Eu sou uma agência de marketing, eu nem tenho tantos dados sensíveis. Agora, uma empresa de contabilidade, meu irmão, ela tá cheia de dados que assim são perigosos, né, de vazamento. Eu tenho contadores que tem 2 tr anos de formado e o cara tá voando o escritório dele. Mas por quê? Porque o cara tem um mindset diferente. Agora eu tenho clientes que t, 40 anos de de escritório e que o cara tá patinando. Mas por quê? Porque o cara não tem uma mentalidade de crescimento. É, é aquele velho ditado, se você tá num ambiente com quatro
idiotas, o quinto é você. Uhum. Então assim, eu eu gosto de sentar em mesas em que eu sou o mais burro, cara, de todos para mim. Eu me sinto confortável num lugar assim. Então, a partir do momento que eu particularmente comecei a frequentar ambientes que me tiravam da zona de conforto ali, isso me fez crescer bastante. Cara, não adianta você Sentado com o bumbum dentro do seu escritório, você não vai sair do lugar. Não [Música] tem. Seja muito bem-vindo a mais um episódio aqui do Mooncast, esse que será o maior podcast marketing, vendas, gestões e
estratégias para empresas de contabilidade. Se você não me conhece, eu sou Mateus Santos, fundador CEO da Monflag. Nós somos assessoria de marketing e vendas para empresas de Contabilidade com quase 400 contadores ativos da nossa base. E a gente produz aqui nesse canal muito conteúdo gratuito que você pagaria para ouvir em qualquer mentoria, em qualquer evento, conteúdo de muita qualidade. Se você não conhece o Moncash, esse programa é muito especial. A gente vai falar de uma um assunto que o seu escritório de contabilidade pode estar em risco e você nem saiba, ok? Então já deixa teu
like nesse vídeo, se inscreve, esse é aquele Típico conteúdo que você deveria compartilhar com o seu sócio para discutir depois o que vai ser feito aí na sua empresa de contabilidade. Tô recebendo um cara que eu sou cliente, o cara que é meu brother, que tá com a mão machucada aí, tô com a mão quebrada, mas estamos aí, mas estamos aí firmes. Edgar, muito obrigado, cara, pela sua participação aqui no nosso episódio, nosso podcast, nosso programa. Eh, eu pensei já em você, foi um dos primeiros Nomes que eu listei, mas acabei entrando em contato depois.
Obrigado pela disponibilidade também. a gente conseguiu agendar rapidamente para fazer esse programa aqui. E cara, o teu trabalho acho que é um trabalho que tende a ter cada vez mais expressão, né, no setor contábil. Você atende muito escritórios, a gente vai entender um pouco disso depois, mas para quem não te conhece, que tá nos assistindo aí, se apresenta aí pra turma. Boa. Bom, Obrigado pelo convite, cara. Seu convite é não é uma não é um convite, é uma ordem e é um prazer estar aqui com você falando pro pessoal, pros telespectadores, digamos assim, pros pros
ouvintes eventualmente do Mooncast. Bom, eu sou Edgardo Latasa, sou advogado, especialista em privacidade e proteção de dados, natal da LGPD, Lei Geral de Proteção de Dados. Sou sócio daigo compli, uma consultora específica eh na adequação de empresas a LGPD e Também do DOP do Lata Advogados, um escritório voltado para pequenas, médias empresas, escritório de advocacia e cara, tô aí com também mais de 170 contabilidades na na base, então eh a gente vem desenvolvendo um trabalho bem legal na adequação dessas contabilidades a à Lei Geral de Proteção de Dados e é um prazer ter você como
cliente, cara, também, [ __ ] cara, tá fazendo um trabalho muito bom. Assim, galera, a gente contratou, né, o o Edgar aí com Com a Leag Comply, eh, para fazer um processo de adequação, né? E dentro desse processo, a gente tem basicamente mapeado, já começou já tem uns meses, já tem um tempo que tá rolando, a gente tem mapeado o que que a gente tem, né, de dados sensíveis, o que que a gente pode eventualmente se blindar, como que a gente pode se proteger. E eu sei que eu sou uma agência de marketing, eu nem
tenho tantos dados sensíveis. Agora uma empresa de contabilidade, meu irmão, ela Tá cheia de dados que assim são perigosos, né, de vazamento. Eu tô nesse mercado de contabilidade aí há 9 anos, né, vai fazer 9 anos agora em junho. Eu trabalhei dentro do hospital de contabilidade, trabalhei fazendo fiscal, trabalhei fazendo imposto de renda. Então assim, você tem a vida do cliente ali. Não, eu sou publicitário. Publicitário. Publicitário. Mas o que acontece, cara, eu comecei minha carreira com 20 anos de idade no Escritório de contabilidade. Ai, que legal. Eu fiz publicidade toda dentro do escrutó de
contabilidade. Quase, sabe? Quando você já tá no final do curso, você fala: "Cara, vou me graar pra contabilidade". Mas eu falei, mano, já tô aqui, vou terminar. Aí depois assim, eu percebi que na verdade não é necessariamente que eu queria, não era ser contador, necessariamente queria empreender. Aí quando eu terminei a faculdade, falei: "Ah, acho que tem uma Oportunidade aqui dentro desse mercado para empreender". Mas eu da desses 9 anos, 4, c anos, eu tô dentro de escritório de contabilidade. Eu fiquei passei na área fiscal, depois eu fui pra área comercial. Dentro da área comercial
a gente trabalhava com po de renda, eu fazia, executei, né, em posto de rend. Então tem uma boa visão dentro da operação de um escritório contábil. Isso ajuda bastante até na própria Moonflag, né? Mas cara, você atende 170 Escritores. Eu nem tinha essa informação. Uma informação bem bacana, né? Primeiro eu queria entender como é que foi o Edgar virar um especialista em Lei Geral de Proteção de Dados aí, LGPD, como que foi que você enxergou essa oportunidade? Quanto tempo tem? Queria que você falasse um pouquinho quanto tempo você começou a atender escritórios. Eh, me conta
um pouco desse contexto inicial aí, só pra turma também se situar. Legal, cara. Teu, eu me Formei em 2012 e já tinha OAB. No último ano da faculdade eu tirei a OAB. Aham. Comecei a empreender também em 2013, então não sei nem o que é uma carteira de trabalho assinada. Já foi diretão. Já fui com o escritório. Com o escritório. Então nós tínhamos, na época nós éramos três sócios, eu, Daniel e o Felipe. E a gente já começou a a empreender, a gente abriu o nosso escritório e a gente veio numa numa pegada como advogados,
nunca como empresários, certo? A gente não Tinha essa mentalidade empresarial. Viemos nessa atuada. E aí, por volta de 2018 começou a 2017 começou uma discussão na União Europeia sobre o GDPR, que é o regulamento geral sobre proteção de dados, que é a legislação europeia sobre proteção e privacidade de dados. Uhum. E aí eu vi um movimento universal, digamos assim, da necessidade, porque o GDPR ele fala que todos os países com os quais eh os países da União Europeia tem algum tipo De relação comercial, eles precisam ter um nível de proteção de dados semelhante ao deles.
Ou seja, o Brasil é um dos grandes países que tem essa relação, né? Um grande parceiro de negócio com os países da União Europeia. Uhum. Cara, toque de caixa, o Brasil veio e criou LGPD. É meio que um control C, control V do GDPE. Entendi. E eu vi esse movimento e, cara, os dados, aquela aquele clicheão, né? Os dados são o novo petróleo. Sim. Então, hoje 90% de tudo Que se faz dentro de uma empresa é baseado em dados. E eu vi que esse movimento eh e comecei a estudar, então lá em 2018 comecei a
estudar a legislação inicialmente europeia. Entendi. E aí com a criação da LGPD eu já me especializei e de lá para cá, cara, cada vez mais cursos, eh, treinamentos, vim me especializando, não só na parte técnica da coisa, mas de questão de desenvolvimento de projetos, alguns soft skills que são importantes Também. E cara, e de lá para cá, assim, me posicionei hoje eu, Edgar, né, pessoalmente, como um especialista na LGPD. Sim. Dentro do escritório, a gente, bom, esse é um ponto importante, a gente vinha, como eu tenho uma presença um pouco mais ativa nas redes sociais,
a gente vinha sendo conhecido como um escritório que só trabalhava com NGPD. Sim. E por uma questão, o meu primeiro contato, a minha percepção era essa. É boa. Então assim, por uma Questão estratégica de posicionamento de marca, a gente acabou criando a legal comply, porque a a proteção de dados não é uma atividade exclusiva da advocacia, né? Então qualquer pessoa, independentemente tem tendo ou não um nível superior, ela pode exercer essa essas funções. A gente criou a Leag Comply. Então eh a Leag Comply é exclusivamente hoje sobre proteção de dados, mas o dop do lata
a gente toca outras áreas, direito do trabalho, Enfim, eh voltados para para empresas. Uhum. Então, cara, e de lá para cá a gente tem crescido bastante, graças a Deus. Eh, já são, a gente já mais de 250 empresas já passaram na nossa mão. Boa parte delas contabilidades, porque a gente acho que assim foi o Rio foi levando a gente. Como que começou esse negócio de atender escritórios? Hoje você tem 170 escritórios e é uma carteira considerável assim, né? E eu imagino que a maior parte deles você Atende com a Lega Comply. Sim, sim. Não, só
isso é a gente só fala de Liga Compli só, né? Me conta como é que começou isso, o primeiro escritório, como é que aconteceu e a partir daí quando você percebeu, opa, tô numa segmentação aqui, boa, quanto tempo também que, né, que faz, a gente não faz só para contabilidade, a gente acaba um flag, por exemplo, é um exemplo disso. Sim. Mas claro, foi o destino mesmo, assim, a gente tinha um contador na época que era A Contabim, né, o Rafael Pedicon e Rafael Henrique. Uhum. E foi meio que um teste, vamos testar, vamos desenvolver
um projetinho. Vamos. Sim. E eles eram eles, os sócios eram pessoas muito ativas em eventos de contabilidade. Uhum. E aí eu conheci o Rafael, tal, a gente ele apresentou a Fernanda Rocha do Noct. No Conte, a gente se conheceu, tal. E aí eu tive oportunidade de ir pro No Experience lá em Nova Lima, em Minas. Em Minas, cara. E lá eu comecei a conhecer um universo muito interessante, assim, uma galera muito legal e foi indo. Apresentei meu projeto e a gente começou a fechar vários clientes. Uhum. E hoje, assim, nós somos uma referência no setor
contábil. Sim. A gente atende grandes players como Serac do Johnny e ABS é a nossa parceira também do Rogério Famelli, outras grandes contabilidades. Então foi meio que o destino, sabe? Não foi nada programado assim. Vou me do Primeiro queora para hoje faz quanto tempo? Uns 4 anos mais ou menos. Uns qu anos qu anos. É uma pergunta que eu faço aqui muito para pros contadores que que eu recebo, né? Mas eu vou adaptar ela para você. Esses 4 anos atendendo empresas de contabilidade. Pelo que eu entendo, você é um cara muito liante frente também, um
cara que tá muito em contato com o cliente. Faço questão. É isso é importante. Inclusive esses 4 anos atendendo escritório de Contabilidade, cara, eu tenho diversos aprendizados dentro do mercado de contabilidade que eu acho que só esse mercado poderia me proporcionar. Tipo assim, se eu tivesse no mercado de marketing puro, eu não teria uma bagagem até como empresário que eu tenho atendendo contadores, porque é um nicho particular. Qual que é o maior aprendizado do Edgar nesses 4 anos? A TV Espital de Contad, cara, por eu ter esse contato com esse mercado, eu consegui Aplicar esse
tipo de aprendizado ou entender, seja de bom ou de ruim também, né? Tipo assim, ah, cara, isso aqui funciona, isso aqui não. Sim. Legal, cara. aprendizado que eu tive assim, eh, eu é que coincidiu muito a a minha entrada no setor contábil com a minha, digamos, entre aspas, profissionalização do meu escritório, né? Então, a a medida em que eu comecei a a me entender como empresário jurídico, eu comecei a entender um pouco mais sobre Contabilidade, finanças e estando nesse meio, cara, é um é um público extremamente receptivo, sim, a troca de ideias é uma galera
