Vamos, vamos, tem um pequena falha técnica. Os coletores atrapalham na partão, né? Tinha que ser com cara do interior, né?
>> Sensacional >> de Minas, Mineiro. Bora lá. >> Tinha que ser, né, galera?
Tinha que ser com o interior, né? >> Mas vamos lá, rapidinho. Para quem não me conhece, eh, meu nome é Fred Pataro.
Eu sou do interior de Minas, como disseram, uma cidadezinha bem pequenininha chamada Ucânia. Hoje não moro lá mais, mas minha matriz fica na cidade do lado. Sou advogado previdenciarista há 20 anos, há quase 20 anos, vai completar agora, né?
E a gente vive literalmente da advocacia previdenciária no chão de fábrica. Mas vamos lá, vamos ao que interessa, que é o tema aqui, gestão híbrida e trabalho remoto. O que que realmente faz o escritório funcionar?
Primeiro, deixa eu fazer uma uma pesquisa com vocês aqui. Quem trabalha 100 100% no presencial, no físico, levanta a mão para mim aí. 100% no presencial, equipe, todo mundo é a maioria, né?
Remoto. Tem alguém aqui que tem escritório remoto? Poucas pessoas.
Tem alguns que estão aqui para assistir a palestra, mas não tem nem remoto, nem físico. Ainda vou descobrir a terceira via aí. Mas vamos lá.
Essa questão que eu vim trazer para vocês, pessoal. É um debate que eu tenho com o Edu há bastante tempo. Ele me pediu para trazer esse tema.
Falei: "Cara, interessante, por eu sempre fui o cara que nunca acreditou no trabalho remoto. Paralelo a isso, eu sempre eu tinha certeza absoluta que a advocacia tradicional ela já tava fadada o fracasso, se eu fori em 2006, né? E que a tecnologia revolucionaria a advocacia.
" Eu não tinha dúvida. Eh, eu sempre corri atrás de tecnologia pro meu escritório, mas era um debate que eu e o Edu sempre tivemos, né? Pô, eu não confio muito.
Eu preciso da equipe ali, eu preciso, eu sou daquela escola tradicional do advogado presente, o advogado ali cuidando da equipe, o advogado vendo as petições sendo feitas, vendo o atendimento sendo feito, cuidando de tudo. Eu entendia que se eu não tivesse no escritório, inclusive alguma coisa ia sair de errar. né?
E é bem comum, eu dou mentoria para centenas de advogados também, é bem comum eu perceber que vários de nós advogados ainda tenhamos essa certeza de que só a gente sabe. Eu tenho, por exemplo, casos pessoal de colegas que a gente conversa, não é raro isso, que eu fico pensando, cara, eu acho que a única pessoa que sabe trabalhar no mundo é essa pessoa, porque ninguém serve para escritório, todo mundo é ruim, ninguém dá conta. Eh, só a pessoa que sabe fazer aquilo.
É natural, tá? Eu também já fiz essa pessoa que pensava assim, só que com o tempo eu entendi que o dilema não é onde, é como a gente faz a gestão dessas pessoas. Então, vocês vão ver que o tema é a gente vai ficar bem preso aqui em presencial ou remoto, mas a ideia é trabalhar um pouco da questão da gestão em cima do presencial e remoto.
Ontem mesmo tivemos várias opiniões, né? Não, não foi sobre o tema especificamente, mas muitas pessoas citaram, acreditaram ou não acreditar no remoque, em trabalho remoque. E para mim a surpresa, eu tava errado e para uma boa surpresa, funciona das duas formas.
O que eu quero mostrar para vocês que essa resistência ainda existe e que a gente precisa quebrar. E nada melhor que um evento como esse, uma comunidade como essa, pra gente poder quebrar esses dogmas, entender que eh essa resistência ela apenas nos atrasa. A gente gasta mais tempo argumentando algo para nos convencer que aquilo que a gente pensa é certo do que para aprender alguma coisa nova.
Então, é bem normal que isso aconteça eh conosco, com os advogados. Mas eu sou um cara bem inquieto, sabe? Muito inquieto.
Mas quase que todos os dias chega na minha nas minhas redes sociais algum advogado criticando, algum advogado, tal, principalmente com relação a marketing, tá? Marketing, tecnologia, automação, não acreditando, duvidando, papo de coach. Bom, esses argumentos que a gente já tá eh cansado de ver.
