Ele tem uma capacidade de crescimento, porque não é só vontade de expandir o cara que a gente avalia. Pô, eu tenho muita vontade de expandir. Eu sou um contador, por exemplo, só que eu tenho um colaborador aqui e tô sozinho, tô no começado, tô me virando.
Pô, esse cara não pode ser score 5 porque ele não vai conseguir absorver muitos e muitos, muitos clientes. Agora aí você rio, pô, estrutura, liderança, governança e tal, pô, o cara consegue absorver mais. Score 5, porque ele pode crescer no longo prazo com a gente.
Então assim, tem algumas avaliações e a partir desse score a gente vai mapear esse cara para expansões e até mesmo eventualmente é uma informação muito rica para eu usar para eu entender minha carteira. É uma parada muito legal. Por isso que eu queria dar esse disclaimer aqui, essa dica para quem tá nos vendo também.
E enquanto você estava falando assim, eh, e isso é importante e a outra coisa que a gente faz é que você lembra que eu falei do backoffice? Aham. Cara, o maior problema, você contador que tá assistindo a gente, eu tenho certeza que você já tem um parceiro para fazer SST, para fazer um monte de coisa, né?
Você tá lá um monte de coisa total, mas não acontece com você que quando você vê o cliente já contratou e não foi com você. Total. Isso acontece muito.
Total. Por quê? Porque você não soube comunicar para ele isso aí que você tem o produto, tem o produto.
E isso é uma coisa, cara tato, porque senão você vira aquele vendedor que faz assim, aí abre, não é a ideia, um monte de coisa. É tipo Resident Evil, tinha um cara lá, um contrabandista. Então, como que a Márcia hoje, né, tá estruturada, né, e ela tem o departamento de CS acaba sendo um departamento de vendas, né?
Ele é o farmer, né? Eu gosto de chamar mais dessa maneira, porque realmente ele vai vender mais muito muito Taylor Made, né? É, não, ele é o cara que é o seguinte, cara, a gente tem um conjunto de coisas, ele é o cara que sente a necessidade.
Isso aí por quê? Porque tem essa comércia inicial, mas também tem as regulares que ele vai conversar. Como é que você tá?
Como é que tá? Eu ia perguntar isso agora. De quanto quanto tempo as regulares, rapaz?
tem que falar com eles. Tô te deicando aqui em relação a CS. É o tema muito bom.
É, exatamente. É, eu tem as a meta seria a meta seria eh acho que de três em três meses. Entendi.
Acho que eu imagino que é um bom período. É, não todo mês não faz sentido. Não tem nem tempo para isso.
Não tem nem tempo e não tem volume de informações à tratar, entendeu? Fica chato. Fica chato.
Então assim, eh, o que que elá faz, por exemplo, nossa, que legal, né? Você vai contratar funcionários e tudo e o ponto eletrônico, qual que você vai usar? Aí o cara fala: "Cara, eu tô vendo isso não, não tem problema.
Toma". Tá, entendi, né? Você sabe que tem segurança do trabalho, isso aí já tá tudo resolvido para você?
Ah, não tá, toma. Entendeu? Então, a gente tem ali uma gama de produtos que não são produtos que que são assim, pô, vai rentabilizar a AEC, né?
Alguns têm mais potencial, outros têm menos, mas o que mais me preocupa é que ele esteja dentro do meu ecossistema. Perfeito. Concordo.
É que ele esteja ali, ó. Por quê? Uma coisa que eu acho que a gente nunca tem que deixar é o cliente conversar com o nosso concorrente.
O cliente não tem que conversar com o meu concorrente. Então, se ele não tá fazendo SST com a minha pessoa, ele pode estar fazendo SST com uma pessoa que tem um contador debaixo do braço. Sim.
E acontece. E quanto menos você tiver isso, melhor. Quanto mais dentro da sua e você se ajuda.
Porque, por exemplo, às vezes um SST mal feito gera uma fiscalização trabalhista. É. É isso que eu ia falar, eu ia trazer esse ponto porque eu aí aquilo me dá trabalho, aquilo me dá dor de cabeça.
