[Música] bom dia boa tarde boa noite a todos que nos acompanha de qualquer canto deste planeta nós estamos começando mais uma edição do icb em paa o programa jornalístico do Instituto de Ciências biomédicas da USP o icb USP o icb em pauta é uma realização do núcleo de comunicação do icb que a gente tem os trabalhos técnicos do Márcio Vilar a produção da Ana Carolina guerra a coordenação do Altamir Souza e a direção do Professor Carlos Taborda que é também vice-diretor do icb Eu sou José Roberto Ferreira jornalista da acadêmica agência de comunicação parceira do
icb na sua divulgação Científica e também institucional bem nós estamos no mês de novembro do ano de 2024 e o mês de novembro ele tem um um uma característica eh eh social eh extremamente importante para pra vida nacional que é o mês em que nós temos a semana da Consciência Negra e temos o dia da consciência negra que é o dia 20 de novembro eh para tratar desse assunto com a gente para nos falar eh eh conversar com a gente sobre eh essa questão relacionada à consciência negra nós temos a participação do jornalista Antônio Carlos
v o v Ele está na USP na área de comunicação desde 1985 atualmente ele é editor da sessão de diversidade e inclusão do jornal da USP e ele também apresenta produz e apresenta junto com a jornalista roxan ré um podcast os novos cientistas em que eles entrevistam cientistas da USP a respeito de sua dos seus projeto de pesquisa quinto Muitíssimo obrigado por est aqui conosco Olá José Roberto tudo bem Eu que agradeço e como permita-me uma correção Sim claro eu estou na úp desde 1995 ah 95 tá desculpa não tranquilo tranquilo tranquilo eh Bom espero
espero ter uma participação positiva porque confesso que não é comum essa situação né para mim então para mim é uma novidade Então vamos lá é o jornalista né ele tem essa essa questão né ele ele ele entrevista né muito né o quinto já deve ter entrevistado centenas milhares de pessoas durante essa trajetória dele mas quando a gente se vê do do de frente paraa câmera né o o jornalista então ele fala Opa né não tô confortável etc mas Esso só no começo né Daqui a pouco S daqui a pouco o o o quinto nós já
estaremos absolutamente tranquilos aqui tá certo o quinto eh você é editor então né da sessão de uma no jornal da USP diversidade inclusão em que estão implícitas as questões raciais né então eu queria o quinto que você me falasse por favor da perspectiva do Jornal do jornalista o que que é essa sessão bom a a sessão de de a editoria no caso né de diversidade inclusão do jornal da USP ela foi criada há 2 anos né e me deram essa incumbência de tocar essa editoria então o que a gente faz é evidenciar eh as iniciativas
da universidade e não só da Universidade mas iniciativas de da da da dos demais setores né da comunidade USP que vão no sentido de incentivar de eh possibilitar a diversidade e a inclusão eh não só na questão racial mas também na questão da da das deficiências de um modo geral eh das questões do do público LGBT que a mais enfim a nossa editoria ela procura evidenciar eh eh e noticiar né noticiar e evidenciar eh situações de todos os lados porque a demanda realmente é É gigante né a demanda é muito grande e existem eh necessidades
que a USP ainda Precisa satisfazer existem demandas que a USP ainda Precisa eh atender Então nesse sentido e o que a gente faz é realmente é dar voz né a todo de a toda a toda a comunidade USP de uma forma geral quando o assunto é diversidade e inclusão uhum o quinto e e me di uma coisa assim qual foi uma matéria ou algumas matérias que você fez que você achou assim que contribuíram bastante eh porque eu acho que qualquer matéria qualquer nota né que que que seja feita é uma contribuição agora o O que
que você destacaria como uma ou algumas matérias reportages que você fez que contribuíram mais com com a essa perspectiva racial dentro da do jornal da USP dentro da da Universidade Bom José Roberto o que que acontece eh uma delas me chamou muita atenção porque nós enquanto repórteres né Eh eu sendo editor mas ainda busco lá eh faço minhas buscas minhas das minhas matérias enfim e a USP é um acervo riquíssimo de pesquisa você sabe disso tão bem quanto eu a USP é um acervo riquíssimo de todos os temas eh recentemente eu falei com alguns alunos
