o olá pessoal iniciamos essa terceira aula da disciplina metodologia do ensino em química ou matemática que a gente vai trabalhar agora sobre a transformação do conhecimento da ciência para a escola a gente vai focalizar basicamente conceito de transposição didática olhando o conceito na por meio do seu autor sistematizou mas preciso de matemática que o investir vá lá e também a gente vai dar uma olhadinha no modelo kvp e algumas apropriações algumas ações do professor fazendo essa transposição didática dentro do ensino de química conceito de recontextualização também estava previsto foi deixado de lado nesse momento e
posteriormente no decorrer do curso e a gente retoma então tá velha a gente veio aqui há basicamente esses dois aquário bom e que um peixe se transforma em outro tá essa lógica gente vai trabalhar aqui da transformação tão conceito de transposição didática é esse conhecimento nas sendo transposto né de um e vocês lá do conhecimento científico para outro meio nesse caso a escola e nesse processo existe a transformação do conhecimento e da transformação do conhecimento foi proposta inicialmente aqui pelo michel ver que formulou o conceito a partir na década de 1970 esse conceito de transposição
didática e 1980 uma década depois esse conceito ele foi apropriado né pela didática da matemática esse caso já focalizando né a uso para o estilo e posteriormente a didática das ciências o ensino de ciências acabou também se apropriando logicamente que a transposição didática dentro da perspectiva da de uma ciência formal da matemática elas se diferem muito né das ciências naturais nesse caso ensino de química mas essa discussão a gente vai fazer posteriormente então o dedo essas diferentes peixes aqui no aquário com esses diferentes tipos de conhecimento esse conhecimento transposto a gente vai chamar nesse caso
pela pela os a palavra o termo utilizado por chegar lá pro conhecimento científico deixando saber sábio esse saber sábio né ele se transforma não saber a ser ensinado e o saberem a ser ensinado nos saber ensinaram esse aqui que acontece efetivamente no ambiente escolar e para esse processo né que faz uma transformação do saber sábio para o saber ensinado é chamado de transposição didática e então a gente vai entender um pouquinho melhor isso aqui nesse caso as figuras elas explícito melhor né o processo eu tenho saber sábio que o objeto saber é o conhecimento gerado
na comunidade científica um cientista um grupo de cientistas né que busca por uma resposta uma solução de um problema é delinear o raciocínio por meio de instrumentos procedimentos próprios e realizaram as pesquisas que geraram a descoberto é importante é nesse caso entender que saber sabe quando ele é produzido é um cientista ele divulga os dados dele para o outro cientista então não existe hierarquia em relação às pessoas que se comunicam e tá na verdade o objetivo de um artigo de um trabalho no cientista não é ensinar ninguém não tem o objetivo de ensinar ninguém então
logicamente que ele adquire uma forma sistemática dentro daquela da perspectiva da ciência apenas isso oi e aí o que acontece esse conhecimento ele vai né sendo transformado para o conhecimento uma saber a ser ensinado então aquele saber sábio ali do conhecimento científico né ele é reestruturado numa linguagem mais simples porque porque agora né e já tá visando o objetivo de ensinar então a gente organiza para potencializar que o outro entenda aquilo que eu estou ensinado então numa linguagem mais simples que dá origem e organizado por meio de livros e manuais em silo então nessa reestruturação
e organização o conhecimento descontextualizado gerando um saber diferente do original e tá gente não pode ser que são conhecimentos iguais porque afeta a estrutura seleciona-se uma parte é organiza-se de uma outra forma e então é isso existe né uma transposição do conhecimento bom então esse saber a diferente daquele saber original e o saber a ser ensinado se transforma e saber ensinado o que que acontece esse conhecimento ele sofre uma contextualização para um ambiente em que ocorrerá ao ensino educador aparece como protagonista que realiza a transformação do saber a ensinar determinado normalmente por um cronograma para
o saber ensinado é influenciado pelas características pessoais do educador pelo ambiente no palco real ensino e pelas características intrínsecas dos educandos então contexto de ensino ele vai definir e foi esse a muito aquilo que vai ser efetivamente ensinado então quando a gente compara aquilo que foi efetivamente sinólogo quarto aquele saber sábio a gente vê que não estão dois conjuntos de conhecimentos muito diferentes esse para esse todo esse processo a gente dá o nome de a exposição didática que aqui ele explícita um pouco melhor isso ele fala assim que a transposição didática põe em evidência o
