[Música] Olá pessoal tudo bem Chegamos na nossa quinta aula do nosso curso de TCC para crianças e adolescentes a gente já passou deu uma introduzida em todo aspecto teórico conceitual em conceitos importantes fisioterapia cognitiva comportamental em como aplicar esses conceitos com crianças e adolescentes então agora na última aula nós vamos ver técnicas em TCC que são utilizadas com crianças e adolescentes quando a gente está falando de técnica nós estamos falando aí de ferramentas de estratégias que são padronizadas E sistematizadas então são técnicas que vem muito bem descritas E se eu ler eu consigo aplicar e
você quando ler vai conseguir aplicar também dentro da terapia cognitiva comportamental principalmente na infância e na adolescência nós temos aí muitos técnicas muitas estratégias e procedimentos que vão ser voltados para o uso na intervenção terapêutica então nós temos hoje um leque de opções muito grande de técnicas a serem utilizadas então existem aí diferentes técnicas de procedimentos que tem como objetivo tornar terapia mais acessível e efetiva tanto para criança quanto para o terapeuta então elas vão servir como ferramentas facilitadoras para o nosso processo de intervenção mas Lembrando que o nosso processo de intervenção não é só
o uso de técnicas envolve aí muitas outras coisas dentro da nossa intervenção então do relacionamento com a criança de como a gente conduz das nossas conversas das nossas brincadeiras que podem não estar delimitadas pela técnica mas nós temos hoje artigos de pesquisa nós temos livros nós temos jogos específicos baseados na teoria da terapia cognitiva comportamental Então o que não falta hoje é técnica que a gente possa procurar e utilizar muitas estão aí bem flexíveis então na internet você encontra ou no Instagram Você tem sites que vendem artigos que vendem jogos voltados com técnicas da TCC
voltados à teoria da TCC Mas além disso nós temos também livros que trazem essas técnicas dentro da maioria dos livros de terapia cognitivo comportamental na infância e adolescência entre os capítulos Mesmo sendo mais teórico Você já consegue encontrar algumas técnicas aí para serem utilizados Mas além disso nós temos muitos livros que são especificamente sobre técnicas então eles são inteiros sobre técnicas para crianças e para adolescente eu trouxe aqui o exemplo de três desses livros Então vou dar um zoom rapidinho para vocês conseguirem ver o nome para quem tiver anotando então nós temos técnica em terapia
cognitiva para criança e adolescentes nós o terapia cognitiva com crianças e adolescentes aportes técnicos e nós temos o técnicas em terapia cognitiva comportamental com crianças e adolescentes esses aqui inclusive ele é bem recente Se não me engano de 2021 é um livro que é um pouco mais Custoso Mas ele é muito grande ele é recheado de técnicas para se utilizar na TCC com crianças então nós temos aqui e esses São só alguns exemplos de livros forças podem encontrar Como eu disse Além disso vocês podem achar em artigos de Pesquisas vocês podem achar na Internet vocês
podem achar nas redes sociais algumas técnicas sempre exemplificadas Então hoje o acesso a esses procedimentos tá bem mais facilitado e existe aí muitas opções Então por que que a gente pode utilizar né Porque que a gente deve utilizar aí dessas técnicas Lembrando que não é a intervenção não se resume as técnicas Mas elas vão ser muito úteis Então nós vamos utilizar os técnicas para aumentar o engajamento no processo terapêutico porque essas técnicas geralmente elas trazem os conceitos da TCC e as demandas ou serem trabalhadas de uma forma mais lúdica mais acessível para criança e para
adolescente então isso faz com que a criança se sinta mais envolvida no processo te mais engajada e aumento sua motivação a gente utiliza também para compreender sobre o que acontece quando se entra em terapia então além de fazer ela voltada Só Para as demandas da terapia então para falar sobre ansiedade para trabalhar habilidades sociais para trabalhar agressividade a gente pode utilizar as técnicas que trabalham o ensinamento sobre o que é psicoterapia o que vai ser trabalhado Na psicoterapia o que que é terapia O que que é conceitualização de casa o que que é o modelo
cognitivo que são aquelas técnicas voltadas aí a psicoeducação até mesmo do próprio processo terapêutico vai favorecer então a construção da Aliança terapêutica Vai facilitar aí no que a gente tem chamado durante o curso de vínculo terapêutico então nessa dinâmica de interagir com a criança de tornar as abordagens mais didáticas mais lúdicas envolventes para ela isso tudo está ajudando a gente a estabelecer o vínculo com essa criança e aumentar então essa relação de aliança terapêutica mas não só isso nós temos técnicas específicas também para trabalhar o vínculo terapêutico então acaba que o vínculo é fortalecido mesmo
que indiretamente quando você tá utilizando aí de técnicas mais didáticas mais divertidas mas também a gente pode procurar por técnicas sejam especificamente para isso E aí a gente pode utilizar as técnicas também para treinar a criança e a família para o desenvolvimento de um novo repertório emocional cognitivo e comportamental de uma forma acessível E ilustrativa então as técnicas elas não são restritas apenas ao uso terapeuta criança existem técnicas que envolvem os pais então você vai aplicar em conjunto com os pais e você pode auxiliar os pais aplicarem outras técnicas em casa e isso tudo vai
