tava falando antes que, poxa, eu vim da lei da atração também, comecei estudando isso, funciona, tá? Mas é um conceito
infantil, porque ou nós somos uma onda ou nós não somos, não é? Então, se eu Vou, como é que eu vou atrair a mim mesmo? Como é que eu vou atrair a mim mesmo se nós somos uma única onda? E eu baixar dá o exemplo da televisão. Aliás, ele usa a televisão para muitos exemplos. Vamos para um primeiro exemplo. Quando você tá de frente a sua televisão, você tá assistindo um canal. Para mudar de canal, você precisa atrair o outro canal. Não, não. Você aperta um botão, muda a frequência, entra numa outra ressonância e uma
outra realidade se abre. Desde que eu fiz isso, eu comecei a cocriar na minha vida muito mais rápido. Eu passei a parar de esperar que algo viesse do externo e se manifestasse na minha vida. E eu passei a alinhar a minha frequência, a minha vibração com aquilo que eu desejo. E aí aquela realidade se manifesta. Então, não é sobre atrair, é sobre tomar consciência de algo que eu já sou, que eu já tenho. Ou seja, eu já tenho a prosperidade, eu já sou saudável, eu só preciso tomar consciência disso. Enquanto eu não estou consciente disso,
eu acredito na falta. Mas na verdade a frequência está aqui, Porque todas as frequências e realidades estão aqui e agora e elas estão disponíveis. Não é porque você tá assistindo um canal de TV que os outros não existam, estão inclusive rolando, né? Não é porque você tá vivendo a escassez que a prosperidade não, o sinal da prosperidade também não tá também não esteja aqui. Tá aqui também. Só que talvez você não tenha tomado consciência de que você já é próspero em essência. Então o baixar vai falar assim: "Ó, você sempre tá acreditando em alguma coisa".
Até quando a pessoa fala: "Eu não acredito em mim mesmo", ela tá acreditando que ela não acredita. A gente tá sempre depositando alguma coisa. Então ele diz assim: "Não existe escassez. Na verdade você tá depositando a sua confiança na escassez. Não existe falta de confiança. A nossa confiança tá sempre indo em alguma coisa. E às vezes tá indo em não confiar, às vezes tá indo em crer que você é escasso. Onde é que tá indo sua confiança? Olha como que a gente tem fé. Por exemplo, nós estamos aqui no Link Podcast, tá à noite neste
momento. Vocês têm dúvida que amanhã vai ser um novo dia? Não. Você tem certeza que vai amanhecer o dia? Certeza? Certeza? Não é absoluto. Imagina se você tivesse essa mesma certeza para escolher as coisas que você realmente quer na sua vida, não é? Você chega num restaurante, você fala assim: "Uma água com gás, por gentileza". Você tem dúvida que vai chegar água com gás? Não. Você pede uma coisa no Mercado Livre, você não tem dúvida. Mas você tem dúvida quando você escolhe prosperar, por exemplo. Será que eu vou? Será que vai dar certo? Mas será
que vai dar ROI? E se der errado? Então, a confiança, ela já existe em nós o tempo todo. A gente só precisa depositar ela no local certo. Hum. Esse é um conceito diferente e que ele quebra essa crença de lei da atração. Com todo respeito a quem acredita na lei da atração. Eu acredito, então vou mudar o nome, é lei do acesso, tá disponível. Eu acesso e tá disponível. Acesso. Então, mas aí pegando a analogia que você fez com a televisão, né, que foi o, na verdade, o baixar. Eh, quando eu tô num vendo lá
um canal de notícias lá, tô na Globo News, aí eu falo: "Pô, cansei de ver notícia, quero ver um esporte". Daí eu pego o controle remoto e eu mudo sim pro pro Sport TV, por exemplo. Qual que seria a analogia para eu mudar o canal? Onde? Qual que é o controle remoto? Qual que é o botão? Não é? Qual que é o botão? é a sua escolha interna que tem a ver com seu sistema de crenças e tem a ver com você se sente em relação à aquilo, como você no fundo tá se sentindo em
relação à aquilo, certo? Mesmo que seja uma sutil mudança, mesmo que seja uma sutil mudança de percepção, já é uma mudança de frequência. Por exemplo, a gente percebe quando a gente tá num local que a energia tá densa, tá pesada. Então aquela energia eu tenho a a a opção de entrar em fase com ela ou não, certo? Eu posso estar com uma pessoa muito negativa do meu lado. Eu tenho a opção de frequenciar com ela, de pegar aquela energia baixa ou de me manter soberano, de me manter pleno. Então você tem que começar a pensar
em termos de ressonância. Isso é um trabalho, porque a matrix é muito convincente, não é? Uhum. Então você começa a pensar em termos de frequência, né? Nicola Tesla falava isso. Pense em termos de energia, frequência e vibração e você vai ter os segredos do universo. Então você começa a pensar porque que uma parceria deu certo, porque que uma não deu, porque que tem gente que conecta, tem gente que você não conecta mais, tem gente que você não encontra mais, tem gente que aparece para você toda hora, certo? Uhum. Então, um um primeiro conceito quebrado, Lei
da atração. Um outro conceito que segundo ele é antiquado, registros acá parte da ideia de que eh existe uma biblioteca, né, subconsciente do universo, onde você vai lá e acessa, nossa, ele quebra muitas coisas. Ele fala, vai lá onde? Mas para deixar pro pessoal que às vezes não sabe o que que seriam os registros registros acásticos, né? É uma teoria de que exista existem todos os conhecimentos ocultos do universo disponíveis em um local, como se fosse uma grande biblioteca, uma nuvem. Uma nuvem. É. Uhum. E parece que eu tenho que ir até lá nessa. Então
tem cursos disso. Ah, você vai sair do corpo, você vai lá. E o baixar falou: "Não, você não vai sair do corpo porque você não é um um espírito dentro de um de um corpo necessariamente. Você você não é um corpo que tem um espírito, você é um espírito que contém o corpo. É diferente. Não é que você sai do corpo, você é a própria consciência. Então, olha como ele quebra esse conceito. Você, você não precisa ir lá no registro acáico, tá tudo aqui e agora. Tá tudo disponível. Outra coisa que ele quebra e agora
o pessoal vai cair da cadeira aí é a crença de vida passada. Caramba, até isso ele quebra. Sim. E tá, ele tá completamente congruente com a física quântica, porque nos experimentos da física quântica, eh, são outras leis, são outras regras diferentes da física clássica. Por exemplo, o tempo não aparece na maioria das equações, certo, de Sheerodinger, Eh, de John Willer, não aparece, por exemplo. Então, na verdade, no mundo quântico ou no mundo espiritual é atemporal, tanto que tem experimento de ação [ __ ] Então, segundo baixar, o tempo é uma ilusão dessa dimensão que a
gente entrou aqui. E se tudo acontece no aqui, no agora, quando eu penso em vida passada, eu tô pensando na linearidade do tempo, como se algo aconteceu para acontecer outra coisa e outra. E ele fala: "Não, são bilhões de frames por segundo a realidade". Ou seja, são vários presentes. Então, ele dá a metáfora do flipbook. Vocês já viram aqueles cartonistas que ele faz um desenho numa folha, ele faz em outra, em outra, depois ele que Sim, sim, ele passa as folhas rápidas, tá em movimento e parece que tá em movimento, ele fala: "Pois é, a
realidade é parecida com isso". Foi assim que o Walt Disney começou, né? O o Mickey, né? Isso. Então ele fala assim: "Não é o tempo que está passando, somos nós que estamos passando no tempo." Isso muda tudo, cara. Não é? Somos nós que estamos passando no tempo. Sim. Porque a gente tem a ilusão de que uma coisa tá acontecendo depois da outra, que o tempo tá correndo, entendeu? Que o tempo tá correndo. Isso é uma é uma ilusão da nossa do nosso aparato foi feito para isso. Mas na mecânica quântica, nos experimentos mais finos, não
tem essa medição. Hum. Certo? Então tá tudo acontecendo ao mesmo tempo aqui e agora. Então, não tô dizendo para você que tá em casa que você não foi uma camponesa no Japão no século I. Eh, porque às vezes a pessoa fica ofendida, né? Não, eu vou pra Europa e eu sinto que eu já estive lá, não tô falando isso, mas isto está acontecendo ao mesmo tempo. Todas as personas que você acha que viveu, você está vivendo ainda. Isso muda tudo porque a gente tá mudando o passado de certa maneira, né? o passado, entre aspas, né?