fato de que a disciplina escolar não é o conhecimento científico mas uma parte dele e além disso modificada então quê que a gente comprou a gente conclui que a gente na escola a gente não ensina conhecimento científico mas sim conhecimento escolar que é um conhecimento que ele é selecionado e também modificado então é um outro tipo de conhecimento que é grande parte disso porque porque a intenção daquele do saber dentro da escola é justamente você ensinar alguém muitas vezes vocês tem dentro de ensino superior contato com algumas organizações que vocês não viram na escola e
de outro lado muitas vezes o ensino superior você descobre que muitas organizações e muitos conceitos que vocês aprenderam na escola não são né a de os dois vão pensar se eles são incompletos e não são nem trabalhados no ensino superior e a pergunta o ensinado na escola porque na escola naquele e como objetivo mas como a gente havia até falado numa live aqui na regra do octeto a regra do octeto é uma exceção mas na escola muitas vezes é utilizada ou era utilizado com o objetivo né do aluno entender o padrão de estabilização na relação
nas interações entre os astros e aí ou a raiva que ela regra do octeto aplicada apenas um conjunto fornecer para o poder que existe né uma organização no na natureza de forma que as interações que respeitassem algum e se caso estabilização a gente sabe que o ensino fundamental ensino médio muitos conceitos ensino superior não são aplicados lá e eles não tem condição de saber muitas coisas porque não são oferecidos conceitos é que são basilares para a compreensão um exemplo disso disso também que foi discutido na live que é o exemplo a disponibilidade da reação porque
porque no ensino superior a gente aprende o que que a espontaneidade da reação ela é calculada na com dois fatores importantes o fator entalpico diz respeito à energia e e o fator entrópico que diz respeito aos graus de liberdade da molécula né e assim por diante então quanto mais então quanto aí dentro do ensino mesmo do ensino médio o fator entrópico não é ensinado aí o que que acontece acontece que tudo fica faltando entalpico e ea espontaneidade da reação quase que no ensino médio que só entende que está associado ao fato de da energia do
produto você medoc do reagente é como se dissesse que as reações exotérmicas são as reações espontâneas na dentro né do ponto de vista na teórico já que o aluno não tem acesso essa discussão sobre entropia e assim por diante vários aspectos que poderia detalhar aqui mas vão o site ainda no pouquinho mais sobre a transposição didática a transposição didática ela tem duas partes é aquela que ocorre entre o saber sábio e o saberás ensinado é lecionado de transposição didática externa na verdade o que acontece sempre esse esse é o primeiro processo em que os manuais
livros eles vão ser o que eles vão se atualizando em relação ao saber de referência que ao saber científico que é entendido como saber legítimo nesse caso existe um outro processo outra etapa da transposição didática que etapa em que o saber a ser ensinado se converte em saber ensinado isso é chamado de transposição didática interna é aquela que ocorre no universo escolar mas quando o professor de torna o conceito compreensível aos seus alunos né suprimido algumas dificuldades de aprendizagem e aqui o professor faz a seleção a e não não é música analogia então vocês tem
todo o movimento que o professor faz aqui de forma que aquele conhecimento seja compreendido oi me passa né e ele é aquele conhecimento de forma muito diferente e aqui também dentro do ponto de vista na da proposta do chevrolet lá do conceito de transposição didática a gente tem o conceito de nos fera porque o que que acontece tanto saber sabe estabeleci nado e o saber a ser ensinado todos esses contextos estão dentro de um contexto maior né que na verdade envolve pessoas instituições ligadas tanto a comunidade científica como mobilizar a comunidade educacional é das editoras
e tantos outros é sempre com ideias e interesses em relação aquele conhecimento que está sendo gerado no outro ponto também eu tenho vários centros de conflitos negociações soluções né que a gente fala que é esfera onde se pensa interessa-nos fera ela é tudo isso né segundo na modalidade sua vez muito diferente o funcionamento didático então nessa a cela você tem né todo esse conjunto de atores né se relacionando com interesses e de certa forma ela vai influenciando todo esse processo tá é essa ideia né de duas feras na do iv chega lá para o conceito