ajudar e a criança desenvolver uma nova desenvolver as habilidades relacionadas às emoções aos pensamentos e aos comportamentos dela então quando a gente estiver lá como nosso objetivo por exemplo lidar ansiedade com base dessas com base nessas técnicas a gente pode ensinar ferramentas para que essa criança consiga lidar com essa ansiedade de uma forma mais divertida de uma forma mais ilustrativa quando ela tiver em casa a gente pode ajudar esses pais a orientar a criança a lidar com seus sintomas quando estiverem em outros ambientes fora da terapia Então ela tem muitas utilidades a utilização então de
diversos diversos recursos e na terapia com as crianças e com os adolescentes relacionadas com as próprias técnicas da abordagem proporciona aí uma riqueza de instrumentos pode incluir em sua prática esses recursos podem ser adquiridos em lojas especializadas então em lojas especializadas ou mesmo confeccionados pelo próprio profissional muitos jogos e dos recursos que a gente vê é podem ser adaptados para o próprio profissional fazer ao invés de precisar gastar aí um dinheiro maior em um jogo mais mais caro então é por exemplo você pode fazer uma atividade para ensinar um modelo cognitivo em folha você pode
fazer e plastificar imprimir colorido recortar para criança poder montar com as emoções também a mesma coisa você pode ter cartões em que a criança desenha as emoções aí depois você pode plastificar E aí usar esses cartões com essa criança já que foi ela mesma que produziu você pode fazer desenhos deixar colado na parede com as emoções para que a criança identifique cada um Você pode imprimir você pode fazer jogos e aí assim na internet hoje em dia a gente tem aí muitos tutoriais de como fazer materiais terapêuticos de como fazer esses jogos que a gente
pode utilizar na terapia então é utilizar aí da Inspiração da criatividade e deixar a imaginação ajudar nesse processo mas ah não tenho habilidade artística não consigo cortar uma folha em linha reta não vou conseguir confeccionar um recurso então você pode Procurar por lojas especializadas que vendam esses recursos hoje nós temos aí uma opção maior de loja não só de lojas Mas também de páginas nas redes sociais que vendem recursos terapêuticos e que são dos mais diferentes possíveis mais criativos possíveis para trabalhar muitas demandas então dá para dar e procurar sondar pegar uma inspiração na internet
confeccionar seu próprio recurso vai aí da habilidade e da criatividade de cada um bom Essas são algumas sugestões de recursos que tem alguns livros de terapia cognitivo comportamental com crianças e aí coloca em Quais etapas do processo terapêutico mais comumente a gente vai utilizar esses recursos então para compreensão do processo nós podemos utilizar livros de histórias figuras ilustrativas fantasias desenhos construídos com o próprio cliente com o próprio cliente né com a própria paciente uso de metáforas ou fantoches E aí essa compreensão do processo é por exemplo quando a gente explica o porquê que a criança
está na terapia O que é feito na terapia Porque que a gente tem que identificar os nossos pensamentos e coisas assim nós podemos também ter recursos para identificação dos problemas e alguns se repetem então livros fantasias jogos terapêuticos materiais lúdicos filmes então por exemplo a gente viu alguns recursos na última aula que são utilizadas Principalmente nos até de metáforas que não tá aqui mas que a gente também pode utilizar para identificar Qual que é o problema então recursos materiais Como por exemplo pedir para crianças escrever a carta por terapeuta psicoeducação das emoções a gente vai
ver mais um pouquinho sobre a psicodução mas é isso aí da aquisição de habilidades então para a gente ensinar sobre as emoções registro de diário de emoções e aí você pode comprar pode procurar na internet para imprimir ou pode fazer um modelo de do que seria um diário de Emoções aí para criança em que ela pode colocar como ela tá se sentindo durante o dia além disso nós temos livros que trabalham sobre emoções e baralhos tem aí o baralho das emoções você pode mesma coisa tentar criar um ou comprar algum que já tenha isso sendo
que já tenha sido feito jogos terapêuticos materiais lúdicos personagens imagens filmes para identificação de pensamento mesma coisa registro de pensamentos livros baralhos músicas filmes e para identificação de comportamento mesma coisa o objetivo aqui é nós temos aí como adaptar recursos para todas as etapas do processo terapêutico Então seja para explicar o porquê que a criança está na terapia para que que serve a terapia seja para ela tentar identificar Quais são os problemas que a gente vai trabalhar seja para elas social aos pensamentos os sentimentos seja para ela identificar os comportamentos dela e ver como que
ela pode modificá-los então em todo o processo terapêutico a gente consegue utilizar de recursos criativos E aí isso é importante da gente ter consciência dentro da terapia cognitivo comportamental porque é aquilo que a gente tem falado aí durante todo o curso muitas vezes as crianças não conseguem passar pelo processo terapêutico só por meio da fala só conversando falando sobre esses problemas suas tristezas e alegrias Então a gente tem que ir aí pensando em outras formas de abordar os temas da terapias demandas a serem trabalhadas que vão para além da conversa então as técnicas é para