aí de uma universidade particular e eu disse a eles o seguinte a USP entre entre oito pesquisas quatro pelo menos que você identifique na USP você fizer uma busca entre oito pesquisas quatro pelo menos versarão sobre essas questões de diversidade ou inclusão de alguma forma e eu encontrei uma pesquisa eh eu não me lembro o nome todo da pesquisadora Mariana Mariana a me fugiu o nome desculpe e que ela ela avaliou ela analisou Em que momento a Universidade de São Paulo foi fundada qual era o contexto da sociedade brasileira e qual era o contexto do
negro naquele momento e qual era o contexto Mais especificamente falando da Imprensa Negra naquele momento inclusive ela cita no trabalho dela né uma parte de um de um discurso trecho de um discurso do se eu não me engano do Mesquita é Júlio de Júlio de Mesquita isso um dos fundadores da USP né que ele infeliz proferiu lá um discurso né que dizia assim muito vou dizer muito simplificadamente né bom agora estamos em plena República acabou a escravidão que faremos com com esses com essas pessoas negras né Mais ou menos isso inclusive depois eu vou deixar
com você José o linka pesquisa que ela é muito interessante né Eh eh e e para você ter uma ideia de de de quanto eh eh da gravidade daquele momento né infelizmente eh a pesquisa nos leva a entender que a USP fez parte de uma de um projeto né de branqueamento da Nação até a USP ela fez parte disso de um projeto Isso é o que diz a pesquisa tá pesquisa mostra isso a USP porque o Brasil viveu esse projeto de branqueamento depois da escravidão né e tudo isso que eu falo eu eu eu eu
digo porque eu fico muito feliz com a minha profissão porque tudo isso que eu digo eu aprendi de justamente entrevistando esses pesquisadores historiadores né Eh pessoas que foram lá buscar a a verdade da história porque o que o que nos foi ensinado lá atrás não foi isso uhum né os negros foram escravos e ponto final veio uma mulher branca e o e os libertou ponto final não foi isso a gente sabe que não foi isso e essa pesquisa em particular ela ela fala muito sobre eh ela aborda essa questão mostra o cenário na época mostra
o projeto da USP Qual era enfim eh E com o tempo isso veio Mudando mudando Mudando mudando até que estamos na USP como como estamos hoje essa essa pesquisadora eu eu posso buscar o nome dela aqui posso tentar ó título da matéria eu consegui localizar aqui fundação da USP foi parte do processo brasileiro de construção social da raça nos anos 1930 né E aí diz aqui em 1934 no Brasil enquanto vigoravam projetos de branqueamento da nação uma elite com pensamento racista concebeu a Universidade de São Paulo como mostra estudo da faculdade de educação da USP
Então veja você eh uma matéria que me emocionou muito sabe uma matéria que me informou muito eu aprendi Eu costumo dizer aos pesquisadores o seguinte ao final das entrevistas muito obrigado porque eu eu me sinto privilegiado de ter tido aqui contigo uma aula particular e é isso que acontece né nessa nossa profissão eh é isso que acontece pesquis o nome dela é Mariana Machado Rocha então eu consegui achar essa pesquisa consegui fazer essa matéria ficou uma coisa muito boa fiquei muito orgulhoso dessa matéria e e fiquei emocionado te confesso Porque para mim foi um aprendizado
muito grande uma outra que eu vou te falar também rapidamente que foi o dia eh foram duas matérias que eu fiz eh relacionada ao samba né Foi quando nesse ano acho que em abril desse ano o governo federal instituiu eh o dia da mulher sambista dia da mulher negra e sambista uma coisa assim e eh nós optamos nós tivemos a ideia de fazer na pra nossa editoria uma matéria de repercussão vamos vamos avaliar aqui com pesquisadores da universidade qual a importância de de de se instituir uma data como essa né então a gente conversou com
conseguimos achar de novo estudos pesquisas que falavam sobre a mulher negra sobre o samba a Musicalidade da mulher negra enfim e o nome dessa dessa Leia é Ivon Lara se eu não me engano o dia da mulher sambista em homenagem a dona Ivon Lara e aí também foi uma matéria que que nos deu muito prazer porque a gente a gente conversou com pessoas não só da Universidade mas de fora da USP uma a deputada aless Brandão com uma filha do Candeia como enfim algumas mulheres representativas do Samba pesquisadoras que uma pesquisadora em particular que estudou