assim que, pô, tô com problema, tô com uma dúvida, a galera sempre me recebeu extremamente bem, sendo cliente ou não. Uhum. Então, para trocar ideia, para me dar uma força, para me explicar alguma coisa sobre um DRE, sobre qualquer tipo de coisa, eh, mas também é um é um nicho de mercado Que é muito carente de bons profissionais, cara, de um suporte, independentemente, eu acho que da área que seja, sabe? é um existem profissionais extremamente qualificados na parte técnica, mas também é um nicho de mercado que falta um pouco, digamos, de profissionalização da empresa, né,
do do CNPJ. Então, é um é um público carente ainda de bons parceiros de negócio e é por isso que eu tento sempre estar em Contato com eles. Então, não tô na operação, não pretendo nunca sair da operação. Lógico, hoje eu trabalho estrategicamente na operação, mas eu faço muito essa parte de relacionamento com com os meus clientes, porque é extremamente importante. Então, ter esse contato, mostrar esse interesse no negócio de cada um deles para mim é fundamental. Acho que esse suporte é bacana para eles, entende? Sim, cara. Você é um cara, tá próximo do Johnny,
tá Membro do Fire? Hoje do Energy. O Johnny abriu um novo clube. Johnny hoje tem três clubes, né? O Energy, o Fire e o Star. O Energy hoje é um o clube top dele. A gente acabou migrando hoje, então são pouquíssimos sócios. Vocês são sócios, né? Assim que é assim que é a dominação. Você é sócio do Energy, que é esse grupo top aí do Johnny, tem contato com o modador para caramba. E aí você trouxe aqui uma coisa muito interessante que é uma realidade, mas eu queria um Ponto de vista seu, porque você tem
contato com escritórios muito bom, muito bons, eh, extremamente profissionais, organizados e escritórios carentes, né, de profissionalização até. Uhum. Que que você acha? E às vezes, cara, engraçado porque tem escritórios com 30 anos que às vezes estão carente ali que tá desorganizado e tem escritório com 5 anos que tá super bem e super organizado. No seu ponto de vista, cara, você que tá parte desses grupos, tá nos Eventos, tem contato com o mercado, o que que um escritório faz de certo que o outro não faz? Não sei por o que que diferencia um contador lucrativo, eh,
tem um escritório bacana, organizado de um cara que tá, cara, às vezes passando dificuldades e, sabe, eh, sofrendo para conseguir manter a operação. Cara, acho que o ponto principal é mentalidade. Mentalidade. Mentalidade. Então, assim, nós temos, eu tenho contadores que tem 2, tr Anos de formado e o cara tá voando com o escritório dele. Mas por quê? Porque o cara tem um mindset diferente. Uhum. Agora eu tenho clientes que tá, 40 anos de de escritório e que o cara tá patinando. Mas por quê? Porque o cara não tem uma mentalidade de crescimento. Tem muitas crenças
limitantes. Muito [ __ ] isso, né? Tipo, eu também concordo com muitos papos aqui a gente teve, né? Tive com o Famel, com os caras que também estão muito ligados ao mercado, Que a gente sempre deságua nisso, na mentalidade. Eh, agora o [ __ ] é tipo assim, como constrói essa mentalidade, né? Como não tem um playbook para isso, n? Não tem, cara. Mas eu acho assim, para mim a mentalidade ela, o ambiente ele te molda total. Então a partir do momento que você tá num é aquele velho ditado, se você tá num ambiente com
quatro idiotas, o quinto é você. Uhum. Então assim, eu eu gosto de sentar em mesas em que eu sou o mais burro, cara, De todos para mim. Eu me sinto confortável num lugar assim. Uhum. Então, a partir do momento que eu particularmente comecei a frequentar ambientes que me tiravam da zona de conforto ali, isso me fez crescer bastante. Sim. Então, se cara, não adianta você sentado com o bumbum dentro do seu escritório, é imerso totalmente no operacional, sem pensar no estratégico, você não vai sair do lugar. Não tem Como, não tem, não tem uma receita
de bolo, mas eu parto do da mentalidade, cara. Na realidade para mim é é ponto crucial para você sair da inércia, né, cara, daquele ambiente, daquele status que você tá. É, e você também vive isso no teu mercado, no mercado jurídico, muitos escritórios. Então também o cara fica em cláusulado lá dentro do da sala, não sai para fora. E também é eu o que eu mais vejo também, cara, todos os advogados que eu converso é muita gente Reclamando porque o número de de advogados ele subiu muito, né, cara? Você pegar nos últimos 10 anos explodiu
o número de advogados com OAB, sem OAB. E tem muita gente que fala de concorrência muito forte. Então também você vive isso no seu mercado. Muito, cara. Hoje eu não faço ideia de quantos advogados tenham. Por exemplo, eu tô a 2025 hoje tô há 12 anos já formado. A minha OAB é 331.000. 13 anos depois, 12 anos, cara, acho que Deve estar num 600.000 mais ou menos. Nem todos ativos, logicamente já faleceram alguns, tal, mas vamos colocar que no em São Paulo nós temos uns 500, mais ou menos 400.000 advogados. Obviamente nem todos empresários. Sim,
mas é uma grande concorrência. E é o que a gente fala sempre, né, nas nossas nas nossas conversas, os nossos o o seu público e contabilidade é muito semelhante com a minha área, né? São muitas vezes as mesmas dores, o mesmo pensamento. Então eu vivo isso constantemente. Acho que tem mudado, acho que com a mudança de geração também. Então, tá vindo uma galera mais nova, claro. Então, assim, já com outro tipo de pensamento e tem mudado, mas ainda a cabeça do advogado, cara, é muito retrógrado, muito, muito, muito. É um nicho muito, sabe, engessçadão. associação
que eu tenho de advogado, cara, é, pode ser um uma sensação também Apenas, né, que parece que o cara parece que a gente tem a gente não, parece que ele sente como se o cliente dele tem uma obrigação com ele, uma obrigação no sentido de, cara, eu sou advogado, então você tem que me respeitar, sobretudo, não você entende o que quero dizer, né? Tem que colocar esse cara no outra prateleira. E tipo assim, não apenas cliente e advogado, mas não, eu estou em outra prateleira, então você tem que vir atrás De mim, tem que pagar
o preço que eu quero, tem que dar trabalhar no modo operante que eu quero, sabe? Então tem uma série de circunstâncias, a impressão que dá, principalmente nesse cara mais conservador. É, existe isso sim, com toda certeza. Eh, tem muito advogado que, infelizmente, se acha superior aos aos demais. Eu sempre fui um cara que eu eu sempre fui muito questionador com o modelo original da advocacia, digamos Assim. Sim. Então, sou um cara que anda assim, cara, de tatuagem. E eu acho que da forma como eu me comporto, como eu ajo, como eu converso, isso faz com
que eh eu seja mais próximo do das pessoas, sabe? Então, andar de terne gravar, pô, super respeito quem anda de terne gravata. Eu não ando porque não é a forma como eu quero me comunicar. Uhum. Eu acho que o terno e a gravata eles acabam criando muitos pontos uma Barreira. Lógico, se você vai, se você tem determinado público, terne agravado se faz necessário. Se faz necessário, mas para o meu público, para o público que eu atendo, não, eles nem gostam. Então assim, eh, existe isso que você falou, sim, mas eu acho que tem mudado. Tem
a e a tendência é que mudou, a galera passa a entender essa essa esse essa nova realidade. Eu também acho, eu acho que tem mudado. Eh, e o lance do ter gravata se aplica também no Contador. Eu acho que tudo tudo você tem que tem intencionalidade. Acho que não tem nada de errado em usar o terno gravata, desde que isso tem uma razão. Com certeza, né? Ou também não pode não ter nada de errado e não usar. Desde que você tem uma razão, é forma do que você quer comunicar. que você quer transmitir aí. Isso
tem que conectar com o teu público porque ele também eh não adianta nada, pô, eu quero transmitir isso, mas isso não se conecta com o público que eu Quero atender. Então não faz sentido. Se eu chegasse lá na Moonflag de terne e gravata, muito provavelmente a gente criar ia criar uma barreira. Provavelmente no primeiro contato, com certeza, até a gente trocar uma ideia, se conhecer e tal. Sim, mas pra gente funcionou super bem. Eu fui o cara do ter gravato quando eu trabalhei no escritório. Você foi? Foi. Eu gostava. Eu sentia tipo assim, se eu
puder, se eu fosse ter uma empresa De contabilidade naquele momento, sei lá, se eventualmente, né, isso fosse uma realidade, provavelmente o meu posicionamento ele seria pro terno gravata, você acredita, cara? mesmo com a tatuagem e tudo mais, seria putern gravada porque eu sempre gostei desse ar meio ss meio harv spectter cara tendem negócios maiores e tal, então isso me apetecia, tipo assim, era uma coisa que eu tinha tesão, que eu gostava e me me agradava muito mais a ideia de fazer uma Reunião com um cara que tivesse uma uma receita de 10, 20 milhões por
ano do que um cara que tivesse eh 100.000 de faturamento. Eu achava mais legal, o para mim era mais interessante o desafio sendo maior, eu curtia. Então logo para esse público talvez faria sentido. Agora quando você já agora o lance é quando eu venho pra contabilidade no início, olha só que interessante cara, no início da Monfleg eu usava camisa social todos os dias. Todos os dias eu fazia reunião, Todas as reuniões eram de camisa social, por mais que a gente era uma agência. Por quê? E aí vem onde eu falo que tudo tem que ser
intencional. Pô, cara, tem cara que vai se incomodar de eu tá, dificilmente um cara vai se incomodado, eu tô fazendo reunião com o camisão social. Dificilmente alguém vai se incomodar com isso. Só que às vezes tem um cara mais conservador que pode falar: "Puta, ponto positivo, esse cara tá vestido mais de social". Porque a minha Empresa não era conhecida, eu não era, a gente não tinha autoridade ainda no mercado. Agora é interessante como a medida que o tempo vai passando, aí você vai construindo case, vai, pô, tem várias empresas que eu atendi que tal tal
tal tal tal. Então o resultado ele começa a ser muito mais importante do que a forma como eu estou me apresentando. Isso é um conjunto, é claro. Só que assim, aquilo que antes, no início eu por até pelo por estar Iniciando o negócio, eu precisava transmitir uma imagem mais profissional possível, o nosso posicionamento era todo esse. Eu usava blazer muitas vezes no meu dia a dia, porque eu imaginava o seguinte, cara, eu preciso transmitir um profissionalismo muito grande para gerar segurança. A med à medida que a empresa e a marca ficam conhecidas, já tá atribuído
à marca essa segurança. Então, ou seja, à medida que eu atendo clientes grandes, conhecidos, o mercado já começa A conhecer a empresa, eu não preciso me preocupar tanto com a forma como eu tô. Por exemplo, se eu tiver com essa camiseta que não é um problema, por cara, Monfleg já é conhecida, tem quase 400 clientes, eh, tem anúncio, a gente rodando em todo lugar, tá nos principais eventos. Então você cria um efeito associativo onde não existe mais um questionamento sobre a a segurança que existe sobre a empresa, sobre se ela é capaz ou não. Então
já começa não ser Mais um ponto primordial, talvez o estádio social ou com a camisa social, quero que eu usava muito no início. Então eu acho que tudo tem que ter intencionalidade. Você também mesma coisa, pô. Você tá atendo 170 escritórios, acabou de falar, cara. Então eu tô no grupo lá do Johnny, atendo a Serac, pô, você já ancora, pô, pode confiar em mim. batendo será que empresa enorme e tô, sei lá, com 170 escritórios na minha base. Eu não Preciso provar com o meu térmico agravata que eu sou confiável. Não, você tem total razão.