tornar a terapia um livro de receitas já sabemos que não já sabemos que a TCC não tem essa ideia de ser um livro de receitas então é importante que a gente como terapeutas que a gente se atente a cada família a cada criança e acaba com o texto eu disse que a palavra contexto ia se tornar repetitiva né se tornar até cansativa aqui para gente então é por causa disso porque sempre algo a se levar em consideração quando a gente está falando de formulação de casa quando a gente estava falando de como a terapia cognitiva
comportamental interpreta as pessoas de como a gente está de quando a gente está falando sobre como estruturar a sessão e de quando a gente está falando sobre o uso de técnicas em tudo isso em todos esses passos da terapia cognitivo comportamental é importante que a gente tenha aí uma análise do contexto desse sujeito único dessa criança a única que a gente está atendendo E aí a gente tem que se adaptar ao caso então que nós estamos atendendo muitas vezes nós vamos ter uma técnica que na descrição da técnica é para ser feita por meio de
escrita mas a gente sabe que a nossa criança tem dificuldade de escrita porém a proposta da técnica seria útil Então a gente vai adaptar essa técnica para talvez a formulação de desenho ou para conversa ou para interpretação com bonecos Então a gente vai fazer essa adaptação aí de acordo com o caso que Estamos atendendo da mesma forma não é porque uma técnica ela é considerada como boa para em casos de ansiedade que ela vai servir para todos os casos de ansiedade muitas vezes a gente tem que ver se aquela técnica vai trazer mais prosa do
que contra nesse momento da intervenção E aí perceber que não para essa minha criança essa técnica hoje não vai funcionar então vou procurar uma outra ou eu vou ter que adaptar bastante para não fazer dessa forma então é preciso que a gente tenha aí esse senso crítico quando tiver escolhendo as técnicas que vamos utilizar o terapeuta precisa desenvolver as próprias habilidades de forma a se tornar sensível a demanda de cada criança e sua família a gente fala muito no aspecto do que a gente tem que desenvolver na criança né O que que é importante da
gente colocar na criança mas não podemos esquecer que a gente tem envolvido aí também as nossas próprias habilidades como terapeutas então é importante que a gente esteja também sempre em constante auto-reflexão e autoconhecimento como profissional para que a gente consiga se tornar aqui ó a gente consiga se tornar sensível a demanda de cada criança e de sua família então é aquilo que a gente chama numa linguagem comum assim de fato eu preciso desenvolver no Tato para lidar com essa demanda para lidar com essa criança para eu conseguir me tornar sensível ao ponto de perceber o
que que o que que não funciona o que que eu preciso eu tenho que acolher mais eu posso ser um pouco mais distante eu preciso reforçar constantemente elogiar sempre é uma criança que já estranha Então já não elogio tanto eu dou mais elogiadas mais disfarçadas então a gente vai aí se tornando sensível às necessidades de cada um que a gente está atendendo E aí levar em consideração o que a gente já viu na formulação de caso Então não é diferente aqui idade repertório da criança então o que que ela tem de habilidade tanto de linguagem
como cognitivas por exemplo contexto familiar como são sócio-econômica e etc Então não é um livro de receitas né amor a moral da história é que não é um livro de receitas a gente tem aí muitos fatores que vão estar nos ajudando a determinar se a gente vai utilizar uma técnica ou não Por mais que ela seja padronizada tem aí um manual do que que a gente tem que fazer no uso dessa técnica a gente precisa ir ter um critério muito mais sofisticado para escolher se a gente usa ela ou não E como que nós usamos
a sua técnica ou não e entra no ponto também que é importante quando a gente fala do uso de técnicas que é não só o ensinar essa técnica para criança mas também em ensinar quando aplicar e como aplicar E aí nesse ponto a gente tem a diferença entre a psicoeducação e a psicoterapia para o livro para cá para nossa para nossa base teórica E aí no final eu vou mostrar para vocês o livro que foi a base desse curso a maior base nesse curso eu mostro para vocês ele diferencia então aquisição de habilidades na aplicação
da habilidade a aquisição de habilidade está relacionada então com a psicoeducação que você conseguir adquirir e habilidade a aplicação de habilidade está relacionado com a psicoterapia que você conseguir colocar em prática Então a hora a hora perfeita de você utilizar as técnicas da terapia cognitiva comportamental é justamente quando a criança tá nervosa quando tem lá aquele sentimentos negativos quando a criança tá tendo um momento de ansiedade quando ela tá experienciando sentimentos negativos pensamentos negativos é o momento certo para a gente colocar as técnicas em prática então em alguma outra aula lá atrás eu comentei sobre