E isso acontece muito. Essa semana mesmo vindo para cá, preparando para vir aqui para São Paulo, eu recebi um um telefonema de um amigo, presidente de uma subsessão da OAB falando que, ó, acabou de chegar uma denúncia aqui para mim porque uma placa sua num campo de futebol, eh, você precisa tirar e tal. Falei: "Pô, mas essa placa é da minha empresa de treinamentos, não tem nada a ver com a advocacia".
Então, veja bem, algum advogado fez uma denúncia anônima de uma placa de uma outra empresa minha. E aí o o presidente como é um cara que conheço fala: "Cara, mas tira lá porque só para não dar trabalho". Falei: "Olha, eu não, dessa vez eu sempre cedo para não dar problema para falar: "Ah, beleza, eu tiro".
Dessa vez eu não vou tirar porque é outra empresa, não tem nada a ver com a advocação, eu não vou tirar senão vou dar razão. E aí passa a ser uma perseguição. Então essa resistência ao novo, essa briga eh eh sem sentido, sabe, de colegas em vez de aprender com o outro, querer sempre denunciar, tenho certeza que nenhum de vocês aqui vai entrar nela.
Se vocês estão aqui é porque vocês estão buscando de novo. Vocês já estão, vocês já estão inovando, vocês já estão mudando a advocacia. Na nossa escola tradicional, ontem o Euro fez uma pesquisa que eu vi que tem bastante gente da escola tradicional que eu falo, pessoal, advogados com mais de 10 anos de carreira.
Aí quem tem mais de 10 anos de carreira, levanta aqui, só para eu ter uma ideia. Tá vendo? 50% aqui mais ou menos tem mais de 10 anos de carreira.
Então, lá na nossa época, não sei como estão as faculdades hoje, confesso, mas na nossa época a gente aprendia que a gente tinha que sentar numa mesa, de preferência uma mesa de madeira, não de MDF, e uma bela de uma cadeira e ali esperar o cliente chegar. Só que isso era uma fórmula pro que já não estava dando certo. Eu tô falando de 2006, tá?
De 2006, 2007. Já não tava dando certo lá. Eu já vi advogados sobrecarregados.
Eu lembro que várias palestras daquela época, Edu, várias palestras, Víor, você que já vocês que já me conhecem há mais tempo, o pessoal contava com muita, não sei, sabe que é uma tristeza assim no olhar que, poxa, eu acabei não vendo meu filho crescendo porque trabalhava 12, 15 horas por dia no escritório e os melhores advogados eram esses, os melhores, os mais os que melhores recebiam, os que tinham os maiores salários, honorários, eram essas pessoas que morriam de trabalhar e eu sabia que aquilo ali eu não queria para mim. E o trabalho remoto ele veio para nos ajudar com isso aí. Vocês vão ver nessa apresentação.
Vou mostrar para vocês aqui. A gente tem pouco tempo. Veja bem isso aí.
Antes de mostrar esse vídeo, eu não sei se o áudio vai sair, pessoal. Esse aqui não precisa, mas o outro eu vou precisar. Esse vídeo aqui interessante que eu trouxe para vocês, foi uma das principais quebras de paradigma que eu tive.
Eu construí um escritório lindo lá na na minha cidade, uma lindo, lindo, lindo. Uma sala de reuniões enormes, alguns de vocês aqui já conhecem, alguns alunos. Uma sala de reuniões enormes que dá para dar treinamento, uma tela que eu tive que achar aqui em São Paulo, uma mesa feita por um arquiteto, coisa mais linda.
E aí, para minha surpresa, a minha controller, a Ariene, ela que é responsável por fazer reuniões semanais. Então, não sei se todo mundo aqui faz, mas a gente faz reuniões, por exemplo, toda segunda-feira de manhã, ela faz uma reunião para levantar os números da semana anterior e discutir aqueles números com a equipe e a partir dali tomar decisões, sair ali com o plano de ação pra semana que tá iniciando. E eu passei a reparar que eles não estavam usando a sala de reuniões, passei a observar isso.
