olá seja muito bem-vindo senhoras e senhores a mais um vídeo e hoje nós continuaremos aqui começamos o vídeo anterior falaremos mais um pouquinho sobre deixa o quarto como está os contos de hoje são hereditário correria e crocodilo um e sim vai ter o crocodilo 2 depois o tá começando agora com o hereditário o conta é narrado em primeira pessoa e o narrador começa a história com a seguinte frase o meu pai morreu triste ele disse que não sabe esse o pai dele foi sempre assim mas que ele morreu muito triste ele continua dizendo que o
pai dele deixou para ele entre outras coisas uma caixinha dessas que se guarda anéis e pulseiras e que dentro dessa caixa havia uma coisa molenga menor que um ovo maleável e transparente que ele chamou de geleia logo que ele segurou essa geleia ele disse que sentiu como se ele nunca tivesse estado longe dela e ele também disse que ela era uma dessas coisas boas de pegar ele disse que se lembra do seu pai tentando falar com ele a respeito daquela caixa só que ele ele chegava até mesmo é fingir que não estava entendendo os versos
do seu pai somente para se divertir e aí e aí e aí agora o narrador não conseguia mais se separar dela literalmente o negócio não saía mais ele tentou jogar ela tirar com canivete tentou botar fogo mais nada adiantou e não é que nesse sentiu incomodado com aquilo na mão dele problema é que ele tinha vergonha do que as pessoas diriam quando vi sim aquilo grudado então resolveu se isolar no porão da casa só ele e a geleia e disse que passava os dias e noites deitado e que era engraçado ouvir as pessoas lá em
cima perguntando sobre o paradeiro dele onde ele estava ele nos conta também que eu depois de um tempo afinidade entre ele ea geleia aumentou tanto que ele não conseguia mais escutar as vozes do andar de cima nem se ele quisesse foi então que ele percebeu que não existia mais vozes na casa e com isso eles perguntou sozinho então nesse dia ele resolveu mostrar a geleia tá e ele começou com a primeira pessoa que encontrou na rua perguntou para ela se ela tinha um tempinho e os dois foram para um banco e começou a conversar depois
de um tempo ele percebeu que a pessoa não conseguia ver a jogar em sua mão então a gente conversou e se despediu depois de mais alguns testes ele percebeu que ele era a única pessoa que conseguia ver a geleia e não só via ele sente ela muito agarrada à ele e é assim eu tenho eu tenho uma geleia e aí e aí como é o problema eu eu vi tu micro eu vi tu me encarando meu rei e aí tá com calma cara eu vou te olhando não pera aí foi meu pai que me deu
hoje eu abrir uma caixinha tava lá esse bagulho agora vamos falar de mim foi meu pai que me deu deleta deleta meu que já né como tu viu nenhuma não for é claro que aquilo era de certa forma uma vantagem é que ele não precisaria esconder ela já leva as pessoas mas ao mesmo tempo aquilo tornava a situação irreversível o fato de que ninguém conseguia enxergar ela era o mesmo que dizer que ela jamais deixaria ele nesse ele começou a pensar mais sobre o seu pai todas as vezes que ele tentou chamar a atenção dele
para o assunto da geleia agora ele enxergava o quanto aquilo incomodava o seu pai e ele disse que ele deveria ter insistido mais talvez ele não soubesse bem o que sentia ou talvez tivesse vergonha mas que ele deveria ter insistindo mais e narrador diz que ao invés disso ele morreu e deixou para ele a geleia e agora o último parágrafo do conto eu não teria capacidade intelectual de ser de resumir ele para vocês porque é alguma coisa bem profunda então eu vou ler para fechar bem eu tenho pena do meu pai por ter morrido tão
triste mas não há mais nada a fazer alguma coisa contra a qual não pode fazer nada é a morte não é eu estou vendo a janela já não segunda mais as minhas mãos vou mostrar sobre o meu rosto como no começo ela está em mim simplesmente ela está se um pouco no respiro ou faro o duro se me incomoda não vou dizer que não tem tempos e que chega até me doer uma dor morta por dentro uma vontade horrível de fazer uma besteira mas eu sei que ninguém ia me entender eu diria é a geleia
e era bem capaz de rir da minha cara eu nem poderia dizer vejo então seus idiotas aqui está ela aí percebo que não tenho muito a fazer e vão me acalmando respiro fundo digo para mim mesmo é a geleia e a coisa vai passando a história contada em primeira pessoa começa com seguinte trecho o crocodilo entrou no meu quarto oi gente com passos arrastados que deixaram a ponta do tapete virado ele subiu meu colchão onde eu estava deitado sem ou junto nos meus pés e ficou me olhando o narrador pensa que pega aqueceu que pariu