isso que a gente tem que conseguir também Aproveitar esses momentos em que a criança tá aí tendo contato com esse sentimentos negativos por exemplo para utilizar para aplicar as nossas técnicas Então não é só pegar e ensinar para criança Olha quando você tiver triste você faz conjunto aqui de respiração quando você tiver triste quando você tiver um soro Respira fundo usa essa técnica de relaxamento não a gente tem que conseguir Quando acontecer isso em terapia aplicar essa técnica naquele momento mas aí é o que acontece né duas coisas primeiro que muitas vezes as situações que
geram esse desconforto acontecem fora da terapia e a gente não tem muito controle sobre aplicação dessa técnica e aí Cabe aí uma então cabe uma conversa com com os pais então orientar esses pais para que eles consigam aplicar Mas acontece também que muitas vezes a gente foge disso quando vê que a criança está experienciando alguma coisa ruim a gente tenta modificar tentar desviar a atenção dela para esquecer para melhorar e esquece a gente mesmo esquece de aproveitar essa oportunidade para colocar em prática o que a gente tá aí conversando com ela falando em teoria então
é o momento perfeito e até porque as próprias crianças esquecem de aplicar essas habilidades então elas mesmas esquecem na hora que tá ansioso na hora que tá triste na hora que tá com raiva de por exemplo fazer a técnica de respiração ou de contar até 10 ou de conversar expressar o seu sentimentos geralmente elas tendem a fazer aquilo que elas já estão mais acostumada e seja chorar seja fazer birra bater a porta do quarto e acabam esquecendo de aplicar o que é trabalhado na terapia então é muito importante a gente encorajar a criança a utilizar
suas técnicas quando ela tiver passando por esses momentos aí que são de nervosismo de preocupação de sentimentos negativos mas também orientar os pais sobre como eles vão ter esse papel importante fora da situação então Ah rapaz você percebeu que a criança está começando a ter uma crise de ansiedade eu ensinei essa técnica para ele tenta aplicar também então quando ele começar a sentir ansiedade orienta que ele Ó tem que lembrar de respirar fundo de contato 10 de fazer x y z Então os pais muitas vezes podem ajudar e a gente nessa aplicação de habilidade bom
então psicoeducação é aquisição dessa habilidade geralmente não é algo difícil a criança consegue adquirir essa habilidade com facilidade então a gente ensina as crianças os conceitos e as informações psicologicamente relacionadas Então a gente vai mostrar para criança que a o que ela está sentindo se chama ansiedade e aí nela se manifesta nesse sintoma nesse sintoma que ela sente no corpo nesse sentimento que ela tem dentro dela nesse pensamento e nesse comportamento então a gente ensina para ela esses conceitos essas informações e a gente falou E aí o que que você pode fazer quando sentir a
gente ensina Pode respirar você pode fazer técnica Ah você pode fazer técnica B vamos tentar para ver qual que funciona e aí ela aprende aí a psicoterapia então é quando na psicoterapia Nesse contexto é o primeiro ponto que a gente vai começar a aplicar essa habilidade Então vamos testar aqui agora Como que é que a gente respira ó vamos fazer esse teste igual aqui no vídeo a gente inspira por 3 segundos segura por três segundos solta por três segundos Então as crianças elas são encorajadas a recorrer essas habilidades quando está emocionalmente perturbadas Ah você sentiu
que tava nervosa na escola vamos tentar aqui ó faz essa técnica respira quando você tiver nervosa você tenta fazer essa que aí te Acalma O que você acha vamos tentar fazer E aí você vai encorajando a criança quando aparece dentro do contexto da terapia para ela aplicar né então uma situação Então ela relatou alguma coisa passou por alguma fase para alguma coisa na escola e quando ela relembrou ela ficou ansiosa ficou preocupada ficou nervosa a gente já super aproveita para fazer essa aplicação já dentro do contexto terapêutico então é até melhor porque a gente consegue
ver o que que funciona e não funciona para essa criança enquanto acontece fora a gente vai propor a técnica e ela vai ver e depois vai depender do feedback dela se sua técnica funcionou ou não então quando acontece já no contexto de terapia é melhor porque a gente já faz esse treino já viu isso aqui deu uma esfera você achou que isso aqui deu menos Ah então isso aqui a gente não faz vamos tentar fazer diferente e vai adaptando mas de qualquer jeito quando a gente tá aí nesse contexto da psicoterapia quando a gente está
aplicando essas habilidades que foram adquiridas por meio da psicoeducação então é o que eu falei só aquisição ela geralmente não é complicada ela é ensinada de forma gradual e Clara As Crianças e as famílias Então a gente vai adaptar a linguagem vai adaptar o processo vai adaptar como que a gente ensina e a criança vai acabar aprendendo a maioria adquirir as suas habilidades com facilidade O problema é a aplicação por causa desses motivos que aí a gente já citou então é preciso utilizar nos momentos em que a criança tá emocionalmente excitado então tá e não
sente muito assado para aplicação dessas habilidades e as crianças precisam de oportunidades de fazer essa prática então estamos fora da terapia vamos orientar os pais a incentivar também em casa vamos encorajar a criança na sessão de que para ela vai ser bom fazer esse esse essa técnica de relaxamento que para ela vai ser bom fazer essa técnica de respiração vou me incentivando isso e aqui temos algumas técnicas algumas eu vou explicar outras eu não vou explicar mas vocês podem procurar porque pelo nome Vocês conseguem achar algumas E aí temos técnicas mais amplas que envolvem várias