Eu penso dessa forma, sabe? Que eu acho que a intencionalidade ela ela tem que existir em tudo que você faz, desde a roupa, mas assim, tudo tem que ter um porquê, né? A gente precisa ser intencional em tudo, cara. Tudo, tudo que você veste, porque tudo comunica. Tudo. Tudo comunica. Então eu conheço, tem uma, tem uma, uma mulher que eu conheço, cara, que ela só usa a Rosa, só que em todo lugar que ela vai, ela chama atenção e todo mundo conhece. Isso é extremamente interessante. Legal. Então, cara, tudo, a forma como vocês comunicam, a
sua tatuagem, a a sua roupa, o seu cabelo, a sua barba, tudo comunica. Então, é importante ter essa intencionalidade, com certeza. Cara, vamos tentar entrar nesse ponto da mentalidade aqui. Eu gostei disso aqui, cara. E isso aqui é um assunto que tá vindo, vindo, vindo várias vezes. Vamos Tentar, vamos tentar contar um pouco como que você construiu a mentalidade que você tem hoje. Vamos tentar fazer esse exercício aqui pra gente. Quem sabe, cara, ficou f, você começou, você saiu direto. O seu caso, acho que é um caso o mais difícil no meu ponto de vista,
porque você não tendo a experiência em nesse mercado corporativo faz você ter dar muita cabeçada no começa, cara. Tá, sai da faculdade para empreender, não é fácil, né? a gente Sabe disso. E e a medida que o tempo vai passando no seu escritório hoje, ele é muito acima da média do teu mercado. Cara, como é que foi esse esse passo a passo? Como é que como é que você se moldou enquanto empresário e e chegar no momento que o Edgar tá hoje? Vamos tentar voltar isso. Eu vou fazendo também alguns paralelos comigo pra gente tentar
exercitar esse lance da construção da mentalidade. Legal, cara. Eu sou filho de eh funcionário público, Meu pai policial, minha mãe médica. E eu sempre fui, cara, nunca me assim, para não falar que eu nunca me vi, no começo da faculdade, eu entrei na faculdade com sonho de ser delegado federal. Ah, é só, cara, aquilo dava uma inquietude, sabe? [ __ ] eu eu vou vou entrar hoje, segunda-feira, sabendo que eu vou fazer daqui 3 anos, cara, 4 anos, 20 anos, até eu me aposentar com sabe lá Deus quantos tempos. [ __ ] aquilo me não
me descia, Sabe? Eu eu sempre fui um cara muito, pô, gosto de estudar, gosto de estudar, mas eu, a gente na faculdade a gente não é ensinado a ser empresário, né? O nosso modelo educacional desde lá de do início da nossa eh educação, a gente é ensinado a ser eh funcionário e tudo bem com relação a isso, quem quer ser, contanto que você tem a opção de escolher um ou outro e você tem embasamento para saber. Sim. Então eu sempre comecei a Questionar muito isso, cara. Eu não, [ __ ] eu não queria ser mais
um seletista, não queria trabalhar para ninguém, eu queria ter o meu próprio negócio, fazer a minha própria sorte, sabe? Uhum. E me joguei de cabeça. Então, lá mesmo lá atrás eu estudava muito sobre como ser empresário, mas assim, era como que era a fonte de estudo. Putz, cara, em 2012 era basicamente, eu lia muito, né? Ia muito, fazia alguns cursos, tal, mas ainda muitos cursos voltados paraa parte técnica, mas eh livros mesmo. Acho que é o que eu gosto de consumir, eu consumo bastante. Na época não tinha podcast, tinha YouTube, mas talvez diferente. Era um
outro YouTube, né? Diferente. Então era basicamente livro. Então eu tô até vendo ali o do Sonho Grande, é um livro que eu adoro, é um dos meus preferidos e e dos caras, todos os livros da da Cristiane são maravilhosos. É, eu não li Ainda do, mas eu quero ler. Tô lendo uma biografia cara enorme do El Musk também, que é do mesmo cara que fez a biografia do Jobs, que também não tá aqui, mas é um livro também que eu curto bastante. Legal. Mas leitura, pô, um pouco interessante. Livro. E aí, cara, tem um tem
um acho que um ponto importante assim na minha história que foi 2020, 2019 para 2020. Eu tava muito insatisfeito com a minha vida como um todo, né? Então eu tava numa sociedade Naquela época que não tava mais virando, cara. Era muita discussão, era cabeças divergentes. Então eu queria ir para um lado, tinha um sócio meio que tava pendendo para esse meu lado, mas ainda tava meio que ali no meio e o outro tava querendo ir pra direita. Então, então tava muito insatisfeito. E aí, cara, eu desenvolvi uma depressão muito grande. Ah, mesmo? Muito forte. Eh,
e aí como um mecanismo de fuga, eu Comecei a tomar muito remédio para dormir. Então assim, eu, cara, me afundei. Isso aconteceu durante quanto tempo, Edgar? Começou em 2019. Eh, logo no, eu fui morar com a minha atual esposa, né? Hoje minha esposa, na época era minha minha namorada, a gente foi morar junto e assim saí de casa da mãe, né, cara. Não pagava nada. E eu passei a ser o homem da casa com responsabilidades, então, pagar conta e tal. Então já tinha uma família ali, por Mais que éramos eu e ela. Sim. Isso já
te dá uma pressão. Com certeza, cara. Empresário. Eh, você fala: "Puta, cara, deu merda, o que que eu faço se um cliente meu sair?" E aí comecei essa depressão. Logo na sequência, minha mulher engravidou, cara, do nosso primeiro filho. E aí, assim, insatisfação com o escritório, essa nova fase de dono de casa, filho, cara, minha cabeça começou a ficar uma loucura. Comecei a tomar muito remédio para Dormir, muito remédio, veio pandemia. Aí, cara, arregaçou, arregaçou. Eu cheguei a tomar 20 e poucos comprimidos por dia para dormir, cara. Então, tô brincando, vai. Eu acordava depois de
ter tomado o remédio, acordava, tomava café, eh, tomava remédio novo, dormia, era um ciclo, passava o dia dormindo a base de remédio. E eu fui internado numa clínica, cara, para desintoxicação. Isso em 2020, na época da pandemia. Sim. Então assim, pouca Gente sabe hoje já, porque eu já falo e já foi outros podcasts e aquilo assim e me acendeu um alerta, cara. Eu não podia, não queria mais aquela vida que eu tinha, sim. Ou seja, de ficar patinando, ficar trocando dinheiro. Então você ganha aqui, gasta aqui, sabe? Não tinha uma, não tava construindo uma riqueza.