de transposição didática e basicamente é isso e a gente agora vai para o modelo casa efeito de transposição didática e aqui eu tô falando de um autor jean-pierre lehmann e o que é reclamando da universidade de marselha na frança o que que ele basicamente propõe aqui desse modelo de transposição didática na verdade ele não modelo chamar cá vtk de conhecimento científico ver de valores e pedir práticas sociais né esses valores estão vinculados ao opiniões crenças e ideologias de conhecimento científico eo conhecimento proveniente da comunidade científica mais como lá né não chega lá o que as
práticas sociais muitas vezes de pegar ali dos editores ação dos atores do sistema educacional do professor então eu posso ver prática é a prática social desde o cientista desde os editores até os professores até os alunos todos eles compõem o conjunto de valores práticas sociais na e conhecimento essa é a lógica dele então ele diz o seguinte na qual interesse desse modelo kvp e por que é tão aplicado a então minha aluna de doutorado até a referência que vocês estão utilizando como texto base é uma adaptação né dá até dela e que ela trabalha é
utilizando o modelo cabelo tem mais escute também transposição didática e isso é bem comum principalmente no ensino de biologia aqui no brasil utilizar muito esse modelo kvp e qual é a grande utilidade dele é porque na verdade a gente consegue e assim também vai reclamando é dias né que ele a gente consegue entender né as concepções os diferentes autores entanto os cientistas como os autores de livros como dos professores dos alunos né entendendo que existe uma relação entre a conhecimento valores e práticas sociais envolve envolve esse sujeito esses sujeitos a e ele diz o seguinte
que os conhecimentos sentidos apreendidos né é para as diversas práticas da vida cotidiana e para os negócios os quais a mobilização desse conhecimento pode ser útil então de certa forma ele dá muito valor que ele chama da prática social e isso de certa forma era uma crítica em relação ao modelo de chegar lá porque porque a ficar ficava muito como referência só a questão do conhecimento científico né e muito pouca influência das práticas sociais e aqui né o pessoal que trabalha com cadeira não é que esse modelo não é muito e até nas referências que
eu ia passar aí para vocês o relato muitas vezes que você tem um currículo de uma escola sendo efetivamente influenciado por questões sociais não por questões sentir cima não é porque apareceu um conceito científico é muito legal muito top né e ele vai ser agora transpor-se a gente vai ter que aprender na escola muitas vezes não existe muitas vezes alguns conceitos que não é a excelência dele pelo fato de ele ser validado ovacionado dentro do rio do éden científico não muitas vezes a importância daqueles conceitos ela se dá dentro de um contexto social então muitas
vezes por exemplo você tem uma na escola e que aquela cidade que aquela escola se situa naquele município apresenta grande problema de por exemplo de adolescentes grávidas né precocemente e aí a prefeitura de maneira geral eles entendem por dente as escolas municipais deveriam está discutindo o melhor essa questão para em alguma disciplina alguma atividade de educação c olá seja e isso é feito e percebe então a escola acaba contemplando alguma foi conhecimentos no seu currículo que advém de uma preocupação social de uma de um médium de uma demanda social e se ela não vem de
uma de uma demanda científica ela vem de fazer manda social então o resto das relações entre valores e práticas na e conhecimento ela é muito útil hoje você tem escolas né que eles porque elas são escolas de valores né tem escolas cristãs e escolas de diferentes denominações né que que tem e valores específicos na região nosso falou será que a gente não ensinou sua conhecimento a gente também ensina valores é tanto que isso é importante que hoje em dia até dentro da dos trabalhos acadêmicos em si licenças muitos pesquisadores estão olhando direcionando o seu olhar
para essa discussão de valores eu mesmo oriento né pesquisas que vão nessa direção até por isso que é bem importante essas e aí a esse modelo para bebê como sendo também muito importante para a gente compreender não só as mudanças no conhecimento mas as suas relações com valores e práticas sociais e aqui ele é a parte apresenta o modelo kvp que na verdade é bem parecido né é o modelo transposição de dados que ele ficou avaliar né pegando desde os entes é o nome né que independentemente da do nível que está sendo falado se é
na ciência cenas editoras se é dentro do universo escolar né em cada um desses ambientes em cada um desses contextos você tem relações entre conhecimento valores e práticas tá então diz assim que por meio deste modelo de transposição didática é possível analisar desde a concepção inicial do conhecimento científico no próprio meio científico até as concepções construídas pelos estudantes e é por isso que é de grande aplicação esse modelo kvp de trabalhar essas concepções desse diferentes sujeitos envolvidos nesse processo de transposição do conhecimento outra exposição didática a hipótese recontextualização havia falado para para vocês né que