E aí eu pedi pro Gabriel, que faz as os vídeos lá da Ariele do escritório, eu pedi pro Gabriel, falei: "Gabriel, eh, segunda-feira tem reunião, eu vou dar uma palestra lá em São Paulo, pega essa galera no Flagra para mim e ó, trouxe o vídeo para vocês. " Então, tá aí, escritório físico, todo mundo presente, sala de reunião fazia a reunião acontecendo pelo Zoom, todo mundo no mesmo escritório. Olha aí, Letícia comercial vendo os números, todo mundo lá dentro bonitinho.
Todo mundo pelo Zoomara, inclusive eu puxei a orelha dele que tava no celular, era para est prestando atenção você na reunião. Raíça Samara, todo mundo numa reunião pelo Zoom e a sala de reuniões linda e maravilhosa com a mesa feita por arquiteta parada, né? E eu achei isso o máximo, porque é mais uma prova de que o remoto ele tá até no presencial.
Olha que loucura. O remoto tá no presencial agora. E aí eu falei: "Cara, olha, olha que legal, né?
Logo eu que fui tão contrário, tão reticente a isso. Eu tava em Florianópolis uma vez no evento do Marcelo Germano, não sei se vocês conhecem, excelente mentor na parte de gestão fora da advocacia lá. Eu tava lá, eu, o Edu foi, deu uma passadinha lá, ele de Floripa e tal.
Aí eu falei: "Edu, depois vou passar no seu escritório". Falei: "Não, cara, não tem escritório mais físico". Falei: "Cara, não é possível.
Esse cara tá falando mentira comigo. Tem muitos anos já. Esse cara tá falando mentira comigo.
Não tem escritório e tem uma um monte de gente que trabalha para ele. Cadê esse povo todo? " E aí a gente começou esse debate de remoto de presencial.
Inclusive, vou dar um uma sugestão para vocês. Não sei quem que já leu o livro do Edu otimizado, é um excelente começo para você começar a abrir a mente para isso. Foi isso que eu fiz.
Então eu entendi que todos os modelos podem funcionar. O que importa realmente é a base. Se vocês ficarem comigo até ao final, que eu vou tentar mostrar para vocês de uma forma didática.
trouxe uma palavrinha que tá na moda, que todo mundo gosta, que é meta. Vamos bater meta, meta, meta. Então, trouxe essa palavrinha para de uma forma didática tentar levar para vocês como eu faço lá no escritório.
Só que, pessoal, simples é o que funciona. Que que eu tenho visto muito nos últimos 5 anos mentorando centenas de advogados? Eu tenho percebido que a gente tem colocado cada vez mais informações, cada vez mais pessoas para fazer menos coisas.
Então a gente tem que tomar muito cuidado com isso. O escritório que funciona hoje, eu entendo de uma forma eh para vocês entenderem aqui, eu acho que aquele escritório que você tira tudo até não poder tirar mais nada. Aí esse escritório é um escritório inxuto que funciona direitinho.
Você vai tirando todo o sistema que não é necessário, tudo que você colocou a mais. É tipo aquela planilha de Excel. Quem aqui tem pastas dentro do computador lotad de planilha de Excel que se precisar não sabe nem onde achar.
Alguém tem? Alguém? Pô, pessoal, é um monte de gente tem.
Fala assim: "Pô, achei uma planilha top, planilha financeira. Se eu te perguntar onde ela tá hoje, você não acha. Nem no localizador você vai conseguir encontrar".
Então a gente vai colocando tanta coisa para dentro do escritório e aí a gente vai criando aquela aquele excesso de informação e a gente não utiliza nada, tá bom? E aí tendo isso como como estrutura, tendo essa base como estrutura, que eu vou explicar para vocês daqui a pouco, foi exatamente o que me tirou do do preso no presencial como verdade absoluta e me deu liberdade para vivenciar o digital, tá? E aí as duas formas funcionam.
Hoje eu trabalho no modelo híbrido. Eu vou mostrar para vocês aqui. E isso foi graças à inspiração.
Eu inspirei muito em colegas como o próprio Edu, que eu cito sempre aqui, o Euro que tava aqui ontem. Eu tenho várias pessoas que eu inspiro no modelo de negócio delas, embora o meu modelo seja diferente, o modelo de vocês seja diferente. Eu converso muito, o Je tá por aqui, ele é lá do Acre, que tem um modelo de negócio fantástico lá.