eh a o protagonismo das mulheres negras nas escolas de samba então ficou uma matéria muito rica uma coisa muito legal uma coisa também que me deu muito prazer e um outro uma outra questão também uma outra pesquisa tudo a par foi a partir de uma pesquisa eh um estudioso músico que decidiu analisar parte da obra daquele compositor carioca o Candeia o Candeia foi uma uma uma ele teve uma expressão dentro da música dentro do Samba muito forte né então lá atrás ele já denunciava Olha a escola de samba tá mudando tá perdendo as suas características
está E aí a gente Além de falar da da da do estudo em si né também consultamos eh pessoas de dentro da USP inclusive o radialista Moisés da Rocha eh entre outros pesquisadores e eu pude também fazer um USP especiais né sobre essa pesquisa que ficou muito bacana e o Moisés colaborou com a gente com aquela aquele vozeirão dele né sim Moisés da Rocha é então são são situações né e e assim vem desde 95 a gente trabalhando nesse sentido e agora e agora com maior possibilidade de de se evidenciar Tais estudos Tais pesquisas essas
iniciativas eh algumas iniciativas também algumas Produções Produções que a gente conseguiu fazer em vídeo né Eh na nossa editoria que ficaram muito ricas ficaram muito f muito boas uhum maravilha então quinto Eh você tá falando essas experiências né eu eu digo que que a a a divulgação Científica no Brasil feita por jornalista é é quase uma militância né e e acho que o jornalismo que você faz no jornal da USP hoje eh nessa editoria eu acho que é uma militância também né quinto eu acho que é uma é um portanto é um é uma é
uma é uma atividade profissional mas que te dá a possibilidade de eh ter uma atuação vamos dizer política né Eh dentro dessa questão racial né Muito bom eu acho que isso é um um uma fonte de prazer para você também né o quinto eh você colocou então a que a origem da USP né Eh agora a a vai fazer tá com 90 anos né Eh como é que você vê hoje né a Universidade de São Paulo eh como é que a a USP trata hoje como é que como a comunidade eh uspiana eh vê hoje
se comporta hoje em relação à questão da consciência negra ou a questão do racismo eh no contexto da Universidade bom eh eu sempre vou falar por minhas experiências Sim claro e pelas minhas observações eh eu tenho visto eh iniciativas positivas né Eh do lado institucional por exemplo a gente tem aí a pró-reitoria de inclusão e pertencimento eh uma pró-reitoria que já chegou e e chegou trabalhando chegou chegando como dizem né então a gente vê muitas iniciativas dessa PR Reitoria eh nós temos feito eh em nossas eh na nossa editoria nós temos nós estamos produzindo aí
um algumas matérias especiais que tratam das iniciativas de inclusão e pertencimento nas unidades da USP então o que que acontece eh a gente tem percebido que o lado institucional ele tá tentando apoiar eh eh o outro lado da questão ou seja eh os coletivos de parte de alunos o atendimento a docentes negros e enfim de uma forma geral a gente vê que eh esses coletivos existem esses coletivos estão atuantes esses coletivos estão reivindicando esses coletivos estão tendo um apoio dessa prip Na medida do possível porque é difícil a gente percebe também que é difícil você
atender a tud de uma vez né É muito difícil mas eh eu enquanto jornalista enquanto vamos dizer assim um observador privilegiado eu tenho notado que existe o esforço existe o esforço como parte desse esforço a própria criação de uma editoria dentro do jornal da USP e para tratar desse tema né isso também é um progresso é um é um é um Isso faz parte do olhar atento que a nossa superintendência de comunicação social teve Então esse olhar atento que se instituísse dentro do jornal essa editoria e eh eh a questão ela é muito grande a
