olá sejam bem vindos à unidade 6 vamos aprender mais sobre a libras bem vamos tratar né unidade do ensino de libras como segunda língua ou seja como l2 venham comigo como vocês sabem para criança surda a libras é a sua primeira língua sua m1 refletimos na unidade anterior sobre a importância de uma pedagogia surda baseada na visualidade mas e para o ouvinte como deve ser ensinada livres como ensinar libras l2 sabemos que a escolha de um outro método por si só não dá conta de ensinar a libras e resolver todas as questões complexas próprias do
aprendizado das línguas assim o objetivo aqui é refletir sobre aspectos relevantes sobre o ensino da língua de sinais como l2 e como língua estrangeira ressaltamos que devido à pouca quantidade de estudos sobre o ensino aprendizagem de libras faremos uso das pesquisas sobre o isl américan sign language ou seja língua de sinais americana primeiramente precisamos refletir sobre os termos l1 l2 e língua estrangeira no contexto da surdez o que você entende por cada um deles imagina um contexto bilhar em que mãe pai e filho conversa naturalmente sem esforço para que a comunicação aconteça dessa forma eles
utilizam a l-1 ou língua materna porém há casos em que a comunicação dentro da própria família ocorre com alguns membros utilizando uma língua que não é a materna por exemplo no caso de termos uma família em que os pais são ouvintes e o filho surdo esses pais tiveram de aprender a libras para se comunicar com o seu filho ou seja a libra seria a l2 desses pais ouvintes a l2 é uma língua usual que ocorre fluentemente entre membros de uma mesma sociedade já a língua estrangeira l é tida como uma língua em que há um
esforço maior do usuário para utilizá-la não sendo tão influente como a l1 e l2 é o caso de uma pessoa que tenha libras como l1 e aprenda a isl para utilizá lo apenas em casos específicos em que tiver contato com pessoa que a utilizem ou seja a e é fiel será sua língua estrangeira embora tenhamos poucas pesquisas sobre o ensino da libras como l2 podemos apontar algumas diretrizes do trabalho de tânia felipe em 2001 desenvolva autoconfiança e seus alunos evitando corrigi los enquanto tentam se comunicar para atividades práticas de preferência aos alunos mais desinibidos com
maior compreensão para dar início às atividades procure desenvolver o olhar de seus alunos incentive o uso da libras dentro e fora de sala nunca falha enquanto estiver sinalizando as línguas orais são de modalidade diferente das línguas visuais faça com que esse aluno privilegia a observação e não anotação em caderno enquanto ele estiver escrevendo pode perder detalhes importantes privilegia as situações comunicativas as situações de comunicação sempre são bem melhores do que listas para decorar incentive a participação em eventos da comunidade surda segundo pesquisas em crianças o aprendizado da l-1 não compromete o aprendizado da l2 mas
isso não ocorre com a pessoa já adulta que além de se basear em informações do professor associa a l2 a l-1 já incorporada quando ocorrem casos como esse o professor poderá fazer um paralelo entre a l-1 do aluno ea l2 que está aprendendo de forma que fiquem marcadas as diferenças e semelhanças entre elas tal estratégia pode ser proveitosa tanto para o aluno ouvinte que aprendi libras enquanto para o surdo que aprendi língua portuguesa podemos ver que o aprendizado da libras pelos ouvintes têm muitos desafios a serem vencidos com o planejamento adequado a libras deve ser
ensinada por professores surdos que irão dispor de instrumentos que os ajudem a conduzir o aluno nessa jornada bons estudos e até a próxima [Música]