Aham. Então aquilo foi, fiquei três meses internado, saí e aí eu terminei a sociedade, o Daniel veio comigo, nós somos hoje muito próximos, Tal e cara de E eu ali foi o ponto de decisão que eu falei, eu não quero mais a vida que eu tenho, então eu preciso mudar. E como que eu mudo? Cara, mudando cabeça, minha mentalidade. E aí comecei a consumir conteúdos do G4 na época os caras estavam começando, né? Hoje é uma máquina, mas eles estavam começando eh G4. O eu sempre falo isso inclusive para ele, pro Caio Carneiro. Não sou
amigo dele longe disso, mas assim ele ele me conhece porque a gente Já trocou ideia, a gente faz parte da MLS, tal. E eu sempre falei assim: "Cara, você foi um cara que me ajudou muito com o [ __ ] o Seja Foda". O livro Uhum. Foi um livro que eu li e me ajudou a sair da das trevas, digamos assim. Então essa mudança, cara, esse episódio especificamente foi o que me fez mudar absurdamente. E de lá para cá eu comecei a conhecer pessoas que comecei a me aproximar de pessoas muito boas e, cara, só
deslanchei. Então, assim, eh, a gente precisa eh arrumar um motivo que seja maior do que as nossas melhores desculpas, sabe? Sim. Então assim, eu sempre tive um uma excelente desculpa, mas quando nasceu o meu filho, cara, esse foi o meu melhor motivo, né, para eu para eu mudar. Então, aí mudei, cara, e [ __ ] de lá para cá, graças a Deus, assim, estar em ambientes, eh, que me tiram da zona de conforto, que me deixam até até certo Ponto desconfortável. Pô, eu tô numa mesa com Johnny que fatura milhões, o cara é sócio do
Flávio do Flávio, do Caio, do Joel. Cara, isso é muito bom. O Johnny a gente troca mensagem, sabe? A gente é amigo assim. Eh, então estar nesses ambientes para mim é muito bom, sabe? Com empresários que faturam milhões. Eh, pô, tenho tenho um amigo próximo que é sócio do Neymar, cara. Então, assim, estar nesses ambientes para mim é muito bom e me faz eh querer Sempre mais e ter uma mentalidade de sucesso. Então, isso eu acho que esse não sei se eu respondi sua pergunta. Sim, cara. E história muito [ __ ] Primeiro, né? Tipo
assim, muito [ __ ] mesmo. Tipo assim, eu não sabia desse lado, né? E eu acho que tem uma coisa também que não sei se você vai concordar, né, cara, por toda essa dificuldade nesse período que você passou, eu acho que o momento também quando isso se clareia, eu acho que a Vontade de fazer mais, ela se torna muito grande, porque você já sabe o que que é passar por um [ __ ] perrengue no sentido de vida mesmo. Eh, e assim, acho que o empreendedor ele ele é cercado de medo, né? né? A gente
tem medo de perder negócio, a gente tem medo de perder o cliente, você acabou de mencionar isso. A gente tem esses medos e parece que esses medos travam a gente de agir também. Então a gente às vezes tem medo de dar um tiro no sentido de investir Algo em pessoas eh em uma sociedade pelo receio do que pode acontecer. Só que quando você já experimentou uma situação horrorosa, você fala: "Cara, eu passei disso putz, meu eu acho que você fica um pouco mais sagaz e talvez um pouco mais rápido a passar a a tomar alguns
pequenos riscos. Lógico que risco tem que ser medido, mas assim, quem não se arrisca, não se arrisca a entrar no Energy, que é o que você fez, entrar no Fire, a se aproximar desses caras que Não toma esse tipo de risco, porque ah, mas [ __ ] mas se eu perder tal cliente, botar essa grana, sabe? Porque a gente faz muito essa esse paralelo. Mas quem não se arrisca em algumas situações como essas tende também dar uma estagnada, cara. O jogo que você vai jogar é o preço que você vai pagar, cara. Jogar é que
você tá disposto a pagar. Então, quando eu entrei no Fire, por exemplo, cara, era uma mensalidade de R$ 5.000 por mês. Eu não tinha essa grana para Investir num negócio que tava nascendo, né? Sim. E, cara, arrisquei, deu super certo, deu um Ry gigantesco para mim, deu uma um efeito associativo ao Johnny. Uhum. Maravilhoso. Lógico, a gente precisa eh ter um plano, a gente precisa a gente precisa medir o risco. Mas cara, se você não tomar risco, cara, esquece. Você não, se você tem medo de tomar risco, sai, sai fora. É, esse não é o
Jogo para você. Vai ser empregado de alguém, funcionário, sem problema nenhum com relação a isso, mas você não tá pronto para empreender. Sim. empreendedorismo é viver sob o risco 24 horas por dia, 7 dias por semana, cara, pagando o preço. E assim, sabe o que o que é [ __ ] Que às vezes esse risco ele é maquiado. Então, assim, o que que a gente tá ainda no tópico aqui de mentalidade, né? Então, assim, pensa o seguinte, pô, cara, pensa O seguinte, não vou vou dar um exemplo hipotético, tá? A gente tem começado a investir
muito em eventos, a gente tava falando sobre eventos agora um pouco antes, né? um um bastidor aí. A primeira vez que a gente foi fazer um evento foi na 2021, ou seja, eu tinha aberto a empresa seis meses antes. Aí fui fazer um evento eh que era um evento da Fenacon, era o CONESCAP junto com a feira da Fenacon. Eh, enfim, era um evento no Transamérica, era um evento Parecia muito interessante, a gente era parceiro da Fenacon, inclusive somos até hoje, a gente tá no clube mais Fenacon. E aí a gente tinha uma cota, cara,
sei lá, cota era o valor não era alto, entendeu? Mas é claro, a empresa que tá começando, que tem o faturamento muito pouco, é lógico que qualquer dinheiro é dinheiro, cara. Você vai investir R$ 7.000, R$ 8.000 num standand, pô, mas se você fatura 10, 15, é [ __ ] entendeu? Você fazer isso. É que a gente no início Do negócio já contessa história, algumas vezes a gente, eu tinha minha rescisão do escritório contábil, vivi com isso durante um tempo, morava com meus pais, isso também é um privilégio naquele momento, né, pela idade, permitia isso.
Então, tava todo mundo muito alinhado. Primeiro ponto que a empresa queria, pô, faturamos 15.000, vamos botar 8.000 no evento, vamos, entendeu? A gente sempre teve essa mentalidade. Só que assim, o que é engraçado, cara, é que a gente foi Fez isso. Cara, eu nunca tinha participado de um evento como expositor. Nem nenhum dos três tinham, entendeu? A gente não sabia como era patrocinar um evento, mas aquilo que você falou, a gente sempre pagou o preço, cara. Vamos lá, entendeu? Vamos ver o que vai dar. Tipo assim, eh, ah, beleza, foi lá. A gente não tinha
essa negócio assim, cara, vamos chegar e vamos vender no evento. Eh, não. Ah, vamos lá, cara. É importante pra gente, porque eu acho que Você tem que precisar mirar em algo, né? Então, pô, a gente mirava o quê, cara? Vamos construir um autorizado, vamos ser uma referência nesse mercado como empresa. É possível chegar nesse patamar sem talvez estar presente nos eventos? Talvez não. As principais empresas estão. Então, logo, se eu quero estar nesse hall, eu preciso estar começando a plantar isso. Então, a gente sempre fez dessa maneira. Eh, que que eu que que eu quero
dizer com isso? Muitas escolhas a Gente faz no dia a dia. Por exemplo, investir em RH dentro da sua empresa é uma obrigatoriedade? Não necessariamente posso eu acumular essa função, economizo a grana de eu ter um analista de RH e faço. Só que assim, a empresa que eu quero ser no futuro, eu consigo imaginar ela sem ter uma pessoa para RH? O meu não, pô, eu quero ter empresa com 100 pessoas, 150 pessoas, sei lá, eu vou, eu não vou ter. Então, já que, já que eu quero isso, eu já sei que eu vou ter
que Investir nessa parada. Pô, a empresa que eu quero ser, eu vou vou ser tendo um financeiro ineficiente ou eu vou eu vou economizar não não tem uma pessoa no financeiro ou no BPO que eu tenho, porque R$ 1.000 a menos por mês, mas a empresa que eu quero ser me, eu vou conseguir, sendo que eu não tenho visão nenhuma do financeiro. Então eu sempre foi dessa maneira, cara. Sempre foi dessa maneira. Tipo assim, eh, então a gente tá fazendo podcast agora por essa Mesma mentalidade. Ah, eu quero ser a maior player de marketing contábil,
pô, eu vou conseguir chegar no sem produzir conteúdo. Não, então vou produzir conteúdo, mas não importa o resultado que você vai dar agora. Não importa no evento se a gente vai vender ou não. Por por acaso a gente vendeu no evento, foi legal, entendeu? Mas assim, foi péssimo assim o resultado de Roy. Se fosse Roy retorno de investimento, pararia no primeiro. Mas beleza, teve um segundo e Vamos, ah, vamos começar a dedicar uma verba para isso por ano. Por quê? Porque pra empresa que a gente quer ser amanhã e a gente precisa fazer. E aí
você vai indo, vai indo. Aí eu lembro que tá, cara, até a gente foi acertando aos poucos e tal, foi começando a melhorar, mas assim, ainda era muito distante de uma de tá bom, era muito distante de tá bom. Se eu olhasse financeiramente não valeria muito a pena, entendeu? Só que assim, a gente sempre se portou muito Com o aspecto de brand, aspecto de marca e cara, fazer aquilo que a gente acha que tem que ser feito. E hoje eu considero que a gente tá um bom performance, que a gente vai desenrola bem, a gente
consegue hoje aquilo que não é uma expectativa, durante uns dois anos a gente foi para evento, ah, não é para vender, galera, vamos gerar lead, vamos vender depois. Hoje se a gente vai num evento e não vende, a gente volta para casa chateado, não acontece. Sim. Então a gente tem que vender todos os dias que a gente tiver no evento, porque a gente vai melhorando, aperfeiçoando, aperfeiçoando, aperfeiçoando, botando grana e pagando esse risco. É o que você falou. Mas eu acho, tá, isso liga muito com esse tópico aqui de mentalidade, que é a empresa que
eu quero ser. E às vezes a empresa que eu quero ser, eu não tenho referência, que é o que você falou, não tenho alguém próximo que me puxe que eu falo: "Caramba, é isso que eu quero Ser." E eu acho que não tem desculpa hoje em dia com acesso à internet, não tem desculpa hoje em dia com tanta informação gratuita que a gente tem, não tem desculpa hoje em dia a gente podendo ler o livro, porque eu acho que tudo parte daí. Então, o primeiro passo, eu acho que o o o quanto isso é uma
prioridade na minha agenda, né, cara? Não sei se você concorda com isso, mas eh referência hoje não falta. Hoje tá tudo muito fácil pra gente, né? Eh Acesso a conteúdo. Eh só que eu acho que tudo isso ele, esses conteúdos gratuitos eles têm um teto. Sim, concordo. Você vai bater nesse teto aí você vai chegar no seu limite e aí é pagar, cara. Não, não tem não tem como você ter um grande sucesso em determinado ponto se você não botar dinheiro na mão, cara. Botar dinheiro na mesa. Então o que você falou tem todo sentido,