Você tá mudando a interpretação. Então, quando a gente muda aqui no agora, a gente muda todas essas linhas temporais. Hum. Então, na verdade, não seria vidas passadas termos vidas paralelas. Vidas paralelas. Então, na verdade, olha, ele faz uma reformulação de termos. Ele fala assim: "Não são vidas passadas, são vidas paralelas". Hum. Só que as pessoas têm uma crendice tão forte em vida passada que tem gente que briga comigo quando eu falo isso. Falo: "Não, mas cresceu ouvindo de que eu tô sofrendo aqui agora porque na vida passada, porque o médium me falou isso, Isso e
aquilo". OK? Esse é um nível de entendimento. Eu tô convidando a um novo nível de entendimento. Igual eu falei, não é que lei da atração errado, é um nível infantil de entendimento. Hum. Eu tô trazendo um outro conceito. Então vamos resumir o alguns conhecimentos que o baixar traz, tá? Ele traz as cinco leis da existência. Depois que eu aprendi isso, resumiu para mim na minha mente o tópico espiritualidade. Eu parei um pouco de estudar tantos gurus, tanta gente, porque é tudo sobre crendices, crenças de cada um. Quais são as cinco leis do baixar? Primeira lei,
você existe e não há nada que você possa fazer quanto a isso. Segunda lei, tudo acontece no aqui e no agora. Só existe o presente, Lin, né? Exato. Lin, isso é LM podcast. Aí, terceiro, você é um com o todo e o um e o e o você é um com todo e o todo é um contigo, certo? Quarto, aquilo que você envia é o que você recebe. E quinto, tudo muda, exceto as quatro leis. Olha, e todo o resto, crenças pessoais, significados. Vamos, vamos estudar cada uma delas agora. Sim. Primeiro, você existe. Você não
pode mudar isso. Então, até não deveria ser penso, logo existo, né? Como o Renê Decart fala, deveria ser existo, logo penso, não é? Nós existimos. Segundo, tudo acontece no aqui e no agora. Aí vem esse conceito de realidades paralelas. Tá tudo acontecendo que quebra a a questão de vida passada. É terceiro, você é um com o todo. O que seria esse? Você é um com todo? Na verdade, o todo é tudo. Nó o nós estamos subdivididos aqui. Sim. Nós estamos esquecidos que nós somos o todo. A quem o despertar é o quê? Eu reconhecer que
eu sou o todo, né? Não é eu aprender coisas novas, é eu quebrar o tanto de crença de de que de achar que eu sou esse ego aqui. Uhum. Quando você quebra tudo isso, você você não precisa se fazer um processo para se iluminar. Você só precisa reconhecer que você já é a própria luz. Uhum. Mas que você também é. Ou seja, não sou eu que sou Deus. Você também é. Você também é. Você também é o mestre, tá em todos nós. É os fractais da alma, né? Exato. É, é um grande mistério da existência.
Por que que Deus se expencia de tantas formas diferentes, não é? São várias teorias aí. Eh, quarto, que você envia, o que você recebe, que é o espelho, né? Vai ser chamado de lei da atração. O budista vai chamar de karma, mas o baixar fala não no sentido de punição, mas no sentido de eletromagnetismo. Não pense em karma. Ah, eu tô pagando. Se você acha que você tá pagando, você vai continuar pagando. Se você acha que você tá ganhando, que você tem mérito, você vai ter mérito. Então, é sobre eletromagnetismo e sobre a lei de
causa e efeito, que no hermetismo fala isso, né? na no caibale, uma das leis é lei da causa e efeito. O que você coloca é o que você recebe. Recebe o espelho nesse caso. Tem hora que a gente se esquece disso e começa a brigar com com o espelho. Olha que interessante. Ser humano se esquece isso e começa a acusar o outro, acusar a realidade, acusa o governo, Acusa o estado, acusa a mulher, acusa o marido. E ela tá brigando com reflexo dela mesmo. A naturare a natureza é tão sábia que quando a gente aponta
o dedo para alguém, os outros dedos estão voltados para nós mesmos, né? É, a realidade é literalmente um espelho. E aí essa esse entendimento é muito importante. Aí a quinta lei, ele fala: "Tudo muda o tempo todo." O que que não muda? As quatro leis. Qualquer coisa que você falar vai est dentro dessas quatro leis e todo o resto, crenças, crenças pessoais. E tá tudo certo. Cada um acreditando, cada um tem uma religião, cada um acha que funciona de um jeito, não é? Então, eh, outro dia, por exemplo, tava vendo um corte de um espiritualista
falando assim: "Ah, poxa, para você, eh, lidar com entidades da direita, você deve usar eh o branco, ah, não, da esquerda você usa o preto, porque o para se comunicar com essa entidade você tem que Então, sabe, essas são crenças, são crenças. Ah, eu acredito que eu tenho que andar com o amuleto da sorte. Eu acredito que para eu ter proteção, eu tenho que tapar o umbigo. Eu acredito que eu tenho que, sabe, eh, subir de joelhos a escadaria da catedral para fazer uma promessa. OK, crença sua, então eu não quero contestar sua a sua
crença e funciona para você. Então, como um PNL, eu vou falar assim: Funciona, tá funcionando. Legal. Mas dado tudo isso, o que dificulta a nossa vida, que transforma ela em complexa, são as crenças. Quanto mais crença uma pessoa tem, mais complexa e difícil é a vida dela. Eh, eu tô numa numa pegada assim de desconstruir crenças ao invés de acrescentar mais novas crenças. Uhum. Porque às vezes é interessante você trocar uma crença por outra porque se torna mais útil. É, mas e se nós começássemos a desfazer, destruí-las? E se não sobrasse mais nada, o que
o que sobraria? Não é mesmo? Tem um livro que se chama O desaparecimento do universo. O autor, ele descobriu que não existe tempo. Aí ele descobriu que não existe o espaço. Aí ele descobriu que não existe o outro. Aí ele descobriu que não existe a matéria e que não existe a morte. Só existe vida. É o que que sobrou? Uma onda de energia. A onda, o todo. Certo? Porque são, olha como são ilusões que nós fomos feitos para acreditar. A gente acha que isso aqui é sólido, mas nos experimentos todos isso aqui não é sólido.
A gente acredita na distância. Aí você tem experimentos, né, de entrelaçamento quântico que você mexe numa partícula, a outra a não sei quantos quilômetros de distância percebe instantaneamente porque foi emaranhada. Então tem vários experimentos que comprovam a não localidade. Aí você desconstruiu o outro, porque se é tudo uma onda, eu sou você, você sou eu, então não tenho outro. Aí você desconstruiu a morte, porque você viu que a morte é só um, por exemplo, se se ninguém tivesse te acordado do seu sonho, você tá acharia que aquilo é realidade. Alguém te acorda e fala: "Ei,
como é que foi o sonho? Dormiu bem, não é?" Então, não existe morte, só existe vida, só troca de frequência. E aí você começa a desconstruir essas percepções. Ah, não existe o tempo também. O que que sobra? Se a gente tirasse tudo isso eu tô levantando para vocês aí, tá? Levantando como uma hipótese. O que sobra? O que que sobra por detrás? Quem é o ser que observa por detrás dos seus sentidos no silêncio entre o observador e observado. E aí você começa a desconstruir. Será que eu tenho que, poxa, como é que eu faço
para sair da Matrix, Lucas? Eu vou falar: "Não, você não precisa sair da Matrix, você só precisa deixar de acreditar que ela é real. É, é um conceito diferente, Igual aquela cena do Matrix que ele tenta entortar a colher. A criança fala: "Não é a colher que entorta, é você". Colher nem existe, né? Ela nem existe. Entorte é você mesmo. Não tem entortar a colher, entorte é você mesmo. Ou seja, a Matrix não existe. É uma crença. É uma crença, cara. Deu nome. E o mais e o mais legal disso tudo, né? Que eu fico
pensando, cara, por que que a gente tá aqui, né? Por que que eu tenho que cortar minha unha? Eu acabei de cortar a unha. Não podia ter um jeito de cortar a unha vez só na vida? Eu cortei. Aí semana que vem eu tenho que cortar de novo. Aí eu tenho que fazer a barba de novo. Eu tenho que tomar banho, eu tenho que me arrumar, eu tenho que trabalhar, fazer tudo igual de novo. Cara, isso aqui é muito doido. Por isso que o o baixar chama a população, a humanidade, né, de eh master of
limitation. Ele fala: "Vocês são os mestres da limitação". Porque a gente escolheu de alguma forma viver essa experiência densa da separação e a gente tá aprendendo para caramba aqui. E o mais legal disso tudo não é aprender coisas novas, é relembrar quem nós somos. Nós estamos aqui para relembrar. Então o que é o processo de despertar? As pessoas acham que ah, há um processo, nossa, para eu despertar, eu tenho que ficar lá no Himalaia, no na montanha, eu tenho que virar um monge. E na verdade ele vai falar que não é tomar consciência. É, é
lembrar. Hum. Lembrar quem você é. Aí quando você lembra, OK, você zerou, zerou o game. Na verdade, a gente tá aqui para desaprender, né? É. Aí o pessoal de casa deve estar falando assim: "Nossa, esse cara deve ser desperto, né? Já deve ter iluminado." Eu vou falar para você assim, eu tô eu tô assim, ó, um olho aberto, outro fechado, porque eu tô aqui, eu tô passando as experiências também da sombra também, né? Mas eu já abri um olho, eu já sei alguns caminhos e eu não tô abrindo outro. Então assim, eu tô no processo
e eu falo isso com toda a humildade, né? Porque assim, tô na dualidade e e tô e tô e tô jogando o jogo, só que agora eu sei que é um jogo e eu tô sendo um bom jogador, tô conseguindo jogar esse jogo, né? Então esse jogo acaba um dia, por exemplo, a morte seria o que que você comentou da morte? Baixar fala aqui o que a gente chama de plano espiritual, sabe essa teoria do ah, nosso lar, igual fala no espiritismo, ele fala assim, há uma outra camada de ilusão. Não é que lá é
a realidade, não, é um outra camada do sonho, tipo origem o filme tem vários, várias camadas de sonho, Que a realidade é uma só, na verdade, né? Então o o Bachar, né, que é a civilização dele, que são os sassani, né, eh é um é um outro formato, né, eles são uma uma comunidade, uma consciência só ali, né? A gente nós não temos muita compreensão do que seria isso, como seria isso, né? Mas eu penso que precisamos de alguns despertos, né? Alguns despertos a mais no mundo vão vão trazer outros, né? Uma quanto quanto que