a gente vai desenvolver num outro momento né aula já tá bastante cheio tá bastante densa e eu achei por bem colocar isso para uma outra ocasião e aí a gente vai agora no aspecto mais operacional discutir né a transposição didática agora olhando as ações do professor para favorecer as suas transposições didáticas e aí a gente vai discutir algumas cinco é a transposições ações o professor né que eu faz com que haja transposição de dados que são mais frequentes nas dentro de uma sala de aula e a gente vai ter pela primeira que a mais básica
de todos que é quando o conteúdo é selecionado ou recortado de acordo com que o professor considera relevante significativo pertinente né para desenvolver determinadas competências dos alunos isso seria super bom né se fosse apenas isso mas muitas vezes o professor oi seleciona porque é o que ele mais gosta né ou é o que ele mais sabe o aquele mais domina o que eles acho que os homens vão mais gostar então tem tanta é outras possibilidades né é de seleção é baseados em critérios menos nobres do que esses são colocados aqui no slide e alguns por
exemplo alguns temas você discutidos relacionada à seleção né por importância ou preferência que é justamente isso que eu falei né muitas vezes eu coloco critérios né elegendo né quais são os conteúdos mais relevantes ou muitas vezes não né por uma questão de preferência pessoa alta que eu acho mais fácil porque eu acho eu gosto mais e assim por diante tá é outro prédio na verdade são critérios são critérios bem - móveis o outro ponto um exemplo é que é bem recorrente eu tipo de que quer o conceito associado aos tipos de reações químicas ou mesmo
conceito de transformação que durante muito tempo em vigor ou se aquela ideia de você tem que discutir com os alunos os tipos de reação química reação de simples troca dupla troca de composição adição e assim por diante e e aí os alunos decoravam aquelas coisas vocês bem sabem que isso nem é cobrado no ensino superior nem é trabalhado no ensino superior e no ensino médio era desenvolvido isso é e mais assim é de forma que ele não sobrava tempo do aluno aprender efetivamente o conceito de transformação física é uma coisa maluca de doido né o
seio os vários nomes de vários tipos de reações mas eu não sei exatamente porque a reação então essa classificação aleatória e sem sentido né isso deveria ser retirado se eu fosse selecionar eu como professora eu selecionar ia né o foco maior né ou seja um tempo eu vou eu vou me dedicar a justamente lá não entender porque é uma transformação química e diferenciá-la de uma transformação física isso seria muito mais nobre do que o professor lá não vou falar uns tipos de transformação e vou dar vários nomes e classificações e como faz muito sentido é
que a gente pensa assim é o aluno aprender isso para que efetivamente é muito mais importante que o aluno aprenda a essência do que é uma e somente caracterizando a indiferenciado ágil processo uma transformação física vamos lá bora lá na seguinte outro aspecto importante segundos é é a questão que alguns aspectos ou temas são mais enfatizados pelo professor quando o professor enfatiza algumas pecto né ou tema reforçando o mesmo diminuindo né então tem coisas que eu vou falar mas a por exemplo aqui nessa aula eu estou reforçando consertamos possibilidades que diminuindo o conceito de recontextualização
é então por exemplo aí fase de novo entra a questão da importância ou preferência de exemplo um que a gente vai ver aqui é termoquímica na ênfase nas reações de combustão as que são ponto mais interessante para que a gente possa enfatizar aqui né essas em fases que são colocados e até falado há muitas vezes o professor ele falou que não ia fazer muito grande e processos e reações exotérmicas combustível reações de combustão e aí o aluno e vai achar que todas as reações liberam energia né ou ou quando aparece uma reação endotérmica talvez o
aluno pensa que aqui não é natural de acontecer né então a por quê porque aí fase maior é nas reações exotérmicas até até se entende por quê porque as criações aqueceu térmicas né elas elas resultam na liberação a liberação de energia uma coisa útil para o homem e aí e para para fazer as coisas funcionarem assim por diante que tu até pela pela importância das reações vai ser o técnicas aonde está que o maior mas até de certa forma de ser tão tão destacado que a que esmaga né sufoca basicamente né as reações endotérmicas que