cara. Eh, tem que ter Um planejamento, mas você tem que ter um pouco de loucura também. Acho que empreender exige isso, né, cara? Se você era meio louco, você nasceu para isso, cara. Total. Total, cara, vamos falar um pouquinho sobre Beleza. Acho que esse tópico aqui ficou bem bacana. Vamos falar um pouco sobre sua experiência atendendo esses escritórios de contabilidade neste tema de LGPD. Quero aproveitar muito essa Conversa aqui pra gente também fazer algumas orientações, né, por exemplo, pra turma. E aí caindo para esse lado um pouco saindo saindo não, né, mas eh aqui da
visão de empresário, agora pra visão de um cara que tem toda essa experiência atendendo escritórios. Meu, quando você entra numa empresa de contabilidade, se alguém que tá me vendo aqui entrar em contato com a League Comply, cara, qual é a primeira coisa? Você já sabe que você vai olhar e provavelmente tem Fragilidade. O que que você percebe que são, sei lá, três principais pontos que normalmente todo escritório de contabilidade tá, digamos assim, irregular? Como é que você enxerga essa experiência? Que que você pode levar pra turma aí de dica? Cara, eh, eu digo que 99%
para ser conservador dos processos que um escritório de contabilidade tem, tem algum tipo de dado pessoal envolvido. Sim. Então, vamos pegar o operacional. Cara, todo o departamento De legalização, você, independentemente da nomenclatura que você utiliza aí, legalização, societário, eh, fiscal, tributário, DP, cara, tudo tem um dado pessoal envolvido. Sim. Então, assim, todos esses processos eles precisam ser feitos de acordo com o que determina a lei. Uhum. E todos esses processos tem algum gap de um escritório que nunca se preocupou com isso. Uhum. Nunca se preocupou por quê? Primeiro porque somos brasileiros e o brasileiro ele
não tem essa preocupação muito latente. Ela ele só quando a água bate no bumbum que a gente se preocupe. É, não tem. Então assim, somos empresários brasileiros e cara eh a gente tá acostumado a pagar incêndio, né, cara? Assim, a gente se preocupa, o cara às vezes o cara tá muito no operacional, ele tá preocupado em entregar as coisas, ele não vai se preocupar com LGPD. Então assim, cara, 99% dos escritórios com os quais eu converso, eles não estão adequados e tem algum gap ali que precisa ser resolvido. Os principais, cara, são tantos, eh, por
exemplo, a parte comercial, tá? eh captação de de lead que eu vejo muito hoje. Hoje a gente fala que não tem nada mais importante do que do que venda, né? Uhum. Então, para um escritório hoje que tá desenvolvendo essa parte comercial, a captação do lead é um problema sério. E aí tem muita gente que Usa software para fazer um chupacabra ali do dos dados, por exemplo, no LinkedIn, como o o Snov, o Hamper, são softwares que você entra lá e pega aqueles dados e aqueles dados não são públicos. Ali você tem celular, você tem e-mail
pessoal, isso é um um problema sério. Marketing também, né? fazer um marketing errado. E aí, por isso que é importante ter parceiros como a Monflag, que se preocupa não só internamente com os dados que vocês circulam lá dentro, Mas com os dados que os seus clientes, eh, a forma como vocês gerem a carteira dos seus clientes também, vocês têm essa preocupação. E, cara, eu acho que um ponto que é muito crucial, assim, que todo mundo me fala, conversa em WhatsApp, tá? com o cliente. Então, as contabilidades têm um receio muito grande dessa dessa conversa com
o cliente através de WhatsApp, compartilhamento de informações, de documentos, muitas vezes. Então, assim, O que eu costumo sempre falar, cara, não tem uma receita de bolo para você adequar uma contabilidade, mas a gente não pode travar a operação, né, da empresa contábil. Então, deixar de compartilhar informações através do WhatsApp, cara, se eu falar isso para um cliente meu, ele vai me chutar na empresa dele. Com certeza é difícil hoje em dia não dá. Então assim, a gente tem que trazer o maior nível de adequação e segurança Dentro dessa realidade. E aí, o que que a
gente analisa, cara? Toda a parte documental, a gente analisa os processos para entender aonde estão os os riscos ali da empresa com relação à proteção de dados. A gente aplica treinamentos pros colaboradores porque a ideia não é que eles sejam exper na lei, mas eles têm que entender o que é a LGPD, como ela se aplica no dia a dia, quais são os riscos que a empresa ele corre sendo empregado, Porque ele pode sim ser mandado embora, por exemplo, por justa causa, se ele descumprir uma norma interna e até mesmo a a LGPD. Uhum. Ele
pode sofrer várias sanções. Então assim, é importante, né? a gente aplica muita dica de segurança da informação. Então assim, cara, eu digo que muitos setores são, todas as empresas precisam se adequar, tá? Sim. Umas mais, outras menos, mas a contabilidade, assim como marketing, por exemplo, são nichos de mercado que são Muito impactados, de fato. Sim. que o volume de de dados que vocês têm acesso e a sensibilidade, né, vocês nem tanto, mas contabilidade, você vai fazer uma declaração de impugenda, muitas vezes você tem acesso a a dados sensíveis, como dados de saúde, você vai fazer
um um BPO de RHIDP, você recebe do um atestado médico do colaborador do seu cliente com sid, cara, você sabe que aquele cara tem uma doença X, isso é um dado sensível. Então assim, é Problemático, sabe? O financeiro também, né, cara, que muita empresa de contabilidade tá terceirizando, também eu vejo como uma cara, um ponto de alerta, né? Porque no final das contas você já tem acesso a estrato bancário, você tem acesso à fatura do cartão, você tem acesso à conta corrente, porque você faz aprovisionamento do conta para pagar dentro do banco. Sim. E cara,
eh, olha só, até uma coisa, uma história aí que eu sei, né, de, eh, de um parceiro que, Cara, sofreu um golpe no BPO financeiro, que um funcionário imputou um boleto para um cliente que tinha um volume muito alto e esse boleto, ele parecia ser do Google, mas não era. Ou Google ou Facebook, alguma coisa assim, era era fake, ia pra conta do do Ia pr conta do cara, entendeu? E aí, mas de fato tinha uma empresa que eles abriram com o nome, tipo Google, alguma coisa, para tipo realmente ficar mais verosímil possível. E tipo
assim, o cara [ __ ] prejuízo, [ __ ] BO, além de você perder o cliente, você vai tomar um processo, é é dá uma, ah, cara, dor de cabeça enorme, gigantesca. Então assim, só pra gente, até para quem tá assistindo a gente, o que que é um dado pessoal, né, cara? É, é, qual é o dado, né, que eu tenho é toda e qualquer informação através da qual você possa identificar uma pessoa física viva, tá? A LGP dela não se aplica a a dados de pessoas falecidas. Uhum. Então vamos dar exemplos aqui. Eh, nome,
RG, CPF, mail, Dados bancários, telefone celular, eh, endereço de IP, tá? Então, foto, biometria, cara, tudo isso é considerado um dado pessoal, não existe, não é um rol taxativo, tá? Um roll exemplificativo. Então, por exemplo, dentro da sua empresa, você, cara, eu ten um meu ponto é digital, cara. Você tá coletando um um uma biometria do cara. Isso é um dado sensível. Você precisa se preocupar, pô, eu coleto Dados dos do plano de saúde pros meus colaboradores. Às vezes você coleta dado do dependente daquele colaborador, então vocês precisa se preocupar. Então assim, as contabilidades elas
precisam sim se adequar a lei. Só que infelizmente hoje e é muito eh uma responsabilidade nossa que eu digo dos profissionais da área, né? Falta conhecimento pro público. Então isso que você tá fazendo aqui, o que a Gente tá trocando ideia, isso para é muito importante pra galera. Sim, para eles entenderem até onde vai a LGPD. Cara, tem muita condenação, muita, muita, muita condenação judicial, administrativa. Primeira multa da NPD, que é a autoridade nacional de proteção de dados, que é autarquia responsável por fiscalizar, foi para uma microempresa. Então, para quem acha que a LGPD não
vai pegar pras pras pequenas, é isso que eu ia perguntar para você. Qual o momento que eu devo me preocupar, né, cara? a todo momento agora. Então, se você tá assistindo agora, agora não importa quantos clientes ele tenha, não. Eu tenho cliente com dois funcionários, a dona e mais nunca. Entendi. Então assim, e é a mentalidade. Mentalidade do quê? De crescimento. Se eu quero crescer, aquele cliente que eu quero atingir, ele vai me exigir isso, com certeza. Porque hoje os clientes, cara, é é ponto chave De grandes empresas. Por exemplo, se você quiser participar de
uma licitação pública ou privada, você precisa tá estar em conformidade com a LGPD. Você precisa apresentar evidência de que você se preocupa com a lei e cumpre a lei. Então, a mentalidade dela, que é uma empresa de Minas, cara, uma contabilidade de Minas, numa cidadezinha lá pequenininha, ela falou: "Eu preciso me adequar". Veio e procurou o o tamanho da adequação, obviamente é muito menor, Né? Porque a exigência dela ali, os processos são mais simples, mas cara, foi lá e se adecou. Então toda e qualquer o Serac, por exemplo, pô, o Será que agora fundiu com
a Bub, mas o Será que lá atrás cara a gente fez eram 300 colaboradores, assim, [ __ ] estrutura, né? Foi um negócio, deu um trabalho lascado porque é muito processo, são processos complexos muitas vezes, então o nível de adequação varia, mas todas as contabilidades precisam sim Se preocupar, tá? Independente do momento que ela esteja, ela precisa se preocupar. E você falou de penalidades, eh, tem algo para alertar talvez a turma do que pode ser aplicável eh até em números. Não sei se se existe. Eu sei que cara é um caso, é claro, né? Mas
o você tem informações sobre isso, cara? Boa. Vamos lá. Vamos falar das penalidades. Existem várias penalidades que você pode sofrer. Vamos falar do ponto administrativo da ANPD, que é a Autarquia. Você pode sofrer advertência, suspensão do do banco de dados. Você pode sofrer multas simples e multas de até R$ 50 milhões deais por infração, tá? Essa é para para quem vende LGPD, essa é o é o que a galera usa, né, para vender multas de até 50 milhões. Eu falo que para pequena e média empresa, cara, dificilmente vai receber uma multa de R$ 50 milhões
deais. Claro. Eh, mas acho que o ponto principal que as empresas precisam se Preocupar é com o prejuízo que vai ser causado à imagem dela, a reputação. Então você imagina nesse caso aí do seu da do seu conhecido Uhum. O dano que não causou para aquela para aquela empresa. Uhum. Né? Da da fraude que teve e tal. Tem essas essas penalidades administrativas. Além dela, você pode sofrer penalidade do Procom, por exemplo, se for o caso, a depender do caso concreto, você pode sofrer uma Penalidade judicial numa eventual ação judicial. Sim. Ministério Público, Ministério Público do