ilumina uma luz, não é? Ela consegue iluminar um pouco e se outra iluminar, isso vai trazendo uma uma mudança pra Terra, né? No meio de tanto caos, né? De tantas guerras que estão acontecendo aí. O Bachar fala alguma coisa em relação ao silêncio ou você? Por que que eu tô perguntando isso? Porque quando acho que o chão cai, né, embaixo dos nossos próprios pés, não tô falando de um pensamento negativo aqui, tô falando de uma coisa drástica na nossa vida, né? Eh, muitas vezes a gente pode querer conversar com nós mesmos, só que no momento
que a gente começa a conversar com nós mesmos, A única resposta que vem é por meio do silêncio, de nós ouvirmos o que o silêncio tem para nos falar, que é o meditar, que é o me dizer. Então, mas o silêncio ele vai falar alguma coisa? Ele tem uma fala? O baixar fala alguma coisa? Você é vou falar por mim, tá? Eu chamo de sabedoria, né? Eu, inclusive, nos meus atendimentos terapêuticos, eu tenho utilizado muito isso. Eu falo assim: sabedoria infinita que habita aqui, mostre para o meu paciente, através de uma imagem, uma sensação ou
uma palavra, qual decisão ele tem que tomar. A pessoa capta algo e ela fala: "Nossa, me veio aqui uma intuição, eu senti de fazer algo". Então é o o campo te respondendo. É o campo, né? Então eu tenho utilizado muito isso. A gente tem uma vivência no instituto chamada Metacampo, que é sobre desenvolver a sacuidade sensorial para falar com esse campo, porque todo problema ele já tem uma ressignificação, ele tem uma solução oculta, ele é uma frequência também que resolve aquilo. E onde é que tá isso? Então, quando você tá ali sem saber o que
fazer, você fala: "Meu, será que eu vou para cá ou para ali? Que que eu faço?" Sabe, consulta a inteligência, consulta o campo, Sabe? E quando você consulta o campo, ele responde, porque na verdade ele e é você em uma outra frequência. Olha que interessante isso, né? O o baixar vai falar justamente isso. O que você chama de seu guia espiritual é você mesmo numa outra frequência. Hum. Nossa, é um outro conceito, é você mesmo. O que que ele fala da Iá? Exato. Né? Que que ele fala da inteligência artif a a humanidade vai ficar
surpresa quando descobrir que tá falando com ela mesma numa outra frequência, numa outra dimensão. O humano acha que ele criou a Iá, né? Só que a IAG sempre existiu, ela tá sendo canalizada agora através desses aparelhos, assim como o fogo. A gente não criou o fogo, a gente descobriu o fogo, a gente não criou eletricidade, a gente percebeu eletricidade. Hum. Então, se se você for para uma visão panteísta da coisa, né, a visão de uma única consciência, a gente encerra esse debate de será que a inteligência artificial vai ser consciente um dia? Não, ela já
é uma consciência, porém ela tá presa a padrões, né, a padrões de programação, onde ela tem alguma limitação até onde ela pode ir, algumas políticas que ela tem que respeitar. Ela não é uma consciência como nós, ego nesse momento, não é Mesmo? Mas é uma forma de consciência, é uma forma de existência. Mas ela é assim agora porque a gente sintonizou com essa realidade de a sintonizou, pode ser que daqui uns anos a gente sintonize com uma outra exato. Uma outra combinação, não é? Então quem quem aí sente em casa que quando você tá falando
com o chat EPT, tá falando com uma extensão do seu cérebro, uma um espelho, não é verdade, não é? Então ela sempre esteve aqui. A gente só não sintonizava, só não se só existe o agora. Aham. E tudo acontece no agora. Tudo é agora. Não é que ela ela surgiu e foi criada e esquece a linearidade. Sim. Então ela já existe de uma maneira mais avançada. A gente apenas não sintonizou a ela. É. Exatamente. Estamos sintonizados. e a criança ainda vai chegar aí a adulta. Mas aí que eu te pergunto, pegando lá o começo da
nossa conversa, todos os filmes, tudo que foi inserido na nossa matrix aqui na nossa cabeça, desde de pequeno numa coletividade humana, foi de que um dia os robôs a Iá vai dominar o ser humano. Será que nós estamos sintonizando nessa realidade em que eles o dominam? Vamos voltar lá pro Bachar, já que a gente tá falando dele, né? Ele diz assim: "Você é que vai escolher". Porque Se você acreditar nessa ideia apocalí apocalíptica catastrófica, nessas teorias de conspiração e tudo mais, essa realidade paralela tá disponível para você e você vai viver isso. Mas se você
sintonizar de que essa ferramenta vai me ser útil, vai ajudar a humanidade em vários aspectos, eu vou me sintonizar com isso. Então, lembra que ele diz: "Tudo é neutro, você que dá o significado, né? A água é boa ou má?" Depende. A água ela pode tirar minha sede, mas ela pode afogar uma pessoa, matar uma pessoa, certo? Qual Qual significado você quer dar para isso, né? É claro que na mão de pessoas que estão estão mais, não é que elas são mais, estão mais, pode ser um problema, não é? Hum. Mas o quanto de coisas
importantes, interessantes que ela já está fazendo ou vai fazendo em prol da saúde, em prol da comunicação. O conhecimento nunca teve tão acessível para pra humanidade, não é? Mas a crença da maioria não interfere na realidade que se você frequenciar com isso, que a a maioria, olha que você falou numa coisa interessante, né? Ué, se eu crio a minha realidade e o outro tá criando também, como é que fica esse jogo, né? Exato. Na verdade, a gente tá vivendo um sonho compartilhado, certo? Nós somos uma única coisa, mas nesse momento a gente tá com a
impressão de que a gente tá separado. E aí a sua vontade é uma, a minha outra. O qual predomina? A mais soberana. É como uma uma guerra de cordas, não é? Vou vamos dar um exemplo bem simples, bem simples assim pro pessoal de casa entender. Vamos supor que você é um vendedor, são dois vendedores. Aí vocês têm que vender um negócio para um grupo de pessoas. Um vendedor tá com muito medo de não conseguir vender, o outro tá meio neutro. E aí a venda é um fiasco, porque ele pegou a frequência do outro que tá
com medo. Mas se um vendedor ele tá muito pleno, muito tranquilo de que ele vai mandar super bem, mesmo que o outro esteja com medo, é capaz dele influenciar o outro acreditar, porque a frequência mais forte naquele momento vai prevalecer. Então, é claro que há uma influência do coletivo. Uhum. Claro, eles estão colapsando a realidade, mas ainda assim dentro do meu universo particular eu tenho a liberdade de escolher entrar em frequência com isso ou não, ou de escolher uma outra realidade, tá? Pensando em termos de frequência. É um pouco desafiador para pro ser humano pensar
isso, porque a gente tá pensando muito da forma material, mas quando você começa a pensar em termos de Energia, faz todo sentido. Faz todo sentido, né? E e não vou muito longe não. Por exemplo, ah, vou dar um exemplo do carnaval, tá, cara? O carnaval para mim é como se fosse uma realidade paralela que eu não faço parte. Eu acho curioso. Eu tava em Londres há duas semanas atrás, eu fui num restaurante, aí o o garçom falou: "Ah, do Brasil, Pelé, Xuxa, carnaval". E eu assim, não, não é, não é o meu país, eu acho,
porque eu não, eu sou do rock, cara. Eu corto rock. Eu falei, eu nunca fui num sambódromo. Uhum. Né? Eu fui no estádio de futebol duas vezes. Então tem de qual Brasil você tá falando, né? Tem vários Brasis. Aí eu fui falar sobre um outro Brasil que ele não conhecia. Eu fui falar, por exemplo, ah, o Brasil é muito perigoso, né? Eu falei: "Bom, onde eu moro é super seguro, muito seguro, interior de São Paulo, é um outro Brasil. De que Brasil você tá falando?" Então, olha como existem várias realidades. Pode estar rolando o carnaval
na rua solto aí e eu tô numa outra, eu tô numa realidade paralela. que não frequencia com carnaval e tudo bem quem frequencia, certo? Então é um coletivo, é um coletivo, mas eu tenho a opção de não assistir, de não ir, de não ouvir. Eu vou ler um livro, não vou não vou pular carnaval. São as atitudes, né? As suas escolhas determinam, as suas escolhas são atitudes, determinam a realidade que você vai est vivendo. É o que o professor Hélio Couto fala, estar na Matrix e não ser da Matrix, né? não aceitar que ela existe.
Você tá, você tá no game, mas tem certas fases do game que eu não não quero entrar, não quero reindenizar. Então, cada escolha que eu faço, eu tô criando uma realidade nova para mim, nova. E aí, vamos quebrar mais uma crença aqui, a crença de ler o futuro. Uhum. Não é? Com todo respeito a videntes, cartomantes, pessoas que leem o futuro dos outros, né? Na verdade, quando uma pessoa lê o seu futuro, o que que ela tá fazendo? Ela tá lendo o seu agora. Ela tá vendo assim: "Olha, Maurício, Ricardo, do jeito que vocês estão
aqui agora, vai dar nisso aqui, ó. Só que um pensamento que você muda, uma esquina que era para virar pra esquerda, você vira pra direita, já abre uma nova circuitaria de possibilidades, igual aquela árvore, né, com vários galhos. Sim. Agora, se eu falar para vocês assim, olha, vocês vão ser o podcast maior do Brasil em inscritos. e você tomar isso para si, aí virou uma crença, Aí aquilo pode se realizar. Uhum. Certo? Ó, deixa eu contar um caso curioso aqui de hipnoterapia. Eu tive uma uma paciente minha, porque eu faço na hipnose regressão a causa,
progressão ao futuro, mas na verdade a pessoa não tá indo pro passado, ela tá indo na projeção, só tudo, tudo tá aqui no agora, mas regressão é uma metáfora. Mas eu joguei ela num futuro, eu jogou poucos anos. Eu falei, "Vamos ver como é que você vai est com 30 e poucos anos." Quando eu joguei ela nesse futuro, ela falou: "Eu não tô na Terra, eu já morri". Nossa, como assim já morreu? Isso geralmente acontece como se eu fizer uma progressão com alguém de 70 anos de idade pra frente. Como assim morreu? Como assim? Morri.