E aí a gente conversando num um belo dia, eu expliquei para ele: "Cara, a sua o seu escritório, ele precisa de um desenho de gestão específico pro seu escritório. O do Edu, que é aqui no interior de Minas, é outro modelo de escritório. Quem tá na Bahia é outro modelo de escritório.
Então são realidades completamente diferentes umas das outras. O Brasil é enorme. Olha, quando eu trabalhava, eu eu no início, quando eu comecei a trabalhar com previdenciário, eu rodava por Minas Gerais palestrando para poder conseguir clientes.
Minas Gerais tem 853 municípios. Então isso é o que me permitiu ter uma base muito grande de gestão, porque naquela época a gente não tinha tecnologia. A minha virada de chave foi exatamente essa aí, gestão, modelo de gestão.
Então nós vamos guardar aqui presencial. Vamos pro pro para agora paraa prática. Mas presencial e remoto existem, funcionam, tá?
Não adianta a gente ficar lado A, lado B, os dois funcionam, porém o que vai fazer dar certo ou não o modelo de gestão que você aplica nesses modelos de contratação. Que que seria a meta? Então, Fred, mentes certas, pessoas certas, estrutura, que são processos internos do escritório, pode entender como estrutura, tanto estrutura física, seja no remoto ou no presencial, quanto estrutura de processos internos.
Tecnologia e automação, extremamente importante nos dias de hoje também pro escritório. Vamos bater em cada uma delas aqui. Que que seria mentes certas?
Pessoas certas no modelo certo? Vamos pensar aqui, ó. Todo mundo aqui acho que conhece o Neymar, né?
Então, o Neymar jogador de futebol, craque. Beleza, mas imagina um treinador, você dono do escritório, você é o treinador do Neymar. Você fala assim: "Neymar, o lateral direito não veio hoje, você agora é lateral direito do meu time".
provavelmente ele não vai produzir, provavelmente ele não vai saber o que fazer, mesmo sendo craque. E hoje a gente tem feito muito isso com as pessoas. A gente tem eh contratado talvez pessoas certas, mas para locais errados.
Quer ver? Não sei quem aqui já fez isso, quem que já promoveu alguém que tava muito bem num determinado setor do escritório e aí mandou para para outro setor. Aí você perdeu um excelente profissional ali e não necessariamente ganhou um bom profissional do outro setor.
Já fez isso aí? A colega aqui já fez isso. Eu também já fiz, viu?
Também já fiz isso. É muito comum isso acontecer. Nem todo mundo confessa.
Olha só, ninguém confessou. Só ela, gente, que que cometeu um erro de gestão. Todo mundo aqui comete, hein?
E aí a gente faz muito isso de às vezes querer promover ou às vezes querer contratar por afinidade, né? Querer contratar por parentesco, querer contratar porque o ai filho lá de Minas é filho de quem? Você é filho de quem?
Aí já pelo menos você vai lá e contrata. Dependendo de fil de quem é, a gente contrata, né? E aí acaba não dando certo.
E aí você põe a culpa no trabalho remoto ou o bônus no presencial. Porém, acredito que já aconteceu com vocês também. Eu já tive funcionários que estavam presencialmente, na verdade não trabalhava, fingiam que trabalhavam, entende?
Como eu tenho funcionários, hoje eu tenho funcionário, ó, tenho no Acre, tenho em Goiânia, tenho em Brasília, meu financeiro tá em Juiz de Fora e funciona perfeitamente bem e tenho pessoas no na minha matriz, no presencial. Só que aí tem uma coisa, clareza de funções. Eu até trouxe para vocês ali.
Se você contrata uma pessoa certa pro cargo certo, mas não dá clareza para ela também. O que que é clareza, Fred? Meu Deus, o tempo passa rápido demais, Tainá.
Tem jeito de você pausar o tempo? Eh, clareza na função. Não adianta você pegar uma pessoa certa, colocar no lugar certo e não treinar essa pessoa.
É isso que tá fazendo com que vários advogados hoje não achem ninguém para cargo nenhum, porque não treina, não gasta tempo treinando. Acha que a pessoa vai chegar ali, eu não sei se foi o Euro que falou ontem, eu não sei, um dos palestrantes falou ontem, uma coisa é isso mesmo que tem acontecido. Às vezes a gente coloca uma pessoa no escritório da gente e a gente acha que aquela pessoa vai chegar e vai fazer tudo que você quer.