Trabalho, se você tiver alguma reclamação de um colaborador seu, então a LGPD dela não se aplica só a dados de clientes, mas os colaboradores também. Uhum. Então, se você tratou algum dado pessoal do seu colaborador de forma errada e ele por eventual motivo fizer alguma denúncia no Ministério Público do Trabalho, você pode sofrer uma penalidade. Sim. Então São várias, cara. São várias. São várias. E cara, e dentro disso é mais curiosidade mesmo, tá Edgar, a gente tá vendo um um movimento cada vez mais forte de inteligência artificial, tá? Aí o que eu vou perguntar é
totalmente, sou totalmente ignorante dessa parte, né? Mas eu vejo muita gente começando a usar o o chat EPT ou outra linguagem aí, outro tipo de ferramenta, mas todas são, como é que é? Inteligência generativa, né? Inteligência artificial generativa para analisar um balanço, para analisar uma DRE, para analisar um relatório que tem muitas linhas, tal que são informações sensíveis, não de pessoas físicas, mas das empresas que acabam tendo o nome também ali, sei lá. Eh, isso existe algum alguma perspectiva de complicações ou até de cuidados? A gente pode, eu posso mandar um DRE de uma empresa,
minha cliente, Pro chat EPT analisar e me dar insites? Isso, como é que você enxerga isso? Tá, teve até um estudo há pouco tempo atrás, alguns dias, semanas, de que, cara, 99% das inteligências artificiais que estão no Brasil não estão adequadas à LGP delas, não cumprem os requisitos da legislação. Então, isso é um problema muito sério. Uhum. Essa regulamentação das IAS, ela precisa existir. E aí é aquele negócio é é como elas vão trabalhar aqui dentro, né? precisa Existir. Não adianta ser um salve quem puder e já era. Então assim, tudo que você usa, você
joga uma DRE, a dentro de uma inteligência artificial, ela vai usar aquilo para estudar. Sim. Então isso é um problema muito sério. Às vezes você joga um dado de alguma pessoa X e aquele dado vai ficar gravado dentro dela, cara. E e o mais [ __ ] disso tudo é que isso não vai voltar. Não vai nunca, cara. Uma vez na internet ou na inteligência artificial sempre. Não. E o Uso não vai voltar atrás. Então, o cara que tá me vendo aqui que ele falou: "Eu já fiz isso, cara, provavelmente com o ganho que ele
teve de eficiência, ele não vai parar de fazer. Não vai, mas aí você precisa saber fazer, né?" É. Então, por exemplo, qual que suas recomendações aí? Eh, nesse exemplo da DRE, por mais que seja de pessoa jurídica, cara, tentar criptografar o determinado dado ou anonimizar. Então, por exemplo, ao invés de você jogar o nome da empresa ou O nome da pessoa dentro da você tentar criptografar, como que faço isso? Cara, o que que é criptografia? É uma técnica em que você deixa anônima aquela informação. Então, mas ele entende mesmo assim. Um exemplo bobo. Meu nome
é Edgar. Eu vou substituir a letra E pelo número um, a letra D pelo número cinco e é assim usar chaves, alterar algum algumas coisas. Is muito simples que eu tô tentando dar, tá? E como eu fiz essa criptografia, eu automaticamente eu sei o que que fazer o o efeito reverso do negócio. Entendi, cara. Interessante. Então, se você joga isso na inteligência artificial, ela não tem essa inteligência dela de saber eh qual é o código que você usou ou até mesmo apagar, cara. Pega ali o nome da empresa, apaga aquele nome no PDF, talvez você
não vai conseguir apagar, mas, pô, tenta excluir aquilo do do arquivo, sabe? Isso é importante. Eh, e essa essa preocupação com a com a proteção de dados, ela precisa vir da dos primeiro do CPF, é o que eu costumo falar, tá? Então, quando a gente pô, quando você vai na farmácia, a pessoa te pede lá seu CPF, certamente você dá, não dá. Sim. Você já parou para pensar o que acontece, o que pode acontecer com aquilo? Cara, eu já ouvi falar já, mas queria que você explicasse aí. Boa. Então, vamos lá. Eh, cheguei numa farmácia,
né, com uma receita. O cara Vai falar: "Eu quero, vamos, vamos supor que eu seja cardíaco, tá? Eu tenho um problema cardíaco e eu vou lá com com uma receita para comprar o meu remédio. Eu vou lá, vou dar minha receita, vou dar meu CPF automaticamente no CP, no no registro da da farmácia vai constar que o Edgar ele é cardíaco porque ele comprou aquele determinado remédio, né? Tá vinculado à receita, tá? Tem uma grande rede de farmácia aí, eh, que se você dar um Google, você vai Saber quem que é, que ficou provado que
ela tem uma empresa de venda de informações. É a Raia Drogazil, não dá para falar aqui, tá na internet que ela tem a RD marketing, alguma coisa assim. Uhum. Então, imagina se essa Ria Drogazola pega esse meu dado, essa minha informação e ela vende essa minha informação pro meu plano de saúde. Uhum. Eu, pro meu plano de saúde, eu não falei que eu sou cardíaco, porque eventualmente isso vai encarecer meu Plano. Eu não informei isso pro meu seguro de vida, porque isso pode aumentar o meu prêmio. Uhum. Então, cara, a gente às vezes para obter
um falso desconto, entre aspas, eu forneço uma informação que numa cadeia vai me impactar em várias de várias formas. Às vezes o meu o meu plano de saúde aumenta, eu nem sei o porquê. É um exemplo, tá? Não tô dizendo que isso de fato aconteça, mas pode acontecer, por que não? Não. E eu acho Que é bem provável. Eh, por exemplo, aquele caso do Corinthians, lembra do do patrocínio do Corinthians que abriram uma empresa no nome de uma senhorinha, no tinha uma casinha muito simples lá no litoral de São Paulo. Cara, aquilo usaram o CPF
da mulher. Então assim, hoje você faz absolutamente tudo com o CPF. Você dá um CPF para uma pessoa, ela vai abrir, ela pode abrir uma empresa no seu nome. Cara, existem mecanismos hoje, Por exemplo, que a própria Receita Federal ela já faz, que ela bloqueia a abertura de empresa no seu nome. Tem um vídeo lá no meu canal no YouTube também que eu falo sobre isso. Então, cara, a gente precisa ter esse cuidado. Não pode sair distribuindo nossas nossas informações pessoais para qualquer um na rua, na farmácia, sobre o falso argumento de obter um desconto,
sabe? A gente precisa ter essa preocupação muito grande, cara. Como é que você como é que Você entendendo todos esses riscos, entendendo todo esse contexto, quais são os cuidados que você toma navegando na internet? Cara, queria uma visão do Edgar agora trazendo, pô, eu conheço todo, sabendo toda essa parada, você é o cara que não dá o CPF na farmácia. Não, não dou, tá? E o que mais que você vê que são coisas de prática as pessoas fazem e você, por ter essa visão do do efeito colateral não faz? Cara, eh, não vou ser hipócrita,
não Leio política de privacidade em site, tá? Porque é difícil mesmo, né? O que que é difícil, cara? A galera dificulta, sabe? As empresas, as empresas elas dificultam isso. E assim, acho que cabe as tem tido um movimento de tornar mais fácil essa elaboração das políticas de privacidade, muitas vezes com desenho, pá, pá, pá. Humum. Então assim, a política de privacidade é basicamente a política de como a empresa Vai tratar seus dados lá dentro, né? Então não leio, não vou ser hipócrita nesse sentido, mas assim, os cooks, por exemplo, não aceito todos os cooks, rejeito
todos, absolutamente todos, cara. Todos os cooks, para quem não sabe, são pequenos arquivos, né, que a partir que você clica ali, aceito, eh, de uma forma didática, eles se instalam no seu computador, né? Aí eles vão, existem vários tipos, cooks de Rastreio, cooks de marketing, enfim, são os cooks essenciais, por exemplo, a própria navegabilidade no site você precisa, é obrigatório ter, senão você não vai conseguir navegar. Eh, mas às vezes pode pode ser um incômodo para você e aquilo ele pode, o Cooks por si só, ele não é um dado pessoal, mas automaticamente ele pode
te trazer uma preferência dos seus hábitos, do que você gosta, do que você acessou, você vira vira interesse, né? Exato. Não aceito. Essa é uma dica que eu que eu dou aí pra galera para aquela parada que a galera fala ver se você tem alguma informação sobre isso. Pô, eu falei não sei o quê perto do meu celular começou a aparecer anúncio. Isso existe, mano. Você sabe alguma informação, alguma? Cara, não nada é aberto. Já vi direto. Muito provavelmente se eu pegar alguma coisa aqui e falar no celular vai aparecer no que rola essa parada
mesmo, porque a gente permite o uso do Microfone em vários aplicativos, né? a gente sabe porque como ninguém leu o que que tá a gente tá aceitando exatamente, é perfeitamente factível, né? Sim, sim. É, eu eu acredito que sim, cara. Não, não é aberto, mas eu acredito que que tem alguma coisa nesse sentido. Sim, é, eu também acredito. Gente, tá sendo se escutar. Por exemplo, a a Alexa, né? Aham. Eh, a Amazon diz que aquilo não é, ela não tem acesso a, que ela só liga através, ela só obedece através do Chamado Alexa. Se você
tiver trocando ideia, mude, coloca no canal X, ela não vai entender. Uhum. Mas não sei, cara. Quem garante? Não sei. É, não, não põe minha mão no fogo, não. Sim, total, cara. Vamos lá, Edgar. queria que a gente caminhasse para, sei lá, dicas práticas aí que você pode dar pro dono de empresa de contabilidade, se é que há alguma coisa que ele pode fazer ou se também se não há, não há. Mas ele pode tomar por si próprio alguns cuidados no Seu escritório e talvez você pode ajudar isso dando algumas dicas ou não, cara. Não
tem muito que esse cara sozinho possa fazer ou até não sei. Me conta aí o que que você acha que você pode dizer para esse cara que às vezes quer ali fazer algum movimento. Pode fazer ele mesmo alguma coisa. Boa, cara. Eu sou empresário. Eu posso contratar uma contabilidade digital como a Contabilizei, por exemplo. Sim, posso, mas eu tenho que Saber o que que eu tô contratando. Que eu tô contratando e o que eu votei com ele. Minha contabilidade vai est 100% redonda. Muito provavelmente não. Uhum. Mesma coisa. O contador eu posso fazer por conta,
pode, mas cara, é algo extremamente técnico. É uma profissão hoje. É enorme, cara. A gente tá fazendo junto lá, é arquivo para [ __ ] termo. Eu nem acho que seja possível você fazer da com a profundidade que a liga comply faz. Eh, acho que seria bem difícil. É Difícil, cara. Mas assim, o que que ela precisa se preocupar? Eh, primeiro, existem relatórios obrigatórios que a empresa precisa ter, que ela que não vai conseguir fazer sozinho. É, mas ao mesmo tempo, acho que a parte de organização também, algumas coisas os caras são muito desorganizados. Eu
imagino que você deve sofrer lá, você pede uma informação, o cara não tem, então isso já é um bom princípio, pelo menos o cara se organizar em dados para que isso seja Um pouco facilitado, né? Organização e processo, cara, desenha o processinho, faz um processo bem feito que isso vai te facilitar não só na sua rotina do dia a dia, mas também para adequar a empresa à lei, né? Se a gente tivesse numa palestra agora e pedisse para levantar a mão quem tem processo da empresa desenhada, eu tenho certeza que a menor parte vai levantar.