né o narrador pensa que está enlouquecendo então ele espicha a ponta do seu pé e toca onde seria a barriga do crocodilo sentindo aquela pele fria e grossa então um crocodilo dá um movimento brusco para trás que você estivesse dependendo de uma cócega ele dá aquele sorriso maroto para o narrador ele disse que sempre soube que acabaria louco mas ele nunca imaginou que loucura chegaria mansamente na forma de um crocodilo ele se abaixou que ele acabaria tendo crises de histeria ou coisas do tipo mas o que ele acertou foi que a loucura viria no calor
teria de ser sob um calor como está fazendo nas últimas semanas esse calor que atirou ele sobre o colchão e deixou ele sem forças para fazer mais nada além e o teto e senti asco do seu corpo melado suor devia fazer 15 dias que nós dois estava ali deitado sentindo nojo de si mesmo levantando somente para encostar suas costas na parede e senti algum alívio do calor colocou dele entrou ele estava olhando para o teto pensando em levantar para encostar o suas costas aparelhos ele define ele descreve os olhos do crocodilo como duas bolhas opacas
e trechos que transmitiam para ele algo bom uma impressão que ele definiu como mimosa lavadora acabou aceitando a presença do crocodilo mas ele é repente ele começou a sentir mais calor do que o normal e se lembrou de que eles falam foi a encostar as costas na parede por causa da chegada do corpo dele então ele disse opa que que é isso e deu um chute com raiva na barriga do crocodilo então tu chuta um crocodilo que que acontece e é daqui que acontece quando o assunto crocodilo exatamente ele começou a chorar bichinho começou a
chorar coitado do crocodilo e aí o narrador percebeu que deus vinícius mesmo quando o crocodilo sorria ele representava uma enorme quantidade de choro nos olhos e ele percebeu que encontro crocodilo chorava' parecia que me agradecia o narrador pela pelo pontapé que liberou aquela choradeira todo disso ele não gostou e só não bateu de novo porque ele teria mais motivo para chorar então narrador vai pra parede só de cueca parece que refrescar ele começa a levantar os seus braços rentes à parede quando ele sente alguma coisa por ele olha para o lado e um crocodilo tá
na parede do lado dele na mesma posição com as costas encostados e se apoiando com o rabo narrador só consegue imaginar o esforço que o crocodilo deve tá fazendo para se manter naquela posição isso deixei um o narrador volta para o colchão e fica olhando para o crocodilo na parede e depois vira para o lado e dorme quando ele acorda porque eu devo tá nele irmão o cabelo tá nele irmão quando ele acorda o crocodilo tá nele e talvez seja por isso que ele dormiu tanto porque a pele do crocodilo em contato com as costas
dele gerar uma sensação muito refreskant a viu o som da respiração no crocodilo claro mas aquilo não era nada comparado a sensação que ele sentia ele levantou e notou que o peso não era excessivo o único inconveniente eram as mãozinhas do crocodilo que seria um de leve o ombro dele ele dormiu de novo eu acordou para o interfone tocando já que insistiram ele falou estão chamando muito no interfone e o crocodilo foi atender crocodilo disse que era para ele voltou para as costas dele era o zelador dizendo que ele não pagou aluguel de novo e
que tinha que ir embora ele disse que já estava descendo e pensou que agora que você tá já não precisava mais o caso e resposta o crocodilo disse tem razão o quarto dele só tinha um colchão e o tapete com a ponta virada pelo crocodilo ele pega o colchão e deixa o resto como está e deixa o quarto como está então ele abre a porta e dá de cara com o zelador que fica meio atrapalhado ao ver o crocodilo já na rua só duas coisas incomodavam narrador uma era o peso do colchão e a outra
as mãozinhas do crocodilo preferiu os seus ombros o colchão ele deixou na rua pensando sou louco não precisa de casa também não precisa de colchão e para isso crocodilo de esse outro tem razão conta os ombros narrador passou um camelô e pediu dois cintos mulher marrom em volta da cintura e outro na altura do peito vai aliviar o peso do crocodilo ele disse para o cabelo que não podia pagar e ele ele rolo tou um pouco mas acabou cedendo então do centro de graça para o narrador em seguida ele é o meu pai tinha um