Só que você não entende que o empreendedor é você. O empreendedor é você. E hoje, pessoal, o que tá acontecendo é a infantilização dos funcionários.
Todo mundo quer ter uma família dentro de escritório. Família sua é fora do escritório. Esquece isso.
Você pode sim ter uma amizade com seus funcionários. Você pode sim eh ser gentil. Você pode proporcionar, pode e deve proporcionar eh as coisas pros seus funcionários, claro, mas isso que família, pessoal, é fora do escritório.
Escritório é trabalho. Existe uma carência tão grande. Hoje a gente tá conversando no café, eh, eu, o Edu, o Sérgio, enfim, a gente tá conversando ali.
Eu tô vendo, existe uma carência tão grande hoje, às vezes até na gente, né, que a gente quer que a pessoa, vamos supor, um prêmio, ó, vou dar uma meta, gente. Quem bater a meta desse mês vai viajar. comigo para São Paulo.
Cara, tá querendo viajar comigo, bicho. Não, quer viajar com o namorado dela, querendo viajar comigo é minha esposa. E a gente tá querendo fazer isso hoje no escritório.
E aí a gente quer que a pessoa trabalhe feliz. E por outro lado também os funcionários, se não tiver feliz não trabalha. Não existe isso, gente.
Eu fiz um post, ninguém tá feliz todo dia. Quem tá feliz todo dia me põe e põe no Instagram é mentira. Não tá feliz todo dia.
A gente acorda triste também. A gente acorda pé da vida. Tem um monte, tem atletic aqui.
Tem não. Eles nem vieram. Ah, tem ali.
Paula tá lá. Tá triste, pô. Bom, enfim, a gente não tá feliz todo dia, pessoal.
A gente não existe e isso da gente querer o tempo todo. A pergunta que eu mais recebo, eu tava, eu falo isso muito com meus mentorados, a pergunta que eu mais recebo é: Como eu faço para minha equipe trabalhar motivada? Não é soltar um palavrão aqui, não posso não.
Mas pelo amor de Deus, é o tempo todo a gente gastando. A gente não gasta tempo mais fazendo o escritório crescer. A gente não quer saber mais quantos clientes que a gente tá prospectando, de onde que a gente tá trazendo esses clientes, se o tráfego tá bom, tá ruim, se a pessoa tá performando ou não, porque a gente tá perdendo tempo, querem saber, não é perdendo tempo, né, entre aspas, a gente tem que sim saber os sonhos do um a um ali, é o momento ideal para você poder ajudar os seus funcionários a realizar o sonho deles.
Pessoal, se você colocar uma pessoa certa no lugar certo, com uma cultura de autoresponsabilidade e você vai errar e vai acertar na contratação. Quer ver como eu faço contratação? Os mentores vão me matar.
Eu peço um vídeo da pessoa contando a história dela e faço algumas perguntinhas. Essas perguntinhas depois vocês vão lá no meu Instagram, tem lá a última postagem que eu coloquei. Eu coloquei lá 10 perguntinhas que eu faço.
Assim que eu contrário, não mexo comar, nada disso e dá certo e dá errado. Então eu vejo ali o que que aquela pessoa tem para aquele determinado car. É lógico, por exemplo, financeiro.
Você não vai contratar um financeiro sem a pessoa ter a capacidade técnica para aquilo. Eh, petição, comercial, tudo isso sei, tem a parte técnica da contratação, óbvio, mas o que me importa mesmo são as habilidades comportamentais. Técnico, eu ensino agora, as habilidades comportamentais dá para ensinar, mas é mais complicado.
Como meu tempo tá passando muito rápido, eu vou ter que correr aqui. Mas daria para destrinchar, pessoal, isso aqui de forma resumida. vocês não vão acertar 100% das vezes.
Existem excelentes profissionais que querem trabalhar de forma remota, que querem trabalhar de forma presencial. São características diferentes. Vocês precisam, aí nós vamos entrar no nosso próximo tópico, dar estrutura para essas pessoas.
Se for da forma remota, essas pessoas precisam ter estrutura em casa, porque não adianta nada você ter uma pessoa certa, uma mente certa trabalhando na sala de casa com quatro meninos puxando toda hora pedindo um copo de leite. Aí não dá, não vai render. Beleza?