o aluno até fica sem saber entendeu porque essas reações endotérmicas ocorrem uma outra questão também muitas vezes quando professores faz né dá uma infância sem assuntos né que na verdade eles serão pedidos no vestibular é muito recorrente impossível escolas que tem uma final o pouco esse viés né para formação do aluno para prestar um vestibular e aí logicamente eles vão dando né em fase em algumas em alguns conceitos em algum alguns temas que são mais recorrentes em alguns vestibulares isso também faz parte né do processo de transposição didática do professor é outro ponto também o
conhecimento né nesse caso o professor tiver conhecimento dividir né para facilitar a compreensão e depois volto estabelecer a relação entre aquilo que foi dividido né a gente pode discutir claramente fazer funções orgânicas né elas desde sempre foi assim a gente vai na função inteira função hidrocarboneto na segunda e assim por diante né porque essas divisões não é uma por vez é facilitar que o único carácter é mas não se pode a juntá-las porque nós o que que adianta eu caracterizar cada uma e depois né não compará-las eu preciso bom então essa essa ou essa divisão
das coisas e partes menores facilita para que o aluno aprenda essas pequenas paz né então é por isso que a gente divide na então dividir onde outro aí a gente conserta discussão nessas partes mas é importante também que o aluno tem uma noção do olho mesma coisa os modelos atômicos né você já até para entender as passagens modelo para o outro eu preciso comprar mas muitas vezes para caracterizar eu posso separá-los mas você já em várias assim individualmente eu vou na estudando os modelos mas vai ter que ter um momento que eu vou ter que
agrupá-los para entender as diferenças e as relações entre o modelo e outro que isso é de suma importância para compreensão de modelos tá é e esse caso também o outro aspecto importante diz respeito né a organização né desses conteúdos né no tempo e também estabelecendo o ordenamento na sequência uma série ele era o mesmo não linear de conceitos e relações e aí a discussão é importante ou seja o qual é o primeiro conceito depois vem o que depois vem o quê a função de professor que em relações eu posso estar fazendo né em relação a
esses conceitos logicamente que a gente pensa assim que a aula do professor na ele faz relações que não são não lineares mas enquanto que aquilo que ele escreve aquilo que está no livro geralmente não tem como fugir de uma organização linear é por isso que essas duas ações do professor faz com que o aluno né aprenda alguma coisa para eu não o e possibilitando que ele estabeleça as relações e compreenda né algum encadeamento alguma sequência o ordenamento em relação a tudo isso tá então essas ações do professor né de organização é numa perspectiva sequência ordenamento
né e uma série que seja linear ou não-linear também faz parte né é de uma transposição didática porque ele dá um outra forma de organização para todo esse conhecimento e último ponto né também é importante né que uma outra forma do professor trabalhar é igual a sala para sendo feito estou falando né eu estou utilizando vários recursos gráficos de desenhos na de entradas e saídas isso na verdade são o que né eu tô utilizando é é gráficos tem os tabelas esquemas e toda essa forma de organização de apresentação né e de discussão isso facilita né
para as pessoas é bonito então muitas vezes fala aqui né é uma imagem fala mais do que mil palavras não te diz né então muitas vezes esquemas né imagens stories tudo isso ele compõe um conjunto de estratégias né para facilitar a aprendizagem do aluno e faz com que também os conceitos sejam o quem organizados nessa perspectiva de imagens figuras tabelas gráficos esquemas e assim por diante né é tanto que na no ensino de química a gente tem as representações né os gráficos na isso também recordar a gente temos conceitos eles têm as representações ea gente
também tem a percepção macroscópica disso e também a subir microscópica do ensino de química então raça representações elas são muito importantes sim não é para que o aluno vai possa compreender melhor né os conceitos que são trabalhados então essas cinco basicamente essas cinco as ações do professor né ela se remetem as suas comuns são muito comuns a serem observados dentro da sala de aula e que reflete um pouco né a ação do professor no sentido de reorganizar aquele conteúdo com a intenção de que ele seja compreendido pelo aluno portanto está fazendo uma transposição didática e
aí eu digo didática é o que interna ou externa e interna né que ela que acontece no ambiente escolar e aqui para vocês né a gente tem a tema da semana 3 que foi dado para vocês agora fórum de dúvidas fórum temático né sobre essa temática e atividade avaliativa para que vocês possam entregar segunda-feira né no máximo até às sete horas da manhã de terça-feira bons estudos e espero que vocês aproveite esse tempo para aprender um pouquinho mais sobre esse processo de transposição didática abração um