outras então categorias amplas que envolvem várias técnicas e temos técnicas mais pontuais então por exemplo temos o treinamento de relaxamento A sensibilização sistemática temos aí técnicas relacionadas ao treinamento das habilidades sociais regulação das emoções controle de contingencias programação de atividade para os verosa avaliação de vantagem desvantagem teste de evidência Mudança de Comportamento Então quando vocês compram os livros que que possuem as técnicas Essas são algumas pessoas que vão estar citadas lá mas como eu falei não é explicitamente só nos livros exclusivamente Aliás só nos livros Então temos canais do YouTube por exemplo que apresentam aí
técnicas de relaxamento técnicas de respiração para crianças aí você pode utilizar isso também na sessão mostra o vídeo para criança faz a técnica junto com ela e aí deixa o link com a mãe manda o link para mãe essa criança tiver celular manda para a própria criança para Que ela possa ir treinando em casa incentiva isso então nem sempre você vai estar precisando comprar algum brinquedo muito caro algum jogo muito caro muito elaborado Às vezes você pode utilizar aí de outros recursos que estão mais acessíveis Então vamos falar um pouco do treino de relaxamento é
uma técnica comportamental que pode ser aplicado para vários problemas mas principalmente utilizado para ansiedade para raiva então vai envolver você tem que ensinar e relaxar grupos de músculos específicos e aí a gente tem toda uma um roteiro aí de sugestões de como fazer isso então por exemplo sessões cinco segundos de tensão para 20 de relaxamento o roteiro tem que saber qual o desenvolvimento da criança esse relaxamento tem que se tornar envolvente divertido para criança e aí tem algumas técnicas específicas dentro do treino de relaxamento como por exemplo a técnica das 10 velas então a criança
imagina 10 velas acesos que ela vai ter que apagar com o poder da respiração dela E aí nisso ela é instruída a pagar uma vela de cada vez inspirando e respirando ela visualiza a vela na frente dela inspira assopra para visualizar para imaginar aí que ela tá apagando essa vela então quando ela faz isso estimula as crianças a respirar mais fortemente Então esse uso da Imaginação acaba estimulando aí a criança se dedicar mais na atividade e isso mantém a criança cognitivamente ocupada e envolvida na atividade enquanto elas trabalham então nessa visualização tipo eu tenho que
contar as 10 velas e apagando as mais velas ela tem menos tempo para ficar lá ruminando algum pensamento aí disfuncional que possa estar acontecendo na mente dela então tá ansiosa tá tendo pensamentos negativos vamos fazer essa técnica de relaxamento inspira E aí se concentra hein são 10 velas você tem que visualizar a vela e apagando uma por uma E aí conforme a criança tá concentrada nisso a mente dela se dispersa daqueles pensamentos disfuncionais que ela tava tendo e isso aí também ajuda a relaxar outra técnica é a da sensibilização sistemática é um procedimento da análise
do comportamento utilizado para diminuir medos e ansiedades a gente combina dois elementos então estímulos que geram a cidade que gerou a ansiedade da pessoa com uma um agente que aqui a gente na comportamental a gente utiliza o termo a gente contra condicionante que é algo que vai causar relaxamento então que é o contrário daquele condicionamento que gerou naquela aprendizagem que gerou o medo Então nós vamos ter esses dois elementos e o que que a gente faz a gente divide Aliás ela serve para dividir classificar e reconhecer todos os aspectos do medo da criança a gente
vai pede para ela classificar tudo dentro daquele medo que ela tem que possa produzir esse medo então eu tenho medo muito forte de cachorros Então a gente vai pedir para essa criança definir tudo sobre cachorros que dá medo delas tem medo de cachorro de pelúcia e se você ver um cachorro na TV e se você ouviu o latido de um cachorro e você vê um cachorro de brinquedo isso é um cachorro grande um cachorro pequeno então a gente vai classificar tudo isso e depois vai definir em uma hierarquia daquilo que ela tem menos medo porque
ela tem mais medo E aí a gente começa então a intervenção com a exposição dessa criança né e indo expondo ela por pelo item mais baixo da hierarquia então aquilo que ela disse que vai causar menos medo nela Então eu se eu ver um ursinho de pelúcia de cachorro eu não fico com tanto medo Ah então a gente começa por aí e depois a gente vai evoluindo E aí qual que é o processo a gente vai instruir então a criança a relaxar e imaginar uma cena agradável quando ela tiver relaxada a gente apresenta o primeiro
item então o que que a gente tem aí algo que é relaxante né que é contra condicionante para ela e algo que é aversivo que é o que provoca essa ansiedade esse medo então se a criança ela apresenta essa ansiedade quando ela tem contato com esse item ela instruída a levantar um dedo frademente e aí se for relatada ela é instruída parar de imaginar a cena e retornar a uma cena A Outra cena agradável então por exemplo Tô tendo lá o contato com cachorro me senti ansiosa então vamos parar e volta lá para aquela cena