demanda é grande então a gente tem que realmente sabe pelo que eu tenho observado as coisas não não irão se resolver de uma hora para outra a gente sabe que no âmbito de uma universidade do tamanho da USP eh aos contrários ainda há pensamentos retrógrados ainda né há pessoas que ainda são contra a USP ter adotado o sistema de cotas há pessoas infelizmente né que ainda não compreenderam Exatamente esse momento mas eh o que a gente eh o que eu posso te dizer é que é um momento satisfatório é um momento bom e o que
eu sempre falo com os colegas aqui eh se você hoje for um dia almoçar no Bandejão da USP você vai notar nitidamente a diferença Néia te perguntar isso quint assim olhando para quando você chegou na USP 1995 e hoje hoje eh 30 anos depois praticamente né quinto E você acha que a USP foi se tornando mais o ambiente da USP foi se tornando mais preto sim sim está se tornando e eh como eu digo eu vejo isso de maneira positiva e e a tendência é isso aumentar né E esse protagonismo por exemplo de alguns docentes
negros hoje que a gente vê hoje não se via lá em 1995 eram poucos né eh como é que eram poucos era não eram de repente evidenciados ainda são poucos né ainda são poucos na minha opinião e e e esse e esse a a a coisa só vai realmente atender totalmente a demanda quando isso quando a a quando esse bolo aumentar digamos assim né quando esse fermento realmente agir Outro dia eu tava conversando até com o professor Denis lá da ECA e é o que ele me eu eu participei de um evento com ele e
eu dizia o seguinte que a preocupação além além da frequência maior de estudantes negros e estudantes negros da Periferia eh eh além dessa frequência eh seria legal compreender o que eles estavam fazendo com essa com esse eh com toda Tod toda essa todo esse conhecimento né adquirido então eu me lembro que o professor professor Denis Ele tem iniciativas lá na Eca que justamente se preocupam com isso ou seja eh eh tirar da USP esse conhecimento não tirar mas pegar esse conhecimento adquirido na úp e levar lá para pra origem dele né levar paraa Periferia E
isso tem tem dado alguns resultados mas é o que eu falo Zé Roberto tudo é ainda é pouco isso é minha opinião enquanto observador bom mas de qualquer maneira pode-se dizer que a USP do ponto de vista racial da consciência racial eh e e de iniciativas e posturas em relação à questão negra que a USP está atraindo o seus fundadores né O que nesse ponto de vista é muito positivo né Essa Traição é positiva né sim sim sim e a USP ela tá respondendo a exigência histórica né Uhum né como respondeu lá atrás eu acho
que atualmente também ela tá tentando responder a exigência histórica e espero que em breve tenhamos aí eh essa essa essa questão seja mais Eh Ou seja eu acho que a nossa Classe A classe dirigente da USP na minha opinião no meu entender ainda carece né de de de dirigentes negros mas tudo a seu tempo eu acho acontecerá isso acontecerá uhum temos temos Quadros bases dentro da Universidade então isso acontecerá ainda eu tenho certeza disso Beleza o quinto partindo agora para uma perspectiva para um Horizonte mais amplo da sociedade brasileira não é eh do ponto de
vista Nacional do ponto de vista da amplitude da sociedade como é que você tá vendo está vendo eh de políticas públicas e tal como é que você tá vendo o o o a evolução da sociedade brasileira em relação à consciência racial eh no caso aqui a Raça Negra Olha da mesma forma eh eu acredito que também há Progressos né Eh só que no meu entender existe uma uma uma situ que é muito difícil de de você quebrar essa barreira eh eu vou falar um pouco do meu caso da da do meu das minhas percepções né
Eh eu enquanto criança confesso que demorou para eu me entender como uma pessoa negra para eu entender o que era o porqu havia havia certas dificuldades né Foi difícil me entender claro eu tive uma um grande um grande aprendizado com meus pais tive um grande aprendizado com meus irmãos né mas até você se assumir como tal como negro realmente né parece simples mas não é por quê Porque você tem toda uma uma uma estrutura né que te faz que não te leva a pensar dessa forma Então os heróis são brancos eh eh os os os