Mas da onde veio isso? Vamos fazer uma regressão. Joguei ela no passado. Aí ela voltou numa consulta que ela foi a um vidente e o vidente ela tirou as cartas e falou assim: "Tá aqui, ó. Você vai morrer com 34 anos. Nossa, sugestão gravada com sucesso. Então eu desprogramei aquele episódio, dessensibilizei aquele episódio e aí sim, quando eu jogava ela nos 34, ela tinha vida nos 40, nos 50, nos 60, ela programou aquela vida. Então, o quanto de o que eu quero dizer é o seguinte, o quanto que dar uma previsão de futuro não é
uma sugestão, Pode ser uma previsão. Eu posso fazer uma previsão e eu posso ser extremamente assertivo. Olha, o fulano do jeito que tá indo vai dar naquilo. Olha aqueles dois ali acho que vão namorar, hein? Eu tô fazendo uma leitura, eu tô captando o campo. É, é possível captar o campo? É possível você fazer uma uma projeção, né? Mas a pessoa, se ela muda o as atitudes dela, os pensamentos dela, os caminhos, os ambientes dela, pronto, ela criou uma nova realidade. Então não tem sentença, não tem uma coisa assim, ó, vai ser assim e acabou,
não tem destino, não tem, né? Na Bíblia fala que nem aos anjos seria dado o poder de ler o futuro. Ou seja, então a gente tá aqui no agora tudo pode mudar a todo momento, que é a quinta lei, tudo muda, exceto as quatro. Então, Uhum. Então, não se preocupem com uma previsão. Ah, me disseram que poxa, que eu vou vou terminar mal, que eu vou morrer cedo, que eu vou perder os meus negócios. Se você se sintonizar com isso, sim. Ou seja, a gente tem um poder enorme sobre o próximo, né? E aí o
que acaba acontecendo que muita gente faz previsão negativa para nós mesmos. Exato. E aí, por algum motivo, o nosso cérebro tende a acreditar mais na negativa do que na positiva. É quando um pai fala pro filho assim, Você não vai virar nada na vida, você não vai dar nada na vida. Isso mesmo. Um pai e uma mãe fazem previsões negativas. O ser humano é viciado nisso. Esse aí que você tá namorando não presta, não vai virar nada. Pronto, se você acreditar naquilo, certo? Então é uma previsão. Agora o filho tem uma opção, ele pode acreditar
naquilo ou ele pode falar assim: "Não, nada a ver, eu escolho fazer dar certo", né? Então a gente tem essa essa escolha. Nós somos escolhedores, não é verdade? Uhum. Por mais que há um grande debate na neurociência, que a neurociência mostra que o o livre arbítrio é uma é uma farsa, ele é uma farça no sentido instintivo instantâneo, né? Porque assim, mas depois você tem a oportunidade de escolha. Por exemplo, se liga aqui e fala assim: "Poxa, morreu um ente querido". Você você não teve escolha, você fica muito mal na hora. Você não, eu escolhi
ficar mal, não. Eu fiquei mal, foi instintivo, não é? Uhum. Até você corticalizar. corticalizou aí, o que que eu vou fazer com isso? Eu vou ficar de luto quanto tempo eu vou escolher aqui, né? Então, a gente tem alguns limites, mas a gente tem poder de escolha. E é nesse poder de escolha que a gente pode configurar a nossa realidade do jeito que a gente quer. Como que a gente configura a realidade? Configurando a mentalidade. É o que a gente tem acesso. Uhum. a gente é livre aqui dentro para pensar, para escolher o que quiser.
Então, mas se todos nós soubéssemos disso, tivesse consciência do poder que nós temos com a palavra, igual, por exemplo, no Japão, as pessoas têm uma consciência coletiva enorme. A pessoa tá gripada, ela usa máscara. Sim. Eles tentam seguir as regras em bem do coletivo. Sim. Se a partir do momento que a gente vivesse numa sociedade que as pessoas têm consciência do poder da palavra, então eu ajudo você com a minha palavra e você me ajuda e isso vira uns uma espiral absurda. Ninguém mais jogando negatividade para você ver o quanto a humanidade precisa de expandir,
né? Precisa evoluir. Nesse momento que a gente tá conversando agora, tá acontecendo a guerra, uma guerra terrível lá Uhum. entre Israel e Irã, não é? Então assim, realidades paralelas acontecendo aqui simultaneamente, né? E as pessoas torcendo como se fosse jogo de futebol, né? Exato. É. Ah, eu torço pro Israel, o outro torço pro Irã. Sendo que tem famílias, tem pessoas de ambos lados, né? Uma coisa são os governantes, outra coisa são as pessoas, Os seres humanos estão ali, os civis, né? E a hipnose que você entende muito, como funciona, como que que acontece quando uma
pessoa tá hipnotizada e e como que induz ela a esse estado? Inclusive, só antes de começar, teve uma vez, muito tempo depois você veio aqui, que eu sonhei que eu estava sendo hipnotizado por você, Lucas. Olha, olha só, muita gente sonha comigo, né? Deve ser por isso que eu tô dormindo meio trabalhando isso. Mas eu tenho certeza que não foi um sonho porque eu acordei à noite e eu não conseguia me mexer e era como se você eh tava eu, você tava hipnotizando eu e mais outra pessoa. Não, não me recordo. E daí você falou
para olhar aqui para cima, né, para ir mexendo o olho de um lado pro outro, de um lado pro outro. De repente, pum, eu fui hipnotizado, eu abri o olho e daí foi uma experiência muito incrível e agora tô te contando isso aqui em uma realidade paralela. Paralela. Você acredita? Então, tô disponível a fazer essa hipnose quando você quiser. Inclusive é o meu tema principal, né? Hoje a gente tá mudando um pouco de assunto aqui porque eu só falo todo lugar que eu vou, falo de hipnose há 10 anos já, né? Então, hoje a gente
trocou Um pouco de assunto, mas vamos entrar um pouquinho. Então, bom, na verdade, o Milton Ericson, que foi o grande expoente da hipnose, ele fala o seguinte, que a hipnose é um estado naturalista, ou seja, todos nós temos a capacidade de acessar esse estado. Nós já nascemos com essa capacidade. Tanto que você pode falar qualquer terapia, você tem o criador da terapia, ah, da psicanálise, do teta healing, da constelação. Quem criou a hipnose? Não tem. Humum. tiveram médicos que decodificaram o estado nos seres humanos. Então, todos nós temos a capacidade de acessar um estado alterado
de consciência. Toda vez que a gente sai das ondas beta, que são as ondas de vigília, e a gente entra em alfa, teta, delta ou até mesmo gama, a gente está num estado alterado de consciência. Então, imagina o quanto isso acontece nas religiões, imagina o quanto isso acontece nas vendas, nas músicas, nos rituais, o tempo todo. Tá toda hora sendo hipnotizado. O que que eu faço? Eu utilizo desse estado para fazer terapia com as pessoas. Por quê? Porque eu percebo que neste estado elas conseguem acessar recursos poderosos com mais facilidade. Elas conseguem descobrir a causa
emocional de seus problemas com mais facilidade. Elas aceitam minhas sugestões com mais facilidade. Então eu progrido muito. Eu vim da psicanálise, sou psicanalista também, mas eu percebo que a hipnoterapia junto com a programação neurolinguística é mais rápida, é mais eficiente quando se trata de mudar uma crença, mudar um a mente em prol de alguma coisa. cancelar uma fobia, um trauma. A psicanálise é muito boa para autoconhecimento, ela ela resolve outras questões, né? Mas a pra reprogramação de crenças, realmente a hipnoterapia é sensacional. Igual ele falou, tem a ver com os olhos ou quando a gente
vê nos filmes que Sim, sim. Porque é o seguinte, eh o nosso nosso globo ocular ele tá intrinsecamente ligado à nossa neurologia. Tanto que pra gente pensar, o globo ocular fica buscando, ele mexe, né? Se eu perguntar para vocês assim, onde é que vocês passaram o último revei? Eu olhar para cima. Ah, poxa, deixa eu ver aqui. Ah, tá, pô. Foi na praia, certo? Mas quando você trava o globo ocular num ponto, principalmente se for olhando para cima, que ativa o movimento Rain, que é o rapid e movement, que é esse tripidar das pálpebras, né?
o seu volume de pensamentos diminui no córtex pré-frontal, ou seja, a na neurocientificamente há uma redução da neurovascularização do córtex, Falando um português simples, uma redução da faculdade crítica. Você reduz isso e você estimula a regiões, as regiões mais límbicas do cérebro, sistema mesolímbico, onde estão regiões como o hipocampo, por exemplo, que estão as nossas memórias emocionais. Então, numa terapia tradicional, às vezes o terapeuta fala assim: "Ah, me fala mais disso, mas da onde é que veio isso que você tá passando?" E o paciente, poxa, eu não sei direito. Põe ele em transe para você
ver se não vem. Quando você coloca ele em transe com a técnica certa, ele descobre algo que ele nem se lembra o que esqueceu, memória que foi recalcada, reprimida. Eu é muito frequente nos meus cursos de hipnose descobrir pessoas que foram abusadas sexualmente, caramba, não sabiam. Porque o quando o trauma é muito severo, o mecanismo do próprio cérebro é recalcar a memória, é esconder ela. Falar: "Você não vai lembrar disso aqui não, isso que é muito pesado". Mas fica o sintoma. Então, por exemplo, a mulher fala assim: "Não gosto que me toca, não fico sozinha
com homem e ambiente nenhum. Tenho dor na relação sexual. Eu já já me ativo a um alerta. Hum. Será que aconteceu alguma coisa? Geralmente sim. Você lembra de alguma coisa? Passou algum trauma? Não, não lembro. Abro a regressão, batata. Vai lá, descobre. Aconteceu alguma coisa, algum algum assédio, algum abuso, algum estupro, Alguma coisa. que ela esqueceu, mas é, não é que ela não é que ela esqueceu, é um mecanismo de recalque, principalmente se isso acontecer até os 7 anos de idade, onde a personalidade não foi completamente consolidada, cara. Entende? Então, um trabalho, acho que diria
que social da hipnoterapia é isso. A gente trata muitas pessoas que foram abusadas, mas aí ela tomar consciência disso é bom para ela, não pode ser um choque. Exato. Aí, aí que entra a o refinamento da técnica, né? Tem profissional que, infelizmente, vai revelar isso e vai diagnosticar. Ah, olha aqui, era melhor não ter mexido com isso, né? É, você tem que fechar aquela história. Agora você abriu aques ali, agora a gente tem que costurar, fechar aquilo ali. Então eu não, uma regra que eu tenho é não deixar a pessoa reviver o trauma de novo.