Pouquíssimos. O processo até existe, mas tá na cabeça de cada um. Mas tá na cabeça de cada um e Faz, cada um faz o seu jeito. Então assim, ter os os processos desenhados é um ponto importantíssimo. Agora precisa se preocupar com o quê? Contratos com os clientes, tá? Também não é toda empresa que tem todos os contratos formalizados. E é, e eu não digo nem contrato de prestação do serviço, eu tô dizendo com a parte de proteção de dados. Entendi. O contrário de prestação do serviço, eu parto do princípio que, cara, a gente nem discute
Isso. É obrigação do cara, mas você tem ciência que nem todo mundo tá aí, certo? Isso é fato. Só que assim, você precisa ter uma preocupação com os contratos, com os seus clientes, só que ao mesmo tempo eu falo, cara, não adianta você imputar uma cláusula ali sobre proteção de dados com várias obrigações paraa contabilidade que você não vai conseguir cumprir. Então, se você não tá adequado, é melhor você nem ter essa cláusula. Sim. Mas as pessoas colocam ali para Trazer uma proteção, mas às vezes é um tiro no pé. Você precisa ter termos com
seus com seus colaboradores. E aí pelo menos três, digamos. Legal. Eh, um, o seu colaborador se comprometendo em tratar como confidenciais os dados aos quais ele tiver acesso no exercício da função. Muito bom. Outro, ele dando ciência de que os termos dele serão tratados durante toda a vigência do contrário do trabalho e uma carta de desligamento que Eu costumo falar que é o colaborador dando ciência de que os dados serão tratados mesmo após o a rescisão do contrato. Ele precisa se preocupar com políticas e aí políticas de segurança da informação. O que a empresa faz
para evitar um vazamento de dados, por exemplo, e um plano de respostas a incidente de segurança, o que a empresa faz caso esse vazamento ocorra. Uhum. Precisa ter uma política de descarte, porque é pra das Contabilidades guardar aquele documento por anos e anos e anos. A gente sabe que tem documentos que você precisa guardar durante 30 anos, por exemplo, mas um dos pontos da RGPD é justamente eh a temporalidade, né? Então, o período que a empresa ela pode ou não armazenar aquele dado. Então, ela precisa ter uma política de descarte muito bem definida. Política de
privacidade para site, cara, não é copiar e colar do coleguinha, não pode, cara, porque cada contabilidade, Cada empresa tem a sua peculiaridade, então precisa criar uma política de privacidade decente. Eh, que mais? Vamos lá. Eh, cuidado com os fornecedores, porque você, como tomador de serviço, contabilidade, por exemplo, da Moonflag, a Monfleg, a gente sabe que ela é uma empresa que eh preza pelos dados pessoais, são tratados dentro da empresa, é uma empresa que garante essa segurança. Só que existem inúmeros Outros prestadores de serviço, softwares, por exemplo, que não estão adequados. E você como tomador de
serviço, você passa a ser responsável solidário por tudo que acontecer dentro dele. Cara, sabe uma coisa que eu ia te falar que acho que é um incremento aí? O que eu tenho notado de mercado tá também dentro de uma área específica que é a área de legalização. Muitas empresas de contabilidade estão quarterizando legal, departamento legal, paralegal, Societário, como quiser chamar, né? Como você disse, cara, legalização é é fogo, porque o cara vai abrir uma empresa, tem que mandar RG, CPF, tudo autenticado, comprovante de res. Muitas vezes você tem um dado de uma criança que a
criança parte e sócio criança ou adolescente, sócio de uma empresa muitas vezes até, né? E aí você não tem esse departamento seu in house dentro da sua casa, dentro do seu escritório e você vai mandar isso para uma outra pessoa, tipo assim, que São dados super sensíveis de um cliente, você vai mandar para ele abrir empresa e depois ele vai ver para você. Isso tá rolando muito. Muitos clientes, eu converso, muitos caras troca deck estão quarterizando, é legal o paralegal e [ __ ] às vezes é um cara que você conhece, que é um frila
que presta serviço para você para mais uns cinco escritórios e é isso. Não, e aí o e a responsabilidade, né? Ela recai sobre o escritório, mas é uma situação delicada, Né, cara? total, muito. Então você precisa ter, como você garante nesse caso, primeiro você fazendo uma análise do do da do fornecedor, mas principalmente contratualmente. Contratualmente, exatamente. Você tem um contrato muito bem definido, né? Não é um copia e cola. Então assim, tudo que eu nós na compl a gente não faz nada, é modelo. Uhum. Tudo é de acordo com a sua realidade. Então, fornecedores, cara,
você precisa ter muito cuidado ao Escolher seus fornecedores, aplicar treinamento pros colaboradores, tá? E aí treinamento que eu digo, não necessariamente você precisa sentar numa sala e botar todo mundo ali reunido, cara. Começa a fomentar essa cultura de proteção de dados, eh, não só no ambiente de trabalho, mas no ambiente pessoal do próprio colaborador. Sim. Então, ter essa preocupação é muito é muito importante, cara. É algo extremamente Complexo, né? É um projeto que ele tem começo, tem meio, mas não tem fim. É um ciclo PDCA. Quanto a empresa existir tratar dados pessoais, você precisa estar
adequado e precisa acompanhar isso. Eu ia perguntar isso para você. Quando você olha pro pro futuro do Brasil, você olha pra frente com a qual é a sua perspectiva de LGPD, né? O que que deve acontecer nos próximos anos no seu olhar, né? Porque esse é um assunto que ele ele começou muito forte. Não sei Se você claro vai lembrar. Eu lembro que ele veio tipo assim, caramba, ferrou, temos todo mundo que se adequar e beleza. Hoje ele existe, é presente e ele vem se intensificando, talvez, ou até se consolidando como uma pauta, eu acho
que se consolidando, é é uma pauta que toda empresa tem que tratar. Então eu acho que hoje é você fala de LGPD, não é estranho para nenhum empresário. No início é uma coisa nova. E pra frente, que que você enxerga que deve Acontecer com esse tema? Cara, acho que vai vai ter um momento significativo de judicialização. A galera vai começar a entrar com ação judicial, tá? Cara, é difícil falar isso porque eu também sou brasileiro, mas o brasileiro, não a maioria, mas uma parte considerável, onde vê uma oportunidade de ganhar dinheiro, ele vai. Uhum. Então
assim, cara, a LGPD ela é, digamos, o novo código de Defesa do Consumidor. Lá atrás, em 1990, quando ele entrou em Vigor, nós ainda, eu tinha acabado de nascer, você também nem tinha nem era nascido, eu acho. Eh, o código, o código de defesa do consumidor, ele era uma legislação que todo mundo falava: "Ah, isso aqui não vai pegar". Entendi. E hoje é a lei que mais judicializa, cara. A maioria das eh maior parte das ações judiciais estão fundamentadas no CDC. Sim. E eu acho que a LGPD talvez não na mesma proporção, mas ela vai
para esse mesmo caminho, cara, porque a partir do Momento que o cara vê que ele pode ganhar um dinheirinho ali fácil, né? Os mal intencionados, muitas vezes, outros não, outros estão entrando com ação por razão, de fato, eles vão entrar. Isso vai ser um problema para as empresas, né? porque se você não tiver adequado, você vai sofrer condenação. Enfim, eh, vai ter uma intensificação na questão de regulamentação, mais normas eh legislativas, mais normas Administrativas da própria NPD. Uhum. A própria regulamentação da inteligência artificial vai vir e vai trazer certamente coisas relacionadas à proteção de dados.
Sim. E eu acho que é uma tendência, cara. Não é uma tendência, é uma realidade. Na realidade já é uma realidade. As empresas realidade sérias se preocupam mesmo. Uhum. Tem ganhos sim financeiros, porque hoje se se você não tiver adequado, você pode perder cliente e você pode Conquistar clientes numa numa eh numa concorrência. Uhum. Então é uma realidade, as empresas precisam, é uma nova lei. Eu eu tô dando risada porque, cara, eu ganho dinheiro com isso. Sim. O empresário pode não estar gostando, mas cara, é obrigação, sim, não interessa. Essa obrigação você precisa fazer. É,
e é isso, a gente volta para um pouco lá atrás, porque a gente ainda tava falando de mentalidade, por é engraçado, né, como esse risco eu Não quero correr. É engraçado, tipo, como a gente trata riscos, né? Então esse risco, tipo, de cara, porque para mim o risco de eu eh fazer uma ação de marketing de vendas e botar uma grana, esse risco eu quero correr, que é um risco negócio dá muito certo. O risco dele dar errado, eu sofrer uma penalidade por causa de um contrato mal feito, que é uma coisa que você falou
do livro do Abinin lá no início, né? Uma coisa que ele fala, falava, né, quanto Vivo, que um dos maiores arrependimentos da vida dele foi o contrato que ele assinou com o grupo, o grupo casinou lá do da França. Esse risco eu não quero correr, né? esse risco de tomar um processo por causa de não estar adequado com a gente, não quero correr. O risco de eu ter às vezes um prestador de serviço, não é, sei lá, que meu contrato não me blinde, esse risco eu não quero correr. Então, esse risco eu pago para não
correr. Eu e assim é e engraçado que Às vezes uma empresa trata esse risco, ela esse risco ela corre, o risco de crescer ela não corre, mas o risco de tomar às vezes uma bola nas costas por causa de não se preocupar com coisas importantes, a empresa acaba correndo. Às vezes, cara, você tá ali crescendo, crescendo, crescendo, crescendo, [ __ ] deu uma merda. Descumpri a lei. Tudo isso que eu conquistei até agora já era. Vai por água baixo, porque seu nome já era. Sua reputação no mercado. Às vezes Você tem um, às vezes você
tem uma, uma contabilidade que atua num nicho extremamente é extremamente nichado. Pois é. Sei lá, eh, médico, médico, supermercado, cara. Sei lá, como um exemplo, cara, seu nome vai ficar manchado para todo aquele nicho, né? Então isso é um problema sério para você. Uhum. Às vezes, cara, é um investimento eh relativamente baixo, sabe? Lógico, tem graus e graus de projetos, mas às Vezes é um investimento que você pode fazer, pode colocar dentro da sua régua ali do do ano e que vai te trazer uma segurança, sabe uma paz de você botar a cabeça no travesseiro
e ficar sossegado. Sim, acho que é o que você falou, cara, é um risco que não vale a pena. Tem alguns riscos que não vale a pena correr no meu ponto de vista. Eh, dependendo do momento, eu acho que esse risco de você não ter contratos, você fazer o seu próprio contrato, eu acho que é um Risco, não vale a pena correr seu contrato de prão de serviços mesmo. Pegar um modelo do CRC, do CFC, cara, isso é uma vou pegar um modelo hoje, hoje em dia, mais assim, adaptando usar a chatt para isso, não
vale a pena, no meu ponto de vista, esse tipo de risco. Cara, você vai fazer um contrato de prestação de serviço, vai fazer uma vez eventualmente ou sei lá, vai fazer dois, três contratos, você não vai fazer um contrato todo mês, então faz com Advogado porque você vai ter respaldo. alguns com alguns um template onde você pode só preencher ali as sa e aí o cara às vezes ele corre esse risco, não vale a pena na minha cabeça porque você tem que ter um respaldo jurídico caso eventualmente aconteça alguma coisa ali amanhã ou depois. Então
você tem que ter inclusive um advogado de confiança para poder contar meu ponto de vista. Sempre sempre tive isso bem claro. Beleza. Outro risco que não vale a pena correr, Que ainda tá envolvido com jurídico, marcas e patentes. Não faz sentido nenhum você não é registrar sua marca. Não é ponto. Antes você antes você abrir o CNPJ, você registra. Foi a primeira coisa que a gente fez, cara. Tipo, não tinha grana, não tinha nada. Pô, vamos abrir empresa, essa empresa, a gente, já que a gente vai mergulhar no negócio, registro de marcas e patentes, porque
isso sai muito mais caro amanhã, amanhã quando você vai fazer. E eu não consigo Entender como o cara não paga. Às vezes a grana, o preço é muito baixo versus o que você vai perder caso você tenha que mudar de marca. Exatamente. E eu não entendo como muita gente não, cara, a gente atende muito essas empresas de contabilidade, cara. Tem às vezes cinco empresas com o mesmo nome, cinco empresas, seis empresas mesmo eu ten Eu tenho um cliente eh que tem um uma determinada marca e eu tenho um sócio do Fire que Tem a mesma
marca. É, é muito comum. É muito comum. Então de contabilidade ele ele não normalmente ele não olha pra marca dele como ativo. E quando eu falo um ativo, isso se desdobra para tudo que a gente tá falando, para ter um contrato bem feito, para ter uma marca registrada, para, tipo assim, chamar de minha. Uhum. Entendeu? Pelo menos em território nacional. E isso são coisas que eu não consigo entender, cara. Como que a galera compra esse risco aqui, mas O outro risco que é de expansão, de crescimento, não, esse não quero correr, mas eu corro esse.