personagens de de programas de TV a maioria são brancos os homens e mulheres de sucesso retratados em programas televisivos sempre foram brancos eh eh nossos a nossa história nos foi negada né nossa história nos foi negada eh ainda existe mu existem muitas pessoas que de repente não não sabe dizer por que aquela Avenida se chama Avenida Rebolsas existem muitas pessoas que ainda não sabem infelizmente dizer por que aquela rua em Pinheiros Quem foi Teodoro Sampaio né Eh até pouco tempo havia houve discussões aí com relação a a etnia do Machado de Assis enfim são situações
que nos foram negadas né nos foram negadas essas essa essas situações mas devido aí os grandes debates as grandes discussões movimento negro movimento negro foi muito importante nessa na na história do negro no Brasil foi e é muito importante porque nos chamam a reflexão nos chamam paraa luta nos chamam para para enfim esses movimentos são fundamentais Na minha opinião então eles nos fazem eh eh compreender né De que forma nós fomos eh escante ados vamos dizer assim porque eh tudo vai lá atrás como eu te falei momentos anteriores aí com relação à questão do do
projeto da Nação de branquear o país né esse projeto de branqueamento logo após a escravidão então esquece-se o negro jogue-o paraas periferias vamos fazer tornar o Brasil um país branco e isso foi por muitos e muitos e muitos e muitos anos e hoje eu vejo que existe uma a uma resistência né Essa resistência que foi incentivada que foi nos ensinada pelos movimentos negros por algumas pessoas em particular por alguns artistas por alguns eh eh ativistas culturais enfim essas pessoas esses movimentos nos fizeram eh nos fizeram lutar mesmo sabe nos fizeram eh nos posicionar melhor então
a gente hoje a gente tem que nós temos que continuar na nossa luta nós temos que enfim eh continuar brigando Porque infelizmente é como eu falei para você infelizmente ainda existem pessoas que né que não se se não se tocaram ainda ou então realmente são racistas Realmente são são né são contra tudo isso realmente são enfim infelizmente ainda existe nós temos que combater isso constantemente beleza Eh quinto eu espero que esse programa nosso que estamos encerrando Agora seja uma contribuição nesse processo de conscientização eh das questões raciais no Brasil eh especialmente ou no nosso caso
aqui na nossa conversa em relação à Raça Negra né e Parabéns meu caro pela sua ade profissional como jornalista nãoé que competente e também como um negro né atuando no jornalismo eh para o o o o engrandecimento das questões raciais no Brasil de inclusão no sentido Mais amplo da diversidade também então quinto um grande prazer eh tive agora estou tendo agora em em em fazer esse programa com você viu Muitíssimo obrigado por ter ter estado aqui conosco ter dispensado um um um tempo aí do seu dia de trabalho para para estar aqui conosco Muito obrigado
quinto Ô José Roberto é um prazer foi um prazer para mim ser entrevistado por você confesso que pouco trêmulo e por não est acostumado me perdoe se eu falei demais a gente às vezes vai falando acaba se empolgando E espero ter colaborado à altura sim sem dúvida sem dvida não sou autoridade no assunto mas é como eu te falei essa nossa profissão nos permite o aprendizado diário e eu estou aprendendo todos os dias todas as pessoas e hoje você me ensinou um pouco mais Quero agradecer não quinto o professor aqui é é você meu caro
não longe você que nos trouxe aqui eh uma visão eh em relação a essa questão racial no jornal da USP né que é um é um veículo não só da USP importante não só paraa USP importante pra sociedade na USP né como é que a USP está evoluindo nós estamos falando da maior Universidade do Brasil né então o que acontece na USP tem uma repercussão ou uma importância Nacional né E também essa a sua visão em relação a consciência Nacional relacionada às questões raciais no Brasil então quinto Muitíssimo obrigado Eu que agradeço viu Parabéns pelo
seu trabalho mais uma vez parabéns a toda sua equipe aí obrigado obrigado quin então para quem nos nos acompanha quem acompanha o icb em paa no canal do icb no YouTube estão lá os programas todos que foram feitos nesses últimos 3 anos 4 anos sempre com temas de importância pra ciência brasileira e ou pra vida nacional muito obrigado por ter estado conosco até o próximo icb em pauta