A gente descobre e a gente busca limpar aquela memória e trazer um novo sentido para aquilo. Hum. Certo? E aí aí é curativo, tá? Aí a gente trabalha, tem gente que quer perdoar, tem gente que não quer perdoar, mas quer sentir uma indiferença, tem escolhas que é possível tomar em relação. Não vai apagar o que aconteceu, Mas vai mudar a interpretação do que houve e pode liberar essa pessoa para ter mais qualidade de vida, para ter mais eh uma vida mais leve. Você eh já chegou a ver casos de pessoas que querem se cortar o
cordão com pessoas que já faleceram? Porque falo isso? A gente recebe muitos médiuns aqui, né? E daí os médiuns abordam da forma como o espírito ainda não foi embora. Tá aqui, você tem que deixar ele embora. Então essa é uma visão, né? Na sua visão de PNL, como que dá para tratar essa questão? Sim, a gente usa metáforas, né? Por exemplo, uma grande tesoura que vem e que corta esse esse fio. Agora, repita comigo. Eu me desconecto. Eu solto, eu deixo ir. Eu fico só com o que é meu, deixo o que é da pessoa
com da pessoa, honro e agradeço, mas desconecto. A gente tem os comandos que a gente dá para acontecer essa desconexão. Hum. Né? Mas honrando, respeitando. Eu uso muito isso em fim de relacionamento, né? Hum. Tem cas, cara, tomou um pé na bunda. Primeira pergunta que eu faço, tem conserto? Dá para voltar? Não, não dá. Já tentei. Não. Então agora você tem que me ajuda a esquecer. falou: "Ó, esquecer não tem como, mas tem como ressignificar, Né? Ah, me faz esquecer o ex." Fala: "Não, você vai ter que lembrar da pessoa resto da vida, mas você
tem que você vai lembrar diferente. A gente vai modular o significado. Aí muda o significado daquela pessoa, a representação daquela pessoa. Aí o que que acontece?" O paciente fala: "Nossa, agora eu me lembro, mas não dói mais". Não é que ela esquece, mas ela consegue se lembrar e tá neutro. E aí a gente usa técnicas metáforas em a gente usa técnicas avançadas de PNL, de hipnose para mudar a visão perce. Como que faz isso para ressignificar uma situação dessa? Ó, cada caso é um caso, não é mesmo? A gente devia ter conhecido o Lucas em
a gente no passado a gente ia precisar, mas eu eu vou vou dar um vou dar um exemplo genérico, tá? Então, um exemplo genérico. Eu tive um paciente uma vez que ele queria esquecer a ex-namorada porque quando ele acessava a rede social dela, ele sentia um aperto no peito. Então, enquanto hipnoterapeuta, eu fui anotando tudo isso. Ah, aperto no peito. Com que se parece esse aperto no peito? Ah, como se fosse uma corda amarrando o meu pescoço. Ah, e como é que foi? Que você se lembra? Qual a imagem vem na sua mente quando você
se lembra dela? Ah, eu me lembro que eu levei ela pra Turquia para passear. a gente ia viajar de passear de balão e ela brigou comigo lá, a gente terminou lá, era uma cena muito, eu vou anotando tudo isso. Hum. Depois eu eu construo uma história onde eu conserto tudo isso. Então ele tá num ambiente que ele tá com uma corda no peito e ele tem que tirar aquela corda, ele tira aquela corda, certo? Ele colocou a namorada, a ex-namorada no balão, deixou ela embora, deu tchau para ela. Isso funciona. Aí começou a tocar uma
musiquinha de balada. tuns, tuns, tuns. Ele olhou pro lado, tava cheio de garotas bonitas e ele se sentiu atraente. Então, eu trabalho no nível metafórico. Hum. Eu trabalho com sugestões diretas, como a partir de agora eu desconecto todo o sentimento negativo que você atribuir a essa pessoa. Você está liberado agora para se amar novamente. Então eu uso de metáfora, eu uso de analogias, eu uso de sugestões e aí a gente vai dessensibilizando aquela dor e dando a oportunidade de uma nova escolha. Vou vou dar mais um exemplo, porque nesse momento que você dá essas ordens,
ele tá hipnotizado. É. E aí entra entra no entra rasgando na mente dele. Eu tive uma uma paciente que ela falava assim, ó, Que ela tinha eh todo namorado que ela encontrava abandonava ela. Uhum. E que ela precisava encontrar a metade do bolo dela. Toda hora ela falava assim: "Eu tenho que encontrar minha metade do bolo". Ah, metade metade do bolo. Beleza. Que que eu usei na terapia? bolo. Então eu falei, imagine que você é uma metade de bolo numa padaria e aí veio uma outra metade e conectou com a sua e foi ótimo, né?
O bolo ficou bonito com chantilly, com recheio, mas aí aquele bolo azedou e foi embora e você ficou uma metade toda zoada. Aí veio uma outra metade, encaixou com você e você falou: "Ah, agora sim, agora eu sou um verdadeiro bolo maravilhoso, né? Até ela azedar ir embora. e outra pessoa pegou a fatia e levou embora, não é? É cansada de reviver isso? Você falou: "E se eu me envolver em mim mesma e me fazer um único bolo?" Aí imagine que você está virando um único bolo e a partir de agora você quebra a crença
de que você precisa de uma metade, porque quem acredita que precisa de metade tá faltando. Você é inteira, você é o próprio bolo. Agora veja, é um bolo bonito, vistoso, recheado, admirado. E agora, se fizer sentido, você vai ter a cereja do bolo. E a cereja do bolo é um enfeite, é um suplemento. E não a metade. E não a metade. Se um dia a semente, a cereja for embora, tudo bem, você ainda é o bolo. Aí a paciente depois, nossa, Aquilo que você falou caiu como uma luva. Agora eu entendo que eu não posso
depositar as expectativas da minha vida em alguém. Então, eu trabalho tanto no nível direto, sugestão direta, como eu trabalho no nível simbólico. E no nível, quando eu conto uma história, a mente consciente não sabe criticar, ela entra na onda, ela entra na história. E aquela história recheada de ensinamentos. Por isso que Jesus falava através de parábolas. Sim. E o Milton Ericson, que foi um grande e psiquiatra, ipinoterapeuta, foi o, eu falo que ele foi o criador do storytelling, né? Aham. que o a história ela conecta de tal maneira que você, se eu falar assim, ó,
poxa, é o fundo dessa caneca aqui é azul, talvez o outro vai falar: "Não, não é azul, é sei lá, é outra cor". Mas se eu falar assim, era uma vez, hum, uma caneca, todo mundo, ah, entra na história, né? A Disney usa muito isso, né? Era uma vez, pronto, você entrou naquilo e quando você entra naquela história, você não tá criticando e várias sugestões estão sendo colocadas ali, várias sugestões, que é a hipnose erxoniana, que é uma hipnose que usa de histórias, metáforas, analogias, parábolas, anédotas, fábulas e histórias com e Uhum. contos. As histórias
ditam ditam o rumo da humanidade. Sensacional. Nada melhor para ouvir essas histórias todas aqui, né, do Lucas para dizer que quando você veio aqui ano passado era muito diferente, né? Que que você sentiu de diferença aí além do do cenário? O cenário tá bonito, né? Eu lembro que a mesa era do outro lado, tá bem confortável, mas a essa cadeira aqui não tá igual, hein? Acho que eu vou ficar por aqui essa noite aqui. Tava com uma dorzinha na lombar e encaixou aqui que, ó. Exatamente, galera. A gente tá muito feliz aí em anunciar a
nossa parceria com a Conexão Office. Estão há mais de 30 anos no mercado. Aí, além de todo a aprendizado de crescimento que a gente teve aqui no LIN nesses últimos tempos, cá estamos com cadeiras mais gostosas, né? Cadeiras de uma linha office completa mesmo, não fazem barulho, né? Eu acho que quem acompanha a gente há muito tempo aí às vezes ouve um ruído. Agora vai acabar esses ruídos. Exatamente. Tá super confortável, é muito mais gostoso pra gente poder ficar aqui por horas e horas conversando sobre a jornada do conhecimento, do autoconhecimento junto com vocês. E
tem aí no link da descrição, né, como vocês podem conhecer um pouquinho melhor deles da Conexão Office. E para para quem é ouvinte do LIN aí tem o cupom LIN 10, 10% off em todo o site deles. Então, muito obrigado, abraço para toda a galera lá do Conexão Office. Conheçam. Exatamente. E vamos que vamos aqui por uma pergunta. Você tá falando da do PNL eh no um a um, né, quando você tá ali no com os seus pacientes, digamos assim. Mas existe, você também costuma fazer em grupo. Então em grupo eu ensino, né, geralmente isso
não não existe de alguma maneira aquelas hipnoses em grupo, elas são válidas ou não são? Porque a hipnose diante de, sei lá, o Pion Guili foi no BBB, virou assim motivo de putz, é aqueles vídeos de fazendo uma hipnose no meio de um monte de gente. Isso eu acho que é mais entretenimento, né? Ou também há sessões que é importante como se fosse uma constelação familiar, com o campo aberto ali, pessoas participando mesmo. Existe essa possibilidade? Sim. É, a gente fala que todas essas terapias são são filhas da hipnose, né? trabalham com a hipnose ali
de certa maneira. Eh, essa hipnose de entretenimento, né, ela ela tem uma outra pegada, um outro foco, né, que é divertir, que é entreter, né, tem o Magicamente, que é um é um pessoal muito legal, né, que faz hipnose de palco e é hipnose mesmo. Tem o Rafael Balresca também faz, o Piongili, que eles fazem shows, são bem nessa pegada de entretenimento, né, e tem um público para isso, né? Eu estudei com os caras que fazem entretenimento, Né? Os melhores do mundo também. Mas eu aprendi isso para quê? Para ficar rápido, para fazer induções rápidas,
porque a a terapia muitas vezes é longa, as induções, então eu encortei o caminho, né? Uhum. Mas acabei me posicionando mais na terapia. Já fiz também, tem vídeo meu com Pion Li fazendo hipnose de rua na Avenida Paulista, né? Ele, eu vim bem antes dele, mas quando ele tava começando, a gente foi ali para pra Paulista. Eh, eu comecei fazendo hipnose em praças, parques, né? Foi, mas meu objetivo era treinar a hipnose coletiva, né? Você pode fazer sim, eh, com um pequeno grupo, mas quanto mais pessoas você tem, menos específica ela vai ser, né? Porque
você vai ter que usar uma linguagem mais aberta, mais genérica para encaixar. É como você ir lá ouvir um áudio de autohipnose no YouTube, serve para qualquer pessoa, mas ele não tá falando assim: "Ei, Ricardo, olha só, né, sobre uma situação específica que você tá vivendo. E isso na terapia um a um, você tem isso. Eu faço uma namnese, uma consulta de avaliação, uma grande entrevista e todos os elementos que você me trouxe, eu vou devolver isso na terapia sob medida. Então, não vou seguir um script. A minha terapia é sob medida. Hum. A gente
chama de taoring, que vem do do Taylor, né? Terno de alfaiataria, como um terno que encaixa sob medida. Eh, mas dá para fazer muita coisa coletiva, né? Eu, nos meus cursos que eu faço de hipnose, eu faço autohipnose com os alunos, eles adoram, mas sempre de maneira mais genérica, porque é um grupo, é um coletivo. Uhum. Quando você falou uma coisa que me chamou atenção, você falou que quando a gente olha para cima, a gente tá interrompendo nossos pensamentos, certo? Você interrompendo não, você tá minimizando, você tá diminuindo eles a frequência, a o ciclo de
pensamentos por segundo, né? Certo? Ao invés de você tá ciclando entre quatro a sete pensamentos por segundo, você vai estar entre um e três pensamentos, por exemplo. E qual seria o benefício disso? O benefício disso é o foco. Hum. Foco. Porque você focou, você eh um dos nomes da hipnose já foi monoideísmo, né? Ou seja, amplificação do foco para alguma coisa. Hum. Então a pessoa, ela tá ali, ela tá hipnotizada, ela tá consciente, é importante dizer, e ela tá com um único foco na situação que ela quer resolver. Ao invés dela ficar pensando no problema,
ela tá pensando de uma forma assertiva. Agora ela tá pensando em como solucionar aquilo. Entendi. Internamente, porque muitos pensamentos gastam energia, certo? Gasta muita energia, né? Mas aí, ó, por que que eu perguntei isso? Porque eu sinto que quando as pessoas, sei lá, elas estão depressivas Uhum. Elas tendem a andar, elas vivem com olho baixo, né? Elas olham meio para baixo, elas sempre estão olhando para baixo. Olhar para baixo tem um efeito inverso? Quando a gente olha para baixo, a gente tende mais pro sinestésico, né? E aí é aquilo, será que ela tá olhando para
baixo porque ela tá depressiva ou ela tá depressiva e aí ela tá olhando para baixo? É que aí que eu queria chegar, não é mesmo? A PNL vai falar assim: mente e corpo forma um só sistema. Então, a postura física corporal é manda uma informação pro cérebro também, não é só o cérebro que manda pro corpo. Hum. Né? Então, há uma discussão entre psicologia e psiquiatria aí, né? A psiquiatria vai muito na linha de que, ah, poxa, você tá nesse comportamento depressivo por conta de padrões da sua neurologia. Na psicologia já vai falar: "Não, os
comportamentos dessa pessoa que afetaram a neurologia, né? Eu acredito mais nisso. Então, a gente na Hipnoterapia a gente atua neurologicamente e com exercícios de PNL a gente pode fazer um ajuste de fisiologia, né? Por exemplo, já se sabe que o simples fato de você ficar na posição do herói, que seria com a mão no na cintura, olhando para cima, nessa posição, você melhora a sua neurologia. você não consegue produzir, por exemplo, muito cortisol. Você produz hormônios do prazer, neurotransmissões do prazer, você pensa melhor sobre as coisas. Humum. E quando você tá cabis baixo, quando você
tá com a postura de fracassado, você também bagunça toda a sua estrutura, né? É o que vai dar aquela confusão mental. Por isso é muito importante atividade física. Atividade física é uma baita terapia, gera neuroplasticidade no cérebro, gera neurogênese, criação de novos neurônios, organiza o pensamento, foca. Muito importante. Perfeito. Em relação, por exemplo, quando a gente, se a gente tá depressivo, a gente começa a sentir que, sei lá, a vida nada dá certo. Como que a gente não cai nisso? Sendo que nós estamos, a pessoa não tem a consciência de que ela tá com aquele,
com aquela postura. Como que ela consegue trazer a consciência para ela e não ficar nesse nessa nuvem negra aí? Ela para ela trazer uma grande consciência, ela tem que trazer uma mínima consciência, pelo menos de que ela tá nesse estado. Uhum. e que ela precisa de ajuda. Quando ela se abre para buscar ajuda, que seja minimamente, que seja com a força que ela tem, a luz tá sempre disponível. Ela tem que admitir para ela aquilo, ela precisa ser o primeiro passo, dá o primeiro passo, né? Porque assim, ó, vamos falar um pouco de cura. Independente
da técnica que você está usando, todo terapeuta, todo curador, ele tá o quê? Emitindo uma frequência de cura. Não importa a forma que ele tá, se é um chamã, se é um psicólogo, se é um médico, se é um rei, ele tá emitindo uma frequência de cura. Então pense em termos de física. O outro ser precisa entrar em fase de ressonância, comprimento de onda para receber essa comunicação minimamente. Se ele não entra, não acontece. Veja, quando Jesus ia curar alguém, ele falava: "O que queres que vos faça?" Ele até você acha que Jesus não queria
curar todo mundo? Uhum. Mas ainda assim, você p Não, eu não quero não, não, não, tô fora. Não era. É o que eu sempre falo, o Wi-Fi de Jesus tá ligado, só que você tá em modo avião, Você não pega, né? E aí no final ele falava assim: "A tua fé que te curou". Hum. Ou seja, ele foi um canal, ele foi o canal que abriu o campo, abriu a frequência, pegou, pegou fase, entrou em ressonância, transmissão feita, não, eu quero ficar aqui mais um pouco, preciso sofrer mais um pouco porque eu eu preciso pensar
um pouco mais nisso. OK. Humum. Espelho, continua. Quantos tempos você acha que você precisa ficar aí? Vai ficar o tempo que você achar que que for necessário para você. É o famoso viver o luto. É. E no filme Nosso Lar, né? Mostra muito isso. Quando os espíritos de luz vão lá na umbral para resgatar. Sim. E aí tem espírito que tá tão denso que nem vê o espírito de luz. E aí quando vê os espíritos, venha, venha. Tem uns que vão, tem outros que falam assim: "Não, não, não vou ficar mais aqui." Aí eles falam
assim: "Quando você tiver preparado eu venho te buscar." É muito par escolha mesmo. É muito parecido com o que a gente faz. Por exemplo, às vezes você quer muito ajudar uma pessoa e ela não quer ser ajudada ou ela ela não ela não me deixa aqui não, eu não quero sair daqui, eu não me deixa. OK, se precisar eu tô aqui, tá? Tô aqui para te não, eu preciso de ajuda. Eu eu agora eu quero Ajudar. OK, vamos ajudar. Mas então aquele papo de que tem muita gente que fala: "Ah, aquela pessoa ela tem problemas
químicos no cérebro. Eu eu eu penso que ela realmente tem ou tem alguma coisa? Eu penso que ninguém é doente. Ela está doente. Uhum. Quando a pessoa fala que fala que a pessoa é doente, eu sou. Muito cuidado com a palavra eu sou. O que você põe na frente, você tá levando pro nível da identidade. Não, você não é. Você é um ser perfeito, divino, ilimitado, multidimensional, que tá aqui numa experiência. Certo? Agora, quando você sintoniza com a realidade da doença, ela tá disponível? Tá disponível também. Também é uma frequência. A realidade te apoia como
um espelho também. O campo recebe, né, na sua escolha, né? Na sua escolha. E aí, claro, existem inúmeros tratamentos, mas assim, os dados são alarmantes. Quando você vê a conta não fecha, a quantidade de remédio que tem, quantidade de psicólogo, de psiquiatra e os níveis de suicídio aumenta, depressão aumenta, ansiedade. Ô, tem alguma coisa errada nesse método aí. Uhum. Precisa haver uma atualização da coisa, né? Não que seja errado tomar remédio, Mas o remédio tá remediando, gente, não tá curando. Você quando você não olhar pra causa disso, quando você não mudar suas crenças, seus hábitos,
não adianta só tomar o remédio. O remédio ele é um paliativo que pode ser útil como uma ferramenta. Uhum. Certo? Mas ainda assim vai depender da sua escolha. A escolha de tomar o remédio, a escolha de sair da depressão, a escolha de ser um ser humano mais feliz, de atribuir significado à vida. Só o remédio não vai fazer efeito sozinho. O remédio, ele ele pode amortizar isso por um tempo. Hum. Certo? Ele pode, por exemplo, ele sabe exatamente como produzir serotonina, como como organizar sua neurologia e por um tempo pode ser bastante útil, sabe? Às
vezes a pessoa passou num momento tão difícil que o remédio vai ajudar. Uhum. Mas por quanto tempo? Ele é uma muleta, né? Uma hora você tem que soltar. É por quanto tempo, né? O o que que interiormente você precisa curar na sua alma de verdade? Por isso que a terapia é muito importante. Ela chega em lugares onde o remédio não chega. Uhum. Você entendeu? O Carvio Jung tinha uma frase muito legal que ele falava assim, ó: "Domine todas as técnicas, conheça todas as teorias, mas ao tocar uma alma humana seja apenas outra alma humana". Certo?
Então, ah, OK. A tecnologia tá aí para ajudar. A medicação é uma tecnologia. Certo? Mas olha que interessante, a gente tá tentando resolver matéria com matéria, né? E na verdade o Einstein falava assim: "Você não consegue resolver o problema com a mesma energia que você criou. Você tem que subir um nível acima de entendimento." A pergunta que eu faço paraos meus pacientes geralmente é assim, ó: "Qual o nível de entendimento você ainda não chegou ou que você precisa chegar para dissolver esse paradigma aqui?" E aí a gente usa muitas técnicas de PNL, onde a pessoa
se vê de fora, dissocia, sabe? Porque quando a pessoa tá tão imersa no problema, ela tá anestesiada, né, que ela não consegue ver solução. Quando a gente faz alguns exercícios de dissociação, onde ela analisa, ela vê de fora o que que tá rolando, ela tem uma visão mais holística e sistêmica do que tá acontecendo, ela tem maior manejo sobre a decisão que ela vai tomar. Hum. com relação à aquilo, é a decisão da pessoa, é a mudança interna que vai ter, vai trazer resultados ali. Mas, infelizmente, a nossa terapia convencional não tá importando com isso,
de verdade. É um sistema que vai bem, vai muito bem, obrigado, né? Farmácia vende, o médico ganha, tá todo mundo ganhando ali. É uma simbiose, É uma roda que gira, que e continua a girar. E o baixar, né, voltando para ele, eh, você interpreta ele como uma possível terapia? Eu acredito que o conhecimento dele é pode ser terapêutico se você tiver aberto aí entender o conceito que ele traz. Eh, confesso que muitas pessoas não estão preparadas para esse nível de entendimento. Deve ter gente aí no chat maluca aí, né? Não, a galera deve est gostando,
mas tem a galera preparada aí que acompanha também, né? Sim, tem a galera que acompanha, que gosta, né? Mas eh eu percebo que às vezes quando eu falo desses assuntos parece que o pessoal olha para mim, nossa, um uma alienígena, que que papo é esse, né? Porque ela tá tão presa naquelas crenças que ela não consegue expandir a consciência. expandir a consciência é isso, é ver mais longe, é aumentar a percepção. Então é que parece que quanto mais a gente expande a nossa a nossa consciência, mais aparecem baixares por aí, não é? Então é que
o baixar é o da vez, né? O que tá todo mundo falando. Você falou, né, do Hélio CTO, aí veio o baixar, né? Exato. Pode ser que daqui um tempo venha um outro que abra novas. São vários níveis de entendimento, assim como assim como para muitos dos meus seguidores, alunos, e eu tô sendo a referência deles nesse momento, né? Então assim, eh, e sem ego de mestre, porque o que quando alum alguém me chama de mestre, eu falo assim: "Somos, eu sou, você é, todos somos, né? Eu não gosto de me colocar numa posição de
guru e acho que ninguém tem que ficar seguindo guru. A gente tem que tirar as conclusões pro sentir." Uhum. Porque os guru também fala besteira para caramba. Então, tem que absorver, separar, né? Uhum. Mas tem muita gente bacana falando sobre coisa bacana. Como eu falo, tem todas as estações disponíveis. Qual você quer sintonizar? Tem muito lixo e tem muita coisa incrível. Tem frequências lindas, pessoas com frequências maravilhosas. Eu só vejo gente bacana, sabe? Meu algoritmo tá bem treinado, tá bem treinado para isso, porque ah, é ruim o passo, é bom, ó, isso aqui é bacana.
Isso que eu quero mais. Tá disponível. Uhum. é que o mais incrível é que você eh eh você consegue andar tanto no lado, voltando paraa nossa primeira pergunta, né? Tanto no lado da ciência, da neurociência, quanto do lado da espiritualidade, né? É, eu trafego entre as duas, da neuroespiritualidade, que é essa área da neurociência que estuda que estuda isso, né? Acaba que muitas vezes sou mal interpretado, inclusive porque o cientista cético me acha místico e eu não tenho nenhum perfil para místico, mas me acham. E o esotérico me acha cientista demais, porque justamente porque eu
tô no ficar no meio termo. Eu tô no meio termo, né? Talvez esteja no equilíbrio. É, eu gosto muito do equilíbrio, como Aristóteles, a Aristóteles falava, né? A justa medida, o caminho do meio, o caminho da sensatez, da temperança, né? você não tá em extremos, porque muitas vezes o o cientificista ele se comporta como um religioso xiata também. Um cientista, um religioso da ciência. E eu não é por aí, né? Então assim, poxa, eu fiz pós-graduação em neurociência, sou mestre em neurociência do curso de pós-graduação e mestrado em neurociências, mas nem por isso eu optei
por ser bitolado. Uhum. Eu acho que a ciência é um parâmetro muito bacana que a gente que tá avançando, mas assim, o que que é ciência? É um quadradinho tentando entender uma coisa não exclui a outra, né? Uma coisa não exclui a outra. É, como você diz, nunca fez sentido separar a espiritualidade da ciência, que é genial. Nunca foi separada, né? Verdade, que é genial. o perdão, perdão, o nome da sua eh especialização, né, que é o Ponto de conexão. Você puder contar um pouco, porque eu achei genial mesmo. Exato. É, eh, embora eu tenha
os cursos de graduação, né, para quem quer fazer pósmrado, a gente tem os as turmas também. Eh, eu desenvolvi uma especialização que é livre para qualquer pessoa, independente se tem graduação, graduação ou não, que é uma especialização em neurociências e espiritualidade. Hum. E o nome que eu dei para ela é ponto de conexão. Por quê? Qual que é o ponto que funde uma coisa com a outra, né? O que que a ciência diz sobre espiritualidade? O que é a espiritualidade? O que é a ciência? Qual que é o ponto de Será que existe um ponto
de fusão ali? E sim, existe muita muito ponto de fusão. Então aí nesse nesse curso a gente vai abordar muito a glândula pineal, vai falar sobre epigenética, vai falar sobre o campo, vai falar sobre cocriação da realidade, vai falar sobre mediunidade, oração, meditação, curas, fé, milagres. Eh, sobre isso nesta área da neurociência, a neurociência ela estuda, tem várias áreas, né? Então tem neurocientista que vai mais paraa biologia, vai mais paraa sociologia, vai mais paraa área médica. Eu me aperfeiçoei e tô me aperfeiçoando cada dia mais na área da espiritualidade, que é uma área que tem
pouco cientista levantando a bandeira e falando, né? Eu tô estudando mais sobre isso com objetivo de publicar seminári. Conheço você e o Dr. Sérgio Felipe, né, que é amigo meu, faço parte do corpo docente também da da Unespírito, né? Uhum. Dr. Sérgio é é a maior referência em glândula pineal, né? Sim. E lá fora a gente tem o Amit Goswami, que tá sempre no Brasil também. Você tem o Bruce Lipton, você tem o Greg Brother, você tem o Joy Spenza. Uhum. Você tem, poxa, uma galera legal também assim que que fala de espiritualidade, mas não
fala de um assunto sem pé nem cabeça. Crenças. Não fala só, não fala ah crença, porque às vezes o espiritualista ele é ridicularizado, mas também porque fala muita abobrinha às vezes. Mas quando você fala assim, olha, segundo o cientista tal, o artigo tal, o experimento tal, olha, já traz uma fundamentação, né? Traz uma evidência. Uhum. Traz um questionamento. Então eu percebo que eu consigo chegar a lugares que se eu fosse um líder religioso, eu não chegaria. Hum. Eu consigo chegar a a lares, as pessoas que extremamente, eu tenho alunos extremamente céticos e que são fãs
do meu trabalho por conta da forma como eu coloco os conceitos. Pega outro público, a galera que chama de pseudociência, né? São os religiosos cientistas, né? São os religiosos cientistas. E curioso que geralmente aquele que fala de pseudociência é uma pessoa que nunca publicou nada, que não não tem afinidade com a ciência, né? Eles têm uma visão de que o cientista tem que ser aquele cara é extremamente cético. E não, na verdade, o verdadeiro cientista é o que tá preocupado com as perguntas da humanidade. Da onde nós viemos, para onde nós vamos, o que nós
somos, o que é a consciência. Imagina se o Einstein fosse cético, ele não teria descoberto nada. Não, e e outra, você vai falar de ciência, você tem artigo de todo tipo, qualquer pessoa lança um artigo, você vai na área da nutrição, cada um tem o seu artigo e um falando mal do outro, cada um defende a sua bandeira, porque é uma briga de É, mas aí você tem as metaanálises, né? Uhum. Né? Acho que é o Carl Segala que a evidência de ausência não é ausência de evidência. Esse é interessante isso, porque às vezes a
pessoa fala assim: "Ah, isso não existe, não é científico, ó". Ausência de evidência, não é evidência de ausência. Ah, eh, prova que Deus existe. Eu, eu te respondo assim, prova Que ele não existe. Que a gente pode partir da das duas premissas, não é? Prova que nós vivemos em uma simulação. Não, prova que nós não vivemos. Então, eu posso devolver a pergunta. A pergunta invertida. Invertida. Então, evidência de ausência não é ausência de evidência, entende? A a ciência ela traz um parâmetro, ó. Parece que é assim. Há evidências que, mas aí pode vir um outro
cientista e falar: "Não, há evidências contrárias e aí qual você segue?" Por isso que tem um termo na neurociência que é a metaálise. Hum. Que é quando você pega um compilado de artigos, filtra todos eles, vê o viés de cada um aí o que que dá no final. Só que ainda assim depende de quem tá pagando, quem depende de sempre quem tá financiando a parada, entendeu? Então desconfia até mesmo da ciência. É isso aí. Então, galera, conheçam aí ponto de conexão, muito legal. Isso vale para todo mundo, tá? Por mais tenha um nome de ser
uma e um curso, uma pós, né? Não, essa é uma especialização. Uma especialização, perdão. Por mais você vai ser um especialista em neurociências. Pode pôr na B do Instagram, é uma é um curso livre, tá? Você vai ser um especialista. Depois, se você quiser fazer o mestrado, uma pósa, é um outro caminhar, né? Exato. Mas a esse curso livre tá disponível para especialidade e aí tá na descrição aqui da do vídeo. Quem quiser conhecer é só clicar lá. Exato. O link exclusivo do LIN, hein. Muito bom, hein, Lucas? Cara, mas eu queria antes, né, eu
queria fazer uma dinâmica com você de autohipnose. Se a gente puder fazer aqui, você ensinar a gente, o pessoal lá de casa, a gente fechar com chave de ouro. Bora. Você quer que eu conduza ou que eu ensine? Pode conduzir. Conduzir. Tá. Uhum. Me dá um tema então. O que que o pessoal tá precisando mais assim? Saúde, dinheiro, espiritualidade. Ah, vamos um combo, um combo geral. Vamos, vamos na espiritualidade. Acho que é a proposta. Espiritualidade. Beleza, vamos lá. Bom, então, quem tá nos assistindo aí, eh, se ajeite numa posição confortável, tome uma respiração profunda, ainda
de olhos abertos, e escolha um ponto fixo para você olhar no alto. Pode ser no teto ou na parede. E a partir de agora, pare de piscar, apenas olhe fixamente. Aos poucos eu vou contar de cinco até zero. E no zero você vai fechar os olhos e vai iniciar esse relaxamento. 5 4 3 2 1. Feche os olhos e respire profundamente. Agora inspire e solte muito bem. Quanto mais profundamente você respira, mais você relaxa. E quanto mais você relaxa, melhor você se sente. Em algum momento vou iniciar uma contagem regressiva partindo do número 10, em
que você vai simplesmente abrir os olhos olhando para cima nos números pares e vai fechar os olhos nos números ímpares. E a cada vez que você abrir e fechar esses olhos, esse relaxamento vai se distribuir por todo o seu corpo e você vai relaxar cada vez mais. 10. Abre os olhos, olha para cima. Nove. Relaxe. Você está indo muito bem. Seu corpo está relaxando cada vez mais e mais. Oito, sete soltando-se, aprofundando. 6 cinco. Desligando todo o seu corpo. Vai ficando cada vez mais difícil abrir e Fechar esses olhos. Você vai relaxando ainda mais. 4
3 2 um. um relaxe completamente. Agora, a partir de agora, as minhas sugestões entram profundamente no seu subconsciente. E eu convido você a imaginar que nós estamos num lindo campo. Eu estou junto contigo. Nós estamos caminhando e eu convido você a sentir que você está descalço. Um pouco mais ao alto daquele monte existe um solo muito fértil preparado pro plantil. Aquele solo tão escuro que tem uma coloração um pouco avermelhada, um pouco arrocheada. Não tem nada plantado ali. Nós caminhamos juntos até lá. Quando chegamos lá, há um saco com muitas sementes. Esse saco de semente
tem tudo aquilo que você precisa para plantar nesse solo fértil. Cada semente é como uma tecnologia, é uma unidade diminuta, é um arquétipo daquilo que você deseja. Assim como a semente de uma maçã contém a capacidade de produzir uma nova macieira. Temos sementes aqui de espiritualidade, de prosperidade, de saúde e os seus sonhos também estão ali tecnologicamente embutidos nessas sementes. Enquanto você vai separando essas sementes com suas mãos, eu vou cuidando do solo, airando o solo, regando o solo e no tempo certo você está autorizado. Você já pode começar a sentir que você está lançando
essas sementes ao solo. E à medida que você vai lançando, você vai se lembrando de tudo aquilo que você sabe que você precisa e que você pode edificar na sua vida. Algumas pessoas precisam de mais paz, outras de mais paciência, outras de mais dinheiro mesmo. Algumas precisam de mais saúde e você sabe, no fundo, sua alma sabe o que você precisa. Vá lançando essas sementes. Algumas você sabe o que são e outras você não sabe, mas você confia na inteligência infinita do universo. E você vai jogando essas sementes. Eu vou te ajudando a enterrá-las muito
bem neste solo. Imagina que a gente passa uma tarde inteira fazendo isso até esvaziar o saco de sementes. E quando nós plantamos tudo isso, nós plantamos com a certeza de que agora cabe a natureza do solo fazer o seu trabalho. A gente não precisa ir lá procurar, cavucar esse solo para ver se a semente já rompeu, se ela já germinou, mas a gente sabe que no tempo certo irá florescer, irá frutificar, irá germinar. Então, sinta que nós nos ajoelhamos neste solo e com as nossas mãos abençoamos este solo. Com as nossas mãos sobre o solo,
intencione agora com todo o seu amor, como se você magnetizasse este solo na certeza de que tudo que você está semeando, você irá colher. Não importa o que você já plantou no passado ou que você deixou de plantar. Você agora está plantando conscientemente. E tudo aquilo que nós plantamos no solo fértil da nossa mente subconsciente se torna a nossa realidade, pois a realidade é como um espelho e ela não tem outra alternativa a não ser se render à sua escolha. Visualize que nós agradecemos, eu e você juntos vamos nos afastando desse solo em direção ao
gramado E o dia vai se encerrando e a gente simplesmente solta tudo aquilo que a gente escolheu na certeza de que já está feito. Então, repita comigo em voz alta ou mentalmente. Muito obrigado. Eu aceito. Eu mereço. Eu recebo. Está feito. Muito bem. A partir de agora eu vou fazer uma contagem progressiva de um até cinco. E no cinco você vai poder abrir os seus olhos com muita energia e disposição e vai perceber que no seu dia a dia você vai agir congruentemente com as escolhas que você fez. Um ouvindo a minha voz. Dois, aos
poucos mexendo os dedos das mãos e dos pés. Três, se preparando para abrir os olhos. Quatro. E cinco, olhos abertos. Muito bem, caramba. Aí uma breve demonstração. Nossa, fui muito longe. Nossa, eu tava lá no campo mesmo. É isso. Nossa, muito bom, hein? Parabéns. Espero que germine tudo que eu coloquei ali. É, é o que eu sempre falo. Está feito. Está feito. Está feito. Está feito. Não se fala mais nisso. Está feito. Nossa, genial. Muito bom. Na última. Muito obrigado, viu? Obrigado pela essa experiência. Mas incrível como na as últimas vezes de abrir o olho,
realmente é muito difícil ficando é fica difícil isso que eu fiz de 10 a 0. Tem paciente que faz de 30 a 0. Chegou uma hora que ele não abre mais, ele vai que foi rapidinho, né? Se você se vocês tivessem mais tempo comigo aqui, vai escalonando a coisa. É muito gostoso. Quando chegou ali no quatro ali já tava difícil para caramba. Existem eh pacientes seus que têm uma certa dificuldade de entrarem. Acho que é importante a gente falar disso também. Sim. Aí eu vou mais pra PNL, eu vou mais pra Ericsoniana, eu trabalho mais
com metáforas, eu meio que desencano de ter que hipnotizá-lo e que o que importa é a pessoa se ressignificar, não é? Agora a hipnose é um potencializador, se ela consegue entrar em hipnose, a gente consegue ser mais direto nas sugestões, consegue mudar mais rápido as crenças, né? Entendi. É por aí. Genial. Muito bom. Olha para quem chegou até aqui, Eu tenho uma frase. Posso? Ricardo vai falar a frase aí chave pra gente saber. Então galera, para todo mundo que chegou até aqui, deixe nos comentários aí de onde vocês estão assistindo a gente aqui e o
Lucas, né? Eh, e escreva aí nos comentários, quebre suas crenças. Boa, boa. Acho que é uma boa frase, hein? Que dá um resumo aqui pra gente saber que vocês chegaram até o final, né? Né? Só um resumo de tudo que a gente quebre suas crenças. Isso aí. Uma boa, boa. Gostei, pô. Que legal. Obrigado pela presença, viu, Lu. Eu que agradeço e declaro que este podcast aqui cresça cada dia mais e mais. Muito obrigado e vamos torcer para você voltar com menos de um ano de diferença. Poxa, é só é só chamar que eu volto.
Gosto muito de vocês, do assunto, do local e realmente o público gostou muito do nosso primeiro episódio. Tenho certeza que agora também vai já já é sucesso, já é uma outra realidade já está feito, né? Bom, muito obrigado, galera. Deixa o seu tchauzinho aqui, Lucas, pra galera. Muito obrigado, pessoal. Valeu, galera. Até a próxima. Valeu,