problema desses só quero um macaco o narrador não quis perguntar que raio de macaco que ele estava falando mas ficou muito agradecido por seus ombros não estavam mais sendo castigados e antes de ir embora o narrador percebe que o camelô também tinha alguma coisa nas costas um volume sobre a jaqueta nisso ele começou a observar que muitos homens e mulheres que passavam carregava um gatos ou cachorros nas costas algumas vezes uma pomba outras vezes somente um pequeno volume sobre a roupa ele pensava agora que estou louco estou vendo coisas e aí que ele lembrava que
ele carregava um crocodilo nas costas que o crocodilo não se aguentava e faltando aquela risada rouca dizendo tem razão oi e o conto acaba com o seguinte trecho eu não lhe dava muito a volta aliás além de reconhecer o bem-estar que ele me transmitir nunca lhe dei bola esse próximo ponto narrador em primeira pessoa só correndo em uma corrida e o conto começa com seguinte trecho verde ao flanco uma dor fininha me rasgando a cada puxada do ar já nem mais sentir as pernas mas seguia correndo e achava que ia morrer vou morrer zezinho preciso
parar eu disse sem olhar para o lado pessoal que eu enxergava era uma coisa assim bem a minha frente o zezinho respondi para ele deixar de besteira se concentrar na correndo e o narrador percebe que não havia nenhum cansaço na voz dele ele rodou nos dias que ele não queria pensar no que faltava e por isso se irrita muito como zezinho disso não pensa no que falta que é pior o narrador só não manda ele é a merda porque ele estava muito é isso ele escutou um vamos lá campeão era o gordo soares que chegava
pelo lado lavador nunca gostou dele e sentiu ainda mais repugnância quando escutou a sua voz jovial e descansada o narrador tirando podia jurar que ele já tinha ficado pelo caminho o narrador então se esforçou para aumentar o seu ritmo e pensou que o gordo soares deve ter achado que isso foi por causa de incentivo dele o que deixou e muito puto porque a única coisa que ele queria era se afastar do suárez o narrador nos conta que ele sentiu o coração dele todo errado inchado e que ele sabia que ele restaurar e que ia ser
uma merda é isso aí campeão o gordo soares disse ainda mais próximo para surpresa do narrador olha só a vibração do pessoal ele completa quando vê as crianças os pais os avós os tios os filhos da todos famílias inteiras de filhos da lhe mando os corredores e dizendo vamos lá isso o resultado precário o ar dentro queimando ele sente os pulmões dele como um cacho de uvas doentes ele percebe que tava babando sangue e desisto para o zezinho então outra voz que ele não reconhece responde não dá bola para esse segue e depois disso muitas
vozes enche os ouvidos de vamos lá pô o narrador então diz o que tá aparecendo hotel mas parece que ninguém escuta porque todos continuam gritando vamos lá e nem mesmo na dor consegui escutar o que ele dizer que os ouvidos dele estavam cheios daquele vamos lá vamos lá como se todos estivessem na cabeça dele então ele meio que se entrega e começa a acelerar ele queria se arrebentar o ponto antes cair ali mortinho à medida que ele acelerava pessoal ea loucura mas ele não tava nem aí que ele queria mesmo era se arrebentar em seguida
ele pensou é agora que ministre bucho os rezende se estrebuchar nada e sim aparentemente os assim responderam o lavador o narrador acelera cada vez mais e fica cada vez mais irritado com as pessoas tentando motivar ele então ele disse para si mesmo é agora e acelera ainda mais tudo que ele queria estourar de vez e acabar com aquela merda e finalmente ele tropeça ele já estava desabando no chão como seguraram ele pelo braço colocar um ele de pé empurraram ele ainda era tão chutando a traseira dele quando ele já tava correndo de novo então ele
tenta se virar para ver que ele chutou e esse ele só se sente a mão pesada do zezinho nas suas costas que ele disse não inventa desculpa para parar não segue em frente meu segue botando então narrador pensa mas eu não aguento ainda por cima me chuta uma bunda e para isso zezinho disso até o gordo soares aguenta sua maricão e completa como se falasse consigo só de chutando a bunda mesmo senhoras e senhores esse foi o segundo vídeo de deixa o quarto como está se tu gostou se eu te ajudei em algum momento de
repente difícil e deixa o like maroto aí vai me deixar muito feliz e e se inscreve no canal também não se esquece de mandar esse vídeo para alguém que sabe para fazer o próximo vestibular muito obrigado por assistir bons estudos e até a próxima leitura valeu macaco filha da e