Então tudo isso a gente tem que orar. entra a estrutura, que é o segundo pilar pra gente poder criar a nossa base. E aí você tem uma controladoria jurídica que funciona, por exemplo, eu acabei de de falar para vocês, com o fluxo certo, toda segunda-feira Ariele levanta os números.
Então, vou dar um exemplo. Letícia vira para ela e fala ou Ariel vira pra Letícia e fala assim: "Letícia, você fechou só cinco contratos essa semana, que que aconteceu? " Aí ela falou: "Pô, mas eu recebi 100 bits, fechei cinco contratos, 5% um índice de conversão que a gente tem como índice baixo.
" Beleza? Mas aí Letícia, como também tem um fluxo claro, ela sabe dar a resposta para Ariele, que é a coordenadora. Ariele, eu fechei cinco, mas 20 me responderam.
80 sequer me responderam. Então, um problema pode estar no tráfego. Aí um índice de conversão que era de 5% passou a ser de 25%.
que é ótimo. Aí a gente vai acionar o Rafael Mot aqui que faz o nosso tráfego. Aí a gente vai, Rafa, o que que tá acontecendo?
É assim que a gente trabalha. Então a gente dá uma estrutura pro pessoal. E aí eu tô falando de estrutura de processos internos e estrutura física também.
Seja para quem trabalha longe, pessoa tem a tem que tá num local que tenha computador, internet de boa qualidade, uma câmera de boa qualidade. Outra coisa, nunca permitam que funcionários que participam de reuniões remotas com câmera fechada. Quer ver uma coisa?
O Itaú, acho que ontem alguém citou isso aqui também, o Itaú demitiu 100 pessoas eh que estavam trabalhando de forma remota. E aí a tendência, a tendência de quem tem preguiça de estudar, porque é o Itaú, né, um um grande banco, é achar que o trabalho remoto não funciona. Se o Itaú tivesse o tesque score do do ADV Box, não precisava ter feito isso.
Ele saberia quem é bom e quem é ruim, porque não é possível que os 100 são ruins, sabe? Não é possível. Provavelmente foi ter foi falta de estrutura, falta de processo interno para o trabalho remoto, né?
E pra gente na advocacia hoje a gente tá com a faca e o queijo na mão. Galera, quando eu trabalhar, quando a gente começou, não tinha isso não. Eu costumo fazer uma analogia com orquestra, né?
Preciso de partitura. Escritório é a mesma coisa. Indicadores que eu utilizo quando eu falei dos números.
A RL só fala um número porque a gente tem um indicador de fechamento e enfim, os principais indicadores, não do cafezinho. E todo escritório funciona como orquestra. Tava lá em casa outro dia, tô ouvindo uma música linda, linda, linda, linda.
Na hora que fui ver o orquestra Ouro Preto, tava tocando lá no condomínio, Orquestra Ouro Preto com o DJ, fiquei maravilhado aquele negócio. Fui lá ver rapidinho. Cara, coisa mais linda do mundo.
Tava lá o maestro com os músicos, cada um com a sua partitura. Na advocacia é a mesma coisa. Tira a partitura daqueles músicos, só vai sobrar ruído.
Não tem música, vai sobrar ruído. Escritório é a mesma coisa. Não adianta você gritar, você brigar.
Você tem que gastar tempo treinando, você tem que dar estrutura, você tem que dar processo interno. E hoje são coisas simples de se fazer. Hoje vocês têm um caminho pavimentado para isso.
O terceiro pilar é tecnologia. Hoje lá no escritório a gente tem o DVBX como coração. Eu, meus mentorados sabem aqui, eu falo isso desde 2018, tá pessoal?
O DV box hoje é o coração da gestão do meu escritório. Então eu consigo tá aqui, consigo ver tudo que tá acontecendo lá. Os dados que eu citei no processo interno anteriormente, eu retiro de funis, de filtros, desculpa, de dentro do próprio DVbox.
Eu consigo tirar todos os dados que eu preciso, desde que o DVBX esteja bem alimentado, né? A inteligência artificial veio e ainda acelerou mais ainda isso aí, né? Vocês viram o Edu falando ontem do dos novos das novas tecnologias aí que estão no ADV Box e serão disponibilizadas e aí tudo isso vai acelerar mais ainda e a gente faz a gestão com dados porque tecnologia não é mais o futuro, é o presente.