Outro e outra gente às vezes o e eu vou ser mal visto amanhã ou depois. O contador às vezes ele vai fugir desse lado da venda para não ser o cara chato. Pô, mas eu não quero ficar ofertando.
Só que aí que tá, mano. Às vezes é essa oferta que vai livrar tanto o cliente quanto você de dor de cabeça futura. Então a gente tem que desassociar a venda da coisa chata.
Eu tô empurrando algo, detesto essa palavra em vendas. E sim, não, cara. Eu tô ajudando, cara.
O cara é uma empresa. Ele é uma empresa. Ele precisa cumprir algumas coisas como empresa.
É, não. Volto para o que eu te falei, é do backofice, é na minha mão. É isso aí.
E acho que é uma mentalidade para você trabalhada no mercado. Se é no backofice, tem que estar na minha mão. Eu tenho que ter alguém para resolver, sabe?
Nenhum tipo de vergonha oferecer eu ou não sou eu. Pô, se tem muita relação comigo, pô, se é um negócio muito interessante que vale a pena ser eu, pode ser eu. Se não vale a pena ser eu, alguém que eu confio, né?
Remunera ou não remunera. Tem vários caminhos, né? Isso.
Eh, então assim, eh, dessa forma que eu enxergo. E o esse departamento de CS, cara, ele ele tem trazido ótimos resultados, cara. Ótimos resultados mesmo.
A gente tem uma cultura lá no escritório que é a cultura do Au. Uhum. Toda vez que um cliente faz um elogio, isso vira uma publicação interna nossa, uma comemoração, entendeu?
Nossa, isso é legal. E a maioria dos vão vir em reuniões do CS total, porque faz parte, faz parte. Então, até isso, sem ter essa figura, a gente não ia saber, né?
A gente não. Então assim, o objetivo do CS é esquentar a relação, entendeu? Não deixar a relação esfriar.
Sim. E acaba sendo também um ombudsman, né? que a palavra doida lá que é é o localonde o cliente reclama.
Então, qual que são os níveis de reclamação na empresa? Você tem a pessoa que te atende, você pode reclamar com o chefe dela, o chefe dela você acha que não atende, você pode reclamar com o CS, escalando, né? O CS não te dá resultado, você pode reclamar com a diretoria.
A diretoria não te dá o resultado, você vai ler a pólvora. Entendeu? Então assim, graças a Deus não recebo ligações.
Graças a Deus não não não recebo ligações. Mas assim, eh, uma coisa muito interessante é que quando bate lá na Márcia, isso foi uma coisa que a gente teve que conversar com ela, né? Eu tô falando muito dela aqui, mas é porque o tema é esse, né?
E o tema foi o CS, né? Claro. A gente teve que conversar com ela e falar assim: "Cara, olha só, calma aí, porque nem sempre o cliente tem razão.
" É isso aí. Porque ela vinha mãe braba. Uhum.
Por que esta empresa não fez certo? Que não sei o que que falar assim, calma aí, calma aí. Você tá achando que o cliente tá certo, mas ele não tá.
E muitas vezes ele não tá. Mas é legal, né, cara? Esse é o papel dela mesmo.
Ela tem que ligar pelo cliente. Legal. E ela tipo pega para ela, tipo, não pode deixar que isso aqui.
Isso aí. E ela não é de departamento nenhum. Faz muita diferença.
É, o gerente é contaminado. Aham. Porque o gerente tem o seu subordinado ali que ele quer defender também.
Com certeza que nem sempre quer bater. Que tudo bem também entendo que faz parte do papel dele. Ele tem que táar pelos seus.
Eu não quero que ele tire isso. Ele é líder. Ele é líder.
Ele precisa ser esse cara. Ele precisa ser esse cara. Mas pro cliente falar com uma pessoa que se você fosse botar uma, né, uma balança, ela estaria 75% do lado dele, só 25% do nosso lado.
É muito legal. Total, né? Inclusive fica a dica aí, né?
Eh, acho que o CS tem que ser uma pessoa muito desconectada do da operação mesmo. É tipo um departamento, cara. E ele vai est Não é só um departamento.
Não pode ser uma pessoa que também que veio do departamento. Não sei se é o perfil ideal, entendeu?