agradável que te deixou relaxada aí vamos tentar de novo e a gente vai tentando fazer nesses posição E aí conforme a criança vai ter no domínio sobre essa cena a gente vai dando um passo acima na hierarquia Então já consigo lidar pensar em brincar com cachorrinho de pelúcia Ah então agora vamos ver se você ouviu o latido de um cachorro ou próximo item da hierarquia dela se for ver um vídeo com um cachorrinho filhote Então a gente vai fazer a mesma coisa E pareando é isso que tá sendo agressivo para ela com algo que vai
causar relaxamento e é até ela conseguir lidar isso porque Qual que é a ideia é a gente mudar o significado negativo que tem por exemplo o cachorro então o ursinho de pelúcia de cachorro ele provoca sentimentos de ansiedade como a gente com essa técnica a gente vai fazendo com que esse significado de ansiedade vai modificando e associe com o relaxamento Então esse é o processo da sensibilização sistemática e aí aqui como a gente tá vendo no desenho A gente parte do que é o menos assustador para o que é mais assustador por exemplo o contato
até a criança como cachorro mesmo em si conforme a criança for se sentindo preparada ela vai evoluindo na escala aí de medos que ela mesma ajudou a construir essa é uma técnica que a gente tem que tomar muito cuidado para aplicar tanto para aplicar ela de uma forma correta que não cause muito mais medo na criança quanto para verificar se essa criança nesse momento da intervenção vai vai ter benefícios utilizando essa técnica então que a gente já falou eu preciso identificar se para essa criança essa técnica parece ser adequada Ou você só vai gerar mais
ansiedade na minha criança e ela não vai querer vir para terapia Então tudo isso precisa ser estudado a outra técnica do Who Play a o roplay a gente muitas vezes já escuta falar em outras abordagens ou escuta falar em outros contextos entende que a gente está falando aqui de uma interpretação Então ela é uma técnica que é utilizada a proteína de habilidades sociais e ela evoca sentimentos e Pensamentos que são importantes então durante esse interpretação muitos pensamentos de sentimentos eles são trazidos à tona e a gente consegue trabalhar eles então a gente consegue lidar eles
quando a gente fala que de habilidades a gente pode estar falando de diversas situações então por exemplo situações com os amigos em que a criança precisa aprender a se colocar melhor ou situações de comunicação que ela tem que apresentar um trabalho em sala de aula tudo isso a gente vai poder ir treinando por meio do Google Play na sessão para deixar crianças se sentindo mais fortalecida para enfrentar suas relações sociais então a gente tenta trazer apresentações sejam os mais realistas possíveis Então não vamos viajar muito aí na nossa interpretação a gente vai tentar manter fiel
com o que é criança é mais provavelmente vai encontrar no ambiente aí do dia a dia dela então a fim de obter uma boa informação de fundo sobre o personagem que estão representando E fazer perguntas específicas a gente vai se realista com que aquele personagem que eu tô interpretando Faria perguntaria e agiria E aí eu posso perguntar para criança né Ai o que que você acha que sua professora falaria O que você acha que a sua mãe falaria como ela se comportaria e a gente vai criando o nosso personagem então ao desempenhar aí o papel
de um amigo do pai ou do professor a gente precisa saber coisas sobre esse personagem que a gente está representando podemos pedir essas informações para criança mas se for uma pessoa que causa sintomas de ansiedade que causam sintomas negativos ela pode ter aí uma visão que não é muito fiel porque ela tá sempre com medo de ser maltratada por essa pessoa então por exemplo ela tá sempre achando que a professora vai tratar ela mal e dar uma bronca nela independente do que ela faz mas às vezes não é isso que vai acontecer então a gente
tem que ter uma noção mais realista também de quem é essa pessoa então a gente pode pedir exemplo para criança de coisas que essas pessoas poderiam dizer então como eu disse a forma como elas reagem seus maneirismos coisas que aparecem ou não para a gente dando aí é um molde para o nosso personagem é tudo uma aula de atuação aqui no play é realmente é interpretação de cenas dessas situações aí que que são relacionadas com as demandas da Criança e aí geralmente isso a gente tem um problema que exige a intervenção do Google Play acho
que ele circunstâncias são aflitivas para criança então a gente tem que tratar dessas questões aflitivas no nosso na nossa interpretação Então essa esse exemplo que a gente deu que eu dei da professora que vai dar bronca na criança quando a gente for fazer o Play da professora com a criança a gente não vai fazer numa situação que só positiva a gente vai fazer nessa situação aí que gera aflito que gera nervosismo para criança então vamos supor que é quando ela tem que apresentar o trabalho então a gente vai fazer uma interpretação de uma cena em
que a criança Tem que apresentar o trabalho para que se a professora que causa medo dela E aí a gente pode fazer na voltando no Play ainda a gente pode pedir para criança primeiro fazer o papel da professora e a gente faz papel da criança para mostrar um modelo de como ela pode se compor se posicionar E aí pedi para ela avaliar o que que ela achou do nosso papel e depois inverter ela faz o papel da criança a gente faz da professora o controle de contingência é muito voltado para técnica analítico comportamental para terapia