Olha, deixa eu falar rapidinho, deixa eu ver se eu tenho tempo. Tem. Quando eu comecei, muitos de vocês aqui acho que vão se identificar.
Quando eu comecei lá atrás, antes de meu exócio até aqui, o dinheir antes de montar a sociedade com ele, eu trabalhava numa numa num escritório de Belo Horizonte, onde eu pegava um dia, ia pro interior, fazia contato. Tem alguém de OAB aqui? Não, né?
Não é possível tomar processo administrativo aqui, mas vamos lá. Ah, meu Deus, tem. Mas eh pelo amor, é, fecha o ouvidinho.
Que que acontece? Eu pegava o carro, ia pro interior, fazia contato, normalmente eu ia em algum lugar que não tinha advogado, tá? Não tinha ninguém.
Nós estamos falando de 2007, então me perdoa. Ia para esse lugar, fazia contato com algum líder comunitário, falou: "Ó, posso dar uma palestra pros trabalhadores rurais aqui? " Ia lá, dava uma palestra pro trabalhador rural e ali eu atendia 50, 100 pessoas.
A Paula tá aqui, ela foi estagiária lá. Hoje até um baita do escritório, graças a Deus. E aí a gente ia, fazia o atendimento, saía com aquela currumaça.
Currumaça para quem não é mineiro, é muito monte, né? Um monte, uma montoeira de envelope. Juntava aqueles envelopes tudo, colocava na traseira do Logan, que é um aquele carro dup, sabe?
Colocava na traseira do Logan, ia para Belo Horizonte de novo, pegava o envelope um por um, mala direta. Alguém que sabe o que é mala direta? Levanta a mão para mim, ó.
Pouca gente sabe aí do mala direta. Excel hoje, gente, isso aqui é o céu, cara. Quando eu conheci o Edu, queria levar ele para casa.
Eu mala direta dali eu tirava petição, contrato, tudo. Fazia as petições. O Mário que tava ali no estande levava uma mala pro juizado especial em Belo Horizonte, distribuía.
Depois a gente tinha lá dias de audiência só. Nossa também, cara. A gente fazia coisa que hoje você coloca 20 funcionários em fase dando tecnologia.
Então o problema talvez tá no treinamento, tá na cobrança, tá nos indicadores que você não mostra. Então claro que tem exceções, né, gente? A gente tem muito funcionário bom também.
A gente precisa saber peneirar, precisa saber trazer os funcionários certos pro lugar certo. E aí, eh, a automação veio para ajudar mais ainda nisso. Ó, presta atenção nesse vídeo.
Eu não sei se vai sair o áudio. Se se ele tiver muito rápido, eu vou voltar. Aí eu muto e explico, tá?
Mas presta atenção nesse vídeo pro quarto pilar que a gente tá indo aqui pro pro nosso finalzinho para vocês entenderem o que que a automação tá fazendo. Só uma parceria minha com o Wilson Vedana. Olha só, você dá o play aí, por favor.
Vamos criar umação 100% sem inter. Vamos lá. Fizemos o criativo.
Esse é o criativo que é pedido PPC. Então aqui a gente já clicou, já caiu na comercial e acredito com IA. Esas são as mensagens.
Todos sente uma mensagem de qu de objeção, a gente vai as duas linhas pro cliente, aí ele faz uma pergunta pra gente e aí a começa a trabalhar. Vocês vão ver que ele vai respondendo, vai perguntando de saúde mandando imagem aí errar pelo pelo consumo do mês que seja uma unidade de saúde tal aí posso saber se afeta sua capacidade de trabalhar fala que eu sou fala que é diante aí a lá continua as perguntas ele vai respondendo. Beleza mais uma vez, né?
como se human fosse a mesma coisa legal inteligência social aí a inteligência social todos os datos ele preenche porque aquela já tá integrada ao que a gente faz o contrato, né, desse cliente. A partir do momento que ele mandou tudo, aí vai acontecer o seguinte, ó, já fou em contato e se já viu que eu veio direito aí olha olha a própria tranquilizando tranquilo, tinha da rá e aí continua e aí continua conversando e ela fazendo até aqui aqui mesmo nada se precisar e aqui 100% sem intervenção contrato estudon só pra gente assinar já chega pra gente, né, pelo menos aqui no nosso WhatsApp, né, ó, um resumo do carro fala pra gentear com cliente ou falar no WhatsApp, né, e a vida a gente fala como >> eu coloquei na velocidade rápida aí porque eu tenho tempo aqui pessoal, mas em resumo aquilo ali foi um iá atendendo o cliente sem nenhuma intervenção humana fazendo terapia, interpretando o laudo e fechando o contrato e pode ser no domingo, pode ser meia-noite, pode ser onde que for e falando assim: "Fred, acabou de fechar um contrato aqui, ó, dá sequência com o seu operacional para poder coletar os documentos". Então, já é uma realidade.
Gostar ou não gostar é a opção de todo mundo, né? Eu gosto disso, eu sou contra, eu sou a favor, mas já existe, tá acontecendo e é o presente, né? É o futuro mais.
E esse modelo que eu mostrei para vocês aqui de estrutura, funciona tanto pro home office, tanto pro presencial. Não importa qual vocês gostam mais. E aí vocês vão pegar ali, né, cada letrinha daquela, aplicar dentro do escritório de vocês.
Claro que isso ali você vai destrinchar, vai treinar as pessoas e pode ter certeza que o leque vai abrir demais. Quando eu citei o aqui, tá lá no Acre, ontem eu fiz questão de perguntar para ele, cara, acredito que a mão de obra é menor do que quem tá, por exemplo, no Sudeste. Então isso abre um leque muito grande.
Pessoal, a minha social mídia hoje e da parte de treinamentos, por exemplo, ela é de Goiânia, cara. Eu não tenho nada, não tenho nenhuma ligação com Goiânia. Ela é de lá, menina, é muito boa e eu consegui fazer com que ela trabalhasse da forma correta, porque o que funcionava, o que funcionou ontem pode não servir hoje.
Não sei se vocês estão percebendo que a segunda-feira depois da segunda não é terça, mais, é sexta. Vocês estão percebendo isso? Depois de segunda, agora é sexta.
Só que segunda-feira, já é sexta-feira, não entendendo mais nada. Eh, por quê? Hoje nós estamos vivendo nesse mundo de informação maluca.
Um ano em Ia, por exemplo, equivale a um século da advocacia tradicional. Eu acho que eu tô sendo bonzinho, não tô? Ô Edu, não é um ano, acho que é uma semana.
Iar equivale a um século. E se a gente não parar para respirar, a gente fica louco. Então, por isso que vocês precisam se abrir, por exemplo, para sim poder contratar.
Tem muita gente que que é do interior, conversei com muita gente que ontem. Às vezes não tem mão de obra disponível, poder contratar de forma remota. Eu era contra, cara, totalmente contra.
Hoje eles eles eh são culturas diferentes. A galera nova que tá vindo aí, eles não querem trabalhar em escritório, não. Não tá querendo viajar para você, não.
Não tá querendo prêmio de para buscar não. Você não é tão especial assim, não, gente. Nós não somos tão especiais assim, tá?
E aí a galera nova, ela já entendeu isso e se a gente quiser mão de obra qualificada, é entender que a gente precisa se abrir pro novo. E a boa notícia, pessoal, vida real. Ó, é o que a advocacia de hoje nos proporciona, liberdade de tempo.
Então, eu consigo ver meu filho crescendo, consigo morar num condomínio que eu nunca sonhe, eu até sonhei, mas eu nunca soube que eu pudesse um dia chegar lá, ver minha família crescendo num lugar saudável, praticar meu esporte no meio da natureza e do lado da cidade grande. A gente consegue acompanhar, levar o filho na escola, trazer, ir pra igreja, pra família. a gente consegue levar o filho no mineirão.
De vez em quando a gente sai triste, mas de vez em quando a gente sai feliz também. Olha só o João felizão aí. É isso que a advocacia proporciona.
Liberdade de tempo, liberdade geográfica e liberdade financeira. Vocês precisam entender. Vocês são líderes da advocacia moderna.
O presente está nas mãos de vocês. Nas mãos. A advocacia que vocês constróem hoje define uma manhã de milhares de clientes e principalmente, tá?
Principalmente da sua família e do seu time. Obrigado pessoal. >> Obrigado, meu querido.
>> Valeu. Para lá. Valeu.
>> Valeu, irmão. >> Obrigadão aí. >> Deixa eu entregar lá para você >> depois.
Grande abraço. Pessoa aqui agora. >> Obrigado.
Valeu, pessoal.