Só que só que eu tô na automática que você falou, eu não parei para pensar nessa ótica. Eu estou com esse risco na mesa, mas eu nem eu não sinto ele. Sim. Sabe? Mas ele tá ali, ele existe. Exatamente. Exatamente. Ele existe, mas não faz sentido nenhum. E cara, eh, Edgar, pra gente caminhar aí para uma uma reta final, para finalizar, eh, os seus links vão estar todos aqui Na descrição, tá? Paraa galera que quiser te consultar. Mas me conta aí, você falou que você tem um canal no YouTube, você também tá com projeto de
podcast. Conta um pouco do do Edgar, qual que é o hoje a contribuição que você tem pro mercado de contabilidade também no mercado jurídico aí que a gente conversou? Legal. Eu tenho o meu canal no YouTube, tá tá meio fraco lá. Preciso retomar a gravação de vídeos que a gente tava comentando, né, cara? É, é Loucura assim a gente sentar para produzir conteúdo. Mas isso é vai voltar já nos nos próximos nas próximas semanas a minha minha agenda fixa pra produção de conteúdo. Então lá eu trago conteúdos mais técnicos, mas de fácil aplicação no dia
a dia relacionado a LGPD. Sim. Tem o podcast onde eu também chama papo com quem faz, onde eu levo empresários que já construíram algo. Muito bom. Então, para inspirar as pessoas que Querem começar ou que estão começando, estão passando por uma uma dificuldade, então já deixo aqui meu convite pra gente p marcar para ir lá. Vamos sim. Eh, então, papo com quem faz. Tenho agora na na minha página no Instagram, especificamente, eu tô trazendo mais questões relacionadas à advocacia visionária, que é um projeto de mentoria que eu creio pouco desse projeto aí. Legal, cara. Eu
digo que a contabilidade e a advocacia tem são Nichos muito parecidos, né, cara? em dores, em em necessidades, mercado. É, e o advogado, ele não, ele sai da faculdade para ser formado, para ser um funcionário e os que querem empreender, eles não têm a o menor conhecimento, pelo menos dentro da da da faculdade, para iniciar um projeto desse, né, cara. Uhum. E a advocacia visionária nasceu justamente com esse intuito de ajudar essas pessoas a na Parte de gestão de um escritório de advocacia. Então, pô, tenho 13 anos aí de formado, tem um resultado já bastante
consolidado e e eu quero passar isso pros pros advogados, não os novos advogados também para eles, mas até pros que já estão em uma caminhada e que não muitas vezes não conseguem crescer. Então, um projeto novo, recente. A gente começou há dois meses mais ou menos. tá sendo bem legal. Acho que vai muito além de ganhar dinheiro por e simplesmente, Sabe? Acho que vai muito um propósito assim de ajudar. Sim, eu tenho para mim nessa nessa nessa minha trajetória, eu aprendi que é doando o que se ganha, né, cara? Então, à medida em que você
doa mais, independentemente do que seja, tempo, dinheiro, isso volta muito mais para você. Então, assim, cara, eu abri esse projeto para ajudar advogados. tem sido muito prazeroso, cara. Muito legal. É uma coisa que eu acho que que você fez muito bem na Liga Comply, eh, que como Cliente vale a pena compartilhar um pouco dessa experiência. Eu acredito muito numa tese, né, que eu acho que a gente tem que, entre aspas, produtizar serviço, tá? Eh, é mais fácil quando a gente produtiza. Então, como o que que eu quero dizer com isso? Lógico que você vai adequar
cada serviço a um volume de entrega, um volume que o cliente demanda, a hora, time sheeting, tudo mais, né? Tem produtos que vão ter eh você lastreados no tempo gasto, tem Produtos que não. Mas você produtizar serviço ajuda muito no processo comercial, no processo de eh entendimento. Tipo assim, o que que eu quero dizer? Coisas bem simples, tá? Pô, legal. O que que é o meu produto? O que que ele faz? Em quanto tempo? Depois de quanto, cara? Quais são as etapas? 1 2 3 4. Nessa etapa, o que que você pode esperar de cada
etapa, cara? Como é que você se divide? Qual é o esforço que você tem no seu lado? Qual é o esforço Que eu tenho do meu? Quais são os arquivos que a gente vai construir? Então, tudo isso ficou muito claro, né? No momento que a gente conversou, você trouxe muita clareza de todo o processo, de como funciona. É isso. Eu acho que isso é importante assim, não só para um processo comercial, muito bem definido. Eu eu recebo muitos elogios assim da minha apresentação, por exemplo, comercial. Sim. Tem um passo a passo lógico, né? Ainda nesse
sentido, cara. Eu acho que isso ali em expectativa desde o primeiro momento, sabe? Acho que é importante, cara, isso. Total, total. Exato. E eu te falei que eu fiz outra conversa com outra pessoa de LGPD que era um excelente profissional tecnicamente, só que assim, eu não sabia, tipo, o que eu tava falando ou que para onde a gente ia. Eu sei que a gente estava com um formulário enorme lá para preenchermos juntos, preenchemos, mas em nenhum momento ficou claro o que Que seria feito, em quanto tempo, de qual forma, qual é o valor, quanto custava,
quais eram os planos. E isso se adapta muito pro setor contábil. Sim. É tipo assim, eu posso fazer uma conversa com você sobre marketing e a gente conversar uma hora e sair nada claro para você do que que eu faço, como eu faço, de qual maneira, qual que é a entrega, em quanto tempo e eu posso sair de uma conversa e deixar tudo claro. Qual que é a probabilidade maior de você Se interessar? Provavelmente eu deixando o mais claro possível e isso visualmente e tal. Então isso é o poder da comunicação, né, cara? Mas eu
mas eu digo mais do que isso, cara, porque eh o teu serviço não é feito por improviso, no sentido não ruim da coisa, mas no sentido tipo fechou, agora a gente vai lá e vai fazendo. Não, setar esses passos dá uma sensação de mais segurança, mais clareza. E é isso que eu chamo de produtizar. Quando alguém vai Fazer uma apresentação de uma ferramenta, o cara te explica todos os módulos que cada módulo faz, que cada etapa faz. É mais pragmático serviço. Se você não tomar cuidado, você fica muito na intangibilidade. Que que eu faço na
minha contabilidade? Ah, eu gero relatórios polític. Mas como? Qual? Quanto tempo? Trimestral, semestral. Pô, não tem um plano que é mensal, um plano que é trimestral, um plano que é Semestral. Pô, esse relatório vai trazer o quê? O que que é esse relatório? Então isso muda o jogo, bicho. E aí pode, a gente pode fazer uma reunião, eu sendo o papel aqui do contador e eu sair daqui, ah, vamos fechar a contabilidade, eu nem sei direito que você vai me entregar, eu foco mais na obrigação acessória. Ou eu posso vender dessa maneira que você faz,
que é o que a gente faz também na MFL. A gente vende serviço, mas assim, é muito produtizado. Então, cara, tu olha, de Acordo com o que eu já entendi de você, se tu tá nesse cenário aqui, vou dar um exemplo da contabilidade, tá? Tá nesse cenário, tu não tem nenhum tipo de relatório, te pedir aqui informações para analisar os seus balanços, você não tem, tu não tem visão financeira nenhuma. Então não tem nada. Então você tá nesse cenário aqui. Pô, a gente precisa partir daqui, daqui, daqui para isso essa essa essa entrega. Esse é
isso que a gente vai entregar em tanto tempo. Então isso é é melhor de precificar, é melhor alinhamento de expectativa, fica mais claro. Isso tá embalando a parada. Você tá embalando a parada. E quando você tá embalando, para mim é mais fácil tomar uma decisão, entendeu? Agora se a gente conversa, eu não sei, depois eu recebo uma proposta, custa três pau, sabe? Tipo assim, provavelmente a minha a minha tomada de decisão, ela não vai ser tão rápida. O ciclo de venda aumenta. Exato. Então isso é muito bom, Cara. Eu gostei muito desse dessa forma de
você tratar. Eh, é um depoimento isso aqui, ó. Dá para cortar isso daqui depois e botar lá no depoimento. Mas é é muito bom a forma que você trata e eu acho que isso é raro entre os advogados, é raro entre os contadores também. Eu acho que você tem muito a contribuir com a galera nesse olhar. Tô trazendo um recorte, né? Você tem muitas nuances aí que pode levar pro pros caras. Bom, valeu, cara. Obrigado pelo pelo Depoimento gratuito aí. Já vou, já vou pedir esse corte pra galera para botar lá no meu Instagram. Mas
é isso, cara. Eu acho que eh a aquele aquele assunto de que ah, eu sou responsável pelo que eu falo, não pelo que você entende, isso é balela, cara. Eu preciso me comunicar de uma forma clara que você entenda. Isso é é o que a gente tava falando lá no início, né? Tudo comunica. Então, a minha apresentação, cara, você precisa saber o que você vai contratar para lá Na frente a gente não venha a ter um debate de falar, cara, não, pensei que era não, cara. Tá aqui, tá muito bem desenhadinho que você vai receber,
né? Isso torna o processo muito mais fácil, muito mais leve. As coisas profissional, as coisas caminham super bem, cara. Então é isso, cara. Fechou. Seu Instagram qual que é? @edgard com demudo no final. Dolata. Dolata. Perfeito. É, é só botar Edgar lá, já vai aparecer uma carequinha Minha. Perfeito. Os links também vão estar todos aqui na descrição, tá? Como eu disse para vocês, esse é um episódio que eu tenho certeza que se você compartilhar com seus sócios é uma pauta estratégica escritório de contabilidade, pô, a gente tá fazendo aí a adequação e isso eh, cara,
no meu ponto de vista, se você quer ser uma empresa que vai se resolver, vai ser relevante no seu mercado, é como o Edgar falou, uma empresa séria se preocupa com esse tipo De coisa, se preocupa com eh as fragilidades jurídicas que o escritório dela exatamente pode estar. Então, acho que é um ponto importante. No mais, turma, eu agradeço muito pela sua audiência até aqui. Deixa o teu like, se inscreve no canal, conheça e ouça os outros episódios. A gente já tá aí aí para quase 10, se eu não me engano. E, cara, eh, é
sempre nesse nível aqui, sempre no alto nível, conteúdo que você pagaria para ouvir e aqui você tá Ouvindo de graça, ok? Consulta o Edgar, caso você queira. Edgar, muito obrigado aí. Você com a mão machucada aí. O Edgar é muito bravo, tá? Ele fica desse jeito, mas ele bate na mesa e machucou aí a mão, mão operada. Ser operada. Mas é isso aí, cara. Obrigado pelo convite. Eh, espero ter agregado muito ao a galera. Me coloco à disposição de todo mundo que quiser tirar uma dúvida, trocar uma ideia. Já vai ter aí minhas redes sociais.
Se for cliente da MFL, Tenta jogar um cupom 10 aí, quem sabe rola alguma coisa. 10 vai ter 10% de desconto. Perfeito. Então, valeu, gente. Obrigado. Até a próxima. Valeu,