analítico comportamental então quando a gente está falando de contingência a gente está falando de um relacionamento né de dependência aí entre o comportamento e suas consequências aqui vai focar mais nessa questão entre o que a pessoa faz né então o comportamento e qual que é essa consequência que ela tem quando a gente está falando do controle de contingência a gente tá falando de especificar Quais são as recompensas que vão fazer com que a gente com que esse comportamento permaneça ou Se fortaleça aconteça com mais frequência e aí a gente vai começar a escolher Quais são
os comportamentos que a gente quer que a criança mantenha Quais são os que a gente não quer e com base nisso a gente vai começar por exemplo a recompensar aqueles comportamentos que são as desejados que a gente quer manter e contribuir né tentar diminuir enfraquecer os comportamentos que não são os que a gente quer então comportamentos novos aí os autores colocam né que comportamentos novos mas adaptativos são estimulados pelo oferecimento de Recompensas por seu surgimento então a criança faz algo a gente recompensa e isso fortalece esse comportamento então quando a gente tem aí comportamentos mais
adaptativos a criança sempre pede doce chorando ela pede um brinquedo ela pede qualquer coisa que ela queira chorando Então a gente vai ensinar ela que se ela pedir falando ou apontando é mais adequado então Quando surge este comportamento e ela pede apontando pede falando a gente vai e oferece uma recompensa para esse comportamento para fazer com que ele aconteça novamente enquanto isso né a Contramão os comportamentos problemáticos são diminuídos pela remoção ou não ocorrência desses reforçadores dessas recompensas então de novo lá na comportamental para quem já teve essa aula né a gente está falando aí
de reforçadores de punição de extinção é geralmente os pais têm uma noção disso mas algumas vezes não então a gente pode fazer esses arranjos com eles para Olha só se ele fizer tal coisa você elogia você fala que parabéns você em alguns casos né você oferece algo em troca mas se ele fizer isso aqui que é o que você não quer reforçar aí você vê que é porque ele quer atenção dá uma ignorada ou você não dá o doce porque pediu chorando a gente vai fazendo essa relação a isso então e vai negociando o que
que vai entrar no nosso arranjo Então qual que é o procedimento nós vamos identificar quais comportamentos queremos ver mais e quais queremos ver menos e aí a gente vai identificar eles em como eles acontecem qualquer natureza deles qual que é a frequência então eles acontecem todo dia três vezes ao dia toda hora ele já acontece em toda semana então é uma frequência é um comportamento de uma frequência muito alta e realmente a gente tem que modificar é um comportamento de uma frequência é muito baixa o que que tá acontecendo aí e aí a duração então
é uma birra por exemplo que dura cinco minutos que dura uma hora como que aqui tá esse comportamento a gente vai descrever esse comportamento e a gente vai estabelecer Então essa relação aí que a gente chama de relação de contingência você então e vai começar a recompensar pequenas aproximações do comportamento alvo então a criança não pediu chorando apontou Ah já é uma porcinação a gente dá o que ela pediu porque ela pediu de uma forma adequada da próxima vez ela pediu apontando e falou dá e a gente entrega da próxima vez ela pediu falando que
que ela queria Então a gente entrega também mesma coisa com comportamentos que sejam que não envolvam necessariamente por exemplo ensino de habilidades então a criança que não quer fazer lição de casa mas aí a gente vai incentivando ela vamos vamos então só lê faz duas questões Amanhã você faz o resto a criança senta faz os boas questões aí você vai lá e elogia então o comportamento mais próximo do que a gente quer que é que ela faça toda a lição de casa então a gente vai reforçando e fortalecendo isso então a gente desenvolve depois tarefas
graduais realizáveis ou seja se é uma tarefa que é muito difícil para criança cumprir ela muito provavelmente não vai fazer isso de primeira Então a gente vai fazer um pequeno espaços para que ela consiga ir alcançando e se sentindo motivada bom programação de evento prazeroso é uma outra técnica que é usada para aumentar e o nível de reforço positivo então dessas Recompensas dessas coisas boas positivas na rotina diária da criança bem como para ativar uma criança inativa ou seja para aumentar e a motivação né dessa criança então a gente pode utilizar um programa que lembra
uma agenda e colocar por exemplo os dias da semana e os horários e aí preenchendo com as atividades que a criança vai tentar fazer que são reforçadoras que são prazerosas que são boas para ela então a gente programa Essas atividades agradáveis em conjunto com a criança a gente pergunta para ela o que que ela acha que seria legal que ela iria gostar de fazer quando que na agenda ela pode fazer isso e a gente vai montando essa agendinha e essa programação de evento prazeroso Mas aí o ponto que é o mais delicado disso é que
a gente tem que conseguir o compromisso da Criança e da família para realizar Essas atividades que foram propostas então se você sabe que é uma família que tem pouco tempo e não vai conseguir engajar muitas atividades pontua uma ou duas no horário que seja possível sabe que é uma criança que não tá conseguindo fazer muita atividade ao ar livre porque ela tá muito deprimida normal consegue sair de casa ponto atividades que ela possa fazer em casa mas que sejam prazerosas Então vai adaptando isso de uma de uma forma que a gente consiga chegar o mais
perto de ter uma certeza né de obter esse compromisso aí de que a criança é a família vão tentar vão executar essa atividade então ó crianças deprimidas elas não vão ter motivação para se envolver E aí vai exigir um esforço considerável para ajudar ela completar a tarefa então a família tem que estar muito engajada aí nesse processo para tentar motivar essa criança a fazer a tarefa né atividade que foi combinada e pode se pedir que a criança avalia o humor dela antes e depois da atividade até para criança ir percebendo como aquilo gerou emoções positivas
e foi bom para ela foi prazeroso para ela e fui mostrando que vai valer a pena né Isso vai reforçar ela fazer a atividade mais vezes e avaliação de vantagens e desvantagens nesse mesmo esquema de escolher uma tarefa e a gente vê o que que tem de vantagem O que que tem de desvantagem de desvantagem é uma balança né então a gente geralmente faz isso no nosso dia a dia qual que é o pro e o contra de eu fazer outra coisa de eu tomar tal decisão E aí com as crianças não é diferente a
gente pode utilizar na intervenção de resolução de problemas então a gente avalia as vantagens e as desvantagens não só de atividades mas das escolhas da criança nos comportamentos dela e das decisões que ela toma então se eu decidi não fazer minha lição de casa Quais são as vantagens e quais são as desvantagens então isso tudo vai estimular a criança examinar os dois lados de uma questão e decidir aí o que que ela vai fazer com base nessa essa avaliação isso quer dizer que ela vai muitas vezes de todas as vezes me sentir fazer a tomar
a decisão que a gente também pensa que é o correto não mas o ponto aqui é que ela vai começar a ter essa reflexão sobre o que é vantajoso o que é desvantajoso e tomar a decisão baseado nesses aspectos mais Concretos e não numa decisão mais impulsiva ou baseada talvez em pensamentos automáticos aí que ela tenha então é mais para fortalecer nessa autocrítica essa auto-reflexão da Criança e aí esse é o objetivo né É que as crianças considerem conscientemente ambas os lados de uma decisão se no final elas não tomar decisão que a gente queria
que elas tomasse já é outra história Então a gente vai definir a questão sobre a qual a criança que é obter né é a sua visão de positivo e negativo né o que que vai ser vantajoso e desvantajoso e a gente vai começar a listar o máximo de cada lado o máximo de vantagem o máximo de desvantagem então a gente pede para criança se ela conseguir escrever ela mesmo escreve se ela não conseguir ela fala e a gente pode preenchendo para ela a listinha para depois até apresentar e ela vê se tem mais vantagem se
tem mais desvantagens se essas vantagens são mais fortes importantes para ela do que a desvantagens E aí ela toma decisão dela então a gente revisa também essa lista Então o que torna isso uma vantagem O que torna Isso é uma desvantagem o quanto que essa vantagem vai durar o quanto quer ser desvantagem vai durar o pão é importante para você isso ou não é importante e aí ela considera esses pontos para chegar na conclusão então um exemplo fazer a lição de casa na frente da televisão vantagens fica mais divertido tem mais tempo de ver TV
e não fica tão entediado desvantagens já não consegue se concentrar tanto demora mais porque faz mais interrupção e não tem um bom lugar para escrever ou colocar os livros de papéis com base nisso a criança vai tomar decisão dela e é assim para nós adultos fica muito fácil dizer olha a vantagem então É menor né Vamos ter mais desvantagem vamos fazer a lição então na mesa lá no seu quarto mas pode ser que para criança isso não interfira tanto então às vezes a gente a gente também tem que lidar com as nossas frustrações aí porque
a criança não tomar decisão que a gente tá esperando o que a gente acharia que seria correta para ela mas esse nem é o ponto o ponto é ela mesma identificar essas vantagens e desvantagens bom Essas são algumas técnicas como eu disse nós temos aí vários livros vários materiais com outras técnicas E aí dá para vocês aprofundarem mais olharem com mais atenção algumas buscarem outras e conhecerem aí o mundo que a gente tem de técnicas o ponto é que não é a técnica só descrição da técnica que vai garantir que ela vai ser bem sucedida
é como a gente consegue se adaptar para aplicá-la para colocar em prática que vai aí ser um grande fator determinante e o quanto a gente conhece da nossa criança né do nosso caso para saber que essa técnica é adequada para ela então Essa foi a última aula do nosso curso é um curso para vocês terem uma noção sobre a terapia cognitiva o comportamental com crianças e adolescentes existem aí muitos estudos e muito assim aprofundar nessa área então espero que vocês tenham pelo menos essa com essa pincelada que a gente teve uma noção maior da abordagem
de como ela atua e qual que é a sua linha de raciocínio e que isso motive a buscar pela terapia cognitiva o comportamental como uma abordagem para atender crianças e adolescentes bom eu deixei algumas contatos meus e é